Física 4. Guia de Estudos P2
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- Mikaela Cesário Capistrano
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1 Física 4 Guia de Estudos P2
2 1. Efeito Doppler relativístico O efeito Doppler relativístico é a aparente mudança de frequência da onda eletromagnética quando há movimento relativo entre fonte e observador. Quando a fonte se afasta do observador com velocidade v, a frequência Doppler f será dada por: f = f $ Onde: f $ = frequência natural da onda c v c + v Quando a fonte se aproxima do observador com velocidade v, a frequência Doppler f será dada por: f = f $ c + v c v 2. Energia e Momento Relativísticos Para fenômenos que ocorrem a uma velocidade comparável à velocidade da luz é necessário realizar alguns ajustes nas equações fundamentais da mecânica clássica. P momento linear = γmv 1 γ = 1 v9 c 9 Assim, a força resultante F que atua em uma partícula será dada por: 1
3 F = dp dt = d dt γmv O valor da força resultante dependerá do ângulo entre F e v, no caso de os vetores estarem situados ao longo do eixo Ox, obtém-se: F = γ = ma No caso de F e v perpendiculares, por exemplo em um movimento circular, a expressão da força será: F = γma Utilizando o valor de F obtido no caso em que F v pode-se determinar a energia cinética relativística do corpo através do teorema do trabalho e da energia, que diz que o trabalho de uma força conservativa é igual a variação de energia cinética de um corpo, A K = F x dx K B ma dx 1 v 9 c 9 = 9 a dx = CD CE dx = dv C@ CE = v dv K = $ D m 1 9 c 9 = 9 K = γ 1 mc 9 2
4 Se definirmos a energia de repouso de uma partícula como E $ = mc 9, a energia total de uma partícula será a soma da energia de repouso com sua energia cinética, donde concluímos que : E energia total = γmc 9 Combinando a expressão do momento linear relativístico com a expressão da energia total da partícula, pode-se escrever: E = mc (pc) 9 Utilizando essas expressões valem os casos em que havia conservação da energia e do momento linear, como por exemplo em colisões. 3. Radiação do Corpo Negro Um corpo negro é uma superfície ideal que absorve toda a radiação que nela incide, ou seja nenhuma luz o atravessa e nem é refletida. Intensidade = Potência (W) Área (m 9 ) A Intensidade (I) da radiação emitida por um corpo negro é dada pela Lei de Stefan-Boltzmann: σ = 5,67 10 YZ W m 9 K R T = temperatura em Kelvin I = σ T R 3
5 A intensidade não é distribuída uniformemente em todos os comprimentos de onda, sua distribuição pode ser medida através da emitância espectral I(λ), de tal forma que a intensidade também será dada por: I = ] I λ dλ $ As curvas de Intensidade para diferentes temperaturas foram determinadas de forma mais precisa em 1900 por Planck, no que ficou conhecido como a lei de radiação de Planck, essa lei pode ser descrita pela seguinte equação: h = constante de Planck k = constante de Boltzmann T = temperatura absoluta I λ = λ a 2πhc 9 e bc def 1 Se derivarmos a expressão da lei de Planck, obteremos o comprimento de onda no qual a emitância espectral é máxima (λ kl@ ) em função da temperatura absoluta T e com isso vamos observar que o produto λ kl@ T é constante, isso ficou conhecido como a lei de deslocamento de Wien. hc λ kl@ = 4,965 kt λ kl@ T = hc 4,965 k = 2,9 10Y= m. K 4
6 4. Efeito Fotoelétrico O efeito fotoelétrico consiste na emissão de elétrons que ocorre quando a luz incide sobre uma superfície, esse efeito só é observado quando a luz possui uma energia suficiente para superar a barreira de potencial que mantém os elétrons confinados. A quantidade de energia mínima necessária para desprender um elétron de determinada superfície é chamada de função trabalho φ dessa superfície. Frequência de corte (f 0 ) = frequência mínima na qual ocorre efeito fotoelétrico, ou seja, abaixo dessa frequência não há elétrons desprendidos do material. Potencial de corte (V 0 ) = potencial aplicado entre a superfície onde será analisado o efeito fotoelétrico e a placa coletora, de tal forma que a corrente medida no arranjo é nula (figura abaixo), a energia cinética máxima que os elétrons deixam a placa será ev $, onde e é a carga do elétron. 5
7 Energia do fóton: Um fóton pode ser entendida como uma partícula sem massa que viaja sempre na velocidade da luz. Dessa forma, a sua energia total (relativística) é dada por : E = pc Por outro lado, a energia do fóton também é dada por: h = constante de Planck f = frequência da luz E = hf Einstein aplicou a conservação da energia para determinar qual a máxima energia cinética (K kl@ ) de um elétron que se desprende de um material por efeito fotoelétrico, a relação encontrada por ele foi: K kl@ = hf φ ev $ = hf φ Note que o potencial de corte V $ independe da intensidade da luz aplicada, ou seja, independe da amplitude do campo elétrico que constitui a luz, porém ele aumenta com o aumento de f, o aumento da intensidade da luz que incide na placa faz com que haja um aumento nos fotoelétrons emitidos e com isso há um aumento na corrente de regime medida no amperímetro (figura abaixo) 6
8 5. Espalhamento Compton O espalhamento Compton caracteriza-se pela mudança de comprimento de onda de um fóton quando o mesmo colide com um elétron em repouso. O esquema do da situação é representado na figura abaixo. Descrição da situação: Um fóton de momento linear inicial p, colide com um elétron inicialmente em repouso, após a colisão o fóton espalhado se propaga em uma direção que faz um ângulo φ com a direção de propagação inicial do fóton, 7
9 agora com momento linear p ; o elétron adquire movimento se propagando em outra direção diferente do fóton espalhado. Momento linear do fóton: E = hf = pc e c = λf p = hf c p = hf λf = h λ Aplicando os princípios de conservação de energia e momento linear relativísticos para a situação, lembrando que o momento linear é uma grandeza vetorial, pode-se escrever: λ { = λ + h mc 1 cos φ Comentário: caso a dedução fique complicada, suponha que o elétron forma um ângulo θ com o eixo Ox e aplique a conservação de momento separadamente para as componentes em x e y, mais detalhes no livro Modern Physics Serway. 6. Espectros de Linhas O espectro de linhas consiste em fótons com energia específica emitidos por átomos de determinado elemento, durante a emissão do fóton a energia do átomo varia da mesma quantidade de energia que é emitida pelo fóton, assim cada átomo possuiria um conjunto de níveis de energia, de tal forma que o átomo não poderia possuir um valor de energia intermediário a esses níveis. De acordo com Bohr um átomo pode fazer uma transição de um estado de maior energia para um de energia inferior emitindo um fóton cuja energia é igual à diferença entre esses níveis de energia, assim: 8
10 hf = hc λ = E E Através de um conjunto de experimentos com o átomo de hidrogênio determinou-se uma relação para os comprimentos de onda dos fótons emitidos para uma dada condição inicial, essa série ficou conhecida com série de Balmer. λ = R n 9 Onde: R = constante de Rydberg = 1, m Y 1 Considerando a série de Balmer e a hipótese de Bohr, pode-se determinar a energia na camada n do átomo de hidrogênio como sendo: 7. Modelo de Bohr E = hcr n = 1,2,3 n9 Bohr postulou que um elétron em um átomo pode circular em torno do núcleo descrevendo órbitas estacionárias sem emitir nenhuma radiação. Outra importante conclusão de Bohr foi que o momento angular L dos elétrons era quantizado, ou seja, assumia valores discretos, mais precisamente múltiplos inteiros de h/2π. L = mr v = nh 2π = nħ 9
11 F = mv 9 r (centrípeta) e 9 F = 9 4πℇ $ r ( Culomb) r = ℇ $h 9 π m e 9 n9 (Raios orbitais no modelo de Bohr) v = e9 2ℇ $ h 1 n (Velocidades orbitais no modelo de Bohr) Somando a energia cinética K com a energia potencial U obtém-se a energia orbital no modelo de Bohr, ou seja, a energia do elétron que ocupa a camada n. 10
12 K = mv 9 E = K + U = 2 e U = e9 4πℇ $ r mer 9 ℇ $ 8 n 9 h 9 = 13,6 n 9 ev Átomos com número atômico Z 1 Para átomos com número atômico Z, basta substituir na fórmula obtida para o átomo de hidrogênio e 9 por Ze 9, pois agora o núcleo não possui mais carga +e e sim +Ze. E = 13,6 Z9 n 9 ev r = ℇ $h 9 π m e 9 n9 Z 8. Comprimento de Onda de Broglie De Broglie postulou que uma partícula de massa m, viajando com uma velocidade v (não relativística) deve ter um comprimento de onda associado a seu momento linear, tal como um fóton. Esse comprimento de onda ficou conhecido como comprimento de onda de De Broglie, que será calculado por: λ = h p = h mv 11
13 9. Difração de Elétrons Considerando o conceito de comprimento de onda de De Broglie e a experiência com a fenda dupla, pode-se determinar a posição dos máximos de interferência quando se utiliza um feixe de elétrons d sin θ = mλ, com m ε Z máximos λ = h p d sin θ = m h p com m ε Z Supondo que um elétron (não relativístico) de carga e seja acelerado por um potencial V l, pode-se escrever que: K = e V l = p9 2m p = 2meV l d sin θ = mh, com m ε Z 2meV l 12
14 Exercícios 1. Um farol A emite luz vermelha de frequência f = 4 10 R Hz. Outro farol B, em repouso em relação ao farol A, emite luz verde de frequência f 9 = 6 10 R Hz. Um observador que se move ao longo da linha que une os faróis A e B, com velocidade v em relação a eles, vê as luzes emitidas por A e B com a mesma cor. a. Em que sentido se move o observador? De A para B, ou de B para A? Justifique. b. Calcule a velocidade do observador em relação à velocidade da luz. 2. Para testar a teoria da relatividade, um farol na Terra envia sinais luminosos a cada 2 segundos para um nave espacial que se afasta da Terra com velocidade 0,6 c. A espaçonave recebe estes sinais e os retransmite de volta ao farol. Qual o intervalo de tempo entre os sinais recebidos pelo farol? 3. A emitância espectral I(λ, T) de uma estrela atinge o máximo num comprimento de onda igual a 600 nm. Calcule a temperatura da estrela. Se ela tem raio R = 10 m calcule a potência total emitida pela estrela. Suponha que a estrela emite radiação como um corpo negro. 4. Uma partícula com massa de repouso m $ e energia total igual a duas vezes sua energia de repouso colide com uma partícula 2, idêntica, em repouso. Após a colisão forma-se uma única partícula com massa de repouso M $. Nos itens abaixo, expresse suas respostas em termos da velocidade da luz c e de m $. a. Calcule a velocidade v da partícula antes da colisão b. Calcule a velocidade Ve a massa de repouso M $ da partícula resultante. c. Calcule a energia cinética da partícula resultante. 13
15 5. Luz monocromática de comprimento de onda λ = 410 nm, proveniente de uma fonte com intensidade I, incide sobre três superfícies metálicas constituídas de lítio (Li), berílio (Be) e mercúrio (Hg). As funções de trabalho de cada um destes materiais são dadas por φ = 2,3 ev, φ žÿ = 3,9 ev e φ = 4,5 ev, respectivamente. a. Determine em que casos é possível observar o efeito fotoelétrico b. Calcule a diferença de potencial necessária para frear os fotoelétrons (potencial frenador ou potencial de corte) nos casos em que os fotoelétrons são observados, conforme o item (a). c. Se ao invés da fonte com intensidade I tivéssemos utilizando uma fonte com intensidade 2I, mas com o mesmo comprimento de onda de 410 nm, como mudariam os itens (a) e (b) e o número de fótons elétrons emitidos? 6. A função de trabalho para o metal lantânio é de 3,3 ev. Suponha que uma placa deste metal seja iluminada com luz de comprimento de onda igual a 2000 A. Considere os fotoelétrons não relativísticos emitidos da placa com o máximo de energia possível. Nessas condições: a. Calcule o valor da energia cinética desses elétrons b. Calcule o comprimento de onda de De Broglie desses elétrons. Dê sua resposta em função da constante de Planck h, da massa m $ do elétron e da sua energia cinética K. 7. Considere um átomo de hidrogênio em repouso com massa total M. Suponha que o elétron deste átomo passou do primeiro estado excitado para o estado de energia mais baixa, através da emissão de um fóton. Utilize o modelo de Bohr para responder os itens abaixo. Forneça seus resultados apenas em termos de h, c, da massa de repouso do elétron m $ e da constante de Rydberg R. 14
16 a. Calcule o comprimento de onda do fóton emitido. b. Ao emitir o fóton, o átomo de H deve recuar na direção oposta para que haja conservação do momento. A velocidade de recuo V do átomo de H é muito menor do que a velocidade da luz c. Calcule V. c. Se o fóton emitido for espalhado por um elétron em repouso, qual será o maior valor possível λ kl@? 8. Num espalhamento Compton, um fóton de comprimento de onda λ $ incide em um elétron incialmente em repouso (massa m $ ). O fóton espalhado é observado numa direção que faz um ângulo de 60 em relação à direção de incidência. As repostas devem ser dadas em termos de λ $, m $, h e c. a. Determine o comprimento de onda λ do fóton espalhado. b. Calcule a energia cinética do elétron após a colisão. c. Calcule a componente P do momento linear do elétron após a colisão. 15
17 Gabarito 1. a. O sentido do movimento é de B para A b. v = a c 2. 1 sinal a cada 8 segundos 3. P = 15 π 10 9a W a. v = = 9 c b. M $ = 6 m $ c. K = 3 6 m $ c 9 a. há efeito fotoelétrico apenas para o Li b. 0,7 V. c. As respostas (a) e (b) não variam. Com uma intensidade maior haverá mais fotoelétrons emitidos a. K kl@ = 2,7 ev b. λ = b 9k a. λ = R = b. V = =b Rª c. λ kl@ = R = a. λ = λ $ + b b. K = bc d 9k c bc + 9b k c d «A 16
18 c. P = b = 9d «17
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