Princípios Básicos de Operações Militares

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Princípios Básicos de Operações Militares"

Transcrição

1 de Operações Militares TEMAS 8

2 Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

3 Princípios Gerais Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

4 Princípios Gerais O que é Guerra? Pela definição clássica, é um ato político: "...com a entremistura de outros meios." Caos e a névoa da guerra impedem a plena certeza sobre os desdobramentos. Fatores morais exercem papel importante Três níveis Tático Operacional Estratégico

5 Princípios Gerais Tática O nível tático da guerra trata do uso das forças em combate Grosso modo: Como lutar? Emprego de reservas Campo de batalha

6 Princípios Gerais Operações O nível operacional da guerra trata do planejamento e condução de campanhas com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Grosso modo: Onde e quando lutar? Movimentação e emprego das forças: mobilidade Eixos de avanço Linhas de comunicação

7 Princípios Gerais Estratégia O nível estratégico da guerra trata da definição de objetivos de um país e do emprego dos recursos nacionais na obtenção desse objetivo. Grosso modo: Por que lutar? (e com o quê?) Metas do conflito Guerra total x limitada

8 Guerra Terrestre Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

9 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

10 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

11 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

12 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

13 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

14 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

15 Guerra Terrestre Guerra Terrestre Alguns Fatores Relevantes Espaço Geográfico Altitude e Relevo Hidrografia Transformações Humanas Estradas Prédios Agricultura Terreno Urbano Velocidade de avanço Coesão de unidades

16 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Alto grau de mecanização Corpos principais Infantaria Paraquedistas Infantaria Motorizada Blindados

17 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Alto grau de mecanização Corpos principais Infantaria Paraquedistas Infantaria Motorizada Blindados

18 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Artilharia Engenheiros Demais corpos auxiliares Forças Especiais

19 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Artilharia Engenheiros Demais corpos auxiliares Forças Especiais

20 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Artilharia Engenheiros Demais corpos auxiliares Forças Especiais

21 Guerra Terrestre O braço terrestre da IDF Artilharia Engenheiros Demais corpos auxiliares Forças Especiais

22 Guerra Naval Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

23 Guerra Naval Propósito Manutenção das linhas navais de comunicação Comércio marítimo Golfo de Eilat Mar Mediterrâneo Apoio às forças terrestres

24 Guerra Naval Propósito Manutenção das linhas navais de comunicação Comércio marítimo Golfo de Eilat Mar Mediterrâneo Apoio às forças terrestres

25 Guerra Naval Propósito Manutenção das linhas navais de comunicação Comércio marítimo Golfo de Eilat Mar Mediterrâneo Apoio às forças terrestres

26 Guerra Naval A Marinha Israelense em 1982 Força basicamente costeira Lanchas de ataque Navios patrulha Navios de transporte de tropas e desembarque Submarinos da classe Gal

27 Guerra Naval A Marinha Israelense em 1982 Força basicamente costeira Lanchas de ataque Navios patrulha Navios de transporte de tropas e desembarque Submarinos da classe Gal

28 Guerra Naval A Marinha Israelense em 1982 Força basicamente costeira Lanchas de ataque Navios patrulha Navios de transporte de tropas e desembarque Submarinos da classe Gal

29 Guerra Aérea Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

30 Guerra Aérea Funções da Força Aérea Apoio às forças terrestres Superioridade Aérea Reconhecimento

31 Guerra Aérea Funções da Força Aérea Apoio às forças terrestres Superioridade Aérea Reconhecimento

32 Guerra Aérea Funções da Força Aérea Apoio às forças terrestres Superioridade Aérea Reconhecimento

33 Guerra Aérea A IAF em 1982 Caças modernos Superioridade Caças-bombardeio Aeronaves de Transporte AWACS

34 Guerra Aérea A IAF em 1982 Caças modernos Superioridade Caças-bombardeio Aeronaves de Transporte AWACS

35 Guerra Aérea A IAF em 1982 Caças modernos Superioridade Caças-bombardeio Aeronaves de Transporte AWACS

36 Comando e Controle Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

37 Comando e Controle Conceitos Comando é a expressão da autoridade exercida pelo oficial superior sobre seus subordinados, empregada com a finalidade de atingir um objetivo. Controle é o termo utilizado para designar as estruturas e processos que permitem a transmissão e a compreensão das ordens, assim como lidar com riscos. Ou seja, Comando e Controle são conceitos interligados e essenciais para a condução da atividade militar.

38 Comando e Controle Conceitos Comando é a expressão da autoridade exercida pelo oficial superior sobre seus subordinados, empregada com a finalidade de atingir um objetivo. Controle é o termo utilizado para designar as estruturas e processos que permitem a transmissão e a compreensão das ordens, assim como lidar com riscos. Ou seja, Comando e Controle são conceitos interligados e essenciais para a condução da atividade militar.

39 Comando e Controle Conceitos Comando é a expressão da autoridade exercida pelo oficial superior sobre seus subordinados, empregada com a finalidade de atingir um objetivo. Controle é o termo utilizado para designar as estruturas e processos que permitem a transmissão e a compreensão das ordens, assim como lidar com riscos. Ou seja, Comando e Controle são conceitos interligados e essenciais para a condução da atividade militar.

40 Comando e Controle Conceitos Comando é a expressão da autoridade exercida pelo oficial superior sobre seus subordinados, empregada com a finalidade de atingir um objetivo. Controle é o termo utilizado para designar as estruturas e processos que permitem a transmissão e a compreensão das ordens, assim como lidar com riscos. Ou seja, Comando e Controle são conceitos interligados e essenciais para a condução da atividade militar.

41 Comando e Controle Outros fatores Comunicações Informação Reconhecimento

42 Comando e Controle Outros fatores Comunicações Informação Reconhecimento

43 Comando e Controle Outros fatores Comunicações Informação Reconhecimento

44 Armas Combinadas Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

45 Armas Combinadas Conceito Planejamento de operações com unidades de vários tipos Uso combinado ajuda a superar fraquezas individuais Potencialização de forças Forças militares enquanto sistema complexo

46 Armas Combinadas Conceito Planejamento de operações com unidades de vários tipos Uso combinado ajuda a superar fraquezas individuais Potencialização de forças Forças militares enquanto sistema complexo

47 Armas Combinadas Conceito Planejamento de operações com unidades de vários tipos Uso combinado ajuda a superar fraquezas individuais Potencialização de forças Forças militares enquanto sistema complexo

48 Armas Combinadas Conceito Planejamento de operações com unidades de vários tipos Uso combinado ajuda a superar fraquezas individuais Potencialização de forças Forças militares enquanto sistema complexo

49 Armas Combinadas A Experiência Israelense Ênfase em tanques e caças-bombardeio Impacto negativo em outros aspectos das forças Consequências no Yom Kippur

50 Armas Combinadas A Experiência Israelense Ênfase em tanques e caças-bombardeio Impacto negativo em outros aspectos das forças Consequências no Yom Kippur

51 Armas Combinadas A Experiência Israelense Ênfase em tanques e caças-bombardeio Impacto negativo em outros aspectos das forças Consequências no Yom Kippur

52 Logística Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

53 Logística O problema dos suprimentos Exércitos modernos necessitam de suprimentos Suprimentos não podem ser obtidos localmente

54 Logística O problema dos suprimentos Exércitos modernos necessitam de suprimentos Suprimentos não podem ser obtidos localmente

55 Logística Como manter exércitos funcionando? Estoque de suprimento Unidades devem ter suprimentos para funcionar Caso os estoques estejam baixos, capacidade combativa é limitada Linhas de suprimento Deve haver caminhos que permitam às unidades receberem mais suprimentos Tais linhas devem ser protegidas contra ataque e outras interrupções

56 Logística Como manter exércitos funcionando? Estoque de suprimento Unidades devem ter suprimentos para funcionar Caso os estoques estejam baixos, capacidade combativa é limitada Linhas de suprimento Deve haver caminhos que permitam às unidades receberem mais suprimentos Tais linhas devem ser protegidas contra ataque e outras interrupções

57 Conduta Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

58 Conduta Alguns princípios Autonomia Operacional Comandantes mais livres para tomar decisões Liderança na frente de batalha Avanços recentes em C 2 Pureza de Armas Planejar operações de modo a evitar vítimas civis Permitir aos não-combatentes se ausentar do conflito

59 Origem Padrões diferentes entre Forças Armadas Necessidade de representação consistente para comunicação Para resolver o problema, padrão OTAN APP-6 (letras indicam versões posteriores) APP-6 equivalente ao MIL-STD-2525 americano Formato conveniente

60 Origem Padrões diferentes entre Forças Armadas Necessidade de representação consistente para comunicação Para resolver o problema, padrão OTAN APP-6 (letras indicam versões posteriores) APP-6 equivalente ao MIL-STD-2525 americano Formato conveniente

61 Representações Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A Representações Considerações Finais

62 Representações Tabela de Símbolos

63 Representações Afiliação de Unidades Os símbolos empregados para unidades podem ser colocados sobre um frame para indicar sua afiliação. O frame pode receber um indicador gráfico (um traço) indicando a direção do contato. Outra representação comum é usar somente o símbolo e deixar a cor indicar afiliação.

64 Representações Domínios e Status O APP-6A é utilizado para representar unidades aéreas, navais e terrestres. Contorno contínuo indica que a unidade está no lugar indicado. Já um contorno tracejado indica uma posição planejada para o futuro.

65 Representações

66 Resumo Um exército moderno é um sistema complexo, composto por partes interligadas e unidas por meio de comando e controle. Cuidado com o ambiente em que uma unidade está inserida e com as incertezas inerentes à guerra. O APP-6A permite a visualização efetiva do ambiente de conflito.

67 Perguntas?

68 Apêndice Para mais informações Para mais informações I Carl von Clausewitz. Principles of War. J. Corbett Some Principles of Maritime Strategy J. House Toward Combined Arms Warfare: A Survey of 20th-Century Tactics, Doctrine, and Organization

10 Para ganhar a guerra

10 Para ganhar a guerra Prefácio Ao longo da história, líderes militares enfrentaram o dilema de formular o plano tático correto para conseguir a vitória no campo de batalha. Muito depende da preparação para esse momento: ter

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL Índice 1. Conceitos do planejamento...3 1.1. Planejamento... 5 1.2. Conceituação de planejamento... 5 1.3.

Leia mais

Construção de Navios-Patrulha Oceânicos. Desenvolvimento de Míssil Nacional Antinavio

Construção de Navios-Patrulha Oceânicos. Desenvolvimento de Míssil Nacional Antinavio Programa 0626 Reaparelhamento e Adequação da Marinha do Brasil Ações Orçamentárias Número de Ações 16 1N470000 Construção de Navios-Patrulha Oceânicos Produto: Navio construído Unidade de Medida: unidade

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Outras Ferramentas da Equipe de Gerenciamento de Emergências da Instalação. Tópicos a Serem Abordados Durante O Resumo Inicial

Outras Ferramentas da Equipe de Gerenciamento de Emergências da Instalação. Tópicos a Serem Abordados Durante O Resumo Inicial Anexo 7 Outras Ferramentas da Equipe de Gerenciamento de Emergências da Instalação Tópicos a Serem Abordados Durante O Resumo Inicial Realizado pelo Gerente de Instalação Terrestre ou Marítima (OIM) Esclarecer

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais.

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais. APRESENTAÇÃO DO SCO Conceito de SCO O Sistema de Comando em Operações é uma ferramenta gerencial para planejar, organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas, fornecendo

Leia mais

TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS

TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS Sem sombra de dúvida o trator articulado BV-206D é o veículo mais estranho atualmente em uso pelo Corpo de Fuzileiros Navais

Leia mais

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS 135 ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Curso: PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Objetivo: Capacitar profissionais para atuarem no segmento de Logística de Eventos,

Leia mais

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Uma boa gestão de estoques comprova sua importância independente do segmento em questão. Seja ele comércio, indústria ou serviços, o profissional que gerencia

Leia mais

Proposta de Prestação de Serviço de Consultoria Arsenal, O Jogo de Guerra - Liderança e Trabalho em Equipe

Proposta de Prestação de Serviço de Consultoria Arsenal, O Jogo de Guerra - Liderança e Trabalho em Equipe 1. Apresentação Nas duas guerras mundiais do século passado, os líderes militares das principais nações envolvidas utilizavam jogos de guerra para definição de estratégias e táticas de combate. Os jogos

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Brasil planeja envio de soldados para Força da ONU no Líbano

Brasil planeja envio de soldados para Força da ONU no Líbano Brasil planeja envio de soldados para Força da ONU no Líbano O Brasil planeja o envio de tropas do Exército para serem incorporadas à missão de paz das Nações Unidas no sul do Líbano, junto à fronteira

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL Decreto Lei n.º 142/2015 de 31 de julho O Decreto Lei n.º 296/2009, de 14 de outubro, procedeu à alteração da estrutura do regime remuneratório aplicável aos militares dos

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

PRESENÇA FEMININA DAS FORÇAS ARMADAS

PRESENÇA FEMININA DAS FORÇAS ARMADAS PRESENÇA FEMININA DAS FORÇAS ARMADAS AS MARCO ANTONIO DAMASCENO VIEIRA Consultor Legislativo da Área XVII Defesa Nacional, Segurança Pública Forças Armadas DEZEMBRO/2001 2 2001 Câmara dos Deputados. Todos

Leia mais

Versão 1.0. 1º. Semestre de 2006 Marcelo Nogueira São José dos Campos SP

Versão 1.0. 1º. Semestre de 2006 Marcelo Nogueira São José dos Campos SP Versão 1.0 I - Introdução 1.1 Motivação Aproveitar o ambiente acadêmico para praticarmos a integração de aplicativos de banco de dados, simulando o que é feito no mercado de trabalho. 1.2 Contexto Em janeiro

Leia mais

ATO PGJ N.º 230/2010

ATO PGJ N.º 230/2010 ATO PGJ N.º 230/2010 REGULAMENTA AS ATRIBUIÇÕES DA ASSESSORIA DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AMAZONAS. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS, no uso de suas

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos [email protected] 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Realização. Apoio. Patrocínio

Realização. Apoio. Patrocínio Realização Apoio Patrocínio Seminário Internacional de VANT 2010 VANT Quem Opera? Cel Av R1 Alexandre Lessa Destaques das Palestras da Conferência Anual de Treinamento e Simulação em VANT em Londres,

Leia mais

Conceitos básicos b Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Conceitos básicos b Planejamento e Controle da Produção (PCP) Conceitos básicos b de Planejamento e Controle da Produção (PCP) Carlos T. Formoso Sumário Por que o planejamento é importante? Por que o planejamento é ineficaz? O que é planejamento? Quem deve realizar

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto [email protected] + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar.

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. Serviços Scania Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS SCANIA Serviços Scania. Máxima disponibilidade do seu veículo para o melhor desempenho

Leia mais

Marinha do Brasil e Polícia Federal apreendem contrabando no Paraná

Marinha do Brasil e Polícia Federal apreendem contrabando no Paraná Marinha do Brasil e Polícia Federal apreendem contrabando no Paraná Nesta segunda-feira (27 de julho), uma ação conjunta da Marinha do Brasil e Polícia Federal realizou a apreensão de contrabando e duas

Leia mais

REQUISITOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

REQUISITOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião REQUISITOS Prof. Msc. Hélio Esperidião OS REQUISITOS O que são requisitos? Uma descrição de um serviço ou de uma limitação O que é a engenharia de requisitos? O processo envolvido no desenvolvimento de

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1

Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1 Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1 No período de 31 de março a 8 de abril, o 1 Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), operando com uma aeronave UH-12 Esquilo embarcada na

Leia mais

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento Modalidades de Treinamento Avaliação Profissional Nossos

Leia mais

Controle ou Acompanhamento Estratégico

Controle ou Acompanhamento Estratégico 1 Universidade Paulista UNIP ICSC Instituto de Ciências Sociais e Comunicação Cursos de Administração Apostila 9 Controle ou Acompanhamento Estratégico A implementação bem sucedida da estratégia requer

Leia mais

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT

Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Controle da Cadeia de Suprimentos/Logística Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Mensuração Auditoria Indicadores de desempenho Relatórios Padrões/ Objetivos Metas de desempenho Correção Ajuste fino Grande

Leia mais

Ministério do Interior

Ministério do Interior Ministério do Interior DECRETO LEI Nº /97 O Ministério do Interior é o órgão do Governo a que incumbe, dentre outras, as tarefas de garantia da segurança e da ordem internas, bem como da defesa dos direitos

Leia mais

(WRIGHT; KROLL; PARNELL, 2000)

(WRIGHT; KROLL; PARNELL, 2000) de Marketing e Estratégias de Marketing Parte 01 OPORTUNIDADES E AMEAÇAS DO AMBIENTE EXTERNO Marcoambiente Ambiente setorial Estratégia Administração Estratégica Estratégico Organização / Direção Estratégia

Leia mais

A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria.

A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria. A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria.com Termos comuns: SOFT POWER O Poder Suave: situação na qual um

Leia mais

Unidade III GERENCIAMENTO DE. Profa. Celia Corigliano

Unidade III GERENCIAMENTO DE. Profa. Celia Corigliano Unidade III GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Profa. Celia Corigliano Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade

Leia mais

2 Apoio Logístico no Teatro de Operações Terrestres

2 Apoio Logístico no Teatro de Operações Terrestres 2 Apoio Logístico no Teatro de Operações Terrestres O objetivo deste trabalho é estudar a localização dos grupamentos logísticos no Exército de Campanha. No entanto, para ocorrer o entendimento da modelagem

Leia mais

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves Curso n 4 Aeronaves Aeronaves são quaisquer máquinas capazes de sustentar vôo, e a grande maioria deles também são capazes de alçar vôo por meios próprios. Índice 1 Classificação o Mais leve do que o ar

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º

CAPÍTULO III. Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º CAPÍTULO III Estado -Maior Conjunto Artigo 8.º Missão e atribuições 1. O Estado -Maior Conjunto (EMC) tem por missão assegurar o planeamento e o apoio necessários à decisão do CEMGFA. 2. O EMC prossegue,

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Formulação Estratégica da PMERJ

Formulação Estratégica da PMERJ Formulação Estratégica da PMERJ Dezembro.2012 Projeto de Formulação Estratégica da PMERJ O Projeto de Formulação Estratégica da PMERJ foi resultado de todo realinhamento estratégico da SESEG, facilitado

Leia mais

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil.

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil. Centro de Treinamento de Combate Sul Santa Maria / RS Brasil. OBJETIVO Apresentar aos participantes do de Demandas Logísticas da Guarnição de Santa Maria/RS o projeto do Centro de Treinamento de Combate

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA N o 916/MD, DE 13 DE JUNHO DE 2008. Aprova a Diretriz para a Difusão e Implementação do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) nas

Leia mais

1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão

1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão 1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão ISO 9001:2015 Histórico da série 2 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão Histórico da série REVISÕES DA SÉRIE ISO 9000 2000 2008 2015 1994 1987 3 2009 CBG Centro Brasileiro

Leia mais

O que é Administração

O que é Administração O que é Administração Bem vindo ao curso de administração de empresas. Pretendemos mostrar a você no período que passaremos juntos, alguns conceitos aplicados à administração. Nossa matéria será puramente

Leia mais

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA.

MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE POSSE COLETIVA. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DEPARTAMENTO DE OUVIDORIA AGRÁRIA E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS - DOAMC MANUAL DE DIRETRIZES NACIONAIS PARA EXECUÇÃO DE MANDADOS JUDICIAIS DE MANUTENÇÃO E REINTEGRAÇÃO DE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

Gestão de Pessoas. Kassius Sipolati, Sanderson Farias, Bruno Coswsok

Gestão de Pessoas. Kassius Sipolati, Sanderson Farias, Bruno Coswsok Deve-se sempre ter em mente que um projeto de software envolve um grupo variado de pessoas, inclusive os membros de equipe, e é preciso providenciar para que o relacionamento entre essas pessoas, enquanto

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Profa. Me. Giuliana Elisa dos Santos INTRODUÇÃO. CAPÍTULO 1 PLT 692 A natureza de um Projeto (Keeling, Ralph) Parte I

GESTÃO DE PROJETOS. Profa. Me. Giuliana Elisa dos Santos INTRODUÇÃO. CAPÍTULO 1 PLT 692 A natureza de um Projeto (Keeling, Ralph) Parte I GESTÃO DE PROJETOS INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 PLT 692 A natureza de um Projeto (Keeling, Ralph) Parte I Profa. Me. Giuliana Elisa dos Santos Antes de começar... Defina projeto em uma imagem... Defina projeto

Leia mais

Introdução. Uma forma comum de estabelecimento de metas usada nas organizações é a Administração por Objetivos - APO

Introdução. Uma forma comum de estabelecimento de metas usada nas organizações é a Administração por Objetivos - APO ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS 1 Introdução Uma forma comum de estabelecimento de metas usada nas organizações é a Administração por Objetivos - APO Este processo é uma tentativa de alinhar metas pessoais

Leia mais

Robótica Tecnologias de Computadores

Robótica Tecnologias de Computadores Robótica Tecnologias de Computadores D O C E N T E : P R O F. P E D R O A R A Ú J O T R A B A L H O R E A L I Z A D O P O R : - D I O G O F E R N A N D E S N º 2 7 0 9 7 - G O N Ç A L O P A I V A N º 2

Leia mais

Prof. Clovis Alvarenga Netto

Prof. Clovis Alvarenga Netto Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Março/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 05 Organização da produção e do trabalho Pessoas e sua Organização em Produção e Operações

Leia mais

Lancha Patrulha de Rio (LPR-01) começa a operar na região da Tríplice Fronteira

Lancha Patrulha de Rio (LPR-01) começa a operar na região da Tríplice Fronteira Lancha Patrulha de Rio (LPR-01) começa a operar na região da Tríplice Fronteira Lancha Patrulha de Rio (LPR-01) em Tabatinga (AM) No dia 31 de março, após uma travessia de seis dias navegando na calha

Leia mais

Sem cortes, programa de submarinos já consumiu R$ 10,3 bi

Sem cortes, programa de submarinos já consumiu R$ 10,3 bi Sem cortes, programa de submarinos já consumiu R$ 10,3 bi Cinco novos submarinos, que estão sendo construídos na costa fluminense, deverão ser entregues até 2023, segundo a Marinha brasileira Proteger

Leia mais

BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010

BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010 BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010 CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E PLANOS DE CONTINGÊNCIA Professor: Hêlbert A Continuidade de Negócios tem como base a Segurança Organizacional e tem por objeto promover a proteção

Leia mais

Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha

Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha Apresentação A AGM está se estruturando nos princípios da Qualidade Total e nos requisitos da Norma NBR ISO 9001:2000, implantando em nossas operações o SGQ Sistema

Leia mais

CONCEITO DE ESTRATEGIA

CONCEITO DE ESTRATEGIA CONCEITO DE ESTRATEGIA O termo estratégia deriva do grego stratos (exército) e agein (conduzir). O strategos era o que conduzia o exercito, isto é, o general, o comandante-chefe, o responsável pela defesa

Leia mais

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral CURSO: Curso Superior de Tecnologia em Logística Missão Formar profissionais de visão crítica e com conhecimentos e habilidades relativas às atividades logísticas, dotados de base para a atualização profissional

Leia mais

Gestão de Pessoas e Projetos. Introdução. Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected]

Gestão de Pessoas e Projetos. Introdução. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br Gestão de Pessoas e Projetos Introdução Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected] GRUPOS DE TRABALHO No primeiro dia de aula serão formados os grupos de trabalho, com máximo de 5 integrantes. Estes

Leia mais

Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA

Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA Logística Uma nova fórmula para o Exército CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA A Logística, ciência de origem militar que despontou das necessidades de preparação, movimentação e colocação de

Leia mais

OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Objetivo Geral da Disciplina: Apresentar

Leia mais

Operação Cisne Branco 2015. Imagem: CB SEVERIANO

Operação Cisne Branco 2015. Imagem: CB SEVERIANO Operação Cisne Branco 2015 Imagem: CB SEVERIANO Operação Cisne Branco O que é e quem participa; Como participar; Concurso de Redação; Prêmios; Conhecendo a Marinha do Brasil; e Como ingressar na Marinha.

Leia mais

25 JUNHO 2014 NÃO CLASSIFICADO

25 JUNHO 2014 NÃO CLASSIFICADO 25 JUNHO 2014 COMANDANTE DO TACP António Trigger Farinha Capitão FAC/JTAC OBJETIVO Dar a conhecer as capacidades do TACP da Força Aérea, e o seu emprego no controlo de fogos Superfície/Superfície integrados

Leia mais

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio.

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio. Gestão Corporativa Governança Corporativa é o conjunto de processos, costumes, políticas, leis que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. PROCESSOS PESSOAS TECNOLOGIA

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial SIG

Sistema de Informação Gerencial SIG Sistema de Informação Gerencial SIG O SIG abrange a empresa Estratégico Tático Operacional Conceitos Básicos: DADO: Qualquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a compensação

Leia mais

EE-T4 OGUM O BLINDADO LEVE DA ENGESA

EE-T4 OGUM O BLINDADO LEVE DA ENGESA EE-T4 OGUM O BLINDADO LEVE DA ENGESA Na segunda metade dos anos 80 a ENGESA Engenheiros Especializados S/A apresentou um veículo blindado leve, sobre lagartas, projetado para possuir grande flexibilidade

Leia mais

Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial

Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial Avaliação de projetos de Voluntariado Empresarial A metodologia EP 2 ASE CBVE, 01/02/2010 Desafio Avaliação do impacto das ações de voluntariado para as empresas se o VE pode ser visto como estratégia

Leia mais

QFD: Quality Function Deployment QFD: CASA DA QUALIDADE - PASSO A PASSO

QFD: Quality Function Deployment QFD: CASA DA QUALIDADE - PASSO A PASSO QFD: CASA DA QUALIDADE - PASSO A PASSO 1 - INTRODUÇÃO Segundo Akao (1990), QFD é a conversão dos requisitos do consumidor em características de qualidade do produto e o desenvolvimento da qualidade de

Leia mais

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação? O que é a norma ISO? Em linhas gerais, a norma ISO é o conjunto de cinco normas internacionais que traz para a empresa orientação no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL

ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL A: Tel:( ) Em caso de emergência somente: ( ) Fax: ( )...ou (...)... Correio eletrônico: Internet: http://www. De: Nome:

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 7.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 7.º ANO DE T.I.C. 7.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno deve ser capaz de: - desenvolver capacidades na utilização das tecnologias de informação e comunicação que permitam uma literacia digital

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

Alertas Para Existência De Problemas: Oportunidade

Alertas Para Existência De Problemas: Oportunidade Tomar Decisão É o processo de escolher um curso de ação entre várias alternativas para se defrontar com um problema ou oportunidade 2 Uma decisão ocorre sempre que se apresenta alternativas. As Fontes

Leia mais

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e

VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e VII - tenha a seleção e o relacionamento dos militares designados para a matrícula a cargo do DGP, ouvido o CIE; e VIII - tenha a orientação técnico-pedagógica do DECEx. Art. 3º Determinar que a presente

Leia mais

Segurança Computacional. Rodrigo Fujioka

Segurança Computacional. Rodrigo Fujioka Segurança Computacional Rodrigo Fujioka Segurança Computacional Auditoria da Tecnologia da Informação Auditoria da Tecnologia da Informação A Auditoria da TI é uma auditoria operacional, analisa a gestão

Leia mais

Gestão da Qualidade por Processos

Gestão da Qualidade por Processos Gestão da Qualidade por Processos Disciplina: Gestão da Qualidade 2º Bimestre Prof. Me. Patrício Vasconcelos [email protected] Gestão da Qualidade por Processos Nas empresas, as decisões devem

Leia mais

GESTÃO DE PROCESSOS GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - 1

GESTÃO DE PROCESSOS GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - 1 GESTÃO DE PROCESSOS GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - 1 COMPETITIVIDADE Rentabilidade Fluxo de caixa Crescimento de mercado GESTÃO DE PROCESSOS MÓDULO I - 2 FOCO EM RESULTADOS Gestão dos processos associados

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

A empresa como Sistema

A empresa como Sistema A empresa como Sistema 1. Os objetos do sistema 1.1. Introdução A organização clássica breve revisão A empresa em seu estado estático: pessoas, máquinas, materiais, dinheiro, fornecidmentos, peças, bens

Leia mais

ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO

ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO ATUALIZAÇÃO NO PROCESSO DE GESTÃO DO DELIAMENTO DOS SERVIÇOS EXECUTADOS PELO ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO CF(EN) Marcus Vinicius de Noronha Chefe do Departamento de Planejamento e Controle Industrial

Leia mais

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing Pesquisa de Marketing CONCEITOS INICIAIS Prof. Daciane de Oliveira Silva Fonte: MALHORTA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MATTAR, Fauze Najib.

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração

ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que

Leia mais

MELHORIA DE SERVIÇO CONTINUADA ITIL FOUNDATION V3 Conteúdo deste resumo deve ser contemplado com a leitura do livro ITIL Melhoria de Serviço

MELHORIA DE SERVIÇO CONTINUADA ITIL FOUNDATION V3 Conteúdo deste resumo deve ser contemplado com a leitura do livro ITIL Melhoria de Serviço MELHORIA DE SERVIÇO CONTINUADA ITIL FOUNDATION V3 Conteúdo deste resumo deve ser contemplado com a leitura do livro ITIL Melhoria de Serviço Melhorias continuas Proporcionar um Guia Prático para avaliar

Leia mais

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte [email protected]

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com Gerência de Redes de Gerenciamento Douglas Duarte [email protected] de Gerenciamento Gerenciamento de Falhas; Gerenciamento de Desempenho; Gerenciamento de Contabilização; Gerenciamento de Configuração;

Leia mais

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem Introdução histórica a Administração de Materiais Prof. Vianir André Behnem Origem - A origem da logística surge cerca de 10.000 AC; - Cerca de 6.000 anos, as civilizações da Mesopotâmia e do Egito já

Leia mais

6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas

6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas 6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas A partir do exposto, primeiramente apresentam-se as fases discriminadas no modelo proposto por Mello (2005), porém agora direcionadas

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais