Responsabilidade Socioambiental no Setor da Cal
|
|
|
- Moisés Sousa Fartaria
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Responsabilidade Socioambiental no Setor da Cal Programas Institucionais da ABPC para Qualificação de Produtores de Cal OUTUBRO/2012 1
2 Mercado Brasileiro de Cal Produção anual: 8,2 milhões ton. 5 o produtor mundial 2
3 Mercado Brasileiro de Cal 8500 Evolução da Produção (mil t/ano) 8000 Produção anual
4 Mercado Brasileiro de Cal Perfil do Consumo de Cal MERCADO TOTAL 8,2 milhões ton 4
5 Mercado Brasileiro de Cal Construção Civil: 31% do mercado Processos industriais e outros usos somados: 69% do mercado 5
6 Processo de Produção da Cal EXTRAÇÃO DO MINÉRIO 6
7 Processo de Produção da Cal EXTRAÇÃO DO MINÉRIO MOAGEM 7
8 Processo de Produção da Cal EXTRAÇÃO DO MINÉRIO MOAGEM CALCINAÇÃO CaO CAL VIRGEM 8
9 Processo de Produção da Cal EXTRAÇÃO DO MINÉRIO Ca(OH) 2 CAL HIDRATADA MOAGEM CALCINAÇÃO HIDRATAÇÃO 9
10 Processo de Produção da Cal Perfil da Produção (%) 12% Tipos de Cal: Cal Virgem 25% Cal Hidratada Produção Cativa (*) 63% * Cal virgem produzida pelo próprio consumidor (uso industrial) 10
11 Capa Informações Participantes Programação Títulos Interceran Dia 17 Dia 18 Dia 19 Contrastes do Setor DIFERENTES PERFIS DE ATUAÇÃO 11
12 Contrastes do Setor Atuação Responsável Empresas comprometidas com a ética, a legalidade e a Responsabilidade Socioambiental Matéria prima de origem legal e controlada Calcinação controlada, somente com uso de combustíveis legais Rastreabilidade de todo processo Qualidade e uniformidade da produção Monitoramento de emissões Mitigação de impactos ambientais Valorização do Trabalhador e respeito à Comunidade Boas Práticas de Gestão e Produção 12
13 Contrastes do Setor Atuação de Risco Empresas alheias a compromissos éticos e legais, distantes dos princípios da Responsabilidade Socioambiental Ausência de licenças de operação Calcinação em fornos semi-artesanais ou de tecnologia ultrapassada, sem controle e com frequente uso de resíduos ilegais Controle de produção precário/inexistente Grande variação na qualidade e ocorrência frequente de não conformidade intencional Danos ao Meio Ambiente, prejuízos ao Trabalhador e à Comunidade Práticas Predatórias 13
14 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Atuação da ABPC Evidenciar os contrastes do setor. Diferenciar produtores de cal comprometidos com as Boas Práticas daqueles distanciados da atuação responsável. 14
15 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em o Desafio Garantir a Qualidade da Cal 15
16 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em o Desafio Identificar produtores de cal comprometidos com a garantia da conformidade às Normas Técnicas ABNT. Combater a prática da não-conformidade intencional. 16
17 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Programa Setorial da Qualidade da Cal para Construção Civil Desde 1995 Avaliação regular da conformidade de produtos integrada aos princípios do PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat, mantido pelo Ministério das Cidades. 17
18 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Entidades Responsáveis pelo PSQ Promoção e Coordenação Nacional: Gestão Técnica da Qualidade: Laboratório Institucional: 18
19 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Empresas Participantes do Programa Fabricantes de cal que aderiram formalmente ao PBQP-H: 14 empresas participantes (16 fábricas). 25 produtos regularmente coletados e testados. Coletas regulares nas fábricas e em revendas de materiais de construção. 19
20 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Outras Empresas Acompanhadas Fabricantes que não aderiram ao PBQP-H, monitorados de forma compulsória: 62 produtos regularmente coletados e testados. Coletas regulares apenas nas revendas de materiais de construção. 20
21 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Outras Empresas Acompanhadas Fabricantes que não aderiram ao PBQP-H, monitorados de forma compulsória: O PSQ monitora regularmente 85% da produção nacional 62 produtos regularmente de cal hidratada, em volume. coletados e testados. Coletas regulares apenas nas revendas de materiais de construção. 21
22 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Abrangência do PSQ da Cal: PRODUTORES DE CAL FORMAIS NO PBQP-H 7 estados (16 fábricas) 22
23 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Abrangência do PSQ da Cal: PRODUTORES DE CAL FORMAIS NO PBQP-H 7 estados (16 fábricas) OUTRAS MARCAS MONITORADAS NO PSQ 10 estados (62 marcas) 23
24 PSQ da Cal Hidratada Organização Geral do Programa Abrangência do PSQ da Cal: PRODUTORES DE CAL FORMAIS NO PBQP-H 7 estados (16 fábricas) OUTRAS MARCAS MONITORADAS NO PSQ 10 estados (62 marcas) REDE DE REVENDAS MONITORADAS 24 estados (500 PDVs) 24
25 PSQ da Cal Hidratada Qualificação de Fabricantes Documentos relacionados Relatório Setorial Como Participar Texto Completo PSQ Fundamentos PSQ Classificação das Empresas Relatório Setorial Portal do PBQP-H 25
26 PSQ da Cal Hidratada Qualificação de Fabricantes PRODUTOS EM CONFORMIDADE Marcas com o Selo ABPC de Garantia de Qualidade BRANCOR CAL ITAÚ CAL TREVO CIBRACAL FINACAL FRICAL MINERCAL QUALLICAL TRADICAL Base: setembro/
27 PSQ da Cal Hidratada Qualificação de Fabricantes PRODUTOS NÃO-CONFORMES Podem apresentar vícios de qualidade decorrentes de deficiências no processo de produção ou da adulteração intencional praticada pelo fabricante do produto. São alvo de ações específicas no PSQ, no âmbito do combate à não-conformidade, visando o ajustamento da conduta do fabricante. 27
28 Produtos Não-Conformes Vícios de Qualidade Comuns Deficiências na Produção Falhas na matéria prima ou no processo de produção Rocha matriz com alto teor de impurezas Calcinação deficiente Hidratação incompleta Granulometria acima da especificada 28
29 Produtos Não-Conformes Vícios de Qualidade Comuns Adulteração da Cal Adição intencional de impurezas, visando ganhos comerciais ilícitos. +??? =??? É a CAL BATIZADA!!! 29
30 Produtos Não-Conformes Vícios de Qualidade Comuns Publicidade Enganosa Venda, como cal, de produtos de composição e propriedades diferentes da cal (argila moída, plastificantes a base de filito, etc.) É a venda do GATO por LEBRE!!! 30
31 Produtos Não-Conformes Vícios de Qualidade Comuns Cal adulterada e plastificantes são produtos com reduzido ou nenhum poder aglomerante. CAL HIDRATADA + areia Plastificante + areia Redução do aglomerante sobrecarrega o trabalho do cimento e pode tornar o revestimento esfarelável com o tempo. 31
32 Produtos Não-Conformes Vícios de Qualidade Comuns Outra Publicidade Enganosa: Incorporadores de ar vendidos como Cal Líquida CAL LÍQUIDA NÃO EXISTE!! Não substituem a cal: não têm poder aglomerante! Sua única função é provocar bolhas na massa. Usados em excesso prejudicam a aderência do revestimento e a resistência à abrasão, provocando danos progressivos. 32
33 Produtos Não-Conformes Perdas para o Consumidor AUSÊNCIA DE AGLOMERANTE 33
34 Produtos Não-Conformes Perdas para o Consumidor PERDA DE ADERÊNCIA 34
35 Produtos Não-Conformes Perdas para o Consumidor FALTA DE RESISTÊNCIA À ABRASÃO 35
36 Produtos Não-Conformes Perdas para o Consumidor DANOS PROGRESSIVOS 36
37 Capa Informações Participantes Programação Títulos Interceran Dia 17 Dia 18 Dia 19 Produtos Não-Conformes Perdas para o Consumidor MANCHAS EM FACHADAS DANOS NO REVESTIMENTO 37
38 PSQ da Cal Hidratada Combate à Não-Conformidade Ações Jurídicas provocadas pelo PSQ contra produtores não-conformes: Representações contra fabricantes irregulares, encaminhadas ao Ministério Público Estadual nos locais onde as empresas estão estabelecidas. Representações centralizadas, diretamente ao Ministério da Justiça (SDE/DPDC). Representações encaminhadas diretamente aos Procons (foco nos mercados de consumo). 38
39 PSQ da Cal Hidratada Combate à Não-Conformidade Base: princípios do CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR São impróprios ao consumo produtos em desacordo com as normas regulamentares de fabricação (Art.18) É vedado ao fornecedor colocar no mercado qualquer produto em desacordo com normas ABNT (Art.39) É proibida a publicidade enganosa, que induza o consumidor em erro a respeito da natureza, 39 características e propriedades do produto (Art.37)
40 PSQ da Cal Hidratada Combate à Não-Conformidade Balanço das ações provocadas pelo PSQ: 45 inquéritos civis em andamento, incluindo uma ação coletiva no DPDC/MJ e a 20 ações em 6 estados. 3 ações criminais em MG. 16 TACs celebrados em todo país Termo de Ajuste de Conduta: mecanismo jurídico pelo qual a empresa irregular se compromete a resolver seu problema perante o Ministério Público, sujeitando-se a sanções em caso de descumprimento. 40
41 Resultados do Programa Indicadores de Conformidade Participantes Formais do PBQP-H: % 100% tendência: % hoje: 100% Outros Fabricantes Monitorados: % 60% tendência: 50-60% hoje: 61% 41
42 Resultados do Programa Indicadores de Conformidade As ações do PSQ têm induzido uma melhoria crescente na qualidade da Cal Hidratada. Especificações mais rigorosas e controles de produção mais eficazes. Qualificação regular de produtores e combate a não-conformidade: proteção ao consumidor e isonomia competitiva. Notável contribuição no âmbito da responsabilidade socioambiental 42
43 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Critérios de Sustentabilidade na Seleção de Insumos e Fornecedores CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável 43
44 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade Não existe sustentabilidade sem formalidade, legalidade e qualidade. Facetas da informalidade: (a) sonegação de impostos (b) desrespeito à legislação ambiental (c) desrespeito à legislação trabalhista O CBCS publicou em 2008 uma ferramenta para auxiliar empreendedores, projetistas e usuários na seleção de insumos e fornecedores para obras. 44
45 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 45
46 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 1 Verificação da formalidade da empresa fornecedora No PSQ, respeito ao princípio da formalidade: somente empresas legalmente constituídas (CNPJ) podem aderir aos PSQs. Na entidade setorial, ampliação das exigências, incluindo (além do CNPJ): (a) habilitação completa (contrato social, IE, JC) (b) idoneidade jurídica (certidões) (c) regularidades fiscal, social e ambiental 46
47 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 2 Verificação da licença ambiental da unidade fabril No PSQ, exigência de licença ambiental de operação como critério de qualificação. Na entidade setorial, ampliação das exigências, incluindo, além da própria licença: (a) compromisso de aquisição de matéria-prima somente de fornecedor legalmente habilitado (b) registro de direitos minerários no DNPM e decreto de lavra válido (quando minerador) 47
48 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 3 Respeito às normas técnicas que garantem a qualidade do produto No PSQ, aplicar a essência do plano de avaliação de conformidade, exigindo fornecedores sempre qualificados no PBQP-H. Na entidade setorial: exigir dos associados a adesão obrigatória ao PSQ e cumprir a agenda que cabe à instituição como líder do setor (articulações, mobilização dos agentes, ações de combate à não-conformidade, etc). 48
49 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 4 Analisar o perfil de responsabilidade socioambiental da empresa No PSQ, incluir indicadores socioambientais como exigência de qualificação: compromisso de cumprimento a política de responsabilidade socioambiental. Na entidade setorial, posturas responsáveis: (a) incentivo à implementação de programas de gestão (qualidade, ambiental, RH, etc.) (b) respeito a boas práticas de fabricação (BPF) 49
50 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 4 Analisar o perfil de responsabilidade socioambiental da empresa COPROCESSAMENTO? 50
51 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 4 Analisar o perfil de responsabilidade socioambiental da empresa CONTROLE DE EMISSÕES? 51
52 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 4 Analisar o perfil de responsabilidade socioambiental da empresa SAÚDE E SEGURANÇA? 52
53 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 4 Analisar o perfil de responsabilidade socioambiental da empresa GESTÃO DE RESÍDUOS? 53
54 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 5 Identificar a existência de verniz verde (green-wash) No PSQ, análise criteriosa da seriedade de produtos que se apresentam ao mercado pelo apelo à ecoeficiência, identificando e coibindo casos de green-wash. O verniz verde disfarça o produto, omitindo problemas ambientais e de desempenho, pelo destaque a supostos aspectos positivos não comprovados, imprecisos, falsos ou irrelevantes. 54
55 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 5 Identificar a existência de verniz verde (green-wash) EXEMPLOS Eletrodutos plásticos reciclados... propagam chama e são facilmente esmagados quando curvados ou embutidos em lajes, tornando-se imprestáveis 55
56 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 5 Identificar a existência de verniz verde (green-wash) EXEMPLOS Tubos PET... baixa resistência à compressão e à pressão hidrostática, com grande probabilidade de vazamento ou ruptura, espalhando dejetos 56
57 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 5 Identificar a existência de verniz verde (green-wash) EXEMPLOS Alternativa ecológica para a argamassa... material inerte sem poder aglomerante, compromete a durabilidade do revestimento e exige reparação custosa 57
58 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 5 Identificar a existência de verniz verde (green-wash) O VERNIZ VERDE é um disfarce lesivo ao consumidor pela via da propaganda enganosa Na entidade setorial, cabe: (a) exigência do cumprimento a boas práticas comerciais e de respeito ao consumidor (b) extensão das ações de combate a nãoconformidade a produtos sucedâneos, quando seu desempenho não for similar ao original 58
59 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade 6 Análise da durabilidade do produto No PSQ, aplicar a essência do plano de normalização técnica do setor: incluir à norma, de forma planejada, requisitos de desempenho adequados, relacionados à proteção do meioambiente e do habitat urbano. Na entidade setorial, projetos de pesquisa para valorização do conhecimento científico a respeito do produto e de seu desempenho. 59
60 Seleção de Insumos e Fornecedores Critérios de Sustentabilidade PSQs são instrumentos essenciais no estabelecimento de políticas que visam sustentabilidade, agindo como poderosos disseminadores de boas práticas. Cabe às entidades setoriais mantenedoras dos PSQs promover políticas institucionais voltadas à sustentabilidade, exigindo o cumprimento a posturas éticas e responsáveis. 60
61 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em o Desafio Certificar produtores de cal com base nos Princípios da Sustentabilidade 61
62 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em o Desafio Identificar empresas comprometidas com posturas éticas e responsáveis. Isolar empresas que atuam com base em práticas predatórias, distantes dos princípios da responsabilidade socioambiental. 62
63 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Programa Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental Lançado em 2009 Voltado à certificação de empresas produtoras de cal, com base nas práticas de produção e de gestão mantidas em suas plantas industriais. 63
64 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Programa Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental Indicadores avaliam o alinhamento da empresa aos princípios e compromissos das boas práticas, e os instrumentos empregados nas gestões ambiental, de qualidade, de saúde e segurança, na ética e responsabilidade social. 64
65 Certificação das Empresas Processo Independente A gestão técnica do Programa Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental é feita por uma entidade certificadora não vinculada à ABPC: Instituto TOTUM. Os indicadores de boas práticas relacionam-se a 6 Princípios Básicos que devem ser atendidos pelas empresas produtoras de cal participantes do programa. 65
66 Princípios Básicos 1. Legalidade e Idoneidade Jurídica A empresa deve estar legalmente constituída e habilitada, demonstrando também expresso compromisso e efetivo alinhamento aos princípios estabelecidos no Estatuto e nos regulamentos internos da ABPC. 66
67 Princípios Básicos 2. Compromisso com Boas Práticas A empresa deve demonstrar compromisso com as boas práticas de produção, capacitação e infraestrutura adequadas à implantação e melhoria das práticas em termos de qualidade, meio-ambiente, saúde, segurança e responsabilidade social. 67
68 Princípios Básicos 3. Conformidade e Gestão da Qualidade A empresa deve assumir compromisso com a fabricação de seus produtos em conformidade às normas nacionais e às aplicações de seus clientes, além de possuir procedimentos que garantam a Gestão da Qualidade, visando contínua melhoria. 68
69 Princípios Básicos 4. Regularidade e Gestão Ambiental A empresa deve demonstrar registros e licenças que comprovem a regularidade de suas operações, além de possuir procedimentos que garantam a Gestão Ambiental, visando redução de impactos ambientais ligados ao negócio. 69
70 Princípios Básicos 5. Regularidade Social e Trabalhista, e Gestão de Saúde e Segurança A empresa deve demonstrar regularidade nas questões sociais e trabalhistas de funcionários e prestadores de serviços e possuir procedimentos que garantam a Gestão de Saúde e Segurança, visando redução de risco e acidentes. 70
71 Princípios Básicos 6. Ética e Responsabilidade Social A empresa deve demonstrar compromissos com as práticas de formalidade e os princípios éticos defendidos pela ABPC, além de procedimentos que garantam a Gestão de Responsabilidade Social, inclusive envolvendo a Comunidade. 71
72 Concessão da Certificação Processo Evolutivo A qualificação das empresas no Programa Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental é evolutiva. Ao aderir ao programa, a empresa já define em qual categoria deseja se certificar: A Certificação básica B Certificação intermediária C Certificação avançada 72
73 Concessão da Certificação Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental A B C O Selo identifica a Categoria da certificação obtida através da letra marcada em verde. 73
74 Concessão da Certificação A Certificação Básica Alinhamento aos princípios do Programa Selo ABPC de Responsabilidade Socioambiental e cumprimento às exigências do Estatuto e do Regulamento Interno da ABPC, incluindo, entre outros indicadores: A 20 indicadores avaliados Comprovação de legalidade e idoneidade jurídica Compromisso formal com as Boas Práticas Compromisso formal com a conformidade Qualificação obrigatória no PBQP-H Comprovação de regularidade ambiental Comprovação de registro de direitos minerários no DNPM e da licença ambiental de operação Comprovação de regularidade social e trabalhista Compromisso formal com os princípios éticos defendidos pela ABPC 74
75 Concessão da Certificação A Certificação Básica A certificação básica é possível a qualquer empresa que esteja em situação regular, e que se alinhe aos princípios e aos compromissos das Boas Práticas. Para os produtores de cal hidratada para construção civil é exigida qualificação prévia no PBQP-H. 75
76 Concessão da Certificação B 50 indicadores avaliados B Certificação Intermediária Inclui os requisitos já exigidos na Certificação A, e alguns requisitos adicionais relevantes, entre eles: Capacitação comprovada de laboratórios Planos de treinamento para capacitação de pessoal Gestão de Qualidade que inclua regulamentação e controle através de Manual de Boas Práticas Plano de qualidade em todas as etapas de produção Comprovação de registros de inspeção de produtos Gestão Ambiental através de efetivas ações mitigadoras de impactos ambientais Registro da origem de combustíveis Controle de qualidade da água utilizada na indústria Gestão de Saúde e Segurança com comprovado mapeamento de riscos e controles da operação 76 Planos de benefícios extensivo a familiares
77 Concessão da Certificação B Certificação Intermediária A certificação intermediária é possível a empresas que, além de se alinharem aos princípios das boas práticas, avancem na implantação de instrumentos básicos de gestão nas áreas de qualidade, meio-ambiente, saúde e segurança, e responsabilidade social. O atendimento aos requisitos adicionais deve ser comprovado em todas as unidades de produção da empresa. 77
78 Concessão da Certificação C 90 indicadores avaliados C Certificação Avançada Inclui os requisitos exigidos nas Certificações A e B, e uma série de requisitos aprofundados, entre eles: Organização voltada à garantia de Boas Práticas que inclua análises críticas formais por Comitê específico Gestão de Qualidade que inclua combustíveis Monitoramento de informações junto a clientes Gestão Ambiental com indicadores reais e efetivos Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional que inclua planos específicos de treinamento Código de Ética implantado e divulgado na empresa Comprovação de conformidade fiscal e contábil através de balanço anual auditado por independente Canal formal de comunicação com a Comunidade e existência de programas sociais Programas de qualidade de vida para funcionários 78
79 Concessão da Certificação C Certificação Avançada Os requisitos aprofundados da Categoria C tornam a certificação avançada possível a empresas que mantenham procedimentos formais e resultados tangíveis em relação às práticas de gestão nas diversas áreas. Exige instrumentos de gestão normalmente mantidos apenas pela empresa já certificada ou próxima à certificação ISO 9001, ISO 14001, NBR e OHSAS
80 Participantes do Programa de Certificação Socioambiental da ABPC 80
81 Empresas Certificadas A CATEGORIA BÁSICA FRICAL Indústria e Comércio de Cal Ltda. Mineração HORICAL Ltda. JUNGAR Mineração, Ind. e Comércio Ltda. QUALLICAL Indústria e Comércio Ltda. Cal TREVO Industrial Ltda. VOTORANTIM Cimentos 81
82 Empresas Certificadas C CATEGORIA AVANÇADA Mineração BELOCAL Ltda. (*) (*) Certificada na Categoria A em set/2009, recebeu upgrade para Categoria C em mar/
83 Divulgação e Informação 83
84 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Atuação da ABPC Disseminação das Boas Práticas Através de seus programas de qualificação, a ABPC oferece ao mercado formas práticas e efetivas para identificação de produtores de cal comprometidos com a atuação responsável. 84
85 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 Muito Obrigado!
86 Associação Brasileira dos Produtores de Cal Fundada em 1959 ABPC - Empresas Associadas 86
Secretaria Nacional de Habitação Ministério das Cidades
O Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat o Sistema Nacional de Qualificação de Materiais e Componentes e Sistemas Construtivos 28 de novembro de 2008 Secretaria Nacional de Habitação
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3
DOCUMENTOS E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA ABNT
DOCUMENTOS E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA ABNT Qualificação dos ensaios - criticidade das propriedades de desempenho; Condução de experimentos e discussões técnicas; Garantia da qualidade das medidas metrologia
MMX - Controladas e Coligadas
POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO... 4 5. GERENCIAMENTO DO RISCO... 5 6. ATIVIDADES PROIBITIVAS E RESTRITIVAS... 6 7. ANÁLISE DE CRÉDITO...
Norma de Referência Selo de Responsabilidade Socioambiental ABPC
Histórico das alterações: Nº Revisão Data de alteração Sumário das Alterações 00 03.08.2009 Emissão inicial do documento. 01 18.09.2009 Revisão geral com inclusão dos requisitos para Certificação Categorias
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
Desafios de Seleção de Materiais e Fornecedores
Desafios de Seleção de Materiais e Fornecedores VERA FERNANDES HACHICH Conselho Brasileiro da Construção Sustentável CBCS TESIS Tecnologia de Sistemas em Engenharia 5 de novembro 2009 Tópicos Palestra
AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO
1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos
ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação
ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação A Dinâmica da Terra é uma empresa onde o maior patrimônio é representado pelo seu capital intelectual. Campo de atuação: Elaboração de estudos,
Protocolo de Sustentabilidade do Carvão Vegetal. Rio de Janeiro, 8 de maio de 2013
Protocolo de Sustentabilidade do Carvão Vegetal Rio de Janeiro, 8 de maio de 2013 Histórico O Protocolo foi assinado em 03 abril de 2012, pelas empresas: Aperam South America ArcelorMittal Gerdau Siderúrgica
Política de Responsabilidade Socioambiental
Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação
Selo Verde Certificação Socioambiental da OSCIP Ecolmeia
e c o l m e i a. o r g. b r Selo Verde Certificação Socioambiental da OSCIP Ecolmeia O que é? O Selo Verde Ecolmeia é um programa de certificação às Organizações dos setores da sociedade, com compromisso
Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.
RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências
Introdução da Responsabilidade Social na Empresa
Introdução da Responsabilidade Social na Empresa Vitor Seravalli Diretoria Responsabilidade Social do CIESP Sorocaba 26 de Maio de 2009 Responsabilidade Social Empresarial (RSE) é uma forma de conduzir
Política de Responsabilidade So cio Ambiental
Política de Responsabilidade So cio Ambiental Sumário 1. FINALIDADE:... 4 2. ABRANGÊNCIA:... 4 3. DIVULAGAÇÃO... 4 4. IMPLEMENTAÇÃO... 4 5. SUSTENTABILIDADE EM NOSSAS ATIVIDADES... 4 6. REVISÃO DA POLÍTICA...
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim INTRODUÇÃO A norma ISO 14001 faz parte de um conjunto mais amplo de normas intitulado ISO série 14000. Este grupo
Política de Responsabilidade Socioambiental
Política de Responsabilidade Socioambiental Sumário 1 Introdução... 1 1.1 Objetivo da Política... 1 1.2 Princípios e Diretrizes... 1 2 Governança... 2 3 Partes Interessadas... 2 4 Definição de Risco Socioambiental...
22/06/2015. Cronograma finalização da disciplina GA I. Instrumentos de Gestão Ambiental. ambiental. Auditoria Ambiental
Cronograma finalização da disciplina GA I Instrumentos de Gestão Ambiental São ferramentas que auxiliam o gestor no seu plano de gestão ambiental Política e Legislação Ambiental Licenciamento Ambiental
Gestão Ambiental e Gerenciamento de Riscos
CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) AMBIENTAL JÚNIOR Gestão Ambiental e Gerenciamento de Riscos Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br
PADRÕES DE CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 3.0 Brasil Português. LIFE-BR-CS-3.0-Português (NOVEMBRO/2014)
LIFE-BR-CS-3.0-Português Versão 3.0 Brasil Português (NOVEMBRO/2014) Próxima revisão planejada para: 2017 2 OBJETIVO A partir das Premissas LIFE, definir os Princípios, critérios e respectivos indicadores
SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000
1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS
Sistemas de gestão da qualidade Requisitos
NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO 9001:2008 ERRATA 1 Publicada em 11.09.2009 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos ERRATA 1 Esta Errata 1 da ABNT NBR ISO 9001:2008 foi elaborada no Comitê Brasileiro da
Questionário para Instituidoras
Parte 1 - Identificação da Instituidora Base: Quando não houver orientação em contrário, a data-base é 31 de Dezembro, 2007. Dados Gerais Nome da instituidora: CNPJ: Endereço da sede: Cidade: Estado: Site:
Política de Responsabilidade Socioambiental PRSA
1. OBJETIVO Em atendimento à Resolução do Banco Central do Brasil nº 4.327 de 25 de abril de 2014, que dispõe sobre as diretrizes que devem ser observadas no estabelecimento e na implementação da Política
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam
PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE
PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE 118 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 Programa de Sustentabilidade nas Unidades de Saúde O Programa de Sustentabilidade promove
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Standard Chartered Bank, Brasil Página 1 de 8 ÍNDICE I. OBJETIVO... 3 II. CICLO DE REVISÃO... 3 III. DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 IV. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA... 4
INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA PRODUÇÃO DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL
Cadeia Produtiva da Construção Civil - PlanHab INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL Prof. Alex Abiko Escola Politécnica USP 09 de Abril de
Relatório de Sustentabilidade 2014
1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
Título: PRSA - Política de Responsabilidade Socioambiental POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 4. PRINCÍPIOS... 3 5. DIRETRIZES...
PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS COLANTES
SINAPROCIM: SINPROCIM: SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE CIMENTO SINDICATO DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE CIMENTO DO ESTADO DE SÃO PAULO REFERÊNCIA: PROGRAMA DE GARANTIA DA QUALIDADE DE ARGAMASSAS
Norma de Referência Selo de Conformidade ANFIR
Histórico das alterações: Nº Revisão Data de alteração 00 20.01.204 Emissão inicial do documento. Sumário das Alterações Pág. 1 1. Resumo Esta norma estabelece requisitos técnicos para a concessão do Selo
APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL
APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a
Código de Fornecimento Responsável
Código de Fornecimento Responsável Breve descrição A ArcelorMittal requer de seus fornecedores o cumprimento de padrões mínimos relacionados a saúde e segurança, direitos humanos, ética e meio ambiente.
CURSO: GESTÃO AMBIENTAL
CURSO: GESTÃO AMBIENTAL OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental tem por objetivo formar profissionais capazes de propor, planejar, gerenciar e executar ações
SUSTENTABILIDADE NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA
SUSTENTABILIDADE NA PEQUENA E MÉDIA EMPRESA 1 O CONCEITO 2 - BARREIRAS E MOTIVADORES 3 AÇÕES EMPREENDEDORAS EVOLUÇÃO E TENDÊNCIAS NOS NEGÓCIOS SUSTENTABILIDADE "suprir as necessidades da geração presente
ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005
ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.
Código de prática para a gestão da segurança da informação
Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento
A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004
A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 São Paulo, 17 de junho de 2010 1 Retrospectiva Dezembro de 2003 - Criado o ABNT/GTRS para discutir posição brasileira em relação ao desenvolvimento de uma norma
Certificação e Auditoria Ambiental
Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 1 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental A auditoria ambiental consiste em processo sistemático de inspeção, análise e avaliação das condições
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidades 11 Sistema de proteção física Sistema de proteção de equipamentos Sistema de proteção individual Normas da ABNT 1 Normas ABNT s Certificado de
Política de Sustentabilidade Link Server.
Página 1 de 15 Hortolândia, 24 de Janeiro de 2014. Política de Sustentabilidade Link Server. Resumo Conceitua os objetivos da Política de Sustentabilidade da Link Server. Estabelece as premissas, a governança
Política de Logística de Suprimento
Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração
Empresas se veem numa nova lógica de mercado...
Empresas se veem numa nova lógica de mercado... 20/04/2010 Acidente com uma plataforma de petróleo que causou o vazamento de 2,2 milhões de barris no mar. - 53,79% ... mas também enxergam novas oportunidades.
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CECRED
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CECRED VERSÃO 01 MAIO DE 2015 SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 3 Capítulo 2 Público - Alvo / Aplicabilidade... 5 Capitulo 3 Responsabilidades...
Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores REALIZAÇÃO
Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores REALIZAÇÃO OBJETIVO GERAL ESTABELECER E IMPLEMENTAR UM MODO INTEGRADO PARA O DESENVOLVIMENTO E QUALIFICAÇÃO DOS FORNECEDORES DAS PRINCIPAIS
CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão
1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG
SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02
Política de Gerenciamento de Risco Operacional
Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de
ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão
ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 14001 EM SUA NOVA VERSÃO ESTÁ QUASE PRONTA Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 14000 foram emitidas pela primeira vez
PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS
PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico
SUSTENTABILIDADE 2014
SUSTENTABILIDADE 2014 Rutivo de no CONSTRUIR, PLANTAR E TRANSFORMAR Nosso objetivo vai além de ser responsável pelo processo construtivo de nossas obras, procuramos estimular e disseminar o conceito de
SEMINÁRIO PROGRAMA BRASILEIRO DE CERTIFICAÇÃO EM RESPONSABILIDADE SOCIAL C.S.E. MECÂNICA E INSTRUMENTAÇÃO LTDA. RECIFE 30/06/10
SEMINÁRIO PROGRAMA BRASILEIRO DE CERTIFICAÇÃO EM RESPONSABILIDADE SOCIAL C.S.E. MECÂNICA E INSTRUMENTAÇÃO LTDA. RECIFE 30/06/10 C.S.E. MECÂNICA E INSTRUMENTAÇÃO LTDA FILIAL RIO DAS OSTRAS/RJ FUNDAÇÃO:
Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE
Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE 1 Agradecimentos e reflexões iniciais 2 Normas e Sistema de Gestão Integrado 3 Modelo de Excelência na Gestão 4 Interfaces
Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho
Integração de sistemas certificáveis de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança do trabalho (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001) Prof. Livre Docente Otávio J. Oliveira UNESP CONTEXTUALIZAÇÃO - Diluição
P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança?
INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (1996), JULHO 2001 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO O CB-38, Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental, da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, decidiu criar
Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013
Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos Junho, 2013 1 Contexto Concentração espacial, econômica e técnica; Indústria é de capital intensivo e business to business
ABNT/CB-38 Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental
ABNT/CB-38 Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental ISO 14001 - Sistemas de gestão ambiental Requisitos com orientações para uso 06 /10/ 2015 www.abnt.org.br Tópicos Processo de Normalização Histórico da
Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial
Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções
PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.
PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura
PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat
PBQP-H - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat Definição O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é um conjunto de ações desenvolvidas pelo Ministério
Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT
Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?
Sistema de Gestão da Qualidade
Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, [email protected] RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma
Difusão da Certificação ISO 9001 da Embrapa Meio Ambiente
Videoconferência Difusão da Certificação ISO 9001 da Embrapa Meio Ambiente Data: 22 e 24 de março de 2011 Objetivo Difundir a experiência da Embrapa Meio Ambiente com o processo de obtenção da certificação
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...
Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática
Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca
Incidência em políticas públicas: ampliando as possibilidades. Rafael Gioielli Instituto Votorantim / Brasil
Incidência em políticas públicas: ampliando as possibilidades Rafael Gioielli Instituto Votorantim / Brasil Políticas públicas e Investimento Social Privado MODELO MAIS COMUM MODELO ALTERNATIVO ISP INFLUENCIAR
CHECK - LIST - ISO 9001:2000
REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da
Sustentabilidade no Grupo Boticário. Atuação com a Rede de Franquias
Sustentabilidade no Grupo Boticário Atuação com a Rede de Franquias Mais de 6.000 colaboradores. Sede (Fábrica e Escritórios) em São José dos Pinhais (PR) Escritórios em Curitiba (PR) e São Paulo (SP).
COMPARAÇÃO DAS NORMAS NBR 14900 - BRASILEIRA, HOLANDESA, DINAMARQUESA E FUTURA NORMA ISO 22000
COMPARAÇÃO DAS NORMAS NBR 14900 - BRASILEIRA, HOLANDESA, DINAMARQUESA E FUTURA NORMA ISO 22000 PARTICIPAÇÃO NA CEET DA ABNT NBR 14900 e NBR 14991 COORDENAÇÃO DO GT INDÚSTRIA COORDENAÇÃO DO GT AUDITORIA
Sistema produtivo e inovativo de software e serviços de TI brasileiro: Dinâmica competitiva e Política pública
Conferência Internacional LALICS 2013 Sistemas Nacionais de Inovação e Políticas de CTI para um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável 11 e 12 de Novembro, 2013 - Rio de Janeiro, Brasil Sistema produtivo
Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade
Preparando a Implantação de um Projeto Pró-Inova - InovaGusa Ana Júlia Ramos Pesquisadora em Metrologia e Qualidade e Especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade 1. Gestão Gestão Atividades coordenadas
ISO 9001. As três primeiras seções fornecem informações gerais sobre a norma, enquanto as cinco últimas centram-se na sua implementação.
ISO 9001 A ISO 9001 é um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) standard que exige que uma dada organização satisfaça as suas próprias exigências e as dos seus clientes e reguladores. Baseia-se numa metodologia
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1/9 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Princípios... 4 4. Diretrizes... 4 4.1. Estrutura de Governança... 4 4.2. Relação com as partes interessadas...
Congresso Brasileiro de Sprinklers O Mercado de Sprinkler
Congresso Brasileiro de Sprinklers O Mercado de Sprinkler Certificação de Equipamentos de Proteção contra Incêndio no Brasil Avaliação da Conformidade Uma Ferramenta para Agregar Confiança Guarujá, 5 de
livros indicados e / ou recomendados
Material complementar. Não substitui os livros indicados e / ou recomendados Prof. Jorge Luiz - 203 Pág. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE - SGQ Sistema de Gestão da Qualidade SGQ é a estrutura a ser criada
Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012
CONTEXTO O setor de florestas plantadas no Brasil éum dos mais competitivos a nível mundial e vem desempenhando um importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens
6.2.2 RISCO SOCIOAMBIENTAL NA CONCESSÃO DE CRÉDITO 6.3 RELACIONAMENTO COM FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES
Índice 1. INTRODUÇÃO 2. PARTES INTERESSADAS. NORMATIVOS. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA. PRINCÍPIOS 6. DIRETRIZES 6.1 NORMATIZAÇÃO 6.2 GERENCIAMENTO DO RISCO SOCIOAMBIENTAL 6.2.1 RISCO SOCIOAMBIENTAL DA INSTITUIÇÃO
Credit Suisse (Brasil) Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Julho de 2015
Credit Suisse (Brasil) Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) Julho de 2015 Sumário 1. Aplicação... 02 2. Definições... 02 2.1 Risco socioambiental... 02 2.2 Partes relacionadas... 02 2.3 Termos...
O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica. Consumo Responsável, Compromisso com a Vida!
Mercado Mata Atlântica Reserva da Biosfera da Mata Atlântica O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica Consumo Responsável, Compromisso com a Vida! Apresentação O Programa "Mercado Mata
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 30/10/2014 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 5.1 Identificação dos riscos...
PBQP-H EVENTOS 2010. Programa Nacional da Qualidade e Produtividade do Habitat. Seminário de Integração Final. Rio, 06 de dezembro de 2010
PBQP-H Programa Nacional da Qualidade e Produtividade do Habitat Seminário de Integração Final Rio, 06 de dezembro de 2010 Desafio da Sustentabilidade na Construção Inclusão Social e Desenvolvimento Urbano
Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto
GESTÃO AMBIENTAL ISO 14000 Qualider Consultoria e Treinamento Instrutor: José Roberto 1 A evolução do pensamento ambiental Crescimento é o que importa (que venha a poluição...) Conscientização (década
Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios
Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios Em 2013, a Duratex lançou sua Plataforma 2016, marco zero do planejamento estratégico de sustentabilidade da Companhia. A estratégia baseia-se em três
POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL
Versão Março de 2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL (Política e procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco operacional da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 3.380, de 29
Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03
1/ 5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 01 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, inclusão das auditorias de manutenção e alteração
Gestão da sustentabilidade aplicada à estratégia institucional Gestão da sustentabilidade aplicada ao negócio
A sustentabilidade faz parte da estratégia de negócios do grupo segurador bb e mapfre, que adota um modelo de gestão focado no desenvolvimento de uma cultura socioambiental que protege e, ao mesmo tempo,
Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade
3 Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade Não existe um jeito único de se implementar um sistema da qualidade ISO 9001: 2000. No entanto, independentemente da maneira escolhida,
Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL
Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL É proibida a reprodução total ou parcial deste documento por quaisquer meios
