PLANO DE EMERGÊNCIA INTERNO (PEI)
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- David Vilalobos Quintão
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1 Rev. n.º 0 Pág. 1 de 50 PLANO DE EMERGÊNCIA INTERNO ()
2 Rev. n.º 0 Pág. 2 de 50 ÍNDICE GERAL CAPÍTULO I INTRODUÇÃO...4 I.1. Âmbito do Plano...5 I.2. Objectivo...5 I.3. Introdução...6 I.4. Termo de Promulgação...8 I.5. Forma de Consulta do...9 I.6. Registos de Revisões e Alterações...10 I.7. Detentores Autorizados do...11 I.8. Siglas e Abreviaturas...12 I.9. Glossário de Termos Técnicos...13 I.10. Referências Documentais...14 CAPÍTULO II CARACTERIZAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO...15 II.1. Localização e Envolvente Exterior...16 II.2. Interacção com o Plano de Protecção do Porto de Aveiro e Planos de Emergência Municipais...19 II.3. Interacção com os Planos dos Concessionários...20 II.4. Estrutura e Responsabilidade (APA e IP's)...21 II.5. Descrição das Instalações...23 II.6. Ocupação, horários, vigilância e rondas...26 II.7. Infra-estruturas...27 II.8. Meios de Combate...32 CAPÍTULO III PRINCIPAIS AMEAÇAS E CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA...33 III.1 Cenários de Ameaças...34 CAPÍTULO IV FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES...35 IV.1. Identificação da estrutura da segurança em emergência...36 V.2. Funções e Responsabilidades...37 CAPÍTULO V RESPOSTA E RECUPERAÇÃO...38 V.1. Detecção, Alarme e Informação...39 V.2. Intervenção em Situação de Emergência...41 V.3. Activação do Plano de Emergência e Contingência...44 V.3.1. Autoridade e Responsabilidade Para a Activação...44 V.3.2. Situações que levam à activação...44 V.3.3 Autoridade e responsabilidade para dar como terminada a activação...45 V.4. Deslocalização de Pessoas ou Bens...45 V.5. Comunicações...45 V.5.1. Descrição de Operação dos Meios de Comunicação Principais e Alternativos...45 V.5.2. Conteúdo das Mensagens...45 V.6. Recuperação e Retoma do Funcionamento...46 V.6.1. Recuperação...46 V.6.2. Condições Mínimas de Funcionamento...46 V.7. Evacuação...47 CAPÍTULO VI ANEXOS...48 Anexo C Comunicações...49 C_PR.COM Procedimento de Comunicações...49 C_ME.COM Meios de Comunicações...49 C_CO.URG Contactos de Emergência Urgentes...49 C_CO.OUT Contactos de Emergência outros contactos...49 C_CO.EQU Contactos de Emergência Urgentes equipas...49 Anexo E Equipamentos...49 E_CO.INC Equipamento de Combate a Incêndios...49 Anexo F Funções e Responsabilidades...49 F_FR.EME - Funções e Responsabilidades em Emergência...49 Anexo IP Instruções Particulares de Actuação do APA...49 IP_IN.NAV - Inst. Part. Act. Incidente em Navio...49 IP_DE.RRA - Inst. Part. Act. Derrame...49 IP_IN.CEN - Inst. Part. Act. - Incêndio...49 IP_IN.TRU - Inst. Part. Act. - Intrusão...49 IP_AM.TER - Inst. Part. Act. Ameaça de Bomba / Terrorismo...49 IP_SI.TSU - Inst. Part. Act. Sismo / Tsunami...49 IP_TE.MPO - Inst. Part. Act. - Temporal...49 IP_AL.INU - Inst. Part. Act. Alagamento /Inundação...49 IP_PA.NDE - Inst. Part. Act. Pandemia...49 Anexo NR Normas e Regulamentos...49 NR_ED.CPA Editais da Capitania do Porto de Aveiro...49 NR_PR.SVI Procedimentos de Segurança de Vigilantes...49 NR_RE.VTS Regulamento VTS...49
3 Rev. n.º 0 Pág. 3 de 50 Anexo PE Planos de Emergência das Instalações Portuárias...50 PE_IP.ADQ Plano de Emergência Interno da ADQuímica...50 PE_IP.AVE Plano de Emergência da Aveiport...50 PE_IP.BRE - Plano de Emergência Interno da TQBRESFOR...50 PE_IP.CIR Plano de Emergência Interno da CIRES...50 PE_IP.CUF - Plano de Emergência Sectorial da CUF...50 PE_IP.DOW - Plano de Emergência Interno da DOW...50 PE_IP.NVR - Plano de Emergência Interno da Navalria...50 PE_IP.PEL - Plano de Emergência Interno da Pellets Power...50 PE_IP.PBI - Plano de Emergência Interno da PRIO BIO...50 PE_IP.PRI - Plano de Emergência Interno da PRIO...50 Anexo PEM Planos de Emergência Municipais...50 PEM_PEE.ILH Plano de Emergência Externo de Ílhavo...50 PEM_PME.AVE Plano Municipal de Emergência de Aveiro...50 Anexo PL Plantas...50 PL_LO.FAI - Planta com localização dos furos e área de influência...50 PL_LO.ILU - Planta com localização da Iluminação dos Terraplenos...50 Anexo RD Referências Documentais...50 RD_REF.DOC Referências Documentais...50
4 Rev. n.º 0 Pág. 4 de 50 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO
5 Rev. n.º 0 Pág. 5 de 50 I.1. Âmbito do Plano As reflexões expressas neste documento e medidas concretas preconizadas em consequência aplicam-se à Administração do Porto de Aveiro (APA). O âmbito de aplicação deste documento é a área de Jurisdição da APA. I.2. Objectivo O Plano de Emergência Interno () permite fornecer um conjunto de directrizes e informações que visam a adopção de procedimentos lógicos, técnicos e administrativos, estruturados de forma a dar uma resposta rápida e eficiente em situação de emergência. Assim, o constitui um instrumento que pretende dar cumprimento aos seguintes objectivos: Salvaguarda da vida humana; Conhecer as principais ameaças e os níveis de Risco, de Resposta e de Segurança; Sensibilizar e responsabilizar os colaboradores da APA para os riscos e para o cumprimento das normas de segurança e ambientais; Conhecer e saber utilizar os meios da Segurança e Ambientais; Manutenção dos sistemas de segurança e da sua funcionalidade; Dar conhecimento aos profissionais da Gestão da Emergência; Preparar todos os colaboradores da APA para os procedimentos a ter em caso de emergência; Limitar as consequências possíveis de acidentes e apresentar o plano de evacuação; Informar e colaborar com as entidades operacionais de protecção civil; Mobilizar e organizar os meios humanos internos visando actuação em caso de emergência; Rotinar procedimentos, os quais deverão ser testados, através de simulacros.
6 Rev. n.º 0 Pág. 6 de 50 I.3. Introdução As catástrofes, sejam de origem natural ou provocadas pelo Homem, são eventos súbitos de grandeza suficiente para causar alterações significativas no normal funcionamento de um qualquer sistema e necessitar de ajuda externa. Apesar de todos os esforços de planeamento, nunca é possível estar preparado para as suas consequências, pela sua variabilidade e impressibilidade. Todos os esforços devem, por isso, ser feitos para reduzir o tempo de reacção, tentando arranjar soluções para os problemas que se afiguram como os mais prováveis. Os tipos de catástrofe mais prováveis entre nós são: terramotos, incêndios e inundações. As catástrofes naturais têm vindo a aumentar em frequência e gravidade. Nos últimos 40 anos, foram documentados mais de 6000 desastres naturais, afectando mais de 5 biliões de indivíduos, sendo que 70% destes episódios e 98% das despesas decorrentes ocorreram nos últimos 10 anos. Entre nós está profundamente estudada, embora nem sempre bem implementada no terreno, toda a problemática do socorro a vítimas de catástrofe. A Segurança deve ser uma preocupação comum a todos os colaboradores da APA. Além de terem um bom conhecimento e informação neste âmbito, importa criar uma cultura de segurança, nomeadamente interiorizando procedimentos e adoptando as necessárias medidas de prevenção. É recomendável que a temática da segurança esteja integrada, tendo em vista uma melhor sensibilização de todos contribuindo para desenvolver um comportamento colectivo de segurança. Nas patologias que podem afectar o ambiente e as comunidades humanas existem diversos tipos e graus de emergência. É possível distinguir os acidentes, que são as emergências que o homem pode controlar com os seus recursos (por exemplo, os incêndios) e as catástrofes e calamidades que estão praticamente fora da capacidade humana de controlo (por exemplo, os sismos ou tsunamis). Emergência, segundo os principais referenciais da Gestão da Segurança (OHSAS e BS 8800), Risco (AS/NZS 4360) e Emergência (NFPA 1600), numa perspectiva abrangente, pode ser definida pela ocorrência de qualquer acontecimento não planeado que possa causar:
7 Rev. n.º 0 Pág. 7 de 50 Morte ou dano ao pessoal, clientes e outras pessoas, como público, fornecedores, etc. Prejuízo ou limitação significativa das actividades operacionais; Prejuízo ou afectação significativa da imagem da Organização. Este é o documento que estabelece a estrutura organizativa dos meios humanos e materiais, estabelece os procedimentos adequados de actuação em caso de emergência, bem como soluções apropriadas à resolução de problemas de forma a garantir a salvaguarda dos ocupantes, a defesa do património e a protecção do negócio e da imagem da APA. No caso da APA, decorrente de ameaça externas e/ou internas, verificando-se cenários como: incêndio, explosão, sismo/tsunami, derrame, intrusão em navio, ameaça de bomba, temporal, incidente em navio, pandemia, ameaça de terrorismo, importa proceder a uma Gestão de Emergência focada nestes cenários mas simultaneamente simples e prática de forma a permitir uma actuação pronta e eficaz.
8 Rev. n.º 0 Pág. 8 de 50 I.4. Termo de Promulgação A Administração do Porto de Aveiro (APA) elaborou o presente Plano Interno de Emergência e Contingência de forma a assegurar a resposta pronta e adequada às situações de emergência, susceptíveis de ocorrer e que possam de alguma forma afectar as suas instalações, de modo a garantir a salvaguarda dos colaboradores, fornecedores e visitantes e a defesa do património e do ambiente. O presente plano deverá ser amplamente divulgado por todos os intervenientes e testado periodicamente, de forma a validar a sua adequabilidade. Todos os intervenientes deverão possuir a formação e o treino adequados, de forma a cumprir com as instruções de actuação em emergência preconizadas neste Plano. O Plano de Emergência Interno entra em vigor em 01 de Agosto A Administração
9 Rev. n.º 0 Pág. 9 de 50 I.5. Forma de Consulta do O está dividido por capítulos, sendo atribuído a cada um, uma cor, de forma a facilitar a sua consulta: CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI INTRODUÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO AMEAÇAS E CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES RESPOSTA E RECUPERAÇÃO ANEXOS
10 Rev. n.º 0 Pág. 10 de 50 I.6. Registos de Revisões e Alterações É crucial que o Plano Interno de Emergência e Contingência se mantenha sempre actualizado. Para isso é necessário que anualmente se efectue uma revisão ao mesmo, sem prejuízo das alterações e ou correcções que possam ser feitas em qualquer altura. O responsável por esta revisão é o Coordenador de Emergência que submete à apreciação e aprovação, as alterações e/ou correcções à APA. Qualquer Revisão e Alteração do presente Plano Interno de Emergência e Contingência constará no Quadro seguinte: Data da Revisão/Alteração Ponto Corrigido/Alterado Ponto Retirado Ponto Inserido Observações Tabela 1. Tabela de alterações / revisões
11 Rev. n.º 0 Pág. 11 de 50 I.7. Detentores Autorizados do Listagem de Detentores Local Data de entrega N.º de Exemplar Tabela 2. Distribuição do documento
12 Rev. n.º 0 Pág. 12 de 50 I.8. Siglas e Abreviaturas Plano Interno de Emergência e Contingência DPE - Director do Plano de emergência CCTM - Centro de controlo de tráfego marítimo CCO - Centro de Coordenação de Operações GAC - Grupo de Assessoria e Consultoria MRP - Serviço de Marketing e Relações Públicas NAO - Núcleo de Apoio Operacional NCD - Núcleo de Combate a Derrames NCI - Núcleo de Combate a Incêndios NOL - Núcleo de Operações de Logística NOM - Núcleo de Operações de Manutenção
13 Rev. n.º 0 Pág. 13 de 50 I.9. Glossário de Termos Técnicos TERMO Acidente Emergência Incêndio Instrução Intervenção Inundação Plano de Emergência Ponto de Encontro Simulacro Sismo Zona de emergência DESCRIÇÃO Acontecimento repentino e imprevisto com efeitos relativamente limitados no tempo e no espaço, susceptíveis de atingirem pessoas, bens e ambiente. Evento não planeado que pode causar a morte ou ferimentos graves em colaboradores, utentes ou visitantes ou que pode provocar a interrupção de actividades, provocar danos físicos ou ambientais. Fogo que se declara no edifício e que pode consumir total ou parcialmente. Acção ou conjunto de acções a empreender por determinadas pessoas em situações específicas. Conjunto de acções a desenvolver no sentido de combater um sinistro e minimizar as suas consequências. Alagamento ou submersão pela água. Sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimentos, destinadas a evitar ou minimizar os efeitos de um acidente grave. Local de reunião de pessoas provenientes das áreas sinistradas. Acção de simulação real, no sentido da melhoria da capacidade de intervenção das pessoas que participam no plano de emergência. Fenómeno natural resultante de uma rotura mais ou menos violenta no interior da crosta terrestre, correspondendo à libertação de grande quantidade de energia, e que provoca vibrações. Área que abrange o espaço atingido pelos efeitos do sinistro e o espaço adjacente a partir do qual se desenvolvem as operações de emergência. Tabela 3. Glossário
14 Rev. n.º 0 Pág. 14 de 50 I.10. Referências Documentais As principais referências subjacentes ao desenvolvimento do presente plano encontram em : link
15 Rev. n.º 0 Pág. 15 de 50 CAPÍTULO II CARACTERIZAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO
16 Rev. n.º 0 Pág. 16 de 50 II.1. Localização e Envolvente Exterior A APA, S.A. possui as atribuições de autoridade portuária no porto de Aveiro. No Canal de Mira a área de jurisdição da APA é limitada pela ponte da Barra, no Canal de Ílhavo pela ponte da EN 109-7, no Canal Principal de Navegação pelo enfiamento do limite Nascente da Marinha Moleira e no Canal de S. Jacinto e Cale do Espinheiro por um paralelo que passa pelo Cais da Pedra, sito a Norte daquela povoação. Na costa inclui a zona de praia sita entre molhes, onde se localiza a Praia Velha (conhecida praia da meia laranja) e a entrada da barra. O Porto de Aveiro está situado no distrito de Aveiro, servindo o vasto hinterland económico da zona centro e norte do país e centro de Espanha. (Figura 1). Figura 1. Imagens de localização da instalação APA As principais acessibilidades terrestres (Figura 2) ao porto de Aveiro são, a auto-estrada A1, que faz a ligação entre o Porto e Lisboa, a auto-estrada A17 (entre Aveiro e a Marinha Grande/A8), e a auto-estrada A25, a qual faz ligação de Aveiro a Vilar Formoso, passando pelo interior centro de Portugal, e por conseguinte, permitindo uma ligação ao centro de Es
17 Rev. n.º 0 Pág. 17 de 50 Figura 2. Acessos para a APA Quanto aos acessos ferroviários, a ligação do Porto de Aveiro é constituída por ligação directa à rede ferroviária nacional (Linha do Norte e Linha da Beira Alta) com uma extensão de 9 km, em via única não electrificada, permitindo a circulação de composições com carga máxima por eixo de 25 toneladas e velocidade não superior a 60 km/h. Relativamente a acessibilidades Marítimas, as características da barra de acesso ao Porto, nomeadamente a cota de profundidade, a largura e as condições de navegabilidade induzidas pelas marés, limitam o gabarito máximo dos navios a cerca de 9 metros de calado e 150 metros de comprimento. Estas limitações reduzem o potencial para a recepção de navios de granéis e linhas regulares de tráfego contentorizado ou Ro-Ro, pelo que a APA está a desenvolver trabalhos para a estabilização da barra à cota de -12,5 metros (Z H). O Porto de Aveiro localiza-se nas proximidades das àrea urbanas dos municipios de Aveiro e de Ílhavo, para além deste, situam-se tambem a povoação da Praia da Barra, de S. Jacinto e Gafanha da Nazaré circundada pela Via de Cintura Portuária e pela IP5.
18 Rev. n.º 0 Pág. 18 de 50 A localização da Sede da APA é a seguinte: Edifício 9 - Forte da Barra Gafanha da Nazaré O local de implantação da APA encontra-se na área de intervenção das corporações de Bombeiros de: Bombeiros Velhos de Aveiro, com sede na Rua Doutor Mário Sacramento 86, Aveiro; Bombeiros Novos de Aveiro, Largo Capitão Maia Magalhães, 3810 Aveiro; Bombeiros Voluntários de Ílhavo, Rua Direita Viela Capitão, 3830 Ílhavo.
19 Rev. n.º 0 Pág. 19 de 50 II.2. Interacção com o Plano de Protecção do Porto de Aveiro e Planos de Emergência Municipais O Plano de Protecção do Porto de Aveiro é o documento de ordem superior que interage com o da APA nos aspectos que dizem respeito à actuação em caso de Emergência. O plano de Emergência do Porto de Aveiro tem interacção natural e funcional com os seguintes planos de emergência municipais: Plano de Emergência Externo (PEE) de Ílhavo; Plano de Emergência Municipal (PEM) de Aveiro; Pela inserção na câmara de Ílhavo, a principal interacção é, de facto, com o PEE deste município, o qual estabelece o enquadramento de actuação para os diferentes intervenientes tendo particular atenção aos cenários de ameaça que impendem sobre o Terminal de Graneis Líquidos. Para o PEE, a Administração do Porto de Aveiro (APA) fornece um delegado para o Grupo de Logística e Assistência, sendo a APA elemento das forças de apoio. Em caso de Emergência, as interacções operacionais entre as entidades envolvidas são asseguradas conforme descrito no Anexo C_PR.COM Procedimento de Comunicações (na página inicial em ou em, respeitando o definido nos Planos de Emergência Externo (PEE) de Ílhavo (ver Anexo PEM_PEE.ILH Plano de Emergência Externo de Ílhavo, em http: // de Emergência Municipal (PEM) de Aveiro (ver Anexo PEM_PME.AVE Plano Municipal de Emergência de Aveiro, em Ao nível da interacção marítima com a Autoridade da Capitania, é seguido o disposto no Edital, conforme Anexo NR_ED.CPA Editais da Capitania do Porto de Aveiro (em ).
20 Rev. n.º 0 Pág. 20 de 50 II.3. Interacção com os Planos dos Concessionários O da APA considera, naturalmente os 's das IP's instaladas nos diferentes terminais, com particular relevo para os 's das empresas com riscos graves como as instaladas no TGL. Para tanto, os cenários de ameaça que impendem sobre as diferentes IP's são assumidos neste, sendo o seu tratamento na especialidade efectuado em conformidade com o disposto nos 's das IP's, devidamente aprovados pelas entidades competentes. Assim, para cada cenário de ameaça, é referido o de cada uma das empresas em que o cenário está presente, conforme capítulo III. A clarificação das comunicações e prioridade na sua efectivação é determinante pelo que é definida prática abrangente e coerente entre os diferentes planos. À semelhança do ponto anterior, em caso de Emergência, as interacções operacionais entre as entidades envolvidas são asseguradas conforme descrito no Anexo C_PR.COM Procedimento de Comunicações (na página inicial em (http): ou em (http), respeitando o definido nos Planos de Emergência Internos das respectivas Instalações Portuárias que se encontram no Anexo PE Planos de Emergência das Instalações Portuárias em (http):
21 Rev. n.º 0 Pág. 21 de 50 II.4. Estrutura e Responsabilidade (APA e IP's) O Porto de Aveiro, sendo a sua Área Portuária a correspondente à área de jurisdição da respectiva administração portuária (AP), é gerida pela Administração do Porto de Aveiro, S.A. (APA), Sociedade Anónima de capital totalmente subscrito e realizado pelo Estado. Os seus estatutos foram aprovados pelo DL 339/98, alterados pelo DL nº. 40/2002 de 28 de Fevereiro, pelo DL nº. 46/2002 de 2 de Março e pela Deliberação da AG de 31 de Março de Actualmente o organograma da APA é o seguinte (ver figura 3): Figura 3. Organograma da APA O Conselho de Administração dispõe de 4 órgãos de assessoria e apoio à gestão, encontrando-se hierarquizada em 6 grandes áreas funcionais que agregam um conjunto de sectores e serviços destinados a dar cabal cumprimento às atribuições funcionais de cada área de actividade. Além da Administração Portuária (AP), têm importantes responsabilidades e funções no porto e na área portuária as seguintes entidades públicas ou similares: Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) na sua qualidade de Autoridade Competente para a Protecção dos Transportes Marítimos e dos Portos (ACPTMP);
22 Rev. n.º 0 Pág. 22 de 50 Capitania do Porto de Aveiro que é a Autoridade Marítima Local (AML) e integra a Polícia Marítima (AML-PM); Polícia de Segurança Pública (PSP); Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR-CT); Unidade de Controlo Costeiro da Guarda Nacional Republicana (GNR-UCC); Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF); Policia Judiciária (PJ); Autoridade de Saúde (AS); Serviços de Alfândega (DGAIEC); Delegação Distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC-PCD); Bombeiros locais; Terminal Sul; Naval Ria.
23 Rev. n.º 0 Pág. 23 de 50 II.5. Descrição das Instalações O porto de Aveiro divide-se em cinco zonas, sendo quatro ao longo do Canal principal de navegação: Sector Comercial - Terminais Norte, RO_RO, Contentores e Granéis Sólidos; O Terminal Norte dispõe de um cais acostável de 900 metros de comprimento e m2 de terraplenos. A área de armazenagem a coberto é constituída por oito armazéns, sendo dois deles para recepção e armazenagem de cimento a granel, dispondo de uma unidade de ensacamento. Este terminal encontra-se vocacionado para a movimentação de carga geral e granéis sólidos tendo como principais mercadorias movimentadas o cimento, cereais, pasta de papel, perfilados metálicos, aglomerados de madeira e argilas. Contempla ainda um cais de serviços de 250 m destinado a embarcações de apoio. O Terminal Ro-Ro consta de um cais com 450 metros de comprimento, fundos à cota de -12,00 m (Z.H.), m2 de terraplenos devidamente infraestruturados, com áreas definidas para parqueamento e (des)embarque de contentores. O Terminal de Granéis Sólidos I e II dedicado à movimentação de granéis sólidos, tendo sido concebido para dar resposta a duas áreas especializadas: granéis agro-alimentares (Granéis Sólidos I) e não alimentares (Granéis Sólidos II). Apresenta uma área de m2 com um total de 750 metros de cais e fundos à cota -12 m (ZH). Este terminal apresenta um elevado potencial de exploração para as indústrias ligadas ao sector alimentar, cerâmico e de construção.
24 Rev. n.º 0 Pág. 24 de 50 Terminal de Granéis Líquidos Terminal constituído actualmente por quatro ponte-cais (n. os 20, 22, 23 e 26), além destas, existe uma desactivada (n.º 21) e duas a aguardar início de exploração (n. os 24 e 25) que no futuro virão a ser exploradas em conjunto com a ponte-cais n.º 26. As instalações desta zona portuária são destinam-se exclusivamente ao tráfego de granéis líquidos, são exploradas por diversas entidades dedicadas à movimentação e armazenagem de diversas mercadorias: produtos químicos, combustíveis, óleos vegetais, vinho e álcool. Porto de Pesca do Largo Porto que serve os armadores de pesca do largo e as indústrias de processamento do pescado instaladas na Gafanha da Nazaré e detém 17 ponte-cais com fundos de aproximadamente - 7 metros (ZH). Este sector inclui um Terminal Especializado de Descarga de Pescado com 160 m de comprimento, totalmente equipado com as infra-estruturas necessárias ao funcionamento de uma unidade desta natureza. Sector Comercial - Terminal Sul; A actividade principal do terminal é a movimentação de carga a granel seca. Movimenta sobretudo cimento, pescado congelado e salgado, cerais, sal, caulino, argilas, perfiladas metálicas e pasta de papel. O cais acostável é de 400 metros de comprimento, fundos à cota de -7.00m (ZH) e cerca de m2 de terraplenos. A área de armazenagem coberta é constituída por 1 telheiro e 3 armazéns, sendo dois deles para recepção e armazenagem de cimento a granel.
25 Rev. n.º 0 Pág. 25 de 50 Porto de Pesca Costeira Este sector oferece um conjunto de infra-estruturas de descarga, armazenagem e comercialização de pescado, destinadas a servir a pesca local de pequenas embarcações. A lota e a fábrica de gelo encontram-se concessionadas à empresa Docapesca, Portos e Lotas, S.A. O porto de abrigo que tem capacidade para 136 pequenas embarcações, dispõe de 1 edifício de apoio e 72 armazéns de aprestos para os pescadores e comerciantes locais de pescado. Os edifícios dos Serviços da APA situam-se junto ao Forte da Barra, próximo do Sector Comercial - Terminal Norte, edifícios que se encontram ocupados por Agentes de Navegação, empresas de Estivadores, empresas de Superintendência de Cargas, empresas de Transportes, Operadores Portuários, Sindicato dos Trabalhadores Portuários de Aveiro, ETP e edifícios da Alfândega, Brigada Fiscal, Força Aérea, Capitania e Socorros a Náufragos. As Plantas destes locais encontram-se no Anexo PL Plantas (disponíveis on-line pela respectiva designação do local, a partir da página inicial ou em ( ). Plataforma Logística Portuária de Aveiro - Pólo de Cacia O Pólo de Cacia da Plataforma Logística Portuária de Aveiro situa-se a cerca de 9 km do Porto e inclui uma ligação directa à Linha do Norte (Porto - Lisboa). Entre as principais características, identificam-se as seguintes: m2 de área total; m2 para parqueamento; m2 de área de expansão e 8 linhas no total (2 de carga/descarga + 6 de movimentação).
26 Rev. n.º 0 Pág. 26 de 50 A tabela 4 apresenta a relação entre os terminais da APA e a respectiva identificação e localização das instalações portuárias, estando as empresas de Riscos Industriais Graves assinaladas com (*): Terminais Jurisdição APA Instalações Portuárias Sector Comercial Terminais Norte, Ro Ro, Contentores e Sólidos (TGS) Terminal de Granéis Líquidos (TGL) Sector Comercial Terminal Sul Pallets Power AVEIPORT APD QUÍMICA (*) CUF (*) DOW (*) CIRES (*) PRIO ADF (*) PRIO BIO (*) BRESFOR (*) NAVALRIA SOCARPOR Tabela 4. Interligação entre área de jurisdição da APA e Instalações Portuárias II.6. Ocupação, horários, vigilância e rondas As portarias dos terminais estão activas 24 horas, assim como as da Sede da APA e do CCTM. As ocupações das áreas administrativas decorrem durante o dia, no horário normal de funcionamento 09:30 às 17:30, com excepção do Terminal Especializado de Descarga de Pescado cuja ocupação se verifica quando activado e das operações nos terminais que também ocorrem durante a noite, nomeadamente no TGL. A vigilância no edifício sede da APA é realizada diariamente por um vigilante (24 horas / dia); no período nocturno o vigilante de serviço faz rondas internas ao edifício a todas as horas. Com excepção do TEDP cuja vigilância é assegurada quando existem operações, os postos de vigilância existentes descritos a seguir são guarnecidos em permanência, todos os dias do ano, por elementos de uma empresa prestadora de serviços:
27 Rev. n.º 0 Pág. 27 de 50 Edifício Sede; Portaria do Terminal de Granéis Líquidos; Portaria do Terminal Especializado de Descarga de Pescado, denominado TEDP. Portaria do Terminal Norte do Sector Comercial; Portaria do Porto de Pesca Costeira. Portaria dos terminais de Granéis Sólidos I e II, denominado TGS. Todos estes elementos dispõem, nos respectivos postos, de rádios portáteis e de linha telefónica da rede comercial fixa. Para além dos postos de vigilância são executadas duas rondas nocturnas inopinadas por um Supervisor a todos os terminais. Os vigilantes estão obrigados ao cumprimento rigoroso de todas as normas em vigor nas acessibilidades aos Terminais. II.7. Infra-estruturas Rede de água Junto à Rotunda do Paredão existe um furo de captação de água da APA com um caudal de 72 m 3 /h que abastece dois reservatórios ao nível do solo com a capacidade de 250 m 3 cada. Os reservatórios alimentam, um tanque elevado com a capacidade de 50 m3, garantindo um caudal de abastecimento de água potável de 500 m3/dia, às instalações do Porto de Pesca Costeira, do Sector Comercial - Terminal Norte e do Forte da Barra. Junto da Empresa de Pesca de Aveiro existe um outro furo da APA com um caudal actual de 30 m3/h que abastece um reservatório apoiado com a capacidade de 96 m3 situado à entrada do Terminal de Granéis Líquidos. Este reservatório alimenta, a rede da APA, através de um grupo pressurizador com o caudal de 14 m3/h, o tanque de reserva de água de incêndios da Dow Portugal e o circuito de água potável de todas as instalações dos concessionados no Terminal de Granéis Líquidos.
28 Rev. n.º 0 Pág. 28 de 50 Este reservatório abastece igualmente os tanques de reserva de água de incêndios das instalações da Cires e da Petrogal através de 2 grupos pertencentes a estas empresas. Existe igualmente um furo no interior do TGL que abastece a central de bombagem do terminal e respectiva rede de incêndios. Existe um outro reservatório localizado nos alicerces do Edifício dos Serviços da APA, no Sector Comercial - Terminal Sulcom, de cerca de 100 m3 de capacidade, abastecido a partir de furo da APA. Este reservatório alimenta a rede de distribuição de água potável do Terminal e edifícios administrativos através de dois grupos de pressurização com o caudal total de 24 m 3 /h. O mesmo furo abastece também um segundo reservatório de 150 m 3 existente na área dos estaleiros. As pontes-cais no Porto de Pesca do Largo são abastecidas pelas empresas concessionadas ali existentes, dispondo-se de várias tomadas (uma tubagem em cada uma das pontes-cais n.ºs 4, 5, 6, 11, TEDP, 13, 16, 19 e duas tubagens em cada uma das pontes-cais n.ºs 10 e 18). O Anexo PL_LO.FAI apresenta a Planta Geral com a localização dos furos e área de influência (disponível na página inicial em ou em Rede Eléctrica A energia eléctrica é fornecida pela rede pública a V, é desenvolvida a partir dos seguintes Postos de Transformação (PT): PT na Zona dos Moinhos, com 400 KVA, alimenta a zona dos pequenos estaleiros navais, os clubes náuticos Sporting Clube de Aveiro e Clube Naval de Aveiro e a iluminação pública. PT no Sector Comercial - Terminal Sul, com 500 KVA, alimenta as infra-estruturas dentro e fora do terrapleno do Terminal, iluminação do cais e iluminação pública.
29 Rev. n.º 0 Pág. 29 de 50 4 PT s no Sector Comercial - Terminal Norte: PT1 nas traseiras do edifício Sede da APA, com 1000 KVA, alimenta os edifícios, armazéns e iluminação do Terminal, a Área Militar e o Instituto de Socorros a Náufragos, a rede de iluminação pública e a Capitania do Porto de Aveiro a partir de um armário de distribuição localizado em frente ao Edifício 9. PT2 no lado Norte do terrapleno do Terminal, com 630 KVA PT3 e PT4 no lado Sul, que alimentam os guindastes de via do Terminal. PT em S. Jacinto, com 25 KVA, alimenta as luzes do enfiamento da barra do Porto de Aveiro e Farolim do Molhe Norte. PT no Porto de Pesca do Largo, com 50 KVA, alimenta as instalações da Brigada Fiscal e do Posto de Fiscalização e a rede de iluminação pública; PT no TEDP para alimentar esta instalação; PT no Porto de Pesca Costeira, com 630 KVA, alimenta as instalações existentes e rede de iluminação pública. Terminal de Granéis Líquidos PT pertencente à APA que alimenta a rede de iluminação pública. PT em cada uma das instalações licenciadas/concessionadas. Os Locais de Corte de energia eléctrica contam-se os seguintes: Em cada um dos PT s existem cortes sectoriais.
30 Rev. n.º 0 Pág. 30 de 50 Na zona do Sector Comercial - Terminal Norte. Existem cortes de energia para as seguintes oito áreas: Iluminação do Terrapleno e cais (2). Armazéns da Sonae e do Caima Edifícios Administrativos e iluminação pública. Armazéns/oficinas no Forte da Barra. Instalações da Força Aérea, Doca de Serviços e Instituto de Socorros a Náufragos. Edifício Sede da APA, estação de tratamento de produtos oleosos e estação elevatória. Edifício dos Serviços de Exploração e Armazéns da APA no Terminal. O Anexo PL_LO.ILU apresenta a Planta Geral com Iluminação dos Terraplenos e de apoio à navegação nocturna (disponível na página inicial em ou em Rede de Comunicações Os meios de comunicação da APA encontram-se detalhados no Anexo C_ME.COM Meios de Comunicação (em http: ), de acordo com as respectivas redes utilizadas. Além da rede de telefones externos e internos existem meios de comunicação rádio. Redes Telefónicas Edifício Sede da APA, Central RDIS ALCATEL 4400 com acesso RDIS Primário da TELECOM, que serve o edifício da Sede da APA, o edifício dos Serviços de Exploração da APA no Terminal Norte do Sector Comercial, a Portaria deste Terminal, oficinas e armazéns da APA no Forte da Barra. Serviço de Tráfego Marítimo (VTS) - Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Porto de Aveiro, através do canal de serviço na banda marítima de VHF, em conformidade com o Plano de Comunicações do Serviço Móvel Marítimo em vigor no Porto de Aveiro que consta no Anexo NR_RE.VTS Regulamento VTS. O Canal VHF 74 Canal principal do VTS portuário (em http: ).
31 Rev. n.º 0 Pág. 31 de 50 Portaria do Terminal de Granéis Líquidos, central Telefónica com acesso da TELECOM com linhas para o edifício Sede da APA e para todas as instalações concessionadas neste sector. Portaria do TEDP telefone a utilizar por operador designado aquando da activação do terminal. VHF s portáteis Existem vários equipamentos VHF s, com diversas frequências utilizadas na área portuária, para todos os sectores de actividade do porto de Aveiro; Em caso de emergência existe um canal privativo VHF que é utilizado pela APA e pelas empresas instaladas, conforme Anexo C_ME.COM Meios de Comunicação (em http: ).
32 Rev. n.º 0 Pág. 32 de 50 II.8. Meios de Combate Meios de combate a Incêndios Por forma a garantir uma rápida e eficiente intervenção em caso de incêndio, a APA dispõe dos meios de combate a incêndio descritos no Anexo E_CO.INC Equipamento de combate a incêndios (na página inicial em http: ou em No que respeita à água para combate a incêndios, existem Redes de Incêndios Armada (RIA) que servem os terminais TGL, TGS, TS. Estas plantas encontram-se no Anexo PL Plantas, em
33 Rev. n.º 0 Pág. 33 de 50 CAPÍTULO III PRINCIPAIS AMEAÇAS E CENÁRIOS DE EMERGÊNCIA
34 Rev. n.º 0 Pág. 34 de 50 III.1 Cenários de Ameaças A metodologia para identificação das principais ameaças assenta na apreciação sistemática da realidade da organização e sua envolvente, com especial acuidade para os perigos existentes associados às actividades internas e externas da organização, clientes, fornecedores, público e outras partes interessadas. Na identificação das principais ameaças são tidos em conta a origem dos riscos considerados, entre outros aspectos: Ameaças Próprias Incidente com Navios (Abalroamento / Colisão de navios / Naufrágio / Encalhe) Derrame / Emissão de substâncias perigosas Incêndio Intrusão Ameaça de Bomba / Terrorismo Ameaças naturais e/ou biológicas Sismo / Tsunami Temporal Alagamentos / Inundação Pandemias Ameaças externas Derrame/Fuga de substâncias perigosas Derrame/ Fuga de produtos inflamáveis Libertação/Fuga de Nuvens tóxicas Abalroamento por navio Incêndio Explosão Ataque Terrorista/Bomba/vandalismo Sabotagem Reactividade Química Intrusão
35 Rev. n.º 0 Pág. 35 de 50 CAPÍTULO IV FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES
36 Rev. n.º 0 Pág. 36 de 50 IV.1. Identificação da estrutura da segurança em emergência Está implementada uma estrutura organizacional que para além das funções normais de prevenção de riscos, garante uma rápida e eficaz actuação em caso de Emergência. A organização dos meios humanos em caso de Emergência será ajustada à realidade de cada espaço e cenário, devendo ser articulada com a seguinte estrutura global (ver figura 4): Figura 4. Organograma da Emergência da APA A estrutura acima encontra-se reflectida numa perspectiva funcional (na página inicial em http: / ou em e numa perspectiva departamental (com indicação dos acrónimos nominais do responsável do departamento e o respectivo substituto, em Para além destes elementos da estrutura organizacional de resposta a Emergências, existem ainda os seguintes elementos, numa óptica de Segurança geral: - Delegados de Segurança dos Edifícios; - Vigilantes dos terminais, vigilante da sede da APA e operador do centro de Controlo de Tráfego Marítimo (CTM).
37 Rev. n.º 0 Pág. 37 de 50 V.2. Funções e Responsabilidades A descrição das funções e responsabilidades, na actuação em caso de emergência, encontram-se descritos na plataforma on-line em http: (ambas as informações encontram-se igualmente no Anexo F_FR.EME Funções e Responsabilidades em Emergência, em Os elementos com responsabilidade funcional na organização da emergência estão identificados em
38 Rev. n.º 0 Pág. 38 de 50 CAPÍTULO V RESPOSTA E RECUPERAÇÃO
39 Rev. n.º 0 Pág. 39 de 50 V.1. Detecção, Alarme e Informação Todos os elementos da APA estão familiarizados com as práticas de detecção e alarme, com especial relevo para a comunicação da detecção de situação de potencial emergência, assegurando-se da sua recepção por outros elementos. Considera-se alarme, o sistema estabelecido para aviso e informação do pessoal da APA, empresas licenciadas/concessionadas e utentes em geral, quando em situação anormal ou de emergência. O procedimento para Alarme, Alerta e Comunicação subjacente encontra-se no Anexo C_PR.COM Procedimento de Comunicações, em (na página inicial em http: ou em O vigilante da sede da APA deverá agir conforme Anexo NR_PR.SVI Procedimento de Segurança para Vigilantes (em http: ). Os contactos de Emergência, encontram-se no Anexo C Comunicações, alinhados pela sua ordem de importância de acordo com o seguinte: Contactos Urgentes Contactos das Equipas de Emergência Contactos de Emergência das Instalações Portuárias Outros Contactos C_CO.URG Contactos de Emergência do Urgentes Disponível na página inicial em http: e em C_CO.EQU Contactos de Emergência do Equipas Disponível em C_CO.IPS Contactos de Emergência das Instalações Portuárias Disponível em http: C_CO.OUT Contactos de Emergência Outros Disponível em
40 Rev. n.º 0 Pág. 40 de 50 Encontra-se estabelecido que a notícia de um incidente é encaminhada através do serviço de vigilância, sendo, da responsabilidade de qualquer funcionário da APA ou utente portuário o aviso de qualquer incidente que constate ou de que tome conhecimento, para o CDOS através do 112. Por Alerta considera-se o sistema estabelecido para aviso e informação das organizações de socorro exteriores à APA, nomeadamente, os Bombeiros, as Forças de Segurança e a Autoridade Marítima. A informação às organizações deve incluir o tipo de acidente, a definição da zona sinistrada, a possível evolução dos acontecimentos e as medidas tomadas pela APA, bem como todos os elementos necessários, de forma a permitir que estas entidades actuem no âmbito das suas competências. O sistema para a transmissão do Alarme e do Alerta não é alterado em função da hora a que se der a situação que os vai originar.
41 Rev. n.º 0 Pág. 41 de 50 V.2. Intervenção em Situação de Emergência A intervenção em situação de Emergência está estruturada por cenário, de forma simples e essencialmente gráfica, visando facilitar a actuação dos diferentes intervenientes. Assim, por cenário de ameaça existem Instruções Particulares de Actuação ou Planos de Emergência, consoante se trate de cenários que impendem directamente sobre a APA ou cenários específicos das diferentes Instalações Portuárias ou concessionadas (consultar Tabela 5). AMEAÇAS PRÓPRIAS Cenários de Ameaças Incidente em Navio (Abalroamento / Colisão de navios / Afundamento / Naufrágio / Encalhe) Derrame Incêndio Intrusão Ameaça de Bomba (ou Terrorismo) Instruções Particulares de Actuação Anexo IP_IN.NAV - Instrução Particular Actuação: Incidente em Navio Disponível na página inicial em http ou em Anexo IP_DE.RRA - Instrução Particular Actuação: Derrame Disponível na página inicial em http: ou em (modelos associados disponíveis em ) Anexo IP_IN.CEN - Instrução Particular Actuação: Incêndio Disponível na página inicial em http: ou em http: Anexo IP_IN.TRU - Instrução Particular Actuação: Intrusão Disponível na página inicial em http / ou em Anexo IP_AM.TER - Instrução Particular Actuação: Ameaça de Bomba Disponível na página inicial em http ou em
42 Rev. n.º 0 Pág. 42 de 50 AMEAÇAS NATURAIS E BIOLÓGICAS Cenários de Ameaças Sismo / Tsunami Temporal Alagamento / Inundação Pandemia Instruções Particulares de Actuação Anexo IP_SI.TSU - Instrução Particular Actuação: Sismo / Tsunami Disponível na página inicial em http: ou em http: Anexo IP_TE.MPO - Instrução Particular Actuação: Temporal Disponível na página inicial em http ou em http: Anexo IP_AL.INU - Instrução Particular Actuação: Alagamento / Inundação Disponível na página inicial em http ou em http Anexo IP_PA.NDE - - Instrução Particular Actuação: Pandemia Disponível na página inicial em http: ou em http: AMEAÇAS EXTERNAS Cenários de Riscos e Ameaças Planos de Emergência das IP's Derrame / Fuga de substâncias perigosas APD QUÍMICA AVEIPORT BRESFOR CIRES DOW NAVALRIA PRIO ADF PRIO BIO Anexo PE s das IPs, em: APD Química PE_IP.ADQ da APD Química Derrame / Fuga de Produtos inflamáveis CUF BRESFOR - nuvem de vapor inflamável DOW fuga de ga NAVALRIA PRIO ADF PRIO BIO AVEIPORT PE_IP.AVE da AVEIPORT BRESFOR PE_IP.BRE da BRESFOR _ fugas/emissões internas e externas CIRES PE_IP.CIR de CIRES Libertação / Fuga de Nuvens tóxicas Abalroamento por navio CIRES nuvem de subst. Perigosa DOW fuga de gases AVEIPORT PRIO ADF PRIO BIO CUF PE_IP.CUF da CUF DOW PE_IP.DOW da DOWNAVAL RIA PE_IP.NVR da NAVAL RIA Incêndio APD QUÍMICA AVEIPORT BRESFOR CIRES CUF DOW NAVALRIA PRIO ADF PRIO BIO PELLETS POWER PRIO ADF PE_IP.PRIO da PRIO ADF PRIO BIO PE_IP.PBI da PRIO BIO Explosão AVEIPORT CIRES CUF NAVALRIA PRIO ADF PRIO BIO PELLETS POWER PE_IP.PEL da PELLETS POWER DOW PELLETS POWER
43 Rev. n.º 0 Pág. 43 de 50 Ataque Terrorista/Bomba/ Vandalismo APD QUÍMICA AVEIPORT CIRES PRIO BIO SOCARPORT PE_IP.SOC da SOCARPORT Sabotagem --- Reactividade Química --- Intrusão AVEIPORT CIRES Tabela 5. Cenários de Ameaças da APA
44 Rev. n.º 0 Pág. 44 de 50 V.3. Activação do Plano de Emergência e Contingência V.3.1. Autoridade e Responsabilidade Para a Activação A responsabilidade pela activação é do Director do Plano de Emergência assessorado pelo Chefe do Centro de Coordenação de Operações. V.3.2. Situações que levam à activação O Plano de Emergência é activado em conformidade com as Instruções Particulares de Actuação (Anexo IP, em http e nos diferentes cenários e ameaças, conforme visto acima na Tabela 5.) sistematizando-se de seguida: AMEAÇAS PRÓPRIAS Incidente em Navio (Abalroamento / Colisão de navios / Afundamento / Naufrágio / Encalhe) Derrame Incêndio Intrusão Ameaça de Bomba (ou Terrorismo) AMEAÇAS NATURAIS E BIOLÓGICAS Sismo / Tsunami Temporal Alagamento / Inundação Pandemia AMEAÇAS EXTERNAS Derrame / Fuga de substâncias perigosas Derrame / Fuga de Produtos inflamáveis Libertação / Fuga de Nuvens tóxicas Abalroamento por navio Incêndio Explosão Ataque Terrorista/Bomba/vandalismo Sabotagem Reactividade Química Intrusão
45 Rev. n.º 0 Pág. 45 de 50 V.3.3 Autoridade e responsabilidade para dar como terminada a activação Após a fase de Recuperação, a análise da aceitabilidade das condições de operação e retorno à normalidade é decidido pela Administração da APA, ouvindo o Director do Plano de Emergência. V.4. Deslocalização de Pessoas ou Bens A deslocalização de pessoas ou bens será analisada caso a caso, sendo alvo de análise e planeamento na especialidade. V.5. Comunicações V.5.1. Descrição de Operação dos Meios de Comunicação Principais e Alternativos A comunicação entre os operadores em caso emergência ou situações de crise é feita através de equipamento rádio-portátil da banda VHF, telefone fixo e móvel. O Canal VHF 74, canal principal do VTS, é utilizado com os navios e o CCTM. A comunicação de emergência é realizada conforme instrução particular de comunicação telefones fixos VHF canal da APA (em Terra - VHF canal CH 0; rede APA 2; frequência de emissão MHz / frequência de recepção MHZ). V.5.2. Conteúdo das Mensagens As comunicações serão feitas em linguagem clara e concisa de acordo com a metodologia definida no Anexo C_PR.COM Procedimento de Comunicações (na página inicial em http: ou em ).
46 Rev. n.º 0 Pág. 46 de 50 V.6. Recuperação e Retoma do Funcionamento V.6.1. Recuperação A reposição das condições de funcionamento a um nível aceitável será avaliado in loco após a fase de resposta e de controlo da situação de Emergência. V.6.2. Condições Mínimas de Funcionamento As condições mínimas de funcionamento serão definidas em função da legislação em vigor e das orientações da Administração.
47 Rev. n.º 0 Pág. 47 de 50 V.7. Evacuação A evacuação será efectuada após o determinado por DPE/ CCO ou pelas entidades competentes da Protecção Civil. Para tanto, deverão ser seguidas as instruções particulares de actuação por cenário, bem como as plantas de evacuação de cada espaço, dirigindo-se as pessoas nos locais de concentração previamente definidos ou noutros conforme indicado caso a caso. Especificamente, existem as seguintes Plantas de Evacuação (em Edifício 9 (sede APA): piso1, piso 2 e torre; Edifício Pilotos VTS; Edifício TCL; Edifício TEDP; Portaria Terminais Ro-Ro; Portaria TGS; TEDP; Terminal Norte; TGL. Os membros da equipa de intervenção devem evitar colocar em perigo as suas vidas. Consoante o cenário em causa, a evacuação deverá respeitar as instruções particulares de actuação dos Planos de Emergência Internos das Instalações Portuárias assim como as da APA, referidas neste documento. Genericamente deverá ser considerada a procura de refúgio fora das zonas de perigo nos diversos terminais e tendo em conta a direcção mais favorável do vento.
48 Rev. n.º 0 Pág. 48 de 50 CAPÍTULO VI ANEXOS
49 Rev. n.º 0 Pág. 49 de 50 Anexo C Anexo E Anexo F Anexo IP Anexo NR Comunicações C_PR.COM Procedimento de Comunicações C_ME.COM Meios de Comunicações C_CO.URG Contactos de Emergência Urgentes C_CO.OUT Contactos de Emergência outros contactos C_CO.EQU Contactos de Emergência Urgentes equipas Equipamentos E_CO.INC Equipamento de Combate a Incêndios Funções e Responsabilidades F_FR.EME - Funções e Responsabilidades em Emergência Instruções Particulares de Actuação do APA IP_IN.NAV - Inst. Part. Act. Incidente em Navio IP_DE.RRA - Inst. Part. Act. Derrame IP_IN.CEN - Inst. Part. Act. - Incêndio IP_IN.TRU - Inst. Part. Act. - Intrusão IP_AM.TER - Inst. Part. Act. Ameaça de Bomba / Terrorismo IP_SI.TSU - Inst. Part. Act. Sismo / Tsunami IP_TE.MPO - Inst. Part. Act. - Temporal IP_AL.INU - Inst. Part. Act. Alagamento /Inundação IP_PA.NDE - Inst. Part. Act. Pandemia Normas e Regulamentos NR_ED.CPA Editais da Capitania do Porto de Aveiro NR_PR.SVI Procedimentos de Segurança de Vigilantes NR_RE.VTS Regulamento VTS
50 Rev. n.º 0 Pág. 50 de 50 Anexo PE Anexo PEM Anexo PL Planos de Emergência das Instalações Portuárias PE_IP.ADQ Plano de Emergência Interno da ADQuímica PE_IP.AVE Plano de Emergência da Aveiport PE_IP.BRE - Plano de Emergência Interno da TQBRESFOR PE_IP.CIR Plano de Emergência Interno da CIRES PE_IP.CUF - Plano de Emergência Sectorial da CUF PE_IP.DOW - Plano de Emergência Interno da DOW PE_IP.NVR - Plano de Emergência Interno da Navalria PE_IP.PEL - Plano de Emergência Interno da Pellets Power PE_IP.PBI - Plano de Emergência Interno da PRIO BIO PE_IP.PRI - Plano de Emergência Interno da PRIO Planos de Emergência Municipais PEM_PEE.ILH Plano de Emergência Externo de Ílhavo PEM_PME.AVE Plano Municipal de Emergência de Aveiro Plantas PL_LO.FAI - Planta com localização dos furos e área de influência PL_LO.ILU - Planta com localização da Iluminação dos Terraplenos Anexo RD Referências Documentais RD_REF.DOC Referências Documentais
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