HIDROVIAS DO SUDESTE / SUL OS DESAFIOS DA INTERMODALIDADE HIDROVIA TIETÊPARANÁ Departamento Hidroviário Oswaldo F. Rossetto Jr. Diretor Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ 30 de agosto de 2006
ECLUSAS, CANAIS E SINALIZAÇÃO NA HIDROVIA TIETÊPARANÁ
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA, PROTEÇÃO DE PILARES E AMPLIAÇÃO DE VÃOS DE PONTES
HIDROVIA TIETÊ PARANÁ RESTRIÇÕES COM DESMEMBRAMENTO DE COMBOIOS SITUAÇÃO EM FEVEREIRO DE 2006
OBRAS COMPLEMENTARES NA HIDROVIA TIETÊ PARANÁ MOEDA: R$ 10^3 BASE: Jun 2006 PROGRAMA / OBRAS ITEM Recurso 2006 ( Eliminação de Restrições Operacionais na HTP ) 1 Ampliação de Vãos de Navegação e Proteção de Pilares nos Cruzamentos com pontes Rodoviárias e Ferroviárias. 1.1 Estudo de alternativas para ampliação de vãos de pontes. 1.2 SP 255 rio Tietê Implantação Proteção dos Pilares do Vão de Navegação. 1.3 Acompanhamento Técnico Obras da SP 255 1.4 3.258 E 2007 2008 2009 21.415 14.270 24.200 63.143 96 96 E/U TOTAL 4.460 2.565 1.895 E 47 33 80 SP 333 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E/U 275 8.915 9.190 1.5 SP 425 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E/U 275 9.705 1.6 Ferroviaria Ayrosa Galvão Ampliação do Vão de Navegação E 300 3.580 7.200 11.080 1.7 SP 191 rio Tietê Ampliação do Vão de Navegação. E 300 3.690 7.300 11.290 1.8 SP 147 rio Tietê Relocação / Nova Proteção e Nova Ponte. E 300 7.000 9.700 17.000 2 Ampliação e Retificação de Canais de Navegação Existentes 334 7.156 3.850 2.470 13.810 2.1 Res. Ibitinga Canal de acesso à montante da Eclusa. E/U 40 3.290 3.330 2.2 Res. Ibitinga Derrocamento a frio a jusante de Bariri. E 224 2.3 Res. Nova Avanhandava Canal de aproximação da ponte da SP 425. E/U 70 1.365 1.435 2.4 Res. Bariri Canal submerso entre Igaraçu e jusante da Eclusa de Barra Bonita. E/U 2.5 Res. Barra Bonita rio Tietê Retificação em trechos de rota do Km 25 ao 110 e remoção de pontos altos. E 3.030 2.6 Rota de Navegação do rio Piracicaba Retificação com destocamento submerso em 25 km de rota. E 820 3 Modernização Tecnológica e Monitoramento Ambiental 3.1 Aquisição de Equipamentos de Segurança Fornecimento e Instalação de Pontos de Espera. E/U 3.2 Implantação do Sistema de Monitoramento e Controle Operacional da Hidrovia Tietê Paraná. E SUB TOTAL ( RECURSOS DH / ESTADO / UNIÃO ) 4 OBRAS A CARGO DAS GERADORAS 4.1 CESP Proteção dos Pilares do Vão de Navegação da Ponte dos Barrageiros. 4.2 AES Tietê: 4.2.1 Garagem de Espera do canal a jusante da Ponte da SP 461 4.2.2 Barra Bonita Alteamento da Máscara de jusante da Eclusa 4.2.3 Ibitinga Modernização do Sistema de Defensas do Muro Guia Fixo a jusante da Eclusa 4.2.4 Promissão Amortecedor de ondas da Eclusa TOTAL ( RECURSOS DH / ESTADO / UNIÃO e GERADORAS ) Gilberto_DH/InvestimHTP / Obras HTP 06_09 RecursosDH_Estado_União_CESP_AES_jun06 9.980 224 2.501 2.501 1.708 1.362 2.470 820 ( R$ x 10³ ) 1.770 1.362 5.300 29.933 18.120 26.670 80.023 2.000 3.000 11.500 8.500 25.000 2.500 2.500 5.000 2.000 3.000 9.000 6.000 20.000 9.000 6.000 15.000 500 500 2.000 2.000 2.500 2.500 ( R$ x 10³ ) 7.300 Legenda: E U 3.070 1.300 1.300 408 5.500 ( Estado ) ( União ) 32.933 29.620 35.170 105.023
HIDROVIA TIETÊ PARANÁ RESTRIÇÕES COM DESMEMBRAMENTO DE COMBOIOS SITUAÇÃO APÓS 2008 COM CONCLUSÃO DO PROGRAMA DE OBRAS
CONTROLE OPERACIONAL VARIAÇÃO DOS NÍVEIS DOS RESERVATÓRIOS RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA 451,50 450,50 449,50 448,50 447,50 446,50 445,50 444,50 443,50 442,50 RESERVATÓRIO DE PROMISSÃO 384,50 384,00 383,50 383,00 382,50 382,00 381,50 381,00 380,50 380,00 RESERVATÓRIO DE TRÊS IRMÃOS COTA MÉDIA REGISTRADA COTA MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO PROVISÓRIO ( 325,40 ) 21/2/03 21/3/03 21/4/03 21/5/03 21/6/03 21/7/03 21/8/03 21/9/03 21/10/03 21/11/03 21/12/03 21/4/02 21/5/02 21/6/02 21/7/02 21/8/02 21/9/02 21/10/02 21/11/02 21/12/02 21/1/03 21/8/01 21/9/01 21/10/01 21/11/01 21/12/01 21/1/02 21/2/02 21/3/02 21/6/01 21/7/01 21/4/01 21/5/01 21/8/00 21/9/00 21/10/00 21/11/00 21/12/00 21/1/01 21/2/01 21/3/01 21/2/00 21/3/00 21/4/00 21/5/00 21/6/00 21/7/00 325,40 21/9/99 21/10/99 21/11/99 21/12/99 21/1/00 328,50 328,00 327,50 327,00 326,50 326,00 325,50 325,00 324,50 324,00 323,50 323,00
CONTROLE OPERACIONAL VARIAÇÃO DOS NÍVEIS DOS RESERVATÓRIOS 12/05 12/05 11/05 11/05 10/05 10/05 9/05 9/05 8/05 8/05 6/05 7/05 7/05 RESERVATÓRIO DE TRÊS IRMÃOS 6/05 5/05 5/05 4/05 3/05 2/05 1/05 12/04 11/04 COTA MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO 4/05 3/05 2/05 1/05 12/04 11/04 10/04 9/04 RESERVATÓRIO DE PROMISSÃO 10/04 COTA MÉDIA REGISTRADA COTA MÍNIM A DE NAVEGAÇÃO 9/04 8/04 7/04 6/04 5/04 4/04 8/04 7/04 6/04 5/04 4/04 3/04 3/04 2/04 COTA MÉD IA REGISTRAD A 12/05 11/05 10/05 9/05 8/05 7/05 PROVISÓRIO ( 325,40 ) 6/05 4/05 3/05 2/05 MÍNIMA DE NAVEGAÇÃO 5/05 1/05 COTA 12/04 11/04 9/04 8/04 7/04 COTA MÉDIA REGISTRADA 10/04 6/04 5/04 4/04 3/04 2/04 325,40 1/04 328,50 328,00 327,50 327,00 326,50 326,00 325,50 325,00 324,50 324,00 323,50 323,00 2/04 384,50 384,00 383,50 383,00 382,50 382,00 381,50 381,00 380,50 380,00 1/04 451,50 450,50 449,50 448,50 447,50 446,50 445,50 444,50 443,50 442,50 1/04 RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA
Implantação de Melhorias Operacionais Indicadores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Na via navegável Implantação de pontos de espera (unidades) Construção / Aprofundamento de canais (m) 9 3 13 4 800 2.175 2,5 2,5 2,5 2,7 2,8 (*) 2,9 (*) Sistema antiincêndio 3 1 1 1 Sistema de Controle CFTV 1 3 1 1 Muro Guia 1 1 Ampliação de vão 2 2 1 1 1 Proteção de pilares 2 2 3 3 2 1 Implantação de sinalização luminosa 2 1 1 3 2 Calado (m) Nas eclusas unidades Nas pontes unidades (*) Calado em função das condições hidrológicas favoráveis
INVESTIMENTOS PRIVADOS ESTALEIROS E EMBARCAÇÕES
INVESTIMENTOS PRIVADOS TERMINAIS
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TOTAL HTP TOTAL HTP CARGAS 3.829 3.500 3.000 2.500 FARELO DE SOJA ÓLEO DIESEL SORGO AÇÚCAR XAROPE DE CANA CALCÁRIO AREIA MADEIRA / CARVÃO ARROZ PROJETADA 2.000 3.481 800 2.774 2.173 2.143 1.271 1.500 SOJA ÓLEO VEGETAL MILHO TRIGO ÁLCOOL CANA ADUBO CASCALHO MANDIOCA PNEUS 900 3.105 1.724 1.641 1.591 1.501 1.000 6 SOJA ÓLEO VEGETAL MILHO TRIGO ÁLCOOL CANA ADUBO CASCALHO MANDIOCA PNEUS Produção (TKU X 10 ) 4.000 1.087 1.000 700 FARELO DE SOJA ÓLEO DIESEL SORGO AÇÚCAR XAROPE DE CANA CALCÁRIO AREIA MADEIRA / CARVÃO ARROZ PROJETADA 550 600 500 983 916 894 2004 2005 858 584 743 752 2001 2002 590 425 400 320 320 300 200 500 100 0 1995 (*) (*) 1996 (*) 1997 1998 (*) 1999 (*) 0 2000 ( ) * Métodos estatísticos não revisados 2001 2002 2003 2004 2005 (*) 1995 2006 ANO 1.995 SOJA FARELO DE SOJA ÓLEO VEGETAL ÓLEO DÍESEL MILHO SORGO TRIGO AÇÚCAR ÁLCOOL XAROPE DE CANA CANA CALCÁRIO ADUBO MADEIRA/CARVÃO AREIA (1) CASCALHO (1) SUBTOTAL LONGITUDINAL SOJA MILHO TRIGO ADUBO MADEIRA/CARVÃO MANDIOCA ARROZ PNEUS 1.996 1.997 1.998 1.999 2.000 2.001 2.002 2.003 mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU mil ton milhão TKU 233 78 151 37 166 196 101 121 315 143 177 100 363 335 2 211 241 2 460 321 18 2 278 226 14 1 544 255 26 337 192 20 680 287 36 433 208 22 589 362 15 401 246 10 630 391 1 442 269 1 512 644 365 430 705 373 473 249 200.000 81 56 52 36 2 2 10 6 27 11 12 6 144 76 30 16 7 7 8 2 19 22 8 1 7 3 30 35 7 2 150.000 71 23 52 17 72 24 581 8 8 33 4 5 673 35 4 41 4 0,2 8 23 41 3 119 811 10 3 22 46 778 6 320 1.501 425 1.591 550 14 24 792 6 13 41 9 4 1.641 1.087 320 1.271 320 1.501 425 1.591 550 1.641 (*) 1999 2000 584 584 2003 2006 ANO (EM TONELADAS) SAZONALIDADE 2.005 milhão TKU 594 29 631 32 641 36 689 39 779 46 808 49 305 12 509 48 563 58 545 47 49 3 618 23 58 1 125 681 31 52 49 2 1.724 590 2.143 743 2.173 752 2.378 853 2.583 907 2.731 881 191 102 8 81 4 12 2 2 0,2 1 0,1 0,3 171 158 75 99 19 1 3 3 2 2 0,2 0,03 232 267 89 110 41 2 6 4 4 5 2 2 0,5 0,07 0,06 0,04 FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 397 5 522 10 750 13 2002 39.456 156.922 162.549 126.138 85.501 90.657 72.020 86.496 67.823 45.814 35.290 2.774 858 3.105 916 3.481 894 2003 26.097 152.268 151.785 185.937 149.981 85.296 104.401 64.773 59.331 58.560 57.619 2004 51.513 165.596 211.592 161.213 114.381 106.628 98.918 76.108 66.344 70.456 40.054 2005 35.452 131.119 153.691 124.892 128.759 114.125 122.476 103.985 73.540 116.776 95.913 100.000 SUBTOTAL TRANSVERSAL (2) TOTAL 2.004 mil ton 1.271 (*) 1998 250.000 milhão TKU 320 (*) 1997 CARGAS DE LONGO CURSO NA HIDROVIA TIETÊPARANÁ mil ton 1.087 (*) * Métodos estatísticos não revisados CARGAS E PRODUÇÃO DE TRANSPORTE TIPO DE CARGA 1996 ( ) TONELADAS Carga (T X 10 3) PRODUÇÃO DE TRANSPORTE 1.724 590 2.143 743 2.173 752 50.000 0 TOTAL 968.664 1.096.048 1.162.804 1.210.774 % Total 3 13 6 4
HIDROVIA TIETÊPARANÁ PRINCIPAIS CARGAS TRANSPORTADAS 2005 TIPO DE CARGA ORIGEM DESTINO (1) DISTÂNCIA (KM) TOTAL SOJA TOTAL SOJA FARELO DE SOJA TOTAL FARELO DE SOJA MILHO TOTAL MILHO TRIGO TOTAL TRIGO CANA TOTAL CANA ADUBO TOTAL ADUBO AREIA TOTAL AREIA CASCALHO TOTAL CASCALHO MADEIRA / CARVÃO TOTAL MADEIRA / CARVÃO MANDIOCA ARROZ PNEUS S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO TERMINAIS PARAGUAIOS TERMINAIS PARAGUAIOS S. SIMÃO S. SIMÃO S. SIMÃO TRÊS LAGOAS EPITÁCIO PEDERNEIRAS (Q) PEDERNEIRAS (T) S. M. SERRA (G) ANHEMBI (T) GUAIRA STA. HELENA PEDERNEIRAS (Q) PEDERNEIRAS (T) ANHEMBI (T) S. M. SERRA (G) S. M. SERRA (G) 205.985.933 91.453.435 82.708.614 92.953.908 705.472 473.101.890 19.943 225.301 102.134 9.618 16.371 12.703.487 143.291.374 77.212.971 5.049.449 10.837.699 373.366 249.094.980 TOTAL CARGA (T) 154.082 78.360 1.540.821 2.350.812 323.369 143.795 115.354 122.955 154.082 78.360 232.443 3.891.633 937.915 19.943 225.301 102.134 9.618 16.371 373.366 % 9,3 4,1 3,3 3,5 4,4 2,3 26,9 0,6 6,5 2,9 0,3 0,5 10,7 TKU 205.985.933 91.453.435 82.708.614 92.953.908 1.540.821 2.350.812 % 23,0 10,2 9,3 10,4 0,2 0,3 476.993.523 53,4 12.703.487 143.291.374 77.212.971 5.049.449 10.837.699 1,4 16,0 8,6 0,6 1,2 249.094.980 27,9 30 131.877 3.956.319 131.877 3,8 3.956.319 TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA 10 134.663 1.346.632 134.663 3,9 1.346.632 0,2 266.541 5.302.951 266.541 7,7 5.302.951 0,6 0,4 HERNANDÁRIAS S. M. SERRA (G) 1.204 3.400 4.093.600 3.400 0,1 4.093.600 0,5 HERNANDÁRIAS S. SIMÃO 1.015 3.410 3.461.150 3.410 0,1 3.461.150 0,4 TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA 30 38.886 1.166.592 38.886 1,1 1.166.592 TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA 10 49.685 496.853 49.685 1,4 496.853 0,06 6.810 7.554.750 88.572 1.663.445 95.382 2,7 9.218.195 1,0 TERM. FLORESTA US. DIAMANTE 76 163.176 12.401.382 163.176 4,7 12.401.382 1,4 TERM. SÃO MIGUEL US. DIAMANTE 30 304.711 9.141.321 304.711 8,8 9.141.321 1,0 TERM. MARAMBAIA US. DIAMANTE 32 36.651 1.172.837 36.651 1,1 1.172.837 0,1 TERM. BARREIRO US. DIAMANTE 57 89.604 5.107.402 89.604 2,6 5.107.402 0,6 TERM. FERNANDO US. DIAMANTE 100 213.466 21.346.597 213.466 6,1 21.346.597 2,4 807.607 49.169.540 807.607 49.169.540 5,5 0,1 23,2 0,1 GUAIRA GUAYRÁ 10 83.977 839.770 83.977 2,4 839.770 STA. HELENA PUERTO ITAIPU PORÃ 30 26.154 784.620 26.154 0,8 784.620 0,1 110.131 1.624.390 110.131 3,2 1.624.390 0,2 0,05 PAULICÉIA PANORAMA (2) 18 26.000 468.000 26.000 0,7 468.000 GUAIRA 180 177.577 31.963.860 177.577 5,1 31.963.860 NAVIRAI STA. TEREZINHA (2) ICARAIMA 15 120.000 1.800.000 120.000 3,4 1.800.000 ECLUSADAS TIETÊ ECLUSADAS TIETÊ 40 357.673 14.306.920 357.673 10,3 14.306.920 1,6 48.538.780 681.250 48.538.780 1.616.000 5,4 0,0 0,2 0,2 51.802.164 195.539 345.971 5,8 0,02 0,04 PAULICÉIA EPITACIO 25 9.600 240.000 9.600 PANORAMA EPITÁCIO 64 21.500 1.376.000 21.500 31.100 1.616.000 31.100 125.126 51.802.164 3,6 0,2 1,0 ARAÇATUBA ANHEMBI TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA TERMINAIS PARAGUAIOS GUAIRA 414 30 10 TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA 30 GUAIRA GUAYRÁ 10 GUAIRA GUAYRÁ 10 SP (DH) GO (AHRANA) PY (AHRANA) PR (AHRANA) MS (AHRANA) SP (AHRANA) 3,6 0,20 681.250 19,6 0,3 0,6 0,9 OBS: TKU = TONELADA QUILÔMETRO ÚTIL Fonte: AHRANA 637 636 756 525 662 323.369 143.795 115.354 122.955 TRANSVERSAL (2) CARGA (T) TKU TERMINAIS PARAGUAIOS STA. HELENA TOTAL (2) 637 636 717 756 10 30 2005 LONGITUDINAL CARGA (T) TKU 6.518 34.597 195.539 345.971 125.126 6.518 34.597 125.126 51.802.164 41.115 2.429 5.578 3.600 541.509 72.876 55.778 36.000 166.241 2.429 5.578 3.600 2.730.732 880.878.104 750.408 13.188.582 3.481.140 (*) ANHEMBI (M): TERMINAL NOVA MECA ANHEMBI (T): TERMINAL TORQUE S.M. SERRA (A): TERMINAL DE ÁLCOOL SARTCO S.M. SERRA (G): TERMINAL DE GRÃOS SARTCO PEDERNEIRAS (Q): TERMINAL QUINTELLA PEDERNEIRAS (T): TERMINAL TORQUE 4,8 0,07 0,16 0,1 100 240.000 1.376.000 52.343.673 72.876 55.778 36.000 5,85 0,008 0,006 0,004 894.066.686 100
HIDROVIA TIETÊPARANÁ Principais cargas Potenciais Grãos, farelos e óleos vegetais soja, trigo e milho Sucroalcooleiro cana, açúcar e álcool Petroquímico e combustíveis Insumos Agrícolas calcário, fertilizantes e defensivos Madeira e celulose OBJETIVO DE LONGO PRAZO PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO Alcançar até 2.020: 15 x 109 tku 6% da distribuição modal do Estado
PERSPECTIVAS DE CARGA SETOR SUCROALCOOLEIRO 2005 milhão ton (produção) 2010/11 milhão ton (demanda) Previsão Crescimento CANA 397 560 41% ÁLCOOL 17 27 60% AÇÚCAR 27 35 29% PRODUÇÃO Fonte: UNICA
Protocolo de intenções ST Transpetro Fonte: PETROBRAS 2006
TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEIS COMBUSTÍVEIS 120 ÁLCOOL Carga Transportada (T X 103) 103 ÓLEO DIESEL 100 84 77 80 72 71 60 40 52 36 22 20 14 4 0 2 0 0 0 0 0 0 0 00 0 0 0 0 0 0 0 0 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 ANO
HIDROVIA TIETÊPARANÁ Protocolo de intenções ST Unica Duto para Exportação de Álcool
HIDROVIA TIETÊPARANÁ Protocolo de intenções ST Unica Duto Conchas Paulínia Ramal Ferroviário em Conchas
REDE HIDROVIÁRIA PAULISTA ATUAL E POTENCIAL Rios Navegáveis e Potencialmente Navegáveis no Estado de São Paulo Rio Trecho Extensão (km) Piracicaba da foz até Paulínea Tietê da foz até Mogi das Cruzes 1.013 Paraná Santa Fé à Porto Primavera 390 Paranapanema foz até Itapetininga 760 Grande da foz até Rifaina 540 MogiGuaçu da foz até MogiGuaçu 240 Pardo da foz até São José do Rio Pardo 280 Paraíba do Sul São José dos Campos até Cruzeiro 170 Ribeira do Iguape da foz à divisa do Estado 330 Peixe da foz até Marília Total 193 250 4.166 ) Alinhamento Institucional com a União Transporte Hidroviário inclui: navegação interior, travessias, portos e terminais marítimos e fluviais Em conformidade com o Plano Nacional de Vias Navegáveis Interiores (PNVNI) 1973 Em conformidade com o Plano Estadual de Recursos Hídricos 20002003
APROVEITAMENTO MÚLTIPLO SANTA MARIA DA SERRA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ Aproveitamento Múltiplo Santa Maria da Serra SETOR BENEFÍCIO Extensão de 55 km na Hidrovia TietêParaná Possibilidade de conexões intermodais com Ferrovia, Rodovia e Dutovia Economia de transporte da ordem de R$ 60 milhões / ano Geração de Energia Elétrica Viabilidade de geração da ordem de 12 a 18 MW Receitas anuais da ordem de R$ 8 milhões / ano Turismo, Esporte e Lazer Implantação de um pólo turístico às margens do reservatório Investimentos previstos em hotéis, marinas e condomínios Terrenos com disponibilidade de transporte, água, energia, etc. Investimentos previstos de US$ 250 milhões Valorização imobiliária de áreas marginais ao reservatório Maior controle de vazões e enchentes Maiores disponibilidades de água para irrigação Melhores possibilidades de desenvolvimento de piscicultura Ganhos ambientais com menor consumo de combustível Ganhos ambientais com menor emissão de poluentes Transporte Pólo Industrial Demais
HIDROVIA TIETÊPARANÁ POTENCIAL DE EXPANSÃO ±2 00 km ±1 00 km
HIDROVIA TIETÊPARANÁ ESTUDO DE PRÉVIABILIDADE 1975 740 720 540 450 Barra Bonita
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TRECHO 4 METROPOLITANO
RIO TIETÊ BARRAGEM E ECLUSA DO CEBOLÃO
RIO TIETÊ PONTES
Fonte: Trade and Transport Março / 2006
INTERMODALIDADE
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PEDERNEIRAS
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PEDERNEIRAS
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAIS DE PANORAMA E PRESIDENTE EPITÁCIO
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PANORAMA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE PRESIDENTE EPITÁCIO
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CONCHAS
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CONCHAS
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE ARAÇATUBA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE ARAÇATUBA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE RUBINÉIA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE RUBINÉIA
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CASTILHO
HIDROVIA TIETÊPARANÁ TERMINAL DE CASTILHO
A Questão Ambiental Ação Civil Pública 1. Situação Ação Civil Pública de Responsabilidade por Danos ao Patrimônio Público Natural nº 98.50105275, de 16/02/98, de autoria do Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado do Paraná, através da Procuradoria da República no Município de Umuarama. Objetivo licenciamento ambiental da Hidrovia como um todo. Tem dificultado, e por vezes impedido o licenciamento de obras e empreendimentos relacionados a Hidrovia. Necessidade de regularização ambiental da Hidrovia Licença de Operação. 2. Propostas Perspectivas de Solução para a Hidrovia já em Funcionamento Avaliação de Impacto Ambiental AIA. Sistema de Gestão Ambiental SGA e Plano de Controle Ambiental PCA. 3. Sistematização de Procedimentos
HIDROVIA TIETÊPARANÁ INICIATIVAS DO DH: ATIVOS AMBIENTAIS 1. SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS HIDROVIA TIETÊPARANÁ E =734.000 BASE DE DADOS GEOAMBIENTAIS DETALHE N = 7.550.000 E =736.000 N= 7.546.000 JAU RIO E= 73 2.000 E = 738.000 E=734.000 DIVISÃO DE GEOLOGIA INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS N = 7.548.000 LABORA TÓRIO DE CARTOGRA FIA GEOTÉCNICA N = 7.542.000 E =740.000 PLANO BÁSICO DE CONTINGÊNCIA PARA O TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS N= 7.544.000 1. N = 7.540.000 E=732.000 E =730. 000 N= 7.538.000 E= 742.000 N = 7.536.000 N = 7.534.000 E =744.000 E=730.000 E =728.000 N = 7.532.000 ITAPUÍ ITAPUÍ ITAPUÍ N = 7.530.000 N = 7.528.000 N = 7.526.000 E =756.00 0 E=720.000 E =726.000 BORACÉIA BORACÉIA BORACÉIA BORACÉIA E= 758.000 E= 746.000 E=72 8.000 N = 7.524.000 E =748.000 N=7.552.000 N = 7.522.000 N N=7.550.000 E=72 6.000 E=722.0 00 N = 7.520.000 E =754.000 E =750.000 N=7.548.000 N = 7.518.000 N=7.546.000 E=724.000 N = 7. 512.000 N= 7.516.000 N=7.544.000 E =752.000 N = 7.514.000 N = 7.512.000 E= 754.000 N= 7.510.000 RIO ^ TIETE N = 7.508.000 E =752.000 N = 7.510.000 N = 7.508.000 N = 7.506.000 E =750.000 N = 7.506.000 PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS PEDERNEIRAS N = 7.504.000 N= 7.504.000 Legenda Ferrovia Terminal de carga Rodovia secundária Rota de navegação Rodovia principal USO E OCUPAÇÃO Vegetação Área urbana Ponto de erosão Áera alvo Reservatório Curva de nível Rios Consiste em uma base cartográfica digital em SIG Sistema de Informações Geográficas, contendo todos os atributos que têm interface com o meio ambiente, como: uso e ocupação do solo, terminais implantados, pólos potenciais, APAs Áreas de Proteção Ambiental, pontos de erosão, entre outros, para permitir um acompanhamento conjunto das questões relativas ao desenvolvimento sustentável, visando implantação do Plano de Gestão Ambiental da Hidrovia TietêParaná. O Plano de Contingência desenvolvido propõe uma estrutura organizacional e o encadeamento de ações articuladas entre os agentes presentes no sistema, de modo a minimizar os efeitos de eventuais acidentes envolvendo cargas perigosas na Hidrovia TietêParaná. Neste momento encontrase em fase de discussão entre os usuários, Marinha, Defesa Civil e Administradores da Via, para sua implementação.
HIDROVIA TIETÊPARANÁ INICIATIVAS DO DH: ATIVOS AMBIENTAIS 1. PLANO DE MANEJO DE PLANTAS AQUÁTICAS Acúmulo de vegetação nas bóias de sinalização Controle químico 1. CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO COM A MARINHA: FISCALIZAÇÃO E SEGURANÇA DO TRÁFEGO PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO HÍDRICA Controle mecânico Controle biológico A ação antrópica possibilita a proliferação em excesso de O convênio tem como objeto a cooperação entre DH e plantas aquáticas nos reservatórios, prejudicando seus Marinha, com a finalidade de intensificar as atividades de diversos usos, inclusive a navegação; Disso decorre a inspeção e fiscalização do tráfego aquaviário, visando a: necessidade do estabelecimento de um plano de manejo, de modo a controlar a incidência dessas macrófitas. Segurança do Tráfego Aquaviário, No momento estão sendo analisadas as responsabilidades Salvaguarda da vida humana, e institucionais dos diversos órgãos envolvidos, e iniciando a Prevenção da poluição hídrica. fase de concepção do referido manejo.
PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO Diretrizes Ordenar e atender os interesses do Estado com relação ao transporte hidroviário; Balizar as ações e iniciativas do Departamento Hidroviário; Definição de Políticas Hidroviárias para o Estado e suas Estratégias de Implantação: Plano de Ação Programas e Projetos Objetivo de Longo Prazo Aumento da contribuição do modal na matriz de transporte de cargas: de 0,6% para 6%. Foco Estratégico Aumento da Exploração das Rotas Atuais novos usuários e novos tipos de cargas; Abertura e Exploração de Novas Rotas; Aumento da utilização do modal redução de custos, facilidades e divulgação.
PLANO ESTRATÉGICO HIDROVIÁRIO BALANÇO SOCIAL Resumo dos benefícios sociais estimados 2004 a 2020 Movim e nto Ano Econom ia de com bustíve l Re duçã o de a cide nte s Re duçã o de polue nte s Econom ia tota l R$ (m il) R$ (m il) R$ (m il) R$ (m il) ( m il tku) 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 675.170 708.928 779.821 896.794 1.076.153 1.345.191 1.721.845 2.238.399 2.954.686 3.959.279 5.226.249 6.794.124 8.696.478 10.783.633 12.940.359 14.881.413 15.625.484 Tota l no pe ríodo 40.510 42.536 46.789 53.808 64.569 80.711 103.311 134.304 177.281 237.557 313.575 407.647 521.789 647.018 776.422 892.885 937.529 8.688 9.122 10.034 11.539 13.847 17.309 22.155 28.802 38.019 50.945 67.248 87.422 111.900 138.756 166.507 191.483 201.058 14.582 15.311 16.842 19.368 23.242 29.053 37.187 48.343 63.813 85.510 112.873 146.735 187.821 232.898 279.477 321.399 337.469 63.780 66.969 73.665 84.715 101.658 127.073 162.653 211.449 279.113 374.012 493.696 641.804 821.509 1.018.672 1.222.406 1.405.767 1.476.055 5.478.232 1.174.829 1.971.922 8.624.998 Fonte: Plano Es tratégico Hidroviário DH / 2005 A maior participação do modal hidroviário na matriz de transportes traz benefícios diretos e indiretos O maior beneficiário direto é o usuário Menores custos operacionais O maior beneficiário indireto é a sociedade Balanço Social Outros benefícios a serem mensurados aumento da produtividade de setores da economia, diminuição da incidência do roubo de carga, qualidade de vida, diminuição de ruídos, etc.
Atividade Hidroviária Divisão de Atribuições Marinha do Brasil Segurança da Navegação ANTAQ, ARTESP, ST e STM Regulação e Fiscalização do Transporte Aquaviário CODESP e DERSA Administração Portuária AHRANA e DNIT Administração do Trecho Federal da HTP DH Administração do Trecho Paulista da HTP Regulação e Fiscalização de Travessias Concessionárias de Geração Hidrelétrica Operação e Manutenção das Eclusas na HTP Operadores Privados Transporte na HTP Portos e Terminais Marítimos e Fluviais Órgãos e Empresas Estatais, Travessias e Linhas Marítimas e Fluviais Prefeituras, Concessionárias de Geração Hidrelétrica, Operadores Privados
Atividade Hidroviária Atuação Institucional Federal x Estado de São Paulo FEDERAL ESTADO DE SÃO PAULO MT DecretoLei 200/1967 ST Lei 9.318/1966 Formulação, coordenação e supervisão da política nacional de transportes ferroviário, rodoviário e aquaviário. A aprovação dos planos de outorgas. Coordenar todos os meios de transporte responsabilidade direta ou indireta do Estado. ANTAQ Lei 10.233/2001 de STM Lei 7.450/1991 Celebrar atos de outorga de permissão ou autorização de prestação de serviços de transporte de navegação fluvial, lacustre, de travessia, de apoio marítimo, de apoio portuário, de cabotagem e longo curso. Execução da política de transportes urbanos de passageiros para as regiões metropolitanas; Organização, coordenação, operação e fiscalização do sistema metropolitano de transportes públicos de passageiros. Elaborar e editar normas e regulamentos relativos à prestação de serviços de transporte e à exploração da infraestrutura aquaviária e portuária. ARTESP Decreto 46.708/2002 DNIT Lei 10.233/2001 Implementar a política formulada para a administração da infraestrutura do Sistema Federal de Viação, sua operação, manutenção, restauração ou reposição, adequação de capacidade, e ampliação (novas vias e terminais). AHRANA Lei 7.450/1991 Administrar o trecho federal da Hidrovia TietêParaná. Regulamentar e fiscalizar todas as modalidades de serviços públicos de transporte autorizados, permitidos ou concedidos, no âmbito da Secretaria dos Transportes, a entidades de direito privado. DH Decreto 45.087/2000 Regular, controlar, administrar e fiscalizar as atividades desenvolvidas na Hidrovia TietêParaná e relacionadas às travessias e linhas de transporte do litoral e do interior.
Processo de Estruturação do DH Exposição de Motivos 1. A Reorganização do Setor de Transporte Hidroviário Alinhamento aos modelos institucionais vigentes na esfera federal; Concentrar a gestão do modal Grande fragmentação no Estado. 2. A Estrutura Atual do Departamento Hidroviário Corrigir deficiências de estrutura e pessoal. 3. O Novo Modelo Institucional Isonomia de tratamento do hidroviário com relação aos demais modos; Melhoria da estrutura organizacional para fazer frente as futuras atribuições; Condição de exercer o poder de polícia sobre a atividade relativa a navegabilidade; Estrutura de cargos e salários; Necessidade de especialização técnica e capacitação de pessoal.
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO HIDROVIÁRIO Av. do Estado, 777 1º andar São Paulo SP Brasil C.E.P.: 01107908 Tel.: (11) 33111644 Fax: (11) 33111640 email: dh@transportes.sp.gov.br Site: www.transportes.sp.gov.br