Gerência da qualidade
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- Alexandre de Lacerda Farias
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1 Gerência da qualidade
2 Abordagens da Qualidade - Opções - Abordagem baseada em Manufatura: considera a qualidade como sendo conformidade com as especificações. Foco no processo produtivo. - Abordagem baseada no Usuário: considera a qualidade como sendo a adequação às necessidades do cliente. Foco no cliente. - Abordagem baseada em Produto: considera a qualidade como sendo características pré-programadas de desempenho do produto. Foco no produto/projeto. - Abordagem baseada em Valor: considera a qualidade como sendo o elemento de excelência percebida pelo cliente. Foco no conceito/cliente.
3 Lacunas da Qualidade - GAPs O diagnóstico de qualidade baseado no fechamento de lacunas consiste em conciliar visões de qualidade onde o que o cliente espera do produto/serviço seja o que ele percebe do produto/serviço. Lacuna 01 qualidade de produção versus qualidade obtida Lacuna 02 conceito versus especificações Lacuna 03 especificações versus qualidade real Lacuna 04 qualidade real versus imagem comunicada
4 Premissas do Planejamento e Controle de Qualidade - Método 1º) Definir as características da qualidade 2º) Decidir como medir essas características 3º) Estabelecer padrões de qualidade 4º) Controlar a qualidade obtida segundo os padrões estabelecidos 5º) Corrigir as causas da má qualidade 6º) Exercer a melhoria contínua
5 1. Padronização e Normalização * Eli Witney, durante a Revolução Industrial introduziu o conceito de padronização de componentes, processos e ferramentas. * Assim, da produção artesanal migrou-se para produção seriada. * Padronização significa uniformidade de processos. Já a normalização é a aplicação de alguma padronização. Assim, a norma sempre obriga a organização a seguir um padrão determinado.
6 A ISO
7 Objetivo das Normas
8 Princípios da Qualidade
9 O Sistema da Qualidade
10 A Estrutura da Norma ISO 9001
11 A ISO * Trata-se da norma que regulamenta o processo de reclamações sobre bens ou serviços na organização. Estrutura Planejamento Projeto Operação Manutenção melhorias Princípios Visibilidade Acessibilidade Prontidão nas respostas Objetividade Ônus Foco no cliente Confidencialidade Responsabilidade Melhoria contínua
12 A ISO * É a norma que regulamenta o sistema de gestão ambiental da organização. Estrutura Priorização de aspectos ambientais Integração dos aspectos no projeto da organização Comunicação do desempenho ambiental Monitoração do desempenho ambiental Princípios Emprego mínimo de matéria prima Aumento de vida útil do produto Energia consumida no ciclo de vida Prover reciclagem Empregar reciclados Melhoria contínua
13 A ISO * É a norma que regulamentará o sistema de responsabilidade social da organização. Estrutura Definições O contexto da Resp. Social Orientações e cuidados Orientações para implantação Princípios Responsabilidade social Sustentabilidade Imagem da marca Melhoria contínua
14 Definição É o processo que busca identificar se uma peça, amostra ou lote atende determinadas especificações da qualidade. Realiza-se a inspeção em produto já existente ou em processo, para verificar se a qualidade das partidas apresentadas atende às especificações de aceitação. A inspeção sempre é centrada em uma característica da qualidade (indicador), e de acordo com a importância deste critério para o funcionamento da peça avaliada. O resultado da inspeção pode levá-la à rejeição.
15 FORMAS BÁSICAS DE INSPEÇÃO a) Inspeção por Atributos Neste caso verifica-se a ocorrência de defeitos, sem determinar-se sua intensidade. É uma avaliação qualitativa. b) Inspeção por Amostragem É realizada sobre uma fração da partida (amostra). c) Inspeção por Variáveis A característica da qualidade é avaliada de forma quantitativa, envolvendo mensurações. d) Inspeção Completa (100 %) Todo lote é inspecionado. Aplica-se quando qualquer defeito apresentado na peça, componente ou material, impeça o funcionamento ou utilização do produto final, ou ponha em risco o usuário.
16 FINALIDADE DA INSPEÇÃO? a) Aceitação b) Rejeição c) Retificação (Inspeção retificadora) Caso o teste indicar rejeição de N providencia-se a substituição das unidades defeituosas.
17 CONCEITOS BÁSICOS IMPORTANTES DA NORMA Tamanho da Amostra (n) É a parcela representativa do lote. Quanto maior a amostra, maior a representatividade, porém maior é o custo da inspeção. Nível de Qualidade Aceitável (NQA) Corresponde ao nível da qualidade considerado satisfatório (dentro do aceitável). Até 10 na tabela estima-se em porcentagem (%). A partir disso de 15 a 100 considera-se unidade não conforme em cada 100 peças. De 150 a 1000 considera-se unidade não conforme em cada 1000 peças. Nível de Inspeção Fixa a relação entre o tamanho do lote e o tamanho da amostra. Geralmente adota-se o nível 2 da norma. Quando necessário menor discriminação utiliza-se o nível 1. Quando necessário maior discriminação utiliza-se o nível 3. Ainda existem os níveis especiais (S1, S2, S3, S4) para amostras muito pequenas que tolere grandes riscos.
18 PLANO DE AMOSTRAGEM
19 PLANO DE AMOSTRAGEM
20 PLANO DE AMOSTRAGEM
21 Norma NBR 5426
22 Norma NBR 5426
23 SIMULAÇÃO
24 SIMULAÇÃO
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a) Inspeção por Atributos Neste caso verifica-se a ocorrência de defeitos, sem determinar-se sua intensidade. É uma avaliação qualitativa.
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