Objetivos do Tratamento
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- Ana Carolina Gomes Franca
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1 CONTROLE
2 Objetivos do Tratamento
3 Objetivos no Controle da Dor Envolver o paciente no processo de tomada de decisão Chegar a um acordo sobre os objetivos realistas do tratamento antes de iniciar um plano de tratamento Função melhorada dos analgésicos Farrar JT et al. Pain 2001; 94(2):149-58; Gilron I et al. CMAJ 2006; 175(3): Efeitos adversos 3
4 Objetivos do Manejo da Dor Perioperatória para Controlar a Dor e Diminuir a Probabilidade de Desenvolver Dor Crônica Dor aguda pósoperatória Pode causar Dor pósoperatória persistente O uso de agentes farmacológicos antes, durante e depois da cirurgia pode: a dor aguda o desenvolvimento subsequente de dor crônica a morbidade, os custos e outras consequências da dor crônica Joshi GP et al. Anesthesiol Clin N Am 2005; 23(1):21-36; Kehlet H et al. Lancet 2006; 367(9522):
5 Importância do Manejo da Dor Pós-operatória Consequências da falha de aliviar a dor de forma adequada: Pneumonia Adiamento da alta Aumento do tempo de monitoramento/ assistência da enfermagem do paciente Deambulação tardia O manejo adequado da dor pode levar a: Mobilização precoce Diminuição da permanência no hospital Redução das despesas hospitalares Menor probabilidade de desenvolver dor crônica Dunwoody CJ et al. J Perianesth Nurs 2008; 23(1 Suppl):S15-27; Joshi GP et al. Anesthesiol Clin N Am 2005; 23(1):21-36; Kehlet H et al. Lancet 2006; 367(9522): ; Liu LL et al. Drugs 2003; 63(8):755-67; Shang AB et al. Drugs 2003; 63(9):
6 Controle da Fisiologia Pós-operatória Informações pré-operatórias + instruções Atenuação do estresse intraoperatório Alívio da dor Exercícios Nutrição enteral Agentes/ terapia de suporte em pacientes de alto risco Morbidade reduzida e convalescença acelerada Kehlet H. Br J Anaesth 1997; 78(5):
7 Tratamento Multimodal da Dor com Base na Abordagem Biopsicossocial Higiene do sono Gerenciamento do estilo de vida Controle do estresse Fisioterapia Farmacoterapia Controle interventivo da dor Terapia ocupacional Terapias complementares Orientação Biofeedback Gatchel RJ et al. Psychol Bull 2007; 133(4): ; Institute of Medicine. Relieving Pain in America: A Blueprint for Transforming Prevention, Care, Education, and Research.; National Academies Press; Washington, DC: 2011; Mayo Foundation for Medical Education and Research. Comprehensive Pain Rehabilitation Center Program Guide. Mayo Clinic; Rochester, MN:
8 Tratamento não farmacológico
9 Problemas de Manejo Pós-operatório A preparação pré-operatória pode ajudar a minimizar a dor pós-operatória. Plano detalhado para tratar a náusea e vômito no pósoperatório Orientação ao paciente e cuidador Assegurar ao paciente que seu nível de dor será monitorado Familiarizar o paciente com as escalas de dor Aconselhar o paciente a superar o medo da dependência Iverson RE et al. Plast Reconstr Surg 2006; 118(4):1060-9; Miaskowski C et al. Principles of Analgesic Use in the Treatment of Acute Pain and Cancer Pain. 6 th ed. American Pain Society; Chicago, IL: 2008.
10 Avaliação pré-operatória Condições médicas subjacentes Dor perioperatória e/ou náusea e vômito no pósoperatório Medicações atuais Reações/ alergias a analgésicos História de tabagismo Barreiras percebidas ao tratamento da dor Preferências no tratamento da dor Dor anterior ou atual Métodos de tratamento ineficazes e eficazes Atitude do paciente em relação às medicações contra a dor História de abuso de substância História psicológica Expectativas do paciente do nível de dor Expressão de dor pelo paciente American Society of Anesthesiologists Task Force on Acute Pain Management. Anesthesiology 2012; 116(2):248-73; Iverson RE et al. Plast Reconstr Surg 2006; 118(4):1060-9; Krenzischek DA et al. J Perianesth Nurs 2003; 18(4):228-36; Niraj G et al. Br J Anaesth 2011; 107(1):25-9; Miaskowski C et al. Principles of Analgesic Use in the Treatment of Acute Pain and Cancer Pain. 6 th ed. American Pain Society; Chicago, IL: 2008.
11 Intervenção Diretrizes da Dor Aguda da África do Sul: Intervenções Cognitivo-Comportamentais Tranquilizar e fornecer informações Treinamento de relaxamento Técnicas de atenção (ex. imagens, distração, musicoterapia) Possível utilidade Reduz a dor e o sofrimento após procedimentos de pequeno porte Pode melhorar o alívio da dor após cirurgia de grande porte Nenhum benefício significativo após procedimentos não cirúrgicos Não eficaz na situação perioperatória A distração pode reduzir o consumo de analgésicos na fase perioperatória Musicoterapia é ineficaz Hipnose Evidência de dor aguda relacionada ao procedimento para procedimentos de pequeno porte pode ser controlada de forma eficaz por hipnose South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
12 Intervenção Estimulação elétrica transcutânea do nervo Diretrizes da Dor Aguda da África do Sul: Intervenções Físicas Possível utilidade Não considerada eficaz na dor pós-operatória Acupuntura Pode reduzir a necessidade de analgésicos na dor pós-operatória Massagem e terapia manual Não usar na dor pós-operatória Terapia pelo Calor e Frio Pode reduzir o consumo de opioide após trauma ortopédico Não ajuda após outras cirurgias de grande porte South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
13 Diretrizes da Dor Aguda da África do Sul: Manejo não Farmacológico de Lesões Esportivas Repouso Gelo Compressão Elevação } lesão Elementos importantes de tratamento do paciente nas primeiras 48 horas após a musculoesquelética Fisioterapia, incluindo ultrassom terapêutico, seguida de reabilitação constituem uma parte essencial do tratamento 24 horas após a lesão. South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
14 Intervenções Físicas para a Dor Aguda Intervenção Estimulação elétrica transcutânea do nervo Possível utilidade Certos padrões de estimulação são eficazes em algumas situações de dor aguda Acupuntura Reduz a dor pós-operatória bem como os efeitos adversos relacionados ao opioide Pode ser eficaz em algumas outras situações de dor aguda Massagem e terapia manual Evidência pouco consistente do uso na dor pós-operatória Terapia por calor e frio Evidências de benefícios do resfriamento do local no pós-operatório são variadas Australian and New Zealand College of Anaesthetists and Faculty of Pain Medicine. Acute Pain Management: Scientific Evidence. 3rd ed. ANZCA & FPM; Melbourne, VIC:
15 Intervenções Cognitivo-Comportamentais Intervenção Tranquilizar e fornecer informações Treinamento de relaxamento Técnicas de atenção (ex. imagens, distração, musicoterapia) para a Dor Aguda Possível utilidade As evidências de que informações são eficazes na redução da dor relacionada ao procedimento são experimentalmente de suporte e não suficientes para fazer recomendações A evidência é fraca e inconsistente Ouvir música produz uma pequena redução na dor pós-operatória e na necessidade de opioide Distração por imersão na realidade virtual é eficaz na redução da dor em algumas situações clínicas Hipnose A evidência de benefício é inconsistente Métodos de lidar com os problemas/ instrução comportamental Treinamento antes da cirurgia reduz a dor, a influência negativa e o uso de analgésico Australian and New Zealand College of Anaesthetists and Faculty of Pain Medicine. Acute Pain Management: Scientific Evidence. 3rd ed. ANZCA & FPM; Melbourne, VIC:
16 Diretrizes Australianas: Tratamento Não Farmacológico da Dor Aguda no Pescoço Recomendado Exercícios/ aconselhamento para permanecer ativo Terapia multimodal Terapia eletromagnética pulsada Não recomendado Colares Evidência insuficiente Acupuntura Manipulação da cervical Mobilização passiva da cervical Eletroterapia Ginástica Reabilitação biopsicossocial Exercícios para o pescoço Orientação ao paciente Tração TENS TENS = estimulação elétrica transcutânea do nervo Australian Acute Musculoskeletal Pain Guidelines Group. Evidence-Based Management of Acute Musculoskeletal Pain. A Guide for Clinicians. Australian Academic Press Pty. Lts; Bowen Hills, QLD: 2004.
17 Diretrizes Australianas: Tratamento Não Farmacológico da Dor Aguda no Ombro Recomendado Exercício Ultrassom terapêutico Evidência conflitante/ insuficiente Acupuntura Tratamento por ondas de choque extracorpóreas Terapia manual Cirurgia Estimulação elétrica transcutânea do nervo Australian Acute Musculoskeletal Pain Guidelines Group. Evidence-Based Management of Acute Musculoskeletal Pain. A Guide for Clinicians. Australian Academic Press Pty. Lts; Bowen Hills, QLD: 2004.
18 Diretrizes Australianas: Tratamento Não Farmacológico da Dor Aguda no Joelho Recomendado Exercícios/ aconselhamento para permanecer ativo Órteses nos pés Terapia de injeção Não recomendado Terapia com laser Evidência insuficiente Órteses patelofemurais Acupuntura Estimulação elétrica Taping patelar [bandagem terapêutica] Joelheiras com resistência progressiva Ultrassom terapêutico Australian Acute Musculoskeletal Pain Guidelines Group. Evidence-Based Management of Acute Musculoskeletal Pain. A Guide for Clinicians. Australian Academic Press Pty. Lts; Bowen Hills, QLD: 2004.
19 Tratamento Não Farmacológico da Dor Aguda: Resumo das Recomendações da Diretriz Não há um consenso real sobre as modalidades de tratamento não farmacológico A orientação ao paciente no pré-operatório pode ajudar no manejo da dor pós-operatória Australian Acute Musculoskeletal Pain Guidelines Group. Evidence-Based Management of Acute Musculoskeletal Pain. A Guide for Clinicians. Australian Academic Press Pty. Lts; Bowen Hills, QLD: 2004; Iverson RE et al. Plast Reconstr Surg 2006; 118(4):1060-9; Miaskowski C et al. Principles of Analgesic Use in the Treatment of Acute Pain and Cancer Pain. 6 th ed. American Pain Society; Chicago, IL: 2008; South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
20 Tratamento Farmacológico
21 Características Ideais da Terapia Analgésica Aguda Características ideais do medicamento na terapia contra a dor aguda: Início rápido Longa duração Analgesia eficaz Efeitos adversos limitados Baumann TJ. In: DiPiro JT et al (eds). Pharmacotherapy: A Pathophysiologic Approach. 5th ed. McGraw-Hill; New York, NY: 2002.
22 Os Pacientes Preferem Evitar os Efeitos Colaterais a Concluir o Controle da Dor Importância Relativa Dada pelos Pacientes nos Diferentes Atributos da Terapia contra a Dor Aguda 47% Gan TJ et al. Br J Anaesth 2004; 92(5):
23 Proporção de Pacientes que Apresentam Eventos Adversos Evento adverso Total n (%) Constipação 25 (50%) Perturbação mental/ tontura 41 (82%) Coceira 27 (54%) Pesadelos/ alucinações 16 (32%) Alterações de humor 17 (34%) Náusea 35 (70%) Distúrbios do sono 24 (48%) Vômito 16 (32%) Gan TJ et al. Br J Anaesth 2004; 92(5):681-8.
24 Então, como tratamos a dor aguda? Tratamos de acordo com os mecanismos da dor envolvidos Analgesia multimodal Voscopoulos C, Lema M. Br J Anaesth 2010; 105(Suppl 1):i69-85.
25 Coxibe = Inibidor da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Kehlet H, Dahl JB. Anesth Analg 1993; 77(5): Analgesia Multimodal ou Equilibrada Opioide Potencialização Acetaminofeno nsnsaids/coxibes Ligantes α 2 δ Cetamina Clonidina Bloqueadores nervosos Analgesia melhorada das doses de cada analgésico da severidade dos efeitos colaterais de cada medicamento
26 Efeitos Sinérgicos ou Viciantes dos Analgésicos Usados em Conjunto Agentes com diferentes mecanismos de ação podem possivelmente apresentar efeitos viciantes ou sinérgicos: Acetaminofeno/NSAIDs+ opioides Opioides + anestésicos locais Agentes de ação central + NSAIDs Opioides + ligantes α 2 δ (ex. dexmedetomidina) NSAID = anti-inflamatório não esteroidal Bader P et al. Guidelines on Pain Management. European Association of Urology; Arnhem, The Netherlands: 2010; Kehlet H et al. Acta Anaesthesiol Scand 2010; 55(7):778-84; Paul S et al. Ceylon Med J 2010; 55(4):111-5; Robert B et al. J Pain 2010; 11(8):701-9; Starks I et al. ISRN Anesthesiology 2011; 2011:742927; Vadivelu N et al. Yale J Biol Med 2010; 83(1):11-25.
27 Recomendações para Manejo da Dor Aguda da Força-Tarefa da American Society of Anesthesiologists Defende o uso de analgesia multimodal Exceto se contraindicado, todos os pacientes devem receber um regime regular de NSAIDs, inibidores da COX-2 ou acetaminofeno NSAID = anti-inflamatório não esteroidal American Society of Anesthesiologists Task Force on Acute Pain Management. Anesthesiology 2004; 100(6):
28 Resultados Melhorados com o Manejo Adaptado da Dor Pós-operatória Incidências de complicações pulmonares: Cirurgia de membros inferiores: 12% vs. 28% Abdominal e vascular: 10% vs. 17% Cirurgia torácica: 15% vs. 31% Incidência de complicações cardíacas: Cirurgia abdominal: 15% vs. 24% Melhor função gastrintestinal Duração do íleo paralítico: 56 h vs. 103 h (8 estudos randomizados controlados) Menos complicações tromboembólicas Incidência de DVT: 29% vs. 62% 4 estudos randomizados controlados: quadril, joelho, prostatectomia, cirurgia vascular periférica Kehlet H et al. Br J Anaesth 2001; 87(1):62-72.
29 Analgésicos Devem ser Administrados em Intervalos Regulares Durante os Episódios de Dor Aguda 6 Escore da intensidade média da dor À noite, no dia da cirurgia De manhã, no dia seguinte à cirurgia Dosagem regular Dosagem PRN À noite, no dia seguinte à cirurgia De manhã, 2 dias após a cirurgia À noite, 2 dias após a cirurgia De manhã, 3 dias após a cirurgia À noite, 3 dias após a cirurgia Sutters KA et al. Clin J Pain 2010; 26(2):
30 Tratamento Farmacológico Baseado no Mecanismo da Dor Nociceptiva/ Inflamatória Cérebro Estímulos nocivos nsnsaid/coxibes Anestésicos locais Anestésicos locais Transmissão Transdução Fibra aferente nociceptiva Opioides Modulação descendente Inflamação Sensibilização periférica nsnsaids/coxibes, opioides Coxibe = inibidor da COX-2; nsnsaids = anti-inflamatório não esteroidal não específico Scholz J, Woolf CJ. Nat Neurosci 2002; 5(Suppl): Percepção Ligantes α2δ Acetaminofeno Antidepressivos nsnsaids/coxibes Opioides Impulso ascendente Medula vertebral Sensibilização central 48
31 Acetaminofeno A ação em nível molecular não é evidente Os possíveis mecanismos incluem: Inibição das enzimas COX (COX-2 e/ou COX-3) Interação com a via do opioide Ativação da via bulboespinhal serotoninérgica Envolvimento da via do óxido nítrico Aumento no aspecto canabinoide-vaniloide Mattia A, Coluzzi F. Minerva Anestesiol 2009; 75(11):
32 O que são NSAIDs (nsnsaids/coxibes)? NSAID = Non-Steroidal Anti-Inflammatory Drug [Anti-inflamatório não esteroidal] Efeito analgésico pela inibição da produção de prostaglandina Classe ampla que incorpora muitas medicações diferentes: nsnsaids: ASA Diclofenaco Ibuprofeno Naproxeno Coxibes: Celecoxibe Etoricoxibe ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Brune K. In: Kopf A et al (eds). Guide to Pain Management in Low-Resource Settings. International Association for the Study of Pain; Seattle, WA:
33 Como agem os nsnsaids/coxibes? Ácido araquidônico COX-1 (constitutiva) COX-2 (induzida por estímulos inflamatórios) BLOQUEIO Coxibes nsnsaids BLOQUEIO BLOQUEIO Prostaglandinas Prostaglandinas Citoproteção gastrintestinal, atividade plaquetária Inflamação, dor, febre Coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Gastrosource. Non-steroidal Anti-inflammatory Drug (NSAID)-Associated Upper Gastrointestinal Side-Effects. Available at: Accessed: December 4, 2010; Vane JR, Botting RM. Inflamm Res 1995;44(1):1-10. Alívio da dor 33
34 COX-2 é Expressa no CNS As prostaglandinas no CNS são importantes na sensibilização central e hiperalgesia 1 A inflamação periférica leva à indução central da COX-2 2 Ocorre mesmo com bloqueio completo do nervo sensorial 3 O sinal humoral (IL-6?) pode desempenhar um papel na transdução do sinal entre a barreira hematoencefálica 3 IL-1beta desempenha um papel importante centralmente 3 A elevação das prostaglandinas no CSF leva à hiperalgesia 3 A inibição da síntese de IL-1beta ou dos receptores reduz os níveis de COX-2 no CSF, prostaglandina e hiperalgesia 3 A inibição da COX-2 centralmente tem efeitos semelhantes 3,4 CNS = sistema nervoso central; CSF = líquido cefalorraquidiano; IL = interleucina 1. Taiwo YO, Levine JD. Brain Res 1986; 373(1-2):81-4; 2. Ghilardi JR et al. J Neurosci 2004; 24(11): ; 3. Samad TA et al. Nature 2001; 410(6827):471-5; 4. Smith CJ et al. Proc Natl Acad Sci US 1998; 95(22):
35 Resultados da COX-2 na Sensibilização à Dor Sensibilização Periférica COX-2 é expressa após a lesão no tecido Prostaglandinas produzidas aumentam a sensibilidade do nociceptor à dor Sensibilização Central Inflamação periférica causa indução da COX-2 no CNS Ocorre mesmo com bloqueio completo do nervo sensorial, possivelmente devido a um sinal humoral Prostaglandinas produzidas pela COX-2 no CNS causam ainda sensibilização à dor Resultado: hiperalgesia e alodinia CNS = sistema nervoso central Ahmadi S et al. Nat Neurosci 2002; 5(1):34-40; Baba H et al. J Neurosci 2001; 21(5):1750-6; Samad TA et al. Nature 2001; 410(6827):471-5; Woolf CJ, Salter MW. Science 2000; 288(5472):
36 COX-2 está Envolvida na Sensibilização Central Indução central da COX-2 causa aumento na produção de prostaglandina Estimulação de PGE2 dos receptores EP no corno dorsal irá: Ativar PKC, fosforilando e aumentando a abertura do canal de NMDA Ativar diretamente certos neurônios do corno dorsal pela abertura dos canais iônicos ligados ao receptor EP2 Reduzir a transmissão inibitória de interneurônios glicinérgicos Aumentar a despolarização e excitabilidade dos neurônios do corno dorsal NMDA = N-metil-D-aspartato; PGE2 = prostaglandina E2; PKC = proteína quinase C Ahmadi S et al. Nat Neurosci 2002; 5(1):34-40; Baba H et al. J Neurosci 2001; 21(5):1750-6; Samad TA et al. Nature 2001; 410(6827):471-5; Woolf CJ, Salter MW. Science 2000; 288(5472):
37 Inibição da COX-2 Minimiza a Sensibilização É provável que o sinal de indução da COX-2 persista com a inflamação periférica Para minimizar a sensibilização, COX-2 deve ser inibida centralmente e na periferia O quanto antes Continuamente até que a inflamação periférica cesse O inibidor ideal da COX-2 deve conseguir agir tanto na periferia quanto centralmente Deve atravessar facilmente a barreira hematoencefálica Samad TA et al. Nature 2001; 410(6827):471-5; Woolf CJ, Salter MW. Science 2000; 288(5472):
38 Efeitos Adversos dos nsnsaids/coxibes Todos os NSAIDs: Gastroenteropatia Gastrite, hemorragia, ulceração, perfuração Eventos trombóticos cardiovasculares Efeitos renovasculares Diminuição do fluxo sanguíneo renal Retenção de líquido/ edema Hipertensão Hipersensibilidade NSAIDs mediados pela Cox-1 (nsnsaids): Agregação plaquetária reduzida Coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Clemett D, Goa KL. Drugs 2000; 59(4):957-80; Grosser T et al. In: Brunton L et al (eds.). Goodman and Gilman s The Pharmacological Basis of Therapeutics. 12th ed. (online version). McGraw-Hill; New York, NY: 2010.
39 Qual é o risco cardiovascular associado ao uso de nsnsaids/coxibes na dor aguda (isto é, por 7 10 dias)? Risco de Morte/ Infarto do Miocárdio nos Primeiros 7 Dias de Tratamento com nsnsaid/coxibe em Pacientes com Morte/ Infarto do Miocárdio Prévio Naproxeno Diclofenaco Ibuprofeno Celecoxibe Rofecoxibe Todos os nsnsaids/coxibes 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatórios não esteroidais não específicos Schjerning Olsen AM et al. Circulation 2011; 123(20):
40 Risco Gastrintestinal com nsnsaids/coxibes Riscos Relativos Agrupados e CIs de 95% de Complicações do Trato Gastrintestinal Superior CI = intervalo de confiança; coxibe = inibidor da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Castellsague J et al. Drug Saf 2012; 35(12):
41 Fatores de Risco para Complicações Gastrintestinais Associadas aos nsnsaids/coxibes História de hemorragia/ perfuração GI 1 Uso concomitante de anticoagulantes História de úlcera péptica Idade 60 anos Uso único ou múltiplo de NSAID Infecção por Helicobacter pylori Uso de ASA em baixa dose nos últimos 30 dias Abuso de álcool Uso concomitante de glicocorticoides Tabagismo ,4 2, ,4 6,1 5,5 4,7 4,3 4,1 13, Razão de probabilidade/ risco relativo para complicações de úlcera ASA = ácido acetilsalisílico; coxibe = inibidor específico da COX-2; GI = gastrintestinal; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico; SSRI = inibidor seletivo da recaptação da serotonina 1. Garcia Rodriguez LA, Jick H. Lancet 1994; 343(8900):769-72; 2. Gabriel SE et al. Ann Intern Med 1991; 115(10):787-96; 3. Bardou M. Barkun AN. Joint Bone Spine 2010; 77(1):6-12; 4. Garcia Rodríguez LA, Hernández-Díaz S. Arthritis Res 2001; 3(2):
42 Qual é o risco gastrintestinal associado ao uso de nsnsaids/coxibes na dor aguda (ou seja, por 7 10 dias)? Razão de probabilidade de hemorragia gastrintestinal (CI de 95% ) Durante a semana 1 (53 casos, 22 controles) 5.6 (CI de 95% ) Após a semana 1 até a descontinuação (353 casos, 268 controles) 3.2 (CI de 95% ) Primeira semana após a descontinuação (52 casos, 59 controles) CI = intervalo de confiança; coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Lewis SC et al. Br J Clin Pharmacol 2002; 54(3):320-6.
43 Efeitos dos nsnsaids/coxibes + ASA na Função Plaquetária Tempo de oclusão do analisador da função plaquetária 100 (segundos) Visita basal 12 horas após NSAID 24 horas após o último NSAID, 22 horas após ASA 300 mg p = 0.04 p < p = n = 24 sujeitos de pesquisa saudáveis ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Gladding PA et al. Am J Cardiol 2008; 101(7): p = NS Placebo Naproxeno Ibuprofeno Celecoxibe 550 mg 400 mg 200 mg
44 Diretrizes relacionadas ao Uso de ASA + NSAID Indivíduos que tomam ASA em baixa dose ( mg/dia) para proteção vascular devem evitar o uso concomitante de nsnsaids Se um paciente que estiver tomando ASA em baixa dose para proteção vascular precisar de um anti-inflamatório, os coxibes devem ser escolhidos ao invés dos nsnsaids Tanto os coxibes quanto os nsnsaids aumentam o risco cardiovascular e, se possível, devem ser evitados em pacientes com risco de eventos vasculares isquêmicos ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Bell AD et al. Can J Cardiol 2011; 123(20 Suppl A):S1-59.
45 Consenso Canadense na Prescrição de NSAIDs Paciente precisa de NSAID Baixo risco gastrintestinal Baixo risco gastrintestinal Alto risco cardiovascular (com ASA) Baixo risco cardiovascular Alto risco cardiovascular (com ASA) Baixo risco cardiovascular Evitar NSAID, se possível Não é possível evitar NSAID Coxibe isolado ou nsnsaid + PPI* Naproxeno + PPI nsnsaid Principal preocupação = risco cardiovascular muito alto: naproxeno + PPI Principal preocupação = risco gastrintestinal muito alto: coxibe + PPI *Em pacientes com alto risco, um coxibe e um nsnsaid + PPI apresentam reduções semelhantes de taxas de novos sangramentos, mas essas reduções podem ser incompletas A maioria dos pacientes com ASA + naproxeno precisaria de um PPI adicional, porém o naproxeno isolado pode ser apropriado para alguns pacientes com risco gastrintestinal muito baixo ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = NSAID não específico; PPI = inibidor da bomba de prótons Rostom A et al. Aliment Pharmacol Ther 2009; 29(5):
46 Diretrizes para o Uso de nsnsaids/coxibes com base no Risco Gastrintestinal e no Uso de ASA Sem ASA Com ASA Risco gastrintestinal Não elevado Elevado nsnsaid isolado Coxibe nsnsaid + PPI Coxibe + PPI Coxibe + PPI nsnsaid + PPI nsnsaid + PPI ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PPI = inibidor da bomba de prótons Tannenbaum H et al. J Rheumatol 2006; 33(1):
47 Interações Medicamentosas com nsnsaids/coxibes Interações com nsnsaids/coxibes Medicamento Efeito Tratamento Antibióticos aminoglicosídeos Anticoagulantes Agentes antihipertensivos (com alguns NSAIDs) Inibição do clearance renal Aumento do risco de hemorragia Redução do efeito antihipertensivo Possível hipercalemia com diuréticos e ACE-Is Monitorar a concentração de antibiótico e ajustar a dose conforme necessário Monitorar o tempo de protrombina Evitar o uso de ASA Monitorar a pressão arterial, função cardíaca e concentração de potássio Digoxina Inibição do clearance renal Monitorar a concentração de digoxina e ajustar a dose conforme necessário ACE-I = inibidor da enzima conversora da angiotensina; ASA = ácido acetilsalicílico; coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = NSAID não específico
48 Interações Medicamentosas com nsnsaids/coxibes (continuação) Medicamento Efeito Tratamento Lítio Metotrexato Fenitoína (com ibuprofeno) Probenecida (com naproxeno) Aumento da concentração de lítio Aumento da concentração de metotrexato Aumento dos níveis de fenitoína Redução do clearance de naproxeno Monitorar as concentrações de lítio Monitorar a concentração de metotrexato Evitar NSAIDs com metotrexato em dose alta Monitorar a concentração de fenitoína e ajustar a dose conforme necessário Monitorar os efeitos adversos Coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = NSAID não específico American Medical Association. Table: Potential Drug Interactions with NSAID Analgesics. Available at: Accessed: September 5, 2013.
49 Como os Opioides Afetam a Dor Modificam a percepção, modulam a transmissão e afetam a transdução: Cérebro Alterando a atividade do sistema límbico; modificam os aspectos sensorial e afetivo da dor Ativando as vias descendentes que modulam a transmissão na medula vertebral Afetando a transdução dos estímulos dolorosos aos impulsos nervosos Transdução Transmissão Percepção Modulação descendente Impulso ascendente Fibra nociceptiva aferente Medula vertebral Reisine T, Pasternak G. In: Hardman JG et al (eds). Goodman and Gilman s: The Pharmacological Basics of Therapeutics. 9th ed. McGraw-Hill; New York, NY: 1996; Scholz J, Woolf CJ. Nat Neurosci 2002; 5(Suppl):1062-7; Trescot AM et al. Pain Physician 2008; 11(2 Suppl):S
50 Justificativa do Uso de Opioides no Perioperatório Usados por mais de 2000 anos, continuam a ser o padrão-ouro para dor moderada a grave Os opioides ligam-se aos receptores localizados nas células por todas as vias de dor periférica e central Analgesia central e periférica muito potente Além de produzirem analgesia, os opioides alteram o componente emocional da experiência dolorosa Proporcionam administração conveniente oral, sublingual, intramuscular, intravenosa, epidural e intratecal Moss J et al. Mayo Clin Proc 2008; 83(10): ; Tony L et al. In: Brunton L et al (eds). Goodman and Gilman s The Pharmacological Basis of Therapeutics. 12th ed. (online version). McGraw-Hill; New York, NY: 2010.
51 Opioides e Manejo da Dor Mu Receptor Opioide Resposta Analgesia supraespinhal, depressão respiratória, sedação, miose, euforia, efeitos cardiovasculares, prurido, náusea/vômito, mobilidade gastrintestinal reduzida, dependência, tolerância Delta Analgesia, euforia, disforia, efeitos psicotomiméticos Kappa Analgesia espinhal, disforia, efeitos psicotomiméticos, miose, depressão respiratória, sedação Gourlay GK. Support Care Cancer 2005; 13(3):153-9.;Reisine T et al. In: Hardman JG et al (eds). Goodman and Gilman s: The Pharmacological Basics of Therapeutics. 9th ed. McGraw-Hill; New York, NY: 1996.; Trescot AM et al. Pain Physician 2008; 11(2 Suppl):S Gourlay GK. Supp Care Cancer. 2005;13:153-9.
52 Opioides Modulam o Controle das Células LIGADAS e DESLIGADAS (-) GABA (-) DESLIGADA GABA = ácido γ-aminobutírico Receptor µ Opioide (-) (-) Transmissão da dor (+) LIGADA Medula ventromedial rostral Receptor µ Corno dorsal da medula vertebral Estimulação dos receptores mu pelo opioide nas células LIGADAS Atividade reduzida da célula LIGADA Facilitação reduzida da transmissão da dor no corno dorsal Menos dor Estimulação dos receptores mu pelo opioide em interneurônios GABAérgicos que inervam células DESLIGADAS Atividade reduzida no interneurônio GABAérgico Inibição reduzida das células DESLIGADAS Aumento da inibição de células DESLIGADAS da transmissão da dor no corno dorsal Menos dor Fields HL et al. In: McMahon SB, Koltzenburg M (eds). Wall and Melzack s Textbook of Pain. 5th ed. Elsevier; London, UK: 2006.
53 Controle Espinhal Segmentar pelo Opioide Glutamato Aspartato Glutamato Substância P Neuroquinina A Neuroquinina B Fibra C Fibra Aδ Galanina CGRP VIP Somatostatina Neurônio de projeção nociceptivo-específico Peptídeos opioides endógenos: 3 classes: mu, delta e kappa Lâmina I e II Mecanismo principal: inibição pré-sináptica (>70% sítios do receptor mu localizados em terminações aferentes primárias) camp liberação do neurotransmissor Pós-sináptico: diminuição da atividade evocada dos neurotransmissores e neurônios de projeção (canais de potássio de entrada) hiperexcitabilidade 5-HT = serotonina; camp = adenosina cíclica 3',5'-monofosfato; CCK = colecistoquinina; GABA = ácido γ-aminobutírico Dickenson AH. Behav Brain Sci 1997; 20(3): ; Yaksh TL, Noueihed R. Annu Rev Pharmacol Toxicol 1985; 25:
54 Efeito Supraespinhal dos Opioides Aumentam a atividade dos neurônios inibitórios descendentes serotonina, norepinefrina no nível espinhal Opioide R PAG, RVM, etc. Aumentam as vias Inibitórias descendentes Cérebro Fibra C Glutamato Substância P SG Lâmina V Cálcio Canais de cálcio dependentes de voltagem Corno dorsal Lamina I PAG = substância cinzenta periaquedutal; RVM = medula ventromedial rostral; SG = substância gelatinosa Dickenson A. Br J Anaesth 1995; 75(2):
55 Mesencéfalo Ponte Medula Medula vertebral Atividade do Tramadol, Enantiômeros e Metabólito M1 Loco cerúleo Substância cinzenta periaquedutal NA + Núcleo + magno da rafe µ 5HT *Distribuição no cérebro; # Distribuição na medula vertebral 5HT = serotonina; NA = noradrenalina Vickers MD et al. Anaesthesia 1992; 47(4): µ µ Inibição da recaptação Opioide Mu 5HT NA Tramadol* (+) enantiômero /- (-) enantiômero +/- +/- ++ Metabólito M1 # /- +/- Tramadol
56 Opioides Podem Induzir a Hiperalgesia Hiperalgesia primária Sensibilização de neurônios primários diminui o limite aos estímulos nocivos no local da lesão Pode incluir resposta aos estímulos inócuos Aumenta a dor a partir dos estímulos supraliminares Dor espontânea Hiperalgesia secundária Sensibilização dos neurônios primários nas áreas adjacentes não lesionadas Pode envolver sensibilização periférica e central Dolan S, Nolan AM. Neuroreport 1999; 10(3):449-52; Raja SN et al. In: Wall PB, Melzack R (eds). Textbook of Pain. 4th ed. Churchhill Linvingstone; London, UK: 1999; Woolf CJ. Drugs 1994; 47(Suppl 5):1-9.
57 Opioides Podem Induzir a Alodinia Dor evocada por estímulos inócuos Sensibilização central dor produzida pelas fibras Aβ Possivelmente mediada pelos receptores espinhais NMDA NMDA = N-metil-D-aspartato Dolan S, Nolan AM. Neuroreport 1999; 10(3):449-52; Raja SN et al. In: Wall PB, Melzack R (eds). Textbook of Pain. 4th ed. Churchhill Linvingstone; London, UK: 1999; Woolf CJ. Drugs 1994; 47(Suppl 5):1-9.
58 Efeitos Adversos dos Opioides Sistema Gastrintestinal Náusea, vômito, constipação Efeitos adversos CNS Respiratório Cardiovascular Outro Comprometimento cognitivo, sedação, vertigem, tontura Depressão respiratória Hipotensão ortostática, desmaio Urticária, miose, sudorese, retenção urinária CNS = sistema nervoso central Moreland LW, St Clair EW. Rheum Dis Clin North Am 1999; 25(1):153-91; Yaksh TL, Wallace MS. In: Brunton L et al (eds). Goodman and Gilman s The Pharmacological Basis of Therapeutics. 12th ed. (online version). McGraw-Hill; New York, NY: 2010.
59 A Maioria dos Eventos Adversos Hospitalares Envolve um Opioide Em um estudo de revisão hospitalar de 10 anos dos eventos adversos em mais de pacientes: 59% dos 4452 eventos adversos relatados envolviam um opioide A taxa de evento adverso de 2,7% resultou em um aumento médio na meia-vida (0,53) no tempo de permanência O aumento na permanência no hospital de 0,53 dias aumentaria o custo médio hospitalar em $840 por paciente* * Aplicado ao paciente de custo médio no grupo de evento não adverso Oderda GM et al. J Pain Symptom Manage 2003; 25(3):
60 Preocupações sobre o Uso Adicional de Opioides Potencial de abuso e dependência Tolerância de dependência física Fardo administrativo na distribuição e monitoramento devido ao status programado Organização Mundial da Saúde. Understanding Health Professionals Fear of Opioids. Available at: Accessed: October 17, 2013.
61 Interações Medicamentosas com Opioides Medicamento Opioide(s) Efeito Antibióticos Claritromicina Eritromicina Rifampicina Antifúngicos (cetoconazol, itroconazol) Fentanil Metadona Morfina Fentanil Anti-histamínicos Todos Aumento da sedação Redução do clearance do fentanil, depressão respiratória Aumento do metabolismo do opioide (pode induzir a descontinuação) Efeito analgésico reduzido, aumentar a dose, se necessário Redução do clearance do fentanil e depressão respiratória Antirretrovirais Lopinavir Nelfinavir Ritonavir Zidovudina Beta-bloqueadores (metoprolol, propanolol) Metadona Fentanil Fentanil Metadona Propoxifeno Aumento do metabolismo do opioide (pode induzir a descontinuação) Redução do clearance do fentanil, depressão respiratória Redução do clearance do fentanil, depressão respiratória Inibição do metabolismo da zidovudina Aumento dos níveis plasmáticos de beta-bloqueadores American Medical Association. Table: Important Opioid Drug Interactions. Available at: Accessed: September 5, 2013; Australian and New Zealand College of Anaesthetists and Faculty of Pain Medicine. Acute Pain Management: Scientific Evidence. 3rd ed. ANZCA & FPM; Melbourne, VIC: 2010; South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
62 Interações Medicamentosas com Opioides (continuação) Medicamento Opioide(s) Efeito Butirofenonas Todos Aumento da sedação Carbamazepina Cimetidina Desipramina Metadona Propoxifeno Meperidina, morfina Metadona, morfina Aumento do metabolismo do opioide (pode induzir a descontinuação) Aumento dos níveis de carbamazepina, possível toxicidade Aumento dos efeitos do opioide Possível toxicidade devido à inibição do metabolismo da desipramina Doxepina Propoxifeno Possível toxicidade devido ao aumento dos níveis de doxepina Eritromicina Metadona Aumento do metabolismo do opioide (pode induzir a descontinuação) MAOIs Meperidina Resposta excitatória (inclui convulsões, arritmia, hiperpirexia) Fenitoína Metadona Aumento do metabolismo do opioide (pode induzir a descontinuação) Quinidina Codeína Analgesia reduzida TCAs Todos Aumento da sedação MAOI = inibidor da monoamine oxidase; TCA = antidepressivos tricíclicos American Medical Association. Table: Important Opioid Drug Interactions. Available at: Accessed: September 5, 2013.
63 Coagulação e Manejo da Dor Pós-Operatória Hemorragia Alguns pacientes podem apresentar maior risco de hemorragia devido a: Distúrbio hereditário (ex. Doença de von Willibrand) Distúrbio adquirido (ex. deficiência de vitamina K) Uso de medicação (ex. antiplaquetário) O risco deve ser avaliado e tratado no pré-, peri e pósoperatório Coagulação Risco elevado de DVT pósoperatório em pacientes submetidos a algumas formas de cirurgia Profilaxia com terapia anticoagulante deve ser considerada nesses pacientes NSAIDs podem aumentar os efeitos do anticoagulante Justifica-se o monitoramento rigoroso DVT = trombose venosa profunda; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal Achneck HE et al. Circulation 2010; 122(20): ; Cheetham TC et al. Ann Pharmacother 2009; 43(11): ; Fisher WD. Can J Surg 2011; 54(5):344-51; Kwong LM et al. Ann Pharmacother 2012; 46(9):
64 Considerações Especiais para o Tratamento Pósoperatório em Idosos Grande variação no metabolismo do medicamento entre pacientes idosos Maior risco de complicações decorrentes do uso de NSAIDs Frequentemente, uso de várias outras medicações (maior risco de interações medicamentosas) O pensamento pode refletir opiniões históricas Pode relatar a dor de modo insuficiente devido ao estoicismo ou relutância de pedir analgesia Dor preexistente frequente (ex. osteoartrite) Possível comprometimento cognitivo NSAID = anti-inflamatório não esteroidal Hallingbye T et al. Aging Health 2011; 7(6):813-28; Herr KA et al. Clin Geriatr Med 2001; 17(3):457-78; Rakel B et al. J Perianesth Nurs 2004; 19(3): American Geriatrics Society Panel on the Pharmacological Management of Persistent Pain in Older Persons. J Am Geriatr Soc 2009; 57(8):
65 Analgesia para Dor Pós-operatória com base no Tipo de Cirurgia Cirurgia de grande porte Cirurgia de pequeno porte - Acetaminofeno - nsnsaids/ coxibes* - Infiltração de ferida - Analgesia de bloqueio regional - Opioide fraco ou analgésico de resgate, se necessário Cirurgia de médio porte - Acetaminofeno - nsnsaids/ coxibes* - Infiltração de ferida - Bloqueio do nervo periférico ou opioide IV - Acetaminofeno - nsnsaids/ coxibes* - Infiltração de ferida - Epidural ou bloqueio significativo do nervo periférico ou do plexo ou opioide IV *Exceto se contra-indicado Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo Sivrikaya GU. In: Racz G (ed). Pain Management Current Issues and Opinions. InTech; Rijeka, Croatia: PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
66 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória* Dor de alta intensidade (VAS 50) Dor de intensidade moderada (VAS 30-50) Dor de baixa intensidade (VAS 30) nsnsaid/ coxibe + acetaminofeno ± opioide forte nsnsaid/ coxibe + acetaminofeno ± opioide fraco nsnsaid/ coxibe + acetaminofeno ± opioide fraco *Observação: recomendações específicas variam dependendo do tipo de cirurgia Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Disponível em: Acessado em: 24 de julho de
67 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-Operatória em Histerectomia Abdominal Dor de alta intensidade esperada (VAS 50) Dor de intensidade moderada esperada (VAS 30-50) Dor de baixa intensidade esperada (VAS 30) Baixo risco: opioide forte (PCA IV) + coxibe/nsaid Baixo risco: coxibe/nsnsaid + acetaminofeno ± opioide fraco Todos: coxibe/nsnsaid + acetaminofeno ± opioide fraco Alto risco: opioide forte + LA epidural Alto risco: considerar redução para coxibe/nsnsaid + acetaminofeno ± opioide fraco Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; LA = anestésico local; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Acessado em: 24 de julho de 2013.
68 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória em Ressecção do Cólon Pacientes submetidos à cirurgia aberta Todos os pacientes Protocolos de reabilitação multimodal + analgesia torácica epidural (se não for contraindicada) Dor de alta intensidade esperada (VAS 50): opioide forte (PCA IV) + coxibe/nsnsaid Dor de intensidade moderada esperada (VAS 30-50): considerar redução para coxibe/nsnsaid + acetaminofeno ± opioide fraco Dor de baixa intensidade esperada (VAS 30) Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
69 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória em Cirurgia de Hemorroida Coxibes/nsNSAIDs + acetaminofeno Dor de intensidade moderada a alta Dor de intensidade baixa a moderada Laxantes Metronidazol oral Opioides fortes orais Opioides fracos orais Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento] PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
70 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória na Herniorrafia Coxibes/nsNSAIDs* + acetaminofeno Dor de alta intensidade (VAS 50) Dor de intensidade moderada (VAS 30-50) Adicionar opioide forte Adicionar opioide fraco *Usar opioides fracos quando nsnsaids/coxibes forem contraindicados Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento] ; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Acessado em: 24 de julho de 2013.
71 Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento] PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória em Colecistectomia Laparoscópica Pacientes pulmonares de alto risco Cirurgia de rotina Analgesia epidural + opioides fortes (no período pósoperatório imediato) Coxibe/nsNSAIDs + acetaminofeno; opioide para analgesia de resgate Alta precoce (< 24 horas)
72 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória em Cirurgia de Mama não Cosmética Dor de alta intensidade (VAS 50) Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno + opioides fortes (titulados até o efeito) Dor de intensidade moderada ou baixa (VAS < 50) Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno + opioides fracos Para cirurgia de mama de grande porte, considerar a continuação do bloqueio paravertebral a partir do período intraoperatório Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
73 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória na Prostatectomia Radical Dor de alta intensidade (VAS 50) Dor de intensidade moderada ou baixa (VAS < 50) Coxibe + acetaminofeno ± ligantes α 2 δ + Opioide PCA IV Coxibe + acetaminofeno ± ligantes α 2 δ ± opioide fraco Observação: as recomendações acima baseiam-se nas evidências de intervenções unimodais. As combinações ideais dessas intervenções continuam desconhecidas atualmente. Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica
74 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória na Toracotomia Continuar a analgesia intraoperatória* 2-3 dias no pós-operatório Dor de intensidade alta esperada (VAS 50) Dor de intensidade moderada esperada (VAS 30-50) Dor de intensidade baixa esperada (VAS 30) PCA IV opioide forte ± coxibe/nsnsaid/acetaminofeno Acetaminofeno + coxibe/nsnsaid ± opioides fracos Acetaminofeno + coxibe/nsnsaid *Recomenda-se LA epidural torácica + opioide + epinefrina ou bloqueio paravertebral com LA como abordagem analgésica primária Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; LA = anestésico local; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
75 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória na Artroplastia Total do Quadril Continuar o bloqueio do nervo periférico* ou analgesia epidural** (se usada) Dor de intensidade alta (VAS 50) Dor de intensidade moderada ou baixa (VAS < 50) Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno ± PCA IV opioides fortes (titulados até o efeito) Analgesia Sistêmica Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno ± opioides fracos (titulados até o efeito) *Por técnicas de cateter, usando analgesia regional controlada pelo paciente; **Estabelecer a infusão epidural à medida que o bloqueio do nervo retorna usando analgesia epidural controlada pelo paciente Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Procedure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
76 PROSPECT: Manejo da Dor Pós-operatória na Artroplastia Total do Joelho Continuar o bloqueio do nervo femural* (se usado) Dor de intensidade alta (VAS 50) Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno + PCA IV opioides fortes (titulados até o efeito) Dor de intensidade moderada ou baixa (VAS < 50) Coxibe/nsNSAID + acetaminofeno ± opioides fracos (titulados até o efeito) Para todos: Técnicas de resfriamento e compressão Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico; PCA = analgesia controlada pelo paciente; PROSPECT = Pocedrure Specific Postoperative Pain Management [Manejo da Dor Pós-operatória Específica do Procedimento]; VAS = escala visual analógica PROSPECT Working Group. Procedure Specific Postoperative Pain Management. Available at: Accessed: July 24, 2013.
77 Diretrizes da Dor Aguda da África do Sul: Protocolo de Medição e Monitoramento da Dor Escolher a escala unidimensional apropriada Monitorar a dor a cada 15 minutos e ajustar o tratamento analgésico de forma correspondente, até que o paciente esteja sem dor Monitorar a dor de hora em hora durante 6 horas Continuar a avaliação a cada 4 horas } Se a intensidade da dor aumentar para >5/10: 1.Procurar o médico adequado 2.Ajustar o tratamento da dor 3.Voltar para o cronograma de monitoramento de 15 minutos e depois de hora em hora Enquanto isso: 1.Examinar complicações que poderiam causar dor 2.Monitorar os efeitos colaterais da medicação South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
78 Diretrizes da Dor Aguda da África do Sul: Dor Pós-operatória Até o fim do procedimento cirúrgico Administrar um opioide IV de ação mais longa (ex. morfina, fentanil) Imediatamente após a cirurgia Titular opioide IV (ex. alfentanil, sufentanil) No fim da anestesia Administrar analgésico não esteroidal IV Após a cirurgia O período de 5 dias de NSAIDs orais (geralmente, de preferência coxibes) é apropriado para a maioria das situações pósoperatórias de rotina Coxibe = inibidor específico da COX-2; IV = intravenoso; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
79 Diretrizes da Dor Aguda na África do Sul: Dor Aguda Musculoesquelética Primeiras 48 horas após lesão musculoesquelética Acetaminofeno Acetaminofeno + codeína (para dor mais intensa) Tramadol (para lesão mais grave) Depois de 48 horas após a lesão* NSAIDs Preferência pelo coxibes: Em idosos Em pacientes com história de efeitos colaterais gastrintestinal ou outros após o uso de nsnsaid** Quando a terapia prolongada for considerada *Se a avaliação revelar sinais e sintomas clínicos de inflamação excessiva; **De modo alternativo, acetaminofeno pode ser continuado; Em atletas, sugere-se o uso desses agentes por um período limitado (5 dias) Coxibe = inibidor específico da COX-2; NSAID = anti-inflamatório não esteroidal; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico South African Society of Anaesthesiologists. SAJAA 2009; 15(6):1-120.
80 Tratamento Farmacológico da Dor Aguda no Oriente Médio: Consenso do Painel de Especialistas Dor aguda devido a: Lesão esportiva Condição traumática ou inflamatória Lesão musculoesquelética Dor aguda leve ou moderada Analgesia inadequada Etapa 1: acetaminofeno (dose máxima de 4 g/dia; intervalo mínimo de 4 h entre cada dose de 1 g) Analgesia inadequada Etapa 2: coxibe ou nsnsaid (escolher com base no perfil de risco do paciente) Dor aguda intensa nsnsaid tópico (com ou sem acetaminofeno oral combinado, coxibe ou nsnsaid) Analgesia inadequada Etapa 3: adicionar 1 dos seguintes: Acetaminofeno/codeína Acetaminofeno/tramadol Tramadol Coxibe = inibidor da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Ayad AE et al. J Int Med Red 2011; 39(4): Opioides (encaminhar paciente a um médico ou especialista em dor)
81 ESRA: Opções de Tratamento em Relação à Intensidade da Dor Pós-operatória Esperada Dor de intensidade leve (ex. hérnia inguinal, varizes, laparoscopia) Dor de intensidade moderada (ex. artroplastia de quadril, histerectomia, cirurgia no maxilar) Dor de intensidade alta (ex. toracotomia, cirurgia abdominal superior, cirurgia da aorta, artroplastia do joelho) (i) Acetaminofeno + infiltração da ferida com anestésico local (ii) NSAIDs (exceto se contraindicado) (iii) Analgesia local epidural ou bloqueio significativo do nervo periférico ou do plexo ou injeção de opioide (IV PCA) (i) Acetaminofeno + infiltração da ferida com anestésico local (i) Acetaminofeno + infiltração da ferida com anestésico local (ii) NSAIDs (exceto se contraindicado) (iii) Bloqueio do nervo periférico (dose única ou infusão contínua) ou injeção de opioide (PCA IV) (ii) NSAIDs (exceto se contraindicado) (iii) Analgesia de bloqueio regional Adicionar opioide fraco ou analgesia de resgate com pequenos incrementos de opioide forte IV, se necessário ESRA = European Society of Regional Anaesthesia and Pain Therapy [Sociedade Europeia de Anestesia Regional e Terapia da Dor]; IV = intravenoso; NSAID = antiinflamatório não estroidal; PCA = analgesia controlada pelo paciente Rawal N et al. Postoperative Pain Management Good Clinical Practice. AstraZeneca: Södertälje, Sweden.
82 Diretrizes do ANZCA: Manejo da Dor Pós-operatória após Cirurgia de Curta Permanência Hospitalar Infiltração da ferida com agentes anestésicos locais propicia analgesia satisfatória e de longa duração Bloqueios do nervo periférico com agentes anestésicos locais de longa ação proporcionam analgesia pós-operatória de longa duração Bloqueios infraclavicular em dose única proporcionam analgesia eficaz e menos náusea após cirurgia de mão e pulso e ambulação e alta hospitalar mais precoces em comparação com a anestesia geral Bloqueios contínuos do nervo periférico proporcionam analgesia prolongada, levando à redução da necessidade de opioides, menos distúrbios do sono, critérios de alta precoce e melhor reabilitação Bloqueios contínuos do nervo periférico demonstraram ser seguros no ambiente doméstico, se forem fornecidos recursos adequados e orientação ao paciente ANZCA = Australian and New Zealand College of Anaesthetists [Colégio de Anestesistas da Austrália e Nova Zelândia] Australian and New Zealand College of Anaesthetists and Faculty of Pain Medicine. Acute Pain Management: Scientific Evidence. 3rd ed. ANZCA & FPM; Melbourne, VIC: 2010.
83 Recomendações para Manejo da Dor Aguda Acetaminofeno Se ineficaz Adicionar nsnsaids/coxibes Se ineficaz Adicionar opioides (de preferência agentes de curta ação em intervalos regulares; necessidade contínua desse tratamento exige reavaliação) Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não seletivo Australian and New Zealand College of Anaesthetists and Faculty of Pain Medicine. Acute Pain Management: Scientific Evidence. 3rd ed. ANZCA & FPM; Melbourne, VIC:
84 Diretrizes Australianas: Tratamento Farmacológico da Dor Aguda no Pescoço, Joelho e Ombro nsnsaids/coxibes e injeção de corticosteroide são recomendados para dor aguda no ombro Constatou-se que há evidências insuficientes para fornecer recomendações claras para a dor aguda no pescoço e joelho Coxibe = inibidor específico da COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico Australian Acute Musculoskeletal Pain Guidelines Group. Evidence-Based Management of Acute Musculoskeletal Pain. A Guide for Clinicians. Australian Academic Press Pty. Lts; Bowen Hills, QLD: 2004.
85 Adesão
86 Causas Do Manejo Inadequado da Dor Falta de conhecimento/ treinamento na terapia com analgésicos Expectativas ou convicções irreais do paciente Estoicismo ou relutância do paciente para relatar a dor Preconceito ou estigma social contra o uso de analgésicos Preocupações do médico e do paciente com relação à dependência Não adesão do paciente (geralmente em razão de efeitos colaterais) Barreiras regulatórias criam preocupações sobre ações judiciais Falha em lidar com as várias dimensões física, mental, emocional e social da dor Institute of Medicine. Relieving Pain in America: A Blueprint for Transforming Prevention, Care, Education, and Research. The National Academies Press; Washington, DC: 2011; Sinatra R. Pain Medicine 2010; 11(12):
87 Pacientes de Cirurgia Preferem Evitar os Efeitos Colaterais do Opioide do que Controlar a Dor Preferências do Paciente no Manejo da Dor (n = 50) 50 47,2 peso médio da importância ,1 40,7 0 Local e via de administração Evitar efeitos colaterais Alívio da dor Gan TJ et al. Br. J Anaesth 2004; 92(5):681-8.
88 Muitos Pacientes Não Tomam Analgésicos em Casa após a Cirurgia Porcentagem de Pacientes* que Tomam Medicação Analgésica em Casa 24 h 48 h Dias 3 6 Dia 7 Opioides leves 58% 43% 43% 7% Acetaminofeno 15% 9% 10% 2% NSAIDs 3% 3% 5% 1% Nenhum 32% 51% 61% 90% Beauregard L et al. Can J Anaesth 1998; 45(4):
89 Estratégias para Melhorar a Adesão Simplificar o regime Transmitir conhecimento Modificar as convicções do paciente e o comportamento humano Proporcionar comunicação e confiança Abandonar o preconceito Avaliar a adesão Atreja A et al. Medacapt Gen Med 2005; 7(1):4.
90 Simplificando o Regime da Medicação Se possível, ajustar o regime para minimizar: Número de comprimidos tomados Número de doses por dia Exigências especiais (ex. dose antes de dormir, evitar tomar medicação junto com as refeições, etc.) Recomendar que todas as medicações sejam tomadas no mesmo horário do dia (se possível) Associar a ingestão da medicação com as atividades diárias, como escovar os dentes ou fazer refeições Incentivar o uso de estratégias para auxiliar a adesão, como porta-comprimidos e alarmes American College of Preventive Medicine. Medication Adherence Clinical Reference. Available at: Accessed: October 8, 2013; van Dulmen S et al. BMC Health Serv Res 2008; 8:47.
91 Transmitir Conhecimento Fornecer instruções claras e concisas (verbais e escritas) para cada prescrição Certificar-se de passar as informações de forma que o paciente consiga entender Envolver membros da família, se possível Entregar folhetos e/ou indicar websites confiáveis para que os pacientes acessem informações sobre sua condição Fornecer conselhos concretos sobre como lidar com os custos da medicação American College of Preventive Medicine. Medication Adherence Clinical Reference. Available at: Accessed: October 8, 2013.
92 Modificando as Convicções e Comportamentos do Paciente: Técnica da Entrevista Motivacional Técnicas Expressar empatia Criar discrepância Rolo com resistência Apoiar a autoeficiência Exemplos É normal se preocupar com os efeitos colaterais da medicação Você obviamente preza pela sua saúde; como você acha que o fato de não tomar o medicamento vai afetá-la? Compreendo que você tem muitas outras coisas para se preocupar além de tomar medicamentos Bisono A et al. In: O Donoghue WT, Levensky ER (eds). Promoting Treatment Adherence: A Practical Handbook for Health Care Providers. SAGE Publications, Inc.; London, UK: Me parece que você fez esforços tremendos para incluir sua nova medicação na sua rotina diária
93 Proporcionar Comunicação e Confiança: Dicas de Comunicação Seja um ouvinte ativo Concentre-se no paciente Acene com a cabeça e sorria para demonstrar que você compreende Estabeleça contato visual McDonough RP, Bennett MS. Am J Pharm Educ 2006; 70(3):58; Srnka QM, Ryan MR. Am Pharm 1993; NS33(9):43-6. Tenha consciência da sua própria linguagem corporal Olhe para o paciente Mantenha os braços descruzados Tire as mãos dos bolsos Reconheça e interprete sinais não verbais
94 American College of Preventive Medicine. Medication Adherence Clinical Reference. Disponível em: Accessed: October 8, Abandonando o Preconceito Saiba mais sobre como o pouco conhecimento sobre a saúde pode afetar os resultados do paciente Reconheça os preconceitos Pergunte especificamente sobre atitudes, crenças e normas culturais com relação à medicação Adapte a comunicação de acordo com as crenças do paciente e o nível de compreensão
95 Avaliando a Adesão: Estratégia em 4 Etapas para Detectar a Não Adesão Faça uma pergunta aberta sobre tomar o medicamento Normalize e universalize a não adesão para reverter o ambiente de julgamento Esclareça a função das informações exatas sobre adesão na tomada de decisões médicas Não pergunte sobre as doses esquecidas ou não tomadas até que as primeiras 3 etapas tenham preparado o terreno Hahn S, Budenz DL. Adv Stud Ophthalmol 2008; 5(2):44-9.
96 Resumo
97 Manejo da Dor Aguda: Resumo A farmacoterapia continua sendo o suporte principal da maioria das condições da dor aguda No entanto, analgésicos, incluindo opioides e nsnsaids/cpxobs, podem estar associados a efeitos adversos O perfil de risco individual do paciente deve ser considerado ao escolher terapias para manejo da dor Agentes com diferentes mecanismos de ação podem possivelmente apresentar efeitos de dependência ou sinérgicos A terapia multimodal geralmente é recomendada para condições de dor aguda Coxibe = inibidor específico de COX-2; nsnsaid = anti-inflamatório não esteroidal não específico
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