Doenças do Ombro e Cotovelo
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- William Madeira Maranhão
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE FARMÁCIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS MÉDICAS ATENÇÃO SECUNDÁRIA À SAÚDE ORTOPEDIA Doenças do Ombro e Cotovelo Prof. Otávio de Melo Silva Jr [email protected]
2 Roteiro Exame Físico Impacto Lesões do Manguito Rotador Capsulite Adesiva Fraturas do Ombro Luxação do Ombro Epicondilites
3 Exame Físico do Ombro
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10 EXAME FÍSICO Goniometria: - Abdução: 0 a 90 - Elevação: 0 a 180 (plano escapular) - Adução: 0 a 75 - Flexão: 0 a 180 (plano sagital) - Extensão: 0 a 60 - Rotação externa: 0 a Rotação interna Níveis da coluna toracolombar
11 Abdução, Elevação e Adução
12 Elevação e Adução
13 Flexão-Extensão
14 Rotação Externa
15 Rotação Interna
16 Testes Especifícos : Impacto Neer: o tubérculo maior do úmero projeta-se contra a face ântero-inferior do acrômio e reproduz o impacto, com a dor característica provocada pela irritação da bolsa serosa e do tendão supra-espinhal
17 Testes Especifícos : Impacto Hawkins-kennedy: o tubérculo maior é projetado contra o ligamento coracoacromial e o tubérculo menor aproxima-se da ponta do processo coracóide (impacto coracóide / Gerber)
18 Testes Especifícos : Impacto Yokum: o tubérculo maior desloca-se não só sob o ligamento coracoacromial, mas também sob a articulação acromioclavicular
19 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do bíceps ( Speed ou palm up test ) : indica a presença de alterações da cabeça longa do bíceps é testado pela flexão ativa do ombro, o paciente acusa dor ao nível do sulco intertubercular com ou sem impotência funcional associada
20 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do supra-espinhal: elevação ativa do MS (no plano da escápula) em extensão e rotação neutra, contra a resistência do examinador
21 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste de Jobe: igual ao anterior porém o MS em rotação interna, posição que sensibiliza a tensão exercida no tendão do SE
22 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do infra-espinhal
23 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do infra-espinhal de Patte
24 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste da rotação externa não mantida ou teste da cancela: posição semelhante ao do teste do infraespinhal porém realizado passivamente, se a posição for mantida é sinal de força no infra-espinhal e no redondo menor; a não sustentação da rotação externa (cancela)
25 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do subescapular de Gerber ( lift off test ): o paciente coloca a mão na posição mão costas ao nível de L5 e tenta afastar a mão das costas, a incapacidade de fazer ou manter a mão afastada indica grave lesão do subescapular
26 Testes Especifícos: Manguito Rotador Teste do subescapular ( abdominal press test )
27 Testes Especifícos: Articulação Teste da apreensão: (abdução, RE, extensão passiva) instabilidade anterior = sensação de luxação iminente (temor e apreensão) Teste da instabilidade posterior / Fukuda: (adução, flexão, RI passivas) desloca posteriormente a cabeça do úmero; instabilidade posterior = cabeça do úmero resvala na borda posterior da glenóide e subluxa
28 Testes Especifícos: Articulação Teste da gaveta anterior e posterior: deslocamentos acima de 25% da cabeça umeral em relação a glenóide geralmente com dor associada indica instabilidade ou frouxidão capsuloligamentar
29 Testes Especifícos: Articulação Teste do sulco: o aparecimento de um sulco de 1 cm ou mais no exame, entre o acrômio e a cabeça umeral indica frouxidão ligamentar
30 Testes Especifícos: Articulação Teste da recolocação:
31 Exame Físico do Cotovelo
32 Amplitude de Movimento Extensão 30º Flexão 130º Pronação 50º Supinação 50º
33 Testes específicos Instabilidades Valgo Varo Teste do pivô Epicondilite lateral Cozen Mill Epicondilite medial
34 Instabilidade em varo
35 Instabilidade em valgo
36 Teste do Pivô
37 Teste de Cozen
38 Teste de Mill
39 Epicondilite medial
40 Síndrome do Impacto Lesão do Manguito Rotador Mecanismo de Lesão Causas: atrito, isquemia e impacto. 95% lesões do MR relação com impacto SE + lesado no MR
41 Classificação Classificação de Neer: I: Edema e hemorragia no tendão. Causa: movimentos repetitivos acima da cabeça. Reversível com repouso. EX: atletas de arremesso. II: Fibrose do tendão, espessamento da bursa subacromial. Idade anos. Dor recorrente durante atividade física. III: Lesão parcial ou total do MR ruptura do bíceps / alterações ósseas osteófito subacromial, esclerose óssea, artrose acromioclavicular e cistos subcondrais. >40 anos, dor progressiva e disfunção.
42 Imagenologia Radiografia simples: osteófito subacromial, calcificação subacromial, excrescências na tuberosidade >, cistos na tuberosidade >, artrose glenoumeral, artrose acromioclavicular, osteófito acromioclavicular
43 Imagenologia Tipos de acrômio (Morrrinson e Bigliani): Tipo I: reto. Tipo II: curvo. Tipo III: ganchoso.
44 US: bom método, contudo examinador dependente. Imagenologia
45 RNM: padrãoouro. Imagenologia
46 Tratamento para SI Objetivos: combate da dor, ganho do arco de movimento e força. Conservador (sem ruptura): AINH, Infiltrações, Fisioterapia. Tratamento cirúrgico > 6 meses sem melhora Acromioplastia aberta ou artroscópica.
47 Tratamento Ruptura MR Conservador: semelhante ao impacto. Cirúrgico: aberto ou artroscópico. Roturas extensas: além de reparo do manguito deve-se fazer a descompressão subacromial. Técnicas: reparo tendão-tendão ou tendão osso (com âncoras).
48 Tendinite Calcárea Depósito de sais de cálcio nos músculos do manguito Ciclo formativo-reabsortivo Principalmente na inserção do supra-espinal, em sua face bursal Zona Crítica de Codman
49 Epidemiologia 4ª década Mulheres Rara após 60 anos Inserção do supra-espinal em 80% dos casos
50 Quadro Clínico Assintomática em 60% dos casos Geralmente autolimitada Dor intensa fase de reabsorção do cálcio Dor referida na inserção do deltóide, na face lateral do braço Pode haver ruptura do tendão
51 Classificação Rockwood: Pré-calcífica aspecto granulomatoso Calcífica aspecto pastoso Pós-calcífica reabsorção do depósito de cálcio e cicatrização tendínea
52 Exames de Imagem Radiografias em AP verdadeiro do ombro com Rotação Externa e Interna Incidência lateral da escápula USG TC RNM
53 Tratamento Conservador 1ª opção de tto (90% de bons resultados) Fase aguda (até 2 sem.) Alívio da dor analgesia potente, corticosteróides sistêmicos Gelo Fase crônica (12 a 16 sem.) Analgésicos comuns e AINH Calor local Fisioterapia (fortalecimento muscular, recuperação de ADM)
54 Tratamento Cirúrgico Indicações Progressão dos sintomas Incapacidade funcional Falha no tto conservador após 90 dias Via artroscópica Melhor indicação quando depósito localiza-se no supra-espinal Via aberta Apenas ressecção do depósito de cálcio Ressecção + descompressão do espaço subacromial
55 Capsulite adesiva (ombro congelado)
56 Capsulite adesiva Doença benigna Evolução autolimitada Duração média de 1 a 2 anos Evolui em fases: 1 congelamento. 2 estado congelado. 3 descongelamento.
57 Capsulite adesiva Patologia: Cápsula articular espessada, inelástica e friável. Fibrose e infiltração perivascular aumentada. Volume diminuído do líquido sinovial Clínica: 3 a 15 ml (normal 20-25ml) Dor localizada de início espontâneo Sem qualquer história de trauma. À noite melhora.
58 Capsulite adesiva Clínica: Mobilidade diminui progressivamente Sexo feminino, anos. Lado acometido é o não dominante. Evolução lenta Não inferior a 4-6 meses. Doenças associadas: Tireidopatias, Diabetes, Doenças auto-imune, Doenças neurológicas e psiquiátricas.
59 Capsulite adesiva Diagnóstico Diferencial: Rupturas do manguito, Peritendinite calcárea, Luxações glenoumerais, Tumores primários ou metastáticos, Trauma.
60 Capsulite adesiva Radiografia: AP = pode mostrar diminuição do espaço entre a glenóide e cabeça do úmero. Osteoporose por desuso. Artrografia: eficaz. RNM = normal.
61 Capsulite adesiva Tratamento: prevenção. 1 Diagnóstico precoce correto. 2 Conceitos de mobilidade passiva imediata após trauma ou cirurgia mmss. Objetivos: 1º - alívio da dor e 2 - restauração ampla da mobilidade do ombro.
62 Capsulite adesiva Tratamento multidisciplinar: Ortopédico: Dividir pacientes em grupos: 1 restrição da mobilidade sem dor. 2 restrição e dor intensa. 3 restrição e patologia cirúrgica do membro.
63 Capsulite adesiva 1 Restrição sem dor: Fisioterapia com supervisão constante. Não melhora com 30 dias: liberação via artroscopia ou liberação sob anestesia + distensão hidráulica com marcaína + corticóide + morfina. Mantem internado 3-5 dias após manipulação para controle de dor e do procedimento.
64 Capsulite adesiva Contra-indicações para manipulações: 1 Fratura ou luxação do ombro. 2 Osteoporose. 3 Paciente não cooperativo. 4 Fase inicial.
65 Capsulite adesiva 2 Restrição com dor intensa: Associado a sudeck Fisioterapia + controle da dor Bom resultado.
66 Capsulite adesiva 3 Restrição de mobilidade associada com patologia cirúrgica do ombro: Conduta de acordo com doença. Em geral : Reconstrução cirúrgica + manipulação + fisioterapia.
67 Capsulite adesiva Controle da dor métodos: 1- bloqueio do n. supra-escapular. 2 Opióides. 3- Coritcóides. 4 Antidepressivos. 5 Vasodilatador periférico. 6 Terapia para osteoporose. 7 Protetor gástrico. 8 AINH: não estão indicados.
68 Capsulite adesiva Os três mecanismos atuam em forma cíclica e o tratamento visa interrompê-lo. Fisioterapia: restaurar mobilidade e função do ombro. 1 calor, mobilização ativa e passiva exercícios para casa, TENS Fase dolorosa não se faz cinesioterapia.
69 Capsulite adesiva
70 LUXAÇÕES
71 LUXAÇÃO GLENOUMERAL 50% de todas as luxações do corpo humano Traumática Atraumática Recidivante: 80% dos casos de luxação traumática primária Anatomia funcional: Elementos que auxiliam na estabilidade: Passivos: Labrum, cápsula articular, ligamentos glenoumerais superior, médio e inferior, ligamentos coracoacromiais e coracoumeral. Ativos: Manguito rotador, cabeça longa do bíceps, mecanorreceptores
72 Tipos
73 Tipos Anterior: (antero-inferior) 95% dos casos Subglenóide, subclavicular e intratorácico Posterior: rara 3% Contratura extrema dos rotadores externos choque elétrico crise convulsiva Superior: ocorre fratura do acrômio e lesão do manguito Inferior: Produzida por força com o braço em abdução máxima
74 Avaliação Clínica
75 Quadro Clínico
76 LESÕES ANATÔMICAS Lesão de Bankart ASSOCIADAS
77 Lesão de Bankart
78 Lesão de Hill-Sachs
79 Lesão SLAP
80 Lesão do Manguito rotador
81 Lesão neurovascular
82 Exame radiográfico: RX AP verdadeiro Perfil da escápula Transaxilar TC RNM Avaliação de lesões associadas: Stryker West Point
83 AP
84 Perfil
85 Axilar
86 Stryker
87 West Point
88
89 Hill Sachs
90 RNM
91 Tratamento Incruento Reduzir sem RX? a redução pode ser feita no hospital ou no próprio local do acidente.. (Osvandré Lech) Redução Incruenta de luxações anteriores: Tração e contra-tração em abdução Redução Incruenta de luxações posteriores: Tração aplicada ao braço aduzido Cuidado para não forçar o braço em rotação externa pois se a cabeça estiver impactada posteriormente na glenóide, poderá ocasionar fratura da cabeça ou diáfise do úmero
92
93 Redução Incruenta
94 Pós-Redução Cuidados pós-redução Testar a estabilidade RX AP e perfil de escapula Exame neurológico e vascular Avaliar hematomas em expansão Avaliação do manguito rotador Força de abdução e rotação externa Imobilizacao luxações anteriores: adução e RI luxação posterior: abdução e RE 2 a 5 semanas em <30 anos < tempo em > 30, devido > rigidez e < recidiva Uma vez ocorrida a ruptura do labrum, a cicatrização espontânea não mais ocorrerá (O.Lech)
95 Tratamento Cirúrgico Redução cruenta Instabilidade Anterior Cirurgia de Bankart: Reinserção da cápsula e do labrum à borda anterior da cavidade glenoide. Cirurgia de Bristow-Latarjet: Transferência de uma parte do processo coracóide para a face ântero-inferior do colo da escápula. Instabilidade Posterior Cirurgia de McLaughlin-Neer-Foster: Transferência do subescapular com o tubérculo menor até a lesão de Hill-Sacks reversa.
96 ACROMIOCLAVICULAR Diartrose Transmite forças do esqueleto apendicular para o axial e eleva a extremidade superior Disco fibrocartilaginoso Ligamentos AC: sup, inf, ant e post Superior > resistente Estabilidade horizontal (AP) Ligamentos CC: trapezóide e conóide Estabilidade vertical
97
98 MECANISMO DE LESÃO O mecanismo mais freqüente é o direto, que resulta de uma queda sobre o ombro, com o braço aduzido, forçando o acrômio inferior e medialmente. Inicialmente rompe os ligamentos acromioclaviculares, seguidos pelos coracoclaviculares e pela fáscia deltotrapezoidal, dependendo da energia do trauma.
99 Classificação de Rockwood Tipo I ocorre contusão nas fibras dos ligamentos AC Tipo II há ruptura dos ligamentos AC e subluxação acromioclavicular Tipo III luxação completa. Lesão dos ligamentos AC e CC Tipo IV os ligamentos AC e CC estão rotos e a lesão na fáscia deltopeitoral. Deslocamento posterior da clavícula Tipo V há uma pronunciada lesão da fáscia deltopeitoral que permite um deslocamento superior da clavícula, maior que 150% de seu diâmetro Tipo VI é rara. A clavícula é deslocada para baixo do coracóide
100 QUADRO CLÍNICO Deformidade e abrasão local Sinal da tecla Dificuldade de elevar MS RX: AP verdadeiro, AP bilateral, zanca, axilar
101
102 RNM
103 TRATAMENTO O tratamento varia de acordo com a severidade e o tempo de lesão Tipos I e II, há consenso sobre o tratamento conservador Tipóia 2-4 semanas. Retorno das atividades com semanas. Tipo III- não há consenso. Tipóia por 04 semanas, seguido de mobilização suave e fortalecimento. Retorno aos esportes e trabalho meses. Cirúrgico: atleta, trabalhador braçal, estética Estudos comparando tratamentos não-cirúrgicos e cirúrgicos encontram bons e excelentes resultados em ambos os grupos
104 Tratamento Cirúrgico As lesões agudas tipo IV, V, VI são tratadas cirurgicamente.
105 FRATURA ÚMERO PROXIMAL
106 Lesões Associadas Lesões arteriais A. axilar Principal suprimento sanguíneo da cabeça umeral Provém da art. Circunflexa anterior Nervos N. axilar
107 Radiologia Série trauma: AP Perfil Axilar Axilar de Velpeau TC e RNM Casos de exceção
108 Tratamento Conservador Fratura não deslocada: <5 mm deslocamento superior e <10 mm deslocamento posterior do tub maior em pessoas ativas. < 10 mm de superior nos braços não dominante em pcts sedentários Fraturas do colo cirúrgico: Idosos: Qualquer contato ósseo é aceitável Jovens : Deslocamento < 50% do diâmetro da diáfise Angulação < 45º no braço dominante
109 Tratamento Conservador Pouca utilização do ombro afetado Saúde deficiente: Incapaz de tolerar a cirurgia Perspectiva de reabilitação insatisfatória: Paciente muito debilitado para reabilitação ou Incapaz de compreender
110 Tratamento Conservador Tipóia 7 a 10 dias Mobilização cotovelo e punho imediato Retorno: 7 a 10 dias inicio dos movimento pendulares (avaliar foco e Rx) TTO cirúrgico de exceção: frat expostas lesões neurovasculares politrauma
111
112
113
114 Fraturas da Clavícula
115 Quadro Clínico
116 Mecanismo de Lesão Compressão = mais comum Trauma Indireto Causa menos comum Queda com a mão estendida para a frente Queda sobre a ponta do ombro Trauma Direto Posição subcutânea Trauma penetrante ou contuso Independente das forças musculares ou posição do MS Quedas de Bicicleta
117 Fraturas do 1/3 Médio Mais comum Imobilização Consolidação nos primeiros 3 meses Crianças A maioria das # consolida 0,13% a 0,8 % Pseudoartrose (Neer / Rowe) Encurtamento > 20mm aumenta o risco > 200 métodos de imobilização Tipóias e Enfaixamentos
118 Radiografia Rx Tórax em AP Rx apical oblíquo Grau de deslocamento
119 Radiografia
120 Radiologia # 1/3 Lateral Braço em estress Rx Axilar Oblíquo apical 15 graus (Zanca)
121 Redução Fechada Hipócrates (dificuldade de alterar permanentemente a # c/ manipulação) Supino c/ travesseiro entre as escápulas Superior e lateralmente Sentado joelho entre as escápulas com lençol dobrado em 8 para tracionar Bloqueio do hematoma auxilia
122 Imobilização
123 Tratamento Cirúrgico Fixador de Hoffman - # Expostas, escoriação e deslocamento Consolidaçào : 51 dias
124 Fixador Externo
125 Pino Intramedular
126 Pino Intramedular
127 Placa e Parafuso
128 Placa e Parafuso
129 Parafuso Coracoclavicular
130 Parafuso Coracoclavicular
131 Técnicas Combinadas
132 Ombro Flutuante
133 Epicondilites
134 INTRODUÇÃO Causa mais comum de dor no cotovelo (consultório) Tennis elbow (1883) Dois grupos: Grupo 1 (5%): Jovens, atletas e que praticam intensamente atividades como tênis, squash, paddle e golfe. (10-50% - epicondilite / sobreuso) Grupo 2 (95%): 35-55a, inicio incidioso. atividades de repetição ou esforços intensos isolados, no trabalho ou em casa. M = H. Maior freq em brancos
135 CLASSIFICACÃO Lateral: Origem do ERCC Ocasionalmente ECD e ERC longo e raramente EUC Medial: Origem FRC e Palmar longo Comum neuropraxia ulnar Posterior: Inserção do tríceps no olécrano (incomum)
136 Condições Associadas e DD Sd compressiva radial (Sd. do Supinador) Neuroapraxia do nervo ulnar (Epic. Medial) Sd tunel do carpo Artrose cervical e compressão radicular Anormalidades intrarticulares Frouxidão ligamentar Sinovite do cotovelo Osteocondrite dissecante Bursite olecraneana
137 Exame Físico Lateral Cozen Mill Supinação contra resistencia Teste da cadeira Teste da xícara Medial : Leiteiro Golfista
138 Exames Complementares Rx ENMG USG RM Vantagens da RM: melhor vizualização da lesão, indentifica causa articulares e extra, lesões parciais e totais.
139 Fisiopatologia Tendinite x Tendinose Angiofibroblástica Microrrupturas traumáticas das fibras do ERCC e ECD, com formação de tecido de granulação Infarto do cotovelo
140 Fase 1 Patologia aguda, inflamação reversível sem invasão angiofibroblástica Sinais clínicos: dor leve, após atividade pesada Tratamento: AINH, medidas de retirada de sobrecarga de força ou overuse
141 Fase 2 Patologia: Invasão parcial angiofibroblástica (processo irreversível), Resposta dependente da maturação e da extensão Sinais clínicos: dor intensa com atividades e ao repouso. Desconforto mesmo com períodos de repouso prolongado Tratamento: Se Menos de 50% do tendão envolvido: tratamento conservador. Ocasionalmente cirurgia
142 Fase 3 Patologia: Invasão extensa angiofibroblástica, Ruptura parcial ou total do tendão Sinais clínicos: Déficit funcional, Dor à noite e ao repouso. Atividades diárias dificultadas ou impossibilitadas Tratamento: Cirurgia Estágio avançado não responde usualmente a medidas não-operatórias
143 Tratamento não cirúrgico Controle da dor e inflamação Evolução natural da doença favorável Conceitos gerais de reabilitação do cotovelo Repouso e aplicação de gelo Eliminar atividades que agravam a condição Órteses / Bandas de tensão AINH Eletroterapia (alívio da dor e inflamação) Infiltração com coticosteróides degeneração do colágeno Toxina Botulínica
144 Indicações cirúrgicas Duração sintomas: >1ano** / categoria 3 Infiltrações múltiplas: grau elevado de lesão Dor constante sem atividades: alteração rotina Frustração do paciente
145
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