N do art.: K6021 (IgG) K6031 (IgM)
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1 RIDASCREEN Parvovirus B19 IgG, IgM N do art.: K6021 (IgG) K6031 (IgM) R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D Darmstadt, Alemanha Tel.: / Fax:
2 1. Finalidade Para diagnóstico in vitro. Os testes RIDASCREEN Parvovirus B19 são enzima-imuno-ensaios para a detecção quantitativa de anticorpos IgG ou IgM contra Parvovirus B19 no soro humano. O teste deve ser feito no caso de suspeita fundada de uma infecção com Parvovirus B19 ou para o esclarecimento do estado imunitário. 2. Resumo e explicação do teste O parvovírus B19 é um pequeno vírus de estirpe única sem envelope lipídico e que representa o patogênico mais importante da família Parvoviridae. Além da indução de processos inflamatórios, a patogenicidade é provocada por uma eritropoiese suprimida devido a uma replicação seletiva do vírus nas células eritrócitas progenitoras. As infecções por Parvovírus B19 ocorrem em todo o mundo e a transmissão dá-se predominantemente por infecção por gotículas através do trato respiratório. As infecções agudas de parvovírus podem ocorrer em todas as faixas etárias, mas com maior incidência em crianças entre os 6 e os 15 anos. O período de incubação é de 1 a 3 semanas. A percentagem da população adulta afetada é cerca de 70%. As infecções por parvovírus B19 são, frequentemente, assintomáticas ou revelam sintomas semelhantes aos da gripe. Contudo, as infecções por parvovírus também encontram-se associadas a vários cenários clínicos. O erythema infectiosum, também conhecido como a quinta doença, revela maior prevalência e geralmente afeta crianças entre os 4 e os 10 anos de idade. Podem ocorrer complicações em mulheres grávidas soronegativas devido a uma probabilidade de 30% de transmissão fetal. As infecções fetais podem provocar abortos espontâneos ou deformidades fetais graves como, por exemplo, Hydrops fetalis. A infecção materna durante o primeiro e o segundo trimestres da gravidez pode provocar um maior risco de aborto espontâneo. Em geral, a morte fetal vai ocorrer em 5% a 10% dos casos de infecção fetal. Os pacientes infectados com o parvovírus B19 e que sofrem de anemia hemolítica crônica têm um maior risco de desenvolver crises aplásticas devido a uma eritropoiese suprimida. Após a infecção por parvovírus, são formados anticorpos específicos contra o agente patogênico, como resultado da resposta do sistema imunitário. Estes podem ser comprovados no soro com a ajuda de processos imunológicos. Para o significado de um teste, além da seleção do antígeno utilizado específico do agente patogênico, o método de teste utilizado também é importante. O ensaio ELISA é um método de seleção muito adequado para fazer confirmações sobre o estado imunitário de um paciente. Um resultado positivo pode, depois, ser ainda mais diferenciado através de um exame Western Blot ou LineBlot e ser relacionado às diferentes fases de uma infecção, como, p. ex., a persistência do vírus (ver RIDA LINE Parvovirus B19 IgG, n de art. LB6023 RIDA LINE Parvovirus B19 IgM, n de art. LB6033 (LB6023 e LB6033 distribuído mundialmente excepto nos EUA, Canada, Austrália e Israel)). RIDASCREEN Parvovirus B
3 3. Princípio do teste Os antígenos recombinantes revestem a superfície das placas de titulação. No caso de detecção do IgG, é usada uma mistura de VP1 e VP2 como antígeno do parvovírus B19, sendo que, no caso de detecção do IgM, é usado o VP2. Nas amostras dos pacientes, os anticorpos presentes se ligam aos antígenos e são, numa segunda etapa, comprovados com um anticorpo anti-humano marcado com enzima (conjugado). Através da enzima, um substrato sem cor (H 2 O 2 /TMB) é convertido em um produto final azul. A reação enzimática é finalizada com a adição de ácido sulfúrico. Com isso, ocorre simultaneamente a mudança da cor de azul para amarelo. A posterior medição é feita com um fotômetro a 450 nm (comprimento de onda de referência 620 nm). RIDASCREEN Parvovirus B
4 4. Conteúdo da embalagem Tab. 1: Conteúdo da embalagem (Os reagentes de uma embalagem são suficientes para 96 testes) K6021 IgG K6031 IgM Plate 96 testes Microplaca; 12 tiras de micropoços (podem ser divididas) no suporte de tiras, revestidas com antigénio recombinante Parvovirus B19; teste IgG e IgM: antigénios expressos em eucariotas SeroPP 110 ml Tampão de amostra, pronta para o uso; solução NaCl tamponada de fosfato, de cor amarela SeroWP 100 ml Tampão de lavagem, conc. de 10; solução de NaCl tamponada 3 Control IgG + Tampa verde 2,5 ml Controlo padrão IgG, pronto para o uso; soro humano diluído, de cor verde; Control IgM + Tampa vermelha 2,5 ml Controlo padrão IgM, pronto para o uso; soro humano diluído, de cor vermelha Control IgG Tampa transparente 1,2 ml Controlo negativo IgG, pronto para o uso; soro humano diluído Control IgM Tampa transparente Control IgG A Tampa verde 1,2 ml Controlo negativo IgM, pronto para o uso; soro humano diluído; 1,2 ml Controlo de qualidade A IgG, pronto para o uso; soro humano diluído Control IgG B Tampa verde 1,2 ml Controlo de qualidade B IgG, pronto para o uso; soro humano diluído Control IgM A Tampa vermelha 1,2 ml Controlo de qualidade A IgM, pronto para o uso; soro humano diluído Control IgM B Tampa vermelha 1,2 ml Controlo de qualidade B IgM, pronto para o uso; soro humano diluído SeroG HD Tampa verde SeroM HD Tampa vermelha 12 ml Conjugado IgG anti-humano (cabra), pronto para o uso; anticorpos conjugados com peroxidase em sol. proteica 12 ml Conjugado IgM anti-humano (cabra), pronto para o uso; anticorpos conjugados com peroxidase em sol. proteica SeroSC 12 ml Substrato, H 2 O 2 / tetrametilbenzidina; pronto para o uso Stop 12 ml Reagente bloqueador, 1 N ácido sulfúrico; pronto para o uso Detalhes sobre substâncias perigosas de acordo com as obrigações de rotulagem. Para mais informações, consulte as Folhas de Dados de Segurança de Materiais (MSDS) em RIDASCREEN Parvovirus B
5 5. Reagentes e a sua armazenagem O kit deve ser armazenado de 2-8 C e pode ser utilizado até a data de validade impressa no rótulo. Solução de lavagem diluída pode ser utilizada por no máximo 4 semanas quando armazenadas de 2-8 C ou por uma semana quando armazenados em temperatura ambiente (20-25 C). A garantia do kit não é válida após o vencimento do kit. O saco de alumínio, no qual a microplaca se encontra, deve ser aberto de um modo que o fecho zipper não seja arrancado. As tiras não necessárias devem ser armazenadas no saco de alumínio fechado a 2 8 C. Uma contaminação do reagente deve ser evitada bem como a luz direta sobre o substrato incolor. 6. Reagentes e equipamentos adicionais necessários 6.1. Reagentes água destilada ou deionizada 6.2. Equipamento Incubador a 37 C Tubos de amostra Vortex Micropipetas para volumes de µl e µl Proveta graduada (1000 ml) Cronômetro Aparelho de lavagem para as microplacas ou pipetas de vários canais Fotômetro para as microplacas (450 nm, filtro de referência 620 nm) Filtro de papel (lenços de laboratório) Contentor para lixo com uma solução de hipoclorito de 0,5% 7. Medidas de precaução Somente para diagnóstico in vitro. Este ensaio só deve ser realizado por profissionais de laboratório treinados. As diretrizes para trabalhar em laboratórios médicos devem ser seguidas. O manual de instruções relativo ao procedimento de ensaio deve ser seguido. Não pipete amostras ou reagentes com a boca. Evite o contato com a pele ferida ou membranas mucosas. Ao manusear reagentes ou amostras, use roupas de segurança adequadas (luvas apropriadas, jaleco, óculos de segurança) e lave suas mãos após o término do procedimento de ensaio. Não fume, coma ou beba nas áreas onde estão sendo usados amostras ou reagentes. RIDASCREEN Parvovirus B
6 Para mais informações, consulte as Folhas de Dados de Segurança de Materiais (MSDS) em Os soros de controle contidos no kit (controle positivo e controle negativo) foram testados para HIV e HCV-Ak, bem como HbsAg, e considerados negativos. Porém, eles devem, bem como as amostras de pacientes e todos os materiais que entrem em contato com eles, ser considerados como potencialmente infecciosos e manejados de acordo com as respectivas regras de segurança nacionais. Todos os reagentes e materiais utilizados devem ser descartados corretamente após o uso. Consulte os regulamentos nacionais relevantes para a eliminação. 8. Coleta e armazenagem das amostras O teste é desenvolvido para a análise de amostras de soro humano. Após a coleta de sangue, o soro deve ser rapidamente tirado do coágulo para evitar uma hemólise do soro. As amostras devem ser armazenadas frias ou congeladas até serem usadas para o teste. Deve-se absolutamente evitar um novo congelamento e descongelamento, bem como a contaminação microbiana. A utilização de amostras escurecidas, ictéricas, hemolíticas, lipemicas inativadas do calor pode produzir falsos resultados. Tab. 2: Armazenagem das amostras soro não diluído soro diluído 2 8 C 20 C 2 8 C 1 semana > 1 semana 7 horas 9. Execução do teste 9.1. Generalidades Antes da utilização, todos os reagentes e as tiras deve ser colocados em temperatura ambiente (20 25 C). As tiras só devem ser retiradas do saco de alumínio após a temperatura ambiente tiver sido alcançada. Os reagentes devem ser misturados imediatamente antes da utilização. Após a utilização, o kit deve ser armazenado novamente a 2 8 C. Só deve ser retirada a quantidade de reagente necessária para a execução do teste. O reagente restante não deve ser colocado de volta nos frascos, pois isto pode levar a uma contaminação. As tiras não podem ser usadas mais de uma vez. Os reagentes e as tiras não devem ser utilizadas se a embalagem estiver danificada ou os frascos com derrames. RIDASCREEN Parvovirus B
7 Alguns dos reagentes contidos no kit não são específicos ao teste. Estes reagentes marcados com Sero (por ex. SeroPP) podem também ser utilizados em outros ensaios ELISA RIDASCREEN Sero com os respectivos reagentes. Os soros de controlo são específicos do lote. Uma substituição dos soros de controlo entre os kits de lotes diferentes não é permitida. Os controlos A e B do RIDASCREEN Sero ELISA são fornecidos como acessório separado do respectivo kit RIDASCREEN Sero ELISA. Estes são controlos para serem usados em opção como controlo de qualidade adicional. Eles contêm soro humano de controlo em diferentes concentrações de anticorpos 9.2. Preparação do tampão de lavagem 1 parte do concentrado do tampão de lavagem SeroWP é misturada com 9 partes de água destilada. Para isso, coloca-se 100 ml do concentrado numa proveta graduada de 1000 ml e enche-se com 1000 ml de água destilada. Cristais eventualmente disponíveis no concentrado devem ser dissolvidos anteriormente com calor (banho-maria a 37 C). Solução de lavagem diluída pode ser utilizada por no máximo 4 semanas quando armazenadas de 2-8 C ou por uma semana quando armazenados em temperatura ambiente (20-25 C) Preparação das amostras Dilua as amostras de soro a serem testadas, com tampão de amostras SeroPP 1:50 antes de iniciar o teste. p. ex. 10 µl de soro µl de SeroPP Para dosear IgM, os soros devem ser expostos a uma absorção IgG antes do teste (p. ex. com o RIDA RF-Absorbens, n do art. Z0202). Atenção! Controlo negativo, controlo padrão, controles de qualidade A e B estão prontos para o uso e não devem ser diluídos ou absorvidos Primeira incubação Depois de colocar um número suficiente de poços no suporte, pipetar 100 µl dos soros diluídos e dos controlos prontos para o uso nas respectivas cavidades, a posição A1 (valor do Branco reagente) fica livre. O controlo negativo Control IgG - ou Control IgM - é executado simples e o controlo padrão Control IgG + ou Control IgM +, em duplicado. RIDASCREEN Parvovirus B
8 Adicionar o controlo de qualidade Control IgG A e Control IgG B ou o controlo de qualidade Control IgM A e Control IgM B uma vez. A placa será incubada a 37 C por 30 minutos num incubador. O fundo das cavidades não deve entrar em contato com os materiais condutores de calor (papel húmido ou metal). A microplaca deve estar tapada durante a incubação. Os controlos que correspondem às determinações (IgG ou IgM), devem ser usados. A1 Valor vazio do reagente B1 Controlo negativo C1 Controlo padrão D1 Controlo padrão E1 Controlo de qualidade A F1 Controlo de qualidade B G1, H1 Soro do paciente 1, 2, etc. Atenção! A microplaca não deve ser colocada em uma incubadora fria, que só se esquenta até 37 C durante a incubação. A incubadora já deve estar na temperatura de 37 C Lavagem As cavidades devem ser esvaziadas em um contentor de dejetos com solução de hipoclorito para a desinfecção. Depois a placa é batida em papel absorvente para retirar restos de humidade. Então, lava-se 4 vezes, cada vez com 300 µl de tampão de lavagem. Com isso, deve fazer um esvaziamento completo após cada lavagem, batendo em uma parte inutilizada do papel. Com a utilização de uma máquina automática de lavagem, deve-se observar o ajuste correto do equipamento em relação ao tipo de placa utilizado. Depois da lavagem, a placa é batida em papel absorvente para retirar restos de humidade Segunda incubação Adição de 100 µl do Conjugado IgG anti-humano SeroG HD ou Conjugado IgM anti-humano SeroM HD nos respectivos poços (inclusive A1). Depois a placa será incubada a 37 C por 30 minutos num incubador (veja o ponto 9.4) Lavagem Lavar 4 vezes de acordo com o ponto 9.5. RIDASCREEN Parvovirus B
9 9.8. Terceira incubação Adição de 100 µl substrato SeroSC em todas as cavidades. Depois a placa será incubada a 37 C por 30 minutos num incubador. Depois, a reação é bloqueada com a adição de 100 µl de solução bloqueadora Stop em todas as cavidades. Após a cuidadosa mistura (batida suave na beira da placa) a absorbância é medida em um fotômetro de placa a 450 nm (comprimento de onda de referência 620 nm). A compensação do valor zero é feita com o valor do branco reagente (posição A1). 10. Controlo de qualidade e indicações de instabilidade ou deterioração Para o controlo de qualidade, o controlo padrão (em duplicado) e o controlo negativo devem ser feitos a cada execução de teste. O teste foi feito corretamente se o valor médio de absorvância do controlo padrão a 450/620 nm ficar dentro da faixa de valor indicada na folha de dados anexa. Se ambas as medições individuais apresentarem desvios de mais de 20% do valor médio, o teste deve ser feito novamente. O controlo negativo deve indicar um valor de absorvância < 0,3 a 450/620 nm. Os controlos A e B do RIDASCREEN Sero ELISA são controlos de qualidade adicionais que podem ser usados como opção. Os valores alvo estão indicados no certificado de garantia de qualidade que está incluído no lote específico. Os valores obtidos (U/ml, UI/ml ou mui/ml) são recomendados como valores de referência para garantia de qualidade em laboratórios acreditados. Um desvio dos valores necessários, bem como um escurecimento de reagente ou coloração em azul do substrato antes da adição nas cavidades, pode ser uma indicação de expiração do reagente. Se os valores prescritos não são alcançados, antes da repetição do teste deve-se controlar o seguinte: Validade dos reagentes utilizados Funcionalidade dos equipamentos utilizados (por ex. calibragem) Execução correta do teste Controlo visual dos componentes do kit para verificar se há contaminação ou impermeabilidade; uma solução de substrato tingida de azul não pode mais ser usada Se, após a repetição do teste, as condições não forem alcançadas novamente, entre em contato com o distribuidor local da r-biopharm RIDASCREEN Parvovirus B
10 11. Avaliação e interpretação Através da adaptação da curva padrão aos padrões internacionais WHO (NIBSC 93/724), o teste IgG pode ser avaliado com as unidades internacionais (IU/ml). A avaliação do teste pode ser feita de três modos diferentes: 1. através da curva padrão anexa 2. através da tabela de valores (veja a folha de dados anexa) 3. matematicamente de acordo com o método dos 4 parâmetros ou o método O valor do Branco reagente deve ser tirado de todos os valores de absorvância antes da avaliação Avaliação através da curva padrão Para efetuar uma avaliação através da curva padrão, deve ser feita uma correção da variação diária através do valor médio do controlo padrão. O fator de correção F é calculado do valor prescrito do controlo padrão e do valor atual medido do controlo. O valor prescrito dependente é indicado na folha de dados anexa. F = Valor teórico do controle padrão Valor médio de absorbância do controle padrão Todos os valores de DO das amostras devem ser multiplicados pelo fator F. Com estes valores corrigidos, o respectivo valor IU/ml (IgG) ou U/ml (IgM) é lido na curva padrão Avaliação através da tabela de valores A absorvância do controlo padrão é usada para identificar a coluna na tabela com intervalo de valores para aplicar as medições actuais efectuadas. A absorvância medida para a amostra é assinalada no intervalo de valores apropriado e o titulo em U/ml é lido na segunda coluna à esquerda da tabela Por exemplo, a absorvância do padrão controlo numa medição é de 1,02. Neste caso, a coluna com a área de 1,00 a 1,05 da tabela é decisiva para a determinação do resultado. Uma amostra de paciente com um valor de absorvância de 1,38 fica então em uma área de título de 50,1 a 100,0 IU/ml. (Os valores indicados devem ser vistos como exemplo e podem diferir dos valores atuais da folha de dados.) A avaliação dos valores obtidos - positivo (+), negativo (-) ou duvidoso (?) - é vista na primeira coluna da tabela de valores. RIDASCREEN Parvovirus B
11 IU/ml Área do valor do controlo padrão 1,00-1,05 - < 3,0 < 0,11? 3,0-5,0 0,11-0,17 5,1-10,0 0,18-0,31 10,1-30,0 0,32-0, ,1-50,0 0,69-0,95 50,1-100,0 0,96-1,42 100,1-200,0 1,43-2,09 > 200,0 > 2,09 Fig. 1: Exemplo para uma determinação de IgG (extrato de uma folha de dados específica do lote) Avaliação matemática Os valores necessários para uma avaliação matemática de acordo com a avaliação do 4 parâmetros ou com o método α são indicados na folha de dados anexa Resultado do teste Tab. 3: Avaliação das unidades obtidas IgG IgM negativo < 3 IU/ml < 10 U/ml duvidoso 3 5 IU/ml U/ml positivo > 5 IU/ml > 12 U/ml 12. Limites do método Os ensaios ELISA RIDASCREEN Parvovirus B19 detectam anticorpos IgG ou IgM contra Parvovirus B19. Uma relação entre a altura de um valor de absorvância alcançado e dos sintomas presentes ou altamente clínicos não pode ser ignorada aqui. Os resultados alcançados devem sempre ser interpretados em conjunto com o quadro clínico. RIDASCREEN Parvovirus B
12 Um resultado negativo não exclui uma infecção existente. Nos tempos iniciais da infecção, a formação de anticorpos podem ser tão pequena que o teste resulta como negativo. Se a suspeita clínica continuar, um soro de repetição deve ser, portanto, examinado. Nas pacientes grávidas, podem ocorrer, às vezes, resultados positivos no teste IgM através de uma estimulação policlonal do sistema imunitário também sem a presença de uma infecção. Portanto, os resultados positivos devem ser confirmados através de um exame Western Blot ou Line Blot (ver RIDA LINE Parvovirus B19 IgG, n de art. LB6023 RIDA LINE Parvovirus B19 IgM, n de art. LB6033 (LB6023 e LB6033 distribuído mundialmente excepto nos EUA, Canada, Austrália e Israel)). Através da identificação de anticorpos contra epitopos do antígeno do vírus, podem ser feitas afirmações mais precisas sobre uma infecção aguda ou que ocorreu há pouco tempo atrás ou sobre um estado imunitário. Geralmente, para um melhor resultado diagnóstico, nos exames sorológicos dois soros consecutivos de um paciente devem ser examinados. Importante para a interpretação de um resultado é o procedimento do título. Um resultado positivo não exclui a presença de outros agentes patogênicos como causa para uma doença. 13. Características de desempenho Tab. 4: Variação inter-ensaio (n=5) Variação-inter-ensaio IgG IgM OD VK OD VK Soro 1 0,21 9,3% 0,394 5,8% Soro 2 0,469 8,6% 1,455 4,3% Soro 3 0,718 7,5% 1,698 3,6% RIDASCREEN Parvovirus B
13 Tab. 5: Variação intra-ensaio (n=24) Variação intra-ensaio IgG IgM OD VK OD VK Soro 1 0,212 9,3% 0,365 2,4% Soro 2 0,442 8,2% 1,268 2,5% Soro 3 1,098 8,5% 1,580 4,5% Tab. 6: Sensibilidade e especificidade em comparação com dois outros ELISAs comerciais IgG IgM Sensibilidade 100,0% 100,0% Especificidade 100,0 % 100,0% Tab. 7: Resultados com 200 soros de doadores examinados de um centro de doação de sangue na Alemanha 200 soros de doadores IgG IgM negativo 22.5% 99,5% duvidoso 4,5% 0,0% positivo 73,0% 0,5% RIDASCREEN Parvovirus B
14 Literatura 1. Anderson, M. et al.: Human Parvovirus, the Cause of Erythema infectiosum (Fifth Disease). Lancet 1: 1378 (1983) 2. Brede, H. D.: Das Parvovirus B 19. Notabene medici 10: (1989) 3. Cossart, Y. E., Field, A. M., Caut, B., Widdows, D.: Parvovirus-like particles in human sera. Lancet 1: (1975) 4. Cotmore, S. F. and Tattersall, P.: Characterization and molecular cloning of a human parvovirus genome. Science 226: (1989) 5. Enders, G., Biber, M.: Ringelröteln bei Schwangeren - oft Todesurteil für das Ungeborene. Ärztl. Praxis 72: 14 (1990) 6. Helftenbein, E., Biber, M., Enders, G.: Infektionen mit Parvovirus B 19 in der Schwangerschaft. In vitro Diagnostica Special Band 1: (1990) 7. Joseph, P.R.: Incubation period of fifth disease. Lancet 2: (1986) 8. Manaresi, E., Gallinella, G., Gentilomi, G., Venturoli, S., Zuffi, E., Bonvicini, F., Cricca, M., Zerbini, M., Musiani, M.: Humoral Immune Response to Parvovirus B19 and Serological Diagnosis of B19 Infection. Clin. Lab. 48: (2002) 9. Schwarz, T. F., Jäger, G.: A recombinant immunoblot and ELISA for detection of acute Parvovirus B 19 infection. Zbl. Bakt. 280: (1994) 10. Searle, K., Guilliard, C., Enders, G.: Parvovirus B19 Diagnosis in Pregnant Woman Quantification of Antibody Levels (IU/ml) with Reference to the International to the International B19 Standard Serum. Infection 25: 34/32-36/34 (1997) 11. Siegl, G., Bates, R. C., Berus, K.J. et al.: Characteristics and taxonomy of Parvoviridae. Intervirology 23: (1985) 12. Söderlund, M., Brown, C. S., Spaan, W. J. M., Hedman, L., Hedman, K.: Epitope typespecific IgG response to capsid proteins VP1 and VP2 of human Parvovirus B 19. The Journal of Infectious Diseases 172: (1995) 13. von Poblozki, A., Gigler, A., Lang, B., Wolf, H., Modrow, S.: Antibodies to Parvovirus B 19 NS-1 protein in infected individuals. J. Gen. Virology 76: (1995) 14. von Poblozki, A., Hemnauer, A., Gigler, A., Puchhammer-Stöckl, E., Heinz, F.-., Pont, J., Laczika, K., Wolf, H., Modrow, S.: Antibodies to the nonstructural protein of Parvovirus B 19 in persistently infected patients: Implications for pathogenesis. The Journal of Infectious Diseases 172: (1995) RIDASCREEN Parvovirus B
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