Análise de uma obra de MONDRIAN

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1 Análise de uma obra de MONDRIAN

2 Traçados principais, numa forma quadrangular ou rectangular MV VSE / VID VIE / VSD Diagonais Ex: VIE Vértice Inferior Esquerdo Medianas MH

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4 R1 Tido como o mesmo campo, embora repartido Eixo vertical dominante Eixo horizontal dominante Análise sintáctica

5 C1a C1b C1c C1e C1df C2a 1 C2b C2d C1d C1g C2c Análise realizada pela professora C4a C4b C4c C4d C4e C3a C3c C3f C3b C3d C3g C3e C3h

6 Leitura das relações, entre vectores (linhas), planos, cores e não cores A obra analisada foi invertida por lapso, o que altera a leitura Trabalho do Aluno Gilson Mendes Ano Lectivo 2012

7 Hierarquia

8 Hierarquia dos Traçados A V B V C V D V E V F V H H I H J H L h G H P H O H N H Uma linha que percorre a obra; mais fraca, porque desaparece, por causa dos espaços de não cor Uma linha interrompida, que suporta planos, mas também é anulada por planos de não cor. Separa planos com propriedades diferentes; é fraco, porque tem um percurso curto; É interrompido, mas há uma tensão: entre os planos ao longo dela; Através dela há tensão entre planos forte e suporta o peso (quase todo) Também há tensão, mas com um equilíbrio de espaços de não cor e de cor Há também equilíbrio de espaço, mas adjacente a longos espaços É curto com uma tensão longitudinal e suporta planos (diversos) É um traço curto e fraco Paralelo a fortes planos (área) e dá realce à peça... Todos paralelos a fortes planos, mas também todos curtos

9 Hierarquia dos campos de cor 5 AZ 6 AM 1 AM 3 VE 7 VE 2 AZ 4 VE 8 AM 9 VE Tem uma grande extensão (A= 8,16 cm 2 ), com um peso intermédio e ajuda a realçar (muito) a peça; Também com uma extensão significativa (7,83 cm 2 ), com um fraco peso (cor), mas também é bem definido na obra; Extensão longitudinalmente (5 x 6 cm 2 ),mas com pouco realce; Tem uma extensão intermédia (4,51 cm 2 ), forte (cor), cria uma grande tensão na obra (reforçado pelo 4 VE ); Extensão intermédia (4,06 cm 2 ), cria tensão e é paralelo a traços importantes. Longitudinalmente extenso (4,05 cm 2 ) e forte; Extensão intermédia (3 cm 2 ), forte e cria tensão na obra (com o 3 VE ); Médio (0,99 cm 2 ) fraco, mas a sua bissectriz é atraída por um forte volume, abrindo percurso; Médio (0,2 cm 2 ), mas cria tensão;

10 Hierarquia dos Campos de Não Cor 10B 4P 1B 13B 15B 3P 16B 5B 9B 12B 7B 2P 14B 8B 6B 18P 17B 1P Tem uma grande área (8,7 cm 2 ) representando um grande espaço de não cor Tem grande área (5,1 cm 2 ) e situa se no centro da obra, realçando... Extenso transversalmente (4,26 cm 2 ) Médio (3,3 cm 2 ) serve de ligante (2,25 cm 2 ) e é paralelo a grandes planos Médio (2,16 cm 2 ) é atraído por um outro plano, criando tensão Pequeno (2,03 cm 2 ) paralelo a grandes planos na longitudinal Pequeno (1,5 cm 2 ) e que quase se anula Pequeno (1,5 cm 2 ), mas realça se no vazio Pequeno (1,4 cm 2 ) paralelo a um grande plano Pequeno (0,9 cm 2 ) cria contraste Pequeno (0,72cm 2 ) anula se na obra porque causa da atracção Pequeno (0,72 cm 2 ) anula se Pequeno (0,7 cm 2 ) realça Pequeno (0,6 cm 2 ) é quase nulo Pequeno (0,3 cm 2 ) anula se na obra Pequeno (0,15 cm 2 ) é nula Pequeno (0,1 cm 2 ) anula se

11 Legibilidade

12 Legibilidade dos campos de cor 3 VE 7 VE 4 VE 6 AM 1 AM 8 AM 5 AM Quente, atraente, misterioso Tal como 3 VE, também ele apresenta os mesmos valores, apenas é mais chamativo, pela localização. Os dois campos reforçam a intencionalidade. Tal como o 3 VE e 7 VE, ele atrai Quente e muito luminoso, considerado como um foco de luz (natural). Ponto obrigatório, com uma beleza única. De preferência para ser visto ao longe Tal como o 6 AM, ele também se apresenta, mas ilumina a outra parte da obra, marcando presença Também é como o 6 AM, mas ele ilumina um ponto principal, acabando por ser o cartão de visita Frio, suave, toca as nossas almas. Há tempo parado. Só o sentimos, quando estamos a circular no seu perímetro (isto é sentir correctamente) Tal como 5 AZ ele é tem as mesmas propriedade, mas quando se passa desapercebido, não o sentimos

13 Legibilidade dos campos de não cor 1P 2P 3P 18P Eles anulam, atraeem se e cria uma tensão máxima... 4P Tal como os outros, ele cria mistério, estabelece o infinito e ajuda a estabelecer situações duvidosas 5 B 6B 11B 14B 16B 17B Eles representam o infinito e quase se anulam. Fazem nos compreender e delimitar as coordenadas... 7B 8B 9B Pontos de última instância, realçam os outros planos 13B Lugar único, considerado como o centro das tensões... 12B Apresenta se como um mero plano 15B Explica a obra. Dá nos a conhecer os conceitos básicos, desde a ínfima harmonia, até às maiores das tensões (espelho) 10B Embora passe desapercebidamente, é uma zona de equilíbrio, responsável pelas maiores decisões

14 . Estruturação de um percurso na malha

15 Posicionamento do ponto escultórico na malha Deverá ter início num dos lados da obra e terminar num outro lado, dependendo da obra

16 Análise de uma obra de Mondrian a partir dos estudos do aluno Gilson Mendes Universidade Metodista de Angola Faculdade de Arquitectura Ano lectivo 2012

17 BIBLIOGRFIA SAINT MARTIN, Fernande (2010), L Immersion dans l art. Quebéc: Presses de L Université du Quebéc. Disponível na WWW em: ans+l%27art,+saint+martin&hl=pt PT&sa=X&ei=0EOjUb3 IqiK7Aad9ICQBA&redir_esc=y [consultado, ]

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19 Comparação da imagem segundo a percepção visual relação entre a imagem do quadro 2D e maqueta 3 D, com os campos de cor posicionados em cotas distintas, consoante a área

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