3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no
|
|
|
- Helena Gusmão Molinari
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 3 Procedimento Experimental. CAPÍTULO 3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Resíduo 3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no O primeiro passo foi à preparação das soluções necessárias para realizar as titulações: - Solução de ácido oxálico 2% (5g AC. Oxálico 250mL H 2 O destilada) Foram pesados 5 gramas de ácido oxálico em um béquer de 100mL, onde água destilada foi adicionada lentamente e com o auxílio de um bastão de vidro a solução foi homogeneizada e colocada em um balão volumétrico de 250mL. O volume do balão foi completado com água destilada. - Solução de 2,6-diclorofenolindofenol 0,025% (DCFI) Foram pesados 0,0625 g de diclorofenolindofenol em um béquer de 100mL, onde água destilada foi adicionada lentamente e com o auxílio de um bastão de vidro a solução foi homogeneizada e colocada em um balão volumétrico de 250mL. O volume do balão foi completado com água destilada. - Fenolftaleína O primeiro passo foi preparar uma solução de álcool 95%, que foi feita colocando 5 ml de H 2 O destilada em um balão volumétrico de 100 ml e completando o volume com álcool. Depois foi pesado um grama de fenolftaleína, em um béquer de 100 ml, que foi diluído com a adição da solução de álcool 95%, preparada e com o auxilio de um bastão de vidro. Após homogeneização, a solução foi passada para um balão volumétrico de 100 ml e o volume completado com o álcool 95%. O balão foi envolvido com papel alumínio e colocado na geladeira. - Hidróxido de Sódio 0,1N Foram pesados 4 g de NaOH em um béquer de 100mL, e homogeneizados com água destilada e um bastão de vidro. A solução foi colocada em um balão volumétrico de 1L e o volume do balão foi completado com água destilada. A solução final foi
2 Capítulo 3 Procedimento Experimental 12 passada para um recipiente de plástico escuro e colocado na geladeira. O NaOH foi padronizado cada vez que foi preparado para efetuar os cálculos do teor de ácido cítrico. A padronização seguiu tais passos: 1 g de bifitalato de potássio foi pesado em uma placa de petri e colocado na estufa na temperatura de 100 o C; após duas horas na estufa a placa foi retirada e colocada para descansar por 10 minutos em um dessecador. 0.3 gramas do bifitalato foram colocados em 3 béqueres, onde foi adicionado água destilada até a completa homogeneização da solução. Foram adicionadas 3 gotas de fenolftaleína, e a solução final foi titulada com o NaOH. A partir do volume utilizado na titulação foi possível calcular a normalidade do NaOH. - Solução padrão de ácido ascórbico Foram pesados 0,1 g de ácido ascórbico em um béquer de 100 ml que foi diluído com ácido oxálico 2% preparado e com o auxilio de um bastão de vidro. Após a completa homogeneização a solução foi passada pra um balão volumétrico de 100 ml e o volume foi completado com ácido oxálico 2%. Uma alíquota de 5 ml foi retirada com uma pipeta automática e transferida para uma balão de 50 ml e o volume foi completado novamente com ácido oxálico 2%. Foram retiradas 3 alíquotas de 5 ml do balão de 50 ml que foram transferidas para 3 béqueres. Estes foram titulados com 2,6- diclorofenolindofenol 0,025% (DCFI) preparado anteriormente. Com o valor do volume utilizado na titulação foi possível calcular a quantidade em massa de ácido ascórbico no volume de DCFI. - Solução Mãe (amostra) Foram pesados 60 g da amostra de resíduos em 3 béqueres de 100 ml, nos quais foi adicionada água destilada para efetuar a homogeneização, e retirada do suco. Na sequência as soluções foram peneiradas e transferidas para 3 balões volumétricos de 250 ml, e o volume foi completado com água destilada. Após as soluções terem sido preparadas, as análises foram realizadas da seguinte forma: Teor de Ácido Ascórbico 50 ml da solução mãe foram transferidos para um balão de 100 ml, no qual o volume foi completado com ácido oxálico 2%. Três alíquotas de 25 ml foram retiradas
3 Capítulo 3 Procedimento Experimental 13 e passadas para 3 béqueres para efetuar a titulação com DCFI. O procedimento foi efetuado em triplicada e os volumes de DCFI gastos foram anotados e a quantidade de ácido ascórbico contida na solução foi calculada. Ter de Ácido Cítrico 50 ml da solução mãe foram transferidos para um balão de 100 ml, e 4 gotas de fenolftaleína foram adicionadas e a solução foi titulada com NaOH 0,1N. O procedimento foi efetuado em triplicada, e os volumes de NaOH gastos foram anotados e a quantidade de ácido cítrico contida na solução foi calculada. Fruta in natura 3.2 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico na Foi utilizado o mesmo procedimento realizado na determinação do teor de ácido ascórbico e ácido cítrico encontrado no resíduo. Sendo assim, primeiro preparouse as soluções necessárias para a realização das análises, isto é, solução de ácido oxálico 2%, solução de 2,6-diclorofenolindofenol 0,025%, fenolftaleína, hidróxido de sódio 0,1N, solução padrão de ácido ascórbico. A diferença no procedimento foi a massa de fruta utilizada, sendo que nesta etapa, trabalhou-se com 20g. Resíduo 3.3 Determinação do Teor de Fenólicos e de Flavonóides Totais no O primeiro passo foi à preparação das soluções necessárias para a realização das análises: - Solução de Folin ciocalteau (1:10) Com o auxilio de uma pipeta automática 5 ml de folin ciocalteau foram transferidos para um balão volumétrico de 50 ml, e o volume do balão foi completado com água destilada. Por se tratar de uma solução muito instável, teve que ser preparada na hora da aplicação e o balão teve que ser envolvido com papel alumínio e guardado na geladeira.
4 Capítulo 3 Procedimento Experimental 14 - Solução de Na 2 CO 3 (75 g/l) 3,75 g de Na 2 CO 3 foram pesados em um béquer de 100 ml e dissolvidos com água destilada e um bastão de vidro. Após adequada homogeneização a solução foi transferida para um balão volumétrico de 50 ml e o volume foi completado com água destilada. - Solução de NaNO 2 (5%) 2,50 g de NaNO 2 foram pesados em um béquer de 100 ml e dissolvidos com água destilada e um bastão de vidro. Após a homogeneização a solução foi transferida para um balão volumétrico de 50 ml e o volume foi completado com água destilada. Por ser muito instável, a solução foi preparada imediatamente antes da aplicação e o balão teve que ser envolvido com papel alumínio e guardado na geladeira. - Solução de AlCl3 (10%) 5 g de AlCl 3 foram pesados em um béquer de 100 ml e dissolvidos com água destilada e um bastão de vidro. Após a homogeneização a solução foi transferida para um balão volumétrico de 50 ml e o volume foi completado com água destilada. - Solução de NaOH (1M) 2 g de NaOH foram pesados em um béquer de 100 ml e dissolvidos com água destilada e um bastão de vidro. Após adequada homogeneização a solução foi transferida para um balão volumétrico de 50 ml e o volume foi completado com água destilada. - Solução mãe (amostra) Foram pesados 50 g de amostra num tubo nalgene e adicionados 70 ml de metanol (são 7 ml de metanol a cada 5 gramas de amostra). O tubo nalgene foi colocado em um agitador por aproximadamente 3 minutos, e depois disso foi colocado para descansar na ausência de luz. Após uma hora de descanso a solução foi peneirada e centrifugada por 5 minutos em 8000rpm. A solução final (extrato) foi colocada em um béquer de 100 ml. Esse procedimento foi realizado em triplicada. Após as soluções terem sido preparadas, as análises foram realizadas da seguinte forma:
5 Capítulo 3 Procedimento Experimental 15 Fenólicos totais Com auxilio de uma pipeta automática 5 ml do extrato foram transferidos para um tubo nalgene, onde foram adicionados 2.5 ml do reagente Folin-ciocalteau 0.2N. O tubo foi colocado em banho maria à 50 o C por 5 minutos, quando então 2 ml de Na 2 CO 3 foram adicionados a solução, que ficou mais 5 minutos no banho maria. A amostra foi esfriada em água gelada e uma alíquota foi transferida para uma cubeta que foi colocada no espectrofotômetro no comprimento de onda 622nm onde foi realizada a leitura de sua absorbância. O procedimento foi realizado em triplicada para cada um dos 3 extratos preparados anteriormente. - Branco: Foi preparado pelo mesmo procedimento, só trocando os 5 ml da amostra por 5 ml de água destilada. Flavonóides totais Com o auxílio de uma pipeta automática 2 ml do extrato foram transferidos para um tubo nalgene. No tempo t = 0, 0,3 ml de NaNO 2 (5%) foram adicionados ao tubo. No tempo t = 5 minutos, foi colocado 0,6 ml de AlCl 3 (10%) e no tempo t = 11 minutos foram adicionados 2 ml de NaOH. Para finalizar foram adicionados 2,1 ml de água destilada para completar o volume de 9,5 ml. Uma alíquota da solução final foi transferida para uma cubeta que foi colocada no espectrofotômetro no comprimento de onda 450nm onde foi realizada a leitura de sua absorbância. O procedimento foi realizado em triplicada para cada um dos 3 extratos preparados anteriormente. - Branco: Foi preparado pelo mesmo procedimento, só trocando os 2 ml da amostra por 2 ml de água destilada. natura 3.4 Determinação do Teor de Fenólicos e Flavonóides Totais na Fruta in Foi utilizado o mesmo procedimento realizado na determinação do teor de fenólicos e flavonóides totais no resíduo, ou seja, o primeiro passo foi a preparação das soluções necessárias para a realização das analises, isto é, solução de folin-ciocalteau, solução de Na 2 CO 3, solução de NaNO 2, solução de AlCl 3, solução de NaOH. A
6 Capítulo 3 Procedimento Experimental 16 diferença no procedimento foi que na preparação da solução mãe foram utilizadas 20g da fruta e foram colocados 10mL de metanol para cada 5 gramas de amostra. 3.5 Determinação do Teor de Umidade) Foram colocados 2 g de amostra em 3 placas de petri, que foram pesadas e as respectivas massas foram anotadas. As placas foram então colocadas em uma estufa mantida a uma temperatura de 105 o C. Após 24 horas na estufa as placas foram retiradas e colocadas para esfriar por 10 minutos num dessecador. Posteriormente foram pesadas novamente e com isso foi possível quantificar a umidade da amostra. O teor de umidade é importante para realizar os cálculos em base seca.
Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria
Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA Parte I Produção do óxido de cobre Ponto de Partida 1- Preparar uma amostra de 300 mg de cobre a partir de um fio de cobre ou de uma folha de cobre. 2- Colocar a
Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo
Página 1 de 6 Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo 1- Objetivo Verificar a confiabilidade de medição da concentração de Flúor pelo método ISE 2- Aplicação Aplicável aos equipamentos
MÉTODO DE ANÁLISE. Emissão inicial: 23.04.2007 Última revisão: 25.07.2012
Pág.: 1/5 1.0. OBJETIVO Determinar o teor Zinco em Óxido de Zinco, Pó de Zinco, ligas metálicas de Zinco e resíduos de Zinco. 2.0. ABRANGÊNCIA Laboratório de Controle de Qualidade. 3.0 DEFINIÇÕES Não se
Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria
Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de bases voláteis totais em pescados, indicando o seu grau de conservação. 2 Fundamentos As bases voláteis totais (N-BVT) compreendem
INSTRUÇÃO DE TRABALHO Determinação de Amido e Carboidratos Totais em Produtos de Origem Animal por Espectrofotometria UV/Vis
Página: 1 de 5 Nome Função Assinatura Data Elaboração: Camila Cheker Brandão RQ Substituta Análise crítica: Rosana Aparecida de Freitas RQ Aprovação: Zelita de Oliveira Lopes Brasil RT 1. Objetivo Descrever
Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1
Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz
Determinação colorimétrica de fósforo total em produtos de origem animal
Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de fósforo de produtos de origem animal. 2 Fundamentos O método se baseia na conversão do fósforo presente na amostra em ortofosfato.
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida
Química Geral Experimental - Aula 10
Química Geral Experimental - Aula 10 Título da Prática: Reações Químicas (Parte l) Objetivos: Determinar a concentração exata (padronizar) de soluções aquosas diluídas de ácidos e bases fortes utilizando
ASSISTENTE DE LABORATÓRIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DA CARREIRA TÉCNICO-ADMINISTRATIVA ASSISTENTE DE LABORATÓRIO PROVA PRÁTICA Nº DE INSCRIÇÃO: Questão 1 a) Para uma aula prática,
Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico
Universidade Estadual de Goiás UnUCET - Anápolis Química Industrial Química Experimental II Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico Alunos: Bruno Ramos; Wendel Thiago; Thales
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: MATERIAIS BLH-IFF/NT- 45.04 - Lavagem, Preparo e Esterilização de Materiais FEV 2004 BLH-IFF/NT- 45.04 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano FIOCRUZ/IFF-BLH
Lista de Exercícios Espectrometria de Absorção Molecular ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO.
ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. 1 Um estudante dissolveu devidamente, 0,519 g de amostra e diluiu para 50,0 ml. Em seguida, tratou uma alíquota
GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009
GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso
IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS
PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e
PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE E DES. SUSTENTÁVEL CET-0303 QUÍMICA APLICADA PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES
QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii)
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 09 Síntese do cloreto
Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B
Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Curvas de titulação ² A curva de titulação é a representação gráfica de como
Determinação de cloretos em produtos de origem animal por argentometria
Página 1 de 9 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de cloretos ou cloretos em NaCl de produtos de origem animal. 2 Fundamentos O ensaio fundamenta-se na reação do nitrato de prata com
Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES
2. SOLUÇÕES I. INTRODUÇÃO Soluções são misturas homogêneas de dois ou mais componentes, sendo que estes estão misturados uniformemente em nível molecular. Em nosso cotidiano temos diversos exemplos de
FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA
FSFAT DISSÓDIC DE DEXAMETASNA Dexamethasoni natrii phosphas H H H P Na Na F H C 22 H 28 FNa 2 8 P 516,41 02821 Fosfato dissódico de 9-fluoro-11β,17 diidroxi-16α-metil-3, 20- dioxopregna- 1,4 dieno-21-il
3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL
43 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 3. 1 METODOLOGIAS DE ANÁLISES 3.1.1 Método de Quantificação de Surfactantes (MBAS) em Águas 3.1.2 Princípio e aplicabilidade Os surfactantes aniônicos SLS (Lauril Sulfato
M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto
M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O Prof. Agamenon Roberto Prof. Agamenon Roberto MATERIAS DE LABORATÓRIO 2 TUBO DE ENSAIO: Tubo de vidro fechado em uma das extremidades, empregado para fazer reações
MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.
MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001
Universidade Estadual de Londrina Departamento de Biologia Geral Laboratório de Citogenética Animal - LACA TÉCNICAS DE CITOGENÉTICA DE INSETOS
Universidade Estadual de Londrina Departamento de Biologia Geral Laboratório de Citogenética Animal - LACA TÉCNICAS DE CITOGENÉTICA DE INSETOS Obtenção das Preparações Citológicas MEIOSE (Sem a utilização
Relatório do Estágio 1168. Borras de café! O que fazer? Joana Maria Feliciano Lázaro. Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Almaça da Cruz Fernando
Relatório do Estágio 1168 Borras de café! O que fazer? Joana Maria Feliciano Lázaro Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Almaça da Cruz Fernando Relatório do Estágio 1168 Borras de café! O que fazer?
O NÚMERO DE BACTÉRIAS
O NÚMERO DE BACTÉRIAS A CONTAGEM EM PLACAS A contagem em placas é um dos métodos mais utilizados para determinar qual o número de microrganismos viáveis em um meio líquido. Quando a concentração é baixa,
LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS
LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS Escola Secundária D. Maria II Professora de Física e Química A Responsável pelos Laboratórios de Física e Química A Maria Lucinda Moreira
1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO
LIMPEZA E PREPARAÇÃO DE VIDRARIAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS
LIMPEZA E PREPARAÇÃO DE VIDRARIAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS Jéssica Alessandra da Silva Moura, Gilvan Takeshi Yogui Para fins de referência, este documento pode ser citado como: Moura, J.A.S.;
INSTRUÇÃO DE TRABALHO Análise de Álcoois Superiores, Acetaldeído, Acetato de Etila, Furfural e Contaminantes Orgânicos por Cromatografia Gasosa
Página: 1 de 5 Nome Função Assinatura Data Elaboração: Zelita de Oliveira Lopes Brasil Colaboradora Análise crítica: Francisco Jairo R. Fonseca RT Substituto Aprovação: Francisco Jairo R. Fonseca RT Substituto
Determinação do poder rotatório específico [a] D de fármacos. Química Medicinal Farmacêutica Curso de Farmácia UFPR
Determinação do poder rotatório específico [a] D de fármacos Química Medicinal Farmacêutica Curso de Farmácia UFPR Substâncias opticamente ativas Quando uma luz polarizada passa através de uma solução
AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE. Protocolo experimental
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE Protocolo experimental 1. REAGENTES Reagentes estequiométricos
Experimento 4 Cromatografia de papel
Experimento 4 Cromatografia de papel Objetivo Estudo da cromatografia de papel como método de separação e caracterização. Temas abordados Misturas homogêneas, técnicas de separação, forças intermoleculares,
Determinação de açúcares redutores em lactose, açúcares não redutores em sacarose e amido em produtos lácteos por oxidimetria
Página 1 de 9 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar açúcares redutores em lactose, açúcares não redutores em sacarose e amido em amostras de leite e derivados por titulometria de oxidação (método
Universidade de São Paulo. Instituto de Química. Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201
Universidade de São Paulo Instituto de Química Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201 Larissa Ciccotti São Paulo 2010 A disciplina Química das Águas (QFL 3201) contou com cinco aulas
ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ.
ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. Naiane Ramilio 1, Ana Cristina Franzoi TEIXEIRA 2, Adriano MARTENDAL 3 1 Estudante do Curso Técnico em
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DE AMOSTRAS DE METAIS E ÁGUA
DETEMINAÇÃO DO CALO ESPECÍFICO DE AMOSTAS DE METAIS E ÁGUA 1. Introdução O Calor Específico ou Capacidade Calorífica Específica, c, é a razão entre a quantidade de calor fornecida à unidade de massa da
4/8/2007. Análise de vitaminas
Métodos ensaios biológicos em animais e humanos apenas usados quando não existem métodos alternativos ensaios microbiológicos com protozoários, bactérias e leveduras requerem passos de extracção da vitamina
4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol
4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol OH SOCl 2 Cl + HCl + SO 2 C 11 H 22 O C 11 H 21 Cl (170.3) (119.0) (188.7) (36.5) (64.1) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias
Lista de Exercícios Introdução à Espectrometria ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO.
ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. 1 a) Qual o valor de absorvância que corresponde a 45,0% T? (Resp: 0,347). b) Se uma solução 0,0100 M tem, em
SELEÇÃO DE CLONES DE ELITE DE Stevia rebaudiana (Bert.) BERTONI COM ÊNFASE NO TEOR DO REBAUDIOSÍDEO A E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SELEÇÃO DE CLONES DE ELITE DE Stevia rebaudiana (Bert.) BERTONI COM ÊNFASE NO TEOR DO REBAUDIOSÍDEO A E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE Thatiane Rodrigues Mota
Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO PL 3.4 Identificação e síntese de substâncias com aromas e sabores especiais Síntese do acetato de
3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL E MATERIAIS UTILIZADOS
51 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL E MATERIAIS UTILIZADOS 3.1. Biocidas utilizados Os compostos químicos utilizados nos experimentos de corrosão e análise microbiológica foram o hipoclorito de sódio e o peróxido
Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos
SOLUÇÕES Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos uma MISTURA Quando na mistura tiver apenas
METODO PARA A DETERMINACAO DE ÓXIDOS DE NITROGENIO EM CHAMINE
ENERGÉTICA IND.E COM. LTDA. Rua Gravataí, 99 Rocha CEP 0975-030 Rio de Janeiro RJ CNPJ 9.341.583/0001-04 IE 8.846.190 Fone: (0xx1) 501-1998; Fax: (0xx1) 41-1354 www.energetica.ind.br METODO PARA A DETERMINACAO
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos
Anais. Naviraí/MS - Brasil. Organização. Coordenação. Comitê Científico
Organização Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Gerência da Unidade de Naviraí Coordenação do Curso de Química Coordenação do Curso de Tecnologia em Alimentos Coordenação Prof. Dr. Alberto Adriano
ESTUDO DA CINÉTICA DE REDUÇÃO DO AZUL DE METILENO
ESTUDO DA CINÉTICA DE REDUÇÃO DO AZUL DE METILENO Glauber Silva Godoi Aula 15 META Desenvolver no aluno a capacidade de extrair informações a partir de ensaios em espectrofotômetro. OBJETIVOS Ao fi nal
Análise físico-química de uvas e mostos. José Carvalheira EVB/LQE-DLAL
Análise físico-química de uvas e mostos José Carvalheira EVB/LQE-DLAL Análise físico-química de uvas e mostos Objectivo Composição em açúcares: Composição em ácidos: Maturação fenólica: Estado sanitário:
DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFRE. Método de ensaio
CETESB DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFRE Método de ensaio L9.226 MAR/92 SUMÁRIO Pág. 1 Objetivo...1 2 Documentos complementares...1 3 Aparelhagem...1 4 Execução
Preparar e padronizar uma solução aquosa de hidróxido de sódio 0,1mol/L para posteriormente determinar a acidez de amostras.
Pág. 1 de 8 I - OBJETIVOS Preparar e padronizar uma solução de ácido clorídrico 0,1mol/L para posterior determinação de pureza de amostras alcalinas. Preparar e padronizar uma solução aquosa de hidróxido
NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO
NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO Objetivo: Explicação das normas básicas de segurança no laboratório. Aula teórica com retroprojetor, transparências e demonstração de algumas
SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura.
SOLUÇÕES 1) (FEI) Tem-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C 12 H 22 O 11 ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quando ela é resfriada até 30 C? Dados: Coeficiente
TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA
Prof. Borges / Lessa TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA AULA 06 DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES Diluir significa adicionar solvente a uma solução que já existe. Este método faz com que o volume de solução aumente e a concentração
Lista de Exercícios Espectrometria Atômica ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO.
ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. 1 No intuito de se determinar a pureza do sal Na 2 HPO 4, 2,469 g de amostra foi pesada, dissolvida e diluída
MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRICOLA MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO Autores Prof. Dr. Jair Alves Dionísio Eng a. Agr a. Diana Signor
6.4.14.1. Colorimetria do aluminon (ácido aurintricarboxílico)
6.4.14. Alumínio 6.4.14.1. Colorimetria do aluminon (ácido aurintricarboxílico) A. Princípio do método Após a oxidação da matéria seca através do processo de incineracão, o Al 3+ é tratado pelo aluminon,
Principal material de laboratório e a sua função Balão de Erlenmeyer/matrás Gobelé/copo Balão de fundo plano Proveta Balão volumétrico Caixa de Petri Kitasato Balão de destilação Vidro de relógio Tubos
Preparação de Soluções
Colégio Paulo VI Preparação de Soluções TÉCNICAS LABORATORIAIS DE QUÍMICA I Ana Filipa Sousa nº2 10ºA Abril 2002 2 ÍNDICE Nomenclatura 4 1. Introdução x 2. Teoria e Método x 3. Material x 4. Produtos x
PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES A PARTIR DE UM SOLUTO SÓLIDO
pág. 1 de 5 ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 10.º Ano PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES A PARTIR DE UM SOLUTO SÓLIDO O que se pretende 1 Seleccionar material adequado à preparação de uma solução. 2 Descrever o procedimento
REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001
CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE QUÍMICA - LICENCIATURA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA SÉRIE: EXPERIÊNCIAS DEMONSTRATIVAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães
AL 0.1 10º ano Separar e purificar DESSALINIZAÇAO DE ÁGUA SALGADA
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO AL 0.1 10º ano Separar e purificar DESSALINIZAÇAO DE ÁGUA SALGADA 1. REAGENTES Reagentes - Solução
BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL
Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP Apostila de protocolos BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 06N 0 Professores Carlos T. Hotta Ronaldo B. Quaggio Eduardo M. Reis Esta apostila foi desenvolvida
FISIOLOGIA ANIMAL II
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULAS e 3 DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE GLICOSE E LÍPIDOS NO SANGUE POR COLORIMETRIA CAETANA CARVALHO,
PADRÃO DE RESPOSTA - QUÍMICA - Grupo A
PADRÃO DE RESPOSTA - QUÍMICA - Grupo A 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Num recipiente de 3,0 L de capacidade, as seguintes pressões parciais foram medidas: N 2 = 0,500 atm; H 2 = 0,400 atm;
Separação de Misturas
1. Introdução Separação de Misturas As misturas são comuns em nosso dia a dia. Como exemplo temos: as bebidas, os combustíveis, e a própria terra em que pisamos. Poucos materiais são encontrados puros.
Prova de gás sulfídrico (H 2 S) em pescados
Página 1 de 5 1 Escopo Este método tem como objetivo determinar a presença de gás sulfídrico, proveniente da degradação de proteínas do pescado. 2 Fundamentos O método fundamenta-se na decomposição de
Anti HBc Ref. 414. Controle Negativo
Anti HBc Ref. 414 Sistema para a determinação qualitativa de anticorpos totais contra o antígeno core do vírus da hepatite B (anti-hbc) em soro ou plasma. ELISA - Competição PREPARO DA SOLUÇÃO DE LAVAGEM
O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando:
título: Portaria nº 27, de 18 de março de 1996 ementa não oficial: Aprova o regulamento técnico sobre embalagens e equipamentos de vidro e cerâmica em contato com alimentos, conforme Anexo da presente
SEPARAÇÃO DE MISTURAS Exercícios
SEI Ensina - MILITAR Química SEPARAÇÃO DE MISTURAS Exercícios 1.A água potável é um recurso natural considerado escasso em diversas regiões do nosso planeta. Mesmo em locais onde a água é relativamente
DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DO SULFETO DE HIDROGÊNIO. Método de ensaio
CETESB DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DO SULFETO DE HIDROGÊNIO Método de ensaio L9.233 DEZ/90 SUMÁRIO Pág. 1 Objetivo...1 2 Sensibilidade do método...1 3 Principio do método...1
Experimento 3 Termoquímica: Construção de um calorímetro simples e medição da entalpia de uma reação
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB Departamento de Química e Exatas - DQE DQE 295 - Química Inorgânica (1) Farmácia Autor(a): Lenine Almeida Mafra II/SEMESTRE 2012 Experimento 3 Termoquímica:
Propriedades Coligativas
1. Introdução Propriedades Coligativas Algumas propriedades do solvente mudam quando um soluto é dissolvido nele para formar uma solução. O ponto de congelamento da água salgada, por exemplo, é menor que
Manual de Métodos de Análises de Bebidas e Vinagres
1. MÉTODO Titulométrico (Método Eynon Lane) 2. PRINCÍPIO Os açúcares redutores reagem com os íons cúpricos da solução de Fehling, reduzindo-se a íons cuprosos, sob a ação do calor em meio alcalino. Ao
SÍNTESES. Francisco Roque, nº9 11ºA
SÍNTESES Francisco Roque, nº9 11ºA OBJECTIVOS A- Produzir sinteticamente sulfato de magnésio (MgSO 4 ) através da reacção entre ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e carbonato de magnésio (MgCO 3 ). B- Sintetizar
Ciências Físico-Químicas Ano Lectivo 2010/2011
Ciências Físico-Químicas Ano ectivo 2010/2011 Nome 7.º Ano Turma Número Mudanças de estado físico, ponto de fusão, ponto de ebulição e concentração mássica 1. Indique, justificando, se a temperatura a
Universidade Estadual de Maringá Câmpus Regional de Goioerê Curso de Engenharia Têxtil Tratamento Têxteis 900 Professor: Washington Luiz F.
Universidade Estadual de Maringá Câmpus Regional de Goioerê Curso de Engenharia Têxtil Tratamento Têxteis 900 Professor: Washington Luiz F. dos Santos Equipe: Joni Dutra Neves R.A.: 15.477 Luciana Crespim
Laboratórios de Pesquisa da Biologia
Laboratórios de Pesquisa da Biologia 1 - Laboratório de Biologia e Ecologia Animal (B 1.01) Conta com um espaço físico de 12m x 12m (144m²) phmetro ou medidor de ph: é um aparelho usado para medição de
ANEXO 2, A QUE SE REFERE O ARTIGO 30, II. Método Referência para a Determinação de Dióxido de Enxofre na Atmosfera
1 de 9 ANEXO 2, A QUE SE REFERE O ARTIGO 30, II Método Referência para a Determinação de Dióxido de Enxofre na Atmosfera 1. Princípio e Aplicabilidade 1.1. O dióxido de enxofre (SO 2 ) é absorvido do ar
Aula prática sobre influência do factor ambiental salinidade no metabolismo de bivalves
Aula prática sobre influência do factor ambiental salinidade no metabolismo de bivalves Objectivo da aula: Demonstrar o efeito de um factor ambiental salinidade sobre as comportamento fisiológico de bivalves
INSTRUÇÃO DE TRABALHO Determinação de cafeína por CLAE
Página: 1 de 5 Nome Função Assinatura Data Elaboração: Liliamarta Novato Colaboradora Análise crítica: Alessandra Pulcineli RQ Substituta Aprovação: Francisco Jairo R. Fonseca RT 1. Objetivo A cafeína
4026 Síntese de 2-cloro-2-metilpropano (cloreto de tert-butila) a partir de tert-butanol
4026 Síntese de 2-cloro-2-metilpropano (cloreto de tert-butila) a partir de tert-butanol OH + HCl Cl + H 2 O C 4 H 10 O C 4 H 9 Cl (74,1) (36,5) (92,6) Classificação Tipos de reações e classes de substâncias
Mestrado em Tecnologia Química
Mestrado em Tecnologia Química Química das Superfícies e Interfaces Guia das Aulas Práticas Valentim M. B. Nunes 2015 Índice Prefácio... 3 1. Medição da Tensão Superficial... 4 1.1. Introdução... 4 1.2.
Aulas práticas de Química Ambiental: Alguns Experimentos para a Determinação da Qualidade de Águas Superficiais
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA Aulas práticas de Química Ambiental: Alguns Experimentos para a Determinação da Qualidade de Águas Superficiais
COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES 2ª SÉRIE Ensino Médio -2015. Roteiro de estudos para recuperação trimestral
COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES 2ª SÉRIE Ensino Médio -2015 Disciplina: Professor (a): QUÍMICA LUÍS FERNANDO Roteiro de estudos para recuperação trimestral Conteúdo: Referência para estudo: Sites recomendados:
ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO ( SPEEDY )
ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO EXPEDITO ( SPEEDY ) DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÕES...4 5. APARELHAGEM E MATERIAL...4
3. Materiais, amostras, procedimentos analíticos:
3. Materiais, amostras, procedimentos analíticos: 3.1 Materiais: A Tabela 3.1 apresenta os equipamentos e materiais utilizados, suas características principais, fornecedores, e em quais procedimentos os
APL 12º ano: SÍNTESE DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO ALIMENTAR Protocolo experimental a microescala
Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO APL 12º ano: SÍNTESE DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO ALIMENTAR Protocolo experimental a microescala
SEGURANÇA E TÉCNICA DE LABORATÓRIO AULA 01: ORGANIZANDO O LABORATÓRIO TÓPICO 03: ORGANIZAÇÃO LABORATORIAL O laboratório, seja de uma indústria, de um centro de pesquisa ou de uma instituição de ensino
MF-0514.R-1 - DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DO GÁS, EM CHAMINÉS
MF-0514.R-1 - DETERMINAÇÃO DA UMIDADE DO GÁS, EM CHAMINÉS Notas: Aprovado pela Deliberação CECA n. 168, de 02 de abril de 1981 Publicado no DOERJ de 07 de abril de 1981 1. OBJETIVO Definir método para
Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciência e Tecnologia Laboratório de Ciências Químicas Química Geral I Experimento 3 Tendências Periódicas 1 - OBJETIVOS Relacionar a reatividade química
Bebida constituída de frutos de açaí e café: Uma alternativa viável
Bebida constituída de frutos de açaí e café: Uma alternativa viável O açaí constitui-se a base da alimentação cotidiana de diversas famílias da região Norte do Brasil e oferece grande disponibilidade de
COLETA DE AMOSTRA 01 de 06
01 de 06 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível, é imprescindível recorrer a técnica de coleta definida
Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave
Intro 01 Introdução A autoclave A autoclave é um aparelho muito utilizado em laboratórios de pesquisas e hospitais para a esterilização de materiais. O processo de autoclavagem consiste em manter o material
Lista de Exercícios Fundamentos de Análise Volumétrica ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO.
ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. 1 Quantos mililitros de ácido nítrico 0,125 M são necessários para titular 1,30 g de hidróxido de bário? MASSAS
Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano)
Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano) INFLUÊNCIA DO CO 2 NA DISSOLUÇÃO DE CALCÁRIOS (Parte II Proposta de Resolução do Guião) O que se pretende 1. Seleccionar o material necessário ao estudo
