Cálculo da carga aplicada



Documentos relacionados
GSR-R. Tipo separado de guia linear (radial) modelo GSR-R

Exemplos de seleção de fuso de esferas

Índice. TERMODIN Componentes Termodinâmicos Ltda. Rua Rio de Janeiro, 528 CEP Fazendinha Santana do Parnaíba SP Fone/Fax: (11)

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba

MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção.

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Introdução Análise de Vibração

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

Trabalho Mecânico. A força F 2 varia de acordo com o gráfico a seguir: Dados sem 30º = cos = 60º = 1/2

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera

USO, MANUTENÇÃO E REGULAGEM DE CASSETES PARA ÁREA DE TREFILAÇÃO

Olimpíada Brasileira de Física ª Fase

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P p = = (N/m 2 ) A 0,20.

Selecione o tipo de rolamento e configuração. Limitações dimensionais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

= F cp. mv 2. G M m G M. b) A velocidade escalar V também é dada por: V = = 4π 2 R 2 = R T 2 =. R 3. Sendo T 2 = K R 3, vem: K = G M V = R.

Bacharelado Engenharia Civil

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

PROVA G1 FIS /08/2011 MECÅNICA NEWTONIANA

Terceira Lista de Exercícios

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

SP 01/12/78 NT 027/78. Projeto MULV - Melhor Utilização do Leito Viário. Eng.º Mauro Mazamatti. Introdução

Hidráulica móbil aplicada a máquina agrícolas Bombas e Motores

Questão 46 Questão 47

Um especialista em manutenção preditiva

Universidade Federal de Pelotas. Centro de Engenharias Colegiado de Engenharia Civil 2013/02

correas UNIPLY Funcionamento das Correias Elevadoras Componentes de um Elevador de Correias a Canecas Referências:

4.1 MOVIMENTO UNIDIMENSIONAL COM FORÇAS CONSTANTES

Henflex. Henflex Índice

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Metrologia. Capítulo 7 Testes de. José Stockler C. Filho Flávio de Marco Filho

Questão 46. alternativa A

3) Uma mola de constante elástica k = 400 N/m é comprimida de 5 cm. Determinar a sua energia potencial elástica.

Aula 8 : Desenho Topográfico

Automatização. de Persianas

1 a QUESTÃO Valor 1,0

Trabalho e potência. 1º caso: a força F não é paralela a d. 2º caso: a força F é paralela a d. 3º caso: a força F é perpendicular a d

Esforços axiais e tensões normais

Física. Pré Vestibular / / Aluno: Nº: Turma: ENSINO MÉDIO

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX CR (COM CRUZETA)

FÍSICA. Valores de algumas grandezas físicas:

ESTUDO GRÁFICO DOS MOVIMENTOS. Gráfico posição x tempo (x x t)


INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes

Mecânica 2007/ ª Série

CATÁLOGO de elevadores

ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX MN

FUVEST a Fase - Física - 06/01/2000 ATENÇÃO

Ferramentas da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX MSN

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 10 - ELEMENTOS DE MÁQUINA

x d z θ i Figura 2.1: Geometria das placas paralelas (Vista Superior).

ENG1200 Mecânica Geral Semestre Lista de Exercícios 3 Equilíbrio de Corpos Rígidos

Professor Mário Henrique Farias Santos

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede

IMETEX - SISTEMAS DE FIXAÇÃO - Anel de Fixação Série RFN 8006

TRANSFORMAÇÃO DE VAGÃO TRADICIONAL DE LASTRO DE BRITA EM VAGÃO AUTOMÁTICO DE ACIONAMENTO HIDRÁULICO

Você pode ter experimentado a ação das forças elétrica e magnética.

1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor

Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar)

Velocidade Média Velocidade Instantânea Unidade de Grandeza Aceleração vetorial Aceleração tangencial Unidade de aceleração Aceleração centrípeta

Guias de esferas série 400, AccuMini, MicroGuide, série T

Cap. 7 - Fontes de Campo Magnético

AULAS UNIDADE 1 DINÂMICA DE MÁQUINAS ELÉTRICAS (DME) Prof. Ademir Nied ademir.nied@udesc.br

PUCGoiás Física I. Lilian R. Rios. Rotação

Conceito de Tensão. Índice

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ATA DE REGISTRO DE PREÇOS SISTEMA DE ARQUIVO DESLIZANTE ORGÃO GERENCIADOR:

Processos Estocásticos

ACOPLAMENTOS ELÁSTICOS MADEFLEX GR (COM GARRAS)

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 5 Fundamentos Básicos sobre o Funcionamento de uma Aeronave

Ficha de avaliação Física e Química A - Versão 1 Outubro de Nome: Nº: turma: 11E

Rolamento Autocompensador de Rolos Esféricos SÉRIE EA

Caminhões basculantes. Design PGRT

CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - "STRAIN GAGES" Exemplo: extensômetro Huggenberger

Fichas de sistemas de partículas

Geradores de Física. Jean-Carlo Valduga Guilherme Francisco Zabott Ednei. 27 de Abril de 2009

CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES CONTEÚDOS

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais. Terminologia Usual de Soldagem e Símbolos de Soldagem

ROSTA. Suportes Oscilantes ROSTA. Suspensão Elástica para Crivos e Transportadores Oscilantes

Fortaleza Ceará TD DE FÍSICA ENEM PROF. ADRIANO OLIVEIRA/DATA: 30/08/2014

b) a 0 e 0 d) a 0 e 0

FABRICAÇÃO. Certificação: ISO 9001 Impacto das esferas de acordo com DIN Isolamento acústico de acordo com DIN 52210

Dinâmica do movimento de Rotação

FÍSICA. Questões de 01 a 06


Questão 46. Questão 47. Questão 49. Questão 48. ver comentário. alternativa D. alternativa C

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES

TRABALHO: CONTROLE DE UM SISTEMA PÊNDULO-CARRO

3.4 Movimento ao longo de uma curva no espaço (terça parte)

Volume 1 MECÂNICA I. Capítulo 1 Unidades e Vetores

Serras circulares. A forma dos dentes, bem como os ângulos de corte, variam com o tipo de operação e com a natureza do material que vai ser serrado.

Faculdades Anhanguera

Transcrição:

508-BR O guia linear é capaz de receber cargas e momentos em todas as direções que sejam gerados em função da posição de montagem, do alinhamento, da posição do centro de gravidade de um objeto móvel, da posição axial e da resistência ao corte. Carga radial inversa Carga lateral Carga radial Carga lateral MA MB MC Momento na direção do movimento Momento na direção da guinada Momento na direção do rolamento Fig.1 Direções das cargas aplicadas ao guia linear Cálculo de uma carga aplicada Uso de eixo único Equivalência de momento Quando o espaço para instalação do guia linear é limitado, pode ser necessário usar apenas um bloco ou usar dois blocos em contato próximo um com o outro. Em tal situação, a distribuição da carga não é uniforme e, como resultado, uma carga excessiva é aplicada em áreas localizadas (isto é, nas duas extremidades), como mostra a Fig.. O uso contínuo nessas condições pode resultar em escamação nessas áreas e na consequente redução da vida útil. Nesse caso, calcule a carga real multiplicando o valor do momento por qualquer um dos fatores de momento equivalente especifi cados da Tabela1 a Tabela6 A. Carga do momento Carreiras de esferas sob uma carga Carga do momento Carreiras de esferas sob uma carga Trilho Linha de deslocamento da esfera Curva de distribuição da carga Carga máxima aplicada a uma esfera Desvio máximo da esfera Linha de deslocamento da esfera Curva de distribuição da carga Fig. Carga da esfera quando é aplicado um momento É mostrada abaixo a equação de carga equivalente aplicável quando um momento atua sobre um guia linear. P = K M P : carga equivalente por guia linear (N) K : Fator de momento equivalente M : momento aplicado (N-mm)

508-BR Diagrama de seleção Fator equivalente Como a carga nominal é equivalente ao momento permitido, o fator equivalente a ser multiplicado durante a equalização dos momentos M A, M B e M C para a carga aplicada por bloco é obtido pela divisão das cargas nominais nas direções correspondentes. Com modelos que não sejam dos tipos de carga uniforme nas quatro direções, contudo, as especificações de carga nas quatro direções diferem umas das outras. Sendo assim, os valores de fator equivalente para os momentos M A e M C também serão diferentes caso a direção seja radial ou radial inversa. Fatores equivalentes para o momento M A Guia Linear PR=KAR MA Equivalente na direção radial PL=KAL MA Equivalente na direção radial inversa Fig.3 Fatores equivalentes para o momento M A Fatores equivalentes para o momento MA Fator equivalente na direção radial Fator equivalente na direção radial inversa C0 C0L = =1 KAR MA KAL MA C0 KAR= MA C0L KAL= MA Fatores equivalentes para o momento M B PT=KB MB Equivalente na direção lateral PT=KB MB Equivalente na direção lateral Fig. Fatores equivalentes para o momento M B Fatores equivalentes para o momento MB Fator equivalente C0T KB= nas direções laterais MB C0T KB MB =1

508-BR Fatores equivalentes para o momento M C PR=KCR MC Equivalente na direção radial PL=KCL MC Equivalente na direção radial inversa Fig.5 Fatores equivalentes para o momento M C Fatores equivalentes para o momento MC Fator equivalente na direção radial Fator equivalente na direção radial inversa C0 C0L = =1 KCR MC KCL MC C0 KCR= MC C0L KCL= MC C 0 : carga nominal estática (direção radial) (N) C 0L : carga nominal estática (direção radial inversa) (N) C 0T : carga nominal estática (direção lateral) (N) P R : carga calculada (direção radial) (N) P L : carga calculada (direção radial inversa) (N) P T : carga calculada (direção lateral) (N)

508-BR Diagrama de seleção Exemplo de cálculo Quando um bloco é usado N.º do modelo: SSR0XV1 Aceleração gravitacional g=9,8 (m/s ) Massa m = 10 (kg) =00 mm l=100 mm N.º 3 N.º N.º N.º 1 l Guia Linear m m Fig.6 Quando um bloco é usado N.º 1 P 1 =K AR1 l 1 K CR l =980,75 98 000,19 98 100 = 6.75 (N) N.º P = K AL1 l 1 K CR l =98 0,137 98 000,19 98 100 = 1.33 (N) N.º 3 P 3 = K AL1 l 1 K CL l =98 0,137 98 00 0,06 98 100 = 3.18 (N) N.º P =K AR1 l 1 K CL l =980,75 98 00 0,06 98 100 =.857 (N) Quando dois blocos são usados próximos um do outro Nº do modelo: SVS5R Aceleração gravitacional g=9,8 (m/s ) Massa m = 5 (kg) =00 mm l=150 mm N.º 3 N.º N.º N.º 1 l m m N.º 1 = N.º P= N.º 3 = N.º P= KAR KCR KAL KCR KAL KCL KAR KCL Fig.7 Quando dois blocos são usados próximos um do outro l l l l = = = = 9 9 9 9 0,0188 9 000,081 9 150 0,0158 9 000,081 9 150 0,0158 9 000,068 9 150 0,0188 9 000,068 9 150 =507,9 (N) =168,8 (N) =381,7 (N) =,6 (N) Nota1) Como uma guia linear usada em instalação vertical recebe somente uma carga de momento, não há necessidade de aplicar uma força de carga ().

508-BR Uso de eixo duplo Definição das condições Defi na as condições necessárias para calcular a carga aplicada do sistema linear e a vida útil em horas. As condições consistem nos seguintes itens. (1) Massa: m (kg) () Direção da carga de trabalho (3) Posição do ponto de trabalho (por exemplo, centro de gravidade): l, l 3, h 1 (mm) () Posição axial: l, h (mm) (5) Organização Arranjo do sistema linear: l 0, l 1 (mm) (Nº de unidades e eixos) (6) Diagrama da velocidade Velocidade:V (mm/s) Constante de tempo: t n (s) Aceleração: n (mm/s ) α (7) Ciclo de trabalho Número de movimentos alternados por minuto: N 1 (min -1 ) (8) Comprimento do curso: l s (mm) (9) Velocidade média: V m (m/s) (10) Vida útil necessária em horas: L h (h) Aceleração da gravidade g=9,8 (m/s ) l l h h1 Velocidade (mm/s) Ciclo de trabalho V tn t1 tn ls Diagrama da velocidade Fig.8 Condição s mm

508-BR Diagrama de seleção Equação de carga aplicada A carga aplicada ao guia linear varia de acordo com a força externa, como a posição do centro de gravidade de um objeto, a posição axial, a inércia gerada pela aceleração/desaceleração durante movimento ou parada, e a força de corte. Para selecionar um guia linear, é necessário obter o valor da carga aplicada e considerar essas condições. Calcule a carga aplicada ao guia linear nos exemplos 1 a 10 mostrados abaixo. m : Massa (kg) l n : Distância (mm) F n : Força externa (N) P n : carga aplicada (direção radial/radial inversa) (N) P nt : carga aplicada (direções laterais) (N) g : aceleração da gravidade (m/s ) (g =9,8m/s ) V : velocidade (m/s) t n : constante de tempo (s) n : aceleração (m/s ) Exemplo α Condição Equação de carga aplicada Guia Linear 1 Montagem horizontal (com o percurso do bloco) Movimento uniforme ou com paradas l P P = P = = l l l P = l Montagem horizontal com balanço (com o percurso do bloco) Movimento uniforme ou com parada = l P P l P = = P = l l l Nota) A carga é positiva na direção da seta.

508-BR Condição Equação de carga aplicada Montagem vertical Movimento uniforme ou com parada l P = P = l 3 T F P = = l T = PT = PT P PT = T = Por exemplo, eixo vertical de robô industrial, máquina de revestimento automático, elevador Montagem na parede Movimento uniforme ou com parada PT l P = P = T P T = P = T = PT = PT = T = l l PT Por exemplo, eixo de percurso de carregador de trilho cruzado Nota) A carga é positiva na direção da seta.

508-BR Com trilhos móveis Montagem horizontal Diagrama de seleção Condição Equação de carga aplicada 5 P P a P (max) = a P (min) = Guia Linear l Por exemplo, mesa XY Garfo deslizante 6 Montagem inclinada lateralmente θ h1 P PT l T Por exemplo, torno CN Carro = T= P = PT= = T= P = PT= cosθ cosθ sinθ cosθ sinθ cosθ sinθ cosθ cosθ sinθ cosθ cosθ cosθ l sinθ h1 sinθ l cosθ l sinθ h1 sinθ l cosθ l sinθ h1 sinθ l cosθ l sinθ h1 sinθ l Nota) A carga é positiva na direção da seta.

508-BR Condição Equação de carga aplicada Montagem inclinada longitudinalmente = cosθ cosθ l cosθ sinθ h1 T = sinθ h1 P P = cosθ cosθ l 7 P T θ PT l PT = = cosθ sinθ cosθ sinθ h1 cosθ l cosθ sinθ h1 Por exemplo, torno CN Descanso de ferramenta T = P = sinθ cosθ cosθ cosθ l sinθ h1 PT = sinθ Montagem horizontal com inércia Durante a aceleração = P = m α 1 l P = = m α 1 l T = PT = m α 1 PT = T = m α 1 8 F l P T Durante movimento uniforme a P = PT Durante desaceleração Velocidade V (m/s) α t1 t t3 Tempo (s) Diagrama da velocidade Por exemplo, caminhão de transporte = P = P = = T = PT = PT = T = m α 3 m α 3 m α 3 l m α 3 l Nota) A carga é positiva na direção da seta.

508-BR Diagrama de seleção Condição Equação de carga aplicada Montagem vertical com inércia T F P l Durante a aceleração = P = m (gα 1) l P = = m (gα 1) l T = PT = m (gα 1) PT = T = m (gα 1) Durante movimento uniforme Guia Linear 9 PT Velocidade V (m/s) P α t1 t t3 Tempo (s) Diagrama da velocidade Por exemplo, elevador de transporte = P = P = = T = PT = PT = T = l l Durante desaceleração m (g α 3) l = P = m (g α 3) l P = = m (g α 3) T = PT = m (g α 3) PT = T = Montagem horizontal com força externa l l Sob força F1 = P = P = = T = PT = F1 l5 F1 l5 F1 l 10 l5 F F1 F F3 P PT T Por exemplo, furadeira, fresadora, torno, centro de usinagem e outras máquinas de corte PT = T = F1 l Sob força F = P = P = = Sob força F3 = P = = P = T = PT = PT = T = F F F3 F3 F l F l F3 F3 F3 l F3 l Nota) A carga é positiva na direção da seta.