BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO
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- Iago de Carvalho Chagas
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1 BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO
2 Laboratório Ambiente de risco/ Propenso a Acidentes
3 A prevenção ou redução do risco Práticas seguras para a saúde e meio ambiente
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6 As práticas seguras no laboratório são um conjunto de procedimentos que visam reduzir a exposição dos analistas a riscos no ambiente de trabalho
7 REGRAS BÁSICAS Uso do jaleco é OBRIGATÓRIO!!!
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9 REGRAS BÁSICAS Cabelos longos devem estar amarrados de forma a não interferir com reagentes e equipamentos
10 REGRAS BÁSICAS Estar consciente do que estiver fazendo, ser disciplinado e responsável! Lavar as mãos antes de sair do laboratório e sempre que for necessário;
11 REGRAS BÁSICAS Remover quaisquer salpicos de reagentes da pele, utilizando água e sabão; Não usar anéis no laboratório, para que os reagentes não se alojem sob os anéis; Usar pinças para manusear material quente.
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14 REGRAS BÁSICAS Usar calças compridas e sapatos fechados;
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17 REGRAS BÁSICAS Manusear substâncias químicas com o máximo de cuidado
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21 REGRAS BÁSICAS Ao derramar qualquer substância, providenciar a limpeza imediatamente, utilizando material próprio para tal; Não jogar nenhum material sólido ou líquido dentro da pia ou rede de esgoto comum; Nunca apanhar cacos de vidro com a mão;
22 REGRAS BÁSICAS Não misturar substâncias químicas ao acaso; Não usar vidrarias quebradas ou trincadas; Evitar o contato dos produtos com pele, olhos e mucosas, utilizar sempre que solicitado luvas e óculos de segurança;
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24 Chuveiro emergência lava-olhos de e
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26 A função básica dos EPI é proteger o organismo do produto tóxico, minimizando o risco Intoxicação durante o manuseio é considerado acidente de trabalho; O uso de EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas Normas Regulamentadoras; O não cumprimento poderá acarretar em ações de responsabilidade cível e penal, além de multas aos infratores.
27 RESPONSABILIDADES A legislação trabalhista prevê que: É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR: Fornecer os EPI adequados ao trabalho; Instruir e treinar quanto ao uso dos EPI; Fiscalizar e exigir o uso dos EPI; Repor os EPI danificados.
28 É OBRIGAÇÃO DO TRABALHADOR Usar e conservar os EPI Quem falhar nestas obrigações poderá ser responsabilizado O empregador poderá responder na área criminal ou cível, além de ser multado pelo Ministério do Trabalho; O funcionário está sujeito a sanções trabalhistas podendo até ser demitido por justa causa.
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31 EPCs Capela (cabine) Equipamento de proteção coletiva.
32 NÍVEIS DE BIOSEGURANÇA
33 NÍVEIS DE BIOSSEGURANÇA
34 NÍVEIS DE BIOSSEGURANÇA
35 VIDRARIAS E OUTROS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO
36 As atividades de laboratório exigem parte do aluno não só um conhecimento das peças e aparelhos utilizados, como também o emprego correto de cada um deles. Observem bem cada uma das peças, memorizem a sua forma e conheçam a utilidade de cada uma:
37 ALMOFARIZ COM PISTILO Usado na trituração de sólidos.
38 BASTÃO DE VIDRO Usado para agitar soluções.
39 BALÃO DE FUNDO CHATO Utilizado como recipiente para conter líquidos ou soluções, ou mesmo, fazer reações. Pode ser aquecido sobre o tripé com tela de amianto.
40 VIDRARIAS E INICIAÇÃO AO LABORATÓRIO BALÃO DE FUNDO REDONDO Utilizado principalmente em sistemas de evaporação a vácuo.
41 BALÃO VOLUMÉTRICO Possui volume definido e é utilizado para o preparo de soluções em laboratório.
42 BECKER Utilizações: o Fazer reações entre soluções; o Dissolver substâncias sólidas; o Efetuar reações de precipitação; o Aquecer líquidos.
43 CONDENSADOR Utilizado na destilação. Finalidade: condensar gases (gaososo-líquido) e separar substâncias (sólido-líquido).
44 DESSECADOR Usado para guardar substâncias em atmosfera com baixo índice de umidade.
45 ERLENMEYER Utilizado em titulações Aquecimento de líquidos Dissolver substâncias e proceder reações entre soluções.
46 FUNIL DE BUCHNER Utilizado em filtrações a vácuo. Pode ser usado com a função de filtro em conjunto com o kitassato.
47 KITASSATO Utilizado em conjunto com o funil de buchner em filtrações a vácuo.
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49 FUNIL DE HASTE LONGA Usado na filtração e para retenção de partículas sólidas; Não deve ser aquecido.
50 PAPEL DE FILTRO Utilizado para filtrações quando acoplado a um funil.
51 PIPETA GRADUADA Utilizada para medir pequenos volumes; Mede volumes variáveis. Pipeta Pasteur Pêras de borracha
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53 PIPETA VOLUMÉTRICA Usada para medir e transferir volume de líquidos.
54 PROVETA OU CILINDRO GRADUADO Serve para medir e transferir volumes de líquidos. Não pode ser aquecida.
55 TUBO DE ENSAIO Empregado para fazer reações em pequena escala. Pode ser aquecido com movimentos circulares e com cuidado diretamente sob a chama do bico de bünsen.
56 Bombas manuais (pêras)
57 PISSETA OU FRASCO LAVADOR Usada para lavagens de materiais ou recipientes através de jatos de água, álcool ou outros solventes.
58 PINÇA DE MADEIRA Usada para prender o tubo de ensaio durante o aquecimento.
59 TELA DE AMIANTO Suporte para as peças a serem aquecidas. Função: distribuir uniformemente o calor recebido pelo bico de bünsen.
60 TRIPÉ Sustentáculo para efetuar aquecimentos de soluções em vidrarias diversas de laboratório. Utilizado em conjunto com a tela de amianto.
61 ESTANTE PARA TUBO DE ENSAIO Usada para suporte dos tubos de ensaio.
62 PLACAS DE PETRI Diversos usos: o Semeio de microrganismos; Cultura de células
63 CHAPA DE AQUECIMENTO
64 BALANÇA DIGITAL Para a medida de massa de sólidos líquidos não voláteis com grande precisão. e
65 BICO DE BÜNSEN Fonte de aquecimento mais utilizada em laboratório. Atualmente tem sido substituído pelas chapas de aquecimento.
66 Estufa Usada para a secagem de materiais, atinge temperatura de ate 200 C.
67 centrifuga Acelera a sedimentação de sólidos em suspensão em líquido.
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69 Como medir volumes? A aferição é feita observando-se o posicionamento do MENISCO que deve ficar sobre a linha de aferição do balão (marca que delimita o volume do balão e está presente em seu gargalo).
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