Contabilidade Social
|
|
|
- Ágatha Furtado Chaplin
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UFRJ / CCJE / IE / CEPP Itrodução à Política Macroecoômica Cotabilidade Social Idetidades Cotábeis Feijó (caps.1e2) Vascocellos (cap.9) 11/05/2017 0
2 Cotabilidade Social x Macroecoomia Cotabilidade Social Forece as pricipais medidas e estatísticas sobre os agregados macroecoômicos (produção, cosumo, ivestimeto, apropriação da reda, etc.) ecessárias para aálise e modelagem teórica sobre o fucioameto da ecoomia. Macroecoomia Procura explicar a evolução dos pricipais agregados macroecoômicos com base em teorias que estabelecem hipóteses sobre as relações causais etre variáveis ecoômicas. 11/05/2017 1
3 Fluxo Circular da Reda (ecoomia fechada, sem govero, reprodução simples) Receita de vedas Veda de bes e serviços fiais de cosumo Mercado de Bes e Serviços Compra de bes e serviços fiais de cosumo Despesa a compra Empresas Famílias Pagameto da remueração do trabalho Demada de trabalho Mercado de Trabalho Oferta de trabalho Recebimeto da remueração do trabalho Fluxo Real Fluxo Moetário Adaptado de Feijó, cap.1, p.7 11/05/2017 2
4 Fluxo Circular da Reda (ecoomia fechada, sem govero, reprodução simples) Três óticas: Produto, Demada, Reda Valor do Produto Total = VP i = Q i P i Valor da Demada Total = Cosumo Total = Valor da Reda Total = Lucro + Salário = C i P i + W i Idetidade cotábil: Produto = Demada = Reda = Q i P i = Q i P i Q i P i = C i = P i + W i 11/05/2017 3
5 Fluxo Circular da Reda Ampliado (ecoomia fechada e sem govero) Mercado de bes de ivestimeto Veda de bes e serviços fiais de cosumo Mercado de bes e serviços Compra de bes e serviços fiais de cosumo Compra e veda de máquias e equipametos Empresas Demada de fudos Mercado fiaceiro Oferta de fudos Famílias Demada de trabalho Mercado de trabalho Oferta de trabalho Adaptado de Feijó, cap.1, p.10 11/05/2017 4
6 Fluxo Circular da Reda Ampliado (ecoomia fechada e sem govero) Estoque de ativos físicos (K) Máquias e equipametos ão são imediatamete cosumidos ou trasformados em outros bes, mas matêm-se sob a forma de capital físico para ser utilizado ao logo do tempo a produção de outros bes e serviços. Fluxo de ivestimeto (em capital fixo) O estoque de capital dimiui com a depreciação pelo uso ou obsolescêcia e aumeta com ovos ivestimeto, que correspode ao fluxo de ovas máquias e equipametos icorporados ao estoque. Ivestimeto bruto: fluxo de ovas máquias e equipametos Ivestimeto líquido: icremeto do estoque de capital igual à difereça etre o ivestimeto bruto e a depreciação. K = K t+1 K t = IL t = IB t δk t δ = taxa de depreciação Vale otar que ivestimeto em estoque de produtos também é cosiderado como ivestimeto. 11/05/2017 5
7 Fluxo Circular da Reda Ampliado (ecoomia fechada e sem govero) Três óticas: Produto, Demada, Reda Valor do Produto Total = VP i = Q i P i Valor da Demada Total = Cosumo + Ivestimeto = C i + I i = Q i P i Valor da Reda Total = Salário + Lucro = W i + P i = Q i P i Valor da Reda Total = Cosumo + Poupaça = C i + S i = Q i P i 11/05/2017 6
8 Fluxo Circular da Reda Ampliado (ecoomia fechada e sem govero) Idetidades cotábeis: o Produto = Demada = Reda Q i P i = C i + I i = P i + W i o Ivestimeto = Poupaça C i + I i = C i + S i I i = S i 11/05/2017 7
9 Produto Itero Bruto (PIB) A medida do PIB de um país ou região represeta a produção de todas as uidades produtoras da ecoomia (empresas públicas e privadas produtoras de bes e prestadoras de serviços, trabalhadores autôomos, govero, etc.) um dado período (ao ou trimestre, em geral) a preços de mercado. (A) medida relevate para avaliar o esforço produtivo de um país é o valor adicioado ou valor agregado, ou seja, a soma do que cada firma agrega de valor o seu processo de produção. Assim, o valor do produto difere do valor da produção total da ecoomia, pois exclui os bes e serviços utilizados como isumos para a produção de outros produtos evitado-se, dessa forma, a dupla cotagem. 11/05/2017 Feijó, p
10 Produto Itero Bruto (PIB) ótica do produto A valoração do PIB pela ótica do produto a preço de mercado, em uma ecoomia com govero, implica a cosideração dos impostos líquidos de subsídios sobre produtos valorados a custo de fator. PIB = valor da produção a custo de fator + impostos sobre produtos subsídios aos produtos cosumo itermediário PIB = VBPcf + Ti Sub VCI 11/05/2017 Feijó, p.24 e 43 9
11 Produto Itero Bruto (PIB) ótica do produto PIB = VBPcf + Ti Sub VCI Exemplo Valor Bruto da Produção 500 x R$ 2,00 = R$ 1.000,00 Despesas Operacioais Salários e Ecargos R$ 500,00 Custo de matérias-primas R$ 300,00 Lucro Operacioal R$ 200,00 Valor Adicioado (ou valor agregado) R$ 700,00 = R$ 1.000,00 R$300,00 11/05/2017 Feijó, p
12 Produto Itero Bruto (PIB) ótica do produto o Coceito x Qualificação Vale otar que, a medida em que o PIB propõe-se a mesurar o fluxo de valor agregado pelas firmas o processo produtivo, um derramameto de óleo o mar, que gere toda uma atividade de despoluição, ou um terremoto, que impulsioe a atividade de recostrução, são evetos que podem aumetar o PIB, a despeito de seus efeitos egativos ambietais e/ou sociais. 11/05/2017 Feijó, p.24 11
13 Produto Itero Bruto (PIB) ótica da despesa Numa ecoomia fechada e sem govero, os compoetes de despesa são o cosumo e ivestimeto. PIB = C + I Numa ecoomia aberta e com govero, adicioa-se os gastos do govero e o saldo da balaça comercial, que é igual à difereça etre exportações e importações. PIB = C + I + G + X M PIB = Cfa + Cg + Ifi + Ig + Ie + X M Ode C = Cfa + Cg e I = Ifi + Ig + Ie 11/05/2017 Feijó, p
14 Produto Itero Bruto (PIB) ótica da despesa PIB = C + I + G + X M Exemplo Valor Bruto da Produção 500 x R$ 2,00 = R$ 1.000,00 Despesas Operacioais Salários e Ecargos R$ 500,00 Custo de matérias-primas R$ 300,00 Lucro Operacioal R$ 200,00 Cosumo R$ 500,00 Ivestimeto R$ 200,00 Valor Adicioado (ou valor agregado) R$ 700,00 = R$ 500,00 + R$200,00 11/05/2017 Feijó, p
15 Produto Itero Bruto (PIB) ótica da reda O PIB pela ótica da reda é calculado a partir da soma das remuerações dos fatores de produção empregados o processo produtivo. O trabalho é remuerado pelo salários, o capital de empréstimo, pelos juros, o capital de risco, pelos lucros, a propriedade dos bes de produção, pelo aluguel. Assim, o total das remuerações é composta pelos salários e pelo excedete operacioal bruto (juros, lucros e aluguéis). Por simplificação, cosiderar-se-á que os salários (W) icluem o redimeto misto bruto relacioado ao redimeto do trabalhador autôomo. Vale otar que o produto mesurado sob a ótica da reda deve excluir os impostso sobre produtos e os subsídios, que alteram o preço para o cosumidor, mas ão represetam remueração dos fatores de produção. PIB = W + EOB + (Ti Sub) 11/05/2017 Feijó, p.25, 43 e 45 14
16 Produto Itero Bruto (PIB) ótica da reda PIB = W + EOB +(Ti Sub) Exemplo Valor Bruto da Produção 500 x R$ 2,00 = R$ 1.000,00 Despesas Operacioais Salários e Ecargos R$ 500,00 Custo de matérias-primas R$ 300,00 Lucro Operacioal R$ 200,00 Valor Adicioado (ou valor agregado) R$ 700,00 = R$ 500,00 + R$200,00 11/05/2017 Feijó, p.25 15
17 Produto Itero Bruto (PIB) três óticas 11/05/2017 Feijó, p.27 16
18 11/05/
19 Produto Itero Bruto (PIB) três óticas 11/05/
20 Produto Itero Bruto (PIB) três óticas 11/05/
21 Produto Itero Líquido (PIL) O Produto Itero Líquido (PIL) é um agregado que descota do PIB a parcela do ivestimeto que foi realizada apeas com o propósito de repor a parte das máquias e equipametos depreciada (por desgaste e obsolescêcia) o período. PIL = PIB δk t PIL = C + (IB δk t ) + G + X M = C + IL + G + X M As recomedações das Nações Uidas, recohecedo a dificuldade da estimativa da parcela de depreciação, idicam que se deve aceitar o cálculo do produto, reda e despesa em termos brutos, apesar de efatizar que a medida dos agregados em termos líquidos é mais relevate para se acompahar a evolução da ecoomia. 11/05/2017 Feijó,
22 Produto Itero Líquido (PIL) Exemplo Valor Bruto da Produção 500 x R$ 2,00 = R$ 1.000,00 Despesas Operacioais Salários e Ecargos R$ 500,00 Custo de matérias-primas R$ 300,00 Reserva para depreciação R$ 10,00 Lucro Operacioal R$ 200,00 Cosumo R$ 500,00 Ivestimeto Bruto R$ 200,00 PIL R$ 690,00 = R$ 700,00 - R$ 10,00 PIL R$ 690,00 = R$ 500,00 + (R$ 200,00 - R$ 10,00) = R$ 500,00 + R$ 190,00 11/05/2017 Feijó, 36 21
23 Produto Itero Bruto (PIB) real (ou a preços costates) Para acompahar a evolução do PIB ao logo do tempo, é importate distiguir as variações de preço e quatidade que ocorre os valores agregados. Neste setido, é preciso difereciar o PIB medido em valores corretes, ou seja, o valor do produto medido ao preço médio do ao correte, e o PIB medido a preços costates, isto é, ao preço médio de um determiado ao de referêcia. Para o cálculo do PIB a preços costates, as últimas recomedações iteracioais sugerem que se adote sempre como ao de referêcia o ao imediatamete aterior. Neste setido, o cálculo do PIB a preços costates permite isolar o efeito da variação de preços de um ao para o outro e avaliar a variação real ou o crescimeto efetivo da ecoomia. 11/05/2017 Feijó, 38 22
24 Produto Itero Bruto (PIB) real (ou a preços costates) Variação omial do PIB: ΔPIB t = PIB t PIB t 1 = p t q t p t 1 q t 1 PIBr t real: PIB do período a preços costates: PIBr t = p t 1 q t = PIB t ΔDI t Ídice de volume (%): ΔVOL t = PIBr t PIB t = p t 1 q t p t 1 q t Deflator implícito (%): ΔDI t = PIB t PIBr t = p t q t p t 1 q t /05/2017 Feijó, 39 23
25 Produto Itero Bruto (PIB) real (ou a preços costates) æ p DPIB t (%) = t q t ö æ ç = ç , 0 è p t-1 q t-1 ø è , 0-1 ö 100 = 9, 64% ø PIBrt VOL (%) t PIBt p p t 1 t 1 q q t t 1 PIBt , DI t ,4% PIBt ,0 æ DDI t (%) = PIB ö æ t ç = p t q t ö æ ç = ç , 0 è PIBr t ø è p t-1 q t ø è ,1-1 ö 100 = 7,1% ø 11/05/
26 % Produto Itero Bruto (PIB) real (ou a preços costates) R$ milhões Produto Itero Bruto Fote: BCB PIB R$correte PIB R$ cost. (2014) PIB cresc.real (%) 11/05/
27 Produto Itero Bruto (PIB) comparações iteracioais e a medida PPP Comparações iteracioais de produto depedem da coversão do valor do produto dos diversos países em um valor comum, o que pode ser feito por meio do uso da taxa de câmbio para uma determiada moeda de referêcia. O problema é que a comparação será iflueciada por variações a taxa de câmbio dos diversos países em relação à moeda de referêcia. Assim, uma desvalorização da moeda de um determiado país pode dimiuir o valor de seu PIB a moeda de referêcia, apesar de ão ter ocorrido ehuma alteração efetiva o produto do país. Para cotorar este problema, utiliza-se o ídice do Paridade do Poder de Compra (Purchasig Power Parity PPP), que é costruído para um cojuto comum de bes e serviços produzidos as ecoomias a um preço padrão para todas as ecoomias. É este ídice que é usado para valorar a quatidade produzida em cada país. Feijó, p.51 11/05/
28 Produto Itero Bruto (PIB) comparações iteracioais e a medida PPP R$ milhões Produto Itero Bruto US$ milhões PIB R$correte PIB R$ cost. (2014) PIB US$correte 11/05/
29 Produto Itero Bruto (PIB) comparações iteracioais e a medida PPP 11/05/
30 Produto Itero Bruto (PIB) potecial e hiato do produto O cálculo do produto potecial ão segue recomedações iteracioais, mas é derivada de modelos teóricos e idica a estimativa do ível do PIB a preços costates cosiderado que a ecoomia esteja operado o seu potecial máximo. O potecial máximo correspode ao valor do PIB que pode ser obtido sem gerar pressões iflacioárias derivada de um excesso de demada o mercado de fatores de produção, isumos ou bes fiais. O hiato do produto correspode a difereça etre o produto efetivo (PIB) e o produto potecial (PIB*). Se o hiato for egativo, há capacidade ociosa a ecoomia e espaço para se acelerar o crescimeto. Se o hiato for positivo, etão a ecoomia apreseta trajetória iflacioária. 11/05/2017 Feijó, 42 29
31 Produto Itero Bruto (PIB) per capita PIB per capita = PIB t população julho/t o PIB per capita como idicador de bem-estar? Vale otar que o PIB per capita ão é um bom idicador de bem-estar, pois ão captura, em termos ecoômicos, a forma como a reda gerada é distribuída etre a população em geral, a média está loge de represetar um padrão de vida típico. Mas esta é uma medida importate para qualificar o crescimeto do PIB, pois idica um potecial de melhora, quado sua taxa de crescimeto é positiva, e a provável piora, quado é egativa. 11/05/2017 Feijó, p
32 Produto Itero Bruto (PIB) per capita R$, US$ milhões Produto itero bruto per capita , , , , , , R$correte R$costate (2014) US$correte 11/05/
33 Reda Nacioal Bruta (RNB) A Reda Nacioal Bruta é o agregado que cosidera o valor adicioado gerado por fatores de produção estrageira (capital e trabalho) produzido o país e fatores de produção de propriedade de residetes o país produzido for a do país. Esse valor pode ser calculado pela soma do PIB com a Reda Líquida Recebida (RLR), que é a remueração a fatores de produção (dividedos, juros, lucros, royalties, aluguéis e salários) evolvedo as trasações iteracioais de um país. A Reda Líquida Eviada ao Exterior (RLEE) correspode ao valor da RLR quado seu saldo é egativo, ou seja, correspode ao valor adicioado o país, mas que é trasferido para for a do país. Vale otar que o coceito de RNB cosidera a reda que fica o país gerada ão só a produção, mas também a atividade fiaceira (por isso utiliza-se o coceito de RNB e ão PNB). 11/05/2017 Feijó, p
34 Reda Nacioal Bruta (RNB) RNB = PIB + RLR = PIB RLEE RLR > 0 => RNB > PIB RLEE > 0 => PIB > RNB 11/05/2017 Feijó, p
35 Reda Nacioal Bruta (RNB) Exemplo Valor Bruto da Produção 500 x R$ 2,00 = R$ 1.000,00 Despesas Operacioais Salários e Ecargos R$ 500,00. a residetes R$ 400,00. a ão residetes R$ 100,00 Custo de matérias-primas R$ 300,00 Lucro Operacioal R$ 200,00. a residetes R$ 100,00. a ão residetes R$ 100,00 RNB = = 500 RNB = PIB RLEE = 700 ( ) = /05/2017 Feijó, p
36 Reda Nacioal Dispoível Bruta (RDB) A Reda Nacioal Dispoível (RDB) cosidera as trasferêcias corretes (TUR) que dizem respeito à movimetação de recursos etre agetes ecoômicos e países, sem cotrapartida com o processo de produção (por exemplo, remessa e recebimeto de recursos etre goveros e residetes, remessa de imigrates para suas famílias o país, doações, heraças, etc.). Essas trasferêcias são acrescidas à Reda Nacioal Bruta (RNB), compodo a Reda Nacioal Dispoível (RDB) que os agetes ecoômicos de um determiado país têm para cosumir ou poupar. RDB = RNB + TUR = C + S + RLG RDB C G = SD = S + (RLG G) = S + Sg PIB = RNB + RLEE = RDB TUR + RLEE 11/05/2017 Feijó, p
37 Produto Itero Bruto (PIB) três óticas 11/05/2017 Feijó, p.27 36
38 Reda Nacioal Dispoível Bruta (RDB) A Reda Nacioal Dispoível (RDB) pode ser subdividida etre: o a Reda Líquida do Govero (RLG), composta pela soma dos impostos diretos e idiretos arrecadados pelo govero e outras receitas corretes meos trasferêcias e subsídios pagos pelo govero, e o a Reda Privada Dispoível (RPD), que é recebida pelas empresas e famílias sob a forma de salários, juros, lucros e aluguéis, trasferêcias pagas a idivíduos, meos impostos sobre reda e patrimôio, e lucros retidos as empresas e reserva para depreciação. RDB = RPD + RLG 11/05/2017 Feijó, p.35 37
39 Reda Líquida do Govero (RLG) Receita fiscal do govero Impostos idiretos (Ti) sobre bes e serviços (ex. ICMS, IPI) Impostos diretos (Td) sobre pessoas físicas e jurídicas (ex.ir, IPTU) Outras receitas do govero (Orc) cotribuição à previdêcia, taxas (ex. pedágios), multas, aluguéis, etc. Gastos do govero Gastos dos miistérios, secretarias e autarquias despesas corretes (salários, compras de materiais) e de capital (aquisição de equipametos, costrução de estradas, escolas, etc.) Gastos das empresas públicas e sociedades de ecoomia mista cosideradas juto às empresas privadas o setor de produção Gastos com trasferêcia e subsídios (Tr e Sub) pagameto de aposetados, bolsas de estudo, subsídios... Reda Líquida do Govero : RLG = T = Td + Ti + Orc (Tr + Sub) 11/05/2017 xxx 38
40 Reda Líquida do Govero (RLG) Coceito de carga tributária bruta e carga tributária líquida Ídice de Carga Tributária Bruta = Ti + Td + Orc x 100 PIBpm Ídice de Carga Tributária Líquida = Ti + Td + Orc (Tr e Sub) x 100 PIBpm 11/05/2017 xxx 39
41 Reda Líquida do Govero (RLG) 11/05/
42 Idetidades Cotábeis Produto = Despesa = Reda PIB = VBP + Ti Sub VCI = C + I + G + X M = W + EOB + (Ti Sub) Ivestimeto = Poupaça PIB = VBP + Ti Sub VCI = C + I + G + X M = W + EOB + (Ti Sub) PIB = RNB + RLEE = RDB TUR + RLEE = RPD + RLG TUR + RLEE PIB = C + S + RLG TUR + RLEE C + I + G + X M = C + S + RLG TUR + RLEE I + G + X M = S + RLG TUR + RLEE I = S + (RLG G) + (M X TUR + RLEE) = S + Sg + Sext Sext = Saldo do Balaço de Pagametos em Trasações Corretes 11/05/2017 Feijó, p.27 41
43 Iovações metodológicas e séries históricas Esse é um poto de discussão importate quado se itroduzem iovações metodológicas em séries de dados ecoômicos. Essa ruptura itroduz o seguite dilema: ao se iovar, cria-se um rompimeto com as séries passadas, porém, se ão houver essa iovação, resta um sistema desatualizado sem icorporar a melhor visão da ecoomia que as iovações permitem. 11/05/2017 Feijó, p.41 42
44 Iovações metodológicas e séries históricas 11/05/2017 Feijó, p.41 43
45 Ídice de Desevolvimeto Humao (IDH) As críticas às limitações das cotas acioais chamam a ateção para o fato de que a avaliação do bem-estar ecoômico e social de um país ou região deve cosiderar ão somete as atividades que têm valor de mercado, mas também atividades sem valor de mercado. São exemplos de bes e serviços ão cosiderados as cotas acioais o trabalho ão remuerado, o lazer, a exaustão de recursos aturais, o ivestimeto em capital humao, etre outros. Esta questão está iserida o cotexto da discussão sobre desevolvimeto sustetável, que evolve ão apeas codições ecoômicas, mas também sociais e ambietais, e a ecessidade de uma medida-sítese de fácil produção e compreesão. 11/05/2017 Feijó, p
46 Ídice de Desevolvimeto Humao (IDH) O IDH procura capturar os fatores básicos ecessários para o desevolvimeto humao, que seriam relacioados à saúde, cohecimeto e acesso a recursos ecessários para um padrão de vida descete, por meio de idicadores de logevidade (expectativa de vida ao ascer, relacioada à utrição e saeameto), educação (média de aos de escolaridade e expectativa de aos de escolaridade) e reda per capita (RNB per capita ajustado pelo PPP e com cotribuição decrescete). O IDH varia de 0 a 1, sedo valores mais próximos a 1 idicador de melhor ível de desevolvimeto humao. A grade aceitação do IDH é atribuída à facilidade com que esse ídice pode ser iterpretado e aplicado o acompahameto do progresso social de países e regiões. 11/05/2017 Feijó, p
47 11/05/
Contabilidade Social
UFRJ / CCJE / IE / PPED Teoria Econômica II Agregados Macroeconômicos Identidades Contábeis Feijó (caps.1e2) Vasconcellos (cap.9) 09/03/17 0 x Macroeconomia Fornece as principais medidas e estatísticas
Número-índice: Conceito, amostragem e construção de estimadores
Número-ídice: Coceito, amostragem e costrução de estimadores Objetivo Geral da aula Defiir o que são os úmeros-ídices, efatizado a sua importâcia para aálise ecoômica. Cosidere os dados apresetados a Tabela
Matriz de Contabilidade Social. Prof. Eduardo A. Haddad
Matriz de Cotabilidade Social Prof. Eduardo A. Haddad Fluxo circular da reda 2 Defiição 1 Sistema de dados desagregados, cosistetes e completos, que capta a iterdepedêcia existete detro do sistema socioecoômico
Operações Financeiras (Ativas e Passivas) Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas
Operações Fiaceiras (Ativas e Passivas) Operações Fiaceiras Ativas 1 2 Defiição As aplicações fiaceiras represetam excessos de dispoibilidades da empresa, em relação às ecessidades imediatas de desembolso,
Além, A.C., Macroeconomia, SP: Elsevier, 2010 Capítulo 1
Além, A.C., Macroeconomia, SP: Elsevier, 2010 Capítulo 1 Keynes e a Teoria Geral do Emprego Agregados Macroeconômicos: produto, renda, consumo, investimento, poupança. Desemprego Desigualdade Inflação
Economia Florestal. A floresta como um capital
Ecoomia Florestal A floresta como um capital O que é um capital? Defiição Capital é um fudo ou valor (pode ser moetário, bes, maquiaria, etc.) que pode gerar redimetos futuros durate um certo tempo, capazes
Parte 3: Gráfico de Gestão de Estoque. Gráficos e Cálculos Fundamentais
Capítulo 3: Gestão de stoques Curso de Admiistração de mpresas 2º Semestre 09 Disciplia: Admiistração da Logística e Patrimôio Capítulo 03: Gestão de estoques (Partes 3 e 4) Parte : Itrodução Parte 2:
b) Quais são os componentes do Investimento Agregado? A compra de ações constitui-se em Investimento, no sentido macroeconômico?
1 1. Mostre como opera o fluxo circular de renda e como surge a identidade entre as três óticas de medição do resultado da atividade econômica de um país, conforme a Contabilidade Social. R: O fluxo circular
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 1ª Lista de Exercícios Prof.ª Sílvia Miranda. Nome:...
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 1ª Lista de Exercícios Prof.ª Sílvia Miranda Nome:... 1) Qual o objetivo do Fluxo Circular de Renda? Descreva o esquema
Contabilidade Social. Prof.ª Responsável: Sílvia Helena G. de Miranda Monitora PAE: Doutoranda Mari Santos
Contabilidade Social Prof.ª Responsável: Sílvia Helena G. de Miranda ([email protected]) Monitora PAE: Doutoranda Mari Santos ([email protected] ) Planejamento: Aula 3/4 13/08/2015 Temas de estudo Relações
O termo "linear" significa que todas as funções definidas no modelo matemático que descreve o problema devem ser lineares, isto é, se f( x1,x2
MÓDULO 4 - PROBLEMAS DE TRANSPORTE Baseado em Novaes, Atôio Galvão, Métodos de Otimização: aplicações aos trasportes. Edgar Blücher, São Paulo, 978..CONCEITOS BÁSICOS DE PROGRAMAÇÃO LINEAR É uma técica
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA Coceito de taxa de juros Taxa de juro é a relação etre o valor dos juros pagos (ou recebidos) o fial de um determiado período de tempo e o valor do capital
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Pacher Tema da aula 8 VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Avaliação de projetos - Valor presete liquido (VPL) - taxa itera de retoro (TIR) - Equivalêcias de capitais
Aula 3A - Contabilidade Nacional e Agregados Econômicos
From the SelectedWorks of Jorge Amaro Bastos Alves August, 2010 Aula 3A - Contabilidade Nacional e Agregados Econômicos Jorge Amaro Bastos Alves, Faculdade de Campina Grande do Sul Available at: https://works.bepress.com/jorgeab_alves/14/
Caderno de Fórmulas. Debêntures Cetip21
Última Atualização: 01/04/2016 E ste Cadero tem por objetivo iformar aos usuários a metodologia e os critérios de precisão dos cálculos implemetados Para Debêtures o Cetip21. São aqui apresetadas fórmulas
Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.
Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses
Taxas e Índices. Ana Maria Lima de Farias Dirce Uesu Pesco
Taxas e Ídices Aa Maria Lima de Farias Dirce Uesu esco Itrodução Nesse texto apresetaremos coceitos básicos sobre ídices e taxas. Embora existam aplicações em diversos cotextos, essas otas utilizaremos
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 1ª Lista de Exercícios Prof.ª Sílvia Miranda. Nome:...
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 1ª Lista de Exercícios Prof.ª Sílvia Miranda Nome:... 1) Qual o objetivo do Fluxo Circular de Renda? Descreva o esquema
Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo.
AGREGADOS MACROECONÔMICOS E IDENTIDADES CONTÁBEIS Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo. São derivados de
AULA 1 Introdução à Contabilidade Social
AULA 1 Introdução à Contabilidade Social Sílvia Helena Galvão de Miranda Profa. Associada LES-ESALQ Vice- coordenadora Cepea Agosto/2016 LES 200 Contabilidade Social 1 Bibliografia básica 1) Paulani, L.M.;
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE FRUTAS: DIVERSIFICAÇÃO OU CONCENTRAÇÃO DE PRODUTOS E DESTINOS?
1 EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE FRUTAS: DIVERSIFICAÇÃO OU CONCENTRAÇÃO DE PRODUTOS E DESTINOS? Miguel Herique da Cuha Filho Mestrado em Ecoomia Rural (UFC/DEA) Professor da Uiversidade do Estado do Rio Grade
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social Gabarito da 3ª Lista de Exercícios Prof.ª Sílvia Miranda Setembro/2016 Nome:... 1) Tendo em vista o quadro abaixo,
COMPREENDER A CONTABILIDADE NACIONAL
COMPREENDER A CONTABILIDADE NACIONAL R2014/02 ANTÓNIO MACHADO LOPES MARÇO 2014 Compreeder a Cotabilidade Nacioal Atóio Machado Lopes R_2014/02 1. O UE É O SISTEMA DE CONTABILIDADE NACIONAL 3 2. OS AGENTES
O PROBLEMA DE TRANSPORTES SOB A ÓTICA DOS MODELOS DE EQUILÍBRIO ESPACIAL DE MERCADO
O PROBLEMA DE TRANSPORTES SOB A ÓTICA DOS MODELOS DE EQUILÍBRIO ESPACIAL DE MERCADO Sérgio Ferado Mayerle, Dr. UFSC / CTC / EPS - [email protected] - Floriaópolis - SC Thiago Dedavid de Almeida Bastos
Contas Nacionais. Professor Gilmar Ferreira Curso de Exercícios de Macroeconomia - ESAF
Contas Nacionais 1. (ESAF- AFRF - 2005) Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias): Investimento bruto total: 700 Depreciação: 30 Déficit do balanço de pagamentos
Mensurando a Economia de um País AULA 3
Mensurando a Economia de um País AULA 3 Viceconti; Neves (2006) Dornbusch; Fischer; Startz (2013) 1 http://infograficos.oglobo.globo.com/economia/evolucao-do-pib-1.html 2 PIB e PNB (PIB): dentro dos limites
Macroeconomia Alex Mendes
Macroeconomia Alex Mendes Contabilidade Nacional A Contabilidade Social congrega instrumentos de mensuração capazes de aferir o movimento da economia de um país num determinado período de tempo: quanto
MACROECONOMIA E CONTABILIDADE SOCIAL I
MACROECONOMIA E CONTABILIDADE SOCIAL I Aulas de 05,19 e26/04/2016 Profa. Dra. Arilda Teixeira CONTABILIDADE SOCIAL E AS CONTAS NACIONAIS SISTEMA CONTÁBIL PARA CALCULAR A RENDA E O PRODUTO NACIONAL SÃO
Les 201 Matemática Aplicada à Economia. Relações entre CMg e CMe. Aulas Relações entre CMg e CMe. dct. dcme. CMe = = = =
Les 0 Matemática Aplicada à Ecoomia Aulas -4 Derivadas Aplicação em Ecoomia Derivadas de Ordem Superiores Derivadas Parciais Determiate Jacobiao 9 e 0/09/06 Aplicações da a. Derivada em Ecoomia Dada a
Necessidade de uma metodologia para os levantamentos e contabilização dos agregados CONTABILIDADE SOCIAL
CONTABILIDADE SOCIAL Macroeconomia grandes agregados econômicos preocupação com o todo e não com as partes. Necessidade de uma metodologia para os levantamentos e contabilização dos agregados CONTABILIDADE
Mudança Estrutural e Crescimento Econômico no Supermultiplicador Sraffiano: uma análise de insumo-produto da economia brasileira
Mudaça Estrutural e Crescimeto Ecoômico o Supermultiplicador Sraffiao: uma aálise de isumo-produto da ecoomia brasileira Felipe Moraes Corelio 1 Fabio N. P. Freitas 2 Maria Isabel Busato 2 Resumo: O objetivo
Matemática Financeira
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ecoomia, Admiistração e Cotabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP Matemática Fiaceira Profa. Dra.Luciaa C.Siqueira Ambrozii Juros Compostos 1 Juros compostos Cosidera
CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA
Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais
CRI Certificados de Recebíveis Imobiliários. Guia para Elaboração dos Fluxos de Pagamentos Data: 16/11/2015
1 CRI Certificados de Recebíveis Imobiliários Guia para Elaboração dos Fluxos de Pagametos Data: 16/11/2015 Sumário/Ídice CRI - CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS... 1 SUMÁRIO/ÍNDICE... 2 1. OBJETIVO...
Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Primavera 2004/2005. Cálculo I. Caderno de Exercícios 3. Sucessões; série geométrica
Faculdade de Ecoomia Uiversidade Nova de Lisboa Primavera 2004/2005 Cálculo I Cadero de Exercícios 3 Sucessões; série geométrica Nota: Os problemas ão resolvidos as aulas costituem trabalho complemetar
O MODELO DE LEONTIEF E O MÉTODO RECÍPROCO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO
O MODELO DE LEONTIEF E O MÉTODO RECÍPROCO DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO Ademir Clemete Alceu Souza Resumo: Este trabalho apreseta uma aalogia etre o Modelo de Leotief e o Método Recíproco de trasferêcia de CIFs
A finalidade de uma equação de regressão seria estimar valores de uma variável, com base em valores conhecidos da outra.
Jaete Pereira Amador Itrodução A aálise de regressão tem por objetivo descrever através de um modelo matemático, a relação existete etre duas variáveis, a partir de observações dessas viráveis. A aálise
APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS
Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO
Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos
Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 2ª Lista de Exercícios Gabarito Agosto/2016. Nome:...
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social 2ª Lista de Exercícios Gabarito Agosto/2016 Nome:... 1) Calcule: a. O saldo da Conta de Geração de Renda, isto é, o
A atividade econômica
1 A atividade econômica Mensuração 2 Referências BACHA, Carlos José Caetano. Macroeconomia aplicada à análise da Economia Brasileira. São Paulo: Edusp, 2004 Ver capítulo 3 3 Referências PAULANI, Leda Maria;
Profs. Alexandre Lima e Moraes Junior 1
Aula 23 Juros Compostos. Motate e juros. Descoto Composto. Taxa real e taxa efetiva. Taxas equivaletes. Capitais equivaletes. Capitalização cotíua. Equivalêcia Composta de Capitais. Descotos: Descoto racioal
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO
ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Daiel da Mata Fuções do Govero Coceitos de Déficit e Dívida Fiaciameto das Cotas Públicas, Arrecadação e Iflação Idicadores Sociais Federalismo Fiscal ECONOMIA DO SETOR
Aula 01 Balanço de Pagamentos e Contas Nacionais
Aula 01 Balanço de Pagamentos e Contas Nacionais 1. (ESAF- AFRF- 2005) Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias): Exportações de bens e serviços não fatores:
O PARADOXO DE SIMPSON
O PARADOXO DE SIMPSON Valmir R. Silva Adre Toom PIBIC-UFPE-CNPq Itrodução A aálise cietífica de dados através da modelagem matemática é uma atividade idispesável a Teoria de Decisão. O mesmo coceito é
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS
IAG. Definições: O valor do dinheiro no tempo Representação: (100) 100. Visualização: Fluxo de Caixa B&A B&A
IAG Matemática Fiaceira Fluxo de Caixa O valor do diheiro o tempo Represetação: Saídas Etradas (100) 100 Prof. Luiz Bradão 2012 1 2 Visualização: Fluxo de Caixa 0 1 2 3 4 5 Defiições: Fluxo de Caixa VP
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO 1 OBJETIVOS DA AULA 3 Dinâmica dos Mercados em Macroeconomia Contas Nacionais - Quantificando o Desempenho da
COMUNICADO CETIP N.º 119
COMUCADO CETIP N.º 9 Aos Participates do Sistema de Registro e de Liquidação Fiaceira de Títulos A Cetral de Custódia e de Liquidação Fiaceira de Títulos CETIP, tedo em vista o disposto as Resoluções 2904
Prova Resolvida e Comentada Prof. Joselias (011 ) AFRF 2005 Matemática Financeira e Estatística
Prova Resolvida e Cometada Prof. Joselias [email protected] (0 )9654-53 FRF 005 Matemática Fiaceira e Estatística Soluções das Provas do FRF-005 de Matemática Fiaceira e de Estatística Prof. Joselias
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO
ECONOMIA E MERCADO MBA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS PGCF PROF. JOÃO EVANGELISTA DIAS MONTEIRO 1 OBJETIVOS DA AULA 3 Dinâmica dos Mercados em Macroeconomia Contas Nacionais - Quantificando o Desempenho da
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO. Dr. Sivaldo Leite Correia
PROJETO E ANÁLISES DE EXPERIMENTOS (PAE) PROJETO FATORIAL 2 k COMPLETO E REPLICADO Dr. Sivaldo Leite Correia CONCEITOS, LIMITAÇÕES E APLICAÇÕES Nos tópicos ateriores vimos as estratégias geeralizadas para
Prof. PAULO ROBERTO I - JUROS SIMPLES E COMPOSTOS. Atenção: Taxa e tempo têm que estar na mesma unidade de referência.
I - JUROS SIMPLES E COMPOSTOS 1. CONCEITOS PRELIMINARES 1.1. Capital O Capital é o valor aplicado através de alguma operação fiaceira, ou seja, o valor moetário que origiou a trasação. Também cohecido
Universidade de São Paulo - USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ LES Contabilidade Social. Lista 1
Universidade de São Paulo - USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ LES0200 - Contabilidade Social Lista 1 Entregar as respostas até 14/08/2015 1.) Esquematize como opera o fluxo circular
a. b
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LES 200 Contabilidade Social Gabarito da Avaliação 1 Prof.ª Sílvia Miranda 23/09/2016 Nome:... 1).(2 pontos) Explique: a) A diferença entre transferência
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
Acerca dos coceitos de estatística e dos parâmetros estatísticos, julgue os ites seguites. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CESPE/UB STM 67 A partir do histograma mostrado a figura abaixo, é correto iferir que
MATEMÁTICA MÓDULO 6 ESTATÍSTICA. Professor Haroldo Filho
MATEMÁTICA Professor Haroldo Filho MÓDULO 6 ESTATÍSTICA 1.1 ESTATÍSTICA É a ciêcia que utiliza a coleta de dados, sua classificação, sua apresetação, sua aálise e sua iterpretação para se tomar algum tipo
TRABALHO1 MEDIÇÕES, ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E ERROS.
TRABALHO1 MEDIÇÕES, ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E ERROS. 1.1 Objectivos Medir gradezas físicas, utilizado os istrumetos adequados. Apresetar correctamete os resultados das medições, ao ível da utilização
RENDAS CERTAS OU ANUIDADES
RENDAS CERTAS OU ANUIDADES Matemática Fiaceira/Mário Nas aplicações fiaceiras o capital pode ser pago ou recebido de uma só vez ou através de uma sucessão de pagametos ou de recebimetos. Quado o objetivo
ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA
ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO [email protected] 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar
