Plantio mecanizado e a produtividade da canade-açúcar
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- Ana Luísa Gameiro Osório
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1 Plantio mecanizado e a produtividade da canade-açúcar Ivo Francisco Bellinaso [email protected] Outubro de 2016
2 TCH Variação da produtividade FAZENDA MODELO LINHA 20 m
3 PRODUTIVIDADE CLIMA MANEJO VARIEDADE CLIMA SOLO VARIEDADE SOLO PROF. Dr. CHRISTOFIDIS SEMINÁRIO ESTRATÉGICO DE IRRIGAÇÃO DA CANA
4 CHUVA (mm) VARIAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO CLIMA PIRACICABA - SP PIRACICABA - SP MÉDIA mm
5 CHUVA (mm) VARIAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO USINA ESTER - SP CLIMA USINA ESTER MÉDIA mm Maurício Antônio de Oliveira
6 PRECIPITAÇÃO (mm) mm VARIAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO DECÊNIOS CLIMA USINA ESTER MÉDIA 10 ANOS MÉDIA mm PRECIPITAÇÃO PIRACICABA - SP MÉDIA mm / / / / / / / / /80 ANOS
7 TCH PRODUTIVIDADE CLIMA E AMBIENTES DE PRODUÇÃO MÉDIA DE 4 CORTES AMBIENTE DE PRODUÇÃO A B C D E A.C. Joaquim 65 88/89 89/90 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 SAFRA MÉDIA
8 LEVANTAMENTOS DE SOLOS SOLO CANA-DE-AÇÚCAR Levantamentos Ultradetalhado Detalhados Semidetalhados Reconhecimento - alta intensidade Reconhecimento - média intensidade Reconhecimento - baixa intensidade Exploratórios Esqemáticos Escalas 1 cm no mapa equivale a Área mínima mapeável km m ha km 2 1:500 0, ,001 0, : , ,004 0, : , ,016 0, : , ,1 0,001 1: , ,19 0,0019 1: , ,25 0,0025 1: , ,4 0,004 1: , ,9 0,009 1: , ,6 0,016 1: , ,5 0,025 1: , ,6 0,036 1: , ,1 1: , ,4 0,144 1: , ,5 0,225 1: ,4 1: , ,9 1: ,6 1: , ,5 1: ,6 1: : , ,5 1: : : : : CAMPO PUBLICAÇÃO Relatório & mapas
9 LEVANTAMENTOS DE SOLOS Gerais Classe de solo Localização Data Nível de detalhe Declive Tipo de relevo Uso atual Erosão Profundidade Pedregosidade Rochosidade Atração magnética Reação ao ácido clorídrico Reação a água oxigenada Permeabilidade Água no solo Lençol freático INFORMAÇÕES Horizontes Nomenclatura Espessura Profundidade Cor(seco, seco triturado, úmido, molhado amassado) Mosqueado (quantidade, tamanho, contraste) Transição entre horizontes Textura Estrutura (tipo, classe, grau) Cerosidade Consistência ( seco, úmido, molhado) Porosidade Raizes CARACTERIZAÇÃO Físicas: Cálculos: Textural ( areia grossa e fina, Gradiente de argila silte e argila.) Relação silte/argila Argila natural (dispersa em água) Grau de floculação Densidade global do solo D ph Densidade real (partícula) Soma de bases (S) Retenção de água Capacidade de troca de cátions (T) (Capacidade de campo e Saturação de bases (V) Ponto de murcha permanente) Saturação com alumínio (m) Retenção de cátions (RC) Químicas: Relação cálcio/magnésio ph em água e KCl Saturação com sódio Fósforo Saturação com potássio Sódio, potássio, cálcio, magnésio, Saturação com cálcio alumínio e hidrogênio Saturação com magnésio Carbono (matéria orgânica) Ki Óxidos (SiO 2, Al 2 O 3, Fe 2 O 3 ) Kr
10 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS
11 INTERPRETAÇÕES APTIDÃO AGRÍCOLA DAS TERRAS FERTILIDADE DEFICIÊNCIA DE ÁGUA EXCESSO DE ÁGUA OU DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO SUSCETIBILIDADE À EROSÃO IMPEDIMENTOS À MECANIZAÇÃO CAPACIDADE DE USO DA TERRA PROFUNDIDADE EFETIVA TEXTURA PERMEABILIDADE DECLIVIDADE EROSÃO FATORES LIMITANTES USO ATUAL 6 CLASSES 8 CLASSES 6 CLASSES
12 EFEITO DAS LIMITAÇÕES RECEITA SOLO 1 SOLO 2 SOLO 3 RETORNO ECONÔMICO E/OU E/OU FERTILIDADE DO SOLO COMPACTAÇÃO DO SOLO DEFICIÊNCIA DE ÁGUA REDUÇÃO DE ÁREA ÚTIL PRODUTIVIDADE ECONÔMICA CUSTO DE PRODUÇÃO FERTILIZANTES E CORRETIVOS BAIXO RENDIMENTO DA MECANIZAÇÃO PREPARO DO SOLO PRÁTICAS CONSERVACIONISTAS
13 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO Ajuste do espaçamento e bitola
14 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO Foto: BELLINASO, I.F., FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2010
15 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO
16 BROTAÇÃO DE VARIEDADES DE CANA & PREPARO DO SOLO 44 FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2011
17 BROTAÇÃO DE VARIEDADES DE CANA & PREPARO DO SOLO FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)
18 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2016
19 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO X CULTIVO FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2016
20 CAUSAS DA COMPACTAÇÃO DO SOLO Figura 3: en una situación general de locomoción extravial, tanto el neumático como el terreno se deforman. (Aubel, 1993) Fonte: De Simone et al EEA INTA Salta, Argentina.
21 FATORES DA COMPACTAÇÃO DO SOLO PRESSÃO
22 UMIDADE DO SOLO - TRÁFEGO 15 mm - 21,3 cm 30 mm - 31,7 cm C B A 0 mm - 14,7 cm
23 RESITÊNCIA À PENETRAÇÃO(kgf UMIDADE DO SOLO - REVOLVIMENTO 120 RESISTÊNCIA DO SOLO LVd1.1 cone de 1/2" UMIDADE DO SOLO(%) QUANDO REVOLVIDO Fonte: Bellinaso, I.F. et al - CTC/1994.
24 FATORES DA COMPACTAÇÃO DO SOLO - 2 PRESSÃO E CARGA POR EIXO Fonte: MANTOVANI, E Fonte: LANÇAS, K.P. XXXICBCS, 2007
25 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO Fonte: BELLINASO ET AL
26 EFEITO DAS LIMITAÇÕES COMPACTAÇÃO DO SOLO
27 EFEITO DAS LIMITAÇÕES AVALIAÇÃO DA COMPACTAÇÃO COMPACTAÇÃO DO SOLO DESCOMPACTAÇÃO PREPARO DO SOLO FONTE: BELLINASO, I.F, 1997 FONTE: BELLINASO, I.F, 1997
28 EFEITO DAS LIMITAÇÕES EROSÃO DO SOLO
29 EFEITO DAS LIMITAÇÕES EROSÃO DO SOLO Fonte: BELLINASO ET AL
30 INFILTRAÇÃO (mm/h) PERDAS DE ÁGUA EROSÃO DO SOLO INFILTRAÇÃO (mm/h) VELOCIDADE BÁSICA DE INFILTRAÇÃO DE ÁGUA - VIB (mm/h) LARGURA DA LINHA = 50 cm E LARGURA DA ENTRELINHA = 100 cm VIB LINHA 25,2 mm/h (2,5-65,5) VIB MÉDIA 13 mm/h VELOCIDADE BÁSICA DE INFILTRAÇÃO DE ÁGUA - VIB (mm/h) MÉDIA 12,6 mm/h VIB LINHA 14,4 mm/h 10 0 VIB ENTRELINHA 6,9 mm/h (1,1-14,3) TEMPO (Minutos) 10 0 VIB ENTRELINHA 8,9 mm/h TEMPO (Minutos)
31 Mg/ha/evento Mg/ha/evento PERDAS DE SOLO EROSÃO DO SOLO 4,5 4,0 3,5 3,0 PERDAS DE SOLO ENSAIO 8 4,5 4,0 3,5 3,0 PERDAS DE SOLO ENSAIO 5 2,5 2,0 2,5 2,0 R² = 0,9264 1,5 1,0 0,5 0,0 R² = 0,9727 T1 T2 T3 T4 T5 T6 TRATAMENTO PALHA 1,5 1,0 0,5 0, TRATAMENTOS PALHA
32 PREPARO DO SOLO EROSÃO DO SOLO Foto: BELLINASO, I.F., 2016.
33 EFEITO DAS LIMITAÇÕES RECEITA SOLO 1 SOLO 2 SOLO 3 RETORNO ECONÔMICO E/OU E/OU FERTILIDADE DO SOLO COMPACTAÇÃO DO SOLO DEFICIÊNCIA DE ÁGUA REDUÇÃO DE ÁREA ÚTIL PRODUTIVIDADE ECONÔMICA CUSTO DE PRODUÇÃO Fonte: BELLINASO, I.F., FERTILIZANTES E CORRETIVOS BAIXO RENDIMENTO DA MECANIZAÇÃO PREPARO DO SOLO PRÁTICAS CONSERVACIONISTAS
34 t DE CANA POR ha CHUVA (mm) EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE CHUVA TCH Linear (CHUVA) Linear (TCH) Mauricio Antonio de Oliveira
35 CHUVA (mm) VARIAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO CLIMA PIRACICABA - SP PIRACICABA - SP MÉDIA mm
36 PRODUTIVIDADE FONTE: IDEA 2016
37 CUSTO CUSTO DE PRODUÇÃO TCH 100 R$/t IDEA- 2013
38 PRODUTIVIDADE Operações Condição % realizada % redução % Redução da TCH Preparo do solo Ótima 60 0 Umidade alta ,9 Umidade baixa ,5 Terraços Correto 0 0 Convencional (Remoção hor A) ,2 Época de plantio Fev a abril 40 0 Janeiro ,5 Maio a julho Ago a Dez ,4 Plantio Falhas >10% ,5 Áreas Restritas Declive Compactação na Umidade alta ,3 colheita Linha ,2 Áreas 100m larg. Manobras (10m) 5 4 0,2 Áreas 200m larg. Manobras (10m) 5 2 0,1 Perdas Mec - Conv TOTAL 18,8 9,4%
39 PLANTIO MECANIZADO DA CANA-DE-AÇÚCAR 2003 ENSAIO DE APTIDÃO DE VARIEDADES PRIMEIRAS VARIEDADES TESTADAS 1 RB SP SP RB SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP
40 PLANTIO MECANIZADO ENSAIOS =>41 COLHEITAS VARIEDADES / CLONES => LINHAS DE 50m PLANTIO MECANIZADO LINHAS DE 50m PLANTIO CONVENCIONAL PERÍODO => 2003 a 2012 PLANTIO MECANIZADO x CONVENCIONAL REDUÇÃO DE TCH NO PRIMEIRO CORTE: REDUÇÃO DE TCH PONDERADA DE 3 CORTES: 13,26% 9,78%
41 PLANTIO MECANIZADO Ensaios = 7 Clones/ variedade = 83 Aumento = 4,1 % 498 linhas 50 m plantio mecanizado 498 linhas 50 m plantio convencional Desempenho das variedades mais cultivadas entre 2005 e 2012 RB72454 % DE REDUÇÃO SP RB º Corte 2º Corte 3º Corte MÉDIA MÉDIA
42 PLANTIO MECANIZADO VARIEDADES VARIEDADES E MANEJO SP PLANTIO TCH CONVENCIONAL 114,00 MECANIZADO 125,11 DMS = 12,3 FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2010 FOTO: BELLINASO, I.F (CTC) 2009
43 TCH % DE FALHAS PLANTIO MECANIZADO FALHAS & TCH R² = 0, , , ,1-54 MÉDIA FAIXAS (% DE FALHAS) 0 FONTE: BELLINASO, I.F (CTC) 2014
44 PLANTIO MECANIZADO DA CANA-DE-AÇÚCAR VARIEDADES PLANEJAMENTO COLHEDORA PLANTADORA
45 PLANTIO MECANIZADO PLANEJAMENTO REFORMA ÁREA/SOLO/VARIEDADE: ATUAL E FUTURA/ ÉPOCA PREPARO E PLANTIO. VIVEIRO ÁREA/IDADE/FITOSSANIDADE PREPARO DO SOLO COMPACTAÇÃO/INVASORAS/PRAGAS DE SOLO/SUSTENTABILIDADE QUANTIDADE COLHEDORAS, PLANTADORAS E TRANSBORDOS/DISTÂNCIA ENTRE MUDA E PLANTIO RENDIMENTO PLANTADORAS/DIAS ÚTEIS VIVEIROS ALTERNATIVOS COLHEDORA DESINFECÇÃO - RAQUITISMO LIMPEZA DOS TOLETES TAMANHO DOS TOLETES GEMAS CLASSIFICAÇÃO DOS TOLETES ÓTIMOS E BONS/REGULARES/ RUINS/PEDAÇOS DANOS TOMBADOR/CORTE DE BASE/ROLOS TRANSPORTADOR/PICADOR/ELEVADOR REDUÇÃO DE DANOS PLANTADORA PROFUNDIDADE SULCO DOSAGEM - DISTRIBUIÇÃO DE MUDAS / TALISCAS / t/ha / COBERTURA DE TERRA FALHAS/CLASSIFICAÇÃO TOLETES/NÚMERO DE GEMAS (4 viáveis e equidistantes) APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS PRAGAS DE SOLO / PODRIDÃO ABACAXI/ ESTIMULANTES / FITOTÔNICOS VARIEDADES RESULTADOS/TOCO /COMPRIMENTO TOLETES / GEMAS POR TOLETE /
46 % BROTAÇÃO PLANTIO MECANIZADO VARIEDADES 90 T INFERIOR BROTAÇÃO T MÉDIO 80 T SUPERIOR MÉDIA 76, ,7 68, , % % Foto: BELLINASO, I.F MÉDIA IDADE DA MUDA Fonte: BELLINASO, I.F. 2016
47 PLANTIO MECANIZADO Viveiro: Avaliações pré-colheita Número de colmos Número de gemas/colmo Total de gemas Teste de brotação: 30 dias(?) antes do plantio RENDIMENTO DE MUDAS NOVAS VARIEDADES > NÚMERO DE COLMOS/m > NÚMERO DE GEMAS / ha
48 PLANTIO MECANIZADO CTC20 Ponto 2 21/10/ colmos + 3 definhadas (17 gemas) 20 brotos colmos com brotos laterais 13 colmos com rachaduras 8 colmos com broca na ponta 5 colmos com broca no meio 1 cana morta 2 colmos tortos soma média Encurtamento internódio: ,7 média = 85/15 = 5,67 7 espumas BROCADO TOTAL % B PÉ ,5 MEIO ,3 PONTA ,1 TOTAL ,3 Gemas: Total 254/15 16,9 Viáveis 235/15 15,6 TOTAL PÉ MEIO PONTA VIÁVEIS INVIÁVEIS VIÁVEIS INVIÁVEIS VIÁVEIS INVIÁVEIS
49 PLANTIO MECANIZADO Viveiro: Avaliações pré-colheita COLMOS/m = 15 TOTAL COLMOS/ha = GEMAS POR COLMO = 16,9 (4 amostras 5 m) GEMAS VIÁVEIS POR COLMO = 15,6 TOTAL GEMAS V/ha = PERDAS NA COLHEITA (20%) = BROTAÇÃO 63% = gemas/ha (viveiro) RENDIMENTO DE MUDAS: 12 GEMAS V G/m = /ha => 1 : 9,8 15 GEMAS V G/m = /ha => 1 : 7,9 18 GEMAS V G/m = /ha => 1 : 6, GEMAS VIÁVEIS = 92,5 5,4 10,8 13,0 PERDAS NA COLHEITA = 10% 6,0 12,0 14,4 DANOS GEMAS V NA COLHEITA = 20% % BROTAÇÃO GEMAS VIÁVEIS = 63% GEMAS POR METRO 7,5 15,0 18,0 11,9 23,8 28,6 TOTAL GEMAS
50 PLANTIO MECANIZADO COLHEDORAS
51 PLANTIO MECANIZADO COLHEDORAS Amonex: Solução a 0,2% de cloreto de benzalcônio 30% (2 ml/l).
52 PLANTIO MECANIZADO AVALIAÇÃO PÓS COLHEITA: CLASSIFICAÇÃO DOS TOLETES: BONS, REGULARES... GEMAS VIÁVEIS COMPRIMENTO DOS TOLETES NÚMERO DE GEMAS POR TOLETE NÚMERO DE GEMAS POR METRO TONELADAS DE MUDAS POR HECTARE
53 PLANTIO MECANIZADO AMOSTRAS Fonte: BELLINASO, Fonte: CTC/COORDENADORIA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA.
54 PLANTIO MECANIZADO Avaliação pós-colheita CLASSIFICAÇÃO DA AMOSTRA TOLETES PALMITOS PEDAÇOS Fonte: CTC/COORDENADORIA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA.
55 LIMPEZA DA MUDA Velocidade de Colheita * Recomendação atual: ~ 50% da velocidade da colheita comercial Redução dos danos nas gemas e toletes Melhor qualidade da limpeza da muda Ajuste Rotação Extrator Primário (Limpeza da Carga) Varia conforme umidade da palha e velocidade de deslocamento da colhedora Limpeza da muda facilita a dosagem, melhora o controle do operador e evita embuchamentos na plantadora Fonte: CTC/COORDENADORIA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA.
56 PLANTIO MECANIZADO Avaliação pós-colheita Comprimento do tolete: padronização do corte Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
57 Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012 PLANTIO MECANIZADO Classificação pós-colheita TOLETE ÓTIMO/BOM
58 PLANTIO MECANIZADO TOLETE REGULAR Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
59 PLANTIO MECANIZADO TOLETE RUIM Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
60
61 Fonte: CTC/COORDENADORIA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA.
62 PLANTIO MECANIZADO Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
63 Operação de colheita de muda Verificação das lâminas das facas do corte de base e rolos picadores Melhor qualidade do corte Redução do dano no tolete Redução dos embuchamentos Menor contaminação Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
64 Operação de colheita de muda Manter sincronismo dos rolos picadores Fonte: Coordenadoria de Engenharia Agrícola, 2012
65 PLANTIO MECANIZADO PLANTADORA
66 PLANTIO MECANIZADO
67 PLANTIO MECANIZADO AVALIAÇÃO PÓS PLANTIO CLASSIFICAÇÃO DOS TOLETES: BONS, REGULARES... GEMAS VIÁVEIS COMPRIMENTO DOS TOLETES NÚMERO DE TOLETES NÚMERO DE GEMAS POR TOLETE NÚMERO DE GEMAS POR METRO TONELADAS DE MUDAS POR HECTARE
68 PLANTIO MECANIZADO Abastecimento Danos nas gemas Distribuição das gemas Cobertura das mudas FOTO: BELLINASO, I.F(CTC)2011
69 PLANTIO MECANIZADO CT Avaliação pós-plantio CT BOM REG. RUIM BOM REG. RUIM BOM REG. RUIM Fonte:: BELLINASO, I.F ET AL(CTC)2004 CT921001
70 PLANTIO MECANIZADO
71 COBERTURA MUDAS 51 FOTO: BELLINASO, I.F ET AL(CTC)2008
72 COBERTURA MUDAS 51 FOTO: BELLINASO, I.F ET AL(CTC)2009
73 FALHAS(%) MECANIZAÇÃO % FALHAS 1º E 5º CORTES - MECANIZADO E CONVENCIONAL Monte Alegre Plantio 02/04/03 LVA-2 Colheita 1ºC 29/09/04 70 Colheita 5ºC 30/09/ FALHAS FALHAS 1ºC MEC FALHAS 1ºC MAN FALHAS 5ºC MEC FALHAS 5ºC CONV 13,6 14, ,1 5 6,1 5,3 19 FONTE: BELLINASO, I.F ET AL 2009 VARIEDADES
74 FONTE: BELLINASO, I.F ET AL 2015 % FALHAS PLANTIO MECANIZADO % FALHAS 18 % DE FALHAS MÉDIA ENSAIOS 9,2
75 AGRADECIMENTOS: TÉCNICOS: Célio Manechini Adhair Ricci Jr Jorge Luis Donzelli Paulo César da Silva Celso Aparecido Sarto Rubens Leite Braga do Canto Jr Adalberto Moreira Alves José Leonel Pasqualinotto Rodolfo Dias Alves Jorge Bráz Fogolin José Guilherme Perticarrari Antonio Carlos Pelizzari Pinto Luciano Menegasso Antonio Airton Santin Pizzinatto Antonio Sérgio Marchi... USINAS: Boa Vista Buriti Da Pedra Ipê Iracema Santa Adélia Santa Luiza São Carlos São Francisco AB São Martinho São Luiz SA...
76 OBRIGADO!
77 Comprimento dos toletes / Gemas por toletes PRESENÇA: MANIFESTAÇÃO: DISPUTA FATORES FAVORÁVEIS CONTROLE CULTURAL: CONTROLE QUÍMICO: BARREIRA PARA EVITAR A ENTRADA DO FUNGO EFICIÊNCIA DOS FUNGICIDAS: IMERSÃO APLICAÇÃO FUNGICIDAS NA PLANTADORA: PODRIDÃO ABACAXI Foto: Renato Ferreira 82
78 1 x 10 MEIOSI 1 x 4 Foto: BELLINASO, 2016 Foto: Júlio Vieira Estiva Bioenergia
79 Foto: Usina São Martinho Esquema de Plantio
80 Esquema de Plantio
81 Mudas de MPB - Plantio Manual Taxa de multiplicação Nº Touceiras/m Nº colmos/touc Nº Colmos/m Nº Gemas/colmo Total Gemas/m Linhas(16 gemas/m) Nº Touceiras/m Nº colmos/touc Nº Colmos/m Nº Gemas/colmo Total Gemas/m Linhas(16 gemas/m) Nº Touceiras/m Nº colmos/touc Nº Colmos/m Nº Gemas/colmo Total Gemas/m Linhas(16 gemas/m) Nº Touceiras/m Nº colmos/touc Nº Colmos/m Nº Gemas/colmo Total Gemas/m Linhas(16 gemas/m) Nº Touceiras/m Nº colmos/touc Nº Colmos/m Nº Gemas/colmo Total Gemas/m Linhas(16 gemas/m) Obs.: Colheita mecanizada de mudas MPB: danos muito altos às soqueiras.
82 CANA-DE-AÇÚCAR Melhoramento genético da cana: variedades são híbridos de cruzamento interespecífico (Saccharum officinarum, S. spontaneum, S. sinense, S. barberi, S. robustum e S. edule).. Cromossomos: Objetivo: produzir e armazenar sacarose. Reprodução: Variedades: a fisiologia do desenvolvimento varia entre variedades (cultivares) dentro da mesma espécie. Há casos em que as diferenças entre cultivares são maiores do que entre as espécies (Jadoski et al, 2010) Idade da muda Dillewijn, 1952 e se deve considerar quanto tempo as mudas devem ser armazenadas antes de serem distribuídas no sulco intervalo de 3 dias entre o corte e o plantio, os toletes oriundos do ápice do colmo, brotam melhor que os das demais partes. Viveiro x área de plantio - distância Transbordo dano às gemas Qualidade da muda plantar muda de cana; (tombamento) 87
83 S. officinarum S. spontaneum S. sinense S. barberi S. robustum S. edule IAC48-65 SP RB72454 CTC4 SP SP RB835054
84
85 PLANTIO MECANIZADO
86 OBRIGADO! Ivo Francisco Bellinaso Fone: (19) /
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