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DECISÕES» ISS. 3. Recurso especial conhecido e provido, para o fim de reconhecer legal a tributação do ISS.

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Transcrição:

AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 694.688 - SP (2005/0121691-5) RELATOR : MINISTRO FELIX FISCHER AGRAVANTE : ANELINO ANTONIO RODRIGUES ADVOGADO : HERTZ JACINTO COSTA AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : LUYSIEN COELHO MARQUES SILVEIRA E OUTROS EMENTA PROCESSUAL CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. NEXO DE CAUSALIDADE. REEXAME DE PROVA. SÚMULA 7/STJ. Constatada, com base no conjunto probatório dos autos, a ausência de nexo de causalidade entre a moléstia e a atividade laborativa, infirmar tal entendimento ensejaria o reexame de provas, o que encontra óbice na Súmula 07/STJ. Precedentes. Agravo regimental desprovido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos os autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUINTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental. Os Srs. Ministros Gilson Dipp, Laurita Vaz e Arnaldo Esteves Lima votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília (DF), 04 de maio de 2006 (Data do Julgamento). MINISTRO FELIX FISCHER Relator Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 1 de 8

AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 694.688 - SP (2005/0121691-5) RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO FELIX FISCHER: Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão que negou provimento ao agravo de instrumento, nos seguintes termos: "Cuida-se de agravo de instrumento contra r. decisão que inadmitiu recurso especial, interposto com base no art. 105, inciso III, alíneas 'a' e 'c', da Carta Magna. Em suas razões, o agravante alega que o e. Tribunal a quo teria violado o disposto no art. 535, I e II, do Código de Processo Civil, por não ter apreciado todas as questões que lhe foram submetidas, apesar de instado a se pronunciar por meio de embargos de declaração. Quanto ao mérito, afirma infringência ao disposto nos arts. 131 e 458, II, ambos do Código de Processo Civil e nos arts. 19 e 86, 1, ambos da Lei n.º 8.213/91. Sustenta, em síntese, que o nexo de causalidade entre as seqüelas e o ofício restou devidamente comprovado. Decido. Inicialmente, cumpre salientar que não há qualquer violação ao art. 535 do Código de Processo Civil, haja vista que os embargos de declaração não se enquadraram em quaisquer das hipóteses autorizadoras do mencionado instrumento processual. Quanto ao mérito, a quaestio merece algumas considerações. Para a concessão do benefício auxílio-acidente a obreiro é imprescindível que se faça uma análise da redução na capacidade de trabalho e do nexo causal entre o exercício laboral e as moléstias apresentadas. Nestes casos, se o v. acórdão, com a possibilidade de esmiuçar as provas, concluir que, por exemplo, não há nexo de causalidade, ou que o obreiro não passa a despender maior esforço para realizar sua função, então a súplica esbarra, necessariamente, no enunciado da Súmula 7 do STJ. Na instância especial não é possível rever esse juízo, pois não é permitido se efetuar o reexame da prova. Pois bem, o e. Tribunal a quo, com base na análise do acervo probatório produzido nos autos, não reconheceu o nexo de causalidade, verbis: 'Portanto, ainda que tenha sido constatada a moléstia, não encontro segurança no vínculo da doença com o trabalho, na medida em que a patologia surgiu após ter se desligado do ambiente hostil, tendo em vista que não consta qualquer reclamação no período em que laborava para as empresas de transporte, e o exame mais antigo juntado com a inicial é de dois anos após a saída da empresa, não se sabendo as atividades que desenvolveu naquele interregno capaz de lhe causar a ruptura do tendão.' (fl. 49). Para se modificar as conclusões do egrégio Tribunal a quo, obtidas com base em análise mais acurada dos fatos, seria preciso reexaminar as provas periciais contidas nos autos, o que é terminantemente vedado, conforme enunciado contido na Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 2 de 8

Súmula 7 do STJ, daí porque o apelo raro não pode ser conhecido, seja pela alínea 'a' do permissivo constitucional, seja pelo dissídio jurisprudencial. Nesse sentido: 'PREVIDENCIÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. REEXAME DE PROVA. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA Nº 7/STJ. 1. Para constatar se restou ou não comprovado o nexo causal entre o acidente e o trabalho haveria necessidade da análise do conjunto fático-probatório existente no processo, o que não é possível em sede de recurso especial. 2. Precedentes. 3. Agravo improvido.' (AGA 617.595/SP, 6ª Turma, Rel. Min. Paulo Gallotti, DJU de 09/02/2005). 'AÇÃO ACIDENTÁRIA. OFENSA A PRINCÍPIO PROBATÓRIO (NÃO-OCORRÊNCIA). ALEGAÇÃO DE INEXATA VALORAÇÃO DA PROVA (IMPROCEDÊNCIA). SÚMULA 7 (INCIDÊNCIA). AGRAVO REGIMENTAL IMPROVIDO. 1. Se imprescindível for o reexame de prova, é inviável o recurso especial interposto com o fim de se obter solução diversa daquela que foi dada pelo Tribunal de origem. 2. Na hipótese, o acórdão concluiu, levando em conta os elementos dos autos, que a lesão colunar do obreiro não guarda nexo causal com o trabalho, daí ser improcedente o pedido de auxílio-acidente. 3. Agravo regimental improvido.' (AgRg no AG 429.443/SP, 2ª Turma, Rel. Min. Nilson Naves, DJU de 29/11/2004). 'AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. PETIÇÃO RECURSAL DESPROVIDA DE ASSINATURA DO ADVOGADO. IMPROVIMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. INEXISTÊNCIA DE PROVA DE PERDA OU REDUÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DO NEXO DE CAUSALIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 7/STJ. 1. 'É firme o entendimento deste Superior Tribunal de Justiça no sentido de que, na instância especial, não se conhece de recurso cuja petição não contenha a assinatura do advogado.' (EDclREsp 240.397/RJ, da minha Relatoria, in DJ 17/3/2003). 2. A concessão de auxílio-acidente depende, além da comprovação do nexo causal, da perda ou redução definitiva da capacidade laborativa. 3. Em havendo o acórdão recorrido reconhecido a inexistência de perda ou redução da capacidade laborativa e a ausência de comprovação do nexo de causalidade, a concessão do benefício acidentário, em sede de recurso especial, implicaria o reexame do acervo fático-probatório dos autos, vedado em sede de recurso especial, a teor do enunciado nº 7 da Súmula deste Superior Tribunal de Justiça. Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 3 de 8

4. Agravo regimental improvido.' (AgRg no AG 567.220/SP, 6ª Turma, Rel. Min. Hamilton Carvalhido, DJU de 02/08/2004). Pelo exposto, nego provimento ao agravo." (fls. 122/124) Foram opostos embargos de declaração, que restaram rejeitados. Nas razões do recurso, o agravante reitera que o nexo de causalidade entre as seqüelas e o ofício foi devidamente comprovado pelo laudo pericial, fazendo jus ao benefício acidentário. Ademais, requer o pronunciamento do Ministério Público Federal sobre a matéria em questão. A douta Subprocuradoria-Geral da República se manifestou pelo desprovimento do recurso (fls. 205/209). Por manter a decisão, trago o feito à Turma. É o relatório. Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 4 de 8

AgRg nos EDcl no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 694.688 - SP (2005/0121691-5) EMENTA PROCESSUAL CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. NEXO DE CAUSALIDADE. REEXAME DE PROVA. SÚMULA 7/STJ. Constatada, com base no conjunto probatório dos autos, a ausência de nexo de causalidade entre a moléstia e a atividade laborativa, infirmar tal entendimento ensejaria o reexame de provas, o que encontra óbice na Súmula 07/STJ. Precedentes. Agravo regimental desprovido. VOTO O EXMO. SR. MINISTRO FELIX FISCHER: A irresignação não merece prosperar. De fato, para a concessão do benefício auxílio-acidente a obreiro é imprescindível que se faça uma análise da redução na capacidade de trabalho e do nexo causal entre o exercício laboral e as moléstias apresentadas. Nestes casos, se o v. acórdão, com a possibilidade de esmiuçar as provas, concluir que, por exemplo, não há nexo de causalidade, ou que o obreiro não passa a despender maior esforço para realizar sua função, então a súplica esbarra, necessariamente, no enunciado da Súmula 7 do STJ. Na instância especial não é possível rever esse juízo, pois não é permitido se efetuar o reexame da prova. Pois bem, o e. Tribunal a quo, com base na análise do acervo probatório produzido nos autos, não reconheceu o nexo de causalidade, verbis: "Portanto, ainda que tenha sido constatada a moléstia, não encontro segurança no vínculo da doença com o trabalho, na medida em que a patologia surgiu após ter se desligado do ambiente hostil, tendo em vista que não consta qualquer reclamação no período em que laborava para as empresas de transporte, e o exame mais antigo juntado com a inicial é de dois anos após a saída da empresa, não se sabendo as atividades que desenvolveu naquele interregno capaz de lhe causar a ruptura do tendão." (fl. 49). Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 5 de 8

Para se modificar as conclusões do egrégio Tribunal a quo, obtidas com base em análise mais acurada dos fatos, seria preciso reexaminar as provas periciais contidas nos autos, o que é terminantemente vedado, conforme enunciado contido na Súmula 7 do STJ, daí porque o apelo raro não pode ser conhecido, seja pela alínea "a" do permissivo constitucional, seja pelo dissídio jurisprudencial. Nesse sentido: "PREVIDENCIÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. REEXAME DE PROVA. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA Nº 7/STJ. 1. Para constatar se restou ou não comprovado o nexo causal entre o acidente e o trabalho haveria necessidade da análise do conjunto fático-probatório existente no processo, o que não é possível em sede de recurso especial. 2. Precedentes. 3. Agravo improvido." (AGA 617.595/SP, 6ª Turma, Rel. Min. Paulo Gallotti, DJU de 09/02/2005). "AÇÃO ACIDENTÁRIA. OFENSA A PRINCÍPIO PROBATÓRIO (NÃO-OCORRÊNCIA). ALEGAÇÃO DE INEXATA VALORAÇÃO DA PROVA (IMPROCEDÊNCIA). SÚMULA 7 (INCIDÊNCIA). AGRAVO REGIMENTAL IMPROVIDO. 1. Se imprescindível for o reexame de prova, é inviável o recurso especial interposto com o fim de se obter solução diversa daquela que foi dada pelo Tribunal de origem. 2. Na hipótese, o acórdão concluiu, levando em conta os elementos dos autos, que a lesão colunar do obreiro não guarda nexo causal com o trabalho, daí ser improcedente o pedido de auxílio-acidente. 3. Agravo regimental improvido." (AgRg no AG 429.443/SP, 2ª Turma, Rel. Min. Nilson Naves, DJU de 29/11/2004). "AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. PETIÇÃO RECURSAL DESPROVIDA DE ASSINATURA DO ADVOGADO. IMPROVIMENTO. AUXÍLIO-ACIDENTE. INEXISTÊNCIA DE PROVA DE PERDA OU REDUÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DO NEXO DE CAUSALIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 7/STJ. 1. 'É firme o entendimento deste Superior Tribunal de Justiça no sentido de que, na instância especial, não se conhece de recurso cuja petição não contenha a assinatura do advogado.' (EDclREsp 240.397/RJ, da minha Relatoria, in DJ 17/3/2003). 2. A concessão de auxílio-acidente depende, além da Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 6 de 8

comprovação do nexo causal, da perda ou redução definitiva da capacidade laborativa. 3. Em havendo o acórdão recorrido reconhecido a inexistência de perda ou redução da capacidade laborativa e a ausência de comprovação do nexo de causalidade, a concessão do benefício acidentário, em sede de recurso especial, implicaria o reexame do acervo fático-probatório dos autos, vedado em sede de recurso especial, a teor do enunciado nº 7 da Súmula deste Superior Tribunal de Justiça. 4. Agravo regimental improvido." (AgRg no AG 567.220/SP, 6ª Turma, Rel. Min. Hamilton Carvalhido, DJU de 02/08/2004). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. É o voto. Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 7 de 8

CERTIDÃO DE JULGAMENTO QUINTA TURMA AgRg nos EDcl no Número Registro: 2005/0121691-5 Ag 694688 / SP Números Origem: 71596826 71596838 8499 EM MESA JULGADO: 04/05/2006 Relator Exmo. Sr. Ministro FELIX FISCHER Presidenta da Sessão Exma. Sra. Ministra LAURITA VAZ Subprocuradora-Geral da República Exma. Sra. Dra. LINDÔRA MARIA ARAÚJO Secretário Bel. LAURO ROCHA REIS AUTUAÇÃO AGRAVANTE : ANELINO ANTONIO RODRIGUES ADVOGADO : HERTZ JACINTO COSTA AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : RICARDO DUARTE DE MELO E OUTROS ASSUNTO: Previdenciário - Benefícios - Ação Acidentária - Auxílio Acidente AGRAVO REGIMENTAL AGRAVANTE : ANELINO ANTONIO RODRIGUES ADVOGADO : HERTZ JACINTO COSTA AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS PROCURADOR : LUYSIEN COELHO MARQUES SILVEIRA E OUTROS CERTIDÃO Certifico que a egrégia QUINTA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental." Os Srs. Ministros Gilson Dipp, Laurita Vaz e Arnaldo Esteves Lima votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília, 04 de maio de 2006 LAURO ROCHA REIS Secretário Documento: 625153 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 19/06/2006 Página 8 de 8