PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO INICIAL

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Transcrição:

DIAGNÓSTICO INICIAL PSST Nº 2 NOME DA ATIVIDADE: ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICO INICIAL PARA E SAÚDE, COLETA DE DADOS SOBRE ACIDENTES, ÓBITOS E ABSENTEÍSMO E SOLUÇÃO DE SITUAÇÕES CRÍTICAS. RESULTADOS ESPERADOS: - COLETA DE DADOS DE: Nº de ACIDENTES, ÓBITOS, E ABSENTEÍSMO. - ELABORAÇÃO DE UM RELATÓRIO PARA O EMPREGADOR CONTEMPLANDO UM DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL DA EMPRESA EM RELAÇÃO A E SAÚDE NO. - LEVANTAMENTO E SUGESTÃO DE SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS EMERGÊNCIAIS EM SST NA EMPRESA. DEFINIÇÕES SOLUÇÃO DE SITUAÇÃO CRÍTICA A situação crítica pode estar vinculada a um problema encontrado na empresa que pode levar a um risco grave e eminente, podendo causar morte, lesão grave ou intervenção do organismo fiscalizador. Além disso, solucionar uma situação crítica pode significar também atender a uma autuação, já existente, do órgão fiscalizador na empresa. INSUMOS NECESSÁRIOS: DESCRIÇÃO DESCRIÇÃO - COMPUTADOR - MATERIAL DE EXPEDIENTE -LISTA DOS DOCUMENTOS SOLICITADOS À EMPRESA (VER ITEM REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE O QUE FAZER) O QUE FAZER REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE QUEM É O RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO QUANDO REALIZAR A ATIVIDADE 1.Realizar leitura prévia de material bibliográfico sobre o processo produtivo, riscos doenças relacionadas ao trabalho e medidas de controle. (ver fontes no anexo 2.1) Equipe de SST do SESI Antes da primeira visita à empresa. 2.Solicitar à empresa o preenchimento do cadastro da empresa Anexo 1.1, caso não tenha sido feito no PSST1 e cadastro de cada trabalhador/ seção 1 do PPP, anexo 1.2. Solicitar ainda, informações prévias à empresa. (Ver lista de solicitações no anexo 2.2). Essas informações devem estar disponíveis para a equipe do SESI antes da primeira visita à empresa para elaboração do diagnóstico. Analisar as informações enviadas visando se preparar para o visita na empresa e para as entrevistas que serão realizadas com os funcionários. Durante a primeira visita, deve-se checar se todas as informações foram fornecidas. Caso não tenham sido fornecidas por completo, a equipe do SESI deverá coletá-las pessoalmente. Equipe de SST do SESI. Equipe de SST do SESI. Na elaboração do diagnóstico. Na elaboração do diagnóstico. 3.Solicitar ao representante da empresa que marque entrevistas com algumas pessoas chave (responsável pela produção, diretor da empresa, responsável pela SST, representante da CIPA, se houver, e um operador). Essas entrevistas objetivam fazer com que a equipe do SESI tenha uma visão geral de como o tema SST é considerado na empresa. 4.Na primeira visita à empresa deve-se: (ver no anexo 2.3 algumas perguntas que podem ser utilizadas nas entrevistas e tipos de informações que podem ser coletadas) 4.1.Realizar visita em todos os setores para conhecer o processo produtivo, ter uma visão geral dos problemas existentes. A visita deve ser feito em companhia do responsável pela SST na empresa, para que o mesmo possa esclarecer algumas dúvidas da equipe do SESI. 4.2. Realizar as entrevistas previamente agendadas com os funcionários. 4.3 Treinar o representante da empresa na atividade 1 coleta de dados de acidente, absenteísmo e óbitos. Equipe de SST do SESI. Após coleta de informações e visita à empresa

4.4. Preencher o formulário para situações críticas que se encontra no anexo 2.4, caso seja detectada alguma situação crítica na visita ou na análise da documentação da empresa. Entregar formulário preenchido para o empregador e em conjunto definir solução para o problema. O SESI deve guardar uma cópia do(s) formulário (s) preenchido(s) assinada pelo responsável legal da empresa (empregador) visando resguardar-se de questões judiciais no futuro. DIAGNÓSTICO INICIAL PSST Nº 2 5.Elaborar relatório do diagnóstico (ver modelo no anexo 2.5) 6.Encaminhar e apresentar o relatório do diagnóstico para equipe de saúde ocupacional do SESI caso a mesma não esteja presente na elaboração do diagnóstico. 7.Fazer apresentação do diagnóstico para o empregador e entregar cópia do documento. Para apresentação sugere-se que seja elaborado um jogo de transparências objetivo e sucinto para que o empregador visualize claramente o diagnóstico de SST. Equipe de segurança e saúde do SESI Equipe de segurança do SESI Equipe de segurança e saúde do SESI Após coleta de informações e visita à empresa Após elaborar relatório Após elaborar relatório. OBSERVAÇÕES E CUIDADOS: A sugestão de elaborar o diagnóstico pode ser uma forma do SESI conseguir fechar contrato com a empresa para implementar o modelo. O SESI sugere que fará um diagnóstico inicial e caso a empresa fique satisfeita com o trabalho realizado e concorde em implementar o modelo, o diagnóstico poderia ter um desconto. Caso a empresa, após a elaboração do diagnóstico, não tenha interesse em implementar o modelo, o SESI cobraria o valor integral do diagnóstico. Pelo exposto anteriormente, pode-se verificar a importância que terá a etapa - Apresentação do diagnóstico para o empregador. É na apresentação que o profissional do SESI irá mostrar, de forma ética e sem denegrir a imagem da empresa: - quais os principais problemas encontrados; - como o modelo SESI poderá beneficiar a empresa e solucionar seus problemas; - o diferencial de um trabalho em SST realizado pelo SESI. Caso tenha sucesso na apresentação, conseguirá fechar contrato de um ano com a empresa. Só iniciar as atividades de diagnóstico após ter sido feito contato com o responsável pela empresa e receber indicação de pessoa para acompanhar e dar suporte a equipe do SESI. Seria ideal que a equipe de elaboração do diagnóstico contemplasse um profissional da área de saúde e um profissional da área de segurança. Caso o Departamento Regional não tenha disponibilidade de pessoal da área de saúde para elaborar o diagnóstico, sugere-se que o mesmo seja feito pela equipe de segurança, que posteriormente fará uma apresentação para os profissionais da área de saúde, que irão trabalhar na implementação do modelo SESI em SST dentro da empresa. Não esquecer de preencher a planilha de acompanhamento dos indicadores do programa SESI que encontra-se na IT 2.1. ELABORAÇÃO E REVISÃO: GRUPO TÉCNICO DO SISTEMA DE GESTÃO EM SST

INSTRUÇÃO DE - INDICADORES PRÓ-ATIVOS E IT Nº 2.1 REALIZAÇÃO DA 1ª ATIVIDADE - Treinar o representante da empresa, visando a coleta de dados de acidentes, doenças, óbitos, nº médio de empregados e nº de dias de afastamento por acidente do trabalho, doença do trabalho e tratamento de saúde. 1. Informar ao representante da empresa que todos os acidentes, doenças e óbitos devem ser registrados de acordo com instruções do anexo 2.6. 2. -O profissional do SESI deverá treinar uma pessoa da empresa, na rotina de trabalho abaixo, para coletar as informações sobre acidentes, doenças e óbitos ocorridos no dia a dia, visto que o SESI não estará presente na empresa com uma constância suficiente para realizar esse monitoramento de forma eficaz. 2.1. Criar um livro de registros no ambulatório para anotar todos os atendimentos oriundos de acidentes, doenças e óbitos relacionados ao trabalho. Caso a empresa não possua ambulatório, o livro de registros deve ficar com o representante da empresa e os funcionários devem ser informados que caso aconteça algum acidente, doença ou óbito devem informá-lo. 2.2. Sempre que um funcionário for atendido no ambulatório ou procurar o representante da empresa numa das situações citadas no item 1 desta atividade, o mesmo deve ser encaminhado ao departamento de pessoal para preenchimento da CAT. Caso a empresa não possua Departamento de Pessoal, o representante da empresa deverá se encarregar dessa tarefa. 2. 3. Não esquecer que a CAT deve ser emitida e entregue ao posto do seguro social até o 1º dia útil após a ocorrência do acidente e no caso de morte a comunicação deve ser feita imediatamente. 2. 4. Repassar as instruções do anexo 2.6 informando que ele deverá compilar as informações mensalmente e encaminhar ao SESI. 3. Alimentar mensalmente a planilha de acompanhamento dos indicadores do programa SESI Segurança e Saúde do Trabalho para a indústria (exemplo da planilha encontra-se no anexo 2.7 desta instrução de trabalho ou no Software de SST com base no Modelo SESI em SST). OBSERVAÇÕES E CUIDADOS: -Os indicadores pró ativos devem ser coletados nos momentos de implementação dos procedimentos PSST Nº 4, PSST Nº 5 e PSST Nº 7, conforme especificação constante nos mesmos. 3

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.1 INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO PRODUTIVO PODEM SER ENCONTRADAS NAS SEGUINTES FONTES: Enciclopédias técnicas (ex. Enciclopédias de tecnologia química Kirk Othmer, Ullmann), geralmente encontradas em bibliotecas de universidades e institutos técnicos. Livros técnicos sobre processos produtivos ou operações (metalúrgica, mineração, pintura, solda) Publicações específicas de associações do setor produtivo (ex. publicação da ABIGRAF sobre indústria gráfica, Revista Tratamento de Superfícies) Manuais e catálogos de fabricantes do setor. Páginas da Internet: em geral, nos portais de associações de classe ou mesmo de empresas do setor, encontram-se muitas informações sobre o processo produtivo. Para localizar essas páginas faça uma busca (search) usando buscadores. www.altavista.com.br ou www.google.com.br são os mais indicados. Selecione a palavra chave ou expressão adequada e a(s) língua(s) desejada(s). INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS E MEDIDAS DE CONTROLE PODEM SER ENCONTRADAS NAS SEGUINTES FONTES: Enciclopédia da OIT Ela está disponível em espanhol no site www.mtas.es/insht. Burgess, W. Identificação de possíveis riscos à saúde do trabalhador nos diversos processos industriais. Belo Horizonte: Ergo Editora, 1997. Mendes, R. Máquinas e Acidentes de Trabalho, Brasília, Ministério da Previdência e Assistência Social, 2001 Pontos de Verificação Ergonômica. São Paulo: Fundacentro, 2001, ou listas encontradas nas páginas da Internet de organizações especializadas e reconhecidas em SST, ou ainda listas específicas preparadas pelo próprio pessoal do SESI. Publicações sobre riscos e medidas de controle por ramo de atividade: Fundacentro; OIT, ISSA (em geral publicados em espanhol). Ver principais leis, normas e decretos relacionados à atividade da empresa. Páginas da Internet de organizações especializadas em Segurança e Saúde no Trabalho: OIT (www.ilo.org em inglês, francês e espanhol), OSHA (www.osha.gov em inglês e algum material em espanhol, contém páginas por setores produtivos ou agentes), NIOSH (www.cdc.gov/niosh em inglês e algum material em espanhol, contém principalmente fichas sobre produtos químicos, métodos analíticos para contaminantes químicos), INSHT (www.mtas.es/insht em espanhol, que disponibiliza a Enciclopédia da OIT, ferramentas de avaliação de riscos, fichas de produtos químicos), HSE (www.hse.gov.uk em inglês), ISTAS (www.ccoo.es/istas em espanhol). Para levantamentos mais aprofundados ou muito especializados recomenda-se utilizar indexadores como o CIS-ILO, NIOSH e CCOHS (disponíveis nas bibliotecas da Fundacentro CTN e unidades regionais), LILACS na BIREME (acesso pela Internet www.bireme.br ) ou outros indexadores da área de saúde ou tecnologia, em geral disponíveis nas bibliotecas das grandes universidades. INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE DO TRABALHADOR Enciclopédia da OIT Ela está disponível em espanhol no site www.mtas.es/insht 4

INSTRUÇÃO DE - Livro Doenças Relacionadas ao Trabalho, Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde do Ministério da Saúde, 2001 Aspectos conceituais da Patologia do Trabalho, R. Mendes, Editora Atheneu, 1995 Doenças Profissionais ou do Trabalho, S. M. Bellusci, Editora SENAC/SP 3ª edição, 2001. Verificar principais normas, leis, decretos que tragam informações sobre acidentes e doenças afetos à empresa. Páginas da Internet de organizações especializadas em Saúde no Trabalho (ver sugestões de organismos e sites no item anterior) 5

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.2 LISTAGEM DE DOCUMENTOS A SEREM SOLICITADOS À EMPRESA ANTES DA PRIMEIRA VISITA PARA REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO Atividades, organização e instalações. Organograma da empresa (se disponível) Relação e descrição dos processos produtivos e respectivas operações unitárias (caso a empresa não possua por escrito, o profissional do SESI deverá elaborá-las após o primeiro tour pela empresa) Relação das atividades de apoio direto à produção; (manutenção elétrica, manutenção mecânica, tratamento de água e efluentes, produção de vapor, coleta de resíduos industriais, reforma de prédios e equipamentos, laboratórios etc) Relação das atividades ocasionais (não rotineiras) relacionadas à produção (limpeza eventual de máquinas, descargas de produtos químicos, troca de produtos). Relação das situações de emergências típicas e mais freqüentes (se aplicável) Relação de outras atividades complementares à produção e de apoio administrativo (cozinha industrial, ambulatório, setores administrativos, serviços gerais, segurança patrimonial) Relação de funcionários cargos ou funções, local e jornada de trabalho. Planta baixa e características das instalações. Se a empresa não possuir uma planta disponível, durante a primeira visita a equipe do SESI deverá coletar informações suficientes para elaborar uma planta simplificada (desenho) utilizando aplicativos do Microsoft Office ou equivalentes. Inventário de matérias primas, insumos e resíduos, com indicação dos processos ou operações onde são usados ou gerados. Fichas de informação sobre segurança dos produtos químicos - FISPQ (Quando não conseguir a FISPQ tentar coletar informações sobre os produtos químicos com o fornecedor) Relação das principais máquinas e equipamentos de maior porte Relação e descrição sucinta de atividades das empresas contratadas, caso a empresa tenha trabalhadores de outras empresas realizando atividades em seu estabelecimento (terceirizadas). Se a empresa for contratada por outra e desenvolver suas atividades no interior do estabelecimento da contratante, deverão ser solicitadas também informações sobre os ambientes de trabalho, em particular sobre os fatores de riscos e medidas de controle existentes nesses ambientes. Organização: Apresentar ou descrever o organograma geral da empresa, incluindo o processo produtivo e outras atividades complementares. Informar como estes processos estão organizados e relacionam entre si, se há divisão em unidades, departamentos ou setores, e quais são eles, e qual o arranjo físico desses processos. Informações sobre SST PPRAs e PCMSOs anteriores. Avaliações quantitativas já realizadas. CATs, atestados médicos, registros de faltas relacionadas ao trabalho (solicitar ao representante da empresa que deixe disponível, para a primeira visita do diagnóstico: informações sobre acidentes, doenças relacionadas ao trabalho, dados sobre dias e horas perdidas. Essas informações devem ser referentes aos últimos 12 meses). Mapa de riscos. Problemas identificados pelos trabalhadores (solicitar ao representante da empresa que deixe disponível, para a primeira visita do diagnóstico, as atas de reunião da CIPA (quando houver) visando verificar se há registros de queixas ou problemas relacionados aos ambientes de trabalho feitos pelos seus membros). Levantamentos anteriores sobre o ambiente: solicitar cópias de relatórios de avaliações anteriores, em particular avaliações quantitativas das exposições. Programas de segurança em andamento ou propostos anteriormente. 6

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.3 Coleta de informações na 1ª visita para elaboração do diagnóstico CHECKLIST DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DA EMPRESA AVALIAÇÃO PRÉVIA DA EMPRESA (S - Sim; N Não; P Parcialmente; NA Não se aplica) 1 A empresa possui condições satisfatórias de ordem, arrumação e limpeza? 2 As áreas de circulação estão desobstruídas? 3 Existem áreas de circulação demarcadas no piso? 4 As ferramentas manuais estão em bom estado de conservação? 5 O material em estoque está armazenado adequadamente e em local apropriado? 6 É utilizado EPI adequado ao risco? 7 A empresa está equipada com material de primeiros socorros? 8 As instalações elétricas são adequadas? 9 As máquinas estão providas de dispositivos de segurança adequados? 10 Existem riscos de queda nos pisos? 11 O local de instalação da caldeira atende às exigências da NR-13? 12 Existem abrigos para proteção dos trabalhadores contra intempéries? 13 As portas de emergência estão destrancadas, desobstruídas e abrem no sentido da saída? 14 Existem extintores apropriados, com carga dentro do prazo de validade? 15 Há saídas de emergência em conformidade com a NR-23? 16 As condições de higiene sanitária e de conforto no local de trabalho são satisfatórias? 17 A ventilação é adequada? 18 A empresa possui algum tratamento para os resíduos sólidos, líquidos e gasosos? 19 Possui boa sinalização de segurança em seus setores, com caracterização dos riscos? 20 A empresa precisa constituir SESMT? 21 A empresa precisa constituir CIPA? 22 A empresa possui PPRA atualizado? 23 A empresa possui PCMSO atualizado? 24 A empresa possui política de Ergonomia para os postos de trabalho? 25 Os empregados são informados sobre os perigos/fatores de risco de suas atividades? Recebem treinamento? 26 As instalações sanitárias estão em número adequado para a quantidade de trabalhadores? 27 A higiene e conservação das instalações sanitárias estão adequadas? 28 O número de armários no vestiário está adequado? 29 A higiene e conservação dos vestiários está adequada? 30 Os equipamentos de água potável e do refeitório estão adequados? 31 A higiene e conservação do refeitório e dos equipamentos de água potável são observadas? 32 Os bebedouros estão limpos? Obs.: S/N/ P/ NA 7

Método de coleta Visita à empresa (percorrer o ambiente de trabalho) Entrevista com o Diretor Entrevistas com: operador, responsável pelo processo produtivo (gerente) e representante de empresas contratadas (se houver). Entrevistas com representante do setor de pessoal ou de recursos humanos Entrevistas com a equipe de segurança e saúde no trabalho da empresa e responsável pela CIPA INSTRUÇÃO DE - Coleta de Informações Visita a empresa e entrevistas Tipo de informação a ser coletada -Tipos de operações -Funcionamento do processo produtivo -Tarefas e atividades de cada cargo -Fontes de perigo/fatores de risco ou causas potenciais de acidentes. -Medidas de controle coletivas -Práticas de trabalho -EPIs utilizados -Organização e divisão do trabalho -Equipamentos e instalações potencialmente perigosos -Situações críticas -Notificações dos agentes de inspeção: consultar o livro de registro de inspeções e levantar as notificações feitas pelos auditores fiscais do trabalho. -Problemas identificados pelos trabalhadores -Observações sensoriais (olfativas e auditivas) para os agentes ambientais, fontes e trajetórias de espalhamento de contaminantes no ambiente. Sugestão de perguntas 1. Qual a importância da SST para sua empresa e como ela está inserida no planejamento estratégico? 2. Quais os benefícios que um programa eficiente de SST poderia trazer para sua empresa? Algo mais que o Sr. gostaria de mencionar em relação a SST na sua empresa? Sugestão de perguntas 1. O que significa SST para você? 2. Qual a sua contribuição em relação a SST no seu setor e na empresa? 3. Quais os principais perigos/fatores de risco que estão relacionados a sua atividade? 4. Você acredita que a empresa que você trabalha realiza ações efetivas em SST? 5. Você recebeu treinamentos em SST? 1. Algo mais que você queira mencionar em relação a SST na empresa em que você trabalha? Sugestão de perguntas 1. Qual a política de recursos humanos da empresa? 2. Quais as notificações de agentes de inspeção a empresa já recebeu? 3. Existe algum problema trabalhista ou previdenciário? 4. O que significa SST para você? 5. Qual a sua contribuição em relação a SST no seu setor e na empresa? 6. Quais os principais perigos/fatores de risco que estão relacionados a sua atividade? 7.Você acredita que a empresa que você trabalha realiza ações efetivas em SST? 8. Algo mais que você queira mencionar em relação a SST na empresa em que você trabalha? Sugestão de perguntas 1. O que significa SST para você? 2. Qual a sua contribuição em relação a SST na empresa? 3. Quais os principais perigos/fatores de risco que estão relacionados a empresa que você trabalha? 4. Você acredita que a empresa que você trabalha realiza ações efetivas em SST? 5. Quais os principais problemas de saúde registrados ou freqüentemente relatados? 6. Além dos problemas de saúde, quais outros são mais freqüentemente relatados pelos trabalhadores? 7. Existe algum tipo de treinamento ou programa de sensibilização do trabalhador para contribuir com os programas de SST da empresa? 8. Os perigos/fatores de risco dos ambientes de trabalho são informados aos trabalhadores, bem como as formas dele contribuir para diminuir sua exposição a esses perigos/fatores de risco? 8

INSTRUÇÃO DE - Método de coleta Tipo de informação a ser coletada 9. Os trabalhadores aceitam o uso de EPI? Foram treinados para usá-lo de forma correta? 10. Qual a forma de investigação de acidentes e doenças ocorridos? 11. A equipe de SST procura se atualizar em relação às mudanças na legislação de SST afetas à empresa? (caso afirmativo pedir para explicar como é feita essa atualização) 11. Algo mais que você queira mencionar em relação a SST na empresa em que você trabalha? (Fonte: algumas informações foram retiradas de Mulhausen & Damiano, 1998). As entrevistas irão proporcionar a equipe do SESI uma visão geral do comprometimento e das ações da empresa em SST. O objetivo de repetir algumas perguntas para pessoas diferentes é o de conhecer os vários pontos de vista sobre o mesmo assunto. A análise dos resultados das entrevistas irá compor um item no relatório do diagnóstico, o qual será elaborado após conclusão de toda a fase de diagnóstico inicial. 9

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.4 MODELO DE FORMULÁRIO PARA REGISTRO DE SITUAÇÃO CRÍTICA REGISTRO DE SITUAÇÃO CRÍTICA Nome da empresa- Nº do registro- Endereço- Tel- Data- Registrado por - (inserir nome e assinatura do profissional do SESI) DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO LOCAL (QUANDO APLICÁVEL) AÇÃO DA EMPRESA E PRAZO PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA Nome do responsável (empregador) - Assinatura (empregador) - 10

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.5 MODELO DE RELATÓRIO PARA O DIAGNÓSTICO INICIAL NA EMPRESA 1 Dados de Identificação da empresa Inserir os dados solicitados no anexo II. 2. Introdução Escrever sobre como foi realizado o trabalho na empresa (período, técnicos participantes, metodologia utilizada), falar sobre o objetivo do diagnóstico. 3. Descrição da empresa Fazer um breve descritivo sobre as características da empresa tais como: principal produto produzido, tempo de funcionamento, número de funcionários, localização, situação atual em relação ao mercado, principais clientes, inserir um quadro com a estrutura organizacional incluindo os cargos, números de funcionários por setor e se possível o nome do responsável por cada setor. 4. Resumo do processo produtivo Com base no tour realizado na empresa e nos documentos analisados, fazer de forma resumida a descrição do processo produtivo englobando: insumos, matéria prima, principais máquinas utilizadas nos setores, principais riscos ambientais (que puderem ter sido visualizados no tour) e lay out do processo. 5. Resultado das entrevistas realizadas na empresa. Escrever a metodologia utilizada nas entrevistas e as perguntas realizadas. Em seguida fazer um resumo do que foi apurado nas entrevistas inserindo observações técnicas sobre o que foi dito pelos funcionários em relação a SST na empresa. 6. Avaliação da documentação fornecida pela empresa. Redigir uma avaliação técnica sobre a análise dos documentos fornecidos pela empresa, bem como sua situação atual em relação a SST: principais problemas em SST visualizados no tour e na análise da documentação, análise do número de acidentes, óbitos, dias e horas perdidas, descrição da situação legal da empresa em relação ao MTE e INSS (o que deve ser feito para atender as exigências legais). 7. Situações Críticas (caso seja detectada alguma na fase de diagnóstico) Caso o profissional do SESI verifique a ocorrência de uma situação crítica, deve preencher o formulário que se encontra no anexo deste procedimento e encaminhar imediatamente para o responsável pela empresa. Deve-se inserir cópia do formulário neste item do diagnóstico e ao final esclarecer que o documento foi entregue ao responsável legal pela empresa para que as devidas providências fossem tomadas. 8 Cronograma de atividades Inserir um cronograma com as atividades a serem realizadas pelo SESI na empresa durante o ano de vigência do contrato. 9. Conclusão Análise dos itens 4, 5 e 6, resumindo o que a empresa deverá fazer para melhorar o seu desempenho em relação a SST. 11

INSTRUÇÃO DE - 10. Equipe de elaboração Nome dos participantes na elaboração do diagnóstico, com suas profissões e respectivos registros nos órgãos de classe. 11. Anexos Inserir cópia de tabelas e listagens utilizadas na elaboração do diagnóstico e outros documentos relevantes para o diagnóstico. Tomar cuidado para não inserir anexos desnecessários. 12

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.6 INDICADORES (opcional) A coleta de indicadores não é obrigatória, neste momento. Foi estabelecida a meta de coleta dos indicadores reativos para no mínimo 30% das empresas atendidas pelo DR, até julho de 2007. Atenção - Os dados sobre indicadores reativos devem alimentar, a planilha que se encontra neste anexo e no Sistema de informação em SST, que fará automaticamente os cálculos dos indicadores. Os indicadores pró ativos: IQAT e Índice de Conformidade Legal encontram-se detalhados nos procedimentos PSST 4 e PSST 7 respectivamente. Indicadores reativos 1. Índice de Freqüência acidentes e doenças do trabalho (Somatório do nº de acidentes e doenças do trabalho) x 100 nº médio de empregados no período considerado Fonte: Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho, 2000, MTE e MPAS. Indicadores de desempenho: 20% a menos que o valor inicial no primeiro ano de implementação 20% a menos que o valor do ano anterior no segundo ano de implementação do modelo obs: Para cálculo do nº médio de empregados nos últimos 12 meses, deve -se somar o número de empregados em cada mês e dividir por 12. 2. Taxa de mortalidade (Somatório do nº de óbitos por acidentes e doenças do trabalho no período considerado)x100 nº médio de empregados no período considerado Fonte: http://www.mte.gov.br/temas/segsau/estatisticas/acidentes/conteudo/infbasicas.pdf Indicadores de desempenho: 20 % menos óbitos até o final do primeiro ano de implementação do modelo 20% menos óbitos (em relação ao valor do ano anterior) até o segundo ano de implementação do modelo. obs: Para cálculo do nº médio de empregados nos últimos 12 meses, deve -se somar o número de empregados em cada mês e dividir por 12. 3. Absenteísmo por causa do trabalho 13

INSTRUÇÃO DE - Absenteísmo é toda ausência do trabalho aceita como atribuível à incapacidade. Usualmente é referida como ausência coberta por atestado médico. Portanto, devemos considerar no cálculo do indicador absenteísmo, os dias de afastamento relacionados com: Licença por motivo de Acidente do Trabalho Licença por motivo de Tratamento de Saúde Licença por motivo de Tratamento de Doença do Trabalho Não devem ser consideradas no cálculo do indicador absenteísmo os seguintes dias de afastamento: Licença por motivo de Doença em Pessoa da Família Licença à gestante Licença adotante Licença paternidade Licença amamentação Casamento Luto Férias Licença-Prêmio por Assiduidade Falta injustificada Atraso Suspensão Serviço Militar Atividade Política Afastamento do Cônjuge (no caso do marido ou esposa acompanhar o cônjuge que está sendo transferido ou afastado) Tratar de interesses particulares Doação de Sangue Alistar-se como eleitor Afastamento preventivo (suspeita de irregularidade no trabalho) Júri e outros serviços obrigatórios Período de Trânsito (mudança de um órgão para outro) Participar de desporto nacional ou integrar representação nacional Prestar depoimento como testemunha Prisão em flagrante ou preventivo Afastamento por condenação Servir outro órgão ou entidade Cursos Para cálculo do absenteísmo no mês Legenda da fórmula: D = Nº total de dias de afastamento M= Nº médio de empregados (nº total de dias de afastamento X 8 horas x 1000) / (nº médio de empregados no período (um mês) x 8 horas x 22 dias). 8 x 22 = 176 D x 8 x 1000 M x 176 14

INSTRUÇÃO DE - Para cálculo do absenteísmo dos últimos 12 meses usar a seguinte fórmula: (nº total de dias de afastamento X 8 horas x 1000) / (nº médio de empregados no período (um ano) x 8 horas x 264 dias). 8x 264=2112 D x 8 x 1000 M x 2112 Fonte: Encyclopedia of Occupational Health and Safety, ILO, 1989. Bulletin of Labour Statistics, ILO, 1990. obs: Para cálculo do nº médio de empregados nos últimos 12 meses, deve -se somar o número de empregados em cada mês e dividir por 12. Atenção Caso a empresa possua trabalhadores em turnos de 6 horas, deve-se também incluí-los no somatório da média de trabalhadores, como se fizessem 8 horas, conforme padronização do Ministério do Trabalho e Emprego. Indicadores de desempenho: 10% a menos que o valor inicial no primeiro ano de implementação 10% a menos que o valor do ano anterior no segundo ano de implementação do modelo. 15

INSTRUÇÃO DE - ANEXO 2.7 - PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DOS INDICADORES DO PROGRAMA SESI PARA A INDÚSTRIA. Tabela para inserção de dados indicadores reativos Dados para os indicadores reativos Mês 1 Mês 2 Mês 3 Mês 4 Mês 5 Mês 6 Mês 7 Mês 8 Mês 9 Mês 10 Mês 11 Mês 12 Total anual nº de acidentes relacionados ao trabalho nº de doenças relacionadas ao trabalho nº de óbitos relacionados ao trabalho nº de empregados no mês nº de dias de afastamento por motivo de acidente do trabalho, doença do trabalho e tratamento de saúde** Consideram-se como dias de afastamento aqueles dias cobertos por atestado médico e relacionados a: acidentes do trabalho, doenças do trabalho e tratamento de saúde. Ver no anexo 2.6 informações sobre os afastamentos que não devem ser considerados no somatório do dado. Tabela para inserção de dados de acordo com os indicadores coletados nos procedimentos 4 e 7 Dados para os indicadores pró ativos coletar dados referentes a situação atual da empresa Coletar dados após 12 meses de trabalho do SESI na empresa Somatório do nº de requisitos legais atendidos pela empresa Somatório do nº de requisitos legais avaliados na empresa Somatório dos riscos irrelevantes Somatório dos riscos baixos Somatório dos riscos médios 16

INSTRUÇÃO DE - Somatório dos riscos altos Somatório dos riscos críticos Tabela para apresentação de resultados indicadores Resultados indicadores próativos e reativos Ano 1 Indicador para o ano Ano 2 1 Indicador para o ano Ano 3 2 Índice de Frequencia acidentes e doenças do trabalho Indicador para o ano 3 Taxa de mortalidade Absenteísmo por causa do trabalho Índice de conformidade legal Índice de qualidade no ambiente de trabalho 17