Um processo para a execução da estratégia. Roberto de Campos Lima
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- Neusa Batista Palhares
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1 Um processo para a execução da Roberto de Campos Lima
2 Um processo para a execução da Roberto Campos de Lima Introdução O termo é um conceito militar bastante antigo, definido pela aplicação de forças contra determinado inimigo. O termo origina-se da palavra grega strategos com o significado a arte do general, ou ainda, a ciência dos movimentos guerreiros fora do campo de visão do general. Em termos organizacionais, trata-se de mobilizar recursos para atingir objetivos, mediante utilização, pela alta administração, de um plano, uma direção ou um curso de ação para o futuro. De forma mais simples, a pode ser vista como um conjunto de escolhas objetivos e caminhos de evolução sobre questões fundamentais para o sucesso da organização. Ao optar por caminhos, a organização busca posicionar-se no mercado e convergir esforços para a direção estabelecida. Uma pesquisa realizada recentemente pelo The Conference Board em 40 países aponta a Execução da Estratégia como uma das principais preocupações dos executivos. Seus resultados indicam que o problema não está na qualidade da, mas sim na qualidade da execução. Muitas vezes as falhas de execução da acontecem justamente porque os executivos, de forma paradoxal, consideram que a execução é uma tarefa que não lhes compete, algo que pode e deve ser delegado para os níveis mais operacionais da organização e sobre a qual não têm responsabilidade direta. Não se trata de concentrar a ação dos executivos em questões operacionais, mas envolve-los diretamente naquelas iniciativas de alto impacto para a consecução dos objetivos estratégicos, assegurando prioridade de execução. Nossa experiência mostra que nas organizações centradas em resultados duradouros, a execução da é a principal tarefa da liderança e o desempenho das metas é monitorado periodicamente como forma de garantir o rápido ajuste às constantes mudanças no ambiente competitivo. 1 Fonte: CEO Challenge 2007: Top 10 Challenges, The Conference Board
3 Um processo para a execução da Lawrence G.Hrebiniak, professor da Wharton School, sugere que o principal problema do ponto de vista da execução da está no fato de que fomos educados a planejar, mas não sabemos executar. O professor Hrebiniak afirma ainda, com muita propriedade, que nossas escolas de negócios formam planejadores sem compromisso com a execução, como se apenas planejar fosse suficiente para gerar resultados. Analisar o ambiente de negócios Gerenciar a execução Escolher a Mapear a Conclui-se, portanto, que a disciplina de executar a não é uma tarefa simples e natural para os executivos dos nossos dias, principalmente se considerarmos a grande velocidade de mudanças que vivemos. Portanto, é preciso estabelecer um novo paradigma de gestão estratégica que permita o constante acompanhamento da evolução da organização e de seu contexto competitivo. A execução requer uma estrutura lógica e sistemática de acompanhamento, um framework simples e objetivo que deve fazer parte do processo de gestão das organizações. A execução da pode ser sintetizada em um ciclo composto basicamente por quatro passos, que operam de forma cíclica e contínua, podendo cada um deles ser acionado a qualquer tempo, dependendo da maturidade e do contexto estratégico em que se encontra a organização. 2 Fonte: Making Strategy Work Leading effective execution and change, Lawrence G.Hrebiniak
4 Análise do ambiente de negócios Análise do Ambiente de Negócios Conhecer o ambiente de negócios significa compreender as variáveis externas que afetam diretamente a organização, a dinâmica competitiva de cada setor e seus principais vetores de desempenho. Significa, sobretudo, compreender os movimentos do mercado, o panorama futuro e as principais alternativas estratégicas que se apresentam. Para que tal análise seja efetiva é necessário delimitar a natureza e a abrangência das informações a serem buscadas, utilizando como referência o Negócio e a Missão da empresa. O Negócio atua como a moldura que delimita o ambiente a ser analisado, e a Missão delimita a concentração da análise, respondendo à pergunta: Que variáveis afetam o nosso negócio? Este é um componente fundamental na gestão em nossos dias, pois a grande velocidade com que as mudanças acontecem exige informação de qualidade para a tomada de decisões. As organizações vencedoras são aquelas que conseguem implementar a sua antes que de seus competidores e certamente maximizam os resultados dessa implementação, quando executam na direção certa, antecipando tendências, tecnologias e variações no contexto político e econômico. A adoção de práticas de inteligência estratégica evita que a organização tenha uma visão míope acerca do seu mercado, concorrentes e outras variáveis que afetam o negócio. Mais do que dados ou números acerca do ambiente competitivo, este processo visa identificar como cada variável afeta diretamente a competitividade da organização, transformando a análise em inteligência estratégica para a tomada de decisões. Escolha da Estratégia é essencialmente uma questão de escolha. Embora o foco de implementação seja o problema principal, certamente uma parte importante das falhas é causada pela falta de clareza da própria. É preciso responder às perguntas O que devemos fazer? e, principalmente, O que não devemos fazer?, por uma questão de priorização na alocação dos recursos, que são escassos na organização Claro que toda escolha implica numa renúncia, portanto, é preciso escolher o que fazer, que clientes buscar, que produtos lançar e assim por diante. Mas acima de tudo, é preciso escolher o que não fazer, estabelecendo o foco do negócio. Vale lembrar o dito popular: Quem fica em cima do muro leva tiros dos dois lados. Durante a etapa de escolha estratégica a ideologia central da organização Visão, Missão e Valores - é revisada e estabelecida claramente, bem como os clientes-alvo e as características do posicionamento de mercado e da proposta de valor aos clientes. Desta forma, a organização estabelece os pilares para execução da.
5 A deve levar em consideração que é preciso alocar de forma racional recursos finitos em uma realidade de necessidades infinitas. Já que os recursos restringem as alternativas, é preciso identificar as opções que mais agregam valor ao negócio, levando em consideração os desafios futuros. Mapeamento da As diretrizes estratégicas de uma organização estão normalmente muito distantes da dimensão de operações, o que demanda torná-las mais claras e acessíveis a todos os níveis da organização. A difícil tarefa de executar a exige que se criem instrumentos que a traduzam em uma linguagem comum a todos da organização, possibilitando ainda a sua gestão. Objetivos Indicadores Metas Iniciativas Definem o que a organização quer atingir em cada uma das perspectivas da sua Sinalizam o desempenho da organização em cada um dos objetivos Determinam o nível de performance esperado em cada indicador Ações ou intervenções necessárias para o alcance do desempenho esperado Desenvolver canais de distribuição Novos clientes com canais indiretos Cobertura geográfica dos canais de distribuição 30% 80% Programa de desenvolvimento de canais indiretos O Balanced Scorecard-BSC, criado no início da década de 90 por Robert Kaplan, professor de Harvard, e David Norton, consultor de empresas, vem suprir esta lacuna, atuando como um modelo poderoso para o alinhamento, gestão e comunicação da. É um modelo que traduz a Estratégia em termos operacionais utilizando quatro elementos principais: Mapa Estratégico, Indicadores, Metas e Projetos Estratégicos. O grande diferencial do BSC é a sua simplicidade e a sua capacidade de mostrar as prioridades organizacionais de uma forma sintética e, ao mesmo tempo, permitir uma fácil comunicação a todos os colaboradores. O BSC permite que a organização responda à questão, como fazer com que nossa seja facilmente compreendida?, pois os objetivos são dispostos em um Mapa Estratégico, uma forma de representar graficamente a da organização, explicitando claramente as relações de causa e efeito entre os objetivos das diversas dimensões da organização: acionistas, mercado, processos de negócio e aprendizado e crescimento. 3 Balanced Scorecard Measures that drive performance, Robert S.Kaplan and David P.Norton, 1992
6 Já os indicadores são utilizados para testar o alcance dos objetivos estratégicos e as metas representam o valor deste indicador no futuro, ou seja, a expectativa de desempenho ao longo do tempo. Por fim, os Projetos Estratégicos são os meios que ajudarão a organização a alcançar os desafios impostos pelas metas. São os programas, iniciativas ou ações de intervenção que estão diretamente associados à por meio de um objetivo estratégico. Gerenciamento da execução da Depois de mapear a, traduzindo-a em uma linguagem comum a todos na organização, é necessário alinhar a Estratégia à gestão, estabelecendo um processo continuado de avaliação do desempenho e fundamentando a tomada de decisão com foco no longo prazo. Assegurar que a seja efetivamente executada implica uma importante alteração na dinâmica de tomada de decisões da organização e na incorporação de um processo sistemático de controle e análise de resultados. Em última análise, é fazer com que a reflexão estratégica e a questão estamos no caminho certo?, sejam parte do dia-a-dia dos executivos. Esta é uma verdadeira contradição com o discurso de preocupação com a execução da, pois embora amplamente aceita em tese, a priorização da pauta de longo prazo nas reuniões executivas é uma grande dificuldade nas organizações. A limitação de tempo dos gestores faz com que reuniões com foco na não sejam priorizadas ou não tenham a atenção adequada. O comprometimento dos executivos com a agenda estratégica e a manutenção do tema na pauta das reuniões executivas é fundamental para a execução. Conclusão Na maioria das organizações, os executivos são capacitados para a formulação das s competitivas dos negócios, mas não para sua implementação.
7 Analisar o ambiente de negócios Escolher a Mapear a Gerenciar a execução Compreender as variáveis externas que afetam diretamente o negócio Conhecer a dinâmica competitiva e os principais vetores do desempenho do setor Entender os movimentos do mercado, o panorama futuro que se apresenta e as principais alternativas estratégicas Estabelecer claramente a ideologia central da organização (Missão e Valores); Definir a visão de futuro Definir clientes-alvo e características da proposta de calor para esses clientes Estabalecer diretrizes estratégicas. Detalhar Objetvos Estratégicos Definir indicadores de desempenho e suas metas de longo prazo Priorizar projetos estratégicos Comunicar a a todos os colaboradores Alinhar a gestão estratégica à governança organizacional, estabelecendo um processo continuado de avaliação da performance Alinhar a estrutura organizacional para garantir a correta execução Que variáveis afetam o nosso negócio? O que devemos fazer, e o que não devemos fazer? O que devemos fazer, e o que não devemos fazer? Estamos no caminho certo? Execução da A adoção de um ciclo formal de execução da facilita a definição e desdobramento da, bem como a adequação do modelo de gestão para atender às demandas do negócio. O Balanced Scorecard atua como importante mecanismo para acompanhamento da e suporte à tomada de decisões, fundamentado em indicadores que refletem o processo da organização em direção à sua visão de futuro. Porém, para que o BSC produza resultados e auxilie a execução da, tem que ser utilizado na sua plenitude. A definição de um processo formal de Gerenciamento da Execução da Estratégia é de vital importância. Sem a periódica mensuração dos indicadores, sem o acompanhamento dos projetos estratégicos e sem que as reuniões para tomada de decisão sejam realizadas a execução não estará orientada pela. O ciclo de execução da é, na sua essência, um processo que visa o estabelecimento de uma sistemática de gestão visando integração da na tomada de decisões. São passos elementares para que uma organização coloque seu foco na e com isso a execute efetivamente. Certamente o caminho para uma execução de alto impacto não é simples, mas pode trazer importantes ganhos para o uso dos recursos, cada vez mais escassos e, sobretudo ampliar o foco da organização nas prioridades de longo prazo.
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