Lista de Exercícios 2

Documentos relacionados
Lista de Exercícios 3 - Cinemática Inversa

ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

O diagrama em blocos contém vários itens na sua representação. São estes: Seta - É usada para representar o sentido do fluxo de sinal.

5. DIAGRAMA EM BLOCOS

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C

SEM QUEBRAR AS TAÇAS!! *

Geração de calor em sólidos

Introdução. Cinemática inversa Dificuldades. Introdução Cinemática inversa. Cinemática inversa Existência de soluções

Testes Acelerados de Confiabilidade

Sistemas de coordenadas tridimensionais. Translação e rotação de sistemas. Prof. Dr. Carlos Aurélio Nadal. Translação e rotação de sistemas

Sistemas de coordenadas tridimensionais. Translação e rotação de sistemas. Prof. Dr. Carlos Aurélio Nadal. Translação e rotação de sistemas

SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0

1ª Avaliação. 2) Qual dos gráficos seguintes representa uma função de

Resistência dos Materiais SUMÁRIO 1. TENSÕES DE CISALHAMENTO DIMENSIONAMENTO EXEMPLOS... 2

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. ver comentário. alternativa E

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

8 Equações de Estado

DIFRAÇÃO DE BRAGG USANDO MICROONDAS (RELATÓRIO / EXPERIÊNCIA

v =? a =? E para o ângulo: ( v ) 37,5 37,5i Cinemática de uma Partícula Cap Exercícios v v Velocidade (a t )A (a t )B (a n )A (a n )B

Função Inversa. Função Inversa. Exemplos: f(x) = y. Notemos que f: A B é sobrejetora se, e somente se, Im(f) = B. f é sobrejetora Im( f ) = B

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

UFSC. Matemática (Amarela) 21) Resposta: 14. Comentário e resolução. 01. Incorreta. Como 1 rd 57 o, então 10 rd 570 o. f(x) = sen x.

Mais problemas resolvidos! Atrito e força centrípeta:

CÁLCULO I. Aula n o 02: Funções. Denir função e conhecer os seus elementos; Listar as principais funções e seus grácos.

Teste para Amostras Dependentes (teste t pareado)

Halliday & Resnick Fundamentos de Física

Números Complexos, Conversão de Formas e Operações Matemáticas

Notas de aula prática de Mecânica dos Solos II (parte 13)

Halliday & Resnick Fundamentos de Física

L = R AULA 8 - TRIGONOMETRIA TRIGONOMETRIA NA CIRCUNFERÊNCIA TRIÂNGULO RETÂNGULO. sen. cos a b. sen. cos a tg b tg. sen cos 90 sen cos 1 tg tg.

4 Extensão do modelo de Misme e Fimbel para a determinação da distribuição cumulativa da atenuação diferencial entre dois enlaces convergentes

Mecânica e Ondas Prof. Pedro Abreu Prof. Mário Pinheiro. Série 4. Semana: 13/3 a 17/3 de 2017 Ler Serway, Capt.4 e 5 (ver Fénix) arctg 13.5 ] Fig.

Breve apontamento sobre enrolamentos e campos em sistemas trifásicos

Cálculo Diferencial e Integral II. Lista 8 - Exercícios/ Resumo da Teoria

XXXI Olimpíada Brasileira de Matemática GABARITO Segunda Fase

I, determine a matriz inversa de A. Como A 3 3 A = 2 I; fatorando o membro esquerdo dessa igualdade por A, temos a expressão

Estudo do circuito RL

MATEMÁTICA. Capítulo 1 LIVRO 1. I. Introdução à Geometria II. Ângulo III. Paralelismo. Páginas: 145 à 156

Quantas equações existem?

Colégio Santa Dorotéia Área de Matemática Disciplina: Matemática Ano: 8º - Ensino Fundamental Professores: Rose Mary, Weslei e Wuledson

MATEMÁTICA. Capítulo 1 LIVRO 1. I. Introdução àgeometria II. Ângulo III. Paralelismo. Páginas: 145 à156

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO EXAME DE MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (PROVA 835) ªFASE

4 DIAGRAMAS TENSÃO DEFORMAÇÃO DE CÁLCULO - ELU 4.1 DIAGRAMA TENSÃO DEFORMAÇÃO DO CONCRETO

COMPARAÇÃO DE CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA

Conversor elevador (boost):

2 Cargas Móveis, Linhas de Influência e Envoltórias de Esforços

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 4. Questão 2. alternativa B. alternativa A. alternativa D. alternativa C

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:

Noções de dimensionamento das lajes de concreto

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FORÇA CORTANTE

Matemática B Extensivo V. 2

Circuitos em CA Série, Paralelo e Misto

Controle de Processos

Projeto do compensador PID no lugar das raízes

Helio Marcos Fernandes Viana

Cartografia e Geoprocessamento Parte 2. Projeção Cartográfica

CAPÍTULO 10 TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO DE EIXOS

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FLEXÃO SIMPLES

Técnicas Econométricas para Avaliação de Impacto. Problemas de Contaminação na Validação Interna

Módulo III Movimento Uniforme (MU)

Confrontando Resultados Experimentais e de Simulação

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

Transcrição:

PONTIFÍCI UNIVERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI ENGENHRI MECÂNIC 4444W- SISTEMS ROBOTIZDOS Prf. Felipe Kühne Lita e Exeríi. Determine parâmetr DH rbô eféri abaix, e epi ereva órgã terminal m relaçã a itema a rigem. O rbô pui trê grau e liberae. Dua junta ã rtativa e uma é primátia. Terem entã m variávei a junta, e, repetivamente,, e. primeira parte exeríi nite em eterminar eix a junta, que erã z, z e z. pó, efinim itema e renaa a bae, u eja, a rigem O, (livre elha, even apena etar lalizaa bre eix e rtaçã a junta, u eja, z ) eix x e y. x é livre e a únia retriçã é mem er perpeniular a z e ua rigem er em O. Pem agra eterminar a rigen O e O, atravé a repreentaçã e DH. Cm z e z e ruzam, O é efinia n pnt e intereçã ete i eix. O é efinia a mema frma. O próxim pa é efinir eix x e x. x é efini m nrmal a plan frma pel eix z e z. ireçã preia er perpeniular a z e também ruzar mem (niçõe DH e DH). O enti e x é livre. x é efini a mema maneira. pó i, efinim itema órgã terminal. rigem O é mumente efinia imetriamente n entr órgã terminal. z é nrmalmente efinia n enti e aprximaçã órgã terminal, que ignifia em z er paralel, u iniente, m z. x é livre, a nã er pela retriçõe aa pr DH e DH.

términ ete preiment, efinem-e eix y, y e y, a fim e e mpletar um itema e renaa triimeninal, nfrme regra a mã ireita, para aa junta rbô e para órgã terminal. Tem entã t itema e renaa manipular, nfrme figura abaix: gra pem efinir parâmetr DH. Relembran: a i : itânia, a lng e x i, e O i à intereçã entre z i- e z i, e z i- e z i e ruzarem; u a itânia mai urta entre z i- e z i, e ete frem paralel u nã planare. α i : ângul, em trn e x i, e z i- a z i. i : itânia, a lng e z i-, e O i- à intereçã entre z i- e x i. i : ângul, em trn e z i-, e x i- a x i. Tem entã que: i a i α i i i -9 * 9 * * O parâmetr m um ateri a la repreentam a variávei a junta. Entã, a piçã e rientaçã órgã terminal, erit m relaçã a itema a rigem rbô, erã efinia pela nfiguraçã rbô nfrme eta trê variávei. e ã fix e epenem a gemetria rbô. gra pem apliar ete valre à matrize e tranfrmaçã hmgênea e aa junta. im:

Oberve a ntaçã uaa: (ϕ) ϕ e in(ϕ) ϕ. matriz e tranfrmaçã ttal é aa pr H : + + H Para alular a piçã órgã terminal, nierem eguinte valre para a variávei a junta:, 9, m, umim também que m 4,. Cnieran que a eriçã entr órgã terminal, m relaçã a itema, é [ ] T p. Subtituin valre na matriz e tranfrmaçã H, tem:,4,4,,4,4, p H p Lg, a eriçã órgã terminal m relaçã a itema a bae é:,4,4, p.

. Da rbô ilínri abaix, enntre parâmetr DH e também a matriz e tranfrmaçã hmgênea que repreenta a luçã prblema a inemátia ireta.. Calule a matriz e tranfrmaçã hmgênea ttal a aiinar-e, a itema e renaa exeríi anterir, um punh eféri m mtra na figura abaix. 4

4. Para rbô planar e trê grau e liberae abaix, Determine parâmetr DH; Explique ignifia e aa um parâmetr enntra (pr exempl, é nul pr que a rigem itema O é iniente m pnt ne z e x e intereinam); Determine a piçã órgã terminal para eguinte parâmetr: a a a 4m,, e 45 ; Enntre, atravé e relaçõe trignmétria, a piçã órgã terminal e mpare m a luçã enntraa atravé a inemátia ireta. 5. Determine parâmetr DH e a matriz e tranfrmaçã hmgênea ttal para rbô arteian e trê grau e liberae, m mtra na figura abaix. 5

6. Cniere rbô SCR abaix ne a junta, e 4 ã rtativa, a junta é primátia (enti vertial e elament) e eix a junta e 4 ã iniente. Determine parâmetr DH, a matriz que repreenta a equaçõe a inemátia ireta e explique pr que exitem parâmetr a i iferente e zer. 6