SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR
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- Daniel Garrau Peres
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1 SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR NEUROFISIOLOGIA Prof. Hélder Mauad DOR - Mecanismo de proteção do organismo Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo - Tipos de dor: rápida e lenta Apresentam características e vias distintas DOR RÁPIDA o Sentida em 0,1 seg. após a aplicação do estímulo doloroso o Também chamada: Dor súbita ou aguda Dor em pontada Dor em agulhada Dor elétrica 1
2 o Sentida quando: Uma agulha é enfiada na pele Corte na pele, queimadura aguda Choque elétrico o Não é sentida na maioria dos tecidos profundos DOR LENTA o Sentida em 1 seg ou mais após o estímulo o Aumenta lentamente durante muitos segundos ou minutos o Também chamada: Dor surda Pulsante Nauseante Crônica Dor lenta; o Sentida quando ocorre destruição do tecido o Ocorre na pele e em órgãos profundos o Pode levar a sofrimentos prolongados e insuportáveis 2
3 - Receptores de dor ou NOCICEPTORES: São terminações nervosas livres Estão difusamente distribuídos pelos tecidos o Camadas da pele o Periósteo o Paredes arteriais o Superfícies articulares o Foice e tentório da abobada craniana 3
4 - Tipos de estímulos que excitam os receptores dolorosos: Mecânicos (dor rápida e lenta) Térmicos (dor rápida e lenta) Químicos (dor lenta) o Agentes químicos que provocam dor: Bradicinina Serotonina Histamina Íons potássio Ácidos Acetilcolina Enzimas proteolíticas o Prostaglandinas e substâncias P apenas diminuem o limiar nas terminações algésicas; o As substâncias químicas estimulam especialmente a dor lenta. 4
5 - Ao contrário da maioria dos receptores sensoriais, os nociceptores não sofrem adaptação. - Intensidade limiar do estímulo doloroso Proporcional à lesão do tecido Para a temperatura está em torno de 45º C - A bradicinina parece ser o agente químico mais importante na determinação da dor por lesão tecidual Também o aumento local de K + e enzimas proteolíticas 5
6 - A isquemia freqüentemente provoca dor no tecido dentro de poucos minutos Quanto maior o metabolismo do tecido, mais rápida e intensa será sentida a dor O ácido lático produzido na respiração anaeróbica do músculo também produz dor A dor do espasmo muscular resulta: o Ativação de mecanorreceptores o Isquemia por compressão dos vasos sanguíneos - Vias de transmissão de dor para o sistema nervoso central: Vias de dor rápida ou aguda o São transmitidos pelos nervos periféricos o Pequenas fibras Aδ o Velocidade de 6 a 30 m/s Vias de dor lenta ou crônica o Fibras do tipo C o Velocidade de 0,5 a 2m/s Significado adaptativo: o Dor rápida Função de alertar sobre um estímulo nocivo Permite uma reação rápida o Dor lenta Mantém o animal informado da existência do estímulo lesivo 6
7 A entrada na medula espinhal ocorre pela raiz dorsal e termina em neurônios do corno dorsal 7
8 As vias decussam na comissura anterior da medula Da medula, os sinais tomam duas vias para o encéfalo: 1) Trato neoespinotalâmico: Origina-se na lâmina I (corno dorsal da medula) Conduz informações de dor rápida pelas fibras Aδ o O glutamato é o principal neurotransmissor Transmitem principalmente a dor mecânica e térmica aguda Algumas fibras param no tronco encefálico A maioria segue até o tálamo o Terminando nos complexos ventrobasal e posterior o Os sinais podem ser retransmitidos para outras áreas basais e para o córtex somatossensorial 8
9 2) Trato paleoespinotalâmico Sistema antigo Conduz sinais de dor lenta pelas fibras C ao tronco e tálamo Originam-se nas lâminas II e III do corno dorsal da medula o Substância gelatinosa Então passam pela lâmina V Cruzam pela comissura anterior da medula o Seguem em direção ao cérebro pela Via Anterior Lateral Utilizam o glutamato e a substância P o A substância P tem liberação lenta e contínua o O glutamato tem liberação aguda 9
10 Terminam difusamente nestas áreas: 1) Núcleos reticulares do bulbo, da ponte e do mesencéfalo 2) Área tectal do mesencéfalo 3) Matéria cinzenta periaquedutal Animais com secção superior ao mesencéfalo ainda exibem sinais claros de dor e sofrimento induzidos por trauma - O córtex somatossensorial parece ajudar a localizar a dor, porém, sua estimulação só produz dor em cerca de 3% de sua área. - A Formação Reticular do tronco e Tálamo e outros centros inferiores dão a consciência da dor. 10
11 - A estimulação elétrica reticular do tronco e intralaminar do tálamo ativa áreas corticais: Estas duas áreas constituem as partes principais do sistema de alerta Isso explica a ausência de sono quando temos dores crônicas e fortes - Cirurgias para alívio de dores: Secção da via ântero-lateral da medula o Às vezes não funciona, pois algumas fibras não decussam Cauterização de áreas do núcleo intralaminar do tálamo o Alivia apenas a dor crônica BOM DIA, PESSOAL! 11
12 Sistema de Analgesia Estruturas cerebrais: o Substância cinzenta periaquedutal (MCPA) o Área periventricular do mesencéfalo o Porção da ponte que circunda o aqueduto Estas áreas enviam sinais para: o Núcleo magno da rafe o Núcleo reticular paragigantocelular Então o sinal segue para o corno dorsal da medula o Complexo inibitório da dor Estímulo da MCPA e do núcleo magno da rafe pode suprimir a dor que sobe pela raiz dorsal 12
13 - Neurotransmissores envolvidos na analgesia: Endorfina Serotonina o Parece induzir a liberação de encefalina Encefalina o Inibe o influxo de cálcio o Dificulta a liberação de neurotransmissores nas fibras de dor 13
14 - Sistema de opiáceos do cérebro: Endorfinas e encefalinas Injeção de pequenas quantidades de morfina no núcleo periventricular e na MCPA causa analgesia extrema Estimulação elétrica destas áreas também produz analgesia Substâncias opiáceas mais importantes: o β-endorfina o Meta-encefalina o Leu-encefalina o Dinorfina - Dores podem ser inibidas por sinais sensoriais táteis A estimulação de grandes fibras sensoriais do tipo Aβ, a partir de receptores táteis, produz inibição lateral local na medula Esfregar a pele perto das áreas doloridas é eficaz no alívio da dor 14
15 Dor referida: É a dor sentida em uma parte do corpo distante do tecido que causa a dor Geralmente iniciada em um órgão visceral e referida à superfície do corpo (segmento dermatomérico) Mecanismo: o Confluência de vias de dor visceral e da pele para neurônios comuns na medula 15
16 16
17 - Dor visceral: Apresenta uma característica difusa o O cérebro não reconhece as vísceras Lesões localizadas causam pouca dor o Ex.: Corte do intestino Estimulação difusa de receptores causa dor intensa o Isquemia de um grande vaso intestinal - Hiperalgesia: Hipersensibilidade à dor o Por hipersensibilidade de receptores Primária Ex.: queimado de sol o Facilitação da transmissão sensorial Secundária Ex.: lesão medular ou no tálamo - Sensação térmica O ser humano percebe grandes variações térmicas: o Frio congelante o Frio o Fresco o Indiferente o Morno o Quente o Escaldante 17
18 18
19 Tipos de receptores: o Receptores para o frio Em nº muito maior comparado ao de Calor Densidades diferentes de acordo com a área Fibras Aδ o Receptores para o calor Fibras do tipo C o Receptores de dor A percepção das graduações é permitida pela combinação dos diferentes receptores o Frio-dor o Frio o Calor o Calor-dor A ativação dos receptores se dá por alteração da taxa metabólica, e não ação física da temperatura FIM 19
20 20
21 Cefaléia Dor referida à superfície da cabeça; A partir de estruturas encefálicas profundas e externas. Tipos de cefaléias intracranianas: o Cefaléia das meninges; o Por baixa pressão do líquido encéfalo-raquidiano; o Cefaléia da enxaqueca; Vasoespasmo ou vasodilatação. o Cefaléia alcoólica; Intoxicação Tipos de cefaléias extracranianas: o Espasmos musculares da cabeça; o Contração intensa dos músculos ciliares. 21
22 22
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