Pressão Arterial Profª. Claudia Witzel
Pressão do sangue Quando o volume de sangue que sai do coração é maior do que o determinado pela Organização Mundial de Saúde, ou seja, acima de 130 x 85 mmhg. A modificação que ocorre na força de bombeamento do sangue pode acontecer devido à variação da espessura do sangue, da freqüência cardíaca e da elasticidade dos vasos.
Pode acarretar Infarto do miocárdio, AVC acidente vascular cerebral, Insuficiência renal, Hemorragias, Cardiopatia isquêmica, Aumento do coração, Aneurisma, Comprometimento da retina e outros.
Fatores de risco OBESIDADE: por si só ela sobe a pressão. Também aumenta a retenção de sal. SAL (cloreto de sódio): os mecanismo ainda não estão explicados, mas é provado que sal em excesso eleva e sua redução faz cair a pressão. FALTA DE EXERCÍCIO: o sedentarismo atua por mecanismos iguais aos da obesidade. A atividade física regular diminui a pressão em cerca de 15% a 20%. COLESTEROL ELEVADO: aumenta o risco de entupimento dos vasos. A hipertensão agrava o quadro aumentando a chance de problemas cardíacos.
BEBIDAS ALCOÓLICAS: a doença é duas vezes mais frequente entre as pessoas que bebem demais do que entre os que consomem com moderação. STRESS: doses elevadas dos hormônios adrenalina e noradrenalina contraem as artérias, exigindo um maior esforço do coração. HERANÇA GENÉTICA: filhos de pais com pressão alta têm o dobro de chances de manifestar a doença. IDADE E SEXO: o risco aumenta a partir dos 30 anos nos homens e depois da menopausa nas mulheres. ETNIA: a população negra apresenta maior número de casos. TABAGISMO: a nicotina aumenta a pressão arterial.
A crise hipertensiva inicia repentinamente e a pessoa pode apresentar: sensação de mal-estar ansiedade e agitação cefaléia severa tontura borramento da visão dor no peito tosse e falta de ar
Crise é acompanhada de sinais e sintomas em outros órgãos No rim, surge hematúria, proteinúria e edema. No sistema cardiovascular, falta de ar, dor no peito, angina, infarto, arritmias e edema agudo de pulmão. No sistema nervoso, acidente vascular do tipo isquêmico ou hemorrágico, com convulsões, dificuldade da fala e da movimentação. Na visão, borramento, hemorragias e edema de fundo de olho.
Tratamentos O tratamento sem medicamento: Reduzir o peso corporal através de dieta calórica controlada: substituir as gorduras animais por óleos vegetais, diminuir os açúcares e aumentar a ingestão de fibras Reduzir o sal de cozinha, embutidos, enlatados, conservas, bacalhau, charque e queijos e salgados.
Reduzir o consumo de álcool Exercitar-se regularmente 30-45 minutos, de três a cinco vezes por semana Abandonar o tabagismo Alimentação saudável.
Controlar o estresse Reduzir o sal Evitar drogas que elevam a pressão arterial: anticoncepcionais, antiinflamatórios, moderadores de apetite, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides, derivados da ergotamina, estimulantes (anfetaminas), cafeína, cocaína e outros.
Tratamento O medicamento deve ser eficaz por via oral e bem tolerado Deve permitir o menor número de tomadas diárias O tratamento deve ser iniciado com as doses menores possíveis e se necessário aumentado gradativamente ou associado a outros, com o mínimo de complicações
Tratamento Custo compatível com as condições socioeconômicas do paciente Necessário por toda a vida. Os controles médicos devem ser periódicos para o acerto das dosagens medicamentosas e acompanhamento da evolução da doença cardiovascular