RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA
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- Victor Gabriel Chaves Salvado
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1 SUMÁRIO No primeiro trimestre de, a produção de seguro directo, relativa à actividade em Portugal das empresas de seguros sob a supervisão do ISP, apresentou, em termos globais, uma quebra de 29,8% face ao trimestre homólogo de 21, totalmente explicada pelo ramo Vida. No período em referência, os custos de seguro directo apresentaram um aumento de 51%, também explicado pelo ramo Vida. Nos ramos Não Vida assistiu-se a um decréscimo desta rubrica de 17,8%. Durante o primeiro trimestre de verificou-se uma diminuição do valor das empresas de seguros de 3,1%. Para esta variação contribuíram as aplicações afectas às carteiras do ramo Vida (-3,5%), tendo contudo este indicador crescido ligeiramente nos ramos Não Vida (,2%). O rácio de cobertura das registou uma redução de,9 pontos percentuais face a Dezembro de 21, provocada pelo decréscimo no ramo Vida e nos ramos Não Vida. Os resultados líquidos apurados neste período atingiram o valor de 15 milhões de euros. A taxa de cobertura da margem de das empresas supervisionadas pelo ISP situou-se, em Março de, na ordem dos 154%. Em termos globais verificou-se uma quebra significativa ao nível da produção de seguro directo. De facto, esta apresentou uma diminuição na ordem dos 29,8% face ao trimestre homólogo de 21, situando-se ligeiramente acima dos 3 mil milhões de euros. Esta situação deveu-se exclusivamente à evolução da produção observada no ramo Vida, cujo decréscimo ultrapassou os 39%. Nos ramos Não Vida, pelo contrário, a produção manteve-se praticamente constante, tendo apresentado um ligeiro aumento, conforme se constata no quadro abaixo. Produção de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Ramo Vida Ramos Não Vida A evolução registada no ramo Vida conduziu a uma redução do seu peso no total da carteira superior a 1 pontos percentuais face ao trimestre homólogo do ano anterior. Estrutura da carteira (1.º trimestre ) Ramos Não Vida 33,7% Ramo Vida 66,3% 1
2 Ao longo dos trimestres verifica-se uma produção tipicamente constante nos ramos Não Vida cerca de 1 milhar de milhões de euros sendo a evolução da produção global ditada pelo ramo Vida. Milhões euros Evolução da produção de seguro directo Mar - 9 Jun - 9 Set - 9 Dez - 9 Mar - 1 Jun - 1 Set - 1 Dez - 1 Mar - 11 Ramo Vida Ramos Não Vida Total Os custos de seguro directo apresentaram um acréscimo de 51% face ao trimestre homólogo, evolução justificada exclusivamente pelo ramo Vida (75,7%), tendo os ramos Não Vida decrescido 17,8%. Custos de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Ramo Vida Ramos Não Vida Tal como na produção, é o ramo Vida que condiciona a tendência da evolução dos custos com sinistros, sendo que, para o conjunto dos ramos Não Vida, o seu valor ronda, ao longo dos trimestres, valores estáveis na ordem dos 6 a 7 milhões de euros. Evolução dos custos de seguro directo em Portugal Milhões euros Mar-9 Jun-9 Set -9 Dez -9 Mar -1 Jun-1 Set -1 Dez -1 Mar -11 Ramo Vida Ramos Não Vida Total 2
3 A produção de seguro directo do ramo Vida registou uma redução significativa, voltando a apresentar um valor inferior a 2 mil milhões de euros, o que não acontecia desde 25. Esta variação negativa é parcialmente justificada pela elevada produção ocorrida em período homólogo de 21. Os Contratos de Investimento também apresentaram uma diminuição de 15,6% face ao primeiro trimestre de 21. Esta quebra, na ordem dos 1,3 mil milhões de euros, resultou, principalmente, do decréscimo da produção de Seguros de Vida não ligados a fundos de. Produção de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Contratos de Seguro Vida Não Ligados Vida Ligados Operações de Capitalização Contratos de Investimento Vida Não Ligados Vida Ligados Operações de Capitalização Ramo Vida - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) Milhões euros
4 Os gráficos seguintes, que comparam trimestres homólogos, evidenciam a evolução já mencionada, destacando-se a quebra dos Seguros de Vida não ligados a fundos de. Vida Não Ligados - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) Milhões euros Vida Ligados - Produção de seguro directo (períodos homólogos) Operações de Capitalização - Produção de seguro directo (períodos homólogos) As alterações verificadas na produção do ramo Vida implicaram uma redução de cerca de 18 pontos percentuais no peso relativo dos Contratos de Seguro não ligados a fundos de (54,4% em Março de 21), por contrapartida do aumento registado na quota-parte dos Contratos de Investimento ligados (15,5% em Março de 21). 4
5 Estrutura da carteira do Ramo Vida (1.º trimestre ) Vida Ligados 1,1% Operações de Capitalização,% Não Ligados 29,7% Contratos de Investimento 63,1% Ligados 33,4% Vida Não Ligados 35,9% Operações de Capitalização,% Tal como referido anteriormente, os custos de seguro directo do ramo Vida aumentaram em relação ao trimestre homólogo, conforme se constata no seguinte quadro: Custos de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Contratos de Seguro Montantes pagos Vida Não Ligados Vida Ligados Operações de Capitalização Variação da provisão para sinistros Vida Não Ligados Vida Ligados Operações de Capitalização Contratos de Investimento Vida Não Ligados Vida Ligados Operações de Capitalização Esta evolução é explicada pelo aumento dos resgates, que representaram cerca de 67,2% dos custos dos três meses em análise (58,2% em 21). O valor dos resgates duplicou face ao período homólogo, tendo-se observado um acréscimo do mesmo em todas as modalidades resgatáveis do ramo Vida. 5
6 O gráfico seguinte evidencia a evolução trimestral do peso relativo de cada modalidade nos custos do ramo Vida. Evolução da estrutura de custos de seguro directo do Ramo Vida 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% % Mar -9 Jun -9 Set -9 Dez -9 Mar -1 Jun -1 Set -1 Dez -1 Mar -11 Não Ligados Ligados Operações de Capitalização A produção dos ramos Não Vida apresentou um ligeiro aumento face ao trimestre homólogo pelo segundo ano consecutivo, contrariando a tendência de decréscimo verificada nos anos anteriores. De salientar, no período em estudo, o crescimento dos ramos Doença e Incêndio e, por contraposição da modalidade Acidentes de. Nestes três meses, o seguro Automóvel apresentou um incremento na sua produção, o que não acontecia desde 26. Produção de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Acidentes de Doença Incêndio e Automóvel Restantes Ramos Acidentes Pessoais e Pessoas Transportadas Transportes e Mercadorias Transportadas Responsabilidade Civil Geral Diversos Contratos de Prestação de Serviços
7 Ramos Não Vida - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) A estrutura de prémios dos ramos Não Vida manteve-se estável, à semelhança do que tem vindo a registar-se nos três primeiros meses dos últimos anos. De salientar, contudo, a perda de peso da modalidade Acidentes de (16,5%%, 15,7% e 15,2% no primeiro trimestre de 29, 21 e, respectivamente) e o aumento do ramo Incêndio e (18,3%, 19,1% e 19,3% no mesmo período). Em consequência do que foi referido relativamente ao seguro Automóvel, este quase recuperou a sua parcela na estrutura dos ramos Não Vida de 29. Estrutura da carteira dos Ramos Não Vida (1.º trimestre ) Marítimo e Transportes,5% Incêndio e Outros Danos 19,3% Diversos 3,6% Resp. Civil Geral Merc. 3,2% C. Prestação Transportadas Serviços,7%,% Acidentes e Doença 35,9% Automóvel 36,4% Aéreo,3% Ao contrário dos últimos anos, no primeiro trimestre de, assistiu-se uma inversão da tendência dos custos de seguro directo. Efectivamente, os referidos custos apresentaram um quebra de 17,8% (face a crescimentos de 7% e 8,2% em 29 e 21, respectivamente). Refira-se que o ramo que mais contribuiu para esta evolução foi Incêndio e cuja redução atingiu os 62%. Recorde-se, no entanto, que a sinistralidade deste ramo tem, tipicamente, um comportamento volátil, sendo que esta diminuição se prendeu certamente com os elevados custos verificados no primeiro trimestre de 21, decorrentes da intempérie ocorrida na Região Autónoma da Madeira. 7
8 Custos de seguro directo em Portugal Valores em 1 3 Euro Mar-9 Mar-1 Mar-11 Total Montantes pagos Acidentes de Doença Incêndio e Automóvel Restantes Ramos Acidentes Pessoais e Pessoas Transportadas Transportes e Mercadorias Transportadas Responsabilidade Civil Geral Diversos Contratos de Prestação de Serviços Variação da provisão para sinistros Acidentes de Doença Incêndio e Automóvel Restantes Ramos Acidentes Pessoais e Pessoas Transportadas Transportes e Mercadorias Transportadas Responsabilidade Civil Geral Diversos A estrutura dos custos de seguro directo dos ramos Não Vida tem sido idêntica ao longo dos trimestres. Refira-se, contudo, que nos primeiros meses de os ramos/modalidades Acidentes de e Automóvel ganharam peso no conjunto dos custos dos ramos Não Vida de cerca de 4,1 e 8,7 pontos percentuais, respectivamente. Por oposição o ramo Incêndio e regista uma redução na ordem de 13,6 pontos percentuais, como seria expectável face à diminuição principalmente da variação da provisão para sinistros. Evolução da estrutura de custos de seguro directo dos Ramos Não Vida 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% % Mar -9 Jun-9 Set-9 Dez-9 Mar -1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar -11 AT Doença Incêndio Automóvel Restantes Ramos C. Prestação Serviços 8
9 O aumento a que se assistiu na produção, conjugado com a diminuição dos custos, resultou numa melhoria significativa do rácio de sinistralidade (custos / prémios brutos emitidos) de cerca de 12 pontos percentuais face ao trimestre homólogo. Ramos Não Vida - Rácio de sinistralidade de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 82% 77% 72% 67% 62% 57% 52% 7% 63% 58% 75% 7% 71% 69% A produção de seguro directo de Acidentes de, actividade em Portugal, apresentou, no primeiro trimestre de, o valor mais baixo dos últimos anos, com uma quebra de cerca de 2,4% face ao trimestre homólogo de 21, traduzindo claramente a degradação da actividade económica. Acidentes de - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) Na sequência da redução verificada na produção e no aumento registado nos custos, o rácio de sinistralidade agravou-se cerca de 5 pontos percentuais, situando-se nos 72%. Acidentes de - Rácio de sinistralidade de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 12% 11% 1% 9% 8% 7% 6% 5% 72% 68% 67% 91% 88% 88% 84% 67% 66% 94% 84%
10 A produção de seguro directo do ramo Doença tem vindo a apresentar nos últimos anos uma evolução positiva, registando, no entanto, um abrandamento no crescimento. No primeiro trimestre de, constatou-se um aumento de,7% face ao trimestre homólogo do ano anterior. Doença - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) O facto de os custos de seguro directo do ramo em análise terem apresentado uma redução de 14,2% associado ao já referido crescimento da produção, resultou numa diminuição do rácio de sinistralidade trimestral em cerca de 8,6 pontos percentuais, situando-se nos 49%. Doença - Rácio de sinistralidade de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 6% 58% 49% 8% 95% 93% 94% A produção de seguro directo do ramo Incêndio e registou um acréscimo na ordem dos 1,6%. Incêndio e - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 99% 96%
11 Considerando que este é um ramo composto por diversas modalidades, torna-se conveniente analisar o impacto que algumas delas têm na variação global. Assim, em termos relativos, apesar de a maioria das modalidades apresentarem um decréscimo nos prémios brutos emitidos, este foi compensado pelo crescimento verificado na modalidade Riscos Múltiplos Habitação (7,7%) com um peso de 48,2% no cômputo do ramo. De salientar ainda o aumento do ramo Pecuário, cuja produção quase triplicou face ao primeiro trimestre de 21. Estrutura do ramo Incêndio e Riscos Múlt. Outros 1,3% Riscos Múlt. Industrial 15,7% Roubo,6% Agrícola - Incêndio,% Inc. Elem. Natureza 2,4% Agrícola - Colheitas,9% Avaria Máquinas 3,7% Outros Danos 6,4% Cristais,1% Det. Bens Refrigerados,% Riscos Múlt. Habitação 48,2% Pecuário,% Riscos Múlt. Comerciantes 2,7% Fruto da já referida redução nos custos, o rácio de sinistralidade relativo ao primeiro trimestre, apresentou um valor inferior em cerca de 58 pontos percentuais. É de notar que, como seria de esperar, a sinistralidade deste ramo apresenta um comportamento volátil, conforme se observa no gráfico seguinte: Incêndio e - Rácio de sinistralidade de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 1% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 93% 52% 35% 62% 58% 44% 38% 67% 6% O ramo Automóvel registou um aumento dos prémios brutos emitidos de seguro directo, tendo no primeiro trimestre de apresentado um crescimento de 1,9%. Sublinhe-se que, nos três últimos trimestres de 21, já se havia verificado acréscimos na produção face aos períodos homólogos, conforme se pode constatar no gráfico seguinte: 11
12 Automóvel - Produção de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) Tal como a produção, os custos do ramo Automóvel também inverteram a tendência que apresentavam desde 26, tendo registado um aumento de,4% face a Março de 21. Contudo, o rácio de sinistralidade apresentou uma diminuição de cerca de 1 ponto percentual, devido ao acréscimo dos prémios brutos emitidos. Automóvel - Rácio de sinistralidade de seguro directo em Portugal (períodos homólogos) 85% 8% 75% 7% 65% 6% 77% 76% 76% 74% 71% 8% 8% 62% 61% 55% Evolução trimestral da cobertura das Durante o primeiro trimestre de assistiu-se a um decréscimo do valor das empresas de seguros de 3,1%, face aos montantes sob gestão no final de 21. Para esta variação contribuíram as aplicações afectas às carteiras do ramo Vida (-3,5%), tendo contudo este indicador crescido ligeiramente nos ramos Não Vida (,2%). O rácio de cobertura das registou uma redução de,9 pontos percentuais face a Dezembro de 21, provocada pela diminuição no ramo Vida e nos ramos Não Vida, conforme se constata nos quadros seguintes: 12
13 Valores em 1 3 Provisões técnicas do ramo Vida Euros Mar-1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar-11 Total Activos Total PT Vida excluindo ligados e PPR PPR Ligados Cobertura das PT Vida 13,9% 12,6% 13,1% 12,1% 11,5% 49. Vida 15% % % % % 43. 1% Mar -1 Jun -1 Set -1 Dez -1 Mar -11 Total activos Total PT Cobertura das PT Vida Cobertura PT Provisões técnicas dos ramos Não Vida Valores em 1 3 Euros Mar-1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar-11 Total Activos Total PT Acidentes de Outros seguros Não Vida Cobertura das PT Não Vida 19,1% 19,5% 11,5% 11,9% 19,4% Não Vida Mar -1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar % 11% 19% 18% Cobertura PT Total activos Total PT Cobertura das PT Não Vida 13
14 2. Evolução trimestral da composição s A diversificação do tipo de aplicações nas carteiras de afectas à cobertura das provisões técnicas do ramo Vida e dos ramos Não Vida é semelhante à verificada em Dezembro de 21. Observando-se contudo, um acréscimo do peso relativo das aplicações em Depósitos bancários. A 31 de Março de os valores de mercado dos instrumentos de dívida representavam cerca de 8% em Vida e 6% em Não Vida. Em Dezembro de 21 esta concentração era de 81% em Vida e 61% em Não Vida. Composição do ramo Vida Mar-1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar-11 Total activos (1 3 Euros) Dívida pública 2% 21% 23% 24% 24% Obrigações privadas 64% 62% 6% 57% 56% Acções 2% 2% 2% 2% 1% Fundos de 7% 8% 8% 8% 8% Depósitos bancários 6% 7% 7% 8% 1% Outros % % 1% % % Composição dos ramos Não Vida Mar-1 Jun-1 Set-1 Dez-1 Mar-11 Total activos (1 3 Euros) Dívida pública 2% 21% 22% 22% 23% Obrigações privadas 42% 42% 4% 39% 37% Acções 5% 5% 5% 5% 4% Fundos de 7% 7% 8% 8% 7% Imóveis 11% 11% 11% 11% 11% Depósitos bancários 6% 6% 6% 7% 9% Outros 8% 8% 8% 8% 9% A evolução das aplicações em instrumentos de dívida pública no período em análise, denota uma estratégia de incremento de exposição a este tipo de, já existente durante 21, em especial em Obrigações do Tesouro Português. O montante investido em dívida pública nacional (valor nominal dos instrumentos de dívida) foi de cerca de 78 milhões de euros (representando um aumento de 13% face a Dezembro de 21). No entanto o valor de mercado destes instrumentos decresceu cerca de 8% face àquela data. Por outro lado as aplicações em dívida pública de outros países decresceram cerca de 11% (7 milhões de euros), tendo estas aplicações sofrido uma desvalorização de 2% neste trimestre. Montante aplicado acumulado (1 3 Euros) 21 1º Trimestre País Dez-9 Dez-1 Mar-11 Variação montante aplicado Variação valor mercado Variação montante aplicado Variação valor mercado Portugal % -11% 13% -8% Outros % -4% -11% -2% 14
15 Já a evolução das aplicações em instrumentos de dívida privada evidencia um des neste tipo de activos. O montante medido pelo valor nominal diminuiu cerca de 5% face a Dezembro de 21, o que corresponde a aproximadamente 1,5 mil milhões de euros. O valor de mercado destes instrumentos manteve-se idêntico neste trimestre. No final de Março de a composição das carteiras dos activos das provisões técnicas, dividida em carteira Vida Não Ligados, Vida Ligados e Não Vida, era a seguinte: Composição s em Vida Ligados Não Vida Total Total activos (1 3 Euros) % % % % Dívida Pública % % % % Obrigações Privadas % % % % Acções % % % % Fundos de % % % % Imóveis % 911 % % % Depósitos remunerados % % % % Disponibilidades à vista % % % % Derivados % % 1.71 % % Empréstimos 3.79 % 11 % % % Créditos sobre ress % % % % Outros activos aceites % % % % Incluídos na rubrica Obrigações Privadas encontram-se os produtos estruturados que, na mesma data, se decompunham em Asset Backed Securities, Mortgage Backed Securities, Special Purpose Vehicles e Collateralised Debt Obligations: Produtos estruturados em 31-3-, incluídos na rubrica Obrigações Privadas Vida Ligados Não Vida Total Total activos (1 3 Euros) ,1% ,3% ,8% ,% ABS 51.,3% ,2% 3.379,1% 178.3,6% MBS ,4% 12.85,1% 6.66,3% 83.91,3% SPV ,9% ,% ,8% ,5% CDO ,5% 32,% ,7% ,6% O montante aplicado em obrigações estruturadas decresceu cerca de 4% face a Dezembro de 21. O maior valor investido em produtos estruturados (SPV) compreende veículos de financiamento que incluem operações de securitização de activos e operações de financiamento clássicas. Por outro lado, o montante aplicado em fundos de inclui fundos de mobiliários não harmonizados, conforme se apresenta de seguida, por tipo de instrumento financeiro alvo: 15
16 Fundos de não harmonizados em 31-3-, incluídos na rubrica Fundos de Investimento Vida Ligados Não Vida Total Total activos (1 3 Euros) % % % % Acções % % % % Obrigações % % % % Hedge Funds % % % % Outros % % % % As aplicações nestes fundos não harmonizados encontram-se sujeitas a limites de dispersão prudencial. Os montantes aplicados nestes fundos decresceram cerca de 4% face aos existentes em Dezembro de 21, embora o seu peso relativo nas carteiras seja idêntico. Os valores mobiliários apresentam uma dispersão geográfica elevada, com os emitentes nacionais a representar cerca de 39% do total (37% em Dezembro de 21), enquanto os provenientes da União Europeia, excluindo Portugal, atingem os 47,5% (48,5% em Dezembro de 21). A dispersão do medida em função do sector económico do emitente mantém uma forte predominância pelas aplicações em entidades que operam no sector financeiro, correspondendo a cerca de 59% das aplicações efectuadas através de Obrigações de entidades privadas e Acções. As aplicações em instrumentos financeiros derivados contribuem para a mitigação de riscos financeiros de s existentes nas carteiras. Os derivados predominantes nas carteiras de continuam a ser os swaps de taxa de juro, representando em 31 de Março de cerca de 77% do total do valor de derivados. 3. Evolução dos riscos de taxa A exposição ao risco de taxa de juro, quando medida pela duração média dos títulos de dívida (dívida pública, dívida de entidades privadas e produtos estruturados) existentes nas carteiras das empresas de seguros, tem-se mantido relativamente estável ao longo do período de 6 meses indicado no quadro abaixo. A maturidade média residual das mesmas aplicações segue, no período indicado, a mesma tendência. O rating médio, indicador do risco de crédito das aplicações em instrumentos de dívida, tem vindo a decair no período em análise (nível A em termos médios), atingindo o nível BBB+ nos títulos de dívida pública e produtos estruturados que fazem parte s dos seguros ligados. A taxa de rendimento implícita (yield to maturity) das aplicações em dívida pública observa uma tendência crescente, acompanhando o acréscimo de risco evidenciado pela queda no respectivo rating. 16
17 Risco de taxa de juro e de crédito Dívida pública Obrigações privadas Produtos estruturados Set-1 Dez-1 Mar-11 Set-1 Dez-1 Mar-11 Set-1 Dez-1 Mar-11 Vida (excluindo ligados) Maturidade média 6,3 5,74 5,79 4,9 4,45 4,29 14,78 11,63 11,82 Duração modificada média 4,65 4,37 4,13 2,5 2,35 2,25 1,66 1,54 1,41 Yield média 3,85 4,7 6,4 3,62 4,44 4,76 4,93 4,8 4,68 Rating médio AA- AA- A AA- A+ A+ AA- A A- Ligados Maturidade média 5,93 5,27 5,31 4,49 4,4 4,23 2,55 22,2 22,88 Duração modificada média 4,68 4,58 3,84 2,79 2,54 3,2 2,12 1,75 1,7 Yield média 4,68 5, 7,14 4,44 5,7 6,46 4,85 5,53 6,17 Rating médio A+ A+ BBB+ AA- A+ A+ AA- A- BBB+ Não Vida Maturidade média 7,6 7,13 7,1 4,69 4,28 4,18 11,37 11,22 11,39 Duração modificada média 5,59 5,16 4,99 2,98 2,72 2,61 1,61 1,69 1,7 Yield média 3,57 4,2 5,97 3,45 4,37 4,23 4,29 3,77 3,89 Rating médio AA- AA- A AA- A+ A+ AA- A A Os gráficos seguintes identificam a estrutura das aplicações em dívida e o spread médio ponderado, em função da maturidade, onde se verifica o nível dos spreads dos s das empresas de seguros face à yield curve publicada pelo Banco Central Europeu 1. No final de Março de observa-se uma distribuição de maturidades das aplicações em instrumentos de dívida idêntica à existente em Dezembro de 21, não obstante continuar-se a assistir uma maior concentração do em aplicações com maturidades entre os 2 e os 5 anos. Verifica-se ainda que os níveis médios dos spreads de crédito a que os s das empresas de seguros se encontram expostos continuam a aumentar face a Dezembro de Aplicações em dívida Jun-1 Dez-1 Mar -11 Maturidade (anos) 1 AAA-rated euro area central government bonds 17
18 pb Spread médio Jun-1 Dez-1 Mar-11 Maturidade (anos) Em Março de a maturidade média das aplicações em instrumentos de dívida cresceu para os 7 anos, face aos 6,3 anos observados em Dezembro de 21, e a taxa de rendimento médio destes activos correspondia a 5,6%, acima da taxa de rendimento do mercado deste tipo de instrumentos com rating A e a mesma maturidade (4,4%) 2. O risco de, medido através da volatilidade anual média da variação dos s das acções e unidades de participação em fundos de, em cada data de referência, apresentou uma trajectória decrescente fruto da redução da amplitude da variação de s nos mercados accionistas internacionais ao longo de 21 e no início de. 1. Resultados Líquidos Globalmente, em Março de, os resultados líquidos das empresas de seguros sob supervisão do ISP foram positivos, na ordem dos 15 milhões de euros (das 45 empresas de seguros, 35 apresentaram resultados positivos). A taxa de cobertura da margem de das empresas supervisionadas pelo ISP situou-se, no primeiro trimestre de, na ordem dos 154%. A análise das empresas de seguros por tipo de negócio explorado revela indicadores de distintos. Assim, como é usual, as entidades especializadas no ramo Vida apresentaram uma taxa de cobertura inferior à dos operadores especializados nos ramos Não Vida (132% e 238% respectivamente). As empresas mistas, cuja taxa se situa habitualmente num valor intermédio, apresentaram um rácio na ordem dos 143%. 2 Curva Euro Composite (A) BVF Curve [Bloomberg] 18
19 Margem de das empresas de seguros 4. 3% Milhões de euros Mistas Não Vida Vida Total 25% 2% 15% 1% 5% % MSD MSE Taxa de cobertura 19
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