Ficha de Unidade Curricular



Documentos relacionados
Programa de Unidade Curricular

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança. Mestrado em: Animação Artística

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014

PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP)

ELEMENTOS ESTRUTURANTES DA LINGUAGEM PLÁSTICA A TEXTURA OFICÍNA DAS ARTES. 1º Período / Novembro / 12º C

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO FINANCEIRA Ano Lectivo 2010/2011

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

1.º Objectivo. 2.º Pré-requisitos de acesso

Reforço em Matemática. Professora Daniela Eliza Freitas. Disciplina: Matemática

Ficha de Unidade Curricular

Proposta de Intervenção Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Na definição da Política de Gestão de Recursos Humanos da OPWAY são factores determinantes:

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico 3º ANO

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA A NÍVEL DE ESCOLA DE INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (PROVA 24)

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA Ano Lectivo 2010/2011

Ficha de Unidade Curricular

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso null - null. Ênfase. Disciplina A - Metodologia da Pesquisa em Arte

Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano

Manual de Boas Práticas no Moodle

Redes de Computadores

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 2014 / PORTUGUÊS 5.º e 6.º Anos

Tecnologias, Materiais e Técnicas de Construção V

Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e. saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TECNOLOGIA E SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTABILIDADE PÚBLICA Ano Lectivo 2013/2014

Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de Agosto

D e p a r t a m e n t o d e C i ê n c i a s E x p e r i m e n t a i s G r u p o CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de 2013/2014

Apresentação da disciplina

DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 7º Ano

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO COMERCIAL E DAS VENDAS Ano Lectivo 2015/2016

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

27/3/ :15:32-8º ANO CIRMEN PARA O PORTAL

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Ano Lectivo 2014/2015

Comunicação. O Cartaz. Escola Básica Integrada da Quinta do Conde Educação Visual e Tecnológica

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL Ano Lectivo 2015/2016

Programa de Formação. Código - Designação

No arquivo Exames e Provas podem ser consultados itens e critérios de classificação de provas desta disciplina.

Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura (x ) tecnólogo

Programa de Matemática 2º ano

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Componente Curricular: APLICATIVOS INFORMATIZADOS NA ENFERMAGEM

Universidade Lusíada (Vila Nova de Famalicão) MATEMÁTICA. Regente da unidade curricular: Manuel Arménio Almeida (Eng. Civil )

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso Arquitetura e Urbanismo. Ênfase

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OPÇÃO IV - FEDERALISMO FINANCEIRO E A UNIÃO EUROPEIA Ano Lectivo 2015/2016

Informação-Prova de Equivalência à disciplina de: Aplicações Informáticas B. 1. Introdução. Ensino Secundário. Ano letivo de 2011/12

Atualizado em: 10/08/2010

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO ECONÓMICO Ano Lectivo 2015/2016

REGULAMENTO DE TRABALHO EXPERIMENTAL EM BIOLOGIA MARINHA DO MESTRADO EM BIOLOGIA MARINHA

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Estágio Ano Lectivo 2010/2011

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Escola Básica 1,2,3/JI de Angra do Heroísmo. Critérios de Avaliação em Língua Estrangeira. (1º ciclo)

Plano de Ensino Ano: 2010 Semestre 2 Disciplina: NAD7 Desenho Técnico e Metodologia do Projeto. Carga horária. Teórica 40 h, Prática 32 h.

PÓS-GRADUAÇÃO EM DANÇA CONTEMPORÂNEA

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DESIGN INCLUSIVO Ano Lectivo 2015/2016

NAPE. Núcleo de Apoio PsicoEducativo. Divisão de Assuntos Sociais

Cursos Vocacional Informática e Tecnologias Web Planificação Anual Educação Física

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ECONOMIA DO TURISMO Ano Lectivo 2015/2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Ano Letivo: Grupo Disciplinar: Contabilidade Pública ECTS: 4,5. Regime: EL. Semestre: S2

Nº horas ESTRATÉGIAS RECURSOS AVALIAÇÃO

1 EMENTA 2 OBJETIVOS DO COMPONENTE CURRICULAR

CURSO VOCACIONAL DE ARTE E PUBLICIDADE

CURSO ENGENHARIA CIVIL

ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO. CRITÉRIOS de AVALIAÇÃO do GRUPO de ARTES VISUAIS ANO LETIVO de

RELATÓRIO DA FORMAÇÃO

Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;

Componente Curricular: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PLANO DE CURSO

Nº de respostas 78 A. Auto-avaliação: 1. Mau 2. Razoáve 3. Bom 4. Muito Bom Não respond.

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL

Deve ainda ser tido em consideração o Despacho Normativo n.º 24-A/2012, de 6 de dezembro, bem como o Despacho n.º 15971/2012, de 14 de dezembro..

PRÁTICAS CURRICULARES MATEMÁTICA

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Edital Nº04/2008 Seleção de Tutores a Distância para os cursos de:

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015/2016

PLANO DE ENSINO. Senso crítico e capacidade de contextualização 1

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE FÍSICO-QUÍMICA

Transcrição:

Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação: Desenho 2 Área Científica: Desenho Ciclo de Estudos: 1º Ciclo Carácter: Obrigatória Semestre: 1º ECTS: 6 Tempo de Trabalho: Horas de Contacto: 81 Horas de Trabalho Autónomo: 81 Total: 162 Pré-Requisitos: Conhecer e saber utilizar de forma criteriosa os materiais do Reconhecer as primitivas do Ter noções de perspectiva Saber utilizar os recursos do como meios expressivos de comunicação visual Conhecer e saber aplicar regras de composição Conseguir desenhar autonomamente Objectivos de Aprendizagem: Gerais: 1) Conhecer e saber utilizar de forma criteriosa os materiais do 2) Saber utilizar a cor como meio expressivo 3) Desenhar o corpo humano 4) Saber modelar 5) Saber desenhar em perspectiva 6) Saber utilizar o como um meio para ver e conhecer 7) Entender os processos do para o desenvolvimento de uma ideia e sua problematização

8) Saber utilizar os recursos do como meios expressivos de comunicação visual 9) O aluno deverá conseguir desenhar autonomamente e ter capacidade de prosseguir por uma via de auto aprendizagem no campo do Específicos: 1. Conhecer e saber utilizar de forma criteriosa os materiais do 1.1.1 Saber escolher e aplicar os materiais correctos à investigação de cada problema. 1.1.2 O aluno deverá saber aplicar correctamente os meios do 1.1.3 O aluno deverá saber encontrar no mundo a sua inspiração visual e conseguir organizá-la construção e manutenção de um caderno-projecto pessoal de. 1.2 O aluno deverá saber encontrar soluções criativas para a utilização expressiva e imaginativa dos materiais do. 2. Saber utilizar a cor como meio expressivo 2.1 Utilizar a cor para distinguir formas, materiais, funções e conceitos 2.2 Utilizar a cor para caracterizar ideias 2.3 Utilizar a cor para registar materiais 2.4 Utilizar a cor em conjunto com outros meios marcadores como forma expressiva 3. Desenhar o corpo humano 3.1 O aluno deverá desenhar o corpo humano, entendendo as suas proporções e movimentos 3.2 Saber desenhar o corpo humano expressivamente à vista e de memória 4. Saber modelar 4.1 Saber utilizar o claro/escuro e diferenças tonais para comunicar volume e movimento

4.2 Saber traduzir o em várias dimensões: ex., de uma representação em 2D para outra em 3D e desta para 4D, ou de uma representação em 3D para um modelo tridimensional e o contrário. 5. Saber desenhar em perspectiva 5.1 Conhecer os sistemas de representação de perspectiva e utilizá-los criteriosamente: axonometrias e cónica 5.2 Entender a relação entre perspectiva geométrica e visão 5.3 Saber desenhar adaptando as regras ao fim da representação 6. Saber utilizar o como um meio para ver e conhecer 6.1 Saber, através do, dar forma ao mundo visual 6.2 Saber, através do, dar forma às suas ideias 6.3 Saber tornar visível o jogo entre conhecimento e imaginação 6.4 Saber ver pelo como um modo de expressão individual. 7. Entender os processos do para o desenvolvimento de uma ideia e sua problematização 7.1 Saber utilizar o esboço nas suas dimensões de: 7.1.1 Esboço rápido 7.1.2 Esboço inicial 7.1.3 Esboço funcional 7.1.4 Esboço de materiais 7.1.5 Esboço de formas preliminares ou esboço de trabalho, relação entre as várias dimensões do esboço 7.1.6 Saber utilizar o esboço para a exploração e desenvolvimento de conceitos 7.2 Saber utilizar o num processo de problematização com inicio no esboço 7.2.1 Saber desenvolver um processo de raciocínio a partir de esboços de trabalho e de conceito 7.2.2 Saber desenhar com vista ao esclarecimento e apresentação de um conceito 7.2.3 Saber desenhar adequando as formas a conceitos e materiais 7.3 Saber fazer uma apresentação de s 7.3.1 Dominar o como ferramenta de comunicação

7.3.2 Desenhar um conceito 7.3.3 Desenhar uma forma 7.3.4 Apresentar um resultado 8. O aluno deverá saber utilizar os recursos do como meios expressivos de comunicação visual 8.1 Saber utilizar os recursos tradicionais 8.2 Saber utilizar recursos computacionais 8.2.1 Entender as semelhanças e diferenças entre o tradicional e o através de ferramentas informáticas 8.2.2 Conhecer as capacidades expressivas do cruzamento de meios. 9. Saber expor/comunicar conceitos temporais através das formas do 9.1 Saber desenhar para apresentar: 9.1.1 Um esquema/manual de manuseamento 9.1.2 Um esquema/manual de montagem 9.1.3 Uma forma imaginada com aplicação de materiais 10. O aluno deverá conseguir desenhar autonomamente e ter capacidade de prosseguir por uma via de auto aprendizagem no campo do 10.1 O aluno deverá ter capacidade para saber pesquisar em 10.2 O aluno deverá ter capacidade para detectar, compreender e resolver problemas passíveis de serem resolvidos pelo, de forma criativa, imaginativa, rigorosa e expressiva. Transversais: 1. Desenvolver capacidades cognitivas e metodológicas suficientes para a profissionalização. 2. Desenvolver competências necessárias a um trabalho autónomo. 3. Desenvolver competências suficientes para a auto-regulação da aprendizagem. 4. Desenvolver competências que a longo prazo permitam uma actualização formativa.

5. Desenvolver a capacidade de pesquisa e de interligação entre elementos de naturezas diferentes. 6. Desenvolver competências que lhes permitam comunicar informação, ideias problemas e soluções, tanto a públicos constituídos por especialistas como por não especialistas. 7. Compreensão de textos numa língua diferente da portuguesa específicos da área. 8. Apresentar sentido crítico e capacidade de problematização em relação a estudos de caso da sua área de especialização. 9. Capacidades de representação, expressão e construção no domínio gráfico segundo uma estratégia de comunicação. Conteúdo Programático: 1. O caderno-projecto pessoal: o aluno irá desenvolver um projecto semestral assente em premissas semanais 2. Expressividade: aprofundamento do carácter individual da expressividade e adequação à propriedades de cada proposta. A cor suas dimensões, modos de distinguir e de expressão. 3. Perspectiva: uma abordagem histórica. Ver e desenhar em duas dimensões num mundo em que se tropeça, contornar a persistência do tamanho, o plano que nos atravessa os olhos: A figura fundo e a continuidade do espaço perceptivo, dois modelos de análise para o mesmo mundo. 4. Representação e modelos: sombras, perspectiva, luz e contorno. 5. Ver e conhecer: desenvolver a relação entre o acto de desenhar e conhecer, o como processo, o reconhecimento e a atenção. O e a intuição, o papel do acaso no. 6. As tecnologias informáticas e o : a expressividade do feito com recurso ao computador e relação com o realizado com meios tradicionais. Analogias entre os meios. Ver através do computador. 7. Cor: dimensões, distinção e expressão. 8. Corpo humano: de modelos.

9. O tempo: artes sequenciais, manuais, animação, banda desenhada. Metodologia de Aprendizagem: Presencial: Os conteúdos programáticos serão abordados de forma expositiva e de forma prática. A sua forma expositiva será de introdução aos temas a desenvolver ao longo de exercícios práticos curtos e longos. Os exercícios curtos serão de carácter rápido e directo, e assentarão na aquisição e prática de conhecimentos a realizar ao longo das aulas. Os exercícios longos serão para desenvolver ao longo de várias sessões e de forma autónoma por parte dos estudantes. Os tipos de exercício propostos podem ser realizados individualmente ou em grupo, dependendo da natureza dos conteúdos programáticos a serem abordados. Deverão ter sempre que possível um carácter essencialmente experimental. Serão realizadas aulas teóricas sempre que o assunto exija uma reflexão intrínseca ao ou uma actividade comparativa com outras áreas transversais ao. Cada proposta de trabalho incidirá sobre parte do programa e serão explicitamente comunicados aos alunos os objectivos específicos de cada trabalho a realizar. Autónoma: Desenvolvimento e aprofundamento das pesquisas propostas nas aulas, assentes nos conteúdos programáticos abordados. Pesquisa de textos e obras que sirvam para enriquecer o conhecimento sobre as várias áreas que o ocupa no conjunto dos diversos saberes com vista a alargar o entendimento possível acerca dos tópicos abordados nas aulas. Será valorizada a pesquisa que consiga estender as ligações dos temas abordados para campos inesperados, desde que devidamente fundamentada. Avaliação de Competências: Avaliação continua. A avaliação contínua assentará no acompanhamento do desenvolvimento do percurso do estudante na sua relação permanente com as matérias da Unidade

Curricular de Desenho 2, para esta avaliação será ponderado o tempo dispendido tanto presencial como autonomamente pelo estudante na prossecução das suas pesquisas. Para a avaliação continua serão também tidos em conta os exercícios curtos desenvolvidos pelos estudantes, assim como a forma crítica como abordam e aplicam os conteúdos que vão sendo apresentados. Os critérios de avaliação são: 1) Capacidade de entendimento e problematização dos conteúdos programáticos leccionados 2) Espírito critico e de experimentação face à resolução dos problemas 3) Imaginação e criatividade na localização e resolução de problemas 4) Capacidade de auto-regulação da aprendizagem 5) Capacidade de pesquisar autonomamente e de relacionar conteúdos entre si e com elementos extrínsecos e complementares às problemáticas abordadas de forma devidamente fundamentada 6) Capacidade de desenvolver um processo de com rigor 7) Capacidade para utilizar criteriosamente os materiais do 8) Capacidade para entender o numa fase inicial como uma prática constante que tem como uma das suas consequências a produção de grandes quantidades de s. 9) Domínio dos objectivos da aprendizagem. Bibliografia Recomendada: Não tem, considera-se a bibliografia complementar como aquela que deve ser utilizada para o desenvolvimento de competências num regime de auto-regulação da aprendizagem.