LABORATÓRIO: FISIOLOGIA HUMANAI
|
|
|
- Amanda Mirella Martins Borja
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NOTA: PRÁTICA N O : NOME: GRUPO: CURSO: MEDICINA TURMA: PERÍODO: 1º DATA: / / Antes de iniciar a aula prática, confira sua bancada observando se há pichações ou falta de materiais necessários à atividade. Caso haja alguma anormalidade, comunique ao professor ou à laboratorista. Lembre-se que, a partir desse instante, você é responsável por sua bancada. I- Objetivos Após a conclusão desta aula o aluno deverá ser capaz de: 1- Identificar os aparelhos mais comumente utilizados em um Laboratório Multidisciplinar e suas respectivas funções. 2- Escolher o aparelho adequado para execução de uma determinada tarefa e manusear o mesmo obedecendo às normas de segurança. II- Introdução A fim de entender, explicar, prever, controlar e tirar proveito dos fenômenos naturais, os cientistas os reproduzem em seus laboratórios. Lá, variáveis como pressão, temperatura, concentração de substâncias, tamanho, luminosidade, ph, dureza, umidade, cor etc, podem ser controladas, repetindo fielmente aqueles fenômenos, tantas vezes quanto necessário for. Para isto, o cientista necessita de aparelhos capazes de medir e alterar com precisão todas as variáveis envolvidas no fenômeno que está sendo estudado. Também precisa de vidrarias e outros materiais de laboratório, além de reagentes e diversas substâncias químicas para que possa desenvolver o experimento e observar os resultados. No entanto, por mais bem equipado que seja o laboratório, nenhum experimento terminará de forma satisfatória se não for bem conduzido. Em outras palavras, quem realiza o trabalho é que determina seu ritmo e suas condições. Portanto, cabe agora falar um pouco sobre algumas atitudes que deverão ser tomadas pelos envolvidos no trabalho, para que tudo transcorra da maneira esperada. Normas de trabalho: 1- Informe-se do objetivo do trabalho. 2- Trabalhe concentradamente, perseguindo o objetivo traçado: evite conversas desnecessárias e brincadeiras que possam prejudicar o andamento do experimento. 3- Por mais simples que você considere o material utilizado, não se esqueça que ele é de uso coletivo: evite usos desnecessários e cuide bem do material. 4- Siga criteriosamente as normas de segurança do laboratório e o roteiro estipulado pelo professor. 5- Verifique no final do trabalho se a meta foi atingida. 6- Sempre verifique a voltagem de qualquer equipamento antes de ligá-lo na tomada. 7- Em caso de dúvida durante a realização da prática, chame o professor, o monitor ou o(a) técnico(a) a qualquer momento. 8- Poderão ser recolhidos os relatórios de todos os componentes do grupo ou de apenas um ou dois dos componentes. Portanto, faça realmente um bom trabalho em grupo e cobre de seus colegas a mesma postura: sua nota dependerá da participação de todos os integrantes de seu grupo. III- Normas disciplinares É obrigatório: 1- O uso de jaleco em qualquer atividade do laboratório: nenhuma atividade poderá ser realizada sem jaleco! 2- O uso de tênis ou sapato e calça comprida em qualquer atividade do laboratório. 3- A manutenção do laboratório organizado e em condições ótimas de limpeza: os alunos deverão deixar as bancadas e os bancos nas mesmas condições que encontraram serão descontados 5% dos pontos do grupo que deixar os bancos fora de lugar e 5% dos pontos do grupo que deixar a bancada suja. 4- Ao final de cada aula, o aluno deverá entregar o relatório ao professor, monitor ou técnico(a) de laboratório, exceto quando o prazo for estendido pelo professor. Neste caso, a entrega de qualquer atividade proposta para casa no início de cada aula. 5- Que o aluno traga em toda aula: lápis ou lapiseira, borracha, caneta, caneta para transparência e luvas cirúrgicas. 6- Que cada aluno tenha seu próprio material cirúrgico, luvas e máscaras cirúrgicas. 1 8
2 É expressamente proibido: 1- A mudança de horário, durante o transcorrer do semestre letivo, sem a prévia autorização do professor. 2- A entrada em sala após o início da aula ou a saída antes do término ou dispensa do professor: um prazo de tolerância de no máximo 10 minutos será dado apenas aos alunos do primeiro horário (7:30 horas). 3- Ingressar no laboratório de bermuda, short, chinelo ou sandália e sem jaleco. 4- Brincar ou conversar sobre assuntos estranhos à prática no interior do laboratório. 5- Manusear qualquer aparelho, vidraria, substância ou material biológico para a qual não esteja capacitado. 6- Retirar qualquer material do laboratório sem autorização do professor e assinatura do termo de responsabilidade. IV- Procedimento: Nesse momento nos interessa, especialmente, elaborar uma lista de materiais básicos que devem estar à disposição no laboratório quando um trabalho estiver sendo realizado. Evidentemente, muitos desses materiais poderão não ser utilizados durante as práticas. V- Materiais de laboratório: MATERIAL FUNÇÃO Almofariz e pistilo Usados na trituração e pulverização de sólidos. Bico de Bunsen Fonte de calor seco (fogo), usado para aquecimento de materiais não inflamáveis. Tela de amianto Suporte para as peças a serem aquecidas no bico de Bunsen. A função do amianto é distribuir uniformemente o calor recebido pelo bico de Bunsen. Tripé Usado para sustentar a tela de amianto. Balão de fundo chato Destina-se à realização de reações químicas, aquecimento de líquidos e coleta de destilados. 2 8
3 Balão volumétrico Possui volume definido e é utilizado para o preparo de soluções de concentrações definidas e para a realização de reações químicas. Becker É de uso geral em laboratório. Serve para fazer reações entre soluções, dissolver substâncias sólidas, efetuar reações de precipitação e aquecer líquidos. Pode ser aquecido sobre a tela de amianto. Erlenmeyer Utilizado em titulações, aquecimento de líquidos e para dissolver substâncias e realizar reações químicas entre soluções. Filtro de papel Reter partículas sólidas em uma filtração e drenar pequenos excessos de líquido de uma superfície. Funil de vidro Serve como suporte do papel de filtro durante o procedimento de filtração e para transferir líquidos para frascos de boca estreita. Não deve ser aquecido. Vidro de relógio Peça de Vidro de forma côncava, usada em análises e evaporações. Não pode ser aquecida diretamente. Lupa comum Fornecer pequenos aumentos da imagem de uma estrutura ou de parte dela. 3 8
4 Pipeta graduada Utilizada para medir, coletar e transferir pequenos volumes de líquido com precisão. Mede volumes variáveis. Não pode ser aquecida. Pipeta volumétrica Usada para medir, coletar e transferir um determinado volume de líquido com precisão. Não pode ser aquecida. Pipetador do tipo pera Serve para sugar e dispensar produtos químicos e biológicos em outros instrumentos (geralmente pipeta graduada ou pipeta volumétrica), evitando, assim, o contato direto com o usuário. Pipetador automático Mesmas funções do pipetador do tipo pera. Proveta Utilizada para medir, com precisão, volumes de líquidos que devem ser transferidos para outro recipiente. Tubo de ensaio Empregado para fazer reações em pequena escala, principalmente em testes de reação em geral. Pode ser aquecido com movimentos circulares e com cuidado diretamente sob a chama do bico de Bunsen. Estante para tubo de ensaio Local onde deve ser deixado o tubo de ensaio no período em que não está sendo utilizado durante o experimento. Pinça de madeira Usada para prender o tubo de ensaio durante o aquecimento. Pinça metálica Usada para manipular objetos aquecidos. 4 8
5 Pinça de aço Usada para segurar ou prender, por curto espaço de tempo, objetos sólidos. Pinça hemostática Usada para obstruir o fluxo de líquidos através de vasos flexíveis. Bisturi Realizar cortes ou incisões cirúrgicas. Tesoura Realizar cortes em tecidos vivos ou em outros materiais. Lanceta Realizar punção no dedo para coleta de sangue. Pisseta Usada para enxaguar/lavar materiais ou recipientes através de jatos de água, álcool ou outros solventes. Placa de petri Colocação de meio de cultura para microorganismos. Alça de platina Fazer o transporte ou "repicagem" de microorganismos de um meio de cultura para outro. Bastão de vidro Misturar e homogeneizar soluções. Cálice de sedimentação Recipiente utilizado para colocação de material fecal diluído para sedimentação. 5 8
6 Termômetro Fornece a temperatura de um meio ou de um organismo. Conta-gotas Transferir pequenos volumes de soluções. Espátula de aço Transferir ou separar sólidos. Espátula de madeira Fazer coleta de material para esfregaço. Lâmina e lamínula A lâmina é onde deve ser colocado o material que será observado ao microscópio óptico. A lamínula serve para cobrir e proteger o material colocado sobre a lâmina. Cuba de coloração Serve para colocar lâminas em imersão, com o objetivo de se fazer coloração, fixação ou desidratação. Suporte de lâminas Local onde deve ser colocada a lâmina para descanso durante a secagem ao ar ou enquanto recebe corante, solvente, fixador etc. Balança semi-analítica Medir com precisão a massa de corpos e soluções. Banho-maria Usado para aquecimento de soluções a baixas temperaturas (até 100 C) ou para manter constante a temperatura de uma solução. 6 8
7 Centrífuga Acelerar a sedimentação de partículas sólidas em soluções líquidas. Estufa bacteriológica Utilizada para colocação de culturas de microorganismos, onde devem permanecer a uma temperatura ideal para seu crescimento. Estufa de esterilização e secagem Utilizada para secagem e esterilização de instrumental de laboratório. Geladeira Conservar reagentes, soluções e culturas. phmetro Aparelho usado para medir o ph de soluções. Microscópio óptico Obter imagem ampliada de microorganismos ou estruturas microscópicas, bem como aumentar o poder de resolução do olho humano. Microscópio estereoscópico ou Lupa estereoscópica Obter uma imagem ampliada e tridimensional de um organismo, de uma estrutura ou parte deles. 7 8
8 Espectrofotômetro Os espectrofotômetros são instrumentos de análise que permitem: Selecionar o comprimento de onda (lâmbda) da radiação adequado à análise de um determinado componente. Medir a intensidade l do feixe emergente que corresponde a um determinado feixe incidente l 0, convertendo o sinal recebido no detector em medida de Absorvância para o comprimento de onda da análise. Em outras palavras, criar o "Branco" e em seguida fazer as medidas com a amostra. Determinar a concentração de uma espécie em solução a partir do gráfico da variação de absorvância (ou transmitância) em função da concentração de várias soluções-padrão. 8 8
M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto
M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O Prof. Agamenon Roberto Prof. Agamenon Roberto MATERIAS DE LABORATÓRIO 2 TUBO DE ENSAIO: Tubo de vidro fechado em uma das extremidades, empregado para fazer reações
ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO
ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO Lembre-se que o microscópio utilizado em nosso laboratório possui uma entrada especial para uma câmera de vídeo. Parte Mecânica: Base ou Pé: Placa de apoio do microscópio
EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO
EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO (principais vidrarias) ALMOFARIZ COM PISTILO Usado na trituração e pulverização de sólidos. BALÃO DE FUNDO CHATO Fundo Chato Utilizado como recipiente para conter líquidos ou
NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO
NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO Objetivo: Explicação das normas básicas de segurança no laboratório. Aula teórica com retroprojetor, transparências e demonstração de algumas
MANUAL DE VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO
MANUAL DE VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO VIDRARIAS ALMOFARIZ COM PISTILO BALÃO DE FUNDO CHATO BALÃO DE FUNDO REDONDO BALÃO VOLUMÉTRICO BECKER BURETA CADINHO CÁPSULA DE PORCELANA CONDENSADOR DESSECADOR
MATERIAIS DE LABORATÓRIO QUÍMICO
UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR (UCSAL) MATERIAIS DE LABORATÓRIO QUÍMICO VIDRARIAS ALMOFARIZ COM PISTILO Usado na trituração e pulverização de sólidos. BALÃO DE FUNDO CHATO Utilizado como recipiente
Laboratórios de Pesquisa da Biologia
Laboratórios de Pesquisa da Biologia 1 - Laboratório de Biologia e Ecologia Animal (B 1.01) Conta com um espaço físico de 12m x 12m (144m²) phmetro ou medidor de ph: é um aparelho usado para medição de
VIDRARIAS VIDRARIAS OUTROS EQUIPAMENTOS ALMOFARIZ COM PISTILO BALÃO DE FUNDO CHATO. Usado na trituração e pulverização de sólidos.
VIDRARIAS ALMOFARIZ COM PISTILO BALÃO DE FUNDO CHATO BALÃO DE FUNDO REDONDO BALÃO VOLUMÉTRICO BECKER BURETA CADINHO CÁPSULA DE PORCELANA CONDENSADOR DESSECADOR ERLENMEYER FUNIL DE BUCHNER FUNIL DE DECANTAÇÃO
Principal material de laboratório e a sua função Balão de Erlenmeyer/matrás Gobelé/copo Balão de fundo plano Proveta Balão volumétrico Caixa de Petri Kitasato Balão de destilação Vidro de relógio Tubos
EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS I. NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 1. É aconselhável o uso da bata e de sapatos fechados. 2. Mantenha o laboratório e sua bancada sempre limpa e livre
3) Erlenmeyer Devido ao gargalo estreito é usado para agitar soluções e dissolver substâncias.
VIDRARIAS E MATERIAIS DIVERSOS DE LABORATÓRIO Professora: Juliana Rovere 1) Béquer É usado para dissolver substâncias, efetuar reações e aquecer líquidos sobre tela de amianto, pois é feito de vidro pyrex,
IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS
PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: MATERIAIS BLH-IFF/NT- 45.04 - Lavagem, Preparo e Esterilização de Materiais FEV 2004 BLH-IFF/NT- 45.04 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano FIOCRUZ/IFF-BLH
Autor: Carlos Disciplina/matéria: química experimental/orgânica Assunto: Materiais de laboratório. Página : 1
Página : 1 Página : 2 Página : 3 Página : 4 Almofariz e Pistilo: Aparelho usado na trituração e pulverização de sólidos. Anel ou Argola: Empregado como suporte do funil de filtração simples ou do funil
Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1
Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz
Noções básicas de Segurança em Laboratório. Professora Mirian Maya Sakuno
Noções básicas de Segurança em Laboratório Professora Mirian Maya Sakuno Laboratório labor = trabalho + oratorium = lugar de concentração Uso inadequado do laboratório PERIGO!!! Regras básicas Não... não
3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no
Capítulo 3 Procedimento Experimental. CAPÍTULO 3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Resíduo 3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no O primeiro passo foi à preparação das soluções necessárias
Sandra Heidtmann 2010
Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de
Introdução à Química Inorgânica
Introdução à Química Inorgânica Orientadora: Drª Karla Vieira Professor Monitor: Gabriel Silveira Química A Química é uma ciência que está diretamente ligada à nossa vida cotidiana. A produção do pão,
Regulamento para a utilização do Laboratório de. Microbiologia
Regulamento para a utilização do Laboratório de Microbiologia 1 REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA 1. Auxiliar o aluno na introdução
LIMPEZA E PREPARAÇÃO DE VIDRARIAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS
LIMPEZA E PREPARAÇÃO DE VIDRARIAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS Jéssica Alessandra da Silva Moura, Gilvan Takeshi Yogui Para fins de referência, este documento pode ser citado como: Moura, J.A.S.;
NORMAS BÁSICAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO DE QUÍMICA
NORMAS BÁSICAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO DE QUÍMICA NORMAS GERAIS O trabalho em laboratório exige concentração. Não converse desnecessariamente, nem distraia seus colegas. NORMAS PESSOAIS Adaptar-se
Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria
Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PROCESSO Nº 23502.000008.2014-24
Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido
Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido A instalação dos pára-brisas, só deve ser feita por profissionais experientes, em caso de dúvida durante a instalação, favor contatar a assistência disponível
Regras Básicas de Segurança Em Laboratórios de Química
Regras Básicas de Segurança Em Laboratórios de Química O que deve ser sempre lembrado é que: A segurança depende de cada um. É importante que o pessoal se habitue a trabalhar com segurança fazendo com
1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO
Regulamento da Sala de Necropsia do Centro de Diagnóstico e Pesquisa em Patologia Veterinária (CDPPV)
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CONCÓRDIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CENTRO DE DIAGNÓSTICO E PESQUISA EM PATOLOGIA VETERINÁRIA Regulamento da Sala de Necropsia do Centro de Diagnóstico e Pesquisa
MANUAL DO LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO
MANUAL DO LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO Manual desenvolvido pela equipe de monitoras, sob a supervisão da disciplina de Tecnologia de Alimentos (Curso de Nutrição) para normatização das atividades desenvolvidas
Manual de Instruções
Manual de Instruções Kit de Instrumental para Cirurgia do Túnel do Carpo VOLMED Nome Técnico: KIT CIRÚRGICO Fabricante: VOLMED BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA -ME AV. SÃO GABRIEL, 291 JD. PAULISTA CEP: 13574-540
Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave
Intro 01 Introdução A autoclave A autoclave é um aparelho muito utilizado em laboratórios de pesquisas e hospitais para a esterilização de materiais. O processo de autoclavagem consiste em manter o material
DATA DE APROVAÇÃO: 23/10/2015
1/6 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O Trichomonas vaginalis é um parasita flagelado e é o agente causador da tricomoníase. Existe em apenas em uma única forma (trofozoíto), que é simultaneamente infecciosa
Normas de segurança em laboratório. 15) Em caso de acidente, avise imediatamente seu professor.
Normas de segurança em laboratório Com a intenção de evitar acidentes e/ou danos físicos ou funcionais, durante as aulas, é importante que você tome as seguintes medidas: 15) Em caso de acidente, avise
Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria
Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de bases voláteis totais em pescados, indicando o seu grau de conservação. 2 Fundamentos As bases voláteis totais (N-BVT) compreendem
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO - AEC
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO - AEC 1 REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ANÁLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO - AEC CAPÍTULO I Das Finalidades deste Regulamento Art. 1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CAMPUS ANISIO TEIXEIRA-INSTITUTO MULTIDICIPLINAR EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE LABORATÓRIOS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CAMPUS ANISIO TEIXEIRA-INSTITUTO MULTIDICIPLINAR EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE LABORATÓRIOS NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE BIOTECNOLOGIA E GENÉTICA
Química Geral Experimental - Aula 10
Química Geral Experimental - Aula 10 Título da Prática: Reações Químicas (Parte l) Objetivos: Determinar a concentração exata (padronizar) de soluções aquosas diluídas de ácidos e bases fortes utilizando
Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica NORMAS GERAIS PARA USO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CÂMPUS GOVERNADOR
Hepatites B e C. são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA.
Hepatites B e C são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA. heto hepatite manucure.indd 1 Faça sua parte. Não deixe as hepatites virais frequentarem seu salão.
Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais
IQ-UFG Curso Experimental de Química Geral e Inorgânica Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais Prof. Dr. Anselmo Introdução A interpretação e análise dos resultados são feitas a partir
Separação de Misturas
1. Introdução Separação de Misturas As misturas são comuns em nosso dia a dia. Como exemplo temos: as bebidas, os combustíveis, e a própria terra em que pisamos. Poucos materiais são encontrados puros.
MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA. Tópicos de Química Experimental. Débora Alvim/ Willian Miguel
MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Tópicos de Química Experimental Débora Alvim/ Willian Miguel BÉQUER OU BECHER É de uso geral em laboratório: Serve para fazer reações entre soluções Dissolver
Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial
Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial 1 Introdução A Inseminação Artificial (IA) é hoje em dia o método utilizado pela generalidade dos suinicultores, pois, permite fazer
REGIMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA E FÍSICA DO CAMPUS CAÇAPAVA DO SUL TÍTULO I DOS FINS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA (Lei nº. 11.640, de 11 de janeiro de 2008) REGIMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA E FÍSICA DO CAMPUS CAÇAPAVA DO SUL TÍTULO I DOS FINS Art. 1º
Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de microbiologia; Executar técnicas de preparo e montagem para esterilização.
Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de microbiologia; Executar técnicas de preparo e montagem para esterilização. Uma laboratório de microbiologia destina-se principalmente em
Química Fundamental Informações Gerais Data: 29 de Fevereiro de 2012 NORMAS DE SEGURANÇA E BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO
Química Fundamental Informações Gerais Data: 29 de Fevereiro de 2012 NORMAS DE SEGURANÇA E BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Funcionamento do Laboratório Dependendo da atividade prática, os alunos encontrarão
GRUPO TCHÊ QUÍMICA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO
GRUPO TCHÊ QUÍMICA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Porto Alegre RS www.tchequimica.com Versão 3.0 Prezados usuários: O Grupo Tchê Química tem grande interesse em saber qual a sua opinião a respeito
Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES
2. SOLUÇÕES I. INTRODUÇÃO Soluções são misturas homogêneas de dois ou mais componentes, sendo que estes estão misturados uniformemente em nível molecular. Em nosso cotidiano temos diversos exemplos de
MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1.727 de 13/06/2002 D. O.U. 14/06/2002 MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Eunápolis BA 2009 1.
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS. 1- quais os métodos mais indicados para separa os componentes das misturas abaixo:
EXERCÍCIOS DE REVISÃO PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS 1- quais os métodos mais indicados para separa os componentes das misturas abaixo: a) areia e ferro na forma de lâmina separação magnética b) água
Manual de segurança no laboratório
1 - Para iniciar os trabalhos! Deves ler atentamente as instruções das actividades experimentais antes de as relizares. Sempre que tiveres dúvidas sobre as actividades experimentais deves consultar o teu
MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras
MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA Parte I Produção do óxido de cobre Ponto de Partida 1- Preparar uma amostra de 300 mg de cobre a partir de um fio de cobre ou de uma folha de cobre. 2- Colocar a
AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32
AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO 1 -DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS... 3 CAPÍTULO 2 - DA DESTINAÇÃO DOS LABORATÓRIOS... 3 CAPÍTULO 3 - DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS... 5 CAPÍTULO 4 - UTILIZAÇÃO
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004 CAGV/IFMG/SETEC/MEC DE 30 DE ABRIL DE 2014.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS GOVERNADOR VALADARES CONSELHO ACADÊMICO Av. Minas Gerais, 5.189 - Bairro Ouro
BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO
BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO Laboratório Ambiente de risco/ Propenso a Acidentes A prevenção ou redução do risco Práticas seguras para a saúde e meio ambiente As práticas seguras no laboratório são um
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida
Determinação de açúcares redutores em lactose, açúcares não redutores em sacarose e amido em produtos lácteos por oxidimetria
Página 1 de 9 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar açúcares redutores em lactose, açúcares não redutores em sacarose e amido em amostras de leite e derivados por titulometria de oxidação (método
MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.
MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001
ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ
ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. APARELHAGEM... 3 5. EXECUÇÃO DO ENSAIO... 5 6. RESULTADOS...
Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciência e Tecnologia Laboratório de Ciências Químicas Química Geral I Experimento 3 Tendências Periódicas 1 - OBJETIVOS Relacionar a reatividade química
NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq
Serviço Público Federal Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Define as normas internas
EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO DE QUÍMICA
www.fabianoraco.oi.com.br Equipamentos de Laboratório de Química 1 EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO DE QUÍMICA Prof. Fabiano Ramos Costa Química Não se Decora, Compreende! Equipamentos de Laboratório de Química
MANUAL DE PROCEDIMENTOS DISCIPLINARES E DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO LABORATORIO DE PESQUISA EM NEURANATOMIA
UFRN - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE BIOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA LABORATORIO DE NEURANATOMIA MANUAL DE PROCEDIMENTOS DISCIPLINARES E DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO LABORATORIO
REGULAMENTO GERAL DOS LABORATÓRIOS DA FACULDADE TECSOMA REGRAS DE BIOSSEGURANÇA
REGULAMENTO GERAL DOS LABORATÓRIOS DA FACULDADE TECSOMA REGRAS DE BIOSSEGURANÇA 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 03 REGULAMENTO GERAL DE USO DOS LABORATÓRIOS DA ÁREA DA SAÚDE... 04 TÍTULO I DAS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA...
Colégio João Paulo I
Colégio João Paulo I Laboratório de Química Roteiros de aulas práticas I Prof.: Cristiano Alfredo Rupp 1 Índice: NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Pág. 3 EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS MAIS UTILIZADOS
*Imagens meramente ilustrativas COLORÍMETRO. Manual de Instruções www.v8brasil.com.br
*Imagens meramente ilustrativas COLORÍMETRO Manual de Instruções www.v8brasil.com.br 1. INTRODUÇÃO O Colorímetro V8 Brasil é um equipamento desenvolvido com objetivo de proporcionar às oficinas de funilaria
FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS
FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS Nome do aluno: Data:.. OBJECTIVO: - Conhecer a existência de nanomateriais naturais - Interacção da luz com os colóides -
Regulamento para a utilização do Laboratório de. Técnica e Dietética
Regulamento para a utilização do Laboratório de Técnica e Dietética 1 REGULAMENTO PARA A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE TÉCNICA E DIETÉTICA I. DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO DE TÉCNICA E DIETÉTICA 1. Auxiliar
Observação de células eucarióticas ao microscópio óptico
Ficha de Trabalho Experimental - (versão professor) Ano lectivo: 10ºano Turma: Data: Observação de células eucarióticas ao microscópio óptico Pré-requisitos Operacionais: ter noções básicas de manuseamento
Tipo de Material QOI - 02/03 1. Laboratório de Química Orgânica e Farmacêutica. Material de Vidro. Material de Metal
Laboratório de Química Orgânica e Farmacêutica MATERIAL DE LABORATÓRIO E EQUIPAMENTO Com colaboração da Dr.ª Sara Cravo 1 Material de Vidro O material de vidro é um dos elementos fundamentais do laboratório.
O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando:
título: Portaria nº 27, de 18 de março de 1996 ementa não oficial: Aprova o regulamento técnico sobre embalagens e equipamentos de vidro e cerâmica em contato com alimentos, conforme Anexo da presente
SEGURANÇA E TÉCNICA DE LABORATÓRIO AULA 01: ORGANIZANDO O LABORATÓRIO TÓPICO 03: ORGANIZAÇÃO LABORATORIAL O laboratório, seja de uma indústria, de um centro de pesquisa ou de uma instituição de ensino
DATA DE APROVAÇÃO: CONTROLE DE COPIA: PT-LB-MC-008 23/10/2015
1/7 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O método de semeadura e incubação do material de secreção uretral, vaginal e de urina de 1ª jato em ágar sangue é o método mais utilizado em laboratório clínico
SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS. (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido
SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um dos componentes tem propriedades magnéticas
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DA ÁREA DE SAÚDE
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS DA ÁREA DE SAÚDE I. Objetivos do Regulamento dos Laboratórios Especializados da Área de Saúde 1. Fornecer um guia geral e regras básicas consideradas mínimas
ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS
ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3
Decantação sólido - líquido
Processos de separação Decantação sólido - líquido Possível devido à diferença de densidades dos componentes da mistura. Permite a separação de líquidos imiscíveis (que não se misturam) ou um sólido precipitado
Química para vestibular Equipamentos e vidrarias de laboratório SIMBOLOS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
SIMBOLOS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Os símbolos de risco são pictogramas representadas em forma quadrada, impressos em preto e fundo laranja-amarelo, utilizados em rótulos ou informações de produtos químicos.
LOGO. Separação de misturas. Profa. Samara Garcia Profa. Núria Galacini Março/Abril/2012
LOGO Separação de misturas Profa. Samara Garcia Profa. Núria Galacini Março/Abril/2012 Misturas Homogêneas Destilação simples (sólido + líquido): Por aquecimento, só o líquido entra em ebulição, vaporiza-se
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE DE ANATOMIA, MICROBIOLOGIA E BIOTÉRIO
UNIFAE REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE DE ANATOMIA, MICROBIOLOGIA E BIOTÉRIO 2006 I. Introdução Os laboratórios de Anatomia, Microbiologia e Biotério do Unifae, são locais vinculados aos cursos de Fisioterapia,
Regulamento do Bloco Cirúrgico do Centro de Práticas Clínicas e Cirúrgicas (CPCC)
INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CONCÓRDIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CENTRO DE PRÁTICAS CLÍNICAS E CIRÚRGICAS Regulamento do Bloco Cirúrgico do Centro de Práticas Clínicas e Cirúrgicas (CPCC) Dispõe
Prova de gás sulfídrico (H 2 S) em pescados
Página 1 de 5 1 Escopo Este método tem como objetivo determinar a presença de gás sulfídrico, proveniente da degradação de proteínas do pescado. 2 Fundamentos O método fundamenta-se na decomposição de
2. DEFINIÇÃO E CONCEITO
1/5 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para controlar todos os equipamentos e instrumentos do Laboratório do Grupo Santa Helena garantindo suas inspeções, manutenções e calibrações de forma a mantê-los
MANUAL DO USUÁRIO SECADOR DE CABELOS CADENCE IRIS SEC400
MANUAL DO USUÁRIO SECADOR DE CABELOS CADENCE IRIS SEC400 Obrigado por adquirir o Secador de Cabelos Cadence Iris, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito importante ler atentamente
ASSENTO ULTRA MASSAGE RM-AM2206 MANUAL DE INSTRUÇÕES
ASSENTO ULTRA MASSAGE RM-AM2206 MANUAL DE INSTRUÇÕES Índice 1. CUIDADOS...3 2. LIMPEZA...4 3. MODO DE USAR...5 4. DETALHES DO PRODUTO...6 5. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...7 6. TERMOS DE GARANTIA...7 Apresentação:
Manual de Instruções
Manual de Instruções (Party Cooler s Thermomatic) Modelo: 40 litros & 77 litros Obrigado por escolher a série dos Party Cooler s da Thermomatic. Para garantir o uso correto das operações, por favor, leia
Complemento das Aulas 13 e 14: Os principais equipamentos presentes em um laboratório
MATERIAL EXTRA 2 BIMESTRE ENSINO MÉDIO Prof.: Cotrim 1ª Série Data: 18/04/2017 Complemento das Aulas 13 e 14: Os principais equipamentos presentes em um laboratório A execução de experimentos, em um laboratório
ESTERILIZAÇAO PELO CALOR
Faculdade de Farmácia da UFMG ESTERILIZAÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ESTERILIZAÇAO PELO CALOR CALOR SECO Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano ABRIL 2010 Mecanismo de destruição de microrganismos pelo
1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA
MANUAL DO USUÁRIO Obrigado por adquirir o Espremedor Citro Plus Cadence ESP802, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É Muito importante ler atentamente este manual de instruções, as informações
Universidade Federal de Viçosa Campus de Rio Paranaíba - MG. Normas do Laboratório de Química e Análise de Alimentos Curso de Nutrição (UFV/CRP)
Universidade Federal de Viçosa Campus de Rio Paranaíba - MG Normas do Laboratório de Química e Análise de Alimentos Curso de Nutrição (UFV/CRP) Rio Paranaíba Novembro 2012 1 Apresentação O Laboratório
Universidade de São Paulo. Instituto de Química. Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201
Universidade de São Paulo Instituto de Química Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201 Larissa Ciccotti São Paulo 2010 A disciplina Química das Águas (QFL 3201) contou com cinco aulas
JK INTEGRAL. Educação Infantil e Ensino Fundamental I
JK INTEGRAL Educação Infantil e Ensino Fundamental I 1- APRESENTAÇÃO O JK INTEGRAL foi pensado para atender os pais que precisam deixar seus filhos na escola o dia todo, pela necessidade de desempenhar
Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano)
Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano) INFLUÊNCIA DO CO 2 NA DISSOLUÇÃO DE CALCÁRIOS (Parte II Proposta de Resolução do Guião) O que se pretende 1. Seleccionar o material necessário ao estudo
2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis.
1. Normas de segurança: Aviso! Quando utilizar ferramentas leia atentamente as instruções de segurança. 2. Instruções de segurança: 2.1. Aterramento: Aviso! Verifique se a tomada de força à ser utilizada
NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO
NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO 1. INTRODUÇÃO Toda e qualquer atividade prática a ser desenvolvida dentro de um laboratório apresentam riscos e estão propensas a acidentes. Devemos então utilizar normas
COLETA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (Poços de Monitoramento e Piezômetros)
Página 1 de 7 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.
5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;
A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de
