MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA TEREOS INTERNACIONAL S.A. DE 30 DE JULHO DE 2014

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2. APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Apresentação das informações contábeis intermediárias individuais

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Na tabela a seguir são apresentados alguns itens que melhor demonstram as condições financeiras e patrimoniais da Companhia:

CNPJ/MF n / NIRE

Total da dívida líquida 117,6 84,3 29,8 Patrimônio líquido 271,6 272,4 245,0 389,2 356,7 274,8 Relação de capital próprio 70% 76% 89%

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(NA COMPARAÇÃO COM 1T08).

1T06 1T05 Var % 491,7 422,4 16,4% 37,7 27,2 38,5%

Crescimento de 11% na receita líquida e EBITDA atinge R$ 4,0 bilhões em 2014

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SOMOS Educação DR 3T17

GRUÇAÍ PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº / NIRE ( Companhia )

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ PORTOBELLO SA / CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/ EMBRAER S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2. Balanço Patrimonial Ativo 3

Transcrição:

São Paulo, 14 de julho de 2014. Tereos Internacional S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado - CVM nº 22136 CNPJ/MF nº 11.566.501/0001-56 - NIRE 35.300.380.592 Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, 11º andar CEP 05426-100 - São Paulo/SP MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA TEREOS INTERNACIONAL S.A. DE 30 DE JULHO DE 2014 O presente manual ( Manual ) tem por objetivo prestar esclarecimentos e orientações de voto a Vossas Senhorias acerca das deliberações a serem tomadas na próxima Assembleia Geral Ordinária ( Assembleia Geral ) da Tereos Internacional S.A. ( Companhia ) a se realizar no próximo dia 30 de julho de 2014, às 10h00, na sede social da Companhia, localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, 11º andar, CEP 05426-100, Bairro de Pinheiros, CEP 05426-100 ( Assembleia Geral ), as quais se encontram discriminadas e detalhadas no presente documento. Este Manual foi elaborado pela Administração da Companhia com o objetivo de prestar esclarecimentos e orientações aos Senhores Acionistas, bem como submeter à sua apreciação, de acordo com as determinações legais e estatutárias, as propostas da Administração abaixo destacadas. A Administração da Companhia recomenda que este Manual seja lido em conjunto com as demonstrações financeiras anuais completas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de março de 2014, disponíveis nos websites da Companhia (www.tereosinternacional.com/ri) e da Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) (www.cvm.gov.br). O presente documento poderá ser atualizado caso haja qualquer complementação ou modificação nas propostas da Administração aqui contidas. As atualizações serão sempre devidamente divulgadas por meio de Comunicado ao Mercado a ser disponibilizado no site da CVM via Sistema IPE. - 1 -

1. Informações Gerais Para participar da Assembleia Geral, Vossa Senhoria deverá apresentar, com no mínimo 72 (setenta e duas) horas de antecedência, além do documento de identidade e/ou atos societários pertinentes que comprovem a representação legal, conforme o caso: (i) comprovante expedido pela instituição escrituradora, no máximo, cinco dias antes da data da realização da Assembleia Geral; (ii) o instrumento de mandato com reconhecimento da firma do outorgante; e/ou (iii) relativamente aos acionistas participantes da custódia fungível de ações nominativas, o extrato contendo a respectiva participação acionária, emitido pelo órgão competente. Em conformidade com o disposto na Instrução CVM nº 481, de 17 de dezembro de 2009, todos os documentos pertinentes à ordem do dia, a serem analisados ou discutidos na Assembleia Geral já se encontram disponíveis aos acionistas na BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros e na CVM através do sistema IPE, assim como no website de relações com investidores da Companhia e na sede social da Companhia. 2. Instruções A Companhia examinará a procuração e os documentos comprobatórios de representação e, se não puder validar a representação com base nos documentos recebidos, não entregará a procuração para o procurador designado acima. Os documentos assinados no exterior deverão ser notarizados e legalizados perante o consulado brasileiro mais próximo. Juntamente com a procuração, cada acionista que não for pessoa natural ou que não estiver assinando a procuração em seu próprio nome deverá enviar documentos comprobatórios dos poderes do signatário para representá-lo. O endereço para o qual estes documentos devem ser enviados é: Tereos Internacional S.A. Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, 11º andar, Pinheiros CEP 05426-100 São Paulo/SP - 2 -

A/C: Diretoria de Relações com Investidores A Companhia recomenda que Vossa Senhoria antecipe o envio de cópia da procuração e dos documentos de comprovação da qualidade de acionista e de representação, remetendo tais documentos via fac-símile para o número +55 11 3544-4917, em atenção à Diretoria de Relações com Investidores, ou por e-mail para ri@tereosinternacional.com. * - * - * - 3 -

ÍNDICE DO MANUAL DA ASSEMBLEIA GERAL 1. Edital de Convocação para Assembleia Geral Ordinária... - 5-2. Informações indicadas no Item 10 do Formulário de Referencia... - 8-3. Proposta de Destinação do Lucro Liquido do Exercício, contendo as informações indicadas no Anexo 9-1-II da Instrução CVM N o 481... - 60-4. Informações indicadas nos Itens 12.6 a 12.10 do Formulário de Referencia da Companhia relativas aos Candidatos indicados a Membros Efetivos do Conselho de Administração da Companhia... - 68-5. Informações indicadas nos Itens 12.6 a 12.10 do Formulário de Referencia da Companhia relativas aos Candidatos indicados a Membros Efetivos e Suplentes do Conselho Fiscal da Companhia... - 80-6. Proposta de Remuneração da Administração e do Conselho Fiscal... - 88-7. Informações Indicadas no Item 13 do Formulários de Referencia... - 95 - * - * - * - 4 -

1. EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERALORDINÁRIA - 5 -

TEREOS INTERNACIONAL S.A. CNPJ/MF nº 11.566.501/0001-56 NIRE 3530038059-2 / CVM nº 22136 Companhia Aberta de Capital Autorizado Edital de Convocação para Assembleia Geral Ordinária Ficam convocados os Senhores Acionistas da Tereos Internacional S.A. ( Companhia ) a reunirem-se em Assembleia Geral Ordinária ( Assembleia Geral ), na sua sede social localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, 11º andar, CEP 05426-100, Bairro de Pinheiros, às 10h00 do dia 30 de julho de 2014, para: (1) tomar as contas dos Administradores da Companhia, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de março de 2014; (2) deliberar sobre a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos; (3) fixar o numero de membros e eleger os membros do Conselho de Administração da Companhia; (4) deliberar sobre a instalação do Conselho Fiscal da Companhia e eleger membros efetivos e suplentes; e (5) aprovar a remuneração global da Administração para o exercício social a ser encerrado em 31 de março de 2015, bem como dos membros do Conselho Fiscal, se instalado. Informações Gerais: Os acionistas deverão depositar na Companhia, com no mínimo 72 (setenta e duas) horas de antecedência, além do documento de identidade e/ou atos societários pertinentes que comprovem a representação legal, conforme o caso: (i) comprovante expedido pela instituição escrituradora, no máximo, 5 (cinco) dias antes da data da realização da Assembleia Geral; (ii) o instrumento de mandato com reconhecimento da firma do outorgante; e/ou (iii) relativamente aos acionistas participantes da custódia fungível de ações nominativas, o extrato contendo a respectiva participação acionária, emitido pelo órgão competente. Em conformidade com o disposto na Instrução CVM nº 481, de 17 de dezembro de 2009, todos os documentos pertinentes à ordem do dia, a serem analisados ou discutidos na Assembleia Geral já se encontram disponíveis aos acionistas na BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, - 6 -

Mercadorias e Futuros, na Comissão de Valores Mobiliários através do sistema IPE, no website de relações com investidores da Companhia e na sede social da Companhia. Conforme o disposto no artigo 141 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e Instrução CVM nº 165, de 11 de dezembro de 1991, alterada pela Instrução CVM nº 282, de 26 de junho de 1998, acionistas representando pelo menos 5% do capital social da Companhia poderão requerer a adoção do procedimento de voto múltiplo. São Paulo, 30 de junho de 2014. Alexis François Eric Duval Presidente do Conselho de Administração * - * - * - 7 -

2. INFORMAÇÕES INDICADAS NA SEÇÃO 10 DO FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA DA COMPANHIA - 8 -

10.1 Condições financeiras e patrimoniais gerais A partir do dia 01 de abril de 2013, as demonstrações financeiras da Tereos Internacional e apresentação dos resultados foram ajustadas pelas seguintes práticas e, para fins de comparabilidade, os resultados do ano fiscal findo em 31 de março de 2013 estão também apresentados em base pro-forma, aplicando as novas práticas de forma retrospectiva. As novas práticas mencionadas acima não se aplicam somente para: (i) as demonstrações financeiras relativas ao ano fiscal findo em 31 de março de 2012; e (ii) a comparação entre o ano fiscal findo em 31 de março de 2013 e 31 de março de 2012, nos quais as demonstrações financeiras refletem as práticas anteriores. Contábil Adoção do IFRS 11 (Joint Arrangements): todas as JVS deixam de ser consolidadas proporcionalmente no balanço, na demonstração de resultados e demonstração dos fluxos de caixa da Tereos Internacional. As JVs serão agora consolidadas pelo método de equivalência patrimonial e o impacto na demonstração de resultado será limitado à linha de equivalência patrimonial. Operacional Mudança da classificação dos segmentos devido à diversificação da unidade Lillebonne: dado o início da linha de produção de dextrose em Lillebonne e considerando que o perfil de produção da unidade estará mais voltado para a produção de aplicações alimentícias, todos os números operacionais e financeiros (excluindo os volumes de vendas de álcool e etanol) serão agora contabilizados dentro do segmento Amido & Adoçantes. a. Condições financeiras e patrimoniais gerais: No ano fiscal findo em 31 de março de 2014, nossa receita líquida atingiu R$ 8,3 bilhões, devido principalmente ao aumento no volume de vendas na maioria dos segmentos, além do aumento nos preços de etanol no Brasil e do efeito positivo cambial da desvalorização do Real em relação ao Euro. Contudo, o aumento da receita foi parcialmente compensado por preços menores de açúcar e uma redução nos preços de amido e adoçantes, em linha com a queda nos preços dos cereais e fraca demanda na UE. O EBITDA ajustado totalizou R$ 961,8 milhões, 22% acima em base anual. A divisão de cana-de-açúcar no Brasil foi a que mais contribuiu para essa melhora, devido à maior diluição de custos como resultado do aumento dos volumes e vendas de energia. A divisão Álcool & Etanol Europa registrou aumento substancial da lucratividade em relação ao ano anterior, explicado pela normalização dos níveis de produção em Lillebonne e pela queda no custo de insumos, devido principalmente ao crescimento dos volumes de proteína e melhor desempenho operacional. Contudo, o EBITDA ajustado foi impactado negativamente pelas condições adversas no mercado de amido e adoçantes europeu, o que prejudicou o repasse do custo dos insumos para os clientes e maximizar o benefício dos investimentos recentes na diversificação de produtos. A contribuição do segmento África/Oceano Índico para os resultados foi positiva devido ao efeito cambial favorável em desempenho estável na região do Oceano Índico, apesar da redução dos rendimentos agrícolas em Moçambique. O lucro líquido consolidado totalizou R$2 milhões em 2013/14, comparado a um prejuízo líquido de R$21 milhões em 2012/13. Em 31 de março de 2014, a dívida líquida da Tereos Internacional (incluindo partes relacionadas) totalizava R$ 3,6 bilhões, comparados a R$ 3,3 bilhões em 31 de março de 2013 e R$ 4,5 bilhões em 31 de dezembro de 2013. O aumento da dívida líquida na comparação anual deve-se, principalmente, à variação cambial no período (desvalorização da Real em relação ao Dólar e ao Euro), além do programa - 9 -

atual de investimentos na divisão de cana-de-açúcar no Brasil e investimentos na unidade de amido de milho Syral-Halotek no Brasil. Em 31 de março de 2014, 22% da dívida bruta era denominada em Reais, 44% em Dólar (relacionado aos contratos de exportação de açúcar), 33% em Euro (relacionado a moeda funcional da divisão europeia) e 1% em outras moedas. A relação entre dívida líquida total/ebitda ajustado foi de 3,7x em 31 de março de 2014 contra 4,2x em 31 de março de 2013. Nossa administração acredita que atualmente possuímos todos os recursos necessários para desenvolver nosso plano de negócios e cumprir com todas as nossas obrigações de curto e médio prazo. Para obter mais informações, favor observar os itens 10.1.b e 10.1.c deste documento. b. Estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando (i) hipóteses de resgate; (ii) fórmula de cálculo do valor de resgate: Nosso patrimônio líquido total teve um aumento de 12%, de R$4,3 bilhões em março de 2013 para R$4,8 bilhões em março de 2014. Essa variação pode ser explicada (i) pelo aumento de capital de R$225 milhões da Petrobras Biocombustível na Guarani; (iii) pelo lucro líquido de 2 milhões no período; (iv) pelos outros resultados abrangentes de R$351 milhões; e (v) pelos dividendos pagos por subsidiárias de R$49 milhões. Aumento de capital na Guarani: Dentro do acordo assinado em 30 de Abril de 2010 entre Tereos Internacional S.A. e Petróleo Brasileiro S.A. ( Petrobras ), Petrobras Biocombustivel S.A. ( Petrobras Biocombustível ) subscreveu um aumento de capital na Guarani, recebendo novas ações da Guarani por um montante de R$225 milhões em 18 de outubro de 2013. Após a operação, a participação da Petrobras Biocombustivel na Guarani aumentou de 35.76% para 39.56%. c. Capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos: Capacidade de Pagamento de Nossas Obrigações Contratuais A tabela a seguir apresenta nossas obrigações contratuais a partir de 31 de março de 2014 que afetam nossa liquidez: Em milhões de R$ Em 31 de março de 2014 Menos de 1 ano 1 a 2 anos 2 a 3 anos 3 a 4 anos 4 a 5 anos Mais de 5 anos TOTAL Empréstimos (principal) 1523 1090 560 596 191 296 4256 Empréstimos (juros) 124 89 63 39 25 45 385 De 2013 a 2014, nossa relação EBITDA ajustado/despesas financeiras líquidas aumentou de 3,7x em 2013 para 4,2x em 2014, refletindo menores investimentos e melhores resultados sustentados principalmente pela divisão de cana no Brasil. As despesas financeiras mantiveram-se estáveis em base anual. De 2012 a 2013, nossa relação EBITDA ajustado/despesas financeiras líquidas diminuiu de 6,9x em 2012 para 4,2x em 2013, como resultado do aumento das despesas financeiras em comparação a 2012 e da diminuição do EBITDA ajustado. Nossa relação dívida líquida/ebitda ajustado aumentou de 3,2x em 2012 para 3,8x como resultado de uma maior dívida líquida e de um EBITDA ajustado menor. - 10 -

Acreditamos que os fluxos de caixa, juntamente com os recursos de caixa e empréstimos futuros descritos ao longo deste item 10, serão suficientes para financiar as necessidades de capital de giro, investimentos de capital e as necessidades de serviço da dívida conforme seus vencimentos por no mínimo 12 meses. Entretanto, a nossa capacidade de gerar caixa através das operações depende do desempenho operacional futuro, que por sua vez depende de fatores gerais econômicos, financeiros, concorrenciais, de mercado, legislativos, regulatórios, entre outros, muitos dos quais estão além de nosso controle, assim como outros fatores discutidos sob o título Fatores de Risco nas seções 4 e 5 do nosso Formulário de Referência. A tabela a seguir apresenta nossas obrigações de pagamento dos débitos fiscais (REFIS) a partir de 31 de março de 2014. Exercício findo em 31 de março de 2014 (em milhões de R$) Principal Juros Total Tributos (IPI/PIS/COFINS) Federais -119-123 -242 ICMS -1 0-1 Total REFIS e PAES devidos -120-123 -243 d. Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes utilizadas: Liquidez e Recursos de Capital Nossa condição financeira e liquidez é e continuará sendo influenciada por diversos fatores, tais como: a capacidade de gerar fluxos de caixa por meio de nossas operações; o nível de endividamento pendente e o endividamento de nossas subsidiárias, e os juros que somos obrigados a pagar nesse endividamento, o que afeta nossas despesas financeiras líquidas; taxas de juros vigentes, que afetam a necessidade de serviço da dívida; nossa capacidade, e a de nossas subsidiárias, de continuar obtendo recursos de instituições financeiras; e as necessidades de investimento de capital, que consistem principalmente de aquisições, compra e manutenção de equipamentos, mecanização da colheita e investimentos em plantação de safras. As necessidades de caixa consistem principalmente do seguinte: financiamento do investimento em bens de capital; atividades de operações; atender às necessidades de capital de giro; gerenciar nosso endividamento e o de nossas subsidiárias; pagamento de aquisições; e pagamento de dividendos. - 11 -

As fontes de liquidez consistem principalmente do seguinte: caixa gerado de atividades operacionais; empréstimos através de linhas de crédito especiais e das linhas de crédito de nossas subsidiárias; contribuições de capital de nossos acionistas e dos acionistas de nossas subsidiárias. Referências ao Exercício Social Para a discussão a seguir, as referências para 2014, 2013 e 2012 ou 2013/14, 2012/13 e 2011/12 são de exercícios sociais findos em 31 de março de 2014, 2013 e 2012, respectivamente, e as referências de aumentos ou diminuições em qualquer exercício social são feitas em comparação com o exercício social anterior correspondente, a não ser quando o contexto indique diferentemente. Fluxos de Caixa Para o exercício social encerrado em 31 de março de 2014, o fluxo de caixa gerado pelas operações foi utilizado principalmente em atividades de investimento, pagamento de juros financeiros e reembolso de empréstimos pendentes. A tabela a seguir apresenta o fluxo de caixa para os exercícios indicados: Exercício findo em 31 de março de (Milhões de R$) 2014 2013 2012 1 Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades operacionais 1.133 595 722 Caixa líquido gerado pelas (aplicados nas) atividades de investimento (882) (1.115) (1.118) Caixa líquido gerado pelas (aplicados nas) atividades de financiamento (232) 645 299 Efeito de câmbio sobre caixa e equivalentes de caixa em moeda estrangeira (34) (7) (3) Variação líquida em caixa e equivalentes de caixa, líquido de saldos devedores em contas garantidas Caixa e equivalente de caixa, líquido de contas garantidas no início do exercício (15) 118 (100) 481 363 477 Caixa e equivalente de caixa, líquido de contas garantidas no final do exercício 466 481 377 Caixa Líquido gerado pelas (aplicado nas) Atividades Operacionais O caixa líquido gerado pelas atividades operacionais aumentou de R$595 milhões em 2013 para R$1,1 bilhão em 2014, principalmente como resultado de uma redução no capital de giro de R$287 milhões comparado a um aumento de R$40 milhões no ano precedente, principalmente devido aos esforços para otimizar as necessidades de capital de giro. Ademais, o resultado líquido reverteu de um prejuízo líquido de R$21 milhões em 2013 para um lucro líquido de R$2 milhões em 2014. O caixa líquido gerado pelas atividades operacionais diminuiu de R$722 milhões em 2012 para R$630 milhões em 2013, principalmente como resultado de uma redução do lucro líquido de um resultado positivo de R$157 milhões em 2012 para um prejuízo líquido de R$25 milhões em 2013, parcialmente compensada pelo aumento menos representativo no capital de giro frente a 2012 (de R$174 milhões em 2012 para R$75 milhões em 2013). Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) Atividades de Investimento Em 2014, o caixa líquido aplicado nas atividades de investimento foi principalmente composto por (i) aquisição de participações em companhias no total de R$75 milhões (unidade Tieling na China) - 12 -

comparado a R$32 milhões (Teapar e Andrade) em 2013, (ii) compra de ativos imobilizados e ativos intangíveis de R$707 milhões, em parte devido ao plano plurianual de investimentos da Companhia, contra R$965 milhões em 2013 e (iii) ativos biológicos de R$183 milhões, contra R$171 milhões em 2013. Em 2013, o caixa líquido aplicado nas atividades de investimento foi principalmente composto por (i) aquisição de participações em companhias no total de R$32 milhões (Teapar e Andrade), (ii) compra de ativos imobilizados e ativos intangíveis de R$1,0 bilhão, contra R$916 milhões em 2012 e (iii) ativos biológicos de R$181 milhões, contra R$195 milhões em 2012. Para maiores informações veja o item 10.10 (a) Investimentos no imobilizado, ativos biológicos e ativos intangíveis (CAPEX). Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) Atividades de Financiamento O capital líquido gerado pelas atividades de financiamento ficou negativo em R$232 milhões em 2014 comparado a R$645 milhões em 2013, principalmente como resultado: (i) de nenhum aumento de capital realizado pela Tereos Internacional comparado a 2013, (ii) do aumento de capital da PBio na Guarani de R$225 milhões, (iii) de empréstimos tomados/(pagos) de -R$148 milhões, (iv) juros pagos de R$232 milhões e (v) dividendos pagos aos acionistas de R$38 milhões. O capital líquido gerado pelas atividades de financiamento aumentou de R$299 milhões em 2012 para R$717 milhões em 2013, principalmente como resultado: (i) do aumento de capital da Tereos Internacional de R$370 milhões, (ii) do aumento de capital da PBio na Guarani de R$212 milhões, (iii) de empréstimos tomados/(pagos) de R$452 milhões, (iv) juros pagos de R$267 milhões e (v) dividendos pagos aos acionistas de R$48 milhões. e. Fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não circulantes que pretendemos utilizar para cobertura de deficiências de liquidez: Para maiores informações a respeito das fontes de financiamento para capital de giro e para investimento em ativos não circulantes que pretendemos utilizar para cobertura de deficiências de liquidez, vide item 10.1 (f) abaixo f. Níveis de endividamento e as características de tais dívidas, tais como (i) contratos de empréstimo e financiamento relevantes; (ii) outras relações de longo prazo com instituições financeiras; (iii) grau de subordinação entre as dívidas; e (iv) eventuais restrições a nós impostas em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário: Dívida Financeira Líquida e Dívida com Partes Relacionadas Dívida financeira líquida, conforme definida e utilizada por nós, corresponde aos empréstimos de curto e longo prazo deduzidos do caixa e equivalente de caixa. O endividamento financeiro líquido corresponde a nossa dívida financeira líquida menos os ativos circulantes e de longo prazo com partes relacionadas mais passivos circulantes e de longo prazo com partes relacionadas. A tabela a seguir apresenta nossa dívida financeira líquida nos períodos indicados: - 13 -

31 de março de (Milhões de R$) 2014 2013 2012 Empréstimos de longo prazo... 2.721 2.383 2.368 - Empréstimos bancários... 2.700 2.363 2.318 - Obrigações... - - - - Outros... 21 20 50 Empréstimos de curto prazo... 1.512 1.819 1.282 - Bank loans... 1.288 1.398 1.031 - Saques bancários em contas garantidas... 216 412 247 - Outros... 8 9 4 Endividamento Financeiro Bruto... 4.233 4.202 3.650 - Caixa e equivalentes de caixa... (682) (893) (624) Endividamento Financeiro Líquido... 3.551 3.309 3.026 - Passivos com partes relacionadas... 15 12 17 Dívida Líquida com Partes Relacionadas... 3.566 3.321 3.043 Principais Indicadores de Mercado Dívida líquida / EBITDA Ajustado... 3,7x 4,2x 3,2x EBITDA Ajustado / Desp. Financeira... 4,2x 3,7x 6,9x Nossa dívida com partes relacionadas está incluída na tabela acima como referência, mas não está incluída no cálculo de nosso endividamento. Para mais informações, veja a nota 27 das nossas demonstrações financeiras. De 2013 a 2014 nossa dívida líquida aumentou 7,3%, de R$3,3 bilhões em 2013 para R$3,5 bilhões em 2014, devido, principalmente, à variação cambial no período (desvalorização da Real em relação ao Dólar e ao Euro), além do programa atual de investimentos na divisão de cana-de-açúcar no Brasil e investimentos na unidade de amido de milho Syral-Halotek, também no Brasil. De 2012 a 2013, o aumento em nossa dívida líquida foi de 13,6%, de R$3,0 bilhões em 2012 para R$3,4 bilhões em 2013, principalmente como resultado do aumento do capital investido relacionado ao programa de investimentos da companhia e da depreciação do Real contra o Dollar e o Euro. Endividamento da Companhia O Grupo se financia predominantemente por meio de empréstimos bancários de longo prazo, complementados por meio de programa de factoring no âmbito da Syral Belgium, uma subsidiária da TEU. Em 31 de março de 2014, o perímetro da Tereos Internacional conta com um empréstimo significativo do BNDES para financiamento de projetos, alguns empréstimos sindicalizados de préfinanciamento de exportação, um contrato de consórcio bancário para o financiamento de nossas operações em Moçambique e linhas de crédito bilaterais de curto e médio prazos. As novas linhas de crédito disponíveis para a Tereos EU, Guarani, Sena e Syral Halotek estão descritas abaixo: a) Em março de 2011, a Guarani e suas subsidiárias celebraram um contrato de financiamento sindicalizado de pagamento antecipado de exportação em duas parcelas. Em outubro de 2013, um refinanciamento parcial sob a mesma estrutura de pré-financiamento de exportação foi fechado por um montante de US$ 190 milhões (R$ 430 milhões). Essa linha foi executada com um clube de quatro bancos próximos a Tereos/Guarani e tem taxa vinculada a USD LIBOR mais uma margem fixa para um prazo de 5 anos (dos quais 2 anos de período de carência). Em fevereiro de 2014, um empréstimo de refinanciamento bilateral adicional sob a mesma estrutura também foi concluído por um valor de US$ 50 milhões (R$ 113 milhões) com uma instituição financeira local com prazo de 5 anos (dos quais 2 anos de período de carência). - 14 -

b) Em março de 2011, o BNDES aprovou um crédito de longo prazo no valor de até R$770 milhões, denominado em reais, para o financiamento do plano de investimento da Guarani e suas subsidiárias e para os projetos de cogeração e investimentos relacionados, com prazo de carência de 2 anos. O crédito possui várias parcelas para diferentes propósitos, com diversas taxas de juros e vencimentos. O prazo médio das linhas de crédito é de 11 anos com taxa de juros fixa ou a TJLP + margem ou baseado numa cesta de moedas + margem. Cinquenta e cinco por cento do valor foi concedido como parte do Programa de Sustentação do Investimento, ou PSI com taxas fixas de 5,5% ou 8,7%. Sobre os 45% restantes incidem juros fixos à taxa média de 9%. Em 31 de março de 2014, havia uma divida e juros pendentes neste crédito de R$590 milhões. Esse crédito é segurado por uma hipoteca sobre a unidade industrial de Mandu, penhor sobre ativos financiados e pela cessão fiduciária dos créditos das vendas futuras de cogeração de energia, sendo também garantida pela Companhia Este acordo não inclui covenants financeiros. c) Em março de 2013, Tereos EU revisou e etendeu seu crédito sindicalizado sênior contratado em 2010 no montante de 450 milhões (R$1,4 bilhão), que se compõe de um empréstimo de amortização no valor de 370 milhões (R$1,1 bilhão) e um crédito rotativo no valor de 80 milhões (R$249 milhões). Ambas as linhas de crédito são baseadas na taxa EURIBOR e vencem em junho de 2017. Uma vez que o empréstimo rotativo serve para as necessidades de capital de giro em curto prazo, nós o registramos como nosso empréstimo de curto prazo em 31 de março de 2014. O valor principal por completo dessa linha de crédito é garantido pela Tereos Internacional. Em 31 de março de 2014, o saldo total dessa linha de crédito era de 354,5 milhões (R$1,1 bilhão). A Syral Bélgica e a Tereos BENP, subsidiárias operacionais da TEU, têm um número de linhas de curto prazo para atender às necessidades de capital de giro. Sob as novas linhas de crédito sênior, a Tereos Internacional garante as obrigações da Tereos EU e a Tereos EU concederá aos credores penhor sobre 67% das ações da Syral, 100% das ações da Tereos DVO, 100% das ações da Tereos Participações e 100% das ações da Tereos BENP pertencente à Tereos EU, bem como sobre valores a receber entre as empresas do grupo, como garantia para suas obrigações sobre os créditos seniores. O acordo sobre as linhas de crédito também contém os seguintes compromissos financeiros, que são testados anualmente: índice de alavancagem do Grupo Tereos EU (a relação entre a dívida líquida total consolidada e o EBITDA ajustado consolidado); o índice de cobertura de juros do Grupo Tereos EU (a relação entre o EBITDA ajustado consolidado a encargos financeiros líquidos consolidados e; um índice de cobertura da Dívida do Grupo Tereos EU d) Uma parte do financiamento em Moçambique é concedida por um consórcio bancário africano. Este financiamento é garantido por penhores sobre equipamentos, ações e recebíveis. O vencimento do contrato é em julho de 2015, e o montante era de R$18 milhões em 31 de março de 2014. Além disso, uma linha de capital de giro de US$ 6 milhões foi refinanciada em março de 2014 com um banco próximo do grupo. e) A Tereos Internacional se beneficia de uma linha de crédito rotativo de 80 milhões com vencimento em setembro de 2015. Este financiamento pode ser usado em ou em US$. O valor usado em 31 de março de 2014 era de US$74 milhões (R$ 168 milhões). - 15 -

f) A Syral Halotek também possui um financiamento de longo prazo com o BNDES para financiamento do seu programa de expansão no total de aproximadamente R$60 milhões, com prazo de 8 anos. g) A maior parte da dívida de curto prazo da Guarani e da Syral Halotek é atrelada a CDI com base nos financiamentos de capital de giro e Notas de Crédito à Exportação. As margens variam entre 1,1% e 2%, com média de 1,4%. Os financiamentos de curto prazo atrelados a CDI totalizavam R$ 240 milhões em 31 de março de 2014. Os financiamentos de curto prazo em Euros foram tomados pela Tereos EU, Tereos Syral e Tereos BENP. Estas linhas são representadas por uma linha renovável de um sindicato de bancos globais, financiamentos de capital de giro e contas garantidas. Alguns empréstimos de curto prazo também estão disponíveis no Oceano Índico, principalmente como financiamentos de capital de giro. Para informações mais detalhadas sobre demais financiamentos, vide nota 23.2.1 das Demonstrações Financeiras Consolidadas da Tereos Internacional referente ao exercício findo em 31 de março de 2014. As diferentes linhas de crédito de empréstimos estão apresentadas abaixo: 31 de março de 2014 (EM MILHOES de R$) índice Moeda Tipo Circulante Não circulante a / CDI BRL Capital de giro e outras aplicações financeiras de CP 189 51 240 12.1% 26/09/2018 b / LIBOR USD Pré-financiamento de exportação e financiamentos de LP 386 1 203 1 589 2.9% 31/10/2022 c / TJLP BRL Financiamento de investimentos (FINAME) 6 20 26 9.0% 16/03/2020 c / TJLP BRL Financiamento de investimentos (BNDES) 28 222 250 8.7% 17/07/2023 d / UMBNDES USD Financiamento de investimentos (BNDES) 7 53 60 7.5% 17/07/2023 e / IGPM BRL Securitização (PESA) 1 6 8 11.7% 01/11/2022 f / JIBAR ZAR Financiamentos de LP Moçambique 3 2 5 10.7% 31/07/2015 g / EURIBOR EUR Financiamentos de CP e LP da TEU 578 768 1 346 2.2% 19/07/2030 h / LIBOR USD Factoring 0 0 0 0.7% 03/10/2014 h / LIBOR GBP Factoring 3 0 3 1.0% 03/10/2014 h / EURIBOR EUR Factoring 3 0 3 0.8% 03/10/2014 Total Taxa média de juros Vencimento maximo TOTAL A TAXA VARIAVEL 1 204 2 325 3 529 3.8% i / Taxa fixa BRL Financiamento de investimentos (FINAME, Arrendamentos) 60 72 132 4.6% 15/12/2023 BRL Financiamento de investimentos (BNDES) 40 239 279 6.1% 15/07/2021 USD Pré-financiamento de exportação 182 59 241 4.7% 30/09/2015 EUR Financiamento de LP EU 25 39 64 2.2% 14/09/2031 MZN Financiamento de CP 11 0 11 14.0% 30/06/2014 TOTAL A TAXA FIXA 318 409 727 5.1% TOTAL DE FINANCIAMENTOS 1 523 2 734 4 256 4.0% Custo amortizado (10) (13) (23) TOTAL DE FINANCIAMENTOS 1 512 2 721 4 233-16 -

31 de março de 2013 reapresentado (EM MILHOES de R$) índice Moeda Tipo Circulante Não circulante Taxa média de juros Vencimento maximo a / CDI BRL Capital de giro e outras aplicações financeiras de CP 164 10 174 9.5% 21/05/2015 b / LIBOR USD Pré-financiamento de exportação e financiamentos de LP 619 713 1 332 3.1% 31/10/2022 c / TJLP BRL Financiamento de investimentos (FINAME) 7 4 11 8.9% 16/03/2020 c / TJLP BRL Financiamento de investimentos (BNDES) 28 241 269 8.7% 17/07/2023 d / UMBNDES USD Financiamento de investimentos (BNDES) 6 52 58 7.1% 17/07/2023 e / IGPM BRL Securitização (PESA) 1 7 8 12.6% 01/11/2022 f / JIBAR ZAR Financiamentos de LP Moçambique 23 5 28 8.1% 31/07/2015 g / EURIBOR EUR Financiamentos de CP e LT da TEU 571 833 1 404 1.9% 14/07/2030 h / LIBOR USD Factoring 9 0 9 0.7% 03/10/2014 h / LIBOR GBP Factoring 34 0 34 1.0% 03/10/2014 h / EURIBOR EUR Factoring 125 0 125 0.7% 03/10/2014 TOTAL A TAXA VARIAVEL 1 587 1 865 3 452 3.4% i / Taxa fixa BRL Financiamento de investimentos (FINAME, Arrendamentos) 42 62 104 5.8% 15/12/2022 BRL Financiamento de investimentos (BNDES) 38 278 316 6.1% 15/07/2021 USD Pré-financiamento de exportação 122 157 289 5.7% 30/09/2015 EUR Financiamento de LP EU 30 37 67 1.7% 14/09/2031 TOTAL A TAXA FIXA 242 534 776 5.5% TOTAL DE FINANCIAMENTOS 1 829 2 399 4 228 3.8% Custo amortizado (10) (16) (26) TOTAL DE FINANCIAMENTOS 1 819 2 383 4 202 1 Os valores referenciais apresentados na tabela diferem dos valores consolidados mensurados ao custo amortizado. Todos os nossos passivos financeiros listados acima são medidos no final do ano em seus custos amortizados, o que é determinado pelo método da taxa efetiva de juros. A partir de 31 de março de 2014 a taxa de juros consolidada média dos financiamentos do grupo é de 4,0%, contra 3,8% em 31 de março de 2013. g. limites de utilização dos financiamentos já contratados: Para maiores informações a respeito dos limites de utilização de nossos financiamentos já contratados, vide item 10.1 (f). - 17 -

h. Alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras Principais mudanças no Balanço Patrimonial Consolidado entre 31 de março de 2014 e 31 de março de 2013 ATIVOS (Milhões de R$) 31 Mar, 2014 31 Mar, 2013 Variação Caixa e equivalentes de caixa 682 893-23,6% Contas a receber 638 920-30,7% Estoques 1.147 1.014 13,1% Ativos financeiros circulantes com partes relacionadas 2 14-85,7% Outros ativos financeiros circulantes 477 508-6,1% Impostos a recuperar 43 35 22,9% Outros ativos circulantes 13 16-18,8% TOTAL DO ATIVO CIRCULANTE 3.002 3.400-11,7% Impostos diferidos 425 385 10,4% Ativos biológicos 782 673 16,2% Ativos financeiros disponíveis para venda 35 31 12,9% Ativos financeiros não circulantes com partes relacionadas 48 45 6,7% Outros ativos financeiros não circulantes 332 272 22,1% Investimentos em associadas 447 298 50,0% Imobilizado 4.665 4.094 13,9% Ágio 1.293 1.273 1,6% Outros ativos intangíveis 75 82-8,5% Outros ativos não circulantes 2 4-50,0% TOTAL DO ATIVO NÃO CIRCULANTE 8.104 7.157 13,2% TOTAL DO ATIVO 11.106 10.557 5,2% PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Financiamentos de curto prazo 1.512 1.819-16,9% Fornecedores 920 1.060-13,2% Passivos financeiros circulantes com partes relacionadas 15 35-57,1% Outros passivos financeiros circulantes 466 403 15,6% Provisões de curto prazo 8 6 33,3% Impostos a pagar - circulantes 3 10-70,0% Outros passivos circulantes 57 56 1,8% PASSIVO CIRCULANTE 2.981 3.389-12,0% Financiamentos de longo prozo 2.721 2.383 14,2% Impostos diferidos 25 18 38,9% Provisões para planos de pensão e outros benefícios pósemprego 50 47 6,4% Outras provisões de longo prazo 40 34 17,6% Passivos financeiros não circulantes com partes relacionadas 50 36 38,9% Outros passivos financeiros não circulantes 384 340 12,9% Outros passivos não circulantes 66 50 32,0% PASSIVO NÃO CIRCULANTE 3.336 2.908 14,7% TOTAL DO PASSIVO 6.317 6.297-1,4% Capital social 2.807 2.807 0,0% Ações em tesouraria 673 642 - - 18 -

Lucros acumulados e outras reservas 243 (108) -325,0% PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATRIBUÍVEL AOS ACIONISTAS 3.723 3.341 11,4% DA CONTROLADORA Participações não controladoras 1.066 919 16,0% TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 4.789 4.260 12,4% TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 11.106 10.557 5,2% Ativos A redução dos ativos circulantes em 11,7% para R$3,0 bilhões em 31 de março de 2014, deve-se principalmente: A redução do caixa ou equivalente de caixa de R$211 milhões (-23,6%) A redução nas contas a receber de R$282 milhões (-30,7%) Ao aumento nos estoques de R$133 milhões (+13,1%) A redução do caixa e equivalente de caixa foi impulsionada pelo aumento no pagamento de empréstimos pagos, enquanto as contas a receber reduziram devido aos esforços da Companhia para reduzir o capital de giro e em função das novas condições do programa de factoring na TEU. Os estoques aumentaram em razão de volumes mais elevados de proteína e adoçantes, bem como devido ao efeito de perímetro dos recentes investimentos na divisão de cereais. O aumento de 13,2% em base anual em ativos não circulantes deve-se principalmente ao aumento em (i) ativos fixos (+13,9%) de acordo com os programas de investimentos da Companhia no Brasil (tanto para cana-de-açúcar quanto para cereais); (ii) investimentos em associadas (+50,0%); e (iii) ativos biológicos (+16,2%) refletindo os investimentos em plantio de cana-de-açúcar. Passivo A redução de 12,0% no ativo circulante deve-se principalmente: A redução dos empréstimos de curto prazo de R$307 milhões (-16,9%) A redução em contas a pagar de R$140 milhões (-13,2%) O aumento dos outros passivos financeiros de R$63 milhões (+15,6%) O passivo de longo prazo aumentou 14,7% para R$3,3 bilhões e é principalmente composto por empréstimos de longo prazo (82% do total dos passivos de longo prazo). Patrimônio Líquido Nosso patrimônio líquido total teve um acréscimo de 12,4%, de R$4,3 bilhões em março de 2013 para R$4,8 bilhões em março de 2014. Essa variação pode ser explicada por: o aumento de capital na Guarani de R$225 milhões; o lucro líquido no período de R$2 milhões; aos outros resultados abrangentes de R$351 milhões; e aos dividendos pagos pelas subsidiárias de R$49 milhões. Principais mudanças no Balanço Patrimonial Consolidado entre 31 de março de 2013 e 31 de março de 2012-19 -

ATIVOS (Milhões de R$) 31 Mar, 2013 31 Mar, 2012 Variação Caixa e equivalentes de caixa 929 624 48,9% Contas a receber 956 792 20,7% Estoques 1.051 888 18,4% Ativos financeiros circulantes com partes relacionadas 7 7 0,0% Outros ativos financeiros circulantes 511 485 5,4% Impostos a recuperar 40 15 166,7% Outros ativos circulantes 25 13 92,3% TOTAL DO ATIVO CIRCULANTE 3.519 2.824 24,6% Impostos diferidos 497 435 14,3% Ativos biológicos 712 611 16,5% Ativos financeiros disponíveis para venda 31 22 40,9% Ativos financeiros não circulantes com partes relacionadas 23 11-104,0% Outros ativos financeiros não circulantes 285 255 11,8% Investimentos em associadas 59 28 110,7% Imobilizado 4.373 3.802 15,0% Ágio 1.273 1.266 0,6% Outros ativos intangíveis 85 107-20,6% Outros ativos não circulantes 4 3 33,3% TOTAL DO ATIVO NÃO CIRCULANTE 7.342 6.540 12,3% Ativos não circulantes destinados para venda - - - TOTAL DO ATIVO 10.861 9.364 16,0% PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Financiamentos de curto prazo 1.887 1.282 45,6% Fornecedores 1.069 744 43,5% Passivos financeiros circulantes com partes relacionadas 26 32-18,8% Outros passivos financeiros circulantes 412 604-31,8% Provisões de curto prazo 6 5 20,0% Impostos a pagar - circulantes 13 28-53,6% Outros passivos circulantes 58 80-27,5% PASSIVO CIRCULANTE 3.471 2.775 24,3% Financiamentos de longo prozo 2.481 2.368 5,7% Impostos diferidos 142 100 43,0% Provisões para planos de pensão e outros benefícios pósemprego 50 38 31,6% Outras provisões de longo prazo 34 44-22,7% Passivos financeiros não circulantes com partes relacionadas 34 3 935,5% Outros passivos financeiros não circulantes 339 359-5,6% Outros passivos não circulantes 50 50 0,0% PASSIVO NÃO CIRCULANTE 3.130 2.962 6,4% Passivos diretamente associados com ativos não - - circulantes (ou grupo de ativos), classificados como destinado para venda TOTAL DO PASSIVO 6.601 5.737 15,1% Capital social 2.807 2.437 15,2% Ações em tesouraria - - - 20 -

Lucros acumulados e outras reservas 534 424 25,9% PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATRIBUÍVEL AOS ACIONISTAS 3.341 2.861 16,8% DA CONTROLADORA Participações não controladoras 919 766 20,0% TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 4.260 3.627 17,5% TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10.861 9.364 16,0% Ativos Os ativos circulantes aumentaram R$695 milhões para R$3,5 bilhões em 31 de março de 2013, principalmente devido: Ao aumento do caixa ou equivalente de caixa de R$305 milhões (+48,9%) Ao aumento nas contas a receber de R$164 milhões (+20,7%) Ao aumento nos estoques de R$163 milhões (+18,4%) Estoques e contas a receber aumentaram devido ao aumento dos preços das matérias primas (principalmente cereais) que impactou os custos de produção, a valorização dos produtos acabados e seus preços de vendas e finalmente, as contas a receber. O aumento de 12,3% em base anual em ativos não circulantes deve-se principalmente ao aumento em (i) ativos fixos (+15,0%) de acordo com os programas de investimentos da Companhia e (ii) ativos biológicos (+16,5%) refletindo a decisão do do grupo em acelerar a renovação de seus canaviais. Passivo O aumento de 25,1% no ativo circulante deve-se principalmente: Ao aumento dos empréstimos de curto prazo de R$605 milhões (+47,2%) Ao aumento nas contas a pagar de R$323 milhões (+43,7%) À diminuição dos outros passivos financeiros de R$-192 milhões (-31,8%) O passivo de longo prazo aumentou 5,7% para R$3,1 bilhões e é principalmente composto por empréstimos de longo prazo (79% do total dos passivos de longo prazo). Patrimônio Líquido Nosso patrimônio líquido total teve um acréscimo de 17,5%, de R$3,6 bilhões em março de 2012 para R$4,3 bilhões em março de 2013. Essa variação pode ser explicada por: o aumento de capital de R$370 milhões; o aumento de capital na Guarani de R$212 milhões; o prejuízo líquido no período de R$25 milhões; aos outros resultados abrangentes de R$110 milhões, principalmente devido aos efeitos de câmbio e reserva de fluxo de caixa; aos dividendos pagos pelas subsidiárias de R$19 milhões; e às outras alterações no patrimônio líquido de R$-15 milhões. - 21 -

Principais mudanças de 2013 para 2014 na Demonstração de Resultados Consolidada Abaixo consta a reconciliação entre lucro líquido e EBITDA de acordo com a instrução CVM 527/12 e o EBITDA ajustado conforme anteriormente divulgado pela Companhia. O EBITDA ajustado é uma medida de rentabilidade operacional utilizada pelo Conselho de Administração para (i) monitorar os resultados de seus segmentos operacionais, (ii) implementar seus investimentos e estratégia de alocação de recursos, (iii) medida de desempenho de seus diretores executivos. O EBITDA ajustado não é uma medida financeira e contábil definida pelo IFRS ou pelas práticas contábeis adotadas no Brasil como medidas do desempenho financeiro e não deve ser comparável a outros indicadores similares utilizados por outras empresas. O EBITDA ajustado é somente divulgado como uma informação adicional e não deve ser considerado um substituto do fluxo de caixa das atividades operacionais, lucro operacional ou lucro líquido. Milhões de R$ 2014 2013 Lucro Líquido 2 (22) Imposto de renda 47 33 Despesa Financeira Líquida 228 212 Amortização, depreciação e variação devido à colheita 739 649 EBITDA (depois da instrução CVM 527/12) (1) 1.016 873 Equivalência Patrimonial 44 55 EBITDA (antes da instrução CVM 527/12) (2) 973 817 Valor justo dos ativos biológicos (11) (30) Valor justo dos instrumentos financeiros (0) 1 Itens não recorrentes 0 0 EBITDA Ajustado (3) 962 786 (1) EBITDA calculado de acordo com a instrução CVM 527/12, que inclui resultado de equivalência patrimonial. EBITDA corresponde ao lucro (prejuízo) líquido ajustado pelas despesas financeiras líquidas, imposto de renda, amortização, depreciação e variação devido à colheita. (2) EBITDA apresentado pela Companhia excluindo a resultado de equivalência patrimonial. (3) EBITDA ajustado corresponde ao EBITDA de acordo com a instrução CVM 527/12 excluindo o efeito do ajuste no valor justo dos instrumentos financeiros e ativos biológicos e itens não-recorrentes (principalmente venda de ativos), e resultado de equivalência patrimonial. - 22 -

(Milhões de R$) 2014 2013 Receita Líquida 8.339 7.402 Custo dos produtos vendidos (6.981) (6.219) Lucro Bruto 1.359 1.183 Despesas com distribuição (643) (563) Despesas gerais e administrativas (536) (477) Outras recertas (despesas) operacionais 53 26 Lucro (prejuízo) Operacional 234 169 Receita (despesas) Financeiras Líquidas (228) (212) Despesas financeiras (566) (716) Receitas financeiras 338 504 Resultado de equivalência patrimonial 44 55 Lucro Líquido Antes dos Impostos 50 13 Imposto de renda e contribuição social (47) (33) Lucro (prejuízo) Líquido 2 (22) Atribuível às Participações não Controladoras (30) (25) Atribuível aos Acionistas da Controladora 33 4 Receita Líquida A receita líquida atingiu R$ 8,3 bilhões, um aumento de 13% em relação ao ano de 2012/13, devido principalmente ao aumento no volume de vendas na maioria dos segmentos, além do aumento nos preços de etanol no Brasil e do efeito positivo cambial da desvalorização do Real em relação ao Euro. Contudo, o aumento da receita foi parcialmente compensado por preços menores de açúcar e uma redução nos preços de amido e adoçantes, em linha com a queda nos preços dos cereais e fraca demanda na UE. Brasil No ano, as receitas passaram de R$ 2,0 bilhões para R$ 2,2 bilhões em 2013/14, um aumento explicado pelos maiores volumes de açúcar, etanol e energia. O aumento nos preços de etanol mais que compensou a queda no preço do açúcar, resultando em um leve impacto positivo. As receitas de açúcar corresponderam a 58% das receitas totais. Já as receitas de etanol representaram 32%, e as de energia 5%, sendo o restante representado por outras receitas. Amido & Adoçantes No ano 2013/14, a receita líquida aumentou 24%, chegando a R$ 4,2 bilhões, explicada pelo impacto positivo de volume com o aumento da capacidade na unidade Marckolsheim e elevação da produção na unidade Syral Halotek no Brasil e da linha de proteína na unidade Lillebonne. O aumento dos preços de coprodutos (principalmente o proteína) também contribuiu para a elevação da receita. Tais efeitos - 23 -

limitaram parcialmente o impacto da queda de preços de amidos e adoçantes, afetados pelo menor preço médio de cereais durante o ano e aumento da concorrência em um cenário de baixa demanda na Europa. Álcool & Etanol Europa No ano, as receitas atingiram R$ 848,4 milhões, comparadas a R$ 1,1 bilhão em 2012/13, devido principalmente ao término das vendas de trading de etanol neste segmento a partir do 3T 13/14. África/Oceano Índico No ano 2013/14, as receitas atingiram R$ 1,1 bilhão, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. O aumento da receita é explicado, principalmente, pelo maior volume e impacto cambial no Oceano Índico, que mais que compensaram o efeito negativo dos preços em todo o segmento e a queda de volumes na África. EBITDA Ajustado O EBITDA ajustado totalizou R$ 961,8 milhões, comparados à R$ 786,4 milhões em 2012/13, 22% acima em base anual. A divisão de cana-de-açúcar no Brasil foi a que mais contribuiu para essa melhora, devido à maior diluição de custos como resultado do aumento dos volumes e vendas de energia. Brasil No ano, o aumento dos volumes vendidos, que reduziu os custos unitários, somado ao efeito positivo do preço do etanol e aos ganhos iniciais com o programa Guarani 2016, levou a uma expansão do EBITDA ajustado de 39% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 518,4 milhões, com margem de 23,4%. Amido & Adoçantes No ano, o EBITDA ajustado atingiu R$ 192,8 milhões, uma queda de 6% em relação ao ano anterior, acompanhado de redução de 6,0% para 4,6% na margem, devido ao cenário de forte concorrência no mercado e baixa demanda na UE, o que impossibilitou à Companhia maximizar-se dos investimentos previamente realizados e de recompor as margens sobre os custos de matéria-prima. Contudo, os primeiros benefícios do programa Performance 2015 já podem ser observados. Álcool & Etanol Europa No ano 2013/14, o EBITDA ajustado foi de R$ 75,3 milhões, registrando forte aumento frente aos R$ 27,6 milhões no ano anterior. Essa melhora é explicada principalmente por menores preços de insumos, devido principalmente ao crescimento dos volumes de proteína e melhor desempenho operacional, e também pelos ganhos iniciais com o programa Performance 2015, que mais que compensaram o impacto negativo da queda nos preços do etanol. Esse resultado foi acompanhado de aumento das margens, em parte devido ao encerramento das atividades de comercialização de etanol, passando de 2,6% em 2012/13 para 8,9% este ano. África/Oceano Índico No ano, o EBITDA ajustado atingiu R$ 184,1 milhões, registrando leve queda de 3% em relação a 2012/13, devido ao efeito cambial positivo e desempenho estável na região do Oceano Índico, apesar da queda nos resultados em Moçambique, reflexo de menores volumes de açúcar. Com isso, a margem EBITDA ajustado foi de 17,3% contra 20,1% no ano anterior. - 24 -

Despesa Financeira Líquida As despesas financeiras líquidas somaram R$228,0 milhões, comparadas a R$212,0 milhões em 2012/13. As despesas com juros, de maneira isolada, aumentaram para R$224,0 milhões contra R$185,0 milhões no ano anterior. Lucro Líquido O lucro líquido (atribuível aos acionistas da controladora) atingiu R$ 33,0 milhões contra R$ 3,7 milhões no ano anterior. - 25 -

Principais mudanças de 2012 para 2013 na Demonstração de Resultados Consolidada Abaixo consta a reconciliação entre lucro líquido e EBITDA de acordo com a instrução CVM 527/12 e o EBITDA ajustado conforme anteriormente divulgado pela Companhia. O EBITDA ajustado é uma medida de rentabilidade operacional utilizada pelo Conselho de Administração para (i) monitorar os resultados de seus segmentos operacionais, (ii) implementar seus investimentos e estratégia de alocação de recursos, (iii) medida de desempenho de seus diretores executivos. O EBITDA ajustado não é uma medida financeira e contábil definida pelo IFRS ou pelas práticas contábeis adotadas no Brasil como medidas do desempenho financeiro e não deve ser comparável a outros indicadores similares utilizados por outras empresas. O EBITDA ajustado é somente divulgado como uma informação adicional e não deve ser considerado um substituto do fluxo de caixa das atividades operacionais, lucro operacional ou lucro líquido. Milhões de R$ 2013 2012 Resultado Líquido (25) 157 Imposto de renda 38 103 Despesa Financeira Líquida 222 138 Amortização, depreciação e variação devido à colheita 689 580 EBITDA (de acordo com a instrução CVM 527/12) (1) 923 978 Resultado de Equivalência Patrimonial (20) (11) EBITDA (de acordo com a definição da Companhia antes da instrução CVM 903 967 527/12) (2) Valor justo dos ativos biológicos (34) 11 Valor justo dos instrumentos financeiros (1) (35) Itens não recorrentes 0 16 EBITDA Ajustado (3) 869 959 (1) EBITDA calculado de acordo com a instrução CVM 527/12, que inclui resultado de equivalência patrimonial. EBITDA corresponde ao lucro (prejuízo) líquido ajustado pelas despesas financeiras líquidas, imposto de renda, amortização, depreciação e variação devido à colheita. (2) EBITDA apresentado pela Companhia excluindo a resultado de equivalência patrimonial. (3) EBITDA ajustado corresponde ao EBITDA de acordo com a instrução CVM 527/12 excluindo o efeito do ajuste no valor justo dos instrumentos financeiros e ativos biológicos e itens não-recorrentes (principalmente venda de ativos), e resultado de equivalência patrimonial. - 26 -