PLANEJAMENTO E CONTROLE
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- Aníbal Ferrão Quintão
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1 PLANEJAMENTO E CONTROLE
2 COMPETÊNCIAS Conhecer os conceitos de manutenção corretiva, preventiva e preditiva; Elaborar planejamento, programação e controle de manutenção; Empregar o tipo de manutenção adequada, considerando o grau de prioridade e criticidadedas máquinas e equipamentos na planta industrial.
3 HABILIDADES Aplicar os conceitos de manutenção; Aplicar métodos e técnicas de avaliação e controle, a fim de que se tenha um diagnóstico da eficácia e eficiência da manutenção; Estabelecer planos de manutenção; Avaliar processos de manutenção.
4 BASES TECNOLÓGICAS Conceito de manutenção; Planejamento de manutenção; Programação de manutenção; Controle de manutenção; Graus de prioridade; Graus de criticidade; Planos de manutenção; Processos de manutenção.
5 CONCEITO DE MANUTENÇÃO Formalmente, a manutenção é definida como a combinação de ações e técnicas administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no qual possa desempenhar uma função requerida (NBR ).
6 CONCEITO DE MANUTENÇÃO Simplificando: É toda ação desenvolvida com a finalidade de detectar, prevenir ou corrigir defeitos e falhas.
7 DEFEITO O que é? É toda alteração física ou química no estado de um componente, equipamento ou sistema, que não causa o término imediato de sua habilidade em desempenhar sua função requerida.
8 FALHA O que é? Término da habilidade de um equipamento em desempenhar sua função requerida.
9 MANUTENÇÃO Tradicionalmente as atividades de manutenção eram consideradas como um mal necessário por várias pessoas em diferentes empresas. Mais recentemente, esta atitude em relação a manutenção começou a mudar e hoje ela já é reconhecida como uma função estratégica.
10 MANUTENÇÃO Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra atividade...
11 MANUTENÇÃO Essas alterações são consequências de: Aumento, bastante rápido, do número e diversidade dos itens físicos (instalações, equipamentos e edificações) que têm que ser mantidos. Projetos muito mais complexos. Novas técnicas de manutenção. Novos enfoques sobre a organização da manutenção e suas responsabilidades.
12 MANUTENÇÃO As empresas brasileiras são verdadeiras ilhas do tesouro, onde ainda existem muitas riquezas a serem exploradas. Certamente, a manutenção de equipamentos poderá ajudar a desenterrar estes tesouros abandonados, aumentando a disponibilidade dos equipamentos e contribuindo para a melhoria de nossa qualidade e produtividade. Harilaus G. Xenos
13 PRINCIPAIS RAZÕES PARA ESTA SITUAÇÃO A análise de falhas é deficiente e há ênfase excessiva em somente consertar o que quebrou, ou seja, o mais comum ainda é ver o pessoal da manutenção somente removendo sintomas, sem tempo para utilizar métodos de análise de falhas; A manutenção preventiva é mal realizada ou inexistente; Os relatórios de falhas dos equipamentos são mal preenchidos e pouco explorados para análise; O conhecimento e habilidades do pessoal da manutenção são insuficientes.
14 Evolução da Manutenção
15 OBJETIVOS DA MANUTENÇÃO De modo geral, a manutenção em uma empresa tem como objetivos: manter equipamentos e máquinas em condições de pleno funcionamento para garantir a produção normal e a qualidade dos produtos; prevenir prováveis falhas ou quebras dos elementos das máquinas.
16 Se não tiver Manutenção Os prejuízos serão inevitáveis, pois máquinas com defeitos ou quebradas causarão: diminuição ou interrupção da produção; atrasos nas entregas; perdas financeiras; aumento dos custos; produtos com possibilidades de apresentar defeitos de fabricação; insatisfação dos clientes; perda de mercado.
17 PLANEJAMENTO 0 que é planejamento? É um dos aspectos mais importantes de uma boa administração da manutenção e contribuirá de forma significativa para se ter uma melhor produtividade da manutenção.
18 PRODUTIVIDADE O que é? A relação entre o volume em peças equivalentes produzidas e a quantidade de horas homem efetivamente trabalhadas no mês.
19 PLANEJAMENTO Qual o primeiro fato importante que devemos levar em conta para a execução do planejamento da manutenção? Resposta: o Programa de Produção
20 PROGRAMAÇÃO O que é? É colocar as atividades planejadas numa escala de tempo.
21 PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO Se tiver um bom planejamento, o programador terá seu trabalho facilitado. É também importante a proximidade do trabalho de ambos.
22 CONTROLE Costumamos dizer que: para gerenciar devemos ter controles; para termos controles devemos estabelecer formas de medição; para termos medição devemos ter informação; para termos informação devemos coletar dados!!!
23 QUALIDADE O que é qualidade? Conjunto de características de um produto ou serviço visando a satisfação das necessidades dos clientes.
24 QUALIDADE TOTAL A Qualidade Total extrapola os conceitos de qualidade dos produtos e serviços, estendendose desde a limpeza do restaurante, atenção no atendimento, apresentação e exposição dos alimentos, banheiros amplos e sempre limpos, funcionários bem vestidos, educados e bem treinados, funcionários trabalhando satisfeitos, pós vendas e serviço de atendimento ao cliente. Hoje a Qualidade Total estende-se até às questões de qualidade de vida e qualidade ambiental.
25 MANUTENÇÃO x QUALIDADE O que manutenção tem a ver com qualidade? Disponibilidade de máquina, aumento da competitividade, aumento da lucratividade, satisfação dos clientes, produtos com defeito zero...
26 DÚVIDAS?
27 ABRANGÊNCIA Atividades de Manutenção Atividades de Melhoria
28 MÉTODOS DE MANUTENÇÃO Manutenção Corretiva Manutenção Preventiva Manutenção Preditiva Manutenção Autônoma (TPM)
29 MANUTENÇÃO CORRETIVA Sempre é feita depois que a falha ocorreu. Do ponto de vista do custo de manutenção, a manutenção corretiva é mais barata do que prevenir as falhas nos equipamentos.
30 MANUTENÇÃO PREVENTIVA Feita periódicamente, deve ser a atividade principal de manutenção em qualquer empresa. A manutenção preventiva é o coração das atividades de manutenção!
31 MANUTENÇÃO PREVENTIVA É mais cara pois as peças têm que ser trocadas e os componentes têm que ser reformados antes de atingirem seus limites de vida.
32 MANUTENÇÃO PREDITIVA É a mais cara das manutenções se olharmos pelo fator custo. É um dos elementos da manutenção preventiva.
33 MANUTENÇÃO PREDITIVA São tarefas de manutenção preventiva que visam acompanhar máquina ou peças, por monitoramento, por medições ou por controle estatístico e tentam predizer a proximidade da ocorrência da falha.
34 TÉCNICAS PREDITIVAS Existem quatro técnicas preditivas, bastante usadas nas indústrias nacionais que optaram por este tipo de manutenção. Ensaio por Ultra-som; Análise de vibrações mecânicas; Análise de óleos lubrificantes; Termografia.
35 ENSAIO POR ULTRA-SOM Detecção de defeitos ou descontinuidades internas dos materiais. Exemplos: bolhas de gás em fundidos; microtrincasem forjados; escórias em uniões soldadas, etc.
36 ENSAIO POR ULTRA-SOM
37 ENSAIO POR ULTRA-SOM VANTAGEM Sua vantagem está no fato de o método possuir alta sensibilidade na detecção de pequenas descontinuidades internas. Para a interpretação das indicações, dispensa processos intermediários, agilizando a inspeção, baixo investimento.
38 ENSAIO POR ULTRA-SOM DESVANTAGENS Requer grande conhecimento teórico e experiência por parte do inspetor, o registro permanente do teste não é facilmente obtido, faixas de espessuras muito finas constituem uma dificuldade para aplicação do método e, por último, requer o preparo da superfície para sua aplicação.
39 ANÁLISE DA VIBRAÇÃO MECÂNICA A vibração mecânica é uma oscilação em torno de uma posição de referência. Consiste em um fenômeno quotidiano, e nós a encontramos em nossas casas, durante viagens e no trabalho. Ela se constitui em um processo destrutivo, ocasionando falhas nos elementos de máquinas.
40 ANÁLISE DA VIBRAÇÃO MECÂNICA Os efeitos de uma vibração severa são o desgaste e a fadiga, que certamente são responsáveis por quebras definitivas do maquinário.
41 ANÁLISE DA VIBRAÇÃO MECÂNICA Colocando acelerômetros em pontos predeterminados do equipamento, aqueles capitarãoas vibrações recebidas. A análise destas vibrações, observando a evolução do seu nível no tempo, fornecerá uma série de dados, nos orientando sobre o estado funcional de um determinado componente.
42 ACELERÔMETRO
43 ACELERÔMETRO
44 VIBSCANNER ACELERÔMETRO
45 TERMOGRAFIA Termografiaé a técnica de ensaio não destrutivo que permite o sensoriamento remoto de pontos ou superfícies aquecidas por meio de radiação infravermelha.
46 TERMOGRAFIA
47 TERMOGRAFIA
48 TERMOGRAFIA
49 TERMOVISORES
50 TERMOGRAFIA Em qualquer programa de manutenção preditiva, a termografiase apresenta como técnica de grande utilidade, uma vez que permite a realização de medições sem contato físico com a instalação (segurança), verificação de equipamentos em pleno funcionamento (não interferindo na produção), proporciona inspeções de grande superfície em pouco tempo (alto rendimento).
51 TERMOGRAFIA As principais aplicações da termografiana indústria incluem as instalações elétricas, em que é importante a localização de componentes defeituosos sem contato físico, e as áreas siderúrgica e petroquímica, nas quais é grande o número de processos envolvendo vastas quantidades de calor.
52 TERMOGRAFIA Deficiência de lubrificação Falha do isolamento térmico Anormalidades em sistemas elétricos Problemas com revestimentos refratários. Etc...
53 ANÁLISE DE ÓLEOS LUBRIFICANTES A análise de óleo lubrificante tem dois objetivos: determinar o momento exato da troca do lubrificante e identificar sintomas de desgaste de um componente. Isto é possível devido ao monitoramento quantitativo de partículas sólidas presentes no fluído, aliado a análise de suas características físicas e químicas.
54 ANÁLISE DE ÓLEOS LUBRIFICANTES São elas: Nível de contaminação de água. Quantidade de resíduos de carbono. Viscosidade do óleo. Acidez. Ponto de congelamento. Ponto de fulgor.
55 ANÁLISE DE ÓLEOS LUBRIFICANTES Tal técnica preditiva precisa de um aparato laboratorial muito eficiente, envolvendo a existência de vários instrumentos como viscosímetros, centrífugas, microscópios, etc.
56 ANÁLISE DE ÓLEOS LUBRIFICANTES
57 ANÁLISE DE ÓLEOS LUBRIFICANTES
58 MANUTENÇÃO AUTÔNOMA Na manutenção autônoma vale a máxima: Da minha máquina cuido eu, que é adotada pelos operadores que passam a executar serviços de manutenção no maquinário que operam. Serviços estes que vão desde as instruções de limpeza, lubrificação e tarefas elementares de manutenção, até serviços mais complexos de análise e melhoria dos instrumentos de produção.
59 MANUTENÇÃO AUTÔNOMA Pode-se dizer que é um dos alicerces da TPM (Manutenção Produtiva Total)
60 TPM Surgiu no japãona década de 60. Significa Falha Zero e Quebra Zero das máquinas ao lado do Defeito Zero nos produtos e Perda Zero no processo. Chegou no inicio da década de 90 no Brasil.
61 EMPRESAS QUE PRATICAM TPM NO BRASIL Ford; Pirelli Cabos; Pirelli Pneus; Tilibra; Copene; Azaléia; General Motors; Mercedez- Benz; Editora Abril; Eletronorte; Alumar; Votorantim Celulose; Votorantim Cimentos; Grupo Arcor; Kibon; outros.
62 Qual é o melhor método?
63 Fatores para definição das estratégias de manutenção para equipamentos O primeiro passo na formação da política de manutenção é escolher que estratégias de manutenção será aplicada nos equipamentos, e para isso é preciso levar em consideração nesta escolha alguns fatores:
64 Recomendações do Fabricante É necessário se ater ao que o projetista do equipamento nos diz sobre sua conservação, a periodicidade de manutenção, os ajustes e calibrações, os procedimentos de correção de falhas, etc.
65 Segurança do Trabalho e Meio Ambiente As exigências legais para manuseio de equipamentos devem ser observadas, bem como sua interação com o meio ambiente, objetivando sempre a integração perfeita entre Homem Máquina Meio Ambiente.
66 Característica do Equipamento Deve-se observar as características da falha, tempo médio entre falhas, vida mínima e modalidade de falha. As características do reparo devem ser levadas em consideração, bem como o tempo médio do reparo, o tempo disponível após a pane antes que a produção seja afetada, e o nível de redundância.
67 Fator Econômico O custo de manutenção é composto dos custos de recursos humanos, de material, de interferência na produção e de perdas no processo.
68 Fatores para definição das estratégias de manutenção para equipamentos Após a análise destes fatores escolheremos para nossos equipamentos uma ou mais, das três opções de estratégia de manutenção que possuímos, para tratar com a falha: Simples Corretiva efetuar a troca depois da pane, usando o componente até a sua exaustão. Preventiva Periódica procedendo à manutenção periodicamente, evitando assim a parada indesejável da produção.
69 Fatores para definição das estratégias de manutenção para equipamentos Ação Preditiva Acompanhamento da condição dos instrumentos de produção, desta forma usando o componente em toda sua vida útil possível, estendendo ao máximo o tempo da troca planejada.
70 Fatores para definição das estratégias de manutenção para equipamentos Após estudar cada um desses fatores, deve-se definir as estratégias de manutenção a serem trabalhadas de acordo com a nossa realidade.
71 ORGANOGRAMA DE UMA FÁBRICA
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