GLINIDAS E INIBIDORES DA ALFA GLICOSIDASE
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- Airton Candal Laranjeira
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1 1/23 GLINIDAS E INIBIDORES DA ALFA GLICOSIDASE Camila Corrêa Costa
2 2/23 GLINIDAS São representadas por: Repaglinida Posprand; Prandin Nateglinida Starlix Pouco utilizadas por serem drogas de alto custo
3 3/23
4 4/23 MECANISMO DE AÇÃO Pertencem à classe dos secretagogos Ligam-se a receptores específicos no SUR1, estimulando a produção de insulina pelas células beta pancreáticas
5 5/23 PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS Possuem duração de ação rápida (1-3 horas) São úteis para o controle glicêmico pós-prandial Possuem potencial intermediário de baixar a HbA1c(0,5-1%) Repaglinida mais potente que Nateglinida
6 6/23 EFEITOS ADVERSOS Podem promover: Aumento de peso, Hipoglicemia Redução do condicionamento isquêmico Náuseas Diarreia Constipação
7 7/23 CONTRAINDICAÇÕES Hipersensibilidade conhecida aos componentes DM1 Cetoacidose com ou sem coma Gestação
8 8/23 INIBIDORES DA ALFA GLICOSIDASE Possuem baixa eficácia no controle do DM Classe representada pela Acarbose(Glucobay, Aglucose)
9 9/23
10 10/23 MECANISMO DE AÇÃO Inibe a ação da enzima alfa glicosidase, responsável pela absorção intestinal de glicose Contribui estendendo a saciedade por um período de tempo maior, ao retardar a digestão
11 11/23 PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS Possui baixo potencial de redução da HBA1c (0,5-0,8%) Possui melhor ação ao uso préprandial, visando a prevenção da hiperglicemia pós-prandial
12 12/23 EFEITOS ADVERSOS Apresenta intolerância gastrintestinal, podendo causar: Flatulência Diarreia Cólicas Estes são reduzidos ao introduzir a droga gradativamente.
13 13/23 CONTRAINDICAÇÕES Hérnias intestinais Doenças inflamatórias intestinais Insuficiência renal severa Insuficiência hepática Enterite, colite ou enterocolite
14 Glitazonas Mateus Alves e Silva Acadêmico de Medicina - 8ºP.
15 15/23 Estrutura química
16 16/23 Histórico e Epidemiologia Década de 90: As glitazonas eram usadas em alguns tratamentos oncológicos. (Efeito antiproliferativo em células tumorais). Década de 2000: Diabetes Care : Pioglitazonas e Câncer de Bexiga. Representam hoje 21% das prescrições para pacientes com DM tipo 2 nos EUA e 5% na Europa.
17 17/23 Mecanismo de ação Aumenta a resposta tissular à insulina (fígado, músculo e gordura), sem aumentar sua secreção. Ativação dos receptores nucleares da classe PPAR-y, os quais controlam mecanismos intracelulares, dentre eles, a ação insulínica.
18 18/23 Aumenta expressão GLUT-4 TG, LDL, HDL, Colesterol total Impedem lesão de m. liso, células endoteliais, regula atividade dos macrófagos Efeitos no metabolismo Diminui a produção hepática de glicose Inibem a expressão de leptina REDUZ ATEROGÊNESE Diminui TNF-α Aumentam expressão de adiponectina
19 19/23 Efeitos adversos Ganho de Peso (3 a 4kg) Fraturas osteoporóticas Hemodiluição, Elevação de Transaminases, Cefaleia. Inibe o Citocromo P450: interações com ACO, Digoxina, Ranitidina, Nifedipina etc Anemia (dilucional). Edema, Insuficiência cardíaca (Contraindicado em IC NYHA III e IV).
20 20/2 3 Drogas
21 21/23 Drogas Pioglitazona: Absorvida em 30min. Pico de concentração em 2h. Rosiglitazona: Absorvida em 20min. Pico de concentração em 1h. Retirada do mercado (2010) Troglitazona: retirada do mercado pela hepatotoxicidade. (FDA março 2000).
22 22/2 3 Ambos, pacientes e médicos, necessitamos reconhecer que o tratamento do diabetes tipo 2 é como uma longa viagem. Uma viagem que geralmente começa com modificações no estilo de vida e termina no tratamento com insulina. Charles M. Clark, Jr., MD
23 23/23 Referências 1. Goldberg RB, Kendall DM, Deeg MA, et al. A comparison of lipid and glycemic effects of pioglitazone and rosiglitazone in patients with type 2 diabetes and dyslipidemia. Diabetes Care 2005; 28: MATOS, Maria Cristina Gomes; BRANCHTEIN, Leandro. O uso de antidiabéticos orais no paciente com Diabetes Mellitus e doença cardíaca. Revista Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Ano XV nº 08. ago Porto Alegre-RS. 3. ARAÚJO, Leila Maria Batista, et al. Tratamento do Diabetes Mellitus do Tipo 2: Novas Opções. Arq Bras Endocrinol Metab vol.44, n.6. São Paulo dez
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