COMPLEXO DO OMBRO Cinesiologia e Biomecânica
Ossos Úmero Escápula Clavícula Esterno Costelas
Esterno, clavículas e costelas Esterno: manúbrio, corpo e processo xifóide; Clavículas: osso cilíndrico em S com extremidade esternal e extremidade acromial; Costelas: articulam-se com as clavículas e com o esterno.
Escápulas Acrômio; Processo coracóide; Espinha da escápula; Fossa supra e infra-espinhosa; Faces, bordas e ângulos; Tubérculo supra e infra-glenóide.
Tubérculo maior e menor; Crista do tubérculo maior e menor; Colo anatômico e cirúrgico; Sulco bicipital ou intertubercular; Tuberosidade deltoidéa. Úmero
Articulações Esternoclavicular (EC) ( AC ) Acromioclavicular ( GU ) Glenoumeral ( ET ) Escapulotorácica Supra-umeral (subacromial) Sulco bicipital
Componentes da articulação EC Esternoclavicular Articulação selar*; Esterno, clavículas e primeiras costelas D e E Lig. interclavicular Lig. esternoclavicular anterior e posterior Lig. costoclavicular Disco ou fibrocartilagem articular * dupla/esferóide: esternoclavicular e costoclavicular
Movimentos da esternoclavicular (EC) Elevação - 30 a 45º. Depressão - 5 a 10º. Protração e Retração - 15º. Rotação - 20º.
Componentes da articulação AC ( AC ) Acromioclavicular Articulação plana Escápula (acrômio) e clavícula Lig. capsulares Lig. acromioclavicular Lig. coracoclavicular (ligamentos conóide ( trapezóide e
Articulações Acromioclavicular e Glenoumeral
Movimentos da acromioclavicular Elevação cerca de 20. Depressão - no máximo de 8. Protração e Retração no máximo de 8. Rotação transversa da escápula - 40º. Rasch e Burke.
Componentes da articulação ( GU ) Glenoumeral Articulação esferóide Escápula e úmero Cavidade glenóide Labrum ou lábio glenóide Cápsula articular Ligamentos gleno-umerais superior, médio e inferior; Ligamento coraco-umeral Arco coracoacromial: processo coracóide, acrômio e ligamento coracoacromial
Cavidade glenóide - Labrum
( GU ) Movimentos da glenoumeral Flexão 167 graus Hiperextensão 62 graus Abdução 184 graus Flexão horizontal 135 graus Extensão horizontal 53 graus Rotação interna 70 graus Rotação externa 90 graus
Ritmo escapuloumeral
Articulação Escapulotorácica serrátildofásciaaentrefuncionalarticulação anterior e a do tórax. Funções da articulação escapulotorácica: Aumenta a ADM do membro superior; Favorece ação do deltóide acima de 90 do ombro; Estabiliza GU para movimentos acima da cabeça; Amortecedor de forças aplicadas com o membro superior estirado; Elevação do ombro na marcha com muletas ou em transferências.
Movimentos da escapulotorácica Elevação - 60º. Depressão - 5 a 10º. Protração - 25º. Retração - 25º. Rotação para cima - 60º. Rotação para baixo - 60º.
Articulação Escapulotorácica ou Escapulodorsal ELEVAÇÃO GIRO INFERIOR GIRO SUPERIOR DEPRESSÃO
Componentes da articulação Subacromial ou supra-umeral Espaço entre a cabeça do úmero e o arco coracoacromial; Arco coracoacromial: processo coracóide, acrômio e ligamento coracoacromial; Importância clínica: propensão a lesão dos tendões dos músculos do manguito rotador, tendão bicipital, cápsula e seus ligamentos e as bolsas subdeltoidéa e subacromial.
Componentes da articulação Subacromial ou supra-umeral
O Sulco Bicipital Tendão da cabeça longa do bíceps; Sulco intertubercular do úmero; Ligamentos: coracoumeral e umeral transverso; Cápsula articular reflexão da membrana sinovial;
O Sulco Bicipital
Músculos da Glenoumeral Manguito Rotador Supra-espinhoso, subescapular, infraespinhoso e redondo menor. Reforço intimo da cápsula articular pelos seus tendões de fixação; Importância clínica: Impacto contra o processo coracóide ou o arco coracromial.
SUPRA-ESPINHOSO: O.: 2/3 mediais da fossa supraespinhosa da escápula. I.: Tubérculo maior do úmero e cápsula articular do ombro. A.: Abduz da articulação do ombro e estabiliza a cabeça do úmero na superfície glenóide. INFRA-ESPINHOSO: O.: 2/3 mediais da fossa infraespinhosa da escápula. I.: Tubérculo maior do úmero e cápsula articular do ombro. A.: Rotação externa da articulação do ombro e estabilização da cabeça do úmero na superfície glenóide.
SUBESCAPULAR: O.: Fossa subescapular da escápula. I.: Tubérculo menor do úmero e cápsula articular do ombro. A.: Rotação interna da articulação do ombro e estabiliza a cabeça do úmero na superfície glenóide. REDONDO MENOR: O.: 2/3 superiores na região posterior da borda lateral da escápula. I.: Tubérculo maior do úmero e cápsula articular do ombro. A.: Rotação externa da articulação do ombro e estabilização da cabeça do úmero na superfície glenóide.
PEITORAL MENOR O.:Superfície anterior da terceira à quinta costela. I.: Processo coracóide da escápula. A.: Abdução, depressão e rotação inferior da escápula. SUBCLÁVIO O.:Tendão na junção da primeira costela e sua cartilagem costal. I.: Superfície inferior do terço medial da clavícula. A.: Depressão lateral da clavícula.
SERRÁTIL ANTERIOR O.: Superfície externa das oito ou nove costelas superiores; I.: Superfície anterior da borda medial (vertebral) da escápula. A.: Abdução e rotação para cima da escápula. ELEVADOR DA ESCÁPULA O.: Processos transversos das primeiras 4 vértebras cervicais; I.: Bordo medial da escápula entre o ângulo superior e base da espinha da escápula; A.: Elevação e rotação para baixo da escápula.
TRAPEZIO O.: Fibras superiores: base do crânio, protuberância occipital e ligamentos posteriores. Fibras médias: processos espinhosos de T1-T5; Fibras inferiores: Processos espinhosos de T6 a T12. I.: Terço lateral da clavícula e processo do acrômio. Margem medial do acrômio e borda superior da espinha da escápula. Base da espinha da escápula. A.: Elevação e rotação superior; Elevação, adução e rotação superior; Depressão, adução e rotação superior da escápula.
ROMBÓIDES: O.: Processos espinhosos de C7-T5;. I.: Borda medial da escápula, abaixo da espinha.. A.: Adução e rotação inferior da escápula. REDONDO MAIOR: O.: Superfície posterior do ângulo inferior e 1/3 inferior da borda lateral da escápula. I.: Crista do tubérculo menor do úmero. A.: Extensão, adução e rotação interna do ombro.
DELTÓIDE: O.: Fibras anteriores: terço lateral da clavícula; Fibras médias: superfície acromial; Fibras posteriores: Espinha da escápula. I.: Tuberosidade deltoidea do úmero. A.: Flexão, rotação interna e adução horizontal do ombro. Abdução do ombro. Extensão, hiperextensão, rotação externa e abdução horizontal. CORACOBRAQUIAL: O.: Processo coracóide da escápula. I.: Superfície medial da diáfise do úmero. A.: Flexiona e aduz a articulação do ombro.
GRANDE DORSAL: O.: Processos espinhosos de T6-T12, vértebras lombares e sacrais, crista ilíaca e últimas 3 ou 4 costelas; I.: Sulco intertubercular do úmero; A.: Extensão, hiperextensão, rotação interna e adução do ombro. PEITORAL MAIOR: O.: Fibras superiores (porção clavicular): superfície anterior da metade medial da clavícula. O.: Fibras inferiores (porção esternocostal): Superfície anterior do esterno e cartilagens costais das primeiras 6 ou 7 costelas. I.: Crista do tubérculo maior do úmero. A.: Flexão, rot. Int. e adução horizontal. A.: Extensão, rot. Int. e adução horizontal.
Bibliografia http://www.scoi.com/sholanat.htm http://movimento.incubadora.fapesp.br/portal/referencias/ PAulo/Cinesiologia/complexo %20articular%20do%20omb ro.pdf NAPAN PROF. PAULO LUCARELI MOREIRA E RUSSO RASCH NETTER