ESTRATÉGICO DO SP2040



Documentos relacionados
COLETIVA DE IMPRENSA FEIRA INTERMODAL SOUTH AMERICA PERSPECTIVAS DO PAÍS NO SETOR FERROVIÁRIO

Seminário TAV Brasil Trem de Alta Velocidade

O sistema de transporte em veículos leves permite maior acessibilidade, trazendo soluções inteligentes para o problema de transporte público

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013

Panorama do transporte de passageiros sobre trilhos no B ra s i l e p e r s p e c t i v a s

> Vida útil elevada, > Movido a Biodiesel,

Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos - ANPTrilhos

CÂMARA DE COMÉRCIO ARGENTINO BRASILEIRA. Palestra Logística Ferroviária. Vicente Abate - Presidente da ABIFER São Paulo, 09 de dezembro de 2014

Linha 17 Ouro. Ligação do Aeroporto de Congonhas à Rede Metroferroviária. Linha 17 Ouro

Eng. Peter L. Alouche. SEESP 09 de Fevereiro de 2012 São Paulo

Alstom Transporte 2013

Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles S/A

CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA. Lúcia Maria Mendonça Santos Ministério das Cidades

DECONCIC GRUPO DE TRABALHO RESPONSABILIDADE COM O INVESTIMENTO

Qualidade e Desempenho do Transporte Público por Ônibus. Marcos Bicalho dos Santos Diretor Institucional e Administrativo da NTU

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

O Problema dos Transportes Urbanos de Passageiros no Brasil

MOBILIDADE URBANA: OS MODAIS DE TRANSPORTE

BALANÇO DO SETOR METROFERROVIÁRIO 2012/2013

Optiguide Guiamento óptico para Mega TrolleyBus

Aproveitamento dos Potenciais de Veículos Híbridos e da Mobilidade Elétrica

TRANSPORTE TRENS REGIONAIS

ThyssenKrupp Elevadores Garantindo sustentabilidade, pensando no planeta

Operacionalização de sistemas de transporte público de alta qualidade

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos - ANPTrilhos

Workshop Internacional UN Sustainable Development Solutions Network: Rio Sustainability Initiative

Transporte e Planejamento Urbano

TRANSPORTE SOBRE TRILHOS TECNOLOGIA

Júlio Eduardo dos Santos

Luiz Carlos Bueno de Lima

Reestruturação do Sistema de Bondes de Santa Teresa

Perspectivas do Trem de Alta Velocidade

ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS ESTATAIS

AS/DEURB. 2 Seminário de Trólebus. Instituto de Engenharia SP. 14 de maio de 2013

PLANOS DE NEGÓCIO DAS OPERADORAS METROPOLITANAS. NEGÓCIOS NOS TRILHOS a 06 de Novembro Expo Center Norte Pavilhão Vermelho São Paulo - SP

Investimento do Governo Federal em Mobilidade Urbana

Como transformar o direito à mobilidade em indicadores de políticas públicas?

Linha de MOVIMENTAÇÃO

Transporte e Infraestrutura: Perspectivas para o Transporte Público Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Aula 3 SISTEMA FERROVIÁRIO BRASILEIRO. Superestrutura de Ferrovias

AUTOMAÇÃO PARA OPERAÇÃO EM TRANSPORTE DE PASSAGEIROS. Apresentação : Marcelo Zugaiar

Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal

BRT MANAUS TRANSPORTE PÚBLICO MASSIVO: BRT MANAUS

Plano de Mobilidade Urbana de BH

Programa de Integração e Mobilidade Urbana da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Extensão Norte Linha 1 - TRENSURB São Leopoldo - Novo Hamburgo

DRAFT. PROJETO DE MOBILIDADE URBANA DE MANAUS 6 de outubro de 2009

Boas práticas para Mobilidade Urbana

Evolução do congestionamento

Linha de TANQUES Data da publicação: nº Ciber Equipamentos Rodoviários Ltda.

TREM DE GUARULHOS EXPRESSO AEROPORTO

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos

quem somos Fundada em agosto de 1996, a RMS Engenharia atua com extenso e significativo histórico de obras realizadas e clientes satisfeitos.

CLUSTER DA ALTA VELOCIDADE. Porto, 30 de Junho 2008

SISTEMA DE TRANSPORTE ELETRIFICADO, BASEADO EM VEÍCULOS TIPO TRÓLEBUS (BRT s) QUE DISPENSAM A REDE AÉREA.

Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte

TK Elevadores. Americas Business Unit

São Paulo Linha 4 - Amarela

Se depender da gente o céu continuará azul

TAV BRASIL (RIO DE JANEIRO SÃO PAULO CAMPINAS)

Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014

Segurança Viária em Corredores de Ônibus e BRT. Luis Antonio Lindau, PhD Presidente

Plano de ações para segurança no corredor ferroviário

Tecnologia de Tração Elétrica

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI de janeiro de 2012

CORREDOR GUARULHOS-SÃO PAULO CORREDOR METROPOLITANO GUARULHOS - SÃO PAULO

Mobilidade urbana: realidade e perspectivas

BRASIL TRANSPORTE HIDROVIÁRIO SUSTENTÁVEL

Mobilidade urbana, infra-estrutura e a Copa de 2014

9 SILA Seminário Internacional de Logística Agroindustrial

VISITA À FÁBRICA DO VLT CARIOCA TAUBATÉ - SP

MONITORAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS. Roberta Thees* Artur Furtado

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS

Paulo Sergio Custodio Outubro 2013

BALANÇO DO SETOR METROFERROVIÁRIO 2011/2012

SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007

TRANSPORTE COLETIVO SISTEMAS INTEGRADOS DE TRANSPORTE URBANO

TREM DE ALTA VELOCIDADE - TAV


Sistema Metro-Ferroviário e a Integração Metropolitana do Transporte na RMPA

INTEGRAÇÃO DE BICICLETAS COM O SISTEMA METRO-FERROVIÁRIO NO RIO DE JANEIRO

SUSTENTÁVEL. Unidade Senac: Santa Cecília. Data: 24/08/2015. Daniela Ades, Guilherme Checco e Juliana Cibim

1

METRÔ CURITIBANO. LINHA AZUL Santa Cândida / CIC Sul. Engº Cléver Ubiratan Teixeira de Almeida Presidente do IPPUC

UGP COPA Unidade Gestora do Projeto da Copa

NOÇÕES ELEMENTARES SOBRE LOCOMOTIVAS E VIA PERMANENTE Adilson A. Andrade. Foto nº 1: Loco MX620 nº 2702 da Ferroeste

Bateria MRX de Ni-Cd A bateria compacta para reserva de alta energia ferroviária

Seminário: Mobilidade Urbana e Transportes Públicos no Estado de São Paulo

UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card

Transcrição:

MOBILIDADE URBANA NO CONTEXTO DO PLANO ESTRATÉGICO DO SP2040 A Implantação de Veículo Leve sobre Trilhos e sua Contribuição para a Mobilidade e Revitalização Urbana Vicente Abate - Presidente da ABIFER São Paulo, 9 de fevereiro de 2012

ABIFER, há 35 anos

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

ABIFER NOSSA MISSÃO Fomentar o crescimento da indústria ferroviária instalada no País, através do incentivo à expansão do transporte ferroviário de carga e de passageiros e do suporte técnico às concessionárias e a seus usuários.

ABIFER NOSSA VISÃO Ser a entidade d de referência, no Brasil e na América Latina, para os temas relacionados ao transporte ferroviário. NOSSOS VALORES > Crença no Setor Ferroviário > Foco na Indústria Instalada no Brasil > Transparência nas Ações > Crescimento Sustentado > Geração de Valor

ASSOCIADAS

ASSOCIADAS ATUAÇÃO EM PRODUTOS MATERIAL RODANTE > Locomotivas Diesel-Elétricas e Diesel-Hidráulicas > Vagões de Carga de todos os tipos; Vagões Siderúrgicos > TUE s Trens Unidades Elétricos (Metrô e Trem Metropolitano) > Trens Regionais (Tração Elétrica ou Diesel) > VLT s Veículos Leves sobre Trilhos (Tração Elétrica ou Diesel) > Veículos para Sistemas Monotrilho > TAV s - Trens de Alta Velocidade d SISTEMAS EMBARCADOS > Tração e Frenagem > Controle de Potência > Ar Condicionado > Suspensão > Acionamento de Portas > Automação > Taquimetria

ASSOCIADAS ATUAÇÃO EM PRODUTOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO, ELETRIFICAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES > Alimentação de energia > Supervisão e Controle de Trens (ATC, APP, ATO, CBTC, CTC) > Equipamentos ao longo da via > Sistemas Auxiliares (CC, CA) > Bilhetagem > Controle de Estações > Pantógrafo COMPONENTES PARA VEÍCULOS E SISTEMAS > Truques, rodas e eixos > Sistemas de choque e tração > Motores e Geradores Elétricos > Componentes fundidos, forjados e de borracha > Rolamentos > Molas > Transformadores

ASSOCIADAS ATUAÇÃO EM PRODUTOS E SERVIÇOS EQUIPAMENTOS, COMPONENTES E MATERIAIS PARA VIA PERMANENTE > AMV s e seus componentes > Aparelhos de manobra > Componentes para controle de vibrações > Máquinas para manutenção de via > Dormentes de concreto e de aço > Fixações elásticas para vias > Talas de junção/placas de apoio > Soldagem de trilhos ATUAÇÃO EM SERVIÇOS > Engenharia > Consultoria > Manutenção, reparação e modernização de veículos, sistemas e componentes ferroviários > Remanufatura de componentes

INVESTIMENTOS INDÚSTRIA FERROVIÁRIA Fonte: ABIFER 1.1 bilhão (período 2003 a 2010) Ampliação e modernização das instalações fabris existentes, novas fábricas e novas tecnologias

CAPACIDADES ANUAIS As associadas da ABIFER têm aumentado, ano a ano, sua capacidade de produção MAIS DE 12000 900+ 150+ VAGÕES DE CARGA CARROS DE PASSAGEIROS LOCOMOTIVAS

NÚMEROS DE PRODUÇÃO

VAGÕES PRODUÇÃO BRASILEIRA > PRODUÇÃO POR DÉCADA Fonte: ABIFER 30.600 11.500 3.400 28.200 40.000 70 80 90 00 10(P)

VAGÕES PRODUÇÃO BRASILEIRA Fonte: ABIFER 4.740 7.597 3.668 1.327 5.118 1.022 3.261 5.616 3.500/4.000 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012(P)

LOCOMOTIVAS PRODUÇÃO BRASILEIRA > PRODUÇÃO POR DÉCADA Fonte: ABIFER 638 256 69 175 2.100 70 80 90 00 10(P)

LOCOMOTIVAS PRODUÇÃO BRASILEIRA Fonte: ABIFER 0 8 14 30 30 22 68 113 110 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012(P)

CARROS DE PASSAGEIROS PRODUÇÃO BRASILEIRA Fonte: ABIFER > PRODUÇÃO POR DÉCADA 950 1.460 640 1.930 4.000 70 80 90 00 10(P)

CARROS DE PASSAGEIROS PRODUÇÃO BRASILEIRA Fonte: ABIFER 45 179 113 283 447 440 430 336 340 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012(P)

VLT VEÍCULO LEVE SOBRE TRILHOS

O Transporte do Futuro está chegando

Breve histórico: Do bonde ao VLT 1859 Primeiro bonde brasileiro, com tração animal (RJ). Em seguida adotou-se máquinas a vapor 1892 Primeira linha de bondes movidos a energia elétrica 1896 Grande expansão dos bondes no RJ e em SP 1926 Fechamento dos bondes (apelido Camarão) em São Paulo

Breve histórico: do bonde ao VLT 1968 Cerimônia do Adeus última viagem dos bondes em São Paulo Após décadas: ressurgimento de estudos de projetos do sistema, agora sob a denominação de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)

O Que é um sistema VLT - Tecnologia de transporte coletivo sobre trilhos, ao nível da rua - Tração elétrica ou diesel - Compartilhamento do espaço com outros meios de transporte ou utilizando vias segregadas - Capacidade de transporte e velocidade inferiores aos metrôs e trens urbanos. - Ciclo de vida de mais de 30 anos

Tipos de VLT s Sistema Aberto infraestrutura compartilhada com automóveis, ônibus, pedestres operação do tipo marcha-à-vista Via Segregada tráfego isolado, maiores velocidades, sistemas de sinalização

Tipos de VLT s VLT Regional percursos locais curtos ou médios, demanda reduzida, tração elétrica, diesel ou híbrida, oportunidade de aplicação, no Brasil, em linhas férreas ociosas ou inativas.

Capacidade de transporte (pass/h/sentido) Operação em via segregada Headway em segundos nº ºde passageiros/trem (*) 150 seg 120 seg 90 seg 60 seg 200 passageiros 4800 6000 8000 12000 320 passageiros 7680 9600 12800 19200 420 passageiros 10080 12600 16800 25200 640 passageiros 15360 19200 25600 38400 (*) O ã d 6 / 2 l t d ã i l l i t (*) Ocupação de 6 pass/m 2 ; os valores apresentados são simples exemplos, visto que o número de passageiros/trem depende da capacidade por carro e do número de carros por trem

Capacidade de transporte (pass/h/sentido) Operação em sistema aberto Headway em minutos nº de passageiros/trem (*) 6 min 5 min 4 min 3 min 200 passageiros 2000 2400 3000 4000 320 passageiros 3200 3840 4800 6400 420 passageiros 4200 5040 6300 8400 640 passageiros 6400 7680 9600 12.800 (*) Ocupação de 6 pass/m 2 ; os valores apresentados são simples exemplos, visto que o número de passageiros/trem depende da capacidade por carro e do número de carros por trem

Largura do veículo, ocupação do espaço urbano e interação com outros usuários 2,40 a 2,65 m

Sistema VLT: Maior mobilidade urbana em menor espaço

Velocidade Velocidade Km/h

Energia e meio ambiente

O VLT e a Cidade Fácil adaptação ao meio urbano e paisagístico A implantação do VLT é sempre p a tação do é se p e uma oportunidade para uma renovação urbana

O VLT e a Cidade Torna-se a marca registrada da cidade Imagem positiva, atrativo turístico Fácil integração aos outros modais de transporte (ônibus, metrô, trem metropolitano) e aos pedestres

O VLT e a Cidade Adapta-se às condições existentes de rampas e curvas fechadas Itinerários compatíveis com centros das cidades d e centros históricos Não divide a cidade, ao contrário a integra

Sistema VLT : onde e quando utilizá-lo? Quando o tráfego se aproxima de níveis inaceitáveis de congestionamento Solução de transporte para cidades de grande e médio portes; nas primeiras como alimentadores dos sistemas de alta capacidade, nas últimas como eixos principais Solução para uma rede de transporte nos maiores corredores, ç p p, podendo atingir altos níveis de capacidade de transporte

Características importantes do veículo Acessibilidade Silencioso Ecológico Uni ou Bidirecionali Velocidade média elevada Segurança Estético Conforto dos passageiros -Térmico -Luminosidade Piso baixo (ao nível da rua) e muito próximo da plataforma de embarque Grande número de assentos Ar Condicionado Grandes janelas, com design moderno Curta duração da viagem Alto desempenho de frenagem Ótima visibilidade

Alimentação de energia Opções de alimentação elétrica no caso de decisão pela não utilização de catenária (rede aérea) pelo solo, continuamente por baterias nos veículos, para vencer trechos de até 800m utilização de supercaps - capacitores de carregamento rápido, instalados nos veículos e podendo ser carregados durante a parada nas estações

Características das Estações Tipos - Plataformas Centrais - Plataformas Laterais - Plataformas Desviadas

Características das Estações Acessibilidade e Segurança Acessos em rampas a cadeiras de rodas Plataforma nivelada com o piso do veículo Proteção para prevenir acesso direto à Proteção para prevenir acesso direto à rua

Características das Estações Parâmetros para o posicionamento Suficientemente próximas para prover um bom serviço Proximidade de centros comerciais, locais históricos e turísticos Espaçamento adequado com respeito à velocidade comercial Espaçamento típico: 300 m (áreas centrais), 700 m (regiões periféricas)

Características das Estações Conforto Bancos, cobertura, aparadores de lixo,... Serviços e informações Máquinas de Venda de Bilhetes Informações aos Passageiros - Mapa da Linha - Indicações do Tráfego - Tempo de Espera para o próximo veículo - Avisos Públicos CFTV Telefone de Emergência

VIA PERMANENTE É o sistema vital de guia do VLT, garantindo: Segurança de operação Conforto Características principais - Trilhos embutidos: preferência por groove rails que garantem o perfeito acabamento da via com mais segurança e menor manutenção - Variedade de materiais de superfície (concreto, asfalto, calçamento com pedras e gramado) Mitigação de ruídos e vibrações 10 db a 20 db

PROJETOS DE VLT S NO BRASIL EM EXECUÇÃO Tração Estágio do projeto Cariri CE (ligação Crato / Juazeiro) Diesel em operação Sobral CE Diesel em implantação Fortaleza CE Diesel contratado Recife PE Diesel em implantação Maceió AL Diesel em implantação Arapiraca AL Diesel contratado Macaé RJ Diesel contratado Brasília DF Elétrica em licitação Baixada Santista SP Elétrica em licitação Cuiabá MT Elétrica em licitação

PROJETOS DE VLT S NO BRASIL EM FASE DE ESTUDOS Rio de Janeiro (RJ) 52 Km 6 linhas Porto Alegre (RS) Goiânia (GO) Vitória (ES) João Pessoa (PB) Teresina (PI) Natal (RN) Contagem (MG) Nova Friburgo (RJ)

MENSAGEM ABIFER Ferrovia forte Indústria forte País desenvolvido

OBRIGADO Vicente Abate Presidente ABIFER Tel: (11) 3289-1667 vicenteabate@abifer.org.br br www.abifer.org.br Mídias Sociais Twitter: @abifer_oficial Facebook: ABIFER