MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro



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Transcrição:

Modelo de Maturidade: Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Resultados Dez2003 Jun2007 3. Metas 2009 4. Conclusão Kival Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR Rio Info 2007 Seminário Internacional de Engenharia de Software (SIES) Engenharia de Software em Micro e Pequenas Empresas (MPEs) Rio de Janeiro-RJ, 23 de agosto de 2007 (Hotel Glória)

SOFTEX Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (www.softex.br) Entidade privada, sem fins lucrativos, que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira por meio de ações de: Desenvolvimento de Negócios: Exportação de Software Brasileiro (PSI-SW) Planejamento e Estudos: Pesquisas (Observatório Digital SOFTEX) Capacitação e Empreendedorismo: Qualidade de Software (MPS.BR) Financiamento e Capitalização: PROSOFT (BNDES) Coordena as ações de 26 Agentes SOFTEX, em 22 cidades de 13 Unidades da Federação, com mais de 1.200 empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas)

Maturidade do Processo de Software no Brasil em 2003 No início dos anos 2000, estudos mostraram que: era necessário um esforço significativo para aumentar a maturidade dos processos de software nas empresas brasileiras [MCT 2001] nos últimos anos, as empresas de software no Brasil favoreceram a ISO 9000 em detrimento de outras normas e modelos especificamente voltadas para a melhoria de processos de software [MIT 2003] Ref: [MCT 2001] Qualidade e Produtividade no Setor de Software Brasileiro [MIT 2003] Slicing the Knowledge-based Economy in Brazil, China and India: a tale of 3 software industries

Programa MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro Para ajudar na solução deste problema, a SOFTEX lançou o Programa MPS.BR no dia 11Dez2003, em reunião realizada no MCT Ministério da Ciência e Tecnologia, em Brasília-DF O propósito do MPS.BR (acrônimo) é a Melhoria de Processo do Software Brasileiro, compreendendo: desenvolvimento e aprimoramento do Modelo MPS baseado nas melhores práticas da Engenharia de Software em conformidade com as normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 compatível com o modelo CMMI, do SEI/CMU adequado à realidade das empresas brasileiras disseminação e adoção do Modelo MPS, a um custo razoável, em todas as regiões do país tanto em pequenas e médias empresas (PME) como em grandes organizações públicas e privadas

Modelo MPS: MR-MPS, MA-MPS e MN-MPS Modelo MPS ISO/IEC 12207 CMMI-DEV ISO/IEC 15504 Modelo de Referência (MR-MPS) Modelo de Avaliação (MA-MPS) Modelo de Negócio (MN-MPS) Guia Geral Guia de Aquisição Guia de Avaliação Documento do MPS.BR Guia de Implementação

MR-MPS: Níveis de Maturidade (7 níveis) base da pirâmide (2 níveis) Nível F Gerenciado Processo Medição - MED Garantia da Qualidade - GQA Gerência de Configuração - GCO Aquisição - AQU Capacidade (Atributo de Processo) AP 1.1 AP 2.1 AP 2.2 G Parcialmente Gerenciado (mais baixo) Gerência de Requisitos - GRE Gerência de Projetos - GPR AP 1.1 AP 2.1

MR-MPS: Níveis de Maturidade (7 níveis) meio da pirâmide (3 níveis) Nível Processo Capacidade C Definido D Largamente Definido E Parcialmente Definido Gerência de Riscos - GRI Desenvolvimento para Reutilização DRU Gerência de Reutilização GRU (evolução) Análise de Decisão e Resolução - ADR Verificação - VER Validação - VAL Projeto e Construção do Produto - PCP Integração do Produto - ITP Desenvolvimento de Requisitos - DRE Gerência de Projetos - GPR (evolução) Gerência de Reutilização - GRU Gerência de Recursos Humanos - GRH Definição do Processo Organizacional - DFP Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional - AMP AP 1.1 AP 2.1 AP 2.2 AP 3.1 AP 3.2 AP 1.1 AP 2.1 AP 2.2 AP 3.1 AP 3.2 AP 1.1 AP 2.1 AP 2.2 AP 3.1 AP 3.2

MR-MPS: Níveis de Maturidade (7 níveis) topo da pirâmide (2 níveis) Nível Processo Capacidade A Em Otimização (mais alto) Análise de Causas de Problemas e Resolução - ACP AP 1.1, AP 2.1, AP2.2, AP 3.1, AP 3.2, AP 4.1, AP 4.2, AP 5.1 e AP 5.2 B Gerenciado Quantitativamente Gerência de Projetos GPR (evolução) AP 1.1, AP 2.1, AP 2.2, AP 3.1, AP 3.2, AP 4.1 e AP 4.2

Mapa dos Cursos e Provas do MPS.BR C1 Curso de Introdução P1 Prova de Introdução C2 Curso para Implementadores C3 Curso para Avaliadores C4 Curso do Guia de Aquisição P2 - Prova para Implementadores P3 - Prova para Avaliadores P4 - Prova do Guia de Aquisição Consultor de Implementação ( ver COMUNICADO 03/2004) Avaliador (ver COMUNICADO 10/2006) Consultor de Aquisição (ver COMUNICADO 12/2006)

Modelo de Maturidade: Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Resultados Dez2003 Jun2007 3. Metas 2009 4. Conclusão Kival Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR Rio Info 2007 Seminário Internacional de Engenharia de Software (SIES) Engenharia de Software em Micro e Pequenas Empresas (MPEs) Rio de Janeiro-RJ, 23 de agosto de 2007 (Hotel Glória)

Programa MPS.BR: Objetivo e Metas 1/2 Objetivo (Propósito) Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) Meta 1/2 (Processo 1/2) Desenvolvimento e aprimoramento do Modelo MPS Resultados Esperados 1) Guias do MPS.BR 2) Cursos e Provas do MPS.BR 3) Instituições Implementadoras (II) 4) Instituições Avaliadoras (IA) 5) Consultores de Aquisição (CA)

Resultados Alcançados: Dez2003-Jun2007 (1/2) Meta 1/2 (Processo 1/2): Desenvolvimento e aprimoramento do Modelo MPS Guias do MPS.BR (publicadas na seção Guias do Portal www.softex.br/mpsbr): Guia Geral, versão 1.2; Guia de Aquisição, versão 1.2; Guia de Implementação, versão 1.1 - partes 1 a 5 (níveis G a C) e versão 1.0 - partes 6 e 7 (níveis B e A); Guia de Avaliação, versão 1.1 Cursos e Provas do MPS.BR: mais de 3.000 pessoas participaram de cursos do MPS.BR em todas as regiões do país; há mais de 30 instrutores treinados e autorizados a ministrar estes cursos; quase 900 pessoas foram aprovadas em provas do MPS.BR Instituições Implementadoras (II): 18 II em Porto Alegre - SOFTSUL, Caxias do Sul VALORIZZA, Florianópolis - INCREMENTAL, Curitiba - CITS, Londrina - ADETEC, São Paulo - ITS, FCAV e ASR, Campinas - CenPRA, Rio de Janeiro - COPPE/UFRJ, FUNRIO e RIOSOFT, Belo Horizonte - FUMSOFT, Lavras/Recife - SW QUALITY, Brasília HIRIX e UCB, Goiânia ESTRATÉGIA e Fortaleza - UNIFOR (COMUNICADO 3/2004) Instituições Avaliadoras (IA): 4 IA no Rio de Janeiro - COPPE/UFRJ, Lavras/Recife - SW QUALITY, Brasília UCB e Goiânia - ESTRATÉGIA (COMUNICADO 10/2006) Consultores de Aquisição (CA): 2 CA (COMUNICADO 12/2006)

Resultados Alcançados: Dez2003-Jun2007 (2/2) Meta 1/2 (Processo 1/2): Desenvolvimento e aprimoramento do Modelo MPS Premiação: Modelo de Referência e Método de Avaliação para Melhoria de Processo de Software (MR-MPS e MA-MPS). Artigo apresentado no SBQS 2005 (IV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software). Porto Alegre, Jun2005 (Prêmio: Melhor Artigo Técnico do SBQS 2005) Reconhecimento: Em 21Mai2007, em Minneapolis-US, no WoSQ (5th Workshop on Software Quality) da ICSE 2007 (29th International Conference on Software Engineering), após apresentação do artigo MPS Model and TABA Workstation - Implementing Software Process Improvement Initiatives in Small Settings, a cargo de Mariano Montoni/COPPE UFRJ, Barry Bohem (organizador do workshop e um dos maiores nomes mundiais em Engenharia de Software) fez perguntas construtivas e elogiou bastante o trabalho. Também, elogiou a iniciativa brasileira de dividir os processos em mais níveis para facilitar a escala de maturidade de pequenas empresas. Ele disse que sempre achou muito difícil uma empresa ter que implementar tantos processos no nível 2 do CMMI

Programa MPS.BR: Objetivo e Metas 2/2 Objetivo (Propósito) Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) Meta 2/2 (Processo 2/2) Disseminação e adoção do Modelo MPS, a um custo razoável, em todas as regiões do país Resultados Esperados 120 empresas com MR-MPS implementado (12 meses) e avaliação MA-MPS de, no mínimo, 50% das mesmas (3 meses subsequentes)

Resultados Alcançados: Dez2003-Jun2007 (1/2) Meta 2/2 (Processo 2/2): Disseminação e adoção do Modelo MPS, a um custo razoável, em todas as regiões do país Em 2004-2005, houve implementações-piloto do MR-MPS em grupos de empresas no Rio de Janeiro, Campinas e Recife Até Dez2006, no Modelo de Negócio Cooperado (MNC), conforme o COMUNICADO 20/2005 (recursos esgotados em 14Dez2006), 11 IOGE Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas (Belo Horizonte: FUMSOFT, Brasília: TECSOFT, Campinas: SOFTEX Campinas, Florianópolis: ACATE, Fortaleza: INSOFT, Recife: SOFTEX RECIFE, Rio de Janeiro: RIOSOFT, Salvador: SOFTEX Salvador, Porto Alegre: SOFTSUL, São Paulo: ITS e Vitória: TECVITORIA) assinaram convênios com SOFTEX para implementação do MR-MPS (12 meses) e avaliação MA-MPS (3 meses subsequentes) em 93 empresas apoiadas (77 nível G e 16 nível F) Em Mai2007, no Modelo de Negócio Específico (MNE), com apoio de II - Instituições Implementadoras, outras organizações de todos os portes, privadas e governamentais, estão implementando o MR-MPS e se submetendo a avaliações MA-MPS, tanto nos níveis G e F como em níveis mais elevados

Resultados Alcançados: Dez2003-Jun2007 (2/2) Meta 2/2 (Processo 2/2): Disseminação e adoção do Modelo MPS, a um custo razoável, em todas as regiões do país De Set2005-Jun2007, foram realizadas 40 avaliações MA-MPS (com validade de 3 anos): TOPO DA PIRÂMIDE: 3 nível A: BRQ, DBA e Politec MEIO DA PIRÂMIDE: 1 nível D: Marlin; 3 nível E: CCA SJ, Relacional e 7COMm BASE DA PIRÂMIDE: 9 nível F: Advanced IT, BL Informática, Compera, PD Case, Power Logic, Programmer s, Qualità, Synos e USS; 24 nível G: Arte Informática, Brasília Informática, Consult Brasil, Data Traffic, ENGESOFT, ETEG, Fortes, Guenka, HS, In Forma, Informal, Inteq, Ivia, Kenta, LinkNet/DotNet, Living, MV, NEUS, Procenge, Provider, SoftCenter, Softium, Teknisa e TTY2000 (grifadas: 24 empresas apoiadas, 6 nível F e 18 nível G) Premiação: (Dez2003-Dez2006). 1º Lugar dentre os 99 Projetos do PBQP Software/MCT Ciclo 2006 (Prêmio Dorgival Brandão Júnior da Qualidade e Produtividade em Software)

Fato novo: Informe sobre julgados do TCU Tribunal de Contas da União Assunto: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. DOU de 03.08.2007, S. 1, p. 66 Ementa: o TCU recomendou à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), que promovesse trabalho de modelagem e de regramentos mínimos sobre a licitação e a contratação de serviços de TI, contemplando utilização de estudo de modelos já existentes, como subsídio para formulação de seu próprio modelo, a exemplo dos seguintes, reportados no relatório da deliberação sob comento: MPS.BR (Guia de Aquisição), ISO/IEC 12207:1995 e 15504, IEEE STD 1062:1998, escm-cl, Cobit, ITIL, PrATIco, CMMI-AM e PMBoK, atentando para o fato de que o MPS.BR e o PrATIco são modelos que já contam com investimento público brasileiro (item 9.1.2.6, TC-006.030/2007-4, Acórdão nº 1.480/2007- TCU-Plenário) Ref: Informativo da COCF - "CONTA-TUDO" Nº 197, 03AGO2007

Modelo de Maturidade: Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Resultados Dez2003 Jun2007 3. Metas 2009 4. Conclusão Kival Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR Rio Info 2007 Seminário Internacional de Engenharia de Software (SIES) Engenharia de Software em Micro e Pequenas Empresas (MPEs) Rio de Janeiro-RJ, 23 de agosto de 2007 (Hotel Glória)

MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro (programa de longo prazo, como o CMMI que começou com o CMM em 1988) 2007-2009 CONSOLIDAÇÃO DO MPS.BR 2004-2006 IMPLANTAÇÃO DO MPS.BR

Programa MPS.BR: Objetivo e Metas 1/2 Objetivo (Propósito) Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) Meta 1/2 (Processo 1/2) Desenvolvimento e aprimoramento do Modelo MPS Resultados Esperados 2009 1) Guias do MPS.BR: suíte 2.0 2) Cursos e Provas do MPS.BR 3) Instituições Implementadoras: 20 II 4) Instituições Avaliadoras: 15 IA 5) Consultores de Aquisição

Programa MPS.BR: Objetivo e Metas 2/2 Objetivo (Propósito) Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) Meta 2/2 (Processo 2/2) Disseminação e adoção do Modelo MPS, a um custo razoável, em todas as regiões do país Resultados Esperados 2009 + 240 empresas com MR-MPS implementado (12 meses) e avaliação MA-MPS de, no mínimo, 50% das mesmas (3 meses subsequentes) MPS.BR: Lições Aprendidas (com a implementação, avaliação e organização de grupos de empresas): uso do CoreKM, publicação de documento-síntese (BID) MPS.BR: Resultados de Desempenho (de organizações que adotaram o Modelo MPS) em categorias tais como custo, prazo, qualidade, satisfação do cliente e ROI: uso do i-mps, pesquisa de satisfação (BID)

Modelo de Maturidade: Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) SUMÁRIO 1. Introdução 2. Resultados Dez2003 Jun2007 3. Metas 2009 4. Conclusão Kival Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR Rio Info 2007 Seminário Internacional de Engenharia de Software (SIES) Engenharia de Software em Micro e Pequenas Empresas (MPEs) Rio de Janeiro-RJ, 23 de agosto de 2007 (Hotel Glória)

Modelo de Maturidade: Melhoria de Processo do Software Brasileiro (MPS.BR) Resultados Alcançados Valor Agregado Ativos Construídos

MPS.BR Um Programa Mobilizador¹ (1/2) No período 2004-2006 (fase de implantação do Programa MPS.BR), os resultados alcançados foram excelentes, superando os resultados esperados e atingindo o propósito de melhoria dos processos de software nas organizações que adotaram o Modelo MPS. Resumindo: 1. O Modelo MPS foi criado de acordo com a realidade das empresas brasileiras, visando sua implementação e avaliação a um custo razoável 2. Extraordinária receptividade em todas as regiões brasileiras (SU, SE, CO, NE e NO) e em organizações de diferentes portes, privadas e governamentais 3. Tem propiciado amplo debate e aprendizado no Brasil sobre Melhoria de Processo de Software, com mudança cultural significativa 4. Empreendimento magno no setor de software brasileiro, com forte interação Universidade-Empresa-Governo ¹Dicionário Aurélio: mobilizar é motivar, mover, agir em prol de (causa, campanha, movimento, etc)

MPS.BR Um Programa Mobilizador¹ (2/2) 5. Envolvimento de uma equipe competente (ETM Equipe Técnica do Modelo, coordenada pela Prof. Ana Regina Rocha, da COPPE/UFRJ, com experientes colaboradores de diversas instituições) na criação e aprimoramento do Modelo MPS, com grande agregação de valor e impacto tecnológico 6. Grande esforço de capacitação (de pessoas, instituições e organizações interessadas no Modelo MPS), visando melhorar continuamente os processos de software nas empresas, sua capacidade de inovar e de competir no mercado local e global 7. Adoção do Modelo MPS está acelerando, com aceitação pelo mercado nas mesmas condições de modelos equivalentes No período 2007-2009 (fase de consolidação do Programa MPS.BR), há novos e grandes desafios a superar. Este é um programa de longo prazo, como o CMMI que começou com o CMM em 1988 ¹Dicionário Aurélio: mobilizar é motivar, mover, agir em prol de (causa, campanha, movimento, etc)

MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro

Curso de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (C4-MPS.BR) COMUNICADO SOFTEX MPS 11/2007 A SOFTEX, coordenadora do MPS.BR, e a RIOSOFT comunicam as condições para inscrição no Curso de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (C4-MPS.BR), teórico e prático, com 16 horas de duração: Data: 20-21 de setembro de 2007 (5ª-6ª) Horário: 08:30-12:30 e 14:00-18:00 h Local: RIOSOFT (Rua Buenos Aires, 68/14º andar Centro - Rio de Janeiro - RJ, CEP 20070-020 Fone: 21. 3974.5015) Instrutor: Danilo Scalet (editor do Guia de Aquisição MPS.BR, membro da ETM - Equipe Técnica do Modelo MPS) Público-alvo do curso: Profissionais envolvidos na aquisição de software e serviços correlatos, sejam diretores, gerentes ou técnicos, tais como: especialistas em Engenharia de Software, que irão entender como aplicar estes conceitos para ter sucesso nos projetos de aquisição profissionais voltados a aspectos gerais da aquisição, como o pessoal das áreas de compras e jurídica, os quais irão compreender o processo como um todo e os relacionamentos necessários com os especialistas em software profissionais que atuam como fornecedores de software e serviços correlatos, que irão perceber as relações envolvidas entre as partes e como poderão aumentar a competitividade para participar de projetos de aquisição profissionais que pretendam se certificar como Consultores de Aquisição (CA) conforme disposto no COMUNICADO SOFTEX MPS 12/2006 Pré-requisito do curso: Não há pré-requisito para este curso; entretanto, este curso será pré-requisito em inscrições futuras para realizar Prova de Melhoria do Processo de Aquisição de Software (P4-MPS.BR) Inscrição no curso: No Portal SOFTEX: R$ 600,00 (seiscentos reais) Vagas: mínimo de 20 e máximo de 30 inscrições

MPS.BR Melhoria de Processo do Software Brasileiro Muito Obrigado Perguntas?