BENEFIT e CHAGASICS TRIAL
|
|
|
- Estela Carmem Aveiro Santiago
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 BENEFIT e CHAGASICS TRIAL Estudos Clínicos em Chagas Patricia Rueda
2 Doença de Chagas Terceira doença parasitária mais comum do mundo (Malária e Esquistossomose) Cardiopatia chagásica é a forma mais comum de cardiopatia não isquêmica Infectados: 7 milhões / novos casos ao ano Cardiopatia: 25% dos infectados pelo T. cruzi Duas fases: Aguda e Crônica (2 a 3 décadas após a infecção) Benzonidazol: Chagas Agudo Negativação de Sorologias Chagas Crônico?
3
4 Fisiopatologia da Doença de Chagas Infecção crônica - T. cruzi Resposta imunológica Desarranjo microvascular Isquemia miocárdica Lesão nervosa Desarranjo autonômico Fibrose miocárdica Remodelamento Cardíaco 20-30% Insuficiência cardíaca N Engl J Med.2007;355: Morte súbita 60% / 2,4%/ano Arritmias cardíacas Circulation.2007;115:
5 Preditores de mortalidade na Doença de Chagas N Engl J Med.2007;355:
6 Circulation.2007;115: Preditores de mortalidade na Doença de Chagas
7
8 BENEFIT Trial - METODOLOGIA Estudo clínico, randomizado, duplo cego, placebo controlado Benzonidazol X Placebo 18 a 75 anos / 2 sorologias positivas para Chagas / Cardiopatia Benzonidazol 5 mg/kg por 60 dias >>> Fev mg/dia, 40 a 80 dias Análises: 11d / 21d / Fim do tratamento / 6m / Anualmente Desfechos: Primário: Tempo para 1o. Evento (Morte, PCR, MP, CDI, TVS, TX, IC nova, AVC/AIT, TEV) Secundário: Negativação PCR (todo o grupo e por regiões)
9 BENEFIT Trial - RESULTADOS a pcts / 49 centros 1431 Benzonidazol X 1423 Placebo Follow-up: 100% 1a / 99% 2a / 99.5% 7a Perda de seguimento: 14 pactes (0.5%)
10
11
12
13
14 2854 pcts 1896 coletaram sangue PCR % BZN 61,7% PLC Taxa Conversão 66,2% BZN 33,5% PLC 55,4% BZN 35,3% PLC 46,7% BZN 33,1% PLC Fim do Tratamento OR 2,75 [2,24 3,36] 2 anos OR 2,26 [1,85 2,77] 5 anos OR 1,78 [1,45 2,18] PCR Neg Permaneceram Neg 70,3% BZN 59,4% PLC 64% BZN 54,1% PLC 63% BZN 52,4% PLC TAXA DE CONVERSÃO: Brasil > Bolívia e Argentina > Colômbia e El Salvador Diferentes Genótipos do T cruzi???
15 DESFECHO PRIMÁRIO CONVERSÃO PCR
16 DESFECHO PRIMÁRIO CONVERSÃO PCR
17
18 BENEFIT Trial - CRÍTICAS Mudança no desenho do estudo para encurtar tempo e aumentar número de eventos Desfecho inicial era apenas clínico Excluía paciente com eventos cardíacos prévios inicialmente Idade máxima foi aumentada de 65 para 75 anos Mistura provável de diferentes genótipos do T. cruzi Quantificação do PCR não tem implicação clínica relevante / PCR tem comportamento em ondas / Não é critério de cura sorológica Pacientes muito graves
19
20
21 I avr V1 V4 II avl V2 V5 III avf V3 V6 Rhythm strip: mm/sec
22 Curva de sobrevida em chagásicos com TVS Rassi, J Cardiovasc Electrophysiol, ,
23
24
25
26 p < 0,001 Meta-análise CDI X Amiodarona p = 0,011 Eur Heart J. 2000;21:
27
28
29 Morte por todas as causas FEVE > 40% Morte súbita FEVE < 40%
30 Sobrevida livre de terapia Preditor de Mortalidade FEVE < 40% HR, 6.63 [ ] P = VP > 50% Mortalidade 43% X 13% P = 0,06 Terapias do CDI 72% receberam choques apropriados 11% receberam choques inapropriados RR médio 370 ms (230 a 530 ms) 162 bpm (113 a 261 ms).
31 E a prevenção primária??? idnoticia=161&idsecao=9&idtiponoticia=7
32 E a prevenção primária??? idnoticia=161&idsecao=9&idtiponoticia=7
33 As arritmias do Chagásico se assemelha às outras cardiopatias??? TVS é igual a MS nos Chagásicos??? TVS é igual a sintoma nos Chagásicos??? TVS sustentada auto limitada é mais ou menos deletéria que choques do CDI??? O CDI reduz MS nos Chagásicos??? O CDI reduz a mortalidade total??? Alguns questionamentos... As complicações relacionadas ao implante a ao desempenho do CDI em um paciente com acometimento ventricular direito são aceitáveis??? CDI é o único recurso para tratamento de arritmias no Chagásico???
34 Estudo Clínico, Randomizado, Não Cego Multicêntrico Brasil Hospitais da Rede SUS Suporte: FAPESP, St Jude, Ministério da Saúde Gestão: IP Albert Einsten Am Heart J Dec;166(6): e4
35 Objetivos PRIMÁRIO: Avaliar o papel do CDI na prevenção primária da MSC em pacientes com CCC SECUNDÁRIOS: 1. Validar escore de estratificação de risco de mortalidade 2. Identificar variáveis clínicas e funcionais de pior prognóstico 3.Registrar a piora da IC e evolução da classe funcional (NYHA) e indicação de RC 4. Registrar o desenvolvimento de bradiarritmias requerendo a indicação de MP
36 Critérios de Inclusão Sorologia + por 2 métodos diferentes TVNS em qualquer método diagnóstico
37 Critérios de Exclusão 1. Indicação ou portador de marcapasso; 2. Fibrilação atrial persistente ou permanente; 3. Alcoolismo; 4. Expectativa de vida menor que um ano; 5. Outra doença cardiovascular concomitante; 6. Insuficiência renal ou hepática; 7. Doença pulmonar obstrutiva crônica; 8. Gestante no momento da inclusão no estudo (gravidez não é proibida no período de seguimento); 9. Contra indicação para uso de amiodarona; 10. Estar em uso de amiodarona nos últimos seis meses, exceto se iniciado a não mais que duas semanas e cuja dose de ataque tenha sido <10g ou que a dose de manutenção tenha sido <200mg; 11. Impossibilidade para aderir ao programa de seguimento clínico.
38 Critérios de Exclusão 1. Indicação ou portador de marcapasso; 2. Fibrilação atrial persistente ou permanente; 3. Alcoolismo; 4. Expectativa de vida menor que um ano; 5. Outra doença cardiovascular concomitante; 6. Insuficiência renal ou hepática; 7. Doença pulmonar obstrutiva crônica; 8. Gestante no momento da inclusão no estudo (gravidez não é proibida no período de seguimento); 9. Contra indicação para uso de amiodarona; 10. Estar em uso de amiodarona nos últimos seis meses, exceto se iniciado a não mais que duas semanas e cuja dose de ataque tenha sido <10g ou que a dose de manutenção tenha sido <200mg; 11. Impossibilidade para aderir ao programa de seguimento clínico.
39 Obrigada!
Arritmias não dependentes de doença estrutural. Rogério Andalaft
Arritmias não dependentes de doença estrutural Rogério Andalaft Arritmias e Morte Súbita Arritmias e Morte Súbita As doenças eletrogenéticas Síndromes eletrogenéticas Brugada QT longo TV catecolaminérgica
MÉTODOS DE IMAGEM NA IC COMO E QUANDO UTILIZAR?
Insuficiência Cardíaca no cenário atual MÉTODOS DE IMAGEM NA IC COMO E QUANDO UTILIZAR? Adriana Soares Xavier de Brito INC CDPI Rede D Or [email protected] Insuficiência cardíaca Ecocardiografia Tomografia
DÚVIDAS FREQUENTES NO EXAME CARDIOLÓGICO NO EXAME DE APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
DÚVIDAS FREQUENTES NO EXAME CARDIOLÓGICO NO EXAME DE APTIDÃO FÍSICA E MENTAL XI JORNADA DE MEDICINA DO TRÁFEGO Belo Horizonte, 18-19 julho 2014 AMMETRA- ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE MEDICINA DO TRÁFEGO AMMETRA
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:
ONTARGET - Telmisartan, Ramipril, or Both in Patients at High Risk for Vascular Events N Engl J Med 2008;358:1547-59 Alexandre Alessi Doutor em Ciências da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do
Curso de capacitação em interpretação de Eletrocardiograma (ECG) Prof Dr Pedro Marcos Carneiro da Cunha Filho
Curso de capacitação em interpretação de Eletrocardiograma (ECG) Prof Dr Pedro Marcos Carneiro da Cunha Filho Anatomia cardíaca Coração Anatomia cardíaca Coração Coração Coração Nó Sinoatrial Coração elétrico
Fibrilação Atrial. Revista Qualidade HC. Autores e Afiliação: Área: Objetivos: Definição / Quadro Clínico: Diagnóstico: Exames Complementares:
Fibrilação Atrial Autores e Afiliação: José Fernandes Neto, Henrique Turin Moreira, Carlos Henrique Miranda; Divisão de Emergência Clínicas do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Área: Unidade de
Controle da frequência cardíaca na Fibrilação Atrial
Controle da frequência cardíaca na Fibrilação Atrial Rogério Andalaft Médico assistente da seção médica de Eletrofisiologia Clínica e Arritmias Cardíacas Classificação da Fibrilação Atrial ACC/AHA/ESC
Atualização Rápida CardioAula 2019
CRONOGRAMA Atualização Rápida CardioAula 2019 ABRIL A SETEMBRO. 350 horas/aulas. EM 25 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) ENVIO DA APOSTILA VOLUME 02 (HAS E DISLIPIDEMIAS) ENVIO
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício
SCA Estratificação de Risco Teste de exercício Bernard R Chaitman MD Professor de Medicina Diretor de Pesquisa Cardiovascular St Louis University School of Medicine Estratificação Não-Invasiva de Risco
Disciplina de Enfermagem em Centro de Terapia Intensiva
Disciplina de Enfermagem em Centro de Terapia Intensiva ARRITMIAS CARDÍACAS Prof. Fernando Ramos-Msc 1 Arritmias Cardíacas Uma arritmia cardíaca é uma anormalidade na freqüência, regularidade ou na origem
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Para a avaliação do risco cardiovascular, adotam-se: Fase 1: presença de doença aterosclerótica
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2019 INTENSIVO. ABRIL A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 25 SEMANAS
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2019 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 25 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) Semiologia - Aula 10 - Sopros Especiais /
julho A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 14 SEMANAS
julho A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 14 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) ENVIO DA APOSTILA VOLUME 02 (HAS E DISLIPIDEMIAS) Semiologia - Aula 1 - Introdução
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas Prof. Dr. Paulo Jorge Moffa Importância do ECG na Estratificação de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio ECG no Diagnóstico do Infarto Agudo do Miocárdio Papel
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA COM FUNÇÃO VENTRICULAR PRESERVADA. Dr. José Maria Peixoto
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA COM FUNÇÃO VENTRICULAR PRESERVADA Dr. José Maria Peixoto Introdução A síndrome da IC poder ocorrer na presença da função ventricular preservada ou não. Cerca de 20% a 50 % dos pacientes
XXV JORNADA DE CARDIOLOGIA DA SBC- REGIONAL FSA SEXTA, 04/08/2017
7:30-8:00 Inscrições, entrega de material e recepção 8:00 8:15 Abertura- Israel Costa Reis Presidente da SBC-FSA 8:15 9:50 MESA REDONDA: PREVENÇÃO CARDIOVASCULAR XXV JORNADA DE CARDIOLOGIA DA SBC- REGIONAL
INTERPRETAÇÃO DO ECG resolução de exercícios
INTERPRETAÇÃO DO ECG resolução de exercícios Taquicardia sinusal Taquicardia em geral com QRS estreito, precedidas por ondas P e FC acima de 100 BPM e em geral abaixo de 200 BPM em repouso. Causas: aumento
Validade do uso de sulfato de magnésio visando a neuroproteção de fetos pré-termo
Disciplina de Obstetrícia Departamento de Obstetrícia e Ginecologia Validade do uso de sulfato de magnésio visando a neuroproteção de fetos pré-termo Rossana Pulcineli Vieira Francisco Encefalopatia Hipóxico
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas,
Monitorização Eletrocardiográfica Ambulatorial. Helcio Garcia Nascimento
Monitorização Eletrocardiográfica Ambulatorial Helcio Garcia Nascimento Norman Jefferis Holter 1914-1983 Helena Montana EUA Norman Jefferis Holter (desenvolvimento) 1947 até 1965 JAMA Detection of phantom
SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA
SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos Professores! Como assistir suas aulas e provas no seu PC ou Notebook Semiologia -
BRADIARRITMIAS E BLOQUEIOS ATRIOVENTRICULARES
Página: 1 de 8 1. Diagnóstico - História clínica + exame físico - FC
Introdução. (António Fiarresga, João Abecassis, Pedro Silva Cunha, Sílvio Leal)
Introdução António José Fiarresga Hospital Santa Marta, Hospital Lusíadas Lisboa Pós-Graduação em Medicina de Emergência Abordagem urgente das Síndromes Coronárias Agudas (António Fiarresga, João Abecassis,
JANEIRO A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS EM 34 SEMANAS CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 EXTENSIVO
JANEIRO A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS EM 34 SEMANAS CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 EXTENSIVO 22/01 Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos Professores! Como assistir suas aulas
Realização: AUDITORIA EM SAÚDE DESAFIOS NA CARDIOLOGIA. Patrocínios: Jornada de Auditoria Médica
Realização: AUDITORIA EM SAÚDE DESAFIOS NA CARDIOLOGIA CATEs * ANGIOPLASTIAS * CIRURGIAS * STENTS * FFR * USIC * VALVAS * OCLUSORES * MP * CDI * RESSINCRONIZADORES * EEF * ABLAÇÃO POR RF BVS * TAVI * MITRACLIP
O Processo de Enfermagem aplicado ao Sistema Cardiovascular
Curso preparatório para Concursos - ENFERMEIRO - 2012 O Processo de Enfermagem aplicado ao Sistema Cardiovascular Prof. Fernando Ramos - Msc 1 Eletrofisiologia e Eletrocardiografia cardíaca O Eletrocardiograma
Cirurgia da mama em casos de câncer de mama metastático: entendendo os dados atuais
Cirurgia da mama em casos de câncer de mama metastático: entendendo os dados atuais Giuliano Tosello 1/28 Câncer de mama - Estadio IV Conceitos: TNM Qualquer T (tumor primário), qualquer N (linfonodos
Síndromes Coronarianas Agudas. Mariana Pereira Ribeiro
Síndromes Coronarianas Agudas Mariana Pereira Ribeiro O que é uma SCA? Conjunto de sintomas clínicos compatíveis com isquemia aguda do miocárdio. Manifesta-se principalmente como uma dor torácica devido
I SIMPÓSIO GOIANO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA Da Célula ao Transplante
I SIMPÓSIO GOIANO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA Da Célula ao Transplante Realização / Promoção: Sociedade Goiana de Cardiologia (SBC - GO) Departamento de Insuficiência Cardíaca (DEIC) da SBC Presidente do
QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS?
QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS? QUAL O NÍVEL DE PRESSÃO ARTERIAL IDEAL A SER ATINGIDO PELOS PACIENTES HIPERTENSOS? Níveis pressóricos persistentemente
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) 09/04 Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos
Síndrome Coronariana Aguda
Síndrome Coronariana Aguda Wilson Braz Corrêa Filho Rio de Janeiro, 2010 Curso de Capacitação de Urgência e Emergência Objetivos: Apresentar a epidemiologia da síndrome coronariana aguda nas unidades de
Arritmias Cardíacas CLASSIFICAÇÃO. Taquiarritmias. Bradiarritmias. Supraventriculares. Ventriculares
Arritmias Cardíacas CLASSIFICAÇÃO Bradiarritmias Taquiarritmias Supraventriculares Ventriculares Sinusal Atrial Juncional Fibrilação Atrial Flutter Atrial Paroxística Supraventricular Ventricular (Torsades
PROGRAMA SOCERJ. 04 a 06 de OUTUBRO Hotel Atlântico Búzios Convention Armação dos Búzios - Rio de Janeiro. Especiais: Conecte Estúdio Design
15 PROGRAMA 04 a 06 de OUTUBRO 2018 Hotel Atlântico Búzios Convention Armação dos Búzios - Rio de Janeiro Conecte Estúdio Design Realização: SOCERJ Patrocinadores Especiais: QUINTA-FEIRA 04 DE OUTUBRO
Rua Afonso Celso, Vila Mariana - São Paulo/SP. Telefone: (11) Fax: (11)
Boletim Científico SBCCV Data: 07/12/2015 Número 05 Angioplastia coronária não adiciona benefícios a longo prazo, em comparação ao tratamento clínico de pacientes com doença coronária estável, aponta análise
Aplicações do Eletrocardiograma de Alta Resolução e da Micro Alternância da onda T na prática cardiológica. Rogério Andalaft
Aplicações do Eletrocardiograma de Alta Resolução e da Micro Alternância da onda T na prática cardiológica Rogério Andalaft Evolução da Indicação de CDI na população USA Circulation -2004; 109: 2685-2691
CONDUTAS NO IAM COM INSTABILIDADE ELÉTRICA. Sérgio Luiz Zimmermann
CONDUTAS NO IAM COM INSTABILIDADE ELÉTRICA Sérgio Luiz Zimmermann Mecanismos das Arritmias Necrose e isquemia teciduais Ativação do sistema nervoso autônomo Distúrbios eletrolíticos ticos Distúrbios ácido
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia Versão 2017 2 Objetivos Sistematização, de maneira objetiva,
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos A Medicina Baseada em Evidências (MBE) é definida como o uso consciente, explícito e crítico da melhor evidência atual, integrado com a
FIBRILAÇÃO ATRIAL E FLUTTER ATRIAL
Página: 1 de 7 1. Diagnóstico - História clínica + exame físico. - Eletrocardiograma. Fibrilação atrial (FA) é caracterizada pela ausência de atividade elétrica, contrátil, rítmica e sincronizada dos átrios.
BRADIARRITMIAS. Aula 5 Imersão em Arritmias Cardíacas. Dr. Bruno Andrea
BRADIARRITMIAS Aula 5 Imersão em Arritmias Cardíacas Dr. Bruno Andrea COMO LIDAR COM BRADIARRITMIAS BRUNO RUSTUM ANDREA [email protected] IAC RJ 2017 O QUE É UMA BRADIARRITMIA? É SOMENTE UMA FC BAIXA?
Critérios Prognósticos do Hepatopata na UTI: Quando o tratamento pode ser útil ou fútil
Critérios Prognósticos do Hepatopata na UTI: Quando o tratamento pode ser útil ou fútil Liana Codes, PhD Hospital Universitário Prof. Edgard Santos, UFBA Unidade de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital
Pesquisa Clínica Inovação Instituto Butantan
Pesquisa Clínica Inovação Instituto Butantan Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação A Ciência no Combate à Dengue, Zika e Chikungunya São Paulo, 27/11/2017 Introdução A imunização (vacinação) é uma das
XVI. Eventos Noturnos: Descrição e Importância no Holter
XVI. Eventos Noturnos: Descrição e Importância no Holter EVENTOS NOTURNOS Período noturno Desde crianças, fomos ninados com canções tenebrosas:...nana nenê que a Kuka vem pegar... é o melhor exemplo.
Atualizações em Hemodinâmica e Cardiologia Invasiva. Dr. Renato Sanchez Antonio HCI São Sebastião do Paraíso
Atualizações em Hemodinâmica e Cardiologia Invasiva Dr. Renato Sanchez Antonio HCI São Sebastião do Paraíso FUNDAMENTOS Apenas um estudo clínico controlado randomizado entre a terapia endovascular e a
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório
Estratificação de risco cardiovascular no perioperatório André P. Schmidt, MD, PhD, TSA/SBA Co-responsável pelo CET do Serviço de Anestesia e Medicina Perioperatória do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Hepatites. Introdução
Hepatites Introdução As hepatites virais são importantes causas de morbidade e mortalidade em todo mundo. As hepatites B e C são etiologias de grande relevância na população com cirrose hepática, sendo
Produto: cotovelol Protocolo: XYZ123 Data: 10 de agosto de 2015 Página 1 de 5
Data: 10 de agosto de 2015 Página 1 de 5 Sinopse do Protocolo Título: Estudo Randomizado, Duplo-cego, Controlado por Placebo para Avaliar a Eficácia e Segurança do Uso de Cotovelol no Tratamento da Dor
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho
R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho CASO CLÍNICO Homem, 45 anos, com cirrose por HCV foi admitido com queixa de fraqueza e icterícia de início recente. O paciente possuía
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea Sérgio Madeira, João Brito, Maria Salomé Carvalho, Mariana Castro, António Tralhão, Francisco Costa,
II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste. Dr. Maurício Milani
Teste ergométrico II Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Centro-Oeste Dr. Maurício Milani 15/08/2009 Teste ergométrico Método para avaliar a resposta cardiovascular ao esforço físico
Programa de Aperfeiçoamento em Eletrofisiologia Invasiva e em Estimulação Cardíaca Artificial do Instituto Nacional de Cardiologia
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO A SAÚDE INSTITUTO NACIONAL DE CARDIOLOGIA SERVIÇO DE ARRITMIA E ELETROFISIOLOGIA CLÍNICA Programa de Aperfeiçoamento em Eletrofisiologia
Pneumonia Comunitária no Adulto Atualização Terapêutica
Pneumonia Comunitária no Adulto Carlos Alberto de Professor Titular de Pneumologia da Escola Médica de PósGraduação da PUC-Rio Membro Titular da Academia Nacional de Medicina Chefe do Serviço de Pneumologia,
Displasia arritmogênica de VD
Displasia arritmogênica de VD Rogério Braga Andalaft Médico do Setor de Eletrofisiologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Médico do Centro de Arritmias do Hospital Israelita Albert Einstein
Vigilância no prénatal, puerpério 2017
Vigilância no prénatal, parto e puerpério 2017 Doenças de transmissão vertical Outras: HTLV Tuberculose Malária Chagas Dengue Zika Chikungunya Principais Doenças de Transmissão Vertical no Brasil Sífilis
A função sistólica ventricular direita e a função diastólica ventricular esquerda como preditores de mortalidade na hipertensão arterial pulmonar
A função sistólica ventricular direita e a função diastólica ventricular esquerda como preditores de mortalidade na hipertensão arterial pulmonar 29 Março 2013 Rui Plácido, Petra Ferreira Loureiro, Ana
ARRITMIAS CARDÍACAS. Dr. Vinício Elia Soares
ARRITMIAS CARDÍACAS Dr. Vinício Elia Soares Arritmias cardíacas classificações freqüência cardíaca sítio anatômico mecanismo fisiopatológico da gênese ocorrência em surtos duração do evento 1 CONDIÇÕES
Redução da PA (8 a 10 mmhg da PA sistólica e diastólica) Aumento do tonus venoso periférico volume plasmático
Notícias do LV Congresso SBC On Line Como prescrever exercício na insuficiência cardíaca Até os anos 60-70, recomendava-se repouso de três semanas aos pacientes que se recuperavam de IAM, baseando-se no
Aprimoramento em Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial
Aprimoramento em Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial COORDENADORES: Drs. Dalmo Antonio Moreira e Paulo de Tarso Jorge VICE-COORDENADORES: Dr. Ricardo GarbeHabib Dra. Cecília Boya Barcellos
Vigilância no pré-natal, parto e puerpério 2018
Vigilância no pré-natal, parto e puerpério 2018 Doenças de transmissão vertical Principais patógenos e formas de transmissão Outras: HTLV Tuberculose Malária Chagas Dengue Chikungunya ZIKA Gilbert, 2004
PROTOCOLO DE GERENCIAMENTO DE SEPSE 11- INSTRUÇÕES MULTIPROFISSINAIS ESPECÍFICAS: TIPO DE INSTRUÇÃO. Primeiras 06 horas
PROTOCOLO DE GERENCIAMENTO DE SEPSE 11- INSTRUÇÕES MULTIPROFISSINAIS ESPECÍFICAS: EQUIPE TIPO DE INSTRUÇÃO Primeiras 06 horas ü Garantir restauração volêmica imediata (30ml/Kg) em 30 minutos. ü Solicitar
PROGRAMA FINAL Hotel Ouro Minas
PROGRAMA FINAL Hotel Ouro Minas Belo Horizonte - MG 10 e 11 de dezembro de 2009 folder.indd 1 4/12/2009 12:16:17 Coordenação Antonio Carlos P. Chagas Jadelson Pinheiro de Andrade Luiz Antonio de A. Campos
Jorge Yussef Afiune Divisão de Cardiologia Pediátrica.
Diagnóstico e tratamento das principais arritmias na criança Jorge Yussef Afiune [email protected] Divisão de Cardiologia Pediátrica www.paulomargotto.com.br Sistema elétrico do coração
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 3 Profª. Tatiane da Silva Campos - A identificação de indivíduos assintomáticos portadores de aterosclerose e sob risco de eventos
DIAGNÓSTICOS PARA ENCAMINHAMENTO VIA CROSS PARA TRIAGEM NO INSTITUTO DO CORAÇÃO
DIAGNÓSTICOS PARA ENCAMINHAMENTO VIA CROSS PARA TRIAGEM NO INSTITUTO DO CORAÇÃO AMBULATÓRIO GERAL CID B570 B572 D151 E059 E260 E783 E784 E785 E786 E788 E789 E853 I050 I051 I058 I059 I060 I061 I062 I068
Sindromes Genéticas,Sindrome de Brugada,Síndrome do QT longo,miocárdio não compactado Eletrofisiologia
Sindromes Genéticas,Sindrome de Brugada,Síndrome do QT longo,miocárdio não compactado Eletrofisiologia Rogerio Andalaft Medico assistente do setor de eletrofisiologia clínica e arritmias cardíacas do Intituto
PREVENÇÃO DA CARDIOTOXICIDADE ESTRATÉGIAS QUE DÃO CERTO
PREVENÇÃO DA CARDIOTOXICIDADE ESTRATÉGIAS QUE DÃO CERTO Eline Lôbo de Souza OBJETIVO PRIMÁRIO DO TRATAMENTO DO CÂNCER: a. Erradicar e prevenir sua recorrência b. Prolongar a vida e a qualidade de vida
Doença Arterial Coronária: O Valor do Tratamento Clínico na Era da Maturidade da ICP
Curso Anual de Revisão em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - 2009 São Paulo, 13 e 14 de novembro de 2009. Módulo III: Intervenção Coronária Percutânea Indicações Clínicas Doença Arterial Coronária:
REGIME DE CONDICIONAMENTO ALTERNATIVO PARA TRANSPLANTE DE PACIENTES COM ESCLEROSE SISTÊMICA APRESENTANDO ENVOLVIMENTO CARDÍACO
REGIME DE CONDICIONAMENTO ALTERNATIVO PARA TRANSPLANTE DE PACIENTES COM ESCLEROSE SISTÊMICA APRESENTANDO ENVOLVIMENTO CARDÍACO Juliana Elias, Daniela Moraes, Ana Beatriz Stracieri, Luiz Guilherme Darrigo-Jr,
ROBERTO MAX LOPES Hospital Biocor e Santa Casa de Belo Horizonte
ROBERTO MAX LOPES Hospital Biocor e Santa Casa de Belo Horizonte Corresponde a 5 a 10 % das DCC Cardiopatia congênita mais encontrada no adulto Pode estar associada a patologia do sistema de condução em
Resultados do Programa BPC Pesquisador Principal BPC Brasil Fábio P. Taniguchi
Resultados do Programa BPC 2017 Pesquisador Principal BPC Brasil Fábio P. Taniguchi Marcos do Programa BPC Brasil Articulação novos centros Junho 15 AHA Março 16 início coleta dados Programa de Melhoria
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória 1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiorrespiratório Egan. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. (Seção 3, caps.7 e 8) WEST, J.B. Fisiologia respiratória
Pacemaker sem eléctrodo
Pacemaker sem eléctrodo Indicações e resultados João R. Agostinho Contexto histórico 1932 1º Sistema de pacing externo Alber S. Hyman 1958 1º Pacemaker epicárdico Rune Elmqvist e Åke Senning 1958 1º Elétrodo
