DIMENSÃO ESTRATÉGICA DO PPA



Documentos relacionados
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO. Gestão das informações oficiais e dos registros administrativos PPA

CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

PPA Participativo Metodologia para elaboração do PPA

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG

CONSTRUÇÃO DE INDICADORES PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PPA

PRODUTOS DO COMPONENTE Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PLANO NACIONAL DE DANÇA

REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA

CURSO ON-LINE PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Balanço do Plano Plurianual 2006/2009. Perspectivas para o Próximo PPA. Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

Relatório Devolutivo 10 e 11/09/2014 Sertãozinho / SP

PORTARIA No , DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

ORIENTAÇÃO TÉCNICA - CONTABILIDADE

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ARTIGO - ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA PROFESSOR: SÉRGIO MENDES. PPA Alterações na Estrutura Programática Parte II

A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso. Fabio Ribas Recife, março de 2012

Reunião de Abertura do Monitoramento Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Cartilha do Orçamento Público

INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL

Custos no Setor Público:

DIÁLOGOS PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA

Plano de Gestão do PPA Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. Ministério do Planejamento

Planejamento e financiamento para a qualificação das ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica à Saúde

PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Mayalú Tameirão de Azevedo

Curso Introdutório em Gerenciamento da Estratégia Saúde da Família

TERMO DE REFERÊNCIA SÃO GONÇALO ARTICULADOR

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

Saiba mais sobre o histórico do Projeto Gestão por Competências no Ministério da Saúde.

Despesas com a Educação

Orçamento Público: Visão Geral

CNAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Especial dos Direitos Humanos ( ) 2015)

PROJETO DE CAPACITAÇÃO INTRODUÇÃO À GESTÃO PÚBLICA

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-

11 de maio de Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 2013/2018

DO PL ANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SOCIOEDUC ATIVO SUGESTÃO DE ATUAÇÃO DAS ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO

REFERÊNCIA Transporte Rodoviário Agenda Setorial 2012 Acompanhamento/Monitoramento da política pública de transporte rodoviário

Atualizações das Leis Municipais Encontro Estadual dos Gestores e Técnicos da Assistência Social da Bahia

PLANEJAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Brasília, outubro de 2011

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANÁLISE PRELIMINAR DE PDTI

APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO

RESOLVE AD REFERENDUM DO CONSELHO:

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA

Bolsa Auxílio à Iniciação Científica - Regulamento

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Última atualização em: 23/4/2014 Resolução Sicoob Confederação ª edição em 14/6/2012 Resolução Sicoob Confederação 031 1/5

PRÊMIO INOVAR BH EDITAL SMARH N

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS

GT de Economia Criativa

Curso de Especialização em MBA EXECUTIVO EM GESTÃO PÚBLICA

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

- PLANO ANUAL DE AUDITORIA -

CONSELHOS MUNICIPAIS DE CIDADES E PLANOS DIRETORES NO ESTADO DA BAHIA: SITUAÇÃO ATUAL E DESAFIOS

DIRETRIZES E PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DE CURSOS NOVOS DE MESTRADO PROFISSIONAL

PLANO ESTRATÉGICO ANUAL 2012

AUDITORIA E LICENCIALMENTO AMBINETAL COMO INSTRUMENTOS DOS SISTEMAS DE MEIO AMBIENTE

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE LEI DE ORÇAMENTÁRIAS ANUAL - PLOA

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS

O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEISDA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

Estrutura de Gerenciamento de Risco De Crédito

Metodologia de Elaboração do PPA-Plano. Cuiabá, Março de 2011

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ANEXO III TERMO DE REFERÊNCIA

FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA FACNOPAR PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 1121 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Transcrição:

PPA Participativo Bahia 2016-2019 O Plano Plurianual Anual (PPA) é o instrumento que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública estadual, considerando as despesas de capital e outras delas decorrentes, e as relativas aos programas de duração continuada. O Governo do Estado da Bahia entende que o PPA deve se configurar como um documento político, pactuado e utilizado estrategicamente por todas as instâncias e, seguindo o objetivo de fortalecer a sinergia para o PPA. Suas principais diretrizes norteadoras são: Fortalecimento da dimensão estratégica; Fortalecimento da dimensão territorial; Fortalecimento como instrumento da articulação setorial; Aproximação com os planos setoriais e sistemas estaduais; Ampliação da participação social no planejamento. 2 Objetivos PPA 2016 2019: Ser o principal instrumento da gestão estratégica do estado; Fornecer elementos para a tomada de decisão; Possibilitar o acompanhamento das políticas estratégicas. Modelo do PPA 2016-2019 O PPA Participativo Bahia 2016-2019 consolida-se como instrumento de planejamento, pois fortalece o processo de elaboração, com dedicação especial a construção da dimensão estratégica, o fluxo de elaboração dos Programas e resultado da participação social como etapa que antecede a elaboração dos atributos do programa. DIMENSÃO ESTRATÉGICA DO PPA 2016-2019 O PPA é um documento técnico e político, configurando-se como o principal instrumento da gestão estratégica do estado. Dessa forma, afasta-se de uma peça técnica e orçamentária, ou mesmo um documento burocrático, para cumprir um requisito legal de imposição dos órgãos de controle. De forma conceitual a elaboração da base estratégica é orientada por meio das diretrizes estabelecidas no plano de governo, seguida do levantamento e organização de informações para análise da situação atual do Estado em seus aspectos econômico, social, ambiental e demográfico.

Elementos para a construção das Diretrizes Estratégicas Cenários Prospectivos; Relatórios de Monitoramento e Avaliação do PPA vigente; Programa de Governo Participativo. Figura 1: Elementos para a construção da base estratégica Atributos da dimensão estratégica do PPA 2016-2019 Questões Norteadoras: perguntas no âmbito da estratégia de Estado, levantando desafios, que resultam em Diretrizes e Temas Estratégicos, levando em consideração os cenários (limites e possibilidades) e propostas de governo (cenário desejado); Diretriz Estratégica: Definições e Objetivos do governo em face de uma questão estratégica definida pelo programa eleito, avaliação do PPA anterior, politicas setoriais e os cenários prospectivos do estado. As diretrizes estratégicas orientam a formulação dos componentes da Matriz Programática; Eixo: Macro Área estratégica de organização do governo; Temas Estratégicos: Refletem as áreas estratégicas de atuação do estado definidas nas diretrizes, devem orientar a atuação dos programas; Indicadores Estratégicos: Permitem identificar e aferir aspectos relacionados ao tema estratégicos e devem ter um nível maior de agregação do que o Indicador de Programa; 3

Programa: Programas de Governo que objetivam as ações do estado para a atuação estratégica. 4 Figura 2: Representação dos Elementos do Ciclo Estratégico Matriz Programática e Dimensão Estratégica A Matriz Programática organizada de forma transversal (Figura 3 e 4) se difere da realizada no PPA 2012-2015, onde cada Programa tinha origem em apenas uma área temática. Para o PPA 2016-2019 os Temas Estratégicos devem clarificar a visão estratégica do governo sobre um tema, não sendo apenas reflexo de uma setorial, mas de um Tema Estratégico para o Estado. Dessa forma, deixamos de lado a Área Temática, para vincular os Programas de Governo aos temas quais suas ações terão impacto. Tal mudança busca ainda revelar o caráter transversal dos Programas.

Figura 3 : Exemplo Construção de Matriz Programática Elaboração dos Programas do PPA 2016-2019 A definição da dimensão estratégica orienta as setoriais na formulação de programas e na definição de compromissos, onde devem ser atribuídos aos responsáveis (setoriais) e metas a serem realizados no âmbito dos programas. 5 Figura 4: Relacionamento da Matriz Programática

Como fazer? O fluxo de elaboração do programa envolve tanto a equipe SEPLAN quanto os representantes das setoriais, que estarão em intenso diálogo durante todo o processo. Para melhor exemplificação deste processo, segue detalhamento do mesmo: I. Formatação da rede de interlocutores e representantes das setoriais e demais órgãos envolvidos na elaboração do PPA; II. Mesas temáticas de discussão dos Temas e Programas; III. Cadastramento dos compromissos dos Programas no FIPLAN com estimativa de custo; IV. Crítica do Grupo Técnico da SEPLAN; V. Ajuste dos compromissos (aderência e valores); VI. Consolidação das propostas para o PPA; 6 Figura 5: Fluxo de Elaboração dos Programas e seus Compromissos ESTRUTURA DOS PROGRAMAS TEMÁTICOS Os programas temáticos possuem como referência a dimensão estratégica do plano, e deve orientar a ação governamental para a entrega de bens e serviços à sociedade, cujo foco é a viabilização dos resultados convergentes com os objetivos do plano de governo. No estado da Bahia a formulação inicial do Programa é proposta pela SEPLAN.

Atributos dos Programas Temáticos Ementas (enfoques estratégicos) - Expressa o conjunto de objetivos que se deseja alcançar com as ações desenvolvidas no âmbito do programa. Indicadores - Permitem identificar e aferir aspectos relacionados ao objetivo do Programa, explícito em sua ementa. Deve auxiliar o monitoramento da evolução de uma determinada realidade. A definição dos indicadores deve ter a participação dos órgãos de pesquisa e monitoramento. O Programa tem como seu componente estrutural, que lhe dá conteúdo e forma, o Compromisso, com as seguintes especificações 7 Figura 6: Representação dos Programas e seus elementos COMPROMISSO: Descreve um objetivo a ser cumprido pelo órgão responsável, de um bem/serviço, e possui como atributos: órgão responsável, meta (global e regionalizada e iniciativa) a) Órgão Responsável: órgão setorial propositor e responsável no compromisso pela articulação e cadastramento dos seus atributos; b) Os compromissos podem ser compostos por metas e iniciativas de setoriais diferentes

São de três tipos: Compromisso para a disponibilização ou aperfeiçoamento de bens ou serviços; Compromisso de articulação, fomento e apoios às políticas públicas; Compromisso para gerir ou manter em funcionamento bens ou serviços fins já disponibilizados. Observação: Embora previsto inicialmente, não foi implementado no PPA 2012-15 esse tipo de Compromisso. 8 META DO COMPROMISSO - Deve expressar uma meta que seja estratégica para o cumprimento do compromisso, sendo a medida do alcance do compromisso. Características: Deve ser definida com base em parâmetros e evidencias (indicador do compromisso) que permitam monitoramento e analise de dados; A meta deve refletir de forma objetiva o resultado do esforço realizado pelo Estado; Estipula uma unidade e uma medida a ser alcançada; Associa-se a iniciativas para a realização da meta estipulada; Deve ser desdobrada por região (Territórios de Identidade); INICIATIVA Expressa o conjunto de ações que devem ser executadas para a concretização dos bens e serviços vinculados a meta. Criam bases para a gestão estratégica do orçamento por meio do gerenciamento das entregas vinculadas às ações orçamentárias. ESCUTA SOCIAL NO PPA PARTICIPATIVO 2016-2019 Contando com ampla participação social e após dois Planos Plurianuais Participativos, a Bahia parte agora para o seu terceiro, dando continuidade ao projeto de aprofundamento da democracia e estabelecimento da participação social como elemento indispensável à gestão pública estadual. Cabe ressaltar, que a Bahia é o único estado da nossa Federação a chegar a esta marca. Em todos os PPA Participativos, destaca-se a importância da adoção dos Territórios de Identidade TI como unidade de planejamento e de base sociopolítica da escuta do PPA. Os TI são um grande avanço para o planejamento público na Bahia, pois revela e considera toda a diversidade

existente em suas múltiplas dimensões: cultural, ambiental, econômica e social, além de capturar o sentimento de pertencimento da população àquela região. Desta forma, se estabelece um novo paradigma na formulação das políticas públicas: em vez de o Governo planejar para a sociedade, este planeja com a sociedade. E para tanto, é preciso respeitar a organização espacial que a população se sente pertencer e naturalmente estabelece seus vínculos e interrelações. O objetivo é formular políticas públicas mais afins às necessidades de cada região, garantindo assim uma maior efetividade. A cada PPA há o aprimoramento do seu processo de escuta social. Desta forma, para o PPA 2016-2019, buscou-se introduzir novos arranjos e instrumentos para qualificar ainda mais este processo. O Fluxo a seguir sistematiza todo o processo de escuta social do PPA Participativo 2016-2019. 9 Apreciando o fluxo, destacamos os avanços e processos da nova metodologia: Ampliação da escuta social para duas dimensões: a territorial e a setorial (antes era apenas territorial). A territorial envolverá a participação dos Colegiados de Desenvolvimento Territorial CODETER de cada TI. A setorial ocorrerá através da participação dos

10 Conselhos Estaduais vinculados às políticas públicas (educação, saúde, segurança pública, segurança alimentar, etc) e de reuniões com entidades representativas do setor produtivo (indústria, comércio, serviços, agronegócio, agricultura familiar, turismo e construção civil). Os Conselhos Estaduais se reunirão conjuntamente para discutir temas transversais. As propostas históricas elaboradas pelos CODETER, Conselhos Estaduais e entidades do setor produtivo serão sistematizadas para a formulação de Propostas Estratégicas. As Propostas Estratégicas serão inseridas no Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Governo do Estado da Bahia FIPLAN para que as Secretarias possam utilizá-las como insumos para a formulação dos Programas, Compromissos e Metas do PPA. As Secretarias utilizarão Propostas advindas das escutas para formular os seus Compromissos e Metas do PPA e através da associação com as propostas será possível a emissão de relatórios sobre o seu aproveitamento na formulação do PPA e futura execução dos programas através do monitoramento das Leis Orçamentárias Anuais LOAs: devolutivas. O Governo Estadual vai enviar para as entidades participantes do processo estas devolutivas e realizar plenárias territoriais para apresentar nos 27 as suas metas para os próximos 4 anos em cada um deles. Ressaltamos, no âmbito da Lei 13.214/14 que dispõe sobre a Política de Desenvolvimento Territorial do Estado da Bahia, a criação do Comitê de Acompanhamento do PPA CAPPA, vinculado ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Territorial - CEDETER, com a finalidade de acompanha a execução do PPA, LDO e LOA. Com tudo isso, espera-se que o processo de escuta social do PPA Participativo 2016-2019 consiga avançar ainda mais que os últimos, garantindo uma maior efetividade deste processo. Ademais, para além da formulação do PPA, esta nova metodologia deve qualificar todo o processo de gestão participativa e democrática implementada pelo Governo do Estado da Bahia nos últimos anos.

11