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Transcrição:

Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 013-1 a Chamada Proposta de resolução 1. Como o João escolhe 1 de entre 9 bolas, o número de casos possíveis para as escolhas do João são 9. Como os números, 3, 5 e 7 são primos, têm apenas divisores (o próprio número e o número 1). O número 1 tem também apenas um divisor. Os números, 6, 8 e 9 têm mais do que divisores porque para além do próprio número e do número 1, são também todos divisíveis por ou 3. Ou seja, o número de casos favoráveis é. Assim, recorrendo à Regra de Laplace, temos que a probabilidade de que o João escolha uma bola com um número que tenha divisores é p = 9..1. Como a turma da Rita tem um número par de alunos, a mediana é a média dos dois valores centrais, da lista ordenada das idades. Como 50% dos alunos tem 13 anos, e os restantes têm 1 e 15 anos, os valores centrais, na lista ordenada das idades são 13 e 1. 13 } 13... {{ 13 13 }} 1... 1 {{ 15... 15 } 50% 50% Logo a mediana,, das idades dos alunos da turma da Rita é = 13 + 1 = 7 = 13,5.. Quando a classe tinha vinte alunos, a média das idades destes vinte alunos era de 13, anos, o que poderia ser escrito como em que k é a soma das idades dos 0 alunos. k = 13, k = 13, 0 k = 6 0 Como abandonaram a classe alunos, o número total de alunos passou a ser de 18, e como estes alunos tinham 15 anos e a idade dos restantes não se alterou, a soma das idades dos 18 alunos passou a ser de k 15 = 6 30 = 3 Logo a média,, dos 18 alunos é = 3 18 = 13 Página 1 de 5

3. Aplicando repetidamente a propriedade referida, até obter o máimo divisor comum de dois números iguais, temos que Como 80 3 = 8 Como 8 3 = 16 Como 3 16 = 16 m.d.c.(80,3) = m.d.c.(8,3) m.d.c.(8,3) = m.d.c.(3,16) m.d.c.(3,16) = m.d.c.(16,16) Como m.d.c.(16,16) = 16, então temos que m.d.c.(80,3) = m.d.c.(16,16) = 16. Simplificando a epressão, usando as regras operatórias de potencias de epoente racional, temos que: a a = a + = a 5. Como 15 3,87, representando na reta real o intervalo ] 15 ; 0,9], e os números inteiros que pertencem a este conjunto, temos: 3 1 0 1 + Assim, podemos verificar que o menor número inteiro que pertence ao conjunto A é 3 o maior número inteiro que pertence ao conjunto A é 0 6. Como, num triângulo, a soma dos comprimentos de quaisquer dois lados não pode ser inferior ao comprimento do outro lado, podemos considerar, por eemplo, triângulos com comprimentos 3, 3 e 1, porque 3 + 3 + 1 = 7 e temos que 3 + 1 > 3 bem como 3 + 3 > 1, e 3, porque + + 3 = 7 e temos que + 3 > bem como + > 3 7. 7.1. Como o volume do prisma é cm 3 e o cubo tem o mesmo volume do prisma, temos que a medida a, da aresta do cubo, em centímetros, arredondada às décimas, é tal que a 3 = Logo, a = 3,5 Página de 5

7.. Sabemos que o volume(v ) do um prisma é o produto da área da base (A b ) pela altura (h): V = A b h Considerando a base do prisma o triângulo [ABC], a altura a aresta [AE], e a medida do volume, e substituindo as medidas conhecidas vem V = A [ABC] AE = AB AC AE = AB 6 6 = AB 7 = AB Assim, como, relativamente ao ângulo ABC, o lado [AC] é o cateto oposto e o lado [AB] é o cateto adjacente, recorrendo à definição de tangente de um ângulo, temos que tg (A ˆBC) = AC AB tg (A ˆBC) = 7 Como 0,857, procurando o valor mais próimo na coluna dos valores da tangente na tabela 7 de valores das razões trigonométricas (ou recorrendo à calculadora), e arredondando a amplitude do ângulo ABC às unidades, temos que ( ) A ˆBC = tg 1 16 7 7.3. Escolhendo um dos pontos, B ou C, e outro ponto assinalado na figura definimos retas concorrentes com a reta CB. É ainda necessário fazer essa escolha de forma a evitar que a reta definida contenha uma aresta do prisma, pelo que uma das escolhas possíveis é, por eemplo, a reta BD. D C E F A B 8. 8.1. Como o ângulo ACB é um ângulo inscrito, o arco correspondente tem o dobro da amplitude, ou seja, Resposta: Opção D AB = AĈB = 36 = 7 8.. Como os triângulos [ABC] e [CDE] são semelhantes, e os lados [BC] e [CD] são correspondentes (porque são os lados que se opõem ao ângulo reto, em cada um dos triângulos), então CD BC = 0,5 é a razão de semelhança. Como o quociente das áreas de figuras semelhantes, é igual ao quadrado da razão de semelhança, vem que ( ) área do triângulo [CDE] CD área do triângulo [ABC] = = 0,5 = 0,5 BC Resposta: Opção B Página 3 de 5

8.3. Como o triângulo [ABC] é retângulo em A (porque um dos lados coincide com o diâmetro da circunferência e o vértice oposto a esse lado está sobre a circunferência), usando o Teorema de Pitágoras e substituindo as medidas conhecidas, temos que: BC = AB + AC BC = 6 + 10 BC = 36 + 100 BC = 136 BC = 136 BC>0 Logo, como [BC] é um diâmetro do círculo, a medida do raio, r, é: 136 r = 5,83 E assim, calculando a área do círculo de diâmetro [BC], em cm, e arredondando o resultado às unidades, vem A = πr π 5,83 107 cm 9. Escrevendo a equação na fórmula canónica, e usando a fórmula resolvente, vem: + 3 = 3(1 ) + 5 + 3 = 3 3 + 5 + 3 3 + 3 5 = 0 + 6 8 = 0 (a =, b = 6 e c = 8) = 6 ± 6 ()( 8) () C.S.={,1} = 6 ± 36 + 6 = = 16 = 6 ± 100 = 1 = = 6 + 10 6 10 = 10. 10.1. Como a abcissa do ponto A é 1 ( A = 1), podemos calcular a ordenada do ponto E, y E, com recurso à função f: y E = f( A ) = f(1) = 1 E assim, como o ponto A tem de ordenada zero (porque pertence ao eio das abcissas), vem que AE = y E y A = 1 0 = 1 Analogamente, recorrendo à função g, podemos determinar a ordenada do ponto D, y D : y D = g( A ) = g(1) = 3(1) = 3 1 = 3 Como os pontos C e D têm a mesma ordenada, temos que y C = y D = 3, e assim, como o ponto B tem de ordenada zero (porque pertence ao eio das abcissas), vem que BC = y C y B = 3 0 = 3 Finalmente, como o ponto C está sobre a reta y =, então a sua abcissa e a sua ordenada são iguais C = y C = 3, e o ponto tem a mesma abcissa que o ponto C, ou seja, B = C = 3. Logo, temos que AB = B A = 3 1 = Assim, calculando a medida área do trapézio, A T, considerando [BC] como a base maior, [AE] como a base menor e [AB] como a altura, vem A T = BC + AE AB = 3 + 1 = = Página de 5

y 10.. Considerando o gráfico da função h como o simétrico do gráfico da função g relativamente ao eio das abcissa, podemos observar que as duas parábolas têm a mesma abertura (ver figura ao lado), ou seja o coeficiente de deve ter o mesmo valor absoluto nas duas funções, pelo que h() = 3 O g Resposta: Opção D h 11. Resolvendo o sistema, temos: 1 + y = 3 + 3y = 1 6 + 1 + y + 3y = 1 = 3 + 1 y = {( )} 5 C.S. =, = 3 + 1 + y ( 3 + 1 + y ) + 3y = 1 7 + y = 1 = 3 1 () y = + 1 = 3 + 1 + y 6 + 1 + y + 3y = 1 = 3 + 1 + y y = 1 7 y = 8 = 6 1 = 5 y = y = 1. De acordo com o enunciado, sabemos que a máquina A demora 1 horas a fabricar todos os tapetes encomendados por uma certa empresa, e que como produz 6 tapetes por hora, podemos afirmar que a empresa encomendou 1 6 = 7 tapetes. Como a máquina B produz tapetes por hora, a produção de 7 tapetes irá demorar 7 horas, ou seja, 7 representa o número de horas que demora a produzir todos os tapetes encomendados pela empresa usando a máquina B. 13. A área da região a sombreado, A S, pode ser calculada como a diferença entre a área do quadrado [ABCD] (A [ABCD] = a ) e a área do quadrado [EF GH] (A [EF GH] = b ). Assim, temos que A S = A [ABCD] A [EF GH] = a b = a + ab ab b = (a b)(a + b) Página 5 de 5