PROJETO RESUMO EXECUTIVO



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Transcrição:

PROJETO RESUMO EXECUTIVO Submetido e aprovado pelo Edital FEHIDRO/2011 Proponente: Associação Águas do Nordeste (ANE) Parceiros: Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE); Universidade Federal de Pernambuco/Grupo de Recursos Hídricos (UFPE/GRH); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA); Associação dos Agricultores do Assentamento Serra Grande; Prefeitura de Vitória de Santo Antão; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); Sociedade Musical Padre Ibiapina; Prefeitura de Taquaritinga do Norte; Instituto Federal de Educação de Pernambuco (IFPE) e Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). 1

APRESENTAÇÃO Este projeto dá prosseguimento à lógica implementada no projeto Recuperação e Conservação de Matas Ciliares e de Nascentes na Bacia do Capibaribe, desenvolvido pela mesma equipe e patrocinado pelo mesmo Fundo, a partir da sua aprovação no edital de 2010. As lições aprendidas no projeto anterior e a experiência acumulada pelos membros participantes permitem assegurar que o desempenho nesta nova etapa será ainda melhor, ampliando inclusive a abordagem temática e espacial. Neste projeto, apresentado pela Associação Águas do Nordeste (ANE), permanecem juntas as entidades do projeto anterior: Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE), Universidade Federal de Pernambuco/Grupo de Recursos Hídricos (UFPE/GRH), Instituto Federal de Educação de Pernambuco (IFPE), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Associação dos Agricultores do Assentamento Serra Grande e Prefeitura de Vitória de Santo Antão. Porém, neste novo projeto são incluídas também a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), a Sociedade Musical Padre Ibiapina, a Prefeitura Municipal de Taquaritinga do Norte e a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que garantirão mais fortaleza ao desempenho dos trabalhos para os próximos três anos. A ótica desta nova proposta é consolidar as experiências adquiridas na subbacia do Natuba, sistematizando as técnicas e métodos utilizados e ampliando-as para as nascentes no Alto Capibaribe, em Taquaritinga do Norte. Esta expansão geográfica faz com que o modelo de conservação e uso sustentado de nascentes seja também testado no bioma Caatinga, em situação de pequenas propriedades, mas que não pertencem a assentamentos rurais. A opção assumida pelo projeto Nascente Viva aponta também para a efetiva contribuição ao aperfeiçoamento de políticas públicas referentes ao uso de nascentes para abastecimento de populações rurais difusas. Esta se dá sobretudo com a produção do Manual de Recuperação e Conservação de Nascentes. CONTEXTUALIZAÇÃO E JUSTIFICATIVA A necessidade e urgência da recuperação e conservação das nascentes são atestadas pela própria APAC, que concebeu os dois primeiros editais do Fundo estadual e Recursos Hídricos com foco nesta perspectiva, e pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos, que os aprovou. Evidencia-se, por conseqüência, a importância de desenvolver experiências em campo, que simultaneamente viabilizem o bom uso da água pelo agricultor, a proteção da relação solo/água/floresta e a geração de resultados que induzam a transformação em políticas públicas de âmbito estadual, os sucessos de gestão local obtidos. A orientação do novo edital para contemplar as bacias interioranas e as bacias litorâneas, e nestas a bacia do rio Capibaribe, evidencia a necessidade de projetos que respondam às peculiaridades hidroambientais locais, e ao mesmo tempo apresentem bases técnico-científicas e sociais sólidas e replicáveis. As experiências na fase anterior, ocorridas em Natuba, autorizam a proponente afirmar a relevância hidroambiental desta nova fase, ampliando a dimensão do que já vem sendo realizado. Evidencia-se claramente que os benefícios decorrentes da execução do projeto, a curto e médio prazo, são diretamente impactantes na qualidade de vida dos agricultores familiares, que utilizam as nascentes como fonte principal de abastecimento em suas propriedades ou em parcelas de assentamento. 2

Indiretamente beneficia um número maior de usuários à jusante, quando induz a conservação do solo, da água e da floresta, acarretando em estabilidade do regime de vazão das águas e melhor qualidade das mesmas. Esta é outra perspectiva, trazida pelo projeto agora apresentado, em que a área de atuação na sub-bacia do riacho da Bica situa-se a montante do reservatório da barragem Mateus Vieira, manancial utilizado para abastecimento público pela Compesa. A proposta apresentada também se firma na direção dos princípios do programa Produtor de Água, estimulado pela Agência Nacional de Águas (ANA) junto aos estados brasileiros. No caso de Pernambuco, as primeiras discussões já foram realizadas, por iniciativas da Secretaria de Recursos Hídricos e Energéticos (SRHE) e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), e no âmbito dos comitês de bacia o assunto tem sido tratado com muito interesse. Saliente-se que no Plano Hidroambiental do Capibaribe (PHA), elaborado pela SRHE em parceria com o COBH Capibaribe, é apresentado um Plano de Investimentos específico, chamado Programa Produtor de Água na Bacia do Capibaribe, que inclui restauração de matas ciliares e de nascentes. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DAS ÁREAS A sub-bacia do riacho Natuba A área escolhida na sub-bacia do riacho Natuba situa-se no Assentamento Serra Grande, local onde a equipe já vem trabalhando em função do primeiro projeto aprovado pelo FEHIDRO. Além dos argumentos referentes à posição estratégica da sub-bacia, situada a montante da cidade de Vitória de Santo Antão e da barragem do Tapacurá, existem várias outras razões que nos levam a optar por esta área, como seguem: Consolidação da experiência iniciada a iniciativa gerada pelo primeiro projeto ainda não está consolidada, uma vez que as mudas plantadas ainda estão na fase inicial de crescimento em campo, exigindo monitoramento e manutenção; ao mesmo tempo, é preciso internalizar práticas de conservação das nascentes recuperadas e de uso racional e sanitariamente correto dessas águas. Interesse dos assentados em participar do projeto além do interesse da associação dos assentados na consolidação do investimento realizado, existe uma demanda objetiva de agricultores locais não contemplados na primeira fase, para que o projeto replique a recuperação e conservação de nascentes em suas parcelas. Comprometimento dos interessados locais pelo projeto a Associação dos Assentados de Serra Grande tem sido parceira permanente do projeto em sua primeira fase, e explicitou em documento formal o seu compromisso com uma segunda fase, que venha a ser desenvolvida. A sub-bacia do riacho da Bica Na intenção de replicar a experiência obtida do Médio Capibaribe para o Alto Capibaribe, foram levantadas áreas prioritárias para o desenvolvimento dos trabalhos, tomando como referenciais: 3

o potencial hídrico a receptividade da população local o interesse das instituições locais em participar do projeto e a reduzida ou ausente existência de conflitos fundiários, Essas condições oferecem, portanto, um nível razoável de garantia na geração de resultados, positivos. Nesse contexto foram identificadas três áreas prioritárias: Brejo da Madre de Deus, Nascentes do Capibaribe em Poção e Riacho da Bica, em Taquaritinga do Norte. Na hierarquização, a área de Taquaritinga do Norte apresentou-se como a mais oportuna. Na sub-bacia do riacho da Bica, foram localizadas nascentes com vazão permanente e que contribuem para a formação de caudal que abastece o reservatório da barragem Mateus Vieira importante manancial de abastecimento público para Taquaritinga do Norte. A barragem foi construída por essa empresa estadual no período de 2000 a 2002, com um volume de acumulação de 2.800.000 m 3, tendo ampliado muito a capacidade de atendimento às áreas urbanas de Taquaritinga do Norte, já que o primeiro sistema de abastecimento de água foi implantado na década de 1950, embora tenha sofrido outras pequenas ampliações subseqüentes. O atual sistema de operação de Mateus Vieira iniciou seu funcionamento em 2010, com a instalação das estruturas de captação, tratamento e adução da água para a cidade sede do município contribuindo com uma vazão de aproximadamente 50 L/seg., com água considerada de boa qualidade. O compromisso da Compesa em apoiar a proposta agora apresentada reflete a sua importância para o sistema de gerenciamento hídrico da empresa e ao mesmo tempo, amplia a capacidade operacional do Projeto. OBJETIVOS E METAS Os objetivos do Projeto Nascente Viva respondem às necessidades já evidenciadas e orientam para a consolidação das práticas utilizadas pela equipe no projeto anterior, aprimoramento de procedimentos metodológicos e indução de políticas públicas na temática abordada. Objetivo geral Consolidar e ampliar a experiência de conservação e recuperação de nascentes visando transformá-la em políticas públicas de gestão dos recursos hídricos. Objetivos específicos Estão definidos três objetivos específicos: Consolidar as ações em desenvolvimento na sub-bacia do rio Natuba Ampliar a abrangência para o Alto Capibaribe / Taquaritinga do Norte Contribuir para formulação de políticas públicas 4

Metas As metas refletem a intenção de gerar resultados em função dos objetivos a serem alcançados, devendo-se atingi-las durante a execução do projeto, para que o mesmo apresente a eficácia pretendida. As metas são propostas no Quadro 01, permitindo-se relacionar cada uma com o seu objetivo próprio. Implantação do manejo em mais 05 nascentes no Assentamento Serra Grande Reflorestamento de áreas críticas e para conservação de 10 nascentes em Taquaritinga do Norte Recuperação e manejo de 05 nascentes em Taquaritinga do Norte Sensibilização e mobilização social Produção de 1 Manual de Recuperação e Conservação de Nascentes 5