A PSICOMOTRICIDADE E SEUS BENEFÍCIOS
|
|
|
- Raphaella Sá Pinho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai - IDEAU Vol. 5 Nº 12 - Julho - Dezembro 2010 Semestral Artigo: A PSICOMOTRICIDADE E SEUS BENEFÍCIOS Autora: Lorena da Silva Lemos Sandri 1 1 Acadêmica do Curso de Pós Graduação em Educação Especial, com ênfase em Deficiência Mental Faculdade IDEAU. Residente na Rua Arcibaldo Somenzi, 457, Santo André Getúlio Vargas CEP: , [email protected]
2 2 A PSICOMOTRICIDADE E SEUS BENEFÍCIOS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Resumo: O ponto de partida deste artigo é analisar por meio das referências bibliográficas, práticas pedagógicas e aprendizagens adquiridas na graduação de pedagogia: os benefícios da psicomotricidade na educação regular e dando ênfase na educação especial, objetivando contribuir para a prática pedagógica dos profissionais. O tema contextualiza a importância da psicomotricidade como conteúdo essencial na formação da personalidade e da identidade da criança com necessidades educativas especiais proporcionando a construção de cidadãos conscientes do seu papel na sociedade.a psicomotricidade na Educação Infantil e na Educação Especial é um desafio para os profissionais dessa área.constata-se a importância da formação corporal da criança.a infância vivida hoje é desprovida de atividades psicomotoras, prejudicando o desenvolvimento psicomotor da criança, pois se permanece em ambientes fechados e estáticos devido a era da informática e dos meios de comunicação que transformam o mundo.cabe à escola trabalhar os exercícios físicos tão necessários e importantes no desenvolvimento do corpo e da mente da criança,como um todo. Palavras- chave: Psicomotricidade, educação regular, educação especial, criança. Abstract: The objective of this article is to analyse, through bibliographical references, pedagogical practices and acquired learnings through the pedagogical graduation the benefits of the psychomotricity in the elementary school, emphasizing the special education, and its aim is to contribute to the professionals pedagogical practice. This matter contextualizes the importance of the pychomotricity as an essential subject in the formation of the child with educational and special necessities personality and identity, helping to build citizens who are aware of their role in society. The psychomotricity in Kindergarden and Special Education is a challenge to the professionals in this field. The psychomotor activities isn t part of the childhood nowadays and it affects the child s psychomotor development because the children stay in indoor environments due to the technology and means of communication that have been changing the world. It s the school s role to develop physical exercises which are very important and necessary in the child s body and mind development. Key words: Psychomotricity, Elementary School, Special Education, Child. 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O que é psicomotricidade? O psicólogo suíço Jean Piaget afirmou o seguinte: A criança conquista as bases da sua capacidade de pensar partindo da ação vivida. Isso significa que a psicomotricidade deve ser pensada e considerada como um movimento em busca de finalidades cognitivas e expressivas, e os pais devem ser informados a respeito, de forma a dosarem a suas interferência. Fonseca (1987) salienta que a evolução da psicomotricidade deve ser perspectivada desde o desenvolvimento da motricidade fetal, que pode ocasionar alterações no desenvolvimento integral do recém nascido. A prática psicomotora, de fato, orienta a criança em atividades que a levam a tomar consciência de mecanismos motores, de gestos e movimentos, a partir dos mais simples aos mais complexos, e manifestam aquilo que ele é.
3 3 É importante para a criança conquistar uma consciência clara do próprio esquema corporal e isso acontece através do movimento, que é a primeira fonte de conhecimento e base sobre a qual se constitui o mundo perceptivo e conceitual. Com as sensações e os movimentos do corpo, fazendo experiência dos objetos, tocando-os, agarrando-os, mordendo-os, manipulando-os, ela provoca adaptações motoras e mentais que a ajudam a se mover de maneira expressiva, mímica e gestual; portanto, movendo-se melhor, ela consegue adquirir novas adaptações pelas quais se torna capaz de fazer outros gestos, movimentando-se ainda melhor, num processo que não tem fim e no qual se enriquecem e desenvolvem as capacidades motoras e se estrutura a personalidade inteira. Além disso, convém ressaltar que os aspectos funcionais amadurecem durante a infância e, com o progressivo estruturar-se do esquema corporal, a motricidade básica geral se torna cada vez mais equilibrada, coordenada, lateral, precisa, apurada e funcional. Conforme Negrine (1986), a finalidade da psicomotricidade é promover, através de uma ação pedagógica competente, o desenvolvimento de todas as potencialidades da criança, propiciando o equilíbrio biopsicossocial. Vitor da Fonseca (1987), afirma que a PSICOMOTRICIDADE é atualmente concebida como integração superior da motricidade, produto de uma relação inteligível entre a criança e o meio. Nesta visão, o papel dos educadores torna-se essencial, adquirindo conhecimento de todas essas áreas e da condição em que a criança se encontra, buscando alternativas viáveis e necessárias para o crescimento e desenvolvimento integral deste indivíduo, trabalhando atividades específicas que contemplem as reais necessidades, com o acompanhamento de profissionais capacitados. A presença da psicomotricidade vem contribuir para uma reflexão fundamentada em estudos bibliográficos, pesquisa com profissionais da área. Não se pretende em nenhum momento trazer soluções definitivas (mágicas) para os problemas que se apresentam, aqueles que fazem o dia-a-dia dos tantos espaços e tempos em que a educação acontece. Assim, o texto aborda alguns pontos da reflexão curricular, que podem contribuir com o debate sem pretender esgotá-lo, também se aprende investigar, analisar e relacionar a influência de se trabalhar os fatores psicomotores, dos quais destacamos o esquema corporal, como aprendizagem desde a educação infantil. Buscou-se refletir a partir de situações reais, especificando os possíveis problemas de aprendizagem que se constatou na fase escolar e nas possibilidades de uma nova visão para um novo paradigma na escola, dando ênfase na psicomotricidade.
4 4 Na Educação Infantil, seja ensino regular ou educação especial, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal. A abordagem da Psicomotricidade irá permitir uma melhor compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transformase em comportamento significante. É necessário que toda a criança passe por todas as etapas em seu desenvolvimento. O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. Convém ressaltar que, no caso das crianças com necessidades educacionais especiais, as atividades deverão ser adaptadas de acordo com as necessidades que se apresentam.através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como no meio de ajustamento do comportamento psicomotor. Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação deve realizar atividades considerando seus níveis de maturação biológica. A recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo. 2 EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE PSICOMOTRICIDADE O estudo da psicomotricidade é recente; ainda no início deste século abordava-se o assunto apenas excepcionalmente. Afirmou-se pouco a pouco e evolui em diversos aspectos que atualmente voltam a se agrupar. Em uma primeira fase, a pesquisa teórica fixou-se, sobretudo no desenvolvimento motor da criança. Depois estudou a relação entre o atraso no desenvolvimento motor e o atraso intelectual da criança. Seguiram-se estudos sobre o desenvolvimento da habilidade manual e aptidões motoras em função da idade e da deficiência. Hoje em dia, o estudo ultrapassa os problemas motores: pesquisa também as ligações com a lateralidade, à estruturação espacial e a orientação temporal por um lado e, por outro, as dificuldades escolares de crianças de inteligência normal e as que apresentam deficiência mental. Faz também com que se tome consciência das relações existentes entre o gesto e a afetividade, como no seguinte caso: uma criança com deficiência ou não, se estiver segura de si caminha de forma muito diferente de uma criança tímida.
5 5 2.1 DESENVOLVENDO CAPACIDADES A psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal da criança com necessidades educacionais especiais e, tem como principal motivo incentivar a prática do movimento em todas as etapas do desenvolvimento de sua vida. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde a Educação Infantil. A Psicomotricidade nada mais é que se relacionar através da ação, como meio de tomada de consciência que une o ser corpo, mente, espírito, natureza e sociedade, possibilitando assim a criança especial uma globalização do todo, trabalhando todas as áreas do conhecimento. A Psicomotricidade está associada à afetividade e à personalidade, porque o indivíduo utiliza seu corpo para demonstrar o que sente. 3 PSICOMOTRICIDADE: ESQUEMA CORPORAL Mediante as diversas funções psicomotoras, destaca-se o esquema corporal como estudo específico. É a consciência do próprio corpo, de suas partes, de suas posturas e atitudes, tanto em repouso como em movimento (BORGES, 2002, s.p.). O esquema corporal é a consciência do corpo como meio de comunicação consigo mesmo e com o meio. Um bom desenvolvimento do esquema corporal na criança especial pressupõe uma boa evolução da motricidade, das percepções espaciais e temporais, e da afinidade. Pode-se dizer que o conhecimento adequado do corpo engloba a imagem corporal e os conceitos corporais, que podem ser desenvolvidos como atividades que favoreçam o desenvolvimento da criança especial, de acordo com seus limites e habilidades: o conhecer do corpo como um todo; o conhecer do corpo segmentado; o controle dos segmentos globais e segmentados; o equilibrar estático e dinâmico; o expressar corporal harmônico. Segundo Borges (2002), a partir dos 6 anos de idade, a criança alcançará habilidades motoras de grande precisão. Nesta etapa, há um progresso harmônico de todas as
6 6 funções psicomotoras do esquema corporal. Na medida em que a força muscular vai, também, se desenvolvendo, a criança adquire o domínio dos seus músculos e articulações. Ressalta ainda que é o controle de si mesmo que permite ao indivíduo chegar à independência de seus movimentos, pois, o esquema corporal é mais que uma representação mental, ou seja, é a integração de vários conjuntos de percepções do nosso corpo que estão em contínua modificação. Para Borges (2002), o esquema corporal é um elemento básico indispensável para a formação da personalidade da criança. As primeiras descobertas do eu são feitas pela criança, em seu próprio corpo. 4 VISÃO DOS AUTORES SOBRE PSICOMOTRICIDADE Fonseca (1987), salienta que a evolução da motricidade deve ser perspectivada desde o desenvolvimento da motricidade fetal.o autor considera que o próprio momento do parto provoca alterações no desenvolvimento da motricidade, conforme as tradições e pressões existentes naquele momento. O autor ainda destaca que as primeiras estruturas do comportamento humano são inicialmente de ordem motora e no decorrer do seu desenvolvimento passam para a ordem mental. Conforme o contato que a criança tiver com o meio onde vive, a motricidade cada vez mais terá dependência da consciência (o que explica os limites da criança com necessidades educacionais especiais). Argumenta o autor, que a criança faz-se entender por meio de gestos desde os primeiros dias de sua vida, e até o momento da linguagem o movimento constitui quase que a expressão global das suas necessidades. Salienta ainda, que os primeiros atos intencionais surgem na simbiose afetiva com o meio. Assim, este já representa uma forma de possessão e a partir desse autoconhecimento que se iniciam as descobertas e o domínio do próprio ambiente. Essa forma de aquisição só ocorre a partir da seqüência das aquisições motoras essenciais como: posição do pé, preensão global, marcha etc. Considerando o trabalho da psicomotricidade com a finalidade de desenvolver o aspecto comunicativo do corpo e de dar ao indivíduo a possibilidade de dominar seu corpo, aperfeiçoando o seu equilíbrio, é interessante citar a definição de psicomotricidade feita por alguns autores.
7 7 Para Fonseca (1987), Psicomotricidade é uma ciência Carrefour, ou mais uma técnica na qual se cruzam e se reencontram muitos pontos de vista e que utiliza aquisições de numerosas ciências constituídas (biologia, psicologia, psicanálise,sociologia e lingüística ). Considerando o ser humano como um todo, na sua relação com o meio onde está e, a psicomotricidade tem a função de perpassar as diferentes ciências, estabelecendo um vínculo entre ambas. A educação psicomotriz é uma ação pedagógica e psicológica que utilizam os meios da educação física com os objetivos de normalizar ou no caso da criança especial, tornar o seu comportamento aceitável. Segundo o autor, com a revisão da literatura na área de psicomotricidade, foi possível chegar a uma classificação de algumas funções psicomotoras, destacando-se: Esquema Corporal: compreende a imagem do corpo e suas partes; Tônus da postura: compreende-se como tensão dos músculos, pela qual as posições relativas das diversas partes do corpo são mantidas corretamente e que se opõem as modificações passivas dessa posição; Motricidade Ampla: define-se com vistas à execução de movimentos amplos, envolvendo principalmente o trabalho de membros inferiores e superiores do tronco; Motricidade Fina: é o trabalho de forma ordenada dos pequenos músculos, envolvendo atividades manuais, digital, ocultar, labial e lingual; Ritmo: tratando-se de movimento, o ritmo é definido como ordenação específica de um ato motor; Equilíbrio: considera-se como a capacidade de manter-se sobre uma base reduzida de sustentação do corpo Pode-se afirmar que a psicomotricidade é a educação do homem pelo movimento. Para ela o esquema corporal se forma pela organização das sensações relativas ao corpo que estão relacionadas. Conforme Negrine (1986), a finalidade da psicomotricidade é promover, através de uma ação pedagógica competente, o desenvolvimento de todas as potencialidades da criança, propiciando o equilíbrio biopsicossocial. O autor ressalta que, as origens da Educação Psicomotora são atribuídas aos estudos realizados com crianças que apresentavam problemas de aprendizagem, principalmente na escrita, leitura e cálculos matemáticos, e até com crianças com necessidades educativas especiais.
8 8 Trabalhando com essas crianças, os franceses utilizaram métodos pedagógicos denominados de Reeducação Psicomotora, onde se dava ênfase ao domínio corporal. As experiências, no decorrer do tempo, deram resultados surpreendentes e muito satisfatórios. Salienta o autor que muitas crianças que não aprendiam a leitura e a escrita, conseguiram, após a reeducação psicomotora, a sua alfabetização. Com esses estudos, se verificou paralelismo existente entre o domínio corporal e as aprendizagens cognitivas, sendo assim, a psicomotricidade passou a receber atenção especial. Toda ação motriz, por menor que seja, mesmo assim regula o aparecimento e o desenvolvimento das formações mentais. É pelo aspecto motor que a criança estabelece os contatos iniciais com a linguagem socializada. Algumas ações como de direita, de esquerda, de frente e de trás, de cima e de baixo, de dentro e de fora são fundamentais para a orientação do ser humano, no que se refere a sua autonomia e de sua independência. Destaca assim, que a Educação Psicomotora precisa ser a ação pedagógica norteadora do trabalho já na pré-escola e prosseguindo nos primeiros anos escolares; e no caso de crianças especiais, é de suma importância que sejam adotados todos esses critérios, pois quanto mais houver estimulação, maiores serão as conquistas no desenvolvimento da criança. Também é necessário que haja o estudo desse conhecimento da psicomotricidade, nos cursos de formação de professores ao nível pré-escolar e no ensino de séries iniciais. Sendo que, também pode-se trabalhar psicomotricidade com adultos, inclusive com necessidades especiais, que muitas vezes são os que mais precisam, pois em certas situações não dominam o seu corpo, e não conseguem se situar ou localizar-se em alguns espaços. O autor evidencia que a motricidade evolui ; conforme o indivíduo vivencia as mais variadas experiências corporais, o mais interessante no desenvolvimento da motricidade, são as tentativas de realizar um gesto motor, do que a execução perfeita do mesmo. Sendo assim, exigir execuções perfeitas, quase sempre causa inibições nas pessoas, prejudicando-lhes as experiências corporais e o equilíbrio psicossomático. Salienta que a Educação Psicomotora é global, associada às potencialidades intelectuais afetivas, sociais, motoras e psicomotoras da criança. Permitindo ao indivíduo o equilíbrio, dá-lhe segurança e ajuda no desenvolvimento, organizando suas relações com os diversos meios nos quais tem de evoluir. Assim, a Educação Motora é uma preparação pra a vida de adulto. Os autores Sanches, Martinez e Penãlver (2003), salientam que um dos aspectos mais interessante na concepção da Educação Infantil, nos últimos anos, é o de reconhecer a criança
9 9 como um sujeito desde o momento de seu nascimento. Compreendendo-o como ser único, e que lhe é atribuída uma identidade própria, conforme a sua maneira de ser e a realidade que a cerca. Também estes indivíduos têm o direito de receber atenção, conforme as suas necessidades básicas (biológicas, cognitivas, emocionais e sociais). Atualmente, encontra-se nas escolas de Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental alto número de alunos com bloqueios cognitivos. Consideravelmente, essas crianças não estão preparadas, maduras na dimensão mais profunda do seu ser, que é a afetividade e o desenvolvimento motor. Então, para tais crianças, torna-se difícil e até as vezes impossível, analisar e integrar as informações que recebem a partir de uma perspectiva cognitiva, agravando-se muito mais no caso de crianças especiais. A prática psicomotora deve respeitar as potencialidades de cada indivíduo, e seu direito de ter um lugar na sociedade. Sendo assim, a criança tem oportunidades para se expressar por meio de grande variedade de canais de comunicação, expressão e criação, sendo que entre todos os meios disponíveis, o principal é a motricidade. Considerando que cada criança tem sua própria história pessoal, por isso também é portadora de uma bagagem cultural de seu meio. O espaço para a psicomotricidade e a metodologia de intervenção que são utilizados é que vão permitir às crianças, a viver suas experiências a partir do prazer do movimento e da relação com o espaço e com os outros. Assim, se possibilita que as crianças de qualquer cultura, ou mesmo com necessidades educativas especiais possam chegar à conquista do entorno e do mundo. Sugerem muito acompanhamento às crianças de Educação Infantil para que alcancem, com prazer do movimento e da relação com o espaço e com os outros. Assim, se possibilita que as próprias sensações, percepções e experiências sejam vivenciadas. Nesse ambiente educativo, o professor deve organizar as atividades, à partir das produções das crianças, de seus interesses, das atividades e jogos pelos quais demonstram interesse e curiosidade, considerando sempre seu nível de maturidade afetiva e cognitiva, e seus limites.o educador será o mediador, o acompanhante que ajudará a criança, na evolução e desenvolvimento de suas necessidades individuais. O adulto deve passar à criança uma relação de apoio, segurança e atenção, para que a mesma possa reconhecê-lo como o portador do saber e que pode ajudá-la quando precisar. Esse espaço deve propiciar a criança momentos agradável, onde ela possa tomar consciência de que existe, e que essa existência é prazerosa, porque alguém está aí para reconhecê-la, para dar significado à sua ação e oferecer-lhe ressonância ajustada as suas emoções, afinal ser um espelho de prazer. Assim, a criança poderá gravar na memória essas
10 10 experiências positivas que vivenciou e recuperá-las com clareza, para revivê-las e modificálas com segurança. Para que a escola possa proporcionar esse clima agradável, principalmente na Educação Infantil, faz-se necessário que os profissionais que nela atuam, sejam receptivos no momento maturativo e psico-afetivo da criança. A psicomotricidade deve ser entendida como uma educação corporal básica na formação integral da criança com necessidades educativas especiais, como um meio de se expressar, desde os primeiros meses de vida até os sete ou oito anos. 5 QUE É EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR? Segundo Ferreira Neto (2002), os primeiros anos de vida são de fundamental importância para o desenvolvimento posterior da criança, sendo que o papel da educação préescolar se torna de grande relevância na formação integral do indivíduo, para uma sociedade em contínua mudança. A pré-escola, nesse caso, é um recurso benéfico,enquanto se propõe a ser um ambiente intermediário, entre o lar e a escola, num período de vida que a personalidade começa a se formar.cabe ao professor, proporcionar um ambiente agradável que facilite a adaptação da criança, nesse primeiro contato com a escola, demonstrando que gosta dela e se interessa por ela, uma vez que a transição dá um impacto muito grande de compreensão e paciência (FERREIRA NETO, 2002, p.03). A educação escolar deve vir de encontro às necessidades básicas da criança, partindo do que ela já sabe para chegar as próximas aprendizagens, sem pular nenhuma etapa, pois a aprendizagem é um processo contínuo que possui uma trajetória pressupondo domínios de pré-requisitos. Ainda segundo o autor, na educação infantil deve-se oportunizar a criança estímulo, oportunidades e motivação para que no momento e no tempo conveniente ela possa amadurecer, portanto deixar que aquisições marcantes como a escrita e a leitura ocorram quando a criança estiver pronta para adquiri-las, sempre levando em conta os limites de cada um. Com isso pode-se dizer que a pré-escola é um poderoso instrumento socializador e educador, levando a criança a desenvolver sua criatividade, e promovendo também um equilíbrio geral
11 11 6 ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Piaget ( ), em seus estudos sobre o desenvolvimento humano percebeu que todas as crianças precisam passar pelo mesmo tipo de descobertas seqüenciais acerca de seu mundo, inclusive as crianças com necessidades educativas especiais. Ele divide os períodos do desenvolvimento humano de acordo com o aparecimento de novas qualidades de pensamento, o que por sua vez interfere no desenvolvimento global. Cada período é caracterizado por aquilo de melhor que o indivíduo consegue fazer nessas faixas etárias.todos passam por essas fases, em seqüencias, porém o início e o término de cada uma dela depende das características biológicas e de fatores educacionais e sociais. Portanto a divisão nessas fases é uma referência e não uma norma rígida. O autor classifica as fases do desenvolvimento infantil humano em Período Sensóriomotor, compreendido entre 0 e 2 anos. Nesse período a criança conquista, através da percepção e dos movimentos, todo o universo que a cerca. Nessa fase fica evidente que o desenvolvimento ósseo muscular e neurológico, permite o surgimento de novos comportamentos, como se sentar e andar. Isso proporcionará um domínio maior do ambiente. O Período Pré-Operatório corresponde de 2 a 7 anos. A característica marcante dessa fase é o aparecimento da linguagem, que irá acarretar modificações nos aspectos intelectual, afetivo e social da criança. Com o aparecimento da linguagem, o desenvolvimento do pensamento se acelera. A criança transforma o real em função de seus desejos e fantasias (jogo-simbólico). Nesse período, a grande parte de seu repertório verbal, é imitativa. Em relação às regras, mesmo nas brincadeiras, concebe-as como imutáveis e determinadas externamente. As maturações neurofisiológicas completam-se, permitindo o desenvolvimento de novas habilidades, como a coordenação motora fina, como: pegar objetos pequenos com a ponta dos dedos, segurar o lápis corretamente e conseguir fazer os movimentos exigidos pela criança. O Período das Operações Concretas vai dos 7 aos 12 anos. O desenvolvimento mental caracterizado no período anterior pelo egocentrismo intelectual e social é superado pelo início da construção lógica. No plano afetivo, é capaz de cooperar com os outros, trabalharem em grupos e ter autonomia pessoal. É o surgimento de uma nova capacidade mental da criança: as operações, isto é, ele consegue realizar uma ação física ou mental dirigida para um fim (objetivo) e revertê-la para seu início. Outra característica desse período é que a criança consegue exercer suas habilidades e capacidades a partir de objetos reais, concretos.
12 12 Nesse período ocorre a passagem do pensamento concreto para o pensamento formal, abstrato, isto é, o adolescente realiza as operações no plano de idéias, sem necessitar da manipulação de referências concretas. 7 POSSÍVEIS PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM CAUSADOS PELA MÁ DEFINIÇÃO DO ESQUEMA CORPORAL Entende-se que a má definição do esquema corporal influi no aspecto psicomotor da criança, inclusive nas que apresentam necessidades educacionais especiais (em grau mais elevado), podendo acarretar problemas de aprendizagem. Conforme Negrine (1986), nem toda criança no período escolar apresenta prérequisitos necessários para sua alfabetização. As causas que interferem para que a criança não tenha um ritmo normal, podem ser diversas. Juntamente com os problemas afetivos, gerados por falta de aceitação de si próprias e por falta de domínio corporal, ou até por questões familiares, podem ocorrer os problemas de ordem psicomotora, resultantes de uma inadaptação da criança ao meio e à sua experiência vivenciada com o corpo. O desenvolvimento psicomotor da criança, primeiramente é determinado por um desenvolvimento neurológico normal e após pela experiência com atividades diversas que vão constituindo um tipo de memória corporal. Esta, adquirida através da experiência vivida pelo corpo, é um pré-requisito para as posteriores aprendizagens que requerem as habilidades mais complexas. Assim, faz-se necessário que na ação educativa dos pais e na ação pedagógica dos professores, a criança ao explorar o espaço e o ambiente não seja tolhida na exploração que o cerca. Também é preciso proporcionar um ambiente favorável para o desenvolvimento de suas potencialidades, ressalta o autor. Diz ainda que, as dificuldades de aprendizagem que ocorrem na faixa etária dos 6 aos 7 anos, são conseqüências de um todo vivido com seu próprio corpo, e não apenas de problemas específicos de aprendizagem de escrita e leitura, como disgrafia e dislexia. 8 ENTREVISTAS REALIZADAS Em entrevista realizada com a professora de Estimulação Precoce da APAE de Getúlio Vargas, percebe-se que o desenvolvimento sensório-motor de um bebê com necessidades especiais dá-se pela oportunidade de vivenciar experiências e sensações diversificadas e adequadas a fase em que se encontra, proporcionando a reabilitação e a inclusão social, bem como da orientação a família e a evolução da criança.
13 13 No geral, o tratamento inicia-se com o conhecimento da família do bebê, seguida da adaptação e iniciação dos estímulos necessários para torná-lo capaz de agir sem receios. Quando o bebê evolui a ponto de virar-se, ser independente, parte-se para o trabalho em grupo com outras crianças. Ressalta a professora, que existem diversos casos positivos e negativos. Porém, todos são avaliados e lhes são oferecidos todos os momentos que deveriam ter e que por algum motivo não tiveram. Houveram muitos casos de bebês que iniciaram o tratamento por A.D.N.R.M. e que, conseguiram vencer etapas e hoje estão bem. Receberam alta do tratamento. Como por exemplo, um bebê com mielomeningocele venceu etapas, superou limites e hoje vive sua vida normalmente, com suas limitações e sucessos. Ao concluir sua fala, a professora afirma que optar por atender, trabalhar ou aprender com bebês, é uma tarefa difícil e desafiadora, porém, muito válida. O estímulo que recebe cada bebê é que constitui a base do seu desenvolvimento futuro, e os pais ou responsáveis são os únicos que podem decidir se querem ou não aplicá-la ao cotidiano de seu filho e se decidirem pela estimulação precoce, devem iniciá-lo o mais breve possível, e o profissional de educação especial será o mediador da construção dessa aprendizagem. Onde todos os casos podem ser vistos e revistos. A Fisioterapeuta da APAE de Getúlio Vargas, destaca que a psicomotricidade é a fala do corpo, que passa por contínuo processo de desenvolvimento que inicia-se na concepção e cessa com a morte. O corpo expressa-se através do movimento, que é organizado e integrado de acordo com as experiências vividas pelo ser humano, que são conseqüências de sua individualidade, linguagem e socialização. Para obterem-se resultados positivos, é importante o trabalho integrado da equipe profissional para atuar nos processos de reabilitação, aprendizagem e ou estimular as habilidades motoras, psicomotoras, sensoriais, cognitivas, sociais e afetivas, considerando as potencialidades de cada criança. A psicomotricidade usada como ferramenta na educação especial, contribui através da expressão do corpo, do brincar. Toda criança deveria poder brincar, pois as brincadeiras são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança, além de ser também uma forma de auto-expressão Segundo a Fisioterapeuta, é importante que as atividades sejam pensadas, elaboradas e realizadas em função dos problemas e necessidades apresentadas e das dificuldades a serem vencidas, exigindo estudo, criatividade e empenho na elaboração e execução por parte dos profissionais, utilizando os mais diversos materiais possíveis, visando sempre incentivar cada
14 14 fase do desenvolvimento, ensinando-os, estimulando-os e orientando-os para torná-los mais funcionais, independentes e felizes. Determinadas situações de vulnerabilidade são causadas por fatores biológicos, sociais e do ambiente, interagindo entre si de forma que, problemas biológicos poderão ser modificados por fatores ambientais e vice-versa. Diante dos diferentes casos de DM, a deficiência intelectual ou mental é conhecida por problemas com origem no cérebro. Entre as causas mais comuns estão os fatores de ordem genética, as complicações ocorridas ao longo da gestação, durante o parto ou pós natal. Funções intelectuais comprometidas podem também levar a criança a ter dificuldades em seu desenvolvimento e no seu comportamento, principalmente no aspecto da adequação ao contexto à que pertence, mas também na comunicação, nos cuidados consigo mesma, na sociedade, na interação familiar, na saúde, na segurança, nos estudos, lazer e profissionalmente. A psicomotricidade ajuda a criança especial a aprender a fazer novas vivências, ajudando-a compreender e vivenciar o mundo que a cerca, organizando-se internamente, o que envolve todos os movimentos corporais: imagem corporal, esquema corporal, e consciência corporal. Concluindo ressaltou que, o profissional deve ser criativo e saber obter as respostas através do uso correto de recursos que estimulem o desenvolvimento da criança com necessidades educacionais especiais, trabalhando a rotina diária, integração com o próprio corpo, passeios, visitas, e atendimentos específicos. 9 CONSIDERAÇÕES FINAIS A criança ao se relacionar com o meio ambiente sente curiosidades, sentimentos e necessidades que são somadas à medida que o adulto lhe proporciona condições de explorar tudo que a cerca, agindo de acordo com o seu interesse. Toda essa estimulação, além de possibilitar uma adaptação motora, favorece também o trabalho de um real desenvolvimento psicomotor. O presente artigo apresentou uma breve abordagem sobre a psicomotricidade e a educação psicomotora como aliada no processo de alfabetização no ensino regular, como no caso de crianças com necessidades educativas especiais, listando exercícios que ajudam a amenizar os problemas e encaminham para um melhor desenvolvimento nas atividades psicomotoras. Deve-se dar mais relevância a formação corporal, pois a escola é um ambiente onde a criança tem oportunidades de exteriorizar as necessidades corporais, e se torna mais
15 15 específico e importante quando enfocamos as crianças com necessidades educacionais especiais. 10 REFERÊNCIAS BORGES, Célio José. Educação Física para pré-escolar. Rio de Janeiro/RJ: Sprint, FERREIRA NETO, Amarílio. Catálogo de periódicos de educação física e esporte ( ). Vitória: Proteoria, FONSECA, Vitor da. e MENDES, Nelson. Escola, escola,quem és tu? Perspectivas psicomotoras do Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: Artes Médicas,1987. NEGRINE, Airton da Silva. Educação psicomotora: Lateralidade e orientação Espacial. Porto Alegre: Globo, PIAGET, Jean, apud SILVA, Lisiane Borges da. A psicologia do desenvolvimento segundo Piaget ( ): Fala em aula da professora do Curso de Capacitação em Educação Especial com Ênfase em Deficiência Mental. Getúlio Vargas/RS: Faculdade IDEAU, 2009.
Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia
PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia INTRODUÇÃO A psicomotricidade está
OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE
OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,
Núcleo de Educação Infantil Solarium
0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo
Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves
Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam
EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola
EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores
PSICOMOTRICIDADE E SUA RELAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA E A EMOÇÃO. AGUIAR, Oscar Xavier de
PSICOMOTRICIDADE E SUA RELAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA E A EMOÇÃO AGUIAR, Oscar Xavier de Docente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: [email protected]
2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como
O uso de jogos no ensino da Matemática
607 O uso de jogos no ensino da Matemática Cyntia Luane Silva Godoy 1 Marlene Menegazzi 2 RESUMO Neste trabalho irei abordar a importância do uso de jogos no ensino da Matemática como um recurso didático
Desenvolvimento cognitivo e motor na infância: necessidades de jogos e brincadeiras
Desenvolvimento cognitivo e motor na infância: necessidades de jogos e brincadeiras XVIII Semana de Estudos Pedagógicos, FAFICA Prof. Marcelo Velloso Heeren Catanduva, 2012 Sistema Nervoso Neurônio Neurônio
Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar
Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR Autoras: Natália Aparecida DAL ZOT, Rafaela Alice HORN, Neusa MARTINI Identificação autores: Acadêmica do Curso de Matemática-Licenciatura
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA
1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto
V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.
V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano
Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade
Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à
O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização
O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização Juliana Ferreira Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail: [email protected] Silvio Henrique
Por uma pedagogia da juventude
Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se
BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica
BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?
Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil
1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta
Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.
Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky
ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA APRENDIZAGEM SEMESTRAL Educação Infantil Estimulação Essencial e Pré-Escolar O relatório da Educação Infantil - Estimulação Essencial
MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;
PROGRAMA ESCOLA DA INTELIGÊNCIA - Grupo III ao 5º Ano
... CEFF - CENTRO EDUCACIONAL FAZENDINHA FELIZ Rua Professor Jones, 1513 - Centro - Linhares / ES - CEP. 29.900-131 - Telefone: (27) 3371-2265 www.escolafazendinhafeliz.com.br... Ao colocar seu filho na
COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM
COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se
BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL GEANE SANTANA ROCHA QUIXABEIRA CMEI Criança Feliz [email protected] ANADIR FERREIRA DA SILVA Secretaria Municipal de Educação [email protected]
Instituto Educacional Santa Catarina. Faculdade Jangada. Atenas Cursos
Instituto Educacional Santa Catarina Faculdade Jangada Atenas Cursos Curso de Capacitação em AEE Aluna: Ivete D. Poleto De Cezare Vanini, 01 de Maio de 2015. 1 - Tema: Deficiência Intelectual 2 - Problema:
A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR
Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.
Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa
Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;
Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como
Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada
ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?
ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar
Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa
EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,
Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.
Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: [email protected] ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: [email protected] Desde
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar
PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL
EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições
Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg
5. Estágio pré-operatório (2 a 6 anos) Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg Esse período é marcado pela passagem da inteligência sensório-motora para a inteligência representativa. A criança
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.
12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância
CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).
ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de
Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem
Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados
A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PONTA GROSSA/PR: ANÁLISE DO ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO DAS AULAS
A EDUCAÇÃO FÍSICA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE PONTA GROSSA/PR: ANÁLISE DO ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO DAS AULAS Daniela Luz Almeida Santos (PIBIC/ARAUCÁRIA), Silvia Christina Madrid Finck (Orientadora),
EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM CAROLINE SILVA DE OLIVEIRA Discente do Curso de Licenciatura Plena do Curso de Educação Física das Faculdades Integradas
PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA ISEF PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO FLORESTA PE 2013 SUMÁRIO I. JUSTIFICATIVA II. OBJETIVO A. GERAIS B. ESPECIFICOS III. DESENVOLVIMENTO IV. CRONOGRAMA
LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO
LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: [email protected] Ticiane Testa Ferrari e-mail: [email protected] Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:
Pedagogia. Comunicação matemática e resolução de problemas. PCNs, RCNEI e a resolução de problemas. Comunicação matemática
Pedagogia Profa. Luciana Miyuki Sado Utsumi Comunicação matemática e resolução de problemas PCNs, RCNEI e a resolução de problemas Consideram aspectos fundamentais, como: As preocupações acerca do ensino
Como mediador o educador da primeira infância tem nas suas ações o motivador de sua conduta, para tanto ele deve:
18. O papel do profissional na ação educativa da creche Segundo o RCNEI (1998), o profissional da educação infantil trabalha questões de naturezas diversas, abrangendo desde cuidados básicos essenciais
EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA
EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/
TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. [email protected].
TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. [email protected] O que é educação inclusiva? Inclusão é um processo de aprendizagem
FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS
FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou
Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares
Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para
Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI
FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,
METODOLOGIA & Hábito de estudos AULA DADA AULA ESTUDADA
Educação Infantil METODOLOGIA & Hábito de estudos AULA DADA AULA ESTUDADA s s s Precisao e organizacao nos conceitos A agitação é a mesma. Com algumas adaptações ao espaço e ao tempo, a rotina e as histórias
O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO
O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO Flávia Fernanda Vasconcelos Alves Faculdades Integradas de Patos FIP [email protected] INTRODUÇÃO Observa-se
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave
A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil
A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil As crianças das novas gerações desde pequenas estão inseridas nesta realidade da tecnologia,
O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação
O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula
O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: [email protected]
JOGOS MATEMÁTICOS RESUMO INTRODUÇÃO
JOGOS MATEMÁTICOS Patrícia Portella (UFAL) [email protected] Fabíola Gama (UFAL) [email protected] RESUMO O presente trabalho tem como objetivo demonstrar que os jogos, podem ser utilizados
As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico
As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do
ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS
ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)
A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO
A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras
UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID
UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID Michele Dalzotto Garcia Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Centro- Oeste/Irati bolsista do PIBID CAPES Rejane Klein Docente do
O Indivíduo em Sociedade
O Indivíduo em Sociedade A Sociologia não trata o indivíduo como um dado da natureza isolado, livre e absoluto, mas como produto social. A individualidade é construída historicamente. Os indivíduos são
PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS
PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)
O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE
689 O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: Este estudo traz os resultados de uma pesquisa de campo realizada em uma escola pública
Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas
Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Carmen Maria Nunes da Rosa 1. Universidade Federal de Pelotas Resumo: O presente trabalho trata das atividades, desenvolvidas pelo projeto Elaboração
PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO
PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: [email protected]
Desenvolvimento Motor de Crianças Prof. Maicon Albuquerque
Desenvolvimento Motor de Crianças Prof. Maicon Albuquerque O Desenvolvimento Motor (DM) pode ser entendido como um processo seqüencial, contínuo e relacionado à idade cronológica, pelo qual o ser humano
Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS
Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga
PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL [email protected] Magna Natália Marin Pires* UEL [email protected] Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*
PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA
PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA Angela T. Zuchetto Departamento de Educação Física, Centro de Desportos Universidade Federal de Santa Catarina Fone: 3318558 [email protected] Introdução O programa
PROJETO CONVIVÊNCIA E VALORES
PROJETO CONVIVÊNCIA E VALORES Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixar filhos melhores para o nosso planeta PROJETO: CONVIVÊNCIA
TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO
TRANSPARÊNCIA INSTITUCIONAL PROJETO BOA SEMENTE OFICINA SEMEANDO MOVIMENTO O Orfanato Evangélico, através do Projeto Boa Semente, desenvolveu atividades direcionadas as crianças de 1 mês a 1 ano de idade,
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,
O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS: E as suas contribuições no processo de ensino e aprendizagem de uma aluna com Síndrome de Down
O USO DE SOFTWARES EDUCATIVOS: E as suas contribuições no processo de ensino e aprendizagem de uma aluna com Síndrome de Down Ana Paula de Oliveira Schmädecke 1 Andreia dos Santos Dias 2 Resumo: Este trabalho
INSTITUCIÓN: Programa Primeira Infância Melhor. Departamento de Ações em Saúde Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul
EXPERIENCIA PRESENTADA EN FORMATO PÓSTER: Primeira Infância Melhor Fazendo Arte: Relato de experiência da Política Pública do Estado do Rio Grande do Sul/ Brasil na formação lúdica de visitadores domiciliares
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
Unidade I PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EDAAPRENDIZAGEM APRENDIZAGEM Prof. Wanderlei Sergio da Silva Conceito PDA estudo sobre o crescimento mental do indivíduo, desde o nascimento até a adolescência;
JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS
JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO
O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1
O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1 FERREIRA, Marilise 2 ; GRASSI, Marilia G. 3 ; OLIVEIRA, Vânia F. 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de
GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO
ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -
Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá [email protected] INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,
PNL? o que é. Dossie. Veronica Ahrens Diretora de T&D, Trainer e Coach da SBPNL Inspirar pessoas a criarem um mundo melhor. [email protected].
1 Dossie Veronica Ahrens Diretora de T&D, Trainer e Coach da SBPNL Inspirar pessoas a criarem um mundo melhor. [email protected] o que é PNL? Nos últimos anos, a PNL (Programação Neurolinguística) vem
Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.
CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) [email protected] Gilmara Lupion Moreno [email protected] RESUMO: Sabe-se da importância
Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.
BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta
A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA
A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA
ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?
1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte
********** É uma instituição destinada ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos e faz parte da Educação Infantil. Integra as funções de cuidar e
1 CONCEPÇÃO DE CRECHE (0 A 3 ANOS): A Constituição Federal de 1988 assegura o reconhecimento do direito da criança a creche, garantindo a permanente atuação no campo educacional, deixando de ser meramente
Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual
Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: [email protected] Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:
Atividades Pedagógicas. Abril2014
Atividades Pedagógicas Abril2014 I A ADAPTAÇÃO Estamos chegando ao final do período de adaptação do grupo IA e a cada dia conhecemos mais sobre cada bebê. Começamos a perceber o temperamento, as particularidades
MINAS OLÍMPICA GERAÇÃO ESPORTE
MINAS OLÍMPICA GERAÇÃO ESPORTE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE EDUCADORES AS DIMENSÕES DO CONTEÚDO DE JOGOS E BRINCADEIRAS Oficina Teórica e Prática PROF. POLLYANNA PESSOA DIAS QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE EDUCADORES
AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO
AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO MORAES Violeta Porto Resumo KUBASKI Cristiane O presente artigo tem como objetivo colocar em pauta
Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial
Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções
A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais
Geyza Pedrisch de Castro Joana Darc Macedo Passos Sandra Lima Karantino A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais Guajará Mirim RO. 2012. 1. JUSTIFICATIVA O presente Projeto
ALUNOS ESPECIAS NA CONTEMPORANEIDADE: APRENDIZAGENS NO ENSINO DA MATEMÁTICA
ALUNOS ESPECIAS NA CONTEMPORANEIDADE: APRENDIZAGENS NO ENSINO DA MATEMÁTICA André Martins Alvarenga Universidade Federal do Pampa [email protected] Bruna Borges Telmo Universidade Federal
Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia
Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig
A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE
A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade
ABCEducatio entrevista Sílvio Bock
ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando
O Currículo das Séries Iniciais e a Educação para a Saúde
Nas séries iniciais do ensino fundamental, o currículo enfatiza a assimilação de conceitos e busca desenvolver as estruturas cognitivas. Ele procura fornecer aos alunos condições necessárias para aprendizagens
Jardim Infantil Popular da Pontinha. Projeto Educativo Creche
Jardim Infantil Popular da Pontinha Projeto Educativo Creche Crianças de 1 ano Educadora : Célia Ano Letivo:2013 /14 1 Introdução Um Projeto Educativo assume-se como um documento orientador que define
e (Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEA)) Dulcelene Bruzarosco Psicóloga/Terapeuta de Família e Casal.
e (Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEA)) Dulcelene Bruzarosco Psicóloga/Terapeuta de Família e Casal. Entre os gregos e romanos antigos, havia divergências quanto à maneira de ver e considerar
IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,
