Algumas considerações iniciais:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Algumas considerações iniciais:"

Transcrição

1 Progrm d álulo d otmzção do n d ntrd íd do oltor olr trvé d orrlçõ r rd d rg m lnh lzd. lgum ondrçõ n: Condçõ d orção do fludo: t modlção não v lvr m ont vrçõ d tmrtur ud lo trto l borção do lor rovnnt d l borvdor. Condr ntão qu tmrtur do fludo rá gul á tmrtur méd ntr ntrd íd do oltor qu trá róxmo do 50ºC. Pr rão ondr qu o u vlor médo tmbém ntr ntrd íd do oltor ndrá róxmo do dobro d rão tmofér. dfnção dt do râmtro é muto mortnt r um obtnção r do vlor d vodd dnâm d m íf. Eolh do oltor olr: otmzção do n d ntrd d íd v r ft rtndo d rd d tubo d um oltor olr omrl motrdo n fgur m bxo. B fí do modlo: o modlo ontruído tm omo b rm d qu rd d rg o longo d qulqur um do mnho qu o fludo g ão gu. Io od r trduzdo or: Rgm d omnto: O rgm d omnto m frqunt o longo d tod o tm d tubo é o lmnr r d m lgum zon do omnto vrfr um omortmnto turbulnto. tod orrlçõ dotd r o modlo rm r omnto m rgm lmnr. M frnt rá vlddo qu tmo d fto qu tmo rnt um omnto mortrmnt lmnr. To d rd d rg ondrdo: rd d rg ntr ntrd íd do oltor é dvdd m do to: rd d rg or frção ou m lnh rd d rg lzd. mb rd rão obtd nltmnt trvé d orrlçõ. Orgm d orrlçõ r rd m lnh: r rd d rg m lnh m um tubgm rulr m rgm lmnr d omnto fo utlzd orrlção [Wht]:

2 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno 3L lnh Orgm d orrlçõ r rd lzd: r rd d rg lzd m rgm lmnr d omnto form utlzd orrlçõ [Idlhk] qu rão xld á d gud m onunto om o modlo omlto. Todo o ofnt qu rçm n xrõ rltv á rd d rg lzd form trdo d tbl do Idlhk dmtndo qu tmo rnt um dtrbução unform d fludo trvé do tubo qu dmnão do dâmtro do nl d ntrd d íd mntém ontnt gul 0mm (vlor do nl não otmzdo r o oltor ondrdo). Qud d rão d orrnt d fludo qu no º nl: N lutrção m bxo odmo vr o volum d ontrolo ondrdo r t rt do modlo. lnh lzd lnh L 3 L L ( ) Pr rd d rg lzd dt rmro volum d ontrolo dvd- m trê omonnt. m rmr rltv á dvrgê d um rt do udl d ntrd r o rmro rmo rndulr um gund rltv um mudnç d drção do udl d 90º um trr rltv um onvrgê do ud r qu vêm do tubo ltr om o udl do nl d íd. lzd dv 90º onv

3 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno R k dv Com k R l C ζ 90º Com C 99 0 l ζ Pr o vlor d ξ ondr xrão C ξ ξ do dgrm 6-7 d ágn 366 d dção d 003 do Idlhk ond C é k ção d tubgm é rulr é 0 ξ é 099 k o ângulo ntr çõ d ntrd d íd é 90º. rult um ξ roxmdmnt gul. S fz um roxmção o vlor d ξ trvé d xrão d ágn ntror o vlor do mmo ndr muto róxmo do rmro R onv Com 50 R 0 8 Exrão Cofnt Lolzção k Tbl Tbl 7-4 dv 50 C grm 6-7 grm º 099 l ζ grm 6-7 Tbl 7-50 onv 0 8 Tbl 7-6

4 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno Qud d rão d orrnt d fludo qu no últmo nl: N lutrção m bxo odmo vr o volum d ontrolo ondrdo r t rt do modlo. totl lnh lzd lnh 3 L L L Pr rd d rg lzd dt últmo volum d ontrolo dvd- tmbém m trê omonnt. m rmr rltv á dvrgê do udl do nl d ntrd r uvo rmo rndulr um gund rltv um mudnç d drção do udl d 90º um trr rltv um onvrgê do udl do nl íd om o últmo rmo rndulr. lzd dv 90º onv dv ( ) 3τ t ( ) R Com τ t 90º R ( ) C ζ l Com C ζ l 0 99 v

5 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno R onv ( ) Com 50 R Exrão Cofnt Lolzção τ t 04 grm 7-0 dv 33 C grm 6-7 grm º ζ l 099 grm 6-7 Tbl 7- onv 50 Qud d rão d orrnt d fludo qu no n té -: N lutrção m bxo odmo vr o volum d ontrolo ondrdo r t rt do modlo. totl lnh lzd lnh 3 L L L Pr rd d rg lzd do volum d ontrolo ntrmédo fo ft um dvão m qutro omonnt. m rmr rltv á dvrgê do udl do nl d ntrd r uvo rmo rndulr ntror o rmo ondrdo v

6 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno v um gund rltv á dvrgê do udl do nl d ntrd r o rmo rndulr dnt um trr rltv um onvrgê do udl do nl íd om o rmo rndulr dnt um qurt rltv á onvrgê do ud r qu vêm do tubo ltr otror o tubo ondrdo om o udl do nl d íd. ot onv onv dv nt dv lzd R 3 t nt dv τ Com 4 0 t τ 33 R R k dv Com k R R onv Com 50 R R ot onv Com 50 R 0 8 Exrão Cofnt Lolzção 04 t τ grm 7-0 nt dv 33

7 Otmzção d um dtrbução m Z r lção oltor olr lno k Tbl 7-7 Tbl 7-4 dv Tbl 7- onv 50 onv ot Tbl 7-50 Tbl rlção ntr o dfrnt dâmtro do nl d ntrd é-no dd or: ( ) r té - rlção ntr o dâmtro d ntrd o dâmtro d íd quvlnt vm: r té w Pr omltr o modlo ó fltm o blnço d m: ( ) ( ) r té - ( ) ( ) ( ) ( ) r té gomtr do n d ntrd íd fo otmzd r um vrção mínm d vdd trvé do dvo drão rltvo: ( ) Com omo vdd md no n ntrmédo. Qunto mnor for vrção d vdd ntr o n ntrmédo gnf qu á um mlhor dtrbução do fludo. v

RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR MEIO DE DETERMINANTES

RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR MEIO DE DETERMINANTES RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES POR EIO DE DETERINANTES Dtrmt um mtrz su orm Sj mtrz: O trmt st mtrz é: Emlo: Vmos suor o sstm us quçõs om us óts y: y y Est sstm quçõs o sr srto orm mtrl: y Est qução r três mtrzs:.

Leia mais

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO

ERROS ESTACIONÁRIOS. Controle em malha aberta. Controle em malha fechada. Diagrama completo. Análise de Erro Estacionário CONSTANTES DE ERRO ERROS ESTACIONÁRIOS Control Mlh Abrt Fhd Constnts d rro Tios d sistms Erros unitários Exmlo Control m mlh brt Ação bási, sm rlimntção A ntrd do ontroldor é um sinl d rrêni A síd do ontroldor é o sinl d

Leia mais

Transistor Bipolar de Junção TBJ Cap. 4 Sedra/Smith Cap. 8 Boylestad Cap. 11 Malvino

Transistor Bipolar de Junção TBJ Cap. 4 Sedra/Smith Cap. 8 Boylestad Cap. 11 Malvino Trantor Bpolar d Junção TBJ Cap. 4 Sdra/Smth Cap. 8 Boyltad Cap. 11 Malno Amplfcador BC CC Nota d Aula SEL 313 Crcuto Eltrônco 1 Part 7 1 o Sm/216 Prof. Manol Amplfcador m Ba-Comum ( BC ) Nta confguração,

Leia mais

CAPÍTULO 9 COORDENADAS POLARES

CAPÍTULO 9 COORDENADAS POLARES Luiz Frncisco d Cruz Drtmnto d Mtmátic Uns/Buru CAPÍTULO 9 COORDENADAS POLARES O lno, tmbém chmdo d R, ond R RR {(,)/, R}, ou sj, o roduto crtsino d R or R, é o conjunto d todos os rs ordndos (,), R El

Leia mais

Prof. Waldery Rodrigues Júnior.

Prof. Waldery Rodrigues Júnior. Mroonom Prof. Wldry Rodrus Júnor [email protected] Exríos Qustõs: Prnps modlos mroonômos: modlo lásso, modlo kynsno, polít ntíl d urto przo. Modlo kynsno/mroonom kynsn: Hpótss báss d mroonom kynsn.

Leia mais

Informática BASES DE DADOS. 4.1 Noções de Bases de Dados. Conceitos fundamentais do Modelo Relacional

Informática BASES DE DADOS. 4.1 Noções de Bases de Dados. Conceitos fundamentais do Modelo Relacional BASES E AOS @2007 v 1 41 çõ d B d d C b duó dl Rll C ud d dl Rll Rçõ d gdd dlg d h d B d d Rl @2007 v 2 O qu é u B d d? u gé, qulqu ju d dd é u B d d (B): u gd d d hd; u l d C/V; u lv; d ul; dd gudd ud

Leia mais

Livres (ou suspensa) A) Poligonais (geométrica) Abertas Fechadas Múltiplas. Apoiadas (amarradas) Abertas (não apoiadas) Em anel Amarradas

Livres (ou suspensa) A) Poligonais (geométrica) Abertas Fechadas Múltiplas. Apoiadas (amarradas) Abertas (não apoiadas) Em anel Amarradas ogo Topográfc A ogo Topográfc pod (ou mrrd ão fgur gométrc (poígoo brto ou fchdo d poo o pocomto topográfco, formd por um úmro fto d do, trgdo do ou m poto prvmt coorddo poto d poo, o qu é cohcd um ortção

Leia mais

1 Sm ª 13. Então, se dispôs Davi com os seus homens, uns seiscentos, saíram de Queila e se foram sem rumo certo. Ziclague

1 Sm ª 13. Então, se dispôs Davi com os seus homens, uns seiscentos, saíram de Queila e se foram sem rumo certo. Ziclague 1 Sm. 23.13ª 13 Então, s dspôs Dv om os ss homns, ns ssntos, sírm d Q s form sm rmo rto. Z 1 Sm 27.1-3 1 Dss, porém, Dv onso msmo: Pod sr q m d vnh prr ns mãos d S; nd há, pos, mhor pr mm do q fr pr trr

Leia mais

Análises de sistemas no domínio da frequência

Análises de sistemas no domínio da frequência prmno d Engnhri Químic d Prólo UFF iciplin: TEQ0- COTROLE E PROCESSOS náli d im no domínio d frquênci Prof inok Boorg Rpo d Frquênci Cliqu pr dir o ilo do xo mr COCEITO: Coni d um méodo gráfico-nlíico

Leia mais

I n f o r m á t i c a. Informática. D e p. G. Licenciatura em: Gestão de Empresas. Docentes: António Carvalho Rui Pedro Duarte

I n f o r m á t i c a. Informática. D e p. G. Licenciatura em: Gestão de Empresas. Docentes: António Carvalho Rui Pedro Duarte Lu : d E : Aó Cvlh Ru Pd u @2007 v 1 v d u Objv Pg Rg d Avlç Bblg @2007 v 2 @2007 v 3 Objv Cld çõ b b ç, u v ul, d ulzç vluv duz çõ b d d ud u d lh d ç vlv dd d xlç d d d x lh d lul P lu ulzç d u xd d,

Leia mais

Módulo III. Processadores de texto

Módulo III. Processadores de texto Módul F d O Pd d x Flh d Clul F d duvdd @2006 Módul v 1 Pd d x Uldd í djv Wwd d d x Ed u du Sl x Tblh u du Fç d g Fçõ gé Fçõ d x A lz l lu ú @2006 Módul v 2 Pd d x F d dh Tbl M uç Plzç d l dl Cç d lzd

Leia mais

Expressão Semi-Empírica da Energia de Ligação

Expressão Semi-Empírica da Energia de Ligação Exprssão Smi-Empíric d Enrgi d Ligção om o pssr do tmpo n usênci d um tori dtlhd pr dscrvr strutur nuclr, vários modlos form dsnvolvidos, cd qul corrlcionndo os ddos xprimntis d um conjunto mis ou mnos

Leia mais

Módulo I MOTORES DE BUSCA NA INTERNET

Módulo I MOTORES DE BUSCA NA INTERNET Módul MOTORES E BUSCA NA NTERNET duç Pqu d ç d gé Pqu d ç B d d Ulzç d d -l F d duç -l @2007 v 1 O qu é? A é d udl d d d ud qu uç l qulqu ud d ud, d lh u C u? Avé d u ju d l (g d uç TCP/P) qu ê gd vg d

Leia mais

CAPÍTULO 3 TÉCNICAS USADAS NA DISCRETIZAÇÃO. capítulo ver-se-á como obter um sistema digital controlado através de técnicas

CAPÍTULO 3 TÉCNICAS USADAS NA DISCRETIZAÇÃO. capítulo ver-se-á como obter um sistema digital controlado através de técnicas 3 CAPÍTULO 3 TÉCNICAS USADAS NA DISCRETIZAÇÃO A técnca uada para obtr um tma dgtal controlado nctam, bacamnt, da aplcação d algum método d dcrtação. Matmatcamnt falando, pod- obrvar qu o método d dcrtação

Leia mais

Folhas de Cálculo. O EXCEL como Folha de Cálculo

Folhas de Cálculo. O EXCEL como Folha de Cálculo Flh d Clul O qu é: U Flh d Clul é, dç, u ju d élul qu u glh u bl qu d l- vé d xõ lóg /u O qu : Ogzç ç d bl l d vl; F, í,, qu jud xu lul lx; Auzç d, vé d gç u d ódg d lul u d uld; Rç g d ç; d bl ulzd çõ

Leia mais

Módulo 03. Determinantes. [Poole 262 a 282]

Módulo 03. Determinantes. [Poole 262 a 282] Móulo Not m, ltur sts potmtos ão sps moo lum ltur tt lor prpl r Cm-s à tção pr mportâ o trlo pssol rlzr plo luo rsolvo os prolms prstos lor, sm osult prév s soluçõs proposts, áls omprtv tr s sus rspost

Leia mais

Geometria Espacial (Exercícios de Fixação)

Geometria Espacial (Exercícios de Fixação) Gomtri Espcil Prof. Pdro Flipp 1 Gomtri Espcil (Exrcícios d Fixção) Polidros 01. Um polidro convxo é formdo por 0 fcs tringulrs. O númro d vértics dss polidro ) 1 b) 15 c) 18 d) 0 ) 4 0. Um polidro convxo

Leia mais

XI OMABC NÍVEL O lugar geométrico dos pontos P x, y cuja distância ao ponto Q 1, 2 é igual a y é uma:

XI OMABC NÍVEL O lugar geométrico dos pontos P x, y cuja distância ao ponto Q 1, 2 é igual a y é uma: O lugr geométrco dos pontos P x, y cu dstânc o ponto Q, é gul y é um: prábol com foco no ponto Q crcunferênc de ro gul N fgur segur, o trângulo ABC é equlátero de ldo 0, crcunferênc mor é tngente os três

Leia mais

Atum grelhado com cogumelos e legumes

Atum grelhado com cogumelos e legumes Atm ghdo om ogmos gms Qm dss dt s s ht? Ess smn nts do nv sov mn m oo Ms nm o sso om m! Ontm no jnt mos m doso tm, om ogmos s stdos, svdos om nos snf ogânos! É s sms! E fo m dí! Ingdnts: Atm fso ( 2 osts

Leia mais

ESTUDO DO CALOR A SER RETIRADO DA CABINE DO VEÍCULO.

ESTUDO DO CALOR A SER RETIRADO DA CABINE DO VEÍCULO. SISEM EVPORIVO INDIREO PR RREFECIMENO DE R USNDO ÁLCOOL COMBUSÍVEL COMO FLUIDO DE RBLHO. Nt trblo otou- lo uo d u t d rfrnto orto ndrto (REI no ul o fludo r orzdo é o álcool cobutíl. Noo objto é utlzr

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini - Novembro 2013

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini - Novembro 2013 Txto para Coluna do NRE-POLI na Rvita Contrução Mrcado Pini - Novmbro 2013 Rico do Tomador do Agnt Financiro no Uo do Sitma Pric m rlação ao Sitma SAC no Financiamnto d Imóvi Ridnciai Prof. Dr. Claudio

Leia mais

A Função Densidade de Probabilidade

A Função Densidade de Probabilidade Prof. Lorí Vili, Dr. [email protected] http://www.mt.ufrgs.r/~vili/ Sj X um vriávl ltóri com conjunto d vlors X(S). S o conjunto d vlors for infinito não numrávl ntão vriávl é dit contínu. A Função Dnsidd

Leia mais

Física III Escola Politécnica Prova de Recuperação 21 de julho de 2016

Física III Escola Politécnica Prova de Recuperação 21 de julho de 2016 Físic III - 4220 Escol Politécnic - 2016 Prov de Recuperção 21 de julho de 2016 Questão 1 A cmd esféric n figur bixo tem um distribuição volumétric de crg dd por b O P ρ(r) = 0 pr r < α/r 2 pr r b 0 pr

Leia mais

Latim-runas NUMERO 5:511 Sabbadrh-BQ de dezembro de O Fundador,

Latim-runas NUMERO 5:511 Sabbadrh-BQ de dezembro de O Fundador, 1 -\(^" - UR 11 S-Q 19 - F &-(P U? y - » T D!! &Jj / P - J óó PUÇS - PU-S QURTS-ÊHS SDS - - - 1 ñ 9 1 f - - - õ j w-- 1 PRSS PP D V F* " õ» -í ( (- f õ ~ f õí ( 1 " ÍÍÉ- f S J J &/ j - f f f j S f P-!

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

Catálogo2012 PRODUTOSEXCLUSIVOS ÍNDICEDEPRODUTOS ACRIL ACRÍLICO AGLO WEB MERADO SHAMMALUZ SHAMMALUZ. Pressione ESC parasair

Catálogo2012 PRODUTOSEXCLUSIVOS ÍNDICEDEPRODUTOS ACRIL ACRÍLICO AGLO WEB MERADO SHAMMALUZ SHAMMALUZ. Pressione ESC parasair Cáogo2012 PRODUTOSEXCLUSIVOS ÍNDICEDEPRODUTOS ACRIL WEB SHAMMALUZ ACRÍLICO AGLO MERADO SHAMMALUZ Pon ESC p ACRÍ LI CO A G L O MERADO SHAMMALUZ ASh mm uz p f ç oou é n n d x u ã oàqu n dops C, um n mop

Leia mais

Dicas de Restaurante - Porto, Portugal

Dicas de Restaurante - Porto, Portugal Ds d Rstnt - Poto, Potg Poto é m dd, n, hmos, h d t A omd d Poto fo m ss, todos os gs om fom dms. Ms o ntnd, s dds do not d Potg, gstonom é nd ms vozd no stnt do ís. Como não osso f d todos os gs, vo nd

Leia mais

Computação Gráfica Interativa - Gattass 01/10/15

Computação Gráfica Interativa - Gattass 01/10/15 Coção Gáf I - G 0/0/5 Aoo d Ro d Ro P o o P o o Ição oção O q á f? A q dâ do oo? R T Coção Gáf I - G 0/0/5 So Oão Efo Po Gd d I ê do do o Idd do oo oo Foof D Pooo o éo XX! R T Coção Gáf I - G 0/0/5 C o

Leia mais

Perfis de modulação upstream para placas de linhas de cabo

Perfis de modulação upstream para placas de linhas de cabo d dulç u l d lh d b Íd Iduç é-u Ru lzd vçõ Iê lu u d l d dulç l d l d dulç (u) ódg DOI.-d ( d IO w d) ódg DOI.-d ( ) lu Adddu d l d dulç l d lh d lgd ( ) l d lh d M l d lh M Aêd A álul d h d l u - D Aêd

Leia mais

Extrapolação de Richardson

Extrapolação de Richardson Etrpolção de Rirdson Apesr de todos os visos em relção à etrpolção, qui temos um eepção, em que, prtir de dus determinções de um integrl se lul um tereir, mis preis. 3/5/4 MN Etrpolção de Rirdson E é epressão

Leia mais

09. Se. 10. Se. 12. Efetue: 13. Calcule C. a é:, determine a matriz X

09. Se. 10. Se. 12. Efetue: 13. Calcule C. a é:, determine a matriz X LIST DE EER MTRIZES E DETERMINNTES PROF ROGERINHO º ENSINO MÉDIO NOME Nº TURM Rrsn n for d l rz, co s, s, Dd rz, co, scrv rz (M O rço d u rz qudrd é so dos lnos d su dgonl rncl O rço d rz ) (, l qu é:

Leia mais

+12V. 0.1uF/ 100V RL4 :A ULN2003A C3 3 U1:D LIGA/ DESLIGA CARREGADOR. 10uF/ 16V C2 4 1N4148 D1 1 1N K GND 10K BC337 R2 5 CRISTAL DE 2 0 MHZ

+12V. 0.1uF/ 100V RL4 :A ULN2003A C3 3 U1:D LIGA/ DESLIGA CARREGADOR. 10uF/ 16V C2 4 1N4148 D1 1 1N K GND 10K BC337 R2 5 CRISTAL DE 2 0 MHZ ДХILUIR P/ LRR RL_ R To l. er a l es. Num. QU M PRVR IOO P O RROR MIOR V R LMJ U: UZZR R 0 ILUIR P M PRLLO OM ONTTO O RL 0.u/ 00V V R 0 0 R 0 verm elho U: ULN00 U: LMJ 0 ULN00 U: LI/ LI RROR V N R 0u/

Leia mais

O (doce) lanche. brasileira. Um retrato inédito

O (doce) lanche. brasileira. Um retrato inédito O (d) l ç bl U éd É VITL çã U bíl N lb vl d l q q d f q ff d d d v lld q d l q v q x qd.tb q q lb.f q d.offd f q dl b d d x f d qbx q qq bl dl d b x d vl dl l q q q ll d v. N f dl d q q xd d blb f x f

Leia mais

= 1, independente do valor de x, logo seria uma função afim e não exponencial.

= 1, independente do valor de x, logo seria uma função afim e não exponencial. 6. Função Eponncil É todo função qu pod sr scrit n form: f: R R + = Em qu é um númro rl tl qu 0

Leia mais

s t r r t r tr és r t t t

s t r r t r tr és r t t t s rã ê s r s t r r t r tr és r t t t ss rt çã r t çã r str r r t r ár r t Pr ss r 1 r rs s Pr s t r t úr Pr t r st rr Pr t r ã s Pr t r ár r t Novembro, 2015 s t r r t r tr és r t t t 2r t s rã ê s rs

Leia mais

DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO DE AUTOMAÇÃO EXXA -SL

DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO DE AUTOMAÇÃO EXXA -SL 3 4 7 8 9 0 QUIPMNTOS ONTROLOS XX SL (L44) - RJ4- /SNSORS - IM SOPOR 30.400.83.7 XX SL (L44) - RJ4- /SNSORS - IM MUTIR 30.400.84. IRM INTRLIÇÃO UTOMÇÃO XX -SL 3 0// INTIIÇÃO OS SNSORS UMI PRSSÃO /03/4

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DIOGO BANDEIRA DE SOUZA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DIOGO BANDEIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DIOGO BANDEIRA DE SOUZA O CONCEITO DE PRÁXIS EDUCATIVA E PRÁXIS EDUCACIONAL NO CURRÍCULO DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE

Leia mais

Álgebra de Números Complexos

Álgebra de Números Complexos Álgr d Númro Comlo O númro comlo ão d grnd morânc m muo domíno d mmác ão rculrmn ú n nál d m dnâmco. E númro, qu ão um não do númro r, ão conuído or du comonn, um rl our mgnár, ndo qu undd mgnár,, corrond

Leia mais

Layout Conciliação Bancária 240 posições versão 3.0 em português 4008/Comercialização de Produtos e Serviços

Layout Conciliação Bancária 240 posições versão 3.0 em português 4008/Comercialização de Produtos e Serviços Layout Nº 4008.524.0183 Versão 04 Layout Conciliação Bancária 240 posições versão 3.0 em português 4008/Comercialização de Produtos e Serviços laborado em: 10/07/2017 Sumário 1. Header do rquivo... 3 2.

Leia mais

Pág Circunferência: ( ) ( ) 5.4. Circunferência: ( ) ( ) A reta r passa nos pontos de coordenadas (0, 1) e (2, 2).

Pág Circunferência: ( ) ( ) 5.4. Circunferência: ( ) ( ) A reta r passa nos pontos de coordenadas (0, 1) e (2, 2). Númros complxos Atvdad d dagnóstco AB + + + AB ( ) ( ) ( ) + + + 9+ A, ; B, ; P x, y Pág AP BP x+ y x + y + x + x + + y x + x x + + y + x + yx y x A bsstr dos quadrants ímpars é a mdatr d [AB] B(, ) ;

Leia mais

Adição dos antecedentes com os consequentes das duas razões

Adição dos antecedentes com os consequentes das duas razões Adição dos ntcdnts com os consqunts ds dus rzõs Osrv: 0 0 0 0, ou sj,, ou sj, 0 Otnh s trnsformds por mio d dição dos ntcdnts com os consqünts: ) ) ) 0 0 0 0 0 0 0 0 ) 0 0 0 0 ) 0 0 0 0 ) Osrv gor como

Leia mais

Salada de atum com sorbet de limão

Salada de atum com sorbet de limão Sd d t o sobt d ão Ess sd fo dos A vão os ngdnts o odo d fz: - Rú: só t o to bsâo, zt td d s; - At sdo: oo ç d t nt n fgd nt, dxndo 10 sgndos d do f b o dnto; - Lss d êndos: oo fgd nt o fo d zt té do;

Leia mais

... CONTROLADOR DE TEMPERATURA/TEMPORIZADOR COM FUNÇÃO RAMPA E PATAMAR. modelo LWK48 Manual de Instalação 3 - PROCEDIMENTO DE CONFIGURAÇÃO

... CONTROLADOR DE TEMPERATURA/TEMPORIZADOR COM FUNÇÃO RAMPA E PATAMAR. modelo LWK48 Manual de Instalação 3 - PROCEDIMENTO DE CONFIGURAÇÃO M Içõ mp pív : wwwm INTÇÃ N IN m f pj p m çã pm, p m m p mgm m q é q pj p mm, m xõ é M m m m q q p g í: ) v fá ) Nã v m vçõ mp ) Nã v g v ) Nã v v pç ág f () ) mp m v ) m v v m fx m ( % %) m p m m p m

Leia mais

INFORMATIVO 02 / 2009 LEI COMPLEMENTAR 128/08 - SIMPLES NACIONAL - CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PARA CERTOS PRESTADORES DE SERVIÇO

INFORMATIVO 02 / 2009 LEI COMPLEMENTAR 128/08 - SIMPLES NACIONAL - CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PARA CERTOS PRESTADORES DE SERVIÇO 2inf08 HMF (23.01.29) INFORMATIVO 02 / 29 LEI COMPLEMENTAR 128/08 - SIMPLES NACIONAL - CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PARA CERTOS PRESTADORES DE SERVIÇO Em 22.12.28 foi publicd Li Complmntr 128. El ltrou

Leia mais

ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012)

ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) ANEO I DA LEI COMPLEMENTAR Nº123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigênci: 01/01/2012) (Rdção dd pl Li Complmntr nº 139, d 10 d novmbro d 2011) Alíquots Prtilh do Simpls Ncionl - Comércio Rcit Brut m 12 mss

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MORTÁGUA Geometria Ficha de Trabalho Nº 02 10º Ano

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MORTÁGUA Geometria Ficha de Trabalho Nº 02 10º Ano AGUPAMENO DE EOLA DE MOÁGUA Gomti Fih lho Nº 0 0º Ano Osv igu o lo... Ini so istm: ois plnos ppniuls us ts plls um t post um plno um t snt o plno FIH us ts não omplns. s oons os vétis... Qul posição ltiv

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

Brincando com o CRUZADINHA LABIRINTO 7 ERROS JOGO DAS SOMBRAS CAÇA-PALAVRAS E MUITO MAIS! ENCARTE COM JOGO DA MEMÓRIA. Ano 8 - nº 8 - Dezembro / 2010

Brincando com o CRUZADINHA LABIRINTO 7 ERROS JOGO DAS SOMBRAS CAÇA-PALAVRAS E MUITO MAIS! ENCARTE COM JOGO DA MEMÓRIA. Ano 8 - nº 8 - Dezembro / 2010 Um publicçã d Cntruind um vid mlhr www.mbigucci.cm.br Brincnd cm n - nº - Dzmbr / 2010 tividd infnti pr prndr, brincr divrtir! NCRT COM JOGO D MMÓRI CRUZDINH LBIRINTO 7 RROS JOGO DS SOMBRS CÇ-PLVRS MUITO

Leia mais

Teoria dos Grafos Aula 11

Teoria dos Grafos Aula 11 Tori dos Gros Aul Aul pssd Gros om psos Dijkstr Implmntção Fil d prioridds Hp Aul d hoj MST Algoritmos d Prim Kruskl Propridds d MST Dijkstr (o próprio) Projtndo um Rd $ $ $ $ $ Conjunto d lolidds (x.

Leia mais

2 Patamar de Carga de Energia

2 Patamar de Carga de Energia 2 Ptmr de Crg de Energi 2.1 Definição Um série de rg de energi normlmente enontr-se em um bse temporl, ou sej, d unidde dess bse tem-se um informção d série. Considerndo um bse horári ou semi-horári, d

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

MATEMÁTICA. 01. Sejam os conjuntos P 1, P 2, S 1 e S 2 tais que (P 2 S 1) P 1, (P 1 S 2) P 2 e (S 1 S 2) (P 1 P 2). Demonstre que (S 1 S 2) (P 1 P 2).

MATEMÁTICA. 01. Sejam os conjuntos P 1, P 2, S 1 e S 2 tais que (P 2 S 1) P 1, (P 1 S 2) P 2 e (S 1 S 2) (P 1 P 2). Demonstre que (S 1 S 2) (P 1 P 2). GGE RESOE - VESTIBULAR IME MATEMÁTICA) MATEMÁTICA Sj o ojuo S S qu S ) S ) S S ) ) or qu S S ) ) : Sj S S Coo S S ão ou l r o rol oo uor r grl) qu oo S ão logo oo qurío orr F F F F F ) Crufrê ro -) ro

Leia mais

Quem são? Um refugiado é toda pessoa que devido a temores de ser perseguida por motivos de raça,

Quem são? Um refugiado é toda pessoa que devido a temores de ser perseguida por motivos de raça, g u f R d Qum ã? Um fugd é td p qu dvd tm d pgud p mtv d ç, lgã, ncnldd, p ptnc dtmnd gup cl p u pnõ plítc, ncnt f d pí d u ncnldd nã p u nã qu c à ptçã d tl pí. Ou qu, ccnd d ncnldd tnd f d pí nd tv u

Leia mais

Dualidade. Fernando Nogueira Dualidade 1

Dualidade. Fernando Nogueira Dualidade 1 Dldd Frnndo Nogr Dldd Todo prolm d P.L. pod sr ssttído por m modlo qvlnt dnomndo Dl. O modlo orgnl é chmdo Prml. Prolm Prml M Sjto j n j n c j j j j j j {... n} {... m} Prolm Dl Sjto W m m j c {... m}

Leia mais

A C O N T R A R E F O R M A E A R E F O R M A C A T Ó L I C A N O S P R I N C Í P I O S D A I D A D E M O D E R N A 2

A C O N T R A R E F O R M A E A R E F O R M A C A T Ó L I C A N O S P R I N C Í P I O S D A I D A D E M O D E R N A 2 1 Í N D I C E A C O N T R A R E F O R M A E A R E F O R M A C A T Ó L I C A N O S P R I N C Í P I O S D A I D A D E M O D E R N A 2 A P R E S E N T A Ç Ã O : A L G U M AS N O T A S E P A L A V R A S 2

Leia mais

Lista de Exercícios 9 Grafos

Lista de Exercícios 9 Grafos UFMG/ICEx/DCC DCC111 Mtmáti Disrt List Exríios 9 Gros Ciênis Exts & Engnhris 1 o Smstr 2018 1. O gro intrsção um olção onjuntos A 1, A 2,..., A n é o gro qu tm um vérti pr um os onjuntos olção tm um rst

Leia mais

C. Almeida (1987) Determinação da transmissividade e coeficiente de armazenamento por ensaios de recuperação

C. Almeida (1987) Determinação da transmissividade e coeficiente de armazenamento por ensaios de recuperação C. Almda (1987 Dtrmação da tramvdad cofct d armazamto or ao d rcuração Hdrogologa y Rcuro Hdráulco, t. XII,. 689-694. IV IMPOIO DE HIDROGEOLOGÍA ALMEIDA, Carlo DEERMINAÇÃO DE RANMIIVIDADE E COEFICIENE

Leia mais

P PÓ P. P r r P P Ú P P. r ó s

P PÓ P. P r r P P Ú P P. r ó s P PÓ P P r r P P Ú P P r ó s P r r P P Ú P P ss rt çã s t à rs r t t r rt s r q s t s r t çã r str ê t çã r t r r P r r Pr r r ó s Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa

Leia mais

MRUV (plano inclinado) trilho de ar com faiscador

MRUV (plano inclinado) trilho de ar com faiscador MRUV (plno nclndo) trlho de r com fscdor - Concetos relcondos Intervlo de tempo, posção, velocdde, celerção, celerção méd e movmento retlíneo unformemente vrdo. - Objetvos Entender os concetos de espço

Leia mais