MANUAL PRODUTOR PROCEDIMENTOS SISBOV

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1 MANUAL DO PRODUTOR PROCEDIMENTOS SISBOV Nota: O conteúdo deste manual faz parte da décima segunda versão do Manual da Qualidade Volume 4 da certificadora SBC de. Desenvolvido para uso exclusivo nos estabelecimentos rurais certificados pela certificadora SBC. Distribuição Gratuita Reprodução Proibida

2 Conteúdo Introdução... 2 Objetivo PRINCIPAIS RECOMENDAÇÕES AO PRODUTOR ADESÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL NO SISBOV Adesão ao SISBOV Atualização cadastral no SISBOV RESPONSABILIDADES DO PRODUTOR MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO SISBOV Procedimento de Vistoria ERAS Prazos de vistorias Livro de Registros INCLUSÃO E MOVIMENTAÇÃO DE ANIMAIS Identificação de animais Preenchimento das planilhas Perda de elementos de identificação Identificação dos animais registrados em associações de raça Nascimento de Animais Compra de Animais Compra de animais já rastreados Compra de animais não rastreados Preenchimento do Comunicado de Entrada de Animais Abate Abate em frigorífico exportador Abate em frigorífico Não Exportador Venda para terceiros Baixa de Animais Mortos Transferência de animais entre propriedades certificadas SOLICITAÇÃO DE ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO CONTATO E SUPORTE Pag. 1

3 Introdução Este manual foi criado com a finalidade de auxiliar, informar e dar parâmetros para o produtor rural que aderiu ao SISBOV. Através deste, o produtor deve ser capaz de atender as exigências da Instrução Normativa nº 17 de 13 de julho de As orientações aqui expostas foram descritas de forma simplificada, visando padronização de trabalho. As recomendações para padronização dos trabalhos são baseadas no conjunto de normas, documentos e informações do Ministério da Agricultura Pecuária e abastecimento, disponíveis no acervo do SBC ou no endereço: Objetivo O objetivo deste manual é descrever os procedimentos adotados pelo produtor a fim de obter e manter certificação SISBOV, baseados nas determinações da Instrução Normativa nº 17. Pag. 2

4 1. PRINCIPAIS RECOMENDAÇÕES AO PRODUTOR Senhor produtor, as informações apresentadas neste manual devem ser seguidos em sua plenitude, qualquer procedimento adotado que não corresponda às informações prestadas neste ou na IN 17, que caracterize como NÃO CONFORMIDADE, impedirá a certificação da propriedade, levando ao cancelamento da habilitação. De acordo com a IN 17, todos os bovinos e bubalinos dos Estabelecimentos Rurais Aprovados no SISBOV serão, obrigatoriamente, identificados individualmente e cadastrados na Base Nacional de Dados. O prazo mínimo de permanência do animal na fazenda, após o ingresso do mesmo na BND, para ser classificado como apto a mercados que exigem rastreabilidade é de 90 (noventa) dias; o animal deve permanecer no Estabelecimento Rural Aprovado no SISBOV por no mínimo 40 (quarenta) dias antes do abate. (obs. Estes prazos são aplicados no caso de exportações para a UE). 2. ADESÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL NO SISBOV 2.1 Adesão ao SISBOV Documentos necessários para adesão Formulário para cadastro de produtor rural (Anexo 04 da IN. 17); Formulário para cadastro de estabelecimento rural (Anexo 05 da IN. 17); Formulário para inventário de animais (Anexo 06 da IN. 17); Formulário de termo de adesão à norma operacional do Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV, anexo 7 da IN. 17) ; Formulário para protocolo declaratório de produção (Anexos 8A e 8B da IN. 17) e Saldo da Defesa que comprove o inventário dos animais. Todos os documentos devem ser assinados pelo produtor ou seu representante legal; O supervisor da certificadora deve assinar os formulários para cadastro de estabelecimento rural e inventário de animais. 2.2 Atualização cadastral no SISBOV A cada atualização de dados do ERAS e do(s) produtor(es), a certificadora deve ser imediatamente comunicada através do preenchimento dos formulários Anexo 4 Cadastro de Produtor Rural e Anexo 5 Cadastro de Estabelecimento Rural marcados como atualização. É importante manter atualizado o seu cadastro e do ERAS junto ao SISBOV. 3. RESPONSABILIDADES DO PRODUTOR Identificar todos os animais existentes na propriedade; Preencher as planilhas de identificação de animais, fornecidas pelos fabricantes de brincos ou emitir através de sistema informatizado da certificadora, os anexos XVI,encaminhar física e eletronicamente para o SBC. Manter a segunda via das planilhas de identificação ou anexos XVI, comunicados de entradas, saídas e mortes, arquivadas na propriedade rural; Arquivar os documentos referentes ao cadastro inicial do produtor e propriedade; Pag. 3

5 Manter o seu cadastro e do estabelecimento rural sempre atualizado junto à certificadora; Arquivar o certificado ERAS de forma segura na propriedade rural; Acompanhar a data de validade do Certificado ERAS e programar as vistorias de renovação; Manter o livro de registro da propriedade atualizado; Cumprir com o prazo de até 30 (trinta) dias para comunicar as ocorrências de Entradas e Saídas de animais; Comunicar as mortes de animais até no máximo a data da vistoria; Para animais nascidos na propriedade e a opção for identificar os animais na desmama, fazê-lo no máximo até o 10º mês de idade. Identificados os animais, o produtor tem 30 dias para informar o SBC; Manter cópias das GTA s utilizadas na movimentação de animais anexadas aos demais documentos de compra/venda de animais; Receber e arquivar os documentos de Identificação Animal (DIA s) ou Planilha Individual (anexo XI) dos animais na propriedade rural; Manter o correto armazenamento e controle dos brincos em estoque; Armazenar os registros que comprovem o envio de documentos para o SBC; Preencher de forma completa e correta todos os registrosnos formulários do SISBOV; Manter registros de eventos sanitários e Manter registro de insumos utilizados na propriedade. O Serviço Brasileiro de Certificações se reserva o direito de recusar documentos que não cumpram as regras do SISBOV. Antes de enviar qualquer documento,verifique se estão preenchidos corretamente, em casos de dúvidas, acionar o SBC através dos meios de comunicação com o cliente. Os documentos devem ter três (03) vias, (exceto planilhas de identificação ou anexos XVI que devem ter 02 vias) sendo a primeira via do órgão de defesa, segunda via da certificadora e a terceira via deve ser arquivada no ERAS. As vias da certificadora dos documentos SISBOV, devem ser entregues devidamente preenchidos e assinados até a data da vistoria. O descumprimento desta regra acarreta no bloqueio da renovação da certificação do ERAS e bloqueio de movimentações de animais no SISBOV. 4. MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO SISBOV O produtor tem a responsabilidade de controlar os prazos de renovação do certificado ERAS e solicitar nova vistoria da propriedade ao SBC. O prazo de validade do Certificado é de 180 (cento e oitenta) dias para propriedades de criação e 60 (sessenta) dias para confinamentos.o SBC irá avisá-lo sobre o vencimento do mesmo e a necessidade de nova vistoria. 4.1 Procedimento de Vistoria ERAS. Vistoria é o acompanhamento periódico e sistematizado, feito pela Certificadora com a finalidade de checar a correta identificação dos bovinos e bubalinos de acordo com as regras, bem como os registros e controle de todas as movimentações, as mortes e sacrifícios, os abates e atos declaratórios do ERAS. Faça uma preparação na sua propriedade antes de solicitar o técnico do SBC para fazer a vistoria. Verifique se todos os itens de responsabilidade do produtor estão atendidos. Após Pag. 4

6 essa verificação, agende a visita com o técnico em tempo hábil. O processo de Vistoria e checagem da documentação poderá levar alguns dias. Recomenda-se agendar a vistoria com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência da data do vencimento do certificado. Durante a vistoria, no mínimo 600 (seiscentos) bovinos deverão ser passados no brete, cuja amostragem ficará a critério do supervisor, onde serão lidos e anotados 300 elementos de identificação e outros 300 (trezentos) deverão ser contadose checados se estão com os referidos elementos identificadores. Em propriedades com menos de 600 animais, todos deverão ser passados no brete. Serão checados todos os documentos referente ao ERAS, livro de registro, termo de adesão, Comunicados de Entradas/Saídas/Morte, cópias de GTA s referente a toda movimentação a partir do primeiro inventário ou o inventario da vistoria anterior e planilhas de identificação. Serão checados todos os elementos de identificação que estiverem em estoque. Importante: Na primeira vistoria do ERAS, o saldo de animais presentes no ERAS, na defesa e na BND obrigatoriamente deverão ser IDÊNTICOS, incluindo Faixa etária e sexo; 100% dos animais devem estar identificados (de mamando a caducando); O saldo inicial será o ponto de partida de toda a vida do ERAS. 4.2 Prazos de vistorias As vistorias serão realizadas nas propriedades de criação a cada 180 (cento e oitenta) dias e nos confinamentos a cada 60 (sessenta) dias. Propriedades mistas (criação + confinamento) se enquadram nas mesmas regras. Nos períodos que estão confinando animais, vistorias serão realizadas a cada 60 (sessenta) dias, nos períodos que não possuem animais confinados, a cada 180 (cento e oitenta) dias. O produtor deverá informar a certificadora o inicio e término de período de confinamento no mínimo com 30 (trinta) dias de antecedência. 4.3 Livro de Registros É necessário manter o livro de registros da propriedade rural atualizado. O produtor deve registrar no livro as ocorrências e informar a certificadora, através de comunicados específicos, cada evento de movimentação ocorrido na propriedade, tais como: Compras Comunicado de entrada de animais, Planilhas de identificação e cópia do GTA; Nascimentos Declaração de nascimento e Planilha de identificação; Vendas Comunicado de Saída de Animais e cópia da GTA e/ou Sumário de animais abatidos Morte Comunicado de Sacrifício, Morte Natural ou acidental de Animais. As tarefas devem ser realizadas com a finalidade de manter o estoque de animais existentes na propriedade rural atualizado junto ao Órgão Executor da Sanidade Animal Local e SBC/BND. Pag. 5

7 A cada nascimento ou compra de animais não rastreados, a certificadora envia os dados dos animais para a BND mediante o recebimento físico ou eletrônico do comunicado de entrada ou declaração de nascimento de animais e das planinhas de identificação; A partir da inclusão dos dados na BND, se inicia a contagem do período de noventena. (Período de noventena deve ser cumprido para habilitação do animal para abate U.E). Após a inclusão dos animais na BND a certificadora emite o DIA ou anexo XI e envia ao produtor que deve arquivar adequadamente. Importante:Manter, junto aos comunicados de saída e entrada de animais citados acima, cópia das GTA s utilizadas na movimentação de animais; 5. INCLUSÃO E MOVIMENTAÇÃO DE ANIMAIS 5.1 Identificação de animais Identificar (brincagem) todos os animais existentes na propriedade. Este procedimento deve ser realizado sempre na recepção dos animais ingressantes na propriedade. Para animais nascidos na propriedade rural, deve-se identificar até os 10 (dez) meses de idade ou no nascimento (de acordo com a opção escolhida no protocolo declaratório de produção), ou na saída do animal do ERAS. Para os animais comprados e não rastreados, o produtor deve, identificar e informar a certificadora em, no máximo, 30 (trinta) dias após a chegada na propriedade. Sempre que ocorrer uma destas situações na propriedade rural (nascimentos, desmame ou compras de animais), o produtor deverá realizar as tarefas descritas neste documento. Produtor Rural, a entrada de animais oriundos de ZONA NÃO HABILITADA ou de PROPRIEDADES QUE RECEBERAM ANIMAIS DE ZONA NÃO HABILITADA, implica no bloqueio do eras para exportação ue por 90 dias, portanto, recomenda-se consultar no orgão de defesa, a situação da propriedade de origem antes de receber animais, essa informação também deve constar no campo de observações do gta de entrada Preenchimento das planilhas Preencher as planilhas de identificação que acompanham os brincos, indicando as seguintes informações para cada animal: Data de nascimento, Sexo, Raça e Data da brincagem. O produtor tem a opção do preenchimento diretamente em sistema informatizado coletor de dados de animais para emissão eletrônica dos anexos XVI (Planilhas de identificação). O produtor e a certificadora devem assinar e datar as planilhas ou anexos XVI, uma via deve ser entregue ao SBC, outra via arquivada na propriedade rural, junto ao Livro de Registros da Propriedade. Orientações quanto ao preenchimento das planilhas de identificação: Todos os campos devem ser preenchidos com letra legível; As raças devem ser preenchidas conforme as siglas que seguem no verso das planilhas de identificação de animais; A data da identificação (brincagem) dos animais tem que vir especificada na planilha de campo; Caso não exista esse campo na planilha, adicione essa informação à caneta. Pag. 6

8 A data de nascimento do animal deve especificar o dia, mês e o ano do nascimento ou a idade em meses. As planilhas devem conter assinatura do produtor rural ou responsável da propriedade; Quando enviar uma planilha que não foi totalmente utilizada, tire uma cópia da mesma. Assine a cópia e envie para o SBC. Guarde a planilha original até seu total preenchimento. Não corte ou rasgue a planilha Perda de elementos de identificação No caso de dupla identificação e perda de apenas um dos elementos, o produtor solicitará a certificadora a reimpressão do elemento perdido. A reimpressão será submetida à análise da Coordenação do SISBOV no MAPA e se aprovada a reimpressão, o fabricante encaminhará o(s) elemento(s) reimpresso(s) para a certificadora, que encaminhará a um técnico supervisor que fará a verificação da correta aplicação do elemento reimpresso. Na perda dos dois elementos de identificação, o animal perde a rastreabilidade. A certificadora, no momento das sucessivas vistorias ou quando for informada pelo produtor, fará o desligamento do número SISBOV perdido da Base Nacional de Dados. Neste caso, deverá ser feita nova identificação, cumprindo todos os procedimentos iniciais de identificação Identificação dos animais registrados em associações de raça Os animais registrados em associações de raça que ingressarem no SISBOV poderão utilizar o número de registro genealógico marcado a ferro quente ou tatuado, conforme regulamento do Serviço de Registro Genealógico. Entretanto, esse número deverá estar correlacionado com o número do SISBOV na Base Nacional de Dados. O número do SISBOV não precisará estar afixado no animal, mas deverá estar presente nos documentos de registro, provisórios ou definitivos do animal. 1º - O produtor deverá solicitar a certificadora numeração especifica para animais registrados em associação; 2º - Preencher os dados dos animais na planilha de identificação (fornecido pelo SBC) correlacionando os números SISBOVs com os registros genealógicos; 3º - Após incluir os animais na BND, o produtor deverá enviar os certificadosde registro genealógicos para a respectiva associação de raça para que seja selado com a numeração SISBOV correspondente. Importante:Nas vistorias e auditorias, os certificados de todos os animais de associação de raça serão solicitados e devem estar devidamente correlacionados e os selos presentes nos registros. Na ausência dos mesmos, será solicitado comprovante de envio para a associação correspondente. Caso não sejam apresentados, a propriedade será considerada não conforme. 5.2 Nascimento de Animais A comunicação de nascimentos deve ser realizada com o prazo de 30 dias da data da identificação dos mesmos e deve ser de acordo com a opção escolhida no protocolo declaratório de produção (Identificação na desmama ou nascimento). O produtor deve preencher, assinar e enviar à certificadora uma Declaração de Nascimento de Animais juntamente com a planilha de identificação de animais. Pag. 7

9 5.3 Compra de Animais Compra de animais já rastreados Em casos de compra de animais oriundos de propriedade certificada, os mesmos serão movimentados na BND e cumprem período de quarentena* para abate U.E e o produtor tem o prazo de 30 dias da data da entrada dos bovinos na propriedade para comunicar a Certificadora e a Defesa. * Em caso de animais oriundos de propriedades cuja certificação esteja vencida, o período de permanência a ser cumprido pelos animais (transferidos) antes do abate UE, deve ser de 90 (Noventa) dias. Seguir os procedimentos descritos no item 5.7 Transferência de Animais deste manual Compra de animais não rastreados Este procedimento consiste em realizar a identificação de animais de origem não certificados para uma propriedade certificada. 1º - No recebimento dos animais e GTA, realizar a conferência no desembarque. (quantidade de animais, Sexo e Faixa-etária); 2º - Identificar/Brincar os animais de acordo com o tipo de identificação escolhido (Brinco +Botton ou apenas brinco) ao aplicar brinco + botton, fique atento para usar o jogo correspondente e não trocar os números; 3º - Utilizar a sequência de brincos, visando melhorar o controle. Não usar os brincos de forma aleatória. 4º - Alimentar as planilhas de identificação (manual ou através de software de curral) com os dados de cada animal que for identificado, (Dados: Raça,data de nascimento, Data de identificação, Sexo e etc); 5º - Emitir comunicado de entrada de acordo com a IN 17 (anexo IV); 6º - Enviar a certificadora: Comunicado de entrada, cópia da GTA e Planilhas de identificação. O produtor terá o prazo de até 30 (trinta) dias para Identificar os animais oriundos de propriedades não ERAS, comunicar a certificadora e a defesa Preenchimento do Comunicado de Entrada de Animais Todos os campos devem ser preenchidos de forma legível; A numeração de animais deve conter números SISBOV com 15 (quinze) dígitos (nunca usar manejo 6 dígitos); Não poderá haver rasuras nos comunicados; UF, letras e números das GUIAS DE TRÂNSITO (GTA) devem ser legíveis; Os valores quantitativos dos comunicados devem obedecer fielmente os descritos nos GTA s As datas de Entrada dos comunicados devem respeitar as datas de emissão e vencimento dos GTA s e Os comunicados devem ser devidamente assinados pelo produtor, defesa e recebimento da certificadora. Pag. 8

10 5.4 Abate Abate em frigorífico exportador. No abate de animais o produtor deve encaminhar ao frigorífico os DIA s referente a todos os animais embarcados. O uso do DIA pode ser substituído pelo anexo XIX Comunicado de Saída de Animais com código de barras que poderá ser emitido por sistema informatizado. A certificadora oferece solução online sem custo para a emissão deste formulário, caso tenha interesse entre em contato com a certificadora e saiba como utilizar. É facultativo ao produtor, informar o abate para certificadora, pois o frigorífico realiza a baixa dos animais e a certificadora recupera os dados do abate automaticamente na BND. Neste caso o produtor deve anexar cópias do sumário de abate e dos GTA s no livro de registros. Recomenda-se o envio dos documentos relacionados ao abate para a certificadora, para conferência das baixas de animais e registros na certificadora Abate em frigorífico Não Exportador. O produtor deve informar a certificadora no prazo de 30 (trinta) dias, através do comunicado de saída de animais e cópia da GTA,a certificadora irá processar o comunicado de saída e baixar os animais na BND. Preenchimento do Comunicado de Saída de Animais Todos os campos devem ser preenchidos de forma legível; A numeração de animais deve conter números SISBOV com 15 (quinze) dígitos (nunca usar manejo 6 dígitos); Não poderá haver rasuras nos comunicados; UF, letras e números das GUIAS DE TRÂNSITO (GTA) devem ser legíveis; Os valores quantitativos dos comunicados devem obedecer fielmente os descritos nos GTA s As datas de Saída dos comunicados devem respeitar as datas de emissão e vencimento dos GTA s e Os comunicados devem ser devidamente assinados pelo produtor. 5.5 Venda para terceiros O produtor terá o prazo de até 30 (trinta) dias para comunicar a certificadora e a Defesa as saídas de animais com destino a propriedades ERAS e propriedades não ERAS. Na venda de animais para propriedades certificadas, observar os procedimentos descritos no item 5.7 Transferência de Animais deste manual. Na venda de animais para propriedade não certificada, o processamento implica no desligamento dos animais e devem ser seguidos os seguintes procedimentos: 1º - Realizar leitura dos identificadores e conferência na BND dos animais na saída; 2º - Emitir comunicado de saída de acordo com a IN 17 e encaminhar para a certificadora; Pag. 9

11 3º - Embarcar os animais para o destino com GTA e NF. Importante:A conferência dos animais de saída na BND é fundamental, pois a leitura errada sem a devida conferência implica no desligamento do animal, sem a possibilidade de religamento. Preenchimento do Comunicado de Saída de Animais Todos os campos devem ser preenchidos de forma legível; A numeração de animais deve conter números SISBOV com 15 (quinze) dígitos (nunca usar manejo 6 dígitos); Não poderá haver rasuras nos comunicados; UF, letras e números das GUIAS DE TRÂNSITO (GTA) devem ser legíveis; Os valores quantitativos dos comunicados devem obedecer fielmente os descritos nos GTA s As datas de Saída dos comunicados devem respeitar as datas de emissão e vencimento dos GTA s e Os comunicados devem ser devidamente assinados pelo produtor, defesa e recebimento da certificadora. 5.6 Baixa de Animais Mortos Este procedimento descreve como informar morte de animais. 1º - Localizar Brinco e/ou Botton na carcaça do animal; 2º - Identificar a causa da morte do animal,de acordo com a tabela Causa da morte disponível no sistema da certificadora; 3º - Emitir comunicado de morte de acordo com a IN 17; Prazos: as mortes devem ser informadas até a data da vistoria de certificação do ERAS, porém recomenda-se informar mensalmente. Importante:Somente informar morte do animal quando se está em poder do elemento de identificação e quando o mesmo foi retirado da carcaça do animal. Jamais informar morte quando existe dúvida sobre o fato, como por exemplo, informar morte de brincos localizados sem a presença da carcaça. Preenchimento do Comunicado de Sacrifício, Morte ou Acidental de Animais Todos os campos devem ser preenchidos com letra de legível; Os números de animais devem ser legíveis e com 15 (quinze) dígitos (números SISBOV); O campo Especificar destino dos animais mortos é de extrema importância e jamais deve ficar em branco (exemplo: Enterrados ou Cremados); A data da morte deve ser posterior da data da última vistoria de certificação; 5.7 Transferência de animais entre propriedades certificadas. Este procedimento consiste em transferir animais entre propriedades certificadas usando a rastreabilidade dos animais de origem. Na Origem: 1º - Realizar leitura dos identificadores e conferência na BND dos animais na saída; Pag. 10

12 2º - Emitir comunicado de saída de acordo com a IN 17 (anexo I); 3º - Embarcar para o destino os animais junto com o/os GTA(s), NF e Comunicado de saída. Na falta de qualquer um desses documentos, não embarcar os animais e acionar o SBC a fim de obter orientações especificas. No Destino: 1º - Receber os documentos GTAs, NF, e Comunicado de saída, realizar a conferência dos mesmos, quantidade de animais entre comunicado e GTA, se origem e destino estão corretos nos GTAs e etc. 2º - NA RECEPÇÃO, conferir TODOS os animais, um a um, se estão de acordo com o comunicado de Saída; 3º - Emitir comunicado de entrada de acordo com a numeração recebida e conferida. Qualquer divergência entre os dados informados pela saída e entrada, o SBC deve ser acionado. O responsável pela recepção dos animais no destino, após a conferência dos dados, deve comunicar a entrada ao SBC através do comunicado de entrada de animais, para que a transferência seja realizada na BND. O SBC somente irá processar a transferência na BND, depois de conferir se as leituras realizadas pela origem e pelo destino são correspondentes. Todos os comunicados devem ser arquivos na pasta SISBOV da propriedade devidamente assinados pelo produtor ou responsável no ERAS (devidamente cadastrado no Anexo 4). 6. SOLICITAÇÃO DE ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO O produtor deverá controlar o estoque de elementos de identificação com a finalidade de sempre manter um estoque mínimo as suas necessidades e previsões de entrada/nascimento de animais. O produtor deve solicitar O SBC para aquisição de novos elementos de identificação que por sua vez, seguem os seguintes passos: 1º - O produtor encomenda a certificadora os elementos de identificação; 2º - A certificadora solicita os códigos SISBOV para o MAPA/BND; 3º - O MAPA/BND libera e pedido e emite a seqüência da numeração SISBOV; 4º - A certificadora envia para a Fábrica de Brincos as informações do MAPA; 5º - O produtor recebe os elementos de identificação juntamente com a planilha de identificação. Importante: Os brincos terão a validade de utilização de 24 (vinte e quatro) meses, os brincos não utilizados nesse período serão perdidos. Produtor, tenha sempre um estoque mínimo disponível na propriedade, evite solicitar brincos somente após a entrada dos animais na Fazenda, evitando perder o prazo de informar a certificadora e a Defesa. Pag. 11

13 7. CONTATO E SUPORTE O SBC disponibiliza diversos meios para o produtor esclarecer dúvidas e obter informações sobre qualquer assunto que envolve o processo de certificação SISBOV. Orientação técnica, documental, suporte ao sistema, departamento comercial e financeiro: Matriz Botucatu/SP: Fone: (14) ; Rua Capitão José Paes de Almeida, 156 Centro Botucatu/São Paulo CEP: Skype Suporte: suporte-sbc - Suporte: [email protected] Orientação técnica, documental e suporte ao sistema: Filial Goiás Fone: (62) Av. Perimetral, 4625 Setor Campinas - Goiânia/GO - CEP: Filial Mato Grosso do Sul Fone: (67) Rua Antonio Arantes, 474 Sala 09 Chácara Cachoeira Campo Grande/MS CEP: Filial Mato Grosso Fone: (65) Avenida Miguel Sutil, Sala 14 Jardim Primavera Cuiabá/MT CEP: Informações, sugestões e reclamações: SAC: Serviço de Atendimento ao Cliente [email protected] Pag. 12

14 Pensando em nosso compromisso com o Meio Ambiente, Este material foi totalmente impresso em Papel Ecológico.

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