DENSIDADE DO SOLO E DENSIDADE DE PARTÍCULAS
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- Alícia Fartaria Rijo
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1 LSO Física do Solo DENSIDADE DO SOLO E DENSIDADE DE PARTÍCULAS Prof. Miguel Cooper Prof. Jairo Antonio Mazza
2 RELAÇÃO ENTRE A MASSA SÓLIDA E O VOLUME TOTAL (VOLUME DOS SÓLIDOS + VOLUME POROSO)
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4 DENSIDADE DO SOLO
5 A densidade do solo é definida como sendo a relação existente entre a massa de uma amostra de solo seca a 105ºC e a soma dos volumes ocupados pelas partículas e pelos poros.
6 MÉTODO DE DETERMINAÇÃO O método mais utilizado é o do anel volumétrico: Usa-se o anel de kopeck, de bordas cortantes e capacidade interna conhecida, geralmente 100 cm3; crava-se o anel na parede do perfil ou na superfície do solo, removendo-o; a seguir remove-se o excesso de terra, a qual será desbastada com auxílio de uma faca cortante, até igualar com ambas as superfícies do anel.
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8 Transfere-se o anel para um recipiente apropriado, ainda no campo, para não haver perda de material; secando em estufa e pesando-se a amostra, calcula-se então a densidade do solo, onde: Ds = M/V Ds é a densidade do solo; M é a massa da amostra; V é o volume da amostra.
9 Observações Sob condições de estrutura comparáveis, quanto mais argiloso o solo, menor sua densidade. Em solos expansivos, ou aqueles em que o volume V varia com o teor de água do solo, como quando as argilas são do tipo 2:2, o valor da densidade do solo deve ser acompanhado do valor da umidade do solo no momento da medida.
10 INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS As densidades dos solos são expressas em gramas por centímetros cúbicos ou kilogramas por metro cúbico e as amplitudes de variação situam-se dentro dos seguintes limites: - solos argilosos, de 0,90 a 1,25 g/cm3 - solos arenosos, de 1,25 a 1,60 g/cm3 - solos húmicos, de 0,75 a 1,00 g/cm3 - solos turfosos, de 0,20 a 0,50 g/cm3
11 Densidade do Solo
12 CONCLUSÃO De maneira geral, pode-se afirmar que, quanto mais elevada for a densidade do solo, maior será sua compactação e a estrutura degradada, menor sua porosidade total e, consequentemente, maiores serão as restrições para o crescimento do sistema radicular e desenvolvimento das plantas.
13 Importância da Densidade do Solo A determinação da densidade dos horizontes de um perfil de solo permite avaliar certas propriedades, como: drenagem porosidade condutividade hidráulica permeabilidade ao ar e à água capacidade de saturação armazenamento de água e água disponível
14 Importância da Densidade do Solo Recomenda-se solos pouco densos para culturas produtoras de tubérculos, a exemplo da mandioca e da batata. A densidade restritiva ao desenvolvimento radicular não é a mesma para todos os solos. A densidade do solo também pode interferir na germinação de sementes. Pode interferir na concentração de proteínas e açúcares presentes nos frutos.
15 DENSIDADE DE PARTÍCULAS
16 DENSIDADE DE PARTÍCULAS A densidade de partículas refere-se apenas à fração sólida de uma amostra de terra, sem considerar a porosidade. Por definição, entende-se como densidade das partículas a relação existente entre a massa de uma amostra de solo e o volume ocupado por esta fração sólida. A densidade de partículas de um solo, quer seco ou molhado, é sempre a mesma, desde que se subtraia da massa da amostra o peso da água contida.
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18 DENSIDADE DAS PARTÍCULAS Nos solos, seus valores variam, em média, entre os limites de 2,3 e 2,9 g.cm-3. Como valor médio, para efeito de cálculos pode-se considerar a densidade de partículas como sendo de 2,65 g.cm-3. Isto porque os constituintes minerais predominantes nos solos são o quartzo, os feldspatos e os silicatos de alumínio coloidais, cujas densidades de partículas estão em torno de 2,65 g.cm-3.
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20 MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO Na determinação da densidade das partículas do solo é necessário obter o valor da massa da amostra e depois o volume dos sólidos presentes. A massa é obtida por simples pesagem em balança analítica. Quanto ao volume, pode ser obtido pelo método do balão volumétrico, o qual é considerado o mais preciso dentre os métodos existentes.
21 MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO Em laboratório, a determinação da densidade de partículas nada mais é do que a medida do volume de líquido deslocado por uma massa conhecida de partículas sólidas. Os líquidos usualmente empregados são água e álcool etílico (preferencialmente este último).
22 Relações entre a densidade do solo e: Textura e agregação Velocidade de infiltração da água e erosão Macroporosidade e desenvolvimento de raízes Consistência do solo (seco, úmido e molhado) e compactação Desenvolvimento radicular Técnicas de manejo e produtividade agrícola
23 Solo uniformemente argiloso Perfil uniforme de textura média
24 Solos de Textura e Agregação Variáveis no Perfil Bpl Bt Densidades Variáveis Bni
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29 Alta densidade Taxa de infiltração 5 a 7 mm / hora Baixa densidade Taxa de infiltração 80 a 100 mm / hora 15 / 28% de argila
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33 Macroporosidade (%) PV LV LV x PV Macroporosidade (%) Profundidade (cm) LV PV
34 Fonte: Usina Santa Adélia Claret e Gilberto Efeito da umidade na compactação do solo Tráfego após 24 horas 1,45
35 As raízes das soqueiras de cana-de-açúcar no perfil do solo Raízes confinadas CRESCIMENTO DE RAÍZES Densidade do solo Crescimento das raízes (g/cm3) (mm/dia) 1,04 20,0 1,12 17,3 1,20 16,5 1,28 13,5 1,36 7,5 1,44 1,7 Fonte: Claret IDEA NEWS (2002)
36 Efeito da umidade na compactação do solo e na produtividade da soqueira de cana-de-açúcar 3% 6% 15% Fonte: Usina Santa Adélia Claret e Gilberto
37 Efeito da Compactação na Densidade do Solo, na Macroporosidade, Porosidade Total e na Água Retida Discriminação da Amostragem Argila (%) Densidade (g/cm 3 ) Porosidade (%) Solo Partículas Macro Micro Total Ap(00-25) Linha 29 1,39 2, Ap(00-25) Entrelinha 29 1,80 2, Bt(25-53)Entrelinha 37 1,70 2, Bw(53-95)Entrelinha 39 1,37 2, Discriminação da Amostragem Retenção de Água (% Volume) - atm ,01 0,05 0,1 0,3 1,0 15,0 Ap(00-25) Linha Ap(00-25) Entrelinha Bt(25-53)Entrelinha Bw(53-95)Entrelinha Fonte: Mazza (1994)
38 Sistema radicular da cultura cítrica em perfil de PVL, sem compactação Sistema radicular da cultura cítrica em perfil de PVL, com compactacão
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41 Cafezais com três anos de idade: à esquerda, sob o sistema de preparo prévio sem pós-movimentação, mostrando melhor coloração, enfolhamento e produtividade (encoberta pelas folhas); à direita, manejado sem preparo prévio com cultivo mecânico pós-instalação da cultura Café beneficiado (sacas/ha) com cultivo sem cultivo 0 3 anos 12 anos
42 Desenvolvimento de vegetação na entrelinha (acima) e sistema radicular uniformemente distribuído no perfil do solo (abaixo) até 130 cm no sistema com preparo prévio Sistema de manejo com cultivo mecânico pós-instalação mostrando o solo descoberto (acima) e ausência de raízes no perfil (abaixo)
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