INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA
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- Lúcia Arruda Bacelar
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1 Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Saúde Coletiva INTRODUÇÃO A EPIDEMIOLOGIA Profª Ma. Andressa Menegaz e Profª Ma. Ana Cássia Lira de Amorim
2 O que é EPIDEMIOLOGIA? EPI=SOBRE DEMO=POPULAÇÃO LOGIA=ESTUDO DOENÇAS CAUSAS
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5 Epidemiologia - Definições Disciplina dedicada à investigação das causas e ao controle de epidemias. O estudo dos fatores que determinam a frequência e a distribuição das doenças nas coletividades humanas (IEA, 1973).
6 Epidemiologia - Características Eixo da saúde pública Proporciona as bases para avaliação das medidas de profilaxia Fornece pistas para diagnose de doenças transmissíveis e não transmissíveis Verificação de hipóteses de causalidade
7 Epidemiologia - Características Estuda a distribuição da morbidade e da mortalidade Desenvolve a vigilância epidemiológica Analisa os fatores que podem relacionar-se com as doenças e condições de saúde Elo de ligação entre a comunidade e o governo
8 Epidemiologia - Objetivos Descrever a distribuição e a magnitude dos problemas de saúde nas populações humanas; Proporcionar dados essenciais para o planejamento, execução e avaliação das ações de prevenção, controle e tratamento das doenças, bem como para estabelecer prioridades; Identificar fatores etiológicos na gênese das enfermidades. Associação Internacional de Epidemiologia (IEA)
9 Evolução da Epidemiologia A busca das raízes da epidemiologia confunde-se com a história da medicina. Bases na Antiguidade clássica: Hipócrates, 400 a.c - Relação homem-doença X meio ambiente. Miasmas: doenças tem origem na má qualidade do ar. Ex: malária = mal ar
10 Evolução da Epidemiologia Primórdios da quantificação dos problemas de saúde: John Graunt: Pai da demografia (contador de doenças) 1622: estudou as tabelas mortuárias de Londres Analisou a mortalidade por sexo e região.
11 Evolução da Epidemiologia Século XIX. Epidemias de cólera, febre tifóide e febre amarela constituíam graves problemas nas cidades. Preocupações quanto à higiene. Teoria dos miasmas Teoria dos germes
12 Evolução da Epidemiologia Pierre Louis: estudos clínico-patológicos sobre tuberculose e febre tifóide. Introdução e divulgação do método estatístico, utilizado na investigação clínica das doenças. Letalidade da pneumonia em relação à época em que o tratamento da sangria era iniciado: revelou a conduta prejudicial representada por esta técnica.
13 Letalidade da pneumonia em relação à época de início do tratamento com sangrias: Paris, Início do tratamento (dias) Número de pacientes Número de óbitos Letalidade (%) Total
14 Evolução da Epidemiologia Louis Villermé: Pioneiro nos estudos sobre a etiologia social das doenças. Investigou a pobreza, as condições de trabalho e suas repercussões sobre a saúde. Realçou as estreitas relações entre situação socioeconômica e mortalidade. Pesquisa sobre a saúde dos trabalhadores das indústrias de algodão, lã e seda.
15 Evolução da Epidemiologia John Snow Mortes por cólera, por 10 mil habitações, nas sete primeiras semanas de uma epidemia, ocorrida em Londres, em 1854, na população servida por duas companhias de abastecimento de água. Companhia de abastecimento de água Southwark Vauxhall e Número de habitações Mortes por cólera Mortes por cada 10 mil habitações Lambeth Resto de Londres
16 Evolução da Epidemiologia Louis Pasteur : pai da bacteriologia. Bases biológicas para o estudo das doenças infecciosas. Identificou e isolou numerosas bactérias; Trabalhos em imunologia; Desenvolveu a vacina anti-rábica. A partir da descoberta do germe como agente etiológico, as pesquisas em epidemiologia passaram a ter um forte componente laboratorial.
17 Evolução da Epidemiologia A primeira metade do século XX no Brasil Oswaldo Cruz Fundou no Rio de Janeiro o instituto de pesquisa, que hoje tem o seu nome, onde se realizaram investigações sobre os principais problemas nacionais de saúde. Campanhas de febre amarela, combate a peste e varíola, Doença de Chagas, etc.
18 Evolução da Epidemiologia Base de dados para a moderna epidemiologia Estatísticas vitais (natalidade, mortalidade) Sistemas de informação sobre morbidade e fatores de risco Objetivos: Aprimorar o conhecimento das condições de saúde da população e facilitar as investigações etiológicas.
19 Evolução da Epidemiologia A segunda metade do século XX - Grande desenvolvimento da epidemiologia após a 2ª guerra. 1. A ênfase das pesquisas: mudanças do perfil de doenças prevalentes Doenças infecto-parasitárias Doenças crônico-degenerativas
20 Evolução da Epidemiologia 2. Situação atual - No último quarto do século, duas tendências marcaram a moderna epidemiologia. A) Epidemiologia clínica. B) Epidemiologia social
21 Áreas temáticas da epidemiologia 1. As doenças infecciosas e as enfermidades carenciais. Alvo da epidemiologia anteriormente: doenças que se manifestavam sob a forma de epidemias (cólera, peste, tifo, varíola, febre amarela). Para detecção precoce de epidemias: necessidade do estudo da doença em seus períodos interepidêmicos. Estudiosos: vigiar de maneira contínua a ocorrência e a distribuição das doenças agudas, na população.
22 Áreas temáticas da epidemiologia Antes do século XX: relação da dieta com a manifestação clínica de algumas doenças. Lind e a prevenção do escorbuto Deficiência de vitamina C Estudo realizado com marinheiros. Doença podia ser prevenida com a ingestão de frutas frescas.
23 Áreas temáticas da epidemiologia Goldberger e a prevenção da pelagra (3D s) Deficiência de niacina: manifestações dermatológicas, gastrointestinais e do sistema nervoso central. Verificou a associação entre a ocorrência de pelagra e os tipos de dietas Pesquisa realizada em orfanatos e prisões.
24 Áreas temáticas da epidemiologia 2. As doenças crônico-degenerativas e outros danos à saúde. Transição demográfica e epidemiológica Ampliação do campo de aplicação da epidemiologia Doenças crônico-degenerativas, anomalias congênitas e outros eventos (acidentes e envenenamentos). Não há a presença de um agente etiológico conhecido para a maioria das doenças crônico-degenerativas.
25 Áreas temáticas da epidemiologia 3. Os serviços de saúde Os estudos epidemiológicos sobre os serviços de saúde são realizados com objetivos diversos. Exemplos: - Conhecer a cobertura populacional; - Qualidade do atendimento Intuito de identificar problemas e propor soluções.
26 Aplicações da epidemiologia As principais aplicações da epidemiologia podem ser colocadas da seguinte forma: 1ª) Informar a situação de saúde da população; 2ª) Investigar os fatores que influenciam a situação de saúde; 3ª) Avaliar o impacto das ações propostas para alterar a situação encontrada.
27 Aplicações da epidemiologia Fornece subsídios para auxiliar as decisões, seja em nível coletivo ou em nível individual. Nível coletivo: implementar novas intervenções, reorientar novamente as já existentes ou manter as mesmas estratégias e curso. Nível individual: fundamentar cientificamente decisões e condutas (exames clínicos, solicitação de exames, prescrição de vacinas e drogas,etc.).
28 Principais usuários da epidemiologia 1.O sanitarista Profissional da área da saúde envolvido basicamente, com as atividades ditas de saúde pública. Aprimoramento da qualidade da informação (sistemas de informação). Investigação de casos: reconhecimento do ambiente onde as doenças estão ocorrendo.
29 Principais usuários da epidemiologia 2. O planejador As informações epidemiológicas representam insumos essenciais para o planejamento, a execução e a avaliação das ações de saúde. 3. O Epidemiologista-pesquisador (ou professor) Encontrado principalmente em universidades institutos. Planejamento de estudos, análise e interpretação de dados. ou
30 Principais usuários da epidemiologia 4.O clínico Emprega os conhecimentos da epidemiologia para o manejo de cada paciente e a proteção da saúde das pessoas.
31 Pilares da epidemiologia atual Ciências biológicas A epidemiologia apóia-se em conhecimentos da clínica, da patologia, da microbiologia, da parasitologia e da imunologia. Estas e outras disciplinas contribuem para melhor descrever as doenças e classificá-las mais adequadamente.
32 Pilares da epidemiologia atual Ciências sociais Conferem uma dimensão mais ampla. Os fatores que produzem a doença são biológicas e ambientais, com significados sociais complexos Estatística É a ciência e a arte de coletar, resumir e analisar dados sujeitos a variações.
33 Referência bibliográfica PEREIRA, MG. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ROUQUAYROL, M. Z.& ALMEIDA FILHO, N.;. Epidemiologia & Saúde. 6 ed. Rio de Janeiro: Coleção Saúde e Cidadania. Módulo 7:Vigilância em saúde pública. Disponível em:
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