Fibrose Cística. Triagem Neonatal
|
|
|
- Ísis Alcântara Fialho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fibrose Cística Triagem Neonatal
2 Fibrose cística Doença hereditária autossômica e recessiva, mais frequente na população branca; Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo principalmente os pulmões, pâncreas, intestinos, fígado, glândulas sudoríparas e sistema reprodutor.
3 Transmissão hereditária UMA EM CADA 4 (25%) de que a criança não tenha FC nem seja portadora DUAS EM CADA 4 (50%) de que a criança seja portadora UMA EM CADA 4 (25%) de que a criança realmente tenha FC Mutação mais comum DF508. No Brasil : até 48% de portadores
4 Alteração fisiopatológica fundamental Quatro classes de mutação da CFTR levando a variados graus nos canais de cloro com: - Na DF508: produção de uma proteína anormal que não é liberada adequadamente do retículo endoplasmático. - Aumento da viscosidade das secreções exócrinas. - Bloqueio da reabsorção do cloro nas glândulas sudoríparas, tornando o suor hipertônico.
5
6 Manifestações clínicas Extremamente variadas; Forma clássica. Tosse crônica; Diarréia crônica; Desnutrição; Suor salgado.
7 Manifestações clínicas Doença pulmonar (90%): tosse crônica, infecções respiratórias recorrentes, perda progressiva da função pulmonar.
8 Manifestações clínicas Insuficiência do pâncreas exócrino: diarréia crônica, fezes volumosas, brilhantes, gordurosas e fétidas (85 a 90%).
9 Fibrose cística suspeita diagnóstica Manifestações fenotípicas características Respiratórias Tosse crônica; Lactente chiador; Pneumonias de repetição/crônicas; Colapso principalmente de LSD; Bronquiectasias; Infecção por P. aeruginosa Mucóide; Pólipos nasais; Pansinusite crônica.
10 Fibrose cística suspeita diagnóstica Manifestações fenotípicas características Digestivas Íleo meconial; Colestase neonatal prolongada; Esteatorréia (insuficiência pancreática); Desnutrição grave (edema/anemia); Prolapso retal; Síndrome da obstrução intestinal distal; Cirrose hepática biliar; Focal; Multilobular.
11
12
13
14
15 Íleo meconial Mecônio espesso, que pode levar ao quadro de obstrução intestinal; Quadro clínico: Distensão abdominal, vômitos biliosos ou não e atraso na eliminação do mecônio; Tratamento: geralmente clínico, com enema hidrossolúvel hiperosmolar; 90% dos casos de íleo meconial: fibrose cística.
16 Desnutrição Demanda calórica basal aumentada; Aumento da demanda calórica pela doença pulmonar crônica; Má-absorção por insuficiência pancreática; Anorexia durante as exacerbações da doença pulmonar.
17 Outras manifestações clínicas Icterícia neonatal prolongada; Crescimento deficiente; Puberdade tardia; Esterilidade: 98% dos homens e em torno de 60% das mulheres; Pancreatite; Diabetes mellitus; Cirrose.
18
19 Fibrose cística suspeita diagnóstica Manifestações fenotípicas características Metabólicas e outras Baqueteamento digital; Baixa estatura; Suor salgado; Cristais de sal na pele; Desidratação: hiponatremia (perda de sal); Alcalose hipocalêmica (S. de Bartter); Hipoprotrombinemia; Edema: hipoalbuminemia; Azoospermia obstrutiva.
20 Diagnóstico Quadro clínico sugestivo e/ou; História familiar de fibrose cística e/ou; Teste de triagem neonatal alterado.
21 Triagem neonatal Exame: dosagem da tripsina imunorreativa (TIR) em papel-filtro; Interpretação. Resultado de 1ª amostra 70 ng/ml; Alterado (solicitar rapidamente nova amostra para confirmação). Resultado de 2ª amostra alterado, realizar o teste do suor.
22 Laboratório - papel filtro Quando o resultado da segunda amostra estiver também alterado ou coleta com mais de 45 dias de vida: a criança é encaminhada para realização do teste do suor.
23 Teste do suor Dois testes em ocasiões diferentes, podendo ser no mesmo dia; Resultado 60 meq/ml positivo no recémnascido (criança é encaminhada para consulta médica). Duvidoso: - RN: >=30 a <60 meq/l - Outra faixa etária: >=40 a < 60 meq/ml
24 Biologia molecular Mais de mutações diferentes; Mutação mais comum: DF508; Presença de 2 mutações: confirma a doença; Não detecção de mutações: não afasta a doença.
25 Encaminhamento médico Teste do suor positivo; Detecção da mutação DF 508 homozigótica: a criança será encaminhada imediatamente, mas fará o teste do suor posteriormente; Detecção da mutação DF 508 heterozigótica e teste do suor negativo: criança portadora do gene.
26 Tratamento Doença pancreática Reposição de enzimas pancreáticas; Suplementação vitamínica ADEK; Dieta hipercalórica (hiperlipídica) e hiperprotéica.
27 Doença pulmonar Monitoração da infecção bacteriana primária; Antibioticoterapia precoce e intensiva Em casos de agudização: Antibioticoterapia venosa, oral ou inalatória em doses elevadas; Medidas profiláticas domiciliares, ambulatoriais e hospitalares; fisioterapia respiratória; fluidificação da secreção.
28
29 Avanços no tratamento Diagnóstico e tratamento precoce para erradicar infecção bacteriana; Melhor conhecimento da fisiopatologia da doença; Tratamento adequado (antibioticoterapia, fisioterapia respiratória e suporte nutricional); Assistência aos pacientes por equipe multiprofissional.
30
31
32
33
Dra Camila D B Piragine Pneumopediatria
TRIAGEM NEONATAL Fibrose Cística Dra Camila D B Piragine Pneumopediatria Fibrose Cística - Definição Mucoviscidose ou Doença do Beijo Salgado Doença genética mais comum em caucasianos Afeta sexo feminino
RESOLUÇÃO SS nº 73, 29 de julho de 2015
RESOLUÇÃO SS nº 73, 29 de julho de 2015 Institui o novo Protocolo Clínico, de Diretrizes Terapêuticas e de Diagnóstico Laboratorial da Fibrose Cística (FC) na Fase III do Programa Nacional de Triagem Neonatal
INFERTILIDADE MASCULINA E FIBROSE CÍSTICA
INFERTILIDADE MASCULINA E FIBROSE CÍSTICA A infertilidade pode ser definida como a inabilidade de um casal sexualmente ativo, sem a utilização de métodos contraceptivos, de estabelecer gravidez dentro
Novidades e Perspectivas no Tratamento da Fibrose Cística
Novidades e Perspectivas no Tratamento da Fibrose Cística Dra. Fabíola Villac Adde Unidade de Pneumologia Instituto da Criança Hospital das Clínicas FMUSP APAM 23/06/12 Fibrose Cística Situação no Brasil
Imagem da Semana: Radiografia e Fotografia
Imagem da Semana: Radiografia e Fotografia Figura 1: Fotografia da mão esquerda do paciente Figura 2: Radiografia do tórax em PA Enunciado Paciente do sexo feminino, 8 anos, comparece ao PA do HC-UFMG
FIBROSE CÍSTICA. Curso de Capacitação e Atualização em Triagem Neonatal
FIBROSE CÍSTICA Curso de Capacitação e Atualização em Triagem Neonatal FIBROSE CÍSTICA Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo, principalmente, os PULMÕES e PÂNCREAS, mas acomete também
Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES
Assistência Farmacêutica Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado das 2 (duas) questões da
DEGUSTAÇÃO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO COM FIBROSE CÍSTICA INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO COM FIBROSE CÍSTICA GEISA DOS SANTOS LUZ ELLEN DAYANE CARGNIN PIMENTEL SANDRA MARISA PELLOSO MARIA DALVA DE BARROS CARVALHO A fibrose cística (FC),
Principal função exócrina = produção, secreção e estoque de enzimas digestivas (gordura, proteínas e polissacarideos) Cães: Possuem dois ductos
Principal função exócrina = produção, secreção e estoque de enzimas digestivas (gordura, proteínas e polissacarideos) Cães: Possuem dois ductos pancreáticos (principal e acessório) Gatos: Ducto biliar
FARMACÊUTICOS DE FIBRA PRÊMIO PRIMEIROS PASSOS FARMACÊUTICOS - CRF-PR 2014 TEMA: DOENÇAS CRÔNICAS
FARMACÊUTICOS DE FIBRA PRÊMIO PRIMEIROS PASSOS FARMACÊUTICOS - CRF-PR 2014 TEMA: DOENÇAS CRÔNICAS A IMPORTÂNCIA DO FARMACÊUTICO PARA O PACIENTE COM FIBROSE CÍSTICA CURITIBA 2014 1 A IMPORTÂNCIA DO FARMACÊUTICO
GH EM NEONATOLOGIA GH EM NEONATOLOGIA GH EM NEONATOLOGIA GH EM NEONATOLOGIA HIPOGLICEMIA NEONATAL HIPOGLICEMIA NEONATAL DOENÇA DA HIPÓFISE
Nice Testa Rezende HIPOGLICEMIA NEONATAL DOENÇA DA HIPÓFISE INSUFICIÊNICA ADRENAL PRIMÁRIA HIPERINSULINISMO DOENÇA METABÓLICA HIPOGLICEMIA NEONATAL HIPOPITUITARISMO OU DEFICIÊNCIA ISOLADA DE GH 1 DOENÇA
Introdução. Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada
Introdução Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada BI + Albumina Hepatócitos Bilirrubina Direta (BD) ou conjugada Canalículos biliares Duodeno
FIBROSE QUÍSTICA (FQ) Guia para Pais e Família
FIBROSE QUÍSTICA (FQ) Guia para Pais e Família INTRODUÇÃO O QUE É A FQ? Este folheto foi concebido de modo a proporcionar uma melhor compreensão da FQ, quer aos doentes em si, quer aos familiares mais
5.1 Doenças do esôfago: acalasia, esofagite, hérnia hiatal, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, cirurgias
MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1-Absorção, digestão, energia, água e álcool 2-Vitaminas e minerais 3-Proteínas, lipídios, carboidratos e fibras 4-Cálculo das necessidades energéticas 5-Doenças do aparelho digestivo
Diagnóstico da Fibrose Quística em Idade Pediátrica e no Adulto. Departamento da Qualidade na Saúde ([email protected])
NÚMERO: 031/2012 DATA: 28/12/2012 ATUALIZAÇÃO: 30/07/2015 ASSUNTO: Diagnóstico da Fibrose Quística em Idade Pediátrica e no Adulto PALAVRAS-CHAVE: Fibrose Quística PARA: Médicos do Sistema de Saúde CONTACTOS:
PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA
PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA Conceitos Genética / Genômica Doença genética Hereditariedade Congênito DNA / Gene / Locus / Alelo Homozigoto / Heterozigoto Cromossomos Autossomos Sexuais Dominante / Recessivo
PERFIL PANCREÁTICO. Prof. Dr. Fernando Ananias. MONOSSACARÍDEOS Séries das aldoses
PERFIL PANCREÁTICO Prof. Dr. Fernando Ananias MONOSSACARÍDEOS Séries das aldoses 1 DISSACARÍDEO COMPOSIÇÃO FONTE Maltose Glicose + Glicose Cereais Sacarose Glicose + Frutose Cana-de-açúcar Lactose Glicose
Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações
Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas
FIBROSE CÍSTICA: TESTE DE TRIAGEM E CARACTERÍSTICAS DIAGNÓSTICAS ATUAIS
FIBROSE CÍSTICA: TESTE DE TRIAGEM E CARACTERÍSTICAS DIAGNÓSTICAS ATUAIS Tania Wrobel Folescu Pneumologia Pediátrica Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira
MARIA JOSÉ SANCHES MARIN MARIA PAULA FERREIRA RICARDO MARILIA SIMON SGAMBATTI UNIDADE 6 ABORDAGEM DA CRIANÇA COM ANEMIA FALCIFORME E FIBROSE CÍSTICA
1 MARIA JOSÉ SANCHES MARIN MARIA PAULA FERREIRA RICARDO MARILIA SIMON SGAMBATTI UNIDADE 6 ABORDAGEM DA CRIANÇA COM ANEMIA FALCIFORME E FIBROSE CÍSTICA São Luís 2013 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Reitor
Bronquiectasia. Bronquiectasia. Bronquiectasia - Classificação
Bronquiectasia Bronquiectasia É anatomicamente definida como uma dilatação e distorção irreversível dos bronquíolos, em decorrência da destruição dos componentes elástico e muscular de sua parede Prof.
CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.
Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um
Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução
Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.
Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:
Cristiane Boé Residente de 3º Ano Disciplina de Gastroenterologia Departamento de Pediatria Escola Paulista de Medicina - UNIFESP
Cristiane Boé Residente de 3º Ano Disciplina de Gastroenterologia Departamento de Pediatria Escola Paulista de Medicina - UNIFESP A função pancreática normal garante efetiva digestão e absorção de nutrientes.
Fibrose cística ARTIGO DE REVISÃO. Cystic fibrosis. Francisco J. C. Reis 1, Neiva Damaceno 2. Resumo. Abstract
S76 Jornal de Pediatria - Vol. 74, Supl. 1, 1998 0021-7557/98/74 - Supl.1/S76 Jornal de Pediatria Copyright 1998 by Sociedade Brasileira de Pediatria ARTIGO DE REVISÃO Fibrose cística Cystic fibrosis Francisco
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA 1. Na atresia de esôfago pode ocorrer fistula traqueoesofágica. No esquema abaixo estão várias opções possíveis. A alternativa indica a forma mais freqüente é: Resposta B 2. Criança
EVOLUTIVAS PANCREATITE AGUDA
Academia Nacional de Medicina PANCREATITE AGUDA TERAPÊUTICA José Galvão-Alves Rio de Janeiro 2009 PANCREATITE AGUDA FORMAS EVOLUTIVAS INÍCIO PANCREATITE AGUDA 1º - 4º Dia Intersticial Necrosante 6º - 21º
Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.
DOENÇAS PULMONARES Árvore Brônquica Circulação sanguínea Intrapulmonar V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. A. Pulmonar traz sangue venoso do coração para o pulmão. Trocas Histologia
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE DEFICIÊNCIA DE BIOTINIDASE SAÚDE
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE DEFICIÊNCIA DE BIOTINIDASE SAÚDE 1 DEFICIÊNCIA DE BIOTINIDASE A inclusão da Triagem Neonatal para Deficiência de Biotinidase no Programa Nacional de Triagem
Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose
DOENÇAS DE FELINOS Sindrome respiratória felina Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose RINOTRAQUEÍTE Agente etiológico: Herpesvírus felino Conhecida como "a gripe do gato", pois os sintomas são parecidos
Prova do Suor no. Fibrose Quistica
Prova do Suor no Diagnóstico Laboratorial da Fibrose Quistica Unidade de Diagnóstico Laboratorial e Referência, Departamento de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Não Transmissíveis (DPS), INSA,
Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG
Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG FENILCETONÚRIA HIPERFENILALANINEMIAS Níveis sangüíneos
IMPLICAÇÕESCLÍNICAS DO DIAGNÓSTICOTARDIO DA FIBROSECÍSTICA NOADULTO. Dra. Mariane Canan Centro de Fibrose Cística em Adultos Complexo HC/UFPR
IMPLICAÇÕESCLÍNICAS DO DIAGNÓSTICOTARDIO DA FIBROSECÍSTICA NOADULTO Dra. Mariane Canan Centro de Fibrose Cística em Adultos Complexo HC/UFPR FIBROSE CÍSTICA Gene CFTR 1989 > 2000 mutações identificadas
ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA 3º Trimestre/2014 GABARITO
NOME: ANO: 2º EM Nº: PROF.(A): Claudia Lobo DATA: ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA 3º Trimestre/2014 GABARITO 1. A fenilcetonúria é uma doença que tem herança autossômica recessiva. Considere
PLANILHA GERAL - Fundamentos da Clínica IV - 8º - 2º 2015
PLANILHA GERAL - Fundamentos da Clínica IV - 8º - 2º 2015 Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo QUINTA 06/08/2015 Aula Inaugural Med e Fisiopatologia das doenças respiratórias: edema, inflamação,
www.drapriscilaalves.com.br [COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO]
[COMPLEXO RESPIRATÓRIO VIRAL FELINO] 2 Complexo Respiratório Viral Felino É um conjunto de sintomas causado pelas doenças Rinotraqueíte Felina e Calicivirose Felina. São doenças virais cujos sinais clínicos
2. HIPERTENSÃO ARTERIAL
TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,
PROPOSTA DE TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM AMBIENTE AQUÁTICO PARA PACIENTES COM FIBROSE CÍSTICA: UM ESTUDO DE CASO
UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE FISIOTERAPIA SARA DA SILVA DE MATOS PROPOSTA DE TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM AMBIENTE AQUÁTICO PARA PACIENTES COM FIBROSE CÍSTICA: UM ESTUDO DE
TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).
NOTA TÉCNICA 92/2013 Solicitante Dr. Wellington Reis Braz João Monlevade Processo nº 0362.13.4367-6 Data: 13/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva
O SISTEMA GENÉTICO E AS LEIS DE MENDEL
O SISTEMA GENÉTICO E AS LEIS DE MENDEL Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Curso: Enfermagem, Nutrição e TO Conceitos Básicos Conceitos Básicos Conceitos Básicos
O QUE VOCÊ PRECISA SABER
DIAGNÓSTICO DE INFLUENZA E OUTROS VIRUS RESPIRATÓRIOS NO HIAE. O QUE VOCÊ PRECISA SABER Maio de 2013 Laboratório Clínico Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Apenas para lembrar alguns aspectos das
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC.
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. Objetivos Ao final desta aula o aluno deverá: Ser capaz de definir a DPOC, e seus dois tipos: enfisema pulmonar e bronquite crônica. Reconhecer os sintomas e sinais
Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.
Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome ASSINALE A RESPOSTA
Litíase urinária- Identificação dos grupos de risco e tratamento. Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH
- Identificação dos grupos de risco e tratamento Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH 11% homens X 5,6% mulheres Brancos X negros Oxalato de cálcio 80% Recorrência 40% 5 anos, 75%
ETIOLOGIA. Alcoólica Biliar Medicamentosa Iatrogênica
PANCREATITE AGUDA ETIOLOGIA Alcoólica Biliar Medicamentosa Iatrogênica FISIOPATOLOGIA MANIFESTAÇÃO CLÍNICA CRITÉRIOS PROGNÓSTICOS Ranson Na admissão: Idade > 55 anos Leucócitos > 1600 N uréico aumento
ENCEFALOPATIA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA. Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia Curitiba, Abril de 2006
Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia Curitiba, Abril de 2006 DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ENCEFALOPATIA HEPÁTICA MÁRIO REIS ÁLVARES DA SILVA Hospital de Clínicas de Porto Alegre Universidade
Fibrose Cística: diagnóstico e tratamento
Fibrose Cística: diagnóstico e tratamento Karyne Ferreira Rezende Especializanda de 2º Ano Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Pediatria Disciplina da Gastroenterologia
Como interpretar a Gasometria de Sangue Arterial
Como interpretar a Gasometria de Sangue Arterial Sequência de interpretação e estratificação de risco 08/01/2013 Daniela Carvalho Objectivos da Tertúlia Sequência de interpretação da GSA - Método dos 3
Controvérsias na fibrose cística do pediatra ao especialista
0021-7557/02/78-Supl.2/S171 Jornal de Pediatria Copyright 2002 by Sociedade Brasileira de Pediatria Jornal de Pediatria - Vol. 78, Supl.2, 2002 S171 ARTIGO DE REVISÃO Controvérsias na fibrose cística do
PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?
11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas
Defeito da MCAD. Caso Clínico. Caso Clínico. Caso Clínico. Antecedentes Pessoais. História da doença: Unidade de Doenças Metabólicas
Unidade de Doenças Metabólicas Teresa Almeida Campos 10 de Março de 2010 TCS, sexo feminino, 3 anos de idade, etnia cigana Admitida no Hospital de São João a 6/7/1993, após transferência do Hospital de
Abordagem Diagnóstica e Terapêutica da Diabete Melito Não Complicada em Cães
Abordagem Diagnóstica e Terapêutica da Diabete Melito Não Complicada em Cães Cecilia Sartori Zarif Residente em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais da UFV Distúrbio do Pâncreas Endócrino Diabete Melito
A DESNUTRIÇÃO DO PACIENTE ONCOLÓGICO
II CICLO DE DEBATES DESNUTRIÇÃO HOSPITALAR A EPIDEMIOLOGIA DA DESNUTRIÇÃO NO BRASIL NA EPIDEMIA DE OBESIDADE A DESNUTRIÇÃO DO PACIENTE ONCOLÓGICO Edilaine Maria Stella da Cruz Instituto do Câncer Arnaldo
Coordenador do Projeto: Autores: Pneumologia Pediátrica. Dra. Jocemara Gurmini Gastroenterologista Pediátrica e Terapia Nutricional.
H O S P I T A L P E Q U E N O P R Í N C I P E Como você já sabe, seu filho tem Fibrose Cística (FC) e você provavelmente está preocupado, confuso e talvez apavorado. Todos estes sentimentos são naturais
O que há de novo no tratamento da Fibrose Cística?
O que há de novo no tratamento da Fibrose Cística? Dra. Fabíola Villac Adde Unidade de Pneumologia Instituto da Criança Hospital das Clínicas FMUSP APAM 21/03/15 Alteração genética Produção de proteína
ATCHIM!! Gripe Suína. Influenza A. Conheça essa doença que está assustando todo mundo...
ATCHIM!! Gripe Suína Influenza A Conheça essa doença que está assustando todo mundo... Coordenadoria de Assistência Social da Universidade de São Paulo Divisão de Promoção Social Educação em Saúde São
VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO
VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em
FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho
FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,
Hemoglobinopatias. Dra. Débora Silva Carmo
Hemoglobinopatias Dra. Débora Silva Carmo Hemoglobinopatias O que é hemoglobina É a proteína do sangue responsável em carregar o oxigênio para os tecidos Qual é a hemoglobina normal? FA recém-nascido AA
Mutações. Escola Secundária Quinta do Marquês. Disciplina: Biologia e Geologia Professor: António Gonçalves Ano letivo: 2013/2014
Escola Secundária Quinta do Marquês Mutações Disciplina: Biologia e Geologia Professor: António Gonçalves Ano letivo: 2013/2014 Trabalho realizado por: Bárbara Dória, nº4, 11ºB Definição de mutação As
Fibrose Cística. Ms. Roberpaulo Anacleto
Fibrose Cística Ms. Roberpaulo Anacleto Fibrose Cística Doença hereditária autossômica recessiva consequente a ausência ou deficiência de uma proteína de membrana, denominada Cystic Fibrosis Transmembrane
Momento II. ASF Região Sul. Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança. Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira
Momento II ASF Região Sul Assistência integral à saúde do recém-nascido e da criança Prof. Dra. Ana Cecília Lins Sucupira CICLO DE VIDA DA CRIANÇA O ciclo de vida da criança compreende um ser que vivencia
Metabolismo da Bilurribina e Icterícia
Metabolismo da Bilurribina e Icterícia Degradação do heme da hemoglobina (tb dos citocromos) Bilirrubina Bilirrubina conjugada Transf. bactérias UDP-Glucuronil transferase R E S Sangue F í g a d o Excreção
Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006
Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Burri Martins Esse texto compara as morbidades referidas
CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 064 /2015 - CESAU
ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 064 /2015 - CESAU Salvador, 13 de abril de 2015 OBJETO: Parecer. - Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde- CESAU REFERÊNCIA: 3 a promotoria de Justiça de Dias D'Àvila / Dispensação
Pulmozyme. (alfadornase) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução para inalação 1,0 mg/ml
Pulmozyme (alfadornase) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução para inalação 1,0 mg/ml PULMOZYME alfadornase (rhdnase) Roche Outros produtos para o aparelho respiratório APRESENTAÇÃO Pulmozyme
Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25
Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light SOLICITANTE Drª. Mônika Alessandra Machado Gomes Alves, Juíza de Direito do Juizado Especial de Unaí NÚMERO DO PROCESSO 0049989-72.2014 DATA 07/06/2014
ÇÃO O DE EXAMES LABORATORIAIS
INTERPRETAÇÃ ÇÃO O DE EXAMES LABORATORIAIS TRANSAMINASES HEPÁTICAS (TGO/TGP) Everton José Moreira Rodrigues Transaminases: enzimas que catalisam a transferência de um grupo alfa-amino de um aminoácido
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL
IMUNODEFICIÊNCIA COMUN VARIÁVEL Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA
Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho
Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem
Idade, ela pesa 07/07/ 2015. Minhavida.com.br
Todo mundo quer viver muitos anos, não é mesmo? Mas você já se questionou se está somando mais pontos contra do que a favor na busca pela longevidade? Por isso mesmo, um estudo da Universidade da Califórnia,
As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função
As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente
Fisiologia da Nutrição na saúde e na Doença da Biologia Molecular ao Tratamento de R$389,00 por R$233,00
Abordagem clínica e nutricional nas Doenças do Esôfago e Estômago Gastroenterologia e Nutrição de R$181,00 por R$108,00 Avaliação e Rastreamento Nutricional na Saúde e na Doença Avaliação Nutricional Aspectos
TIREÓIDE. O que é tireóide?
TIREÓIDE O que é tireóide? A tireóide é uma glândula em forma de borboleta, situada no pescoço, logo abaixo do ossinho do pescoço, popularmente conhecido como gogó. A tireóide produz um hormônio capaz
Avaliação por Imagem do Pâncreas. Aula Prá8ca Abdome 4
Avaliação por Imagem do Pâncreas Aula Prá8ca Abdome 4 Obje8vos 1. Entender papel dos métodos de imagem (RX, US, TC e RM) na avaliação de lesões focais e difusas do pâncreas. 2. Revisar principais aspectos
PEDIATRIA CLÍNICA 1. OBJETIVOS
PEDIATRIA CLÍNICA PROGRAMA PARA O 6º. ANO DE MEDICINA 2015 Estágio obrigatório em tempo integral, que visa à formação em Pediatria Geral, em estagio prático, sob supervisão docente, com ênfase ao raciocínio
Hepatites Virais 27/07/2011
SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes
A Deficiência de Vitamina A
Oficina de trabalho: Carências Nutricionais: Desafios para a Saúde Pública A Deficiência de Vitamina A O QUE É VITAMINA A A vitamina A é um micronutriente que pode ser encontrado no leite materno, alimentos
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.2 DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BETI BRISSE
20/12/2012 NOTA TÉCNICA
Data: 20/12/2012 NOTA TÉCNICA 56/2012 Medicamento X Material Solicitante Procedimento Juiz Almir Prudente dos Santos Cachoeira de Cobertura Minas Refere-se ao Processo nº. 009712001663-5 TEMA: interferon
FIBROSE CÍSTICA: abordagem diagnóstica
FIBROSE CÍSTICA: abordagem diagnóstica Dra. Luciana de Freitas Velloso Monte Coordenadora da Pneumologia Pediátrica Centro de Referência Pediátrico em FC-DF Hospital da Criança de Brasília José Alencar
Fenilcetonúria Tratamento e Acompanhamento Nutricional
Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG Fenilcetonúria Tratamento e Acompanhamento Nutricional
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Lato Sensu em Fisioterapia em Terapia Intensiva
ARTIGO REVISÃO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Lato Sensu em Fisioterapia em Terapia Intensiva A HIGIÊNE BRÔNQUICA COMO PAPEL FUNDAMENTAL DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA EM FIBROCÍSTICOS Autor: Elísia
Subespecialidade de Gastrenterologia Pediátrica conteúdo funcional, formação e titulação
Subespecialidade de Gastrenterologia Pediátrica conteúdo funcional, formação e titulação 1. Tipo de trabalho e responsabilidades principais O Gastrenterologista Pediátrico é um médico com formação em Pediatria
Prof.: Luiz Fernando Alves de Castro
Prof.: Luiz Fernando Alves de Castro Dia Nacional de Combate ao Câncer O Dia 27 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer, é uma data que deve ser lembrada não para comemorarmos e, sim, para alertarmos
GASOMETRIA ARTERIAL GASOMETRIA. Indicações 11/09/2015. Gasometria Arterial
GASOMETRIA ARTERIAL Processo pelo qual é feita a medição das pressões parciais dos gases sangüíneos, a partir do qual é possível o cálculo do PH sangüíneo, o que reflete o equilíbrio Ácido-Básico 2 GASOMETRIA
MINISTÉRIO DA SAÚDE. vírus ZIKA. Informações ao Público
MINISTÉRIO DA SAÚDE vírus ZIKA Informações ao Público Brasília DF 2015 PÚBLICO EM GERAL Prevenção/Proteção Cuidados Observe o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus zika (manchas vermelhas
TÉCNICA EM RADIOLOGIA
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário TÉCNICA EM RADIOLOGIA Parte I: Múltipla Escolha Hospital Universitário
Mecanismos de Herança
Mecanismos de Herança Andréa Trevas Maciel Guerra Depto. De Genética Médica FCM - UNICAMP Mecanismo de Herança Conceitos básicos Herança Monogênica Herança mitocondrial Imprinting Autossomos (1 a 22) Autossomos
Auxiliar de Enfermagem
Auxiliar de Enfermagem 01.01.01.001-0 - Atividade Educativa / Orientação em Grupo na Atenção Básica - Consiste nas atividades educativas, em grupo, sobre ações de promoção e prevenção à saúde, desenvolvidas
