O MENINOdo DEDO VERDE

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Transcrição:

O MENINOdo DEDO VERDE

A COMPANHIA Fundada em 1999 na cidade de Itajaí (SC), a Cia Experimentus Teatrais tem se dedicado à montagem e circulação de espetáculos para crianças e adultos. Em seus processos criativos, a direção e a dramaturgia estabelecem um diálogo direto com criação do ator, o que ocorre tanto em montagens que partem de um texto teatral ou de uma obra literária, quanto de um tema amplo que ao longo do processo dá origem a um texto e a uma encenação. A companhia tem também se dedicado ao teatro de formas animadas (bonecos e objetos), em algumas de suas montagens ampliando os horizontes da criação textual e cênica em que o grupo vem trabalhando. Nos primeiros anos de trabalho montou os espetáculos A Roupa Nova do Rei (1999-2005), A Pequena Vendedora de Fósforos (dentro do Projeto Teatro Cidade - Nov./Dez. de 2000), Noite Adentro (Abr./Dez. 2001), Olha pra Mim (2004-2006), Hagënbeck Ltda (2005-2010) e o espetáculo demonstração A Casa do Sótão ao Porão (2008). Atualmente compõem o repertório da companhia os espetáculos O Menino do Dedo Verde (2002), Dois Amores e um Bicho (2009), e espetáculos solos Contos Notívagos, Emoções Baratas (ou Eu Te amo Glória Pires) e Luisa, ambos de 2010, realizados simultaneamente através do projeto Intersecções Intercâmbio de Solos Teatrais compartilhando seus processos de trabalho em ensaios abertos, demonstrações e mesas de debates. O projeto foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro - Myriam Muniz em 2009. Os espetáculos da Cia.Experimentus são adaptáveis a espaços diversos, permitindo um grande deslocamento das salas convencionais de teatro, buscando assim a formação de um público amplo e diferenciado. Os trabalhos montados já foram vistos por mais de 100 mil pessoas em diversos estados brasileiros, tendo a companhia participado de vários encontros, circuitos e festivais ao lado de artistas de vários países estrangeiros tais como: Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Curitiba (PR), Feverestival (SP), Mostra Nacional de Teatro de Pelotas (RS), Circuito EnCenaCatarina (SESC SC), Circuito Entreato (SESC/SC), Feira Nacional do Livro Infantil (SC), Festival Nacional de Monólogos de Vitória (ES), Festival Nacional de Teatro de Bonecos de Jaraguá do Sul (SC), Mostra Internacional de Teatro de Grupo (SC), Festival Nacional de Teatro de Americana (SP), Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba (SP), FITA Floripa - Festival Internacional de Teatro de Animação (SC), Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau (SC), entre outros. Além da criação de espetáculos a Cia Experimentus desenvolveu diversos projetos de formação embasando seus processos de montagens, todos eles com atividades abertas à classe artística e a comunidade tais como: O Espaço em Aberto (2007-2010), que trouxe à cidade profissionais das áreas de dramaturgia, atuação no espaço urbano, preparação vocal e corporal, ministrando oficinas abertas à classe artística local, e desenvolvendo um percurso de estudo sobre diferentes formas de relação entre o ator e espaços cênicos alternativos; 7 Anos de Experimentus! (2006) com oficinas, leituras dramáticas e mesas de debates durante um ano de programação; Intercâmbio Teatral (2001), junto a grupos de Santa Catarina e São Paulo, entre outros. Também se destacam na trajetória da companhia: a criação do Circuito Teatral Espetáculos em Entidades Assistenciais, levando seus trabalhos a diversas comunidades periféricas de Itajaí; e a prática pedagógica desenvolvida nos Cursos de Teatro da Casa da Cultura Dide Brandão, ministrados entre 2002 e 2007, além de outras atividades de curta duração como as oficinas de teatro para educadores. de Teatro de Animação (SC), Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau (SC), entre outros.

Daniel Olivetto, ator Ator, diretor e produtor teatral. Mestre em Teatro e Graduado em Artes Cênicas pelo CEART UDESC. Atual Diretor de Projetos da FECATE Federação Catarinense de Teatro. Fundador da Cia. Experimentus, na qual dirige os espetáculos Hagënbeck Ltda (2005) e Dois Amores e um Bicho (2009), além de atuar nos espetáculos-solos O Menino do Dedo Verde (dir. Marcelo F. de Souza 2002), e Emoções Baratas [ou Eu Te Amo Glória Pires] (dir. Renato Turnes 2010). Participou de oficinas e cursos teatrais com: Periplo Compañia Teatral (Argentina), Lume Teatro (SP), Odin Teatret (Dinamarca), Centro di Produzioni Via Rosse (Itália), Cia. Nova Dança 4 (SP), entre outros. Atuou em espetáculos como: Ricardo 3o (2007), Variações sobre a Morte de Trotsky (2006), A Trágica História do Dr. Fausto (2004), Olha pra Mim (2004), A Roupa Nova do Rei (1999), e Bailei na Curva (1998), entre outros. Dirigiu ainda os espetáculos Meditação de Thaís, ( Projeto Nova Dramaturgia, FURB - Blumenau 2002), e Noite Adentro, (Cia. Experimentus 2001). Coordenou projetos como o 2º Itajaí em Cartaz e Toda Terça Tem Teatro (Grupos de Teatro de Itajaí 2008); Mostra UDESC no Fringe 2006 (Curitiba PR). Publicou artigos sobre teatro e política cultural nas revistas Polêmica Imagem (UFRJ -RJ), Revista do 10º FENATIB (SC), O Espaço em Aberto (SC), além de capítulos dos livros Meyerhold Experimentalismo e Vanguarda (2008), Teatro da Vertigem: Processos Contemporâneos (2009), e de textos em jornais de circulação estadual. Atuou nos curtas-metragens: Contraponto, de Marcelo F. de Souza, e Memórias de Passagem, (2011) de Marco Stroisch, O Homem Dublado (2012) de Renato Turnes, entre outros, e ainda em shows de comédia como Teatro de Quinta (2008-2010) e Humor B (2009). Em Florianópolis atua nos humorísticos da La Vaca Productora de Arte, além de colaborar em outros espetáculos como iluminador e artista gráfico. Recentemente dirigiu a montagem Lulu Não Mora Mais Aqui, com a atriz Graziela Meyer, explorando a linguagem do stand up comedy para o público infanto-juvenil. Marcelo F. de Souza, diretor Ator, diretor, dramaturgo e bonequeiro itajaiense, vem trabalhando desde 1990 em diversas montagens teatrais para adultos e crianças, participando de festivais de teatro em diversas regiões brasileiras. Em 1995 recebeu o prêmio melhor ator no X Festival Nacional de Teatro de Teresina (PI) pelo espetáculo O Homem com a Flor na Boca. Atuou ainda em espetáculos como MacBeth (1992), Piquenique no Front (1993), Senhoras e Senhores (1993) e Negro Olhar (1994). Desde 1996 mantém em repertório o espetáculo-solo Brincando de Bonecos, pelo qual recebeu prêmios de melhor espetáculo, melhor ator e melhor dramaturgia no 12º Festival Catarinense de Teatro e o prêmio de melhor ator no Festival Nacional de Teatro de Lages. A partir de 2003 passa integrar a Cia. Experimentus, dirigindo o espetáculo O Menino do Dedo Verde (2002), e atuando em Hagënbeck Ltda (2005). Escreveu cerca de 20 textos teatrais e dirigiu espetáculos como A Ida ao Teatro, Vida ao Ar Livre, Lamú é o Bicho e Mulher de Pescador. Desenvolve sua formação a partir do contato com diversos artistas e grupos de Teatro como Hamish McColl e John Foley (Inglaterra), Grupo Lume (SP), Amyr Haddad (RJ), Diego Cazabat (Argentina), Sergio Mercúrio (Argentina) e Armindo Bião (BA). É Graduando em Artes Cênicas pelo CEART-UDESC (Florianópolis), tendo integrado de 2003 a 2006 a Óctus Cia de Atos como dançarino do espetáculo Sofia. Recentemente recebeu o Prêmio de Melhor Ator pelo espetáculo Ricardo 3º no 21º Festival de Teatro de Blumenau. Entre seus últimos trabalhos como diretor estão o espetáculo de formas animadas O Menino Maluquinho, a tenda de teatro lambe-lambe Espia Só e o curta-metragem Contraponto.

Sandra Knoll, assist. de direção e produtora Atriz e produtora, iniciou seu trabalho teatral na cidade de Blumenau em 1990. É graduada em Letras/Literatura pelo Centro de Comunicação da Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI (SC), com monografia sobre os procedimentos contemporâneos de criação dramatúrgica. Recebeu prêmio de melhor atriz por seu trabalho em João - O Louco (1991) e MacBeth (1992). Em 1999 fundou em Itajaí a Cia. Experimentus Teatrais, na qual vem trabalhando até hoje. Atualmente, na companhia, é atriz do espetáculo solo Luisa (2010) e Dois Amores e um Bicho (2009), assistente de direção do O Menino do Dedo Verde (2002) e produtora de todas as montagens e projetos. Atuou em diversos outros espetáculos como A Roupa Nova do Rei (1999), Ela e o Fim (2000), A Pequena Vendedora de Fósforos (2000), Mulher de Pescador (2002) e Olha pra Mim (2004). Em 2001 atuou no espetáculo solo Noite Adentro (2001), que percorreu importantes festivais brasileiros durante este ano. Em 2008, junto à Cia Experimentus, desenvolveu o projeto de formação O Espaço em Aberto, pesquisando procedimentos de atuação em relação ao espaço e ao público, dando origem ao espetáculo Dois Amores e um Bicho. Desenvolve sua formação a partir do contato com diversos grupos e pessoas de teatro como Mônica Montenegro (SP), Grupo Lume (SP), Periplo, Compañia Teatral (Argentina), Grupo XPTO (SP), Centro di Produzioni Via Rosse (Itália), Roberto Mallet (SP) e Fernando Villar (DF). Em 2009 ministrou aulas no projeto Shakespeare nas Escolas com jovens do ensino médio de escolas estaduais culminando na montagem teatral O Avarento, de Moliére, apresentado em diversas cidades do estado. Atualmente tem ampliado sua formação integrando o projeto Espia Só da Cia Andante que tem como linguagem o teatro lambe-lambe e as formas animadas em miniatura e também no média-metragem Contraponto investindo nas diversas formas artísticas no campo da atuação. Foi presidente da Rede Itajaiense de Teatro (2009 2011) e atualmente é vice-presidente do COMUC- Conselho Municipal de Cultura da cidade de Itajaí e presidente do Conselho Consultivo da FECATE.

O ESPETÁCULO Na cinzenta cidade de Mirapólvora mora um menino a quem todos chamam de Tistu, aliás, dizem por todos os cantos que ele não é como as outras crianças. N uma de suas aulas de jardinagem ele descobriu ter um dom mais que especial: um polegar verde capaz de fazer brotar plantas nos lugares mais improváveis. Desde esse dia, a vida em Mirapólvora nunca mais foi a mesma... O espetáculo parte de uma obra-prima de pura ficção, transbordante de humor e poesia. Trata-se do romance homônimo de Maurice Druon, escrito em 1957, que hoje não apenas é um clássico da literatura infantil, pois certas obras não transcendem apenas as fronteiras dos países, mas também as fronteiras das idades segundo Dom Marcos Barbosa, que traduziu o livro para o nosso idioma. Histórico O Menino do Dedo Verde completa 10 anos em cartaz em dezembro de 2012. Já foi apresentado em mais de 50 cidades brasileiras através de temporadas em teatros e salas de espetáculos, escolas e projetos comunitários, participando de diversos circuitos, mostras e festivais como: 2º. Festival Catarinense de Teatro de Bonecos de Rio do Sul; 3ª. Mostra Internacional de Teatro de Grupo / 7ª. Mostra Itajaiense de Teatro; 3º Festival de Formas Animadas de Jaraguá do Sul SC; 13º Festival Catarinense de Teatro (Criciúma SC); 27º Festival Nacional de Teatro de Lages SC; 2º. Feverestival, em Campinas SP (evento que reuniu artistas de diversas partes do Brasil, Canadá, Itália, Espanha, Estados Unidos e México); Mostra Nacional de Teatro de Pelotas RS; 8º Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau FENATIB SC; Circuito ENCENACATARINA do SESC (apresentando-se em 15 cidades de Santa Catarina); XII Festival Nacional de Teatro de Florianópolis - Isnard Azevedo; 14 o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos de Curitiba (junto a grupos de diversas partes do Brasil, Holanda, Chile, França, México e Espanha); 1º. FITA FLORIPA Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis (2007). Em 2010 o espetáculo foi convidado pelo SESC Santa Catarina para o circuito Entreato circulando por 17 cidades do estado. Em 2011 e 2012 participou da 1ª e 2ª edições da Maratona Cultural de Florianópolis, além de realizar apresentações em diversas comunidades de Itajaí dentro dos projetos Quatro Encontros e Dez Anos de Tistu, promovidos pela Cia. Experimentus.

ALGUNS DEPOIMENTOS Numa discussão bem humorada sobre as relações entre adultos e crianças o espetáculo é de uma singeleza ímpar, como uma construção em silhueta de todas as situações desenvolvidas. No pequeno armário que serve de palco estão contidos todos os objetos de cena. E o caráter destes revela a sabedoria dos criadores do espetáculo. Tudo é mínimo, essencial: conhecemos o velho bigode, pelo simples bigode mesmo, o pai e a mãe de Tistu, num único boneco, o que exige maestria do ator na sua manipulação, mas que implica num jogo gestual preciso e cheio de humor crítico. Não bastasse isso, a poesia que perpassa todo o espetáculo, na singeleza das cores, na composição do espaço, nos materiais utilizados, há ainda o próprio boneco: Tistu é uma cabeça e um pano, e, no entanto, quanta vida nos surge a partir de sua manipulação e voz tão bem delineada que lhe atribui o ator. Um trabalho de parceria sem dúvida, é o que se identifica aí, no encontro de Daniel Olivetto e Marcelo de Souza, dois amantes e conhecedores do teatro de bonecos, que sabem fazer boa dramaturgia, para grandes e pequenos, e que falando a estes últimos não os minimizam. Fugindo de todos os estereótipos do que se costuma produzir no teatro dito infantil, a Cia. Experimentus Teatrais nos oferece um belo espetáculo que guardamos para muitos momentos de reflexão. Saímos sempre emocionados, adultos e crianças, e reconhecemos nossa humanidade tão frágil e precária em todos os aspectos sociais que o espetáculo desenha. ELIANE LISBOA, Dramaturgista, Mestre em Informação e Comunicação - Paris X, Nanterre França, Doutora em Teoria Literária na UNICAMP. O espetáculo solo de Daniel Olivetto, sob a direção de Marcelo F. Souza, tem a árdua e bem sucedida tarefa de verter para o palco o romance de Maurice Druon, O Menino do dedo verde, história bem conhecida por crianças e adultos, que mesmo escrita em 1957, estoura no Brasil nos anos 60/70, como um novo O Pequeno Príncipe, ou um quase Fernão Capelo Gaivota. Do trio publicado, Tistu é sem dúvida o mais simpático de todos. Numa história simples e poética, o menino do dedo verde vai transformando o mundo com seu talento oculto de fazer brotar flores nos lugares mais inusitados - nas grades da cadeia e outros recantos cinzentos. Assim a cidade de Mirapólvora se transforma em Miraflores e com missão cumprida o anjo voa. No palco, Daniel Olivetto, sem nenhuma empanada ou rede de segurança se lança nessa aventura teatral num fôlego só. Amparado por um telão de retalhos azuis que lembra a delicada lona dos cirquinhos, vestindo um figurino enxuto inspirado nos bufões, o ator manipulador representa todos os personagens e recria as situações da obra com adereços muito bem colocados.

Tistu é um marote muito adequado ao personagem. O sr Papai e a sra Mamãe são representados numa placa de madeira reversível, uma espécie de raquete, que funciona como as duas faces da mesma moeda. O jardineiro é feito pelo ator com bem humorados bigodes de barbante. A cadeia é um móbile de molas e bonecos recortados de lata. Depois de transformada pelo menino, volta como um guarda chuva florido.símbolos muito apropriados na exposição da história. A direção de Marcelo F. Souza, que também assina a dramaturgia, deixa o ator Daniel Olivetto bem a vontade em cena quanto a manipulação e interpretação dos diversos personagens. (...) O menino do dedo verde, é um espetáculo que encanta crianças que ainda não conhecem a história e adultos que se lembram dela com saudade. Ultrapassando as fronteiras de uma possível rivalidade, emociona também outros bonequeiros na platéia. LUCIA CERRONE, jornalista, crítica teatral e dramaturga (crítica especialmente escrita no Festival Brasileiro de Teatro de Itajaí, em fevereiro de 2007) A arte não vinculada à mídia de massa, vive com orçamentos baixíssimos e ainda assim, e talvez por isso, continua sendo arte, podendo ser de primeira qualidade, como é o caso da peça O MENINO DO DEDO VERDE, apresentada pela Cia Experimentus Teatrais de Itajaí, num solo delicado e contagiante. Solo? Não, os bonecos que contracenam com o ator são tão vivos que os levamos juntos no coração, depois de assistir o espetáculo. Um espetáculo terno, tomado por um malabarismo comum a quem sabe construir arte com poucos recursos e, com isso, dar vazão a uma contida criatividade, cada vez mais sufocada em nós pelas máquinas, pelo concreto, lang houses, fliperamas, filmes apelativos e televisão (...) Para isso colaboram um figurino que não rouba a atenção da vida dos personagens; uma trilha sonora bem escolhida, que nos leva longe no ritmo da emoção; um cenário simples e, por isso mesmo, que nos surpreende por conseguir apresentar tantas regiões diferentes num mesmo palco; um ator amadurecido precocemente nas experiências de palco, que flutua suavemente pelo nosso imaginário, sem jamais feri-lo e, acima de tudo, um elemento fundamental ao gênio humano: a criatividade, que nos faz voar junto com Tistu por jardins esquecidos em nossa memória. MAURO CAMARGO, Escritor Autor dos Livros A Ilha de Alor e Ana Cabeluda do Pano na Cabeça

De 5 a 7 metros Caixa de Som Caixa de Som NECESSIDADES TÉCNICAS - Espaço Cênico de 5 metros de largura x 5 metros de profundidade x 4 metros de altura (mais espaço para platéia); - Tomada de 220V; - Piso liso para melhor deslizamento do cenário; - Para espaços que dispõem de equipamento de iluminação ver mapa e rider de luz em anexo. OUTRAS INFORMAÇÕES - Faixa Etária: De 7 a 12 anos [também recomendado ao público adulto] - Duração: 40 minutos. Ma p a d e P a l c o O Menino Hagënbeck do Dedo Ltda. Verde Panod e Fundo Piso de 5m de larg ura X 4m de profundidade De 6 a 8 metros Refletores PC 1000w Refletores Elipsoidal Sonoplastia: Aparelho de som com entrada para operação em CD. Iluminação: 15 PCs de 1000 e 2 refletores elipsoidal; Mesa e rack para 8 canais; Cores: 6 gelatinas azul claro mais 6 porta gelatinas para PC de 1000.

FICHA TÉCNICA Direção e Dramaturgia: Marcelo F. de Souza A partir do romance homônimo de Maurice Druon Com Daniel Olivetto Assistência de Direção: Sandra Knoll Figurinos, Cenário, Sonoplastia, Iluminação, Confecção de Bonecos: Daniel Olivetto e Marcelo F. de Souza Concepção de Bonecos: Marcelo F. de Souza Confecção de Figurinos, Cenário e Adereços: Cia. Experimentus e Vilma da Luz Arte Gráfica: Daniel Olivetto e Leandro de Maman Fotos: Leandro de Maman, Rivo Biehl, Samara Zukoski e Xico Stocker Produção e Realização: www.experimentus.com.br contato@experimentus.com.br 47 3346 1460 sandra@experimentus.com.br / 47 9909 9341 - Sandra daniel@experimentus.com.br / 48 9644 2000 Daniel