Íleo Adinâmico e Obstrução Intestinal
|
|
|
- Aparecida Rijo Faria
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Íleo Adinâmico e Obstrução Intestinal Flavio Antonio Quilici Lisandra Carolina Marques Quilici 1. ÍLEO ADINÂMICO O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica 1,2. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta "fisiológica" à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele 3. A recuperação da função motora no pós-operatório varia nos diferentes segmentos. O intestino delgado é o menos afetado, normalizando-se a motilidade e a absorção em aproximadamente 24 horas após a operação. Já o esvaziamento gástrico fica prejudicado entre 24 a 48 horas. O peristaltismo colorretal, o de recuperação mais lenta, vai desde 24 até 72 horas. Assim, o retorno da motilidade, com expulsão de gases pelo reto, pode ser mais tardio após uma ressecção do cólon, quando comparado a outras cirurgias abdominais. Esta ocorrência é normal, e o cirurgião precisa conhecê-la para saber interpretá-la 2,3,4,6. Quando o íleo adinâmico se torna anormalmente prolongado, pode representar um problema pós-operatório, por vezes de grande magnitude 1,2,5. Nesse momento, é importante diferenciá-lo da obstrução mecânica 1,4,7.
2 2 A fisiopatologia do íleo adinâmico está relacionada a alterações de vários fatores: neural, humoral e o metabólico 8,9. Os de origem neural decorrem da hiperatividade do sistema simpático; o hormonal, da presença, no pós-operatório, de uma substância plasmática inibidora da motilidade, e o metabólico, de alterações hidreletrolíticas ou isquêmicas, que rapidamente interferem, inibindo a motilidade do trato digestivo 8,9. A multiplicidade de situações nas quais podem ocorrer e sua concomitância, muitas vezes, impossibilitam a definição de uma causa específica. No entanto, os principais agentes etiopatogênicos, causadores do íleo adinâmico, podem ser relacionados ao trauma cirúrgico, às infecções pós-operatórias e a alterações bioquímicas (Tabela 32.1). Tabela 32.1 Agentes Etiopatogênicos do Íleo Adinâmico Trauma Intra-Operatório manipulação intestinal tempo de exposição intestinal cirurgias alargadas tração excessiva intestinal tração excessiva mesenterial resposta metabólica ao trauma Infecções Abdominais peritonite abscessos deiscência de anastornose pancreatite Infecções Extra-Abdominais retroperitoneal pulmonar urinária septicemia
3 3 Bioquímicos distúrbios hidreletrolíticos hemorragia intra-abdominal anestesia Diversos atonia gástrica atonia vagal retenção urinária imobilidade no leito deiscência da parede abdominal como: Com relação ao trauma intra-operatório, são várias as suas causas, tais A maneira como o intestino é manipulado durante a cirurgia; o tempo de sua exposição, ocasionando o ressecamento das alças quando fora da cavidade peritoneal; A tração excessiva ou intempestiva do intestino ou de seu meso, traumatizando a vascularização e podendo provocar uma isquemia intestinal que rapidamente inibe a sua motilidade; A resposta metabólica ao trauma operatório, principalmente nas cirurgias alargadas e O tempo para a realização da cirurgia As infecções abdominais pós-operatórias são causas importantes do íleo adinâmico. São originadas pela contaminação da cavidade abdominal ainda no intra-operatório, desencadeando uma peritonite, pela presença de abscessos cavitários, deiscência da anastomose e pela pancreatite.p.o
4 4 As infecções extra-abdominais podem, também, causar o íleo adinâmico. As mais freqüentes, no pós-operatório, são a septicemia, a infecção retroperitonal, a pulmonar e a urinária. Os fatores bioquímicos que alteram a motilidade do trato intestinal são: distúrbios graves hidreletrolíticos (hipopotassemia), irritações químicas provocadas pela presença de sangue na cavidade abdominal e a toxicidade das drogas anestésicas. Outros agentes que contribuem para a parada do peristaltismo são: A atonia gástrica, por paralisia reflexa; A atonia vagal, principalmente após as vagotomias tronculares; A retenção urinária, pela presença dos bexigomas; A imobilidade do paciente no leito e A deiscência da sutura da parede abdominal. 2. OBSTRUÇÃO INTESTINAL A obstrução intestinal mecânica ocorre quando o conteúdo gastrintestinal é impedido de progredir pelo do lúmen, por qualquer obstáculo mecânico permanente. No pós-operatório, sua incidência é rara, podendo estar relacionada com falhas técnicas no intra-operatório. Em estudo retrospectivo do Hospital São Marcos, em Londres, numa série de casos de cirurgia retal, ela ocorreu em 3% 10. As causas da obstrução intestinal no pós-operatório das cirurgias abdominais são (Tabela 32.2): Aderências que ocorrem com mais freqüência nas cirurgias colorretais e pélvicas 2,4 Hérnias internas como, por exemplo, as herniações de alça do delgado por brecha mesentérica não fechada ou herniações através do assoalho pélvico, nas cirurgias retais
5 5 Vólvulo com a torção do pedículo vascular da alça (rotação inadvertida do mesentério do intestino) Estenose das anastomoses Inversão de alça interposta, Drenos mal posicionados e Fechamento inadvertido da boca proximal durante a realização de estornias intestinais. Tabela 32.2 Agentes Etiopatogênicos da Obstrução Mecânica Pós-Operatória Aderências Hérnias internas Vólvulo Torção do pedículo vascular Rotação do mesentério do intestino Edema e/ou estenose da anastomose Inversão de alça interposta Drenos mal posicionados Fechamento da boca proxirnal de estomia 3. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL O diagnóstico diferencial entre o íleo adinâmico e a obstrução intestinal pode, muitas vezes, ser difícil 8,9. Para realizá-lo, é necessário avaliar, criteriosamente, o quadro evolutivo e os exames complementares; mesmo assim, a diferenciação nem sempre é possível, daí a importância o cirurgião acompanhar integralmente o
6 6 pós-operatório de todo paciente. Essa dificuldade aumenta quanto mais precoce forem os seus sinais e sintomas pós-operatórios. O quadro clínico do íleo adinâmico é muito semelhante ao da obstrução na sua fase inicial. À inspeção, já se observa a distensão abdominal, geralmente uniforme, freqüentemente por estarem envolvidos todos os segmentos intestinais. A palpação abdominal não revela tumorações ou endurecimentos. No íleo adinâmico, geralmente, não há dor à palpação, exceto na região da incisão cirúrgica. Quando há dor, ela se deve a irritação peritoneal, fazendo-se suspeitar de infecção intracavitária. No entanto, a dor com característica de cólica, com períodos de remissão e intensidade progressiva, sugere uma obstrução mecânica. Todavia, a ausência de dor não permite afastar-se a obstrução intestinal. À percussão, há timpanismo generalizado, e à ausculta, silêncio abdominal, com ausência dos ruídos hidroaéreos, mas ambos são de pouco valor nesse diagnóstico diferencial. Vômitos podem ou não ocorrer, mas quando o paciente realiza qualquer ingestão, geralmente não autorizada pelo cirurgião, há o aparecimento de náusea, regurgitação e distensão gástrica acentuada, tanto no íleo adinâmico quanto na obstrução. A presença, no pós-operatório, de taquicardia, taquisfigmia, oligúria e diminuição da pressão venosa central podem significar um quadro de obstrução mecânica. O acompanhamento evolutivo do paciente é, também, muito importante na diferenciação diagnóstica entre as duas síndromes. O tempo de persistência da distensão, da dor abdominal, dos vômitos, da parada da eliminação de gases e fezes etc., no pós-operatório, principalmente após o quarto dia, pode caracterizar a obstrução mecânica 2,4. Quando o paciente apresenta esses sintomas, não no pós-operatório imediato, mas alguns dias depois, melhorando com o tratamento conservador
7 7 para recomeçarem os sintomas mais tarde, são sugestivos de obstrução intestinal4. O exame complementar mais importante para o diagnóstico diferencial é o radiológico. A radiologia simples de abdome, no íleo paralítico, revela alças distendidas difusamente, distensão gástrica, presença de ar no reto e discreta retenção hidroaérea no delgado e no cólon. O espessamento de alças intestinais, indicativo de edema da mucosa intestinal, o nível líquido escalonado e a retenção hidroaérea, ou no delgado ou no cólon, são sinais sugestivos de obstrução mecânica. A radiologia contrastada também pode auxiliar nessa diferenciação, empregando-se contraste por via oral ou retal. No íleo adinâmico, por exemplo, o contraste por via oral geralmente pode chegar ao ceco em até quatro horas, e na obstrução mecânica, a coluna de contraste fica estacionária, permanentemente, num único local do trato intestinal. Os exames laboratoriais pouco contribuem para essa diferenciação. A leucocitose no pós-operatório indica complicação infecciosa; a anemia aguda pode contribuir para o diagnóstico de hemorragia intra-abdominal, e a dosagem plasmática demonstra hipopotassemia, hiponatremia e diminuição da osmolaridade, caracterizando e quantificando o distúrbio hidreletrolítico. 4. TRATAMENTO CLÍNICO A conduta no íleo paralítico é eminentemente conservadora. Inclui o tratamento clínico dos principais sintomas e a busca da identificação e eliminação de qualquer agente etiológico específico. A intubação nasogátstrica, com aspiração contínua ou intermitente, é muito eficaz, a tal ponto que alguns cirurgiões a usam como parte da terapia de toda operação abdominal, na tentativa de minimizar a associação de distensão e desconforto. A intubação duodenal também é indicada, porém é difícil realizá-la, pela ausência de peristaltismo para a sua introdução.
8 8 O tratamento clínico também inclui o suporte hidreletrolítico, com reposição rigorosa das perdas, a prevenção da infecção pela antibioticoterapia e, em casos especiais, o uso da nutrição parenteral. Os enemas retais são de pequeno valor para estimular o peristaltismo, nunca devendo ser empregados nas cirurgias com anastomoses colorretais, colo-anais ou ileorretais 4,6. Pelo mesmo motivo, a sondagem retal é contra-indicada. Esse estímulo também pode ser conseguido através de supositório de glicerina. Há grande variedade de drogas empregadas na tentativa de estimular o peristaltismo 1,2,5. O cloreto de potássio na dose de 2 a 4g endovenoso, nas 24 horas, quando a diurese está mantida, é um estímulo importante para a motilidade intestinal. A metoclopramida, por ser antagonista da dopamina, incrementa a motilidade intestinal, sem provocar espasmos na musculatura e, como tal, é empregada no pós-operatório por alguns cirurgiões 2,7. O brometo de prostigmina (neostigmina), por ser colinérgico, produz uma vigorosa atividade peristáltica, restabelecendo a motilidade intestinal entre 10 e 30 minutos, na dose de 0,5 a 1,0mg por via subcutânea. Esse estímulo é temporário e, após, o paciente tem agravada sua adinamia muscular 11,12. Por isso, associado ao risco que representa para as suturas do trato digestivo e ao agravamento dos enfermos portadores de peritonite ou obstrução, não é utilizado. Goligher usou-o, excepcionalmente, com bons resultados, quando diagnosticou o íleo dramaticamente prolongado 4. Os hormônios estimulantes da contração da musculatura lisa, como a motilina, ceruleína e colecistocinina, não têm utilidade, e os laxativos e colinérgicos são contra-indicados 2,11,12. Assim, além do tratamento conservador apropriado, há que se observar um tempo de pós-operatório para a resolução do íleo adinâmico, sendo fundamental que o cirurgião tenha bom senso, aguardando e acompanhando a evolução de cada paciente 13.
9 9 5. TRATAMENTO CIRÚRGICO A cirurgia no íleo adinâmico é indicada somente sob clrcunstâncias incomuns, como nas distensões maciças com risco de ruptura intestinal e na presença de infecção abdominal. Como regra de conduta, num primeiro instante, o tratamento é conservador até a definição da possibilidade de obstrução mecânica, quando então a cirurgia se impõe. A laparotomia não pode nem deve ser encarada como última solução. A reoperação, não raro, pode ser a primeira decisão a ser tomada. Pacientes reoperados em estado muito grave não suportam cirurgias extensas; nesses casos, deve-se fazer o menor trauma operatório para aliviar a obstrução, como uma ileostomia ou colostomia. O prognóstico da obstrução intestinal pós-operatória é grave, sendo os índices de mortalidade, em serviços de alto padrão, de até 20% 2,4,6,7. O fator que mais agrava o prognóstico é a decisão de relaparotomia feita tardiamente. BIBLIOGRAFIA 1. Bockus HL. Gastroenterology. 3. ed, Philadelphia. Saunders, Rocha PRS & Souza C. Abdome agudo. 1 a ed, Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, Schwartz SI. Princípios de cirurgia. 4 a ed, Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, Goligher JC. Surgery of the anus, rectum and colon. 3 a ed, London. Bailliere Tindall, Sleisenger MH & Fordtran JS. Gastrointestinal disease. 2 a ed, Philadelphia. Saunders, 1978.
10 10 6. Corman ML. Colon and rectal surgery. 1 a ed, Philadelphia. Lippincott, Adloff M.Occlusion intestinale aigüe de l'adulte.urgences. In: Encycl. Méd. Chir., Paris, p A10, Koch NG. An experimental analysis of mechanism engaged in reflex inhibition of intestinal motility. Acta Physiol. Scand, 47:164, Landman MD, Longnllre Jr WP. Neural and hormonal influences of pernonitis ou paralytic ileus. Am. Surg. 33:756, Goligher JC, Lloyd-Daves OV, Robeason CT. Small-gut obstrution following combined excision of the rectum, with special reference to strangulation round the colostomy. Brit J Surgy, 38:467, Catachpole BM. Ileus:use of sympathetic blocking agents in its treatment. Surgery, 66:811, Heimbach DM, Crout JR.Treatment of paralytic ileus with adrenergic neuronal blocking drugs. Surgery, 69:582, Reis Neto JA, Reis Jr. JA. Obstruccion intestinal funcional. Rev Col Gastroent 2 (2): 50, Sabiston DC Jr. Tratado de Cirurgia. 15ªed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1999.
Intestino Delgado. Bárbara Andrade Silva Allyson Cândido de Abreu
Intestino Delgado Bárbara Andrade Silva Allyson Cândido de Abreu Irrigação do Intestino Delgado Duodeno Artérias duodenais Origem Irrigação Duodeno proximal Duodeno distal Anastomose Jejuno e íleo
Obstrução Intestinal no Adulto
Obstrução Intestinal no Adulto Dra. Ana Cecília Neiva Gondim Cirurgia Geral / Coloproctologia Serviço de Coloproctologia do HUWC/UFC Introdução Obstrução intestinal é causa frequente de abdome agudo 20%
Imagem da Semana: Radiografia e tomografia computadorizada (TC)
Imagem da Semana: Radiografia e tomografia computadorizada (TC) Figura 1: Radiografia de abdome em incidência anteroposterior, em ortostatismo (à esquerda) e decúbito dorsal (à direita) Figura 2: Tomografia
Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal. Aula Prá:ca Abdome 1
Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal Aula Prá:ca Abdome 1 Obje:vos Entender como decidir se exames de imagem são necessários e qual o método mais apropriado para avaliação de pacientes com
8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES.
MAPA AUDITÓRIO ÓPERA DE ARAME (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO. 8:15 8:30 TEMA LIVRE SELECIONADO.
Avaliação Semanal Correcção
Avaliação Semanal Correcção 1. Mulher de 32 anos, caucasiana. Antecedentes pessoais e familiares irrelevante. 11 Gesta, 11 Para, usa DIU. Recorreu ao S.U. por dor abdominal de início súbito, localizada
Prostigmine metilsulfato de neostigmina
Prostigmine metilsulfato de neostigmina APRESENTAÇÕES Solução Injetável 0,5 mg/ml - Embalagem com 50 ampolas de 1 ml. USO INJETÁVEL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada ml contém 0,5 mg de metilsulfato
Cefaleia crónica diária
Cefaleia crónica diária Cefaleia crónica diária O que é a cefaleia crónica diária? Comecei a ter dores de cabeça que apareciam a meio da tarde. Conseguia continuar a trabalhar mas tinha dificuldade em
Pós operatório em Transplantes
Pós operatório em Transplantes Resumo Histórico Inicio dos programas de transplante Dec. 60 Retorno dos programas Déc 80 Receptor: Rapaz de 18 anos Doador: criança de 9 meses * Não se tem informações
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM MINICURSO: Assistência de enfermagem ao cliente com feridas Ferida cirúrgica 1º Semestre de 2013 Instrutora:
Diagnóstico por Imagem no Abdome Agudo Obstrutivo
Curso de Diagnóstico por Imagem do Abdome Agudo EPM/UNIFESP - Março de 2011 Diagnóstico por Imagem no Abdome Agudo Obstrutivo Rogério Caldana Obstrução intestinal 20 % dos casos cirúrgicos de abdome agudo
CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido
CIRURGIA DE OTOPLASTIA (PLÁSTICA DE ORELHAS) Termo de ciência e consentimento livre e esclarecido Eu, RG n solicito e autorizo o Dr. Fausto A. de Paula Jr, CRM-SP 103073, medico otorrinolaringologista,
DOR ABDOMINAL. Intensidade Localização Freqüência Irradiação Duração e tipo Sinais e sintomas associados Fatores de exacerbação ou de Melhora
DOR ABDOMINAL Intensidade Localização Freqüência Irradiação Duração e tipo Sinais e sintomas associados Fatores de exacerbação ou de Melhora DOR ABDOMINAL Diagnóstico: História Clinica Exame Físico Avaliação
Laxantes. Laxantes e Antidiarreicos. Obstipação. Fibras. são comuns na população em geral. rios. Na maioria das vezes quadros benignos e transitórios
Laxantes e Diarréia e obstipação são comuns na população em geral Na maioria das vezes quadros benignos e transitórios rios Laxantes Muitas vezes sem a necessidade de medicação Porem esses sintomas podem
Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável
Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten
Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho
Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
Predef (Acetato de Isoflupredona)
Uso Veterinário Administração intramuscular ou intra-sinovial. Descrição: Cada ml contém 2 mg de acetato de isoflupredona; 4,5 mg de citrato de sódio anidro; 120 mg de polietilenoglicol 3350; 1 mg de povidona;
Buscopan butilbrometo de escopolamina. Cada ampola de 1 ml contém 20 mg de butilbrometo de escopolamina, correspondentes a 13,78 mg de escopolamina.
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Abcd Buscopan butilbrometo de escopolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução injetável: embalagem com 5 ampolas. Uso injetável. USO ADULTO E PEDIÁTRICO Cada ampola
OCLUSÃO OU SUB - OCLUSÃO POR ÁSCARIS ACREDITE É MAIS COMUM QUE VOCÊ PENSA!
OCLUSÃO OU SUB - OCLUSÃO POR ÁSCARIS ACREDITE É MAIS COMUM QUE VOCÊ PENSA! Tema: Semi-oclusão por àscaris Objetivos Definir e identificar sinais e sintomas da Semi-oclusão por áscaris. Formular plano assistencial
Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução
DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL
DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle
PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS
COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI PROTOZOÁRIOS PARASITAS INTESTINAIS AMEBÍASE Agente causador: Entamoeba histolytica. Diagnóstico: E. P. F. exame parasitológico
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção. Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Entenda o que é o câncer de mama e os métodos de prevenção Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca) O que é? É o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não
O Câncer de Próstata. O que é a Próstata
O Câncer de Próstata O câncer de próstata é o segundo tumor mais comum no sexo masculino, acometendo um em cada seis homens. Se descoberto no início, as chances de cura são de 95%. O que é a Próstata A
VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS
VIVER BEM OS RINS DO SEU FABRÍCIO AGENOR DOENÇAS RENAIS Leia o código e assista a história de seu Fabrício Agenor. Este é o seu Fabrício Agenor. Ele sempre gostou de comidas pesadas e com muito tempero
O que é câncer de estômago?
Câncer de Estômago O que é câncer de estômago? O câncer de estômago, também denominado câncer gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago e se disseminar para os linfonodos da região e outras
Pós Operatório. Cirurgias Torácicas
Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.
RADIOLOGIA DO ESÔFAGO
RADIOLOGIA DO ESÔFAGO Esofagograma : administração de substância com densidade diferente do órgão. São elas sulfato de bário (rotina) e soluções iodadas (casos de suspeita de ruptura) na dose de 2 a 6
Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013)
Otite média aguda em crianças Resumo de diretriz NHG M09 (segunda revisão, fevereiro 2013) Damoiseaux RAMJ, Van Balen FAM, Leenheer WAM, Kolnaar BGM traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto
SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU
M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light
RESPOSTA RÁPIDA 355/2014 Informações sobre Questran Light SOLICITANTE Drª. Mônika Alessandra Machado Gomes Alves, Juíza de Direito do Juizado Especial de Unaí NÚMERO DO PROCESSO 0049989-72.2014 DATA 07/06/2014
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda
Aparelho Gastrointestinal Dor Abdominal Aguda Dor abdominal Difusa Localizada Abdome agudo Sem abdome agudo Exames específicos Tratamento específico Estabilizar paciente (vide algoritmo específico) Suspeita
GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO
GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO Introdução Glaucoma de Ângulo Fechado é um tipo de glaucoma que actualmente é designado Glaucoma por Encerramento do Ângulo. Não é o tipo de glaucoma mais frequente na Europa,
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA 1. Na atresia de esôfago pode ocorrer fistula traqueoesofágica. No esquema abaixo estão várias opções possíveis. A alternativa indica a forma mais freqüente é: Resposta B 2. Criança
Urologia Pediátrica Dr. Eulálio Damazio
Orientações anestésicas para cirurgias pediátricas urológicas Meu filho vai ser operado. Como será a cirurgia? E a anestesia? São seguras? Ele vai acordar logo? E o jejum? Estas questões são muito comuns
Maria da Conceição M. Ribeiro
Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam
AFECÇÕES TORÁCICAS CIRÚRGICAS EM PEDIATRIA
AFECÇÕES TORÁCICAS CIRÚRGICAS EM PEDIATRIA Diafragma Hérnia diafragmática o Hérnia de Bochdalek o Hérnia de Morgagni o Hérnia do hiato esofágico o Hérnia traumática Eventração ou elevação Ausência congênita
DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR
DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR MÓDULO ABDOME AULA 2 AVALIAÇÃO INTESTINAL POR TC E RM Prof. Mauricio Zapparoli Neste texto abordaremos protocolos de imagem dedicados para avaliação do intestino delgado através
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA PÓS PARTO HEMORRAGIA PAULO ROBERTO MUNIZ DANTAS Universidade Federal da Paraíba CONSIDERAÇÕES HEMORAGIA PÓS PARTO SITUAÇÃO DRAMÁTICA
cloridrato de loperamida Laboratório Globo Ltda. comprimidos 2 mg
cloridrato de loperamida Laboratório Globo Ltda. comprimidos 2 mg cloridrato de loperamida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimidos de 2 mg em embalagem com 12 e 200 comprimidos.
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
P R O S T AT E C T O M I A R A D I C A L L A P A R O S C Ó P I C A
P R O S T AT E C T O M I A R A D I C A L L A P A R O S C Ó P I C A O Câncer de próstata (Cap) É o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos,
CARTILHA BEM-ESTAR PATROCÍNIO EXECUÇÃO
CARTILHA BEM-ESTAR PATROCÍNIO EXECUÇÃO Cartilha Informativa Alimentação saudável e atividade física: as bases essenciais para a construção de um organismo saudável Alimentos saudáveis associados à atividade
EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0
EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0 1- Que órgão do sistema nervoso central controla nosso ritmo respiratório? Bulbo 2- Os alvéolos são formados por uma única camada de células muito finas. Explique como
32º Imagem da Semana: Radiografia de abdome
32º Imagem da Semana: Radiografia de abdome Enunciado Paciente masculino, de 52 anos, previamente hígido, procurou atendimento médico devido a dor abdominal em cólica iniciada há cerca de 18 horas, com
8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30-8:45 Abordagem nos múltiplos ferimentos abdominais penetrantes.
MAPA AUDITÓRIO PARQUE TINGUI (280 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. ESPACO DO TRAUMA (SBAIT) SEGUNDA FEIRA 03 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15
Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos
Prof. Rivaldo Assuntos Enfermagem em Oncologia e Cuidados Paliativos Administração e Gerenciamento de Enfermagem Enfermagem na Atenção à Saúde da Mulher e da Criança Enfermagem nas Doenças Transmissíveis
Prevenção de náuseas, vômitos e reações anafiláticas induzidos pela terapia antineoplásica (quimioterapia e terapia alvo).
Prevenção de náuseas, vômitos e reações anafiláticas induzidos pela terapia antineoplásica (quimioterapia e terapia alvo). Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Nome do protocolo: Prevenção de
CIRURGIA DO NARIZ (RINOPLASTIA)
CIRURGIA DO NARIZ (RINOPLASTIA) Anualmente milhares de pessoas se submetem a rinoplastia. Algumas destas pessoas estão insatisfeitas com a aparência de seus narizes há muito tempo; outras não estão contentes
Fibrose Cística. Triagem Neonatal
Fibrose Cística Triagem Neonatal Fibrose cística Doença hereditária autossômica e recessiva, mais frequente na população branca; Distúrbio funcional das glândulas exócrinas acometendo principalmente os
Apesar de ser um tumor maligno, é uma doença curável se descoberta a tempo, o que nem sempre é possível, pois o medo do diagnóstico é muito grande,
Cancêr de Mama: É a causa mais frequente de morte por câncer na mulher, embora existam meios de detecção precoce que apresentam boa eficiência (exame clínico e auto-exame, mamografia e ultrassonografia).
02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO) 03 DE AGOSTO DE 2015 (SEGUNDA FEIRA)
02 DE AGOSTO DE 2015 (DOMINGO) Espaço do Trauma CBC - SBAIT 03 DE AGOSTO DE 2015 (SEGUNDA FEIRA) Horário Programação 08:00 Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:45 9:55 MESA REDONDA: Trauma
Porque se cuidar é coisa de homem. Saúde do homem
Porque se cuidar é coisa de homem. Saúde do homem SAÚDE DO HOMEM Por preconceito, muitos homens ainda resistem em procurar orientação médica ou submeter-se a exames preventivos, principalmente os de
DIGEDRAT. (maleato de trimebutina)
DIGEDRAT (maleato de trimebutina) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Cápsula mole 200mg I - IDENTIFICAÇÃO DO DIGEDRAT maleato de trimebutina APRESENTAÇÕES Cápsula mole Embalagens contendo
CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004)
CLASSIFICAÇÃO DAS CEFALEIAS (IHS 2004) ENXAQUECAS Enxaqueca sem aura De acordo com a IHS, a enxaqueca sem aura é uma síndroma clínica caracterizada por cefaleia com características específicas e sintomas
DIVERTÍCULO DIVERTÍCULO VERDADEIRO FALSO Composto por todas as camadas da parede intestinal Não possui uma das porções da parede intestinal DIVERTICULOSE OU DOENÇA DIVERTICULAR Termos empregados para
Problemas Gastro-Intestinais
Problemas Gastro-Intestinais Parâmetros Ocidentais Vômito; Dor na região abdominal, gástrica, etc. Gastrite, Úlcera, Diarréia, Prisão de ventre (constipação) Cólica, Vermes. Anamnese: Tipo de dor ou desconforto:
CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão
DRENOS CONCEITO É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes. OBJETIVOS DOS DRENOS Permitem
Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG
Será que égastrite? Luciana Dias Moretzsohn Faculdade de Medicina da UFMG Sintomas Dor na região do estômago Estômago estufado Empanzinamento Azia Arrotos frequentes Cólica na barriga Vômitos e náusea
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente,
02 de Agosto de 2015 (Domingo)
02 de Agosto de 2015 (Domingo) Horário Programação 8:00: 08:30 Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:45 10:10 MESA REDONDA: AFECCOES VASCULARES FREQUENTES NA PRATICA DIARIA DO CIRURGIAO 8:45-9:00
Uso correcto dos antibióticos
CAPÍTULO 7 Uso correcto dos antibióticos Quando usados correctamente, os antibióticos são medicamentos extremamente úteis e importantes. Eles combatem diversas infecções e doenças causadas por bactérias.
Hepatites Virais 27/07/2011
SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes
Fluxograma do Manejo da Estase
Fluxograma do Manejo da Estase Estase Gástrica é qualquer volume mensurado através da SNE/SNG Enfermagem verificar resíduo gástrico (estase) a cada 06 horas. Registra volume drenado. Menor que Maior que
Otite externa Resumo de diretriz NHG M49 (primeira revisão, dezembro 2005)
Otite externa Resumo de diretriz NHG M49 (primeira revisão, dezembro 2005) Rooijackers-Lemmens E, Van Balen FAM, Opstelten W, Wiersma Tj traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014
GUIA PARA PACIENTES. Anotações
Anotações ENTENDENDO DO OS MIOMAS MAS UTERINOS GUIA PARA PACIENTES 1620641 - Produzido em maio/2010 AstraZeneca do Brasil Ltda. Rodovia Raposo Tavares, km 26,9 CEP 06707-000 - Cotia/SP ACCESS net/sac 0800
RAPILAX. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Solução Oral Gotas 7,5 mg/ml picossulfato de sódio
RAPILAX Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Solução Oral Gotas 7,5 mg/ml picossulfato de sódio RAPILAX picossulfato de sódio APRESENTAÇÃO Solução oral contendo: 7,5 mg/ml de picossulfato de sódio em frasco
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM. Radiografia simples e contrastada (sulfato de bário e iodinas) Endoscopia
AFECÇÕES CIRÚRGICAS DO ESÔFAGO Carmen Helena de Carvalho Vasconcellos DIAGNÓSTICO DA DOENÇA ESOFÁGICA SINAIS CLÍNICOS Regurgitação Disfagia, dificuldade de preensão Ptialismo Tosse, estertores Dispnéia
2. HIPERTENSÃO ARTERIAL
TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,
USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI
USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode
Drenol hidroclorotiazida. Drenol 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. Cada comprimido de Drenol contém 50 mg de hidroclorotiazida.
Drenol hidroclorotiazida PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Drenol Nome genérico: hidroclorotiazida Forma farmacêutica e apresentações: Drenol 50 mg em embalagem contendo 30 comprimidos. USO ADULTO
Tipos de tumores cerebrais
Tumores Cerebrais: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos Os doutores Calil Darzé Neto e Rodrigo Adry explicam sobre os tipos de tumores cerebrais. CONTEÚDO HOMOLOGADO "Os tumores cerebrais, originados
TÉCNICAS CIRÚRGICAS NOS INTESTINOS
TÉCNICAS CIRÚRGICAS NOS INTESTINOS INTESTINOS - ANATOMIA Intestino de carnívoros 2 a 5 vezes o comprimento do tronco Intestino delgado 4 vezes o tamanho do grosso INTESTINOS - ANATOMIA DUODENO Relativamente
TUMORES CEREBRAIS. Maria da Conceição Muniz Ribeiro
TUMORES CEREBRAIS Maria da Conceição Muniz Ribeiro Tumor Cerebral é uma lesão localizada que ocupa o espaço intracerebral e tende a acusar um aumento de PIC. Em adulto, a maior parte dos tumores se origina
MODELO DE FORMATO DE BULA
APRESENTAÇÕES Frasco conta-gotas (75 mg/ml) com 15 ml. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada 25 gotas de LUFTAL (equivalente a 1 ml) contém 75 mg de simeticona. Ingredientes inativos: propilenoglicol,
Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada
Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada Imagem 1. Tomografia computadorizada do abdômen, nível andar superior, após a injeção intravenosa de meio de contraste iodado hidrossolúvel, tendo havido ingestão
Estomas intestinais (ileostomias e colostomias) e anastomoses intestinais
Simpósio: FUNDAMENTOS EM CLÍNICA CIRÚRGICA - 3ª Parte Capítulo V Estomas intestinais (ileostomias e colostomias) e anastomoses intestinais Intestinal stomas (Ileostomy and Colostomy) and intestinal anastomosis
Professora: Edilene [email protected] O SISTEMA DIGESTÓRIO
Professora: Edilene [email protected] O SISTEMA DIGESTÓRIO O SISTEMA DIGESTÓRIO A DIGESTÃO A digestão é o conjunto das transformações, mecânicos e químicos, que os alimentos orgânicos sofrem ao
FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE
ALDACTONE Espironolactona FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE Comprimidos de 25 mg - caixas contendo 20 unidades. Comprimidos de 100 mg - caixas contendo 16 unidades. USO PEDIÁTRICO E ADULTO
O que Realmente Funciona
Prisão de Ventre O mal conhecido como intestino preguiçoso, obstipação ou prisão de ventre atinge cerca de um em cada cinco pessoas. O tratamento é bastante simples, mas, na falta dele, a prisão de ventre
Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013)
Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013) Blanker MH, Breed SA, van der Heide WK, Norg RJC, de Vries A, Wolters RJ, van den Donk M, Burgers JS, Opstelten W,
Por que a Varicocele causa Infertilidade Masculina?
O Nosso protocolo assistencial tem como base as diretrizes e normas elaboradas pela Society of Interventional Radiology (SIR) O Que é a Varicocele? Entende-se por varicocele à dilatação anormal (varizes)
Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada
Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada Imagem 01. Tomografia computadorizada da pelve após injeção endovenosa de meio de contraste iodado, tendo havido ingestão prévia do mesmo produto. Paciente,
7º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax
7º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Legenda da Imagem 1: Radiografia de tórax em incidência póstero-anterior Legenda da Imagem 2: Radiografia de tórax em perfil Enunciado: Homem de 38 anos, natural
CIRURGIA TORÁCICA Prof. André Lacerda de Abreu Oliveira- MV, Msc,PhD Prof. de Cirurgia da UENF INTRODUÇÃO
Page 1 of 6 CIRURGIA TORÁCICA Prof. André Lacerda de Abreu Oliveira- MV, Msc,PhD Prof. de Cirurgia da UENF INTRODUÇÃO A cirurgia torácica em pequenos animais não tem sido realizada com rotina na prática
8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES
MAPA AUDITÓRIO LARGO DA ORDEM (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO 8:15 8-30 TEMA LIVRE SELECIONADO 8:30
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. Denominação do medicamento Enema Fleet 2. Composição qualitativa e quantitativa Fosfato monossódico di-hidratado Fosfato dissódico 8.0 % w/v 18.1 % w/v A dose
, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à)
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização
FLAXIN finasterida Merck S/A comprimidos revestidos 5 mg
FLAXIN finasterida Merck S/A comprimidos revestidos 5 mg Flaxin finasterida MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÃO Comprimidos revestidos de 5 mg em embalagem com 30
Cetoacidose Diabética. Prof. Gilberto Perez Cardoso Titular de Medicina Interna UFF
Cetoacidose Diabética Prof. Gilberto Perez Cardoso Titular de Medicina Interna UFF Complicações Agudas do Diabetes Mellitus Cetoacidose diabética: 1 a 5% dos casos de DM1 Mortalidade de 5% Coma hiperglicêmico
Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos.
LACTO-PURGA bisacodil 5mg Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças acima de 4 anos) USO ORAL
Arquivo criado por RH VIDA. Entendendo ser importante, solicitamos e conseguimos autorização para sua divulgação.
Arquivo criado por RH VIDA. Entendendo ser importante, solicitamos e conseguimos autorização para sua divulgação. Academia Snooker Clube Sorocaba - SP Paulo Dirceu Dias www.snookerclube.com.br [email protected]
INGURGITAMENTO MAMÁRIO E HIPOGALACTIA. DROGAS GALACTAGOGAS.
46º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal INGURGITAMENTO MAMÁRIO E HIPOGALACTIA. DROGAS GALACTAGOGAS. CORINTIO MARIANI NETO Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros Universidade
Trimeb. (maleato de trimebutina)
Trimeb (maleato de trimebutina) Bula para paciente Cápsula mole 200 mg Página 1 Trimeb (maleato de trimebutina) Cápsula mole FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Embalagens com 20, 30 ou 60 cápsulas contendo
TICOS NO TRAUMA ABDOMINAL: Quando e como?
ANTIBIÓTICOS TICOS NO TRAUMA ABDOMINAL: Quando e como? Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente - UFMA Trauma Principal causa de morte e incapacidade durante o período mais produtivo da vida.
COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA
X COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA ( ) 18.01 Abdome Agudo Diagnóstico (algoritmo) ( ) 18.02 Abdome Agudo Inflamatório Diagnóstico e Tratamento ( ) 18.03 Abdome Agudo na Criança ( ) 18.04 Abdome Agudo
