Processo de Criação de Cronogramas Prazo



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Transcrição:

Nome do de Criação de Cronogramas Número do Prazo - Informações sobre o Documento Nome do Projeto: Centro de Custo: 05.10..02.XX Gerente do Projeto: Versão do Documento: 0.0 Método de Revisão de Qualidade: Revisão pelo Diretor Executivo Data da Versão do Documento: 31.12.2004 Elaborado Por: Indique quem preparou Data da Preparação: 31.12. 2004 Revisado Por: Indique quem revisou Data da Revisão: 31.12. 2004 Histórico de Revisão do Documento Versão Motivo da mudança Data Autor 1.0 Criação 1/11

Índice 1. Objetivos e Escopo 3 2. Papéis e Responsabilidades 3 3. Glossário. 3 4. Critérios de Início.. 3 5. Produtos de Entrada. 4 6. Descrição do. 4 6.1. Fluxo Geral 4 6.2. Descrição das atividades.. 4 7. Produtos de Saída.. 10 8. Critérios de Encerramento 10 9. Medidas. 11 10. Documentos relacionados/ Referências 11 11. Critério de Adaptação.. 11 12. Produtos entregáveis.. 11 2/11

1. Objetivos e Escopo O objetivo deste processo é determinar uma maneira padrão de elaboração e preenchimento de um cronograma. 2. Papéis e Responsabilidades Papéis Gerente de Projeto Revisa a documentação do projeto; Responsabilidades Organiza logicamente as atividades do projeto; Detalha as tarefas significativas para a execução das atividades; Atribui esforço para cada atividade; Identifica as dependências de execução entre atividades; Gera uma rede de atividades com uma duração baseada em horas; Aloca recursos às atividades; Identifica caminho crítico e folgas do cronograma; Refina a alocação de recursos; Identifica as atividades que limitam ou restringem o sistema; Estabelece Buffers; Refina o cronograma. Time de Projeto Revisa a documentação do projeto. 3. Glossário Terminologias/ acrônimos SOW SRS WBS CRASHING FAST TRACKING Statement of Work / Declaração de Trabalho Descrição Requirements Specification / Especificação dos Requisitos Work Breakdown Structure / Estrutura Analítica de Trabalho Técnica de inclusão de recursos no caminho crítico para redução de cronograma. É a realização de atividades com o maior grau de paralelismo para fins de redução de cronograma. 4. Critérios de Início Início do projeto. 3/11

5. Produtos de Entrada WBS; Declaração de Trabalho - SOW; Ciclo de vida do projeto. 6. Descrição do 6.1. Fluxo Geral 6.2. Descrição das atividades 1. Avaliar compromissos do projeto 4/11

O Gerente de Projeto, em conjunto com a Equipe do Projeto, deve revisar a documentação do projeto de modo a identificar os seguintes pontos: Objetivos do projeto; Escopo; Ciclo de vida da solução selecionada Prioridades; Datas-alvo (milestones pré-agendados); Dependências externas; Recursos disponíveis. 2. Organizar logicamente as atividades do projeto Com base na WBS, são identificados os itens ou atividades que compõem o trabalho a ser realizado pelo projeto. Estas atividades devem ser organizadas, tipicamente, por uma das seguintes formas: Fases do ciclo de vida Nesta representação, a estrutura lógica das atividades do projeto seguem de uma forma similar ao seguinte exemplo: 1. Planejamento de Projeto 1.1 Módulo x 1.2 Módulo y 2. Especificação de Requisitos 2.1 Módulo x 2.2 Módulo y n. Operação Assistida n.1 Módulo x n.2 Módulo y Produtos a serem entregues Neste tipo de estrutura, a estrutura lógica das atividades do projeto seguem de modo análogo ao seguinte exemplo: 1. Módulo X 5/11

1.1 Especificação de Requisitos 1.2 Projeto 2. Módulo Y 1.n testes 2.1 Especificação de Requisitos 2.2 Projeto n. Módulo n 2.n testes n.1 Especificação de Requisitos n.2 Projeto n.n testes Nesta etapa devem ser inseridos também os marcos pré-estabelecidos do projeto. 3. Identificar tarefas por atividade Cada uma das atividades do projeto deve possuir um detalhamento das tarefas significativas para sua execução. Este detalhamento deve ser realizado com base em experiências de projetos anteriores da organização, conhecimento de especialistas ou sugestões da equipe do projeto. Exemplo: 1. Projetar componente 1.1 Compreender os requisitos 1.2 Desenvolver casos de uso reais 1.3 Elaborar diagramas de sequência 1.4 Desenvolver diagramas de classe 1.n Submeter a aprovação 4. Atribuir esforço a atividades 6/11

De acordo com o processo de Estimativas selecionado pelo projeto, cada atividade deverá ter um esforço associado para seu desenvolvimento. Em casos onde os modelos de estimativa são paramétricos, tais como, pontos de função ou pontos de casos de uso, é recomendada a adoção de uma lista de distribuição percentual de esforços com base na experiência da organização em projetos similares ou distribuições tipicas encontradas no mercado. Ex.: Planilha de distribuição de esforços para projetos com mais de 1000 pontos de função Jones 2002 Tasks WEB MIS SYSTEM MILITARY Requirements 3,00% 7,50% 4% 7% Prototyping 10% 2% 2% 2% Architecture 0,50% 1,50% 1% Project plans 1% 2% 1% Initial design 8% 7% 6% Detail design 7% 6% 7% Design reviews 2,50% 1% Coding 25% 20% 20% 16% Reuse acquisition 0,05 2% 2% Package purchase 1% 1% 1% Code inspections 1,50% 1% Ind. Verif. & Valid. 1% Configuration mgt. 3% 1% 1,50% Formal integration 2% 2% 1,50% User documentation 5% 7% 10% 10% Unit testing 25% 4% 5% 3% Function testing 17% 6% 5% 5% Integration testing 5% 5% 5% System testing 7% 5% 6% Field testing 1,50% 3% Acceptance testing 5% 1% 3% Independent testing 1% Quality assurance 2% 1% Installation/training 2% 1% 1% Project management 10% 12% 12% 13% Total 100% 100% 100% 100% 5. Estabelecer dependências entre atividades A partir da lista de atividades do projeto, devem ser identificadas as dependências de execução entre atividades. Nesta etapa devem ser consideradas apenas as dependências mandatórias e as arbitradas para o projeto incluindo-se dependências entre grupos. Exemplo: 7/11

Como resultado desta atividade, é gerada uma rede de atividades com uma duração baseada em horas, sem considerar a possibilidade de redução do tempo em função da quantidade de recursos associados às atividades. 6. Alocar recursos às atividades Com base nas restrições de recursos existentes no projeto, premissas e também nas folgas existentes na rede definida no passo anterior, é realizada uma distribuição de recursos para cada uma das atividades. Aqui também devem ser levadas em consideração as dependências relativas a este assunto. O objetivo deste passo é procurar obter uma duração estimada para cada uma das atividades, e consequentemente uma primeira versão da duração total do projeto. Caso se estabeleça uma data inicial para início das atividades, a rede com recursos e durações aproximadas torna-se a versão inicial de cronograma do projeto. Aqui também podem ser utilizadas técnicas de compressão de duração de projetos, tais como, CRASHING e FAST TRACKING sempre que necessário. 7. Identificar caminho crítico e folgas do cronograma A partir dos resultados do cronograma acima, devem ser calculados os seguintes itens de cronograma: Início mais cedo de cada atividade; Início mais tardio de cada atividade; Caminho crítico; Folga livre por atividade; 8/11

Folga total do cronograma. Ex: 8. Refinar alocação de recursos O refinamento da alocação de recursos, também conhecido como nivelamento de recursos, torna-se necessário para otimizar-se a quantidade e utilização de recursos no projeto. Este nivelamento deve buscar uma melhor distribuição dos recursos do projeto ao longo do tempo evitando-se a formação de grandes picos de pessoas durante o projeto. Por outro lado, deve-se levar em consideração os efeitos colaterais deste processo nos resultados do projeto, tais como nivelamento de recursos no caminho crítico e o conseqüente aumento da duração total do projeto. Programadores por mês Programadores por mês 20 20 quantidade 15 10 5 quantidade 15 10 5 0 m1 m2 m3 m4 m5 m6 m7 m8 0 m1 m2 m3 m4 m5 m6 m7 m8 Meses Sem uso de Nivelamento Meses Com uso de Nivelamento 9. Identificar gargalos 9/11

Identificar no cronograma do projeto as atividades que limitam ou restringem o sistema. O objetivo deste passo é determinar os pontos do projeto que devem ser constantemente monitorados e que possíveis atrasos podem trazer danos muito grandes ao desempenho do projeto. 10. Estabelecer Buffers Com base nos gargalos é sugerida a inserção de reservas de tempo, ou buffers de alimentação, antes de cada uma das atividades gargalos do cronograma como forma de garantia do atingimento dos marcos do projeto. Para se utilizar esta técnica, é importante retirar das estimativas de duração das atividades todas as reservas de tempo inerentes ao risco de desenvolvimento e aproveitar estas reservas nos buffers do projeto. Na figura abaixo estão colocados em destaque (ciano) os buffers do projeto. 11. Refinar Cronograma Elaborar um cronograma é um processo iterativo e que pode ser melhorado ao longo do tempo, entretanto é recomendável que se efetue ao menos uma revisão geral do cronograma antes de considerá-lo como uma versão finalizada e pronta para o uso. 7. Produtos de Saída Cronograma. 8. Critérios de Encerramento Encerramento do projeto. 10/11

9. Medidas Não se aplica. 10. Documentos relacionados/ Referências Índice Documento Referência Local Parte(s) referida no documento 11. Critério de Adaptação Não se aplica. 12. Produtos entregáveis Cronograma do Projeto Nome Passa por revisão obrigatória? Sim 11/11