BIO 208 Processos Evolutivos Aula 4
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- Iago Alencastre Esteves
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1 Roteiro de Atividade Aula Prática Na aula prática de hoje iremos análisar o efeito da migração entre populações evoluindo sob deriva genética, o efeito da seleção em populações infinitas e o efeito da interação entre seleção e deriva. Migração e Deriva Na aula prática anterior observamos o efeito da deriva genética sobre as frequências alélicas de populações completamente isoladas. No entanto, frequentemente, o isolamento entre populações naturais não é completo. A existência de fluxo gênico entre populações afeta a trajetória das frequência alélicas. A transferência de alelos entre populações pode ocorrer pela troca de migrantes que contribuem com descendentes para a próxima geração. Simulações Usaremos o software Populus para avaliar o efeito da migração sobre populações sofrendo deriva genética.. Inicie o programa Populus. Acesse Model Mendelian Genetics Population Structure 3. Note que o programa requer a entrada de cinco parâmetros: Deme Size (N) Tamanho do Deme Migration Rate Taxa de Migração Iteration Interval Intervalo de Iteração (equivalente a gerações) Number of Demes Número de demes Initial Frequency Frequência inicial Tamanho do deme: os demes podem ser vistos como as populações. Pensando nas populações que simulamos na aula anterior com feijões, cada copinho seria um deme, portanto utilizaremos o termo população para nos referirmos aos demes. Esse primeiro parâmetro define o número de indivíduos em cada uma das populações que iremos simular. Taxa de migração : refere se à proporção de indíviduos que saem de sua população de origem para se reproduzir em outras populações (estabelecendo fluxo gênico). A taxa varia de a, sendo que em as populações estão totalmente isolados e em existe um padrão de panmixia entre todas as populações. Uma taxa de., por exemplo, indica que % dos indivíduos migram antes de se reproduzir. Intervalo de iteração: o termo iteração refere se à repetição de um conjunto de ações. Nesse caso, representa o número de gerações que serão simuladas.
2 Número de demes : refere se ao número de populações independentes que serão simuladas por vez. O valor máximo permitido é. Frequência inicial: refere se à frequência alélica p inicial. Note que é possível definir frequência iniciais distintas para cada população, entretanto não iremos utilizar essa opção nos exercícios de hoje. Além disso, a opção Permit Selfing? não deve estar marcada. Estamos interessados no efeito da taxa de migração. Por isso, os demais parâmetros serão fixados no seguintes valores: Tamanho do Deme: 4 Intervalo de iteração: Número de demes: Frequência inicial:.5 A opção Set Frequencies Collectively deve estar marcada Caso. Tamanho do deme (N) = 4 e taxa de migração = (população isoladas) Esse caso é equivalente a simulação com feijões realizada na Aula. Como a taxa de migração é igual a zero, as populações estão completamente isoladas. Aperte o botão view algumas vezes e observe os resultados das simulações. Cada linha do gráfico representa uma população. Como vimos nas aulas anteriores, a fixação do alelo ocorre rapidamente em populações tão pequenas. Observe o tempo que demora para que todas as populações tenham fixado um dos alelos. Repita a simulação algumas vezes.. Qual a proporção esperada de populações em que cada um dos alelos vai se fixar? Caso. Mude a taxa de migração para.. Repita a simulação algumas vezes.. O que aconteceu com a proporção de populações monomórficas ao final da simulação?
3 Caso 3. Mude a taxa de migração para. Observe a trajetória das frequências alélicas. Note que em algumas populações o alelo atinge a frequência e depois volta a descer. Em outras, ele atinge a frequência e volta a subir. 3. O que está acontecendo nessas populações? Caso 4. Mude a taxa de migração para.. Repita a simulação algumas vezes. 4. Qual a proporção de populações monomórficas ao final da simulação? 5. As populações parecem seguir trajetórias independentes ou todas seguem uma trajetória similar? Porque isso ocorre?
4 Seleção Simulações O modelo de seleção natural com o qual trabalharemos nestas simulações assume que a população é infinita e que o fenótipo é determinado diretamente por um único gene autossômico bialélico. Portanto a trajetória das frequências gênicas é determinada unicamente pelos coeficientes de seleção sobre os diferentes genótipos.. Ainda no programa Populus, acesse Model Natural Selection Selection on a Diallelic Autossomal Locus. Note que o programa possui três grupos de parâmetros: Plot Option: refere se às opções de visualização das simulações; Fitness/Selection Coeffs: refere se às opções sobre os parâmetros de seleção agindo na população; Initial Conditions: refere se às informações sobre as condições iniciais da população antes da seleção agir. Fitness/Selection Coeffs Na aba Fitness é possível informar a aptidão relativa de cada genótipo: W AA ; W Aa e W aa. Na aba Selection é possível informar dois parâmetros que são equivalentes aos da aba Fitness, de forma que uma é determinada pela outra. Assim, utilizaremos apenas a aba Fitness nas simulações. Initial Condition Initial Frequency: refere se à frequência alélica p inicial, podemos escolher entre duas opções: One Initial Frequency: uma única frequência inicial, que é informada pelo usuário. Six Initial Frequencies: seis frequência iniciais padronizadas (p próximo a, p =.8, p =.6, p =.4, p =., p próximo a ).
5 Generations: refere se ao número de gerações que serão simuladas. Estamos interessados no efeito da dominância e da intensidade de seleção sobre a trajetória da frequência alélica p. Caso. Seleção a favor de um alelo dominante Simularemos um cenário de seleção a favor de um alelo dominante e com dominância completa (os fenótipos AA e Aa são identicos perante a seleção). Logo a aptidão dos genótipos AA e Aa é igual a, e a aptidão do genótipo aa é menor que. Estabeleça W AA e W Aa como, e W aa como.9, escolha a opção Six Initial Frequencies e escolha gerações. Observe a trajetória da frequências alélicas.. O destino final do alelo varia com a frequência inicial? Por que não é necessário repetir a simulação várias vezes para cada valor para entender o padrão geral, como feito para as simulações de deriva? Marque a opção vs p em Plot Options. O valor representa o valor adaptativo médio da população.. O que acontece com o valor adaptativo médio da população? Marque a opção p vs p em Plot Options. O p expressa a variação da frequência do alelo p em função da frequência deste alelo.
6 3. O que acontece com o p quando p tem valores muito baixos (perto de zero) ou muito altos (perto de )? Como isso se reflete no gráfico de p vs t? Explique porque isso ocorre. Note que para os gráficos p vs p e vs p não estamos analisando os dados numa escala temporal, mas apenas em função das frequência alélicas. Dessa forma, questões como as condições iniciais não se aplicam à interpretação desses graficos Volte ao gráfico de p vs t e mude o número de gerações para 3. Agora vá diminuindo gradualmente o valor de W aa até chegar a.. 4. Como essa mudança afetou a forma como a frequência do alelo muda no tempo?
7 Volte o valor W aa para.9. Agora, observando o gráfico de p vs t mude o valor de W Aa para.95. (Essa combinação de valores adaptativos (W AA =, W Aa =.95 e W aa =.9), corresponde ao padrão de herança que chamamos de aditivo). 5. Como essa mundaça afetou o aumento da frequência do alelo no tempo? Observe o gráfico de p vs p. 6. Para que valor de frequência alélica (p) o p é máximo? caso? Observe o gráfico de vs p 7. Qual parece ser a relação entre o valor adaptativo médio e a frequência alélica nesse Marque a opção One Initial Frequency em Initial Conditions, troque a frequência inicial para o.5 e clique no botão View. Marque a opção Genotypic frequency vs t em Plot Options. Iremos comparar esse gráfico em dois dos cenários anteriores: W AA =, W Aa = e W aa =.9 W AA =, W Aa =.95 e W aa =.9 Observando as proporções entre genótipos ao longo do tempo, responda: 8. Como a proporção entre genótipos nas primeiras 5 gerações se compara nos dois cenários?
8 9. Como a proporção entre genótipos após gerações se compara nos dois cenários?. Porque a seleção se torna particularmente lenta para frequência alélicas altas quando há dominância completa? Caso Seleção a favor do heterozigoto Como visto em aula e na simulação anterior, a seleção pode eliminar a variação genética em um locus de uma população. Entretanto populações naturais são comumente muito diversas. Um dos mecanismos seletivos que pode manter esta variação (mas não o único) é a seleção à favor do heterozigoto. Ainda na mesma janela altere os coeficientes de seleção: W AA =.9, W Aa = e W aa =.9. Escolha a opção Six Initial Frequencies e 3 gerações.. A frequência do alelo A se aproxima de que valor com o passar do tempo? Qual o efeito da frequência inicial do alelo sobre este resultado?
9 Marque a opção vs p em Plot Options. Para que valor da frequência do alelo A o valor adaptativo médio ( ) é máximo? 3. Que parâmetros são importantes para determinar a frequência final do alelo A quando há seleção a favor do heterozigoto? Seleção e deriva Como vimos anteriormente a seleção é um processo direcional, no qual a a trajetória das frequências alélicas é determinada pelos coeficientes seletivos e pela frequência inicial. A deriva genética, por outro lado, é um processo estocástico no qual a trajetória das frequências alélicas em uma população não pode ser previsto. Cada um destes processos, deriva e seleção, quebra um dos pressupostos do teorema de Hardy Weinberg; agora faremos algo radical e quebraremos dois pressupostos ao mesmo tempo: vamos analisar o efeito da interação entre seleção e deriva. Já que faremos algo tão radical, achamos que seria interessante compilar os resultados de toda a sala e analisar os padrões gerais observados. Para cada um dos cenários abaixo cada dupla deve rodar simulações e registrar se o alelo A foi fixado, perdido ou se o polimorfismo se manteve. Além disso para as duas primeiras simulações de cada cenário as duplas devem registrar a frequência final (aproximada) do alelo A. Acesse Model Mendelian Genetics Drift and Selection. Os parâmetros necessários já são velhos conhecidos das simulações anteriores.
10 Caso. População pequena e seleção fraca Utilize os seguintes parâmetros: tamanho populacional de indivíduos, frequência inicial igual a., W AA e W Aa iguais a e W aa igual a.9 e gerações.. Anote a frequência final aproximada da primeira simulação. Anote a frequência final aproximada da segunda simulação Alelo A PERDIDO FIXADO POLIMORF Nas simulações, qual o número de vezes no qual o alelo A foi perdido? 4. Qual o número de populações polimórficas após gerações? Caso. População pequena e seleção forte Utilize os mesmos parâmetros da simulação anterior, mas reduzindo W aa para Anote a frequência final aproximada da primeira simulação 6. Anote a frequência final aproximada da segunda simulação Alelo A PERDIDO FIXADO POLIMORF Nas simulações, qual o número de vezes no qual o alelo A foi perdido? 8. Qual o número de populações polimórficas após gerações? Caso 3. População maior com seleção fraca Repita o caso porém com uma população de indivíduos 9. Anote a frequência final aproximada da primeira simulação. Anote a frequência final aproximada da segunda simulação
11 Alelo A PERDIDO FIXADO POLIMORF Nas simulações, qual o número de vezes no qual o alelo A foi perdido?. Qual o número de populações polimórficas após gerações? Caso 4. População maior com seleção forte Repita o caso 3 reduzindo o valor de W aa para.5 3. Anote a frequência final aproximada da primeira simulação 4. Anote a frequência final aproximada da segunda simulação Alelo A PERDIDO FIXADO POLIMORF Nas simulações, qual o número de vezes no qual o alelo A foi perdido? 6. Qual o número de populações polimórficas após gerações? 7. Em que situações o alelo a se fixou? Como você explica a fixação do alelo com menor valor adaptativo? 8. Nas populações grandes, qual foi a diferença entre seleção forte e fraca para o resultado final?
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