PLANO DE TREINAMENTO Curso: Cursos de Desenvolvimento de Servidores : Boas práticas em manipulação de alimentos para fiscalizadores de contrato de serviços de alimentação Método de treinamento: consultar item 5 Competências(s) atendidas por este treinamento: Conhecimento básico teórico e prático das boas práticas de manipulação de alimentos e a sua legislação. Instrutor: Karina Alves de Castro Pinto Carga Horária: 16 h Quantidade máxima de treinandos: 25 Data de emissão deste plano: 1/09/2012 1 Especificação do projeto de treinamento 1.1 Objetivos Gerais: Qualificar os servidores da fiscalização de contrato de serviços de alimentação dos campi para melhorar de forma contínua o atendimento e os alimentos comercializados pela empresa contratada. Específicos: Levar ao público-alvo os conhecimentos das normas higiênico-sanitárias, em nível de técnicas e de legislação; Subsidiar as ações fiscalizadoras e educativas desenvolvidas pelo Serviço de Vigilância Sanitária Municipal dos municípios abrangidos, no tocante ao cumprimento das normas supra referidas; Traçar programas de prevenção e controle das intoxicações alimentares; Despertar consciência crítica e de responsabilidade pela segurança alimentar nos treinandos; Formar agentes disseminadores de informação. 1.2 Público alvo Servidores integrantes da comissão fiscalizadora de contrato de serviços de alimentação nos campi do Ifes e que sejam preferencialmente da área da saúde ou área afim. 1.3 Ementa Termos e Conceitos empregados nas Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; Conceitos e Práticas de higiene e higienização; Noções de Microbiologia I; Noções de Microbiologia II; Doenças transmitidas por alimento; Registro e rótulos de produtos alimentícios; Programa 5 S; Importância da implementação plano_manipulacao_de_alimentos.doc Página 1 de 5
das Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; Legislação aplicada às Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; Legislação aplicada às Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; Elaboração do Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; Implantação do Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. 1. Conteúdos Unidade I: Básico I Carga horária 1.1 Termos e Conceitos empregados nas Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; 1.2 Conceitos e Práticas de higiene e higienização; 1.3 Noções de Microbiologia I. 1. Exercício I Unidade II: Básico II 2.1 Noções de Microbiologia II 2.2 Doenças transmitidas por alimento; 2.3 Registro e rótulos de produtos alimentícios. 2. Exercício II Unidade III: Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e Sistemas de Controle de Qualidade I 3.1 Programa 5 S; 3.2 Importância da implementação das Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; 3.3 Legislação aplicada às Boas Práticas de Manipulação de Alimentos; 3. Elaboração do Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. Unidade IV: Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e Sistemas de Controle de Qualidade II: Prática.1 Implantação do Manual de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos;.2 Visita Técnica;.3 Avaliação Prática;. Avaliação Teórica. 1.5 Estratégia de aprendizagem Aulas expositivas interativas; Aplicação de estudo de caso; Atendimento individualizado; Aula Prática. plano_manipulacao_de_alimentos.doc Página 2 de 5
1.6 Avaliação da aprendizagem Critérios: Será priorizada a produção discente, sobretudo a articulação entre o saber estudado e a solução de problemas que a realidade apresenta: Observação do desempenho individual e coletivo verificando se o treinando/equipe foi capaz de desenvolver habilidades e competências requeridas: trabalhar em equipe, liderar, debater, interagir, propor soluções, concentrar-se, solucionar problemas, apresentar-se e construir os projetos. Instrumentos e prazos: Casos (15 minutos durante o treinamento); Exercícios (30 minutos durante o treinamento); Participação nos debates durante o treinamento; Avaliação Prática (1 hora no final do treinamento); Avaliação Teórica (enviar por e-mail até 5 dias após a data do término do treinamento). 1.7 Certificação Será emitido certificado de participação para aqueles que freqüentarem um mínimo de 75% de presença das aulas e pelo menos 60% da avaliação escrita. Para carga horária associada ao Aperfeiçoamento, como já praticado, o certificado será emitido ao final do aperfeiçoamento em que o treinando estiver cadastrado. 1.8 Referências BRASIL. Resolução-RDC n 216, de 15 de setembro de 200. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Brasília, DF, 200.. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Brasília: Anvisa, 2010. Disponível em: <http:/www.anvisa.gov.br/divulga/public/alimentos/cartilha_gicra_final.pdf>. Acesso em: 23 jul.,2012..agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização das mãos em serviços de saúde. Brasília: Anvisa, 2007. Disponível em: <http://bvms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/higienizacao_maos.pdf>. Acesso em: 05 ago.,2012. 2 Definição das restrições Tipo de restrição Nível de criticidade 2.1 Requisitos regulamentares Servidores integrantes da comissão Muito fiscalizadora de contrato de serviços de alimentação e preferencialmente da área da saúde ou área afim. 2.2 Requisitos de política organizacional Como mitigar? plano_manipulacao_de_alimentos.doc Página 3 de 5
2.3 Considerações financeiras 2. Requisitos de data e programação Preferencialmente na primeira quinzena de outubro de 2012 Pouco Sem problemas com os dias da semana. 2.5 Disponibilidade de recursos 2.6 Disponibilidade, motivação e aptidão dos treinandos Necessário mínimo de 10 treinandos para Médio agendar treinamento. 2.7 Outros fatores logísticos 3 Infra estrutura necessária ao treinamento Item Quantidade Responsável Realizado em 3.1 Espaço Sala de aula qualquer formação de sala atende aos objetivos do curso 3.2 Especificações para o treinamento Acesso a lanchonete de campus para visita técnica na parte da tarde 3.3 Materiais permanentes Projetor com resolução mínima de 102 x 768 pixels Microcomputador Quadro branco com pinceis 3. Materiais de consumo Ficha de controle de freqüência Folhas A 30 Coordenador de Custos envolvidos (se necessário descrição) Não aplicável s internos dos CDS. 5 Métodos de treinamento e critérios de seleção 5.1 Lista de métodos opcionais de treinamento Método Selecionado Justificativa Pós-Doutorado ( ) - Doutorado ( ) - Mestrado ( ) - Lato Sensu ( ) - Aperfeiçoamento ( ) - Curso presencial ( ) - Seminário ( ) - Congresso ( ) - Feira ( ) - Estágio ( ) - s no local de trabalho ( X ) O treinamento implica em atividade essencialmente prática. plano_manipulacao_de_alimentos.doc Página de 5
Autotreinamento ( ) Procedimento é muito simples, bastando leitura e teste do procedimento com supervisão dos resultados. (Exemplo. Retornar se não for essa a opção). Ensino a distância (EAD) ( ) - Palestra ( ) - Outro: ( ) - 5.2 Critério para escolha dos métodos de treinamento Objetivos do treinamento Público-alvo Contato direto com responsáveis do campus, visitas ao local, definições claras dos objetivos plano_manipulacao_de_alimentos.doc Página 5 de 5