DESAFIOS DA ESCOLA INCLUSIVA
|
|
|
- David Fonseca de Escobar
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RESUMO III CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DESAFIOS DA ESCOLA INCLUSIVA GODOY, Andréia 1 [email protected] PAULINO, Paulo Cesar 2 [email protected] Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio III curso de Especialização em Educação Profissional Integrada a Educação Básica na Modalidade Educação de Jovens e Adultos PROEJA Disciplina: Educação Inclusiva O presente artigo é o resultado de um estudo bibliográfico sobre a formação de professores e a questão curricular. Objetivando a reflexão sobre esses dois aspectos tão importantes na prática educacional. O currículo é composto por uma rede de relações complexas a qual envolve a formação do homem e sua promoção social. Devendo levar em consideração a expectativa, os conhecimentos já adquiridos pelos alunos assim como suas diferenças. A formação dos professores e sua prática é marcada muitas vezes pela falta de comprometimento, mas também pelo enfrentamento de fatores que impedem uma atuação real e eficaz dentro da realidade concreta onde estão inseridos. Inferindo assim nas ações de intervenção crítica do processo ensino-aprendizagem. Com isso procuramos evidenciar que currículo e profissionais qualificados são fatores preponderantes para que haja uma educação inclusiva, efetiva e eficaz. Palavras-Chave: inclusão; professores; currículo. DESAFIOS DA ESCOLA INCLUSIVA A educação inclusiva é uma questão que adquiri crescente visibilidade, tornandose cada vez mais discutida nos meios educacionais. Discussões que buscam no cotidiano ações concretas que oportunize educação de qualidade para todos que estão inseridos no contexto escolar. Devido a isso, tem se atribuído muita importância à diversidade e a inclusão dentro da escola. Sobretudo depois da Declaração Final da Conferência da UNESCO, realizada em Salamanca, em julho de Contudo não podemos deixar de pensar que se a escola tem de se tornar mais inclusiva, é porque ela nem sempre considerou as diferenças dos 1 Autora, Graduada em Pedagogia pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru, professor regente da rede Particular de Ensino. 2 Orientador, Professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio, Especialista em Metodologia do Ensino Tecnológico pela UTFPR e Mestrando em Ensino de Ciências e Tecnologia na UTFPR-PG.
2 seus alunos e sim acolheu e valorizou diferentemente os mesmos, tornando-se assim um instrumento de exclusão (RODRIGUES, 2003). Com esse histórico a escola se defronta com um choque, onde cabe a ela o ato de incluir. Essa quebra de paradigmas é tão essencial que nos leva a refletir sobre alguns obstáculos que se colocam ao desenvolvimento da educação inclusiva procurando desta forma compreender as razões que fazem da inclusão algo tão árduo e complexo dentro do contexto escolar. Vamos analisar alguns fatores que geram dificuldades para o desenvolvimento dessa educação tão almejada. O currículo é, certamente, um dos aspectos preponderantes que deve ser levado em consideração quando procuramos realizar mudanças na escola no sentido de incluir, porque é no currículo que a escola tem grande dificuldade de mudar, usando muitas vezes esse obstáculo como maneira de legitimar a forma que a escola se encontra. Devemos ressaltar que a criação de um sistema paralelo de educação especial pode ser encarada como uma diferenciação curricular para alunos com deficiência, a criação de turmas especiais ou de currículos alternativos (numa classe diferente) não é necessariamente uma estratégia inclusiva (RODRIGUES, 2000). Percebemos assim que a diferenciação curricular, vista na dimensão do sistema ou de criação de classes especiais, não é necessariamente a diferenciação curricular que se deseja, na inclusão o que se pretende é um meio em que não se separem os alunos com base em determinadas deficiências, e sim que se eduquem em conjunto, levando em consideração o potencial educativo de cada um, em suma, uma diversidade na sala de aula, assumida como apenas um grupo heterogêneo. A questão dessa inserção na prática pedagógica é muito mais complexa do que aquela que a escola e os professores estão habituados. Visto que se deve levar em conta que os alunos possuem diferentes pontos de partida para aprendizagem, que realizam percursos de aprendizagem distintos e podem mesmo atingir patamares de objetivos e competências diferentes (RODRIGUES, 2003). Nóvoa e Finger (1998) contribuem dizendo que a formação é sempre um processo de formação individual, na tripla dimensão do saber (conhecimentos), do saber fazer (capacidades) e do saber ser (atitudes).
3 A diferenciação curricular nos leva a refletir sobre outras questões como por exemplo qual é o tamanho dessa diferenciação dentro de classe? Devemos considerar só os distintos pontos de partida dos alunos? Devemos possuir os mesmos objetivos possuindo uma turma diferente? Ou diferenciar também os objetivos? Para muitos estudiosos, os conteúdos mínimos da escolaridade básica são o limite para a diferenciação e não é negociável que alguns desses conteúdos e competências não possam ser atingidos. Saviane (2000) diz: O povo precisa da escola para ter acesso ao saber erudito, ao saber sistematizado e, em conseqüência, para expressar de forma elaborada os conteúdos da cultura popular que correspondem aos seus interesses. Dewey chamava à educação básica a herança cultural da humanidade, e considerava que sem ela nenhum aluno podia ser um cidadão com plena participação numa sociedade moderna. Com todas essas observações nos surge perguntas inevitáveis até onde pode e é desejável o currículo diferenciar-se? E os professores estão preparados para esse desafio? Assim como a dimensão política e curricular a dimensão pessoal da formação do professor é de extrema importância, para ultrapassar as barreiras da inclusão. Rodrigues (1999) elenca três fatores predominantes que dificultam a transposição de tais barreiras: falta de formação dos professores para empreender práticas inclusivas; carência de recursos; ausência de mudanças estruturais na escola que sustentem as inovações. Em qualquer dessas áreas temos observado investimentos que já provocaram alterações, mas ainda há muito que se fazer. Sobre a formação inicial, continuamos a observar que muitos cursos de formação de professores não desenvolvem a área das necessidades educativas especiais ou por vezes deixam no esquecimento. Alguns programas dão ênfase a uma centração em casos de deficiência muitas vezes severo, que pode ter um efeito contrário, pois não predispõe os professores a enxergar deficiências não tão aparentes, contudo, não menos importante. Na formação continuada, observa-se que as ofertas proporcionadas aos professores poucas vezes se situam na realidade que eles encontram no contexto escolar. Assim as formações são superficiais e não descem aos detalhes do cotidiano vivenciado pelos educadores. Apesar disso a oferta de formação tem aumentado. Espera-se que estes cursos preparem os profissionais para serem capazes de alterar as práticas escolares
4 excludentes, criando novas formas de ação, voltadas para uma concepção mais abrangente do processo de aprendizagem, considerando a dinâmica interativa e o significado simbólico que presidem o desenvolvimento da pessoa. Espera-se também que os docentes estejam capacitados para trabalhar com crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, quer sejam decorrentes de necessidades educativas especiais ou não. Vale ressaltar que os cursos devem preparar os professores para atuarem nesse contexto sócio-histórico efetivamente, considerando as diferentes demandas: jovens, adultos, indígenas. O processo de formação deve possibilitar ao professor desenvolver a habilidade de pesquisar e refletir sua própria ação e discuti-la com seus colegas de modo a transformar a escola num espaço de formação contínua. Quanto aos recursos materiais, humanos e organizacionais disponíveis para facilitar a educação inclusiva são também considerados muitas vezes pelos professores como falhos tanto pela desadequação como pela insuficiência. Alguns são desadequados porque foram criados para atender uma clientela homogênea, ou estão fora do contexto dos alunos. Por outro lado, não raras vezes falta recursos financeiros da instituição para obter recursos julgados essenciais. Vale lembrar que muitos educadores dão ênfase a contratação de professores especializados ou outros técnicos como: psicólogos técnicos em Educação Especial, Psicopedagogo que possam atender esses alunos diferentes ao lado de fora da sala de aula. Não basta ter mais recursos e qualidade e quantidade, é necessário refletir se esses recursos são postos a serviço da inclusão (RODRIGUES, 2003). Isso exige mais que formação exige ética, comprometimento e respeito. A estruturação da escola é vista pelos educadores como bastante conservadora. Desde o currículo, até os exames e a estrutura de funcionamento são frequentemente vistos como fruto de uma hierarquia, sendo assim obstáculos quase intransponíveis a qualquer mudança. É perceptível que há uma forte renovação nos discursos que, por sua vez não acompanha a prática que cria discurso e não facilita o desenvolvimento institucional coerente que possibilite um enfrentamento das reais dificuldades que a escola vivencia. Hargreaves (1998) aponta ainda neste campo das dificuldades estruturais da escola as dificuldades que se verificam em termos das culturas de relações profissionais entre os professores. Aponta a
5 carência de uma cultura colaborativa entre os professores que, pelo contrário desenvolvem freqüentemente uma colegialidade artificial que é regulada administrativamente. O que deriva das idéias expostas até o momento é que é necessário distinguir, no meio da retórica política sobre inclusão, quais são os desenvolvimentos que são autenticamente viáveis dentro da escola, visando valores de sustentabilidade, qualidade, participação e autonomia e inclusão. A educação inclusiva é, pois, uma ruptura com valores da escola tradicional (RODRIGUES, 2002). E as escolas que serão mais bem sucedidas em dinamizar práticas inclusivas serão, talvez, aquelas que ainda que conhecendo as dificuldades da criação do movimento da inclusão, apostem nele como uma meta de igualdade e verdadeira equidade para todos os alunos (RODRIGUES, 2003). E os professores que muitas vezes são apontados como dificultadores do processo de inclusão são sem dúvida a esperança para tornar essa utopia da educação inclusiva uma realidade na nossa sociedade. REFERÊNCIAS Declaração de Salamanca sobre princípios político e práticas na área das necessidades educativas especiais. Espanha, Disponível em: legislação. Acesso em 24/07/2009. HARGREAVES, A. Os professores em tempo de mudança. Lisboa: Editora Porto, NÓVOA, A.; FINGER, M. O método biográfico e a formação. Ministério da Saúde. Departamento de Recursos Humanos da Saúde / Centro de Formação e Aperfeiçoamento Profissional. Porto: Editora Lisboa: RODRIGUES, D. Os dilemas da educação inclusiva: uma agenda possível. IN: VII Encontro Nacional de Educação Especial. Lisboa, A educação e a diferença. Lisboa: Editora Porto, Educação inclusiva. Boas e más notícias. Lisboa: Editora Porto, 2003 SAVIANE, D. Pedagogia histórico crítica: primeiras aproximações. Campinas: Editora Autores Associados, 2000.
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL VOLTADA À INCLUSÃO SOCIAL
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL VOLTADA À INCLUSÃO SOCIAL RESUMO MENEGUCE, Beatriz 1 [email protected] PAULINO, Paulo César 2 [email protected] Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio
INCLUSÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS NO ENSINO REGULAR
INCLUSÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS NO ENSINO REGULAR RESUMO GODINHO, Seryma Andrea Reghin 1 [email protected] PAULINO, Paulo Cesar 2 [email protected] Universidade Tecnológica Federal do Paraná
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA SOB A ÓTICA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA SOB A ÓTICA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PAULINO, Paulo Cesar 1 [email protected] MASCHIO, Marcelina Teruko Fujii 2 [email protected] RESUMO O presente trabalho buscou
CONFERÊNCIA: FORMAÇÃO INICIAL E CONTÍNUA NA ÁREA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL FACE AOS DESAFIOS DO ALARGAMENTO DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA INCLUSIVA
CONFERÊNCIA: FORMAÇÃO INICIAL E CONTÍNUA NA ÁREA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL FACE AOS DESAFIOS DO ALARGAMENTO DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA INCLUSIVA COMO FORMAR PARA A ESCOLA DO SÉCULO XXI? Célia Sousa [email protected]
DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA ALIADO AO USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NA PERSPECTIVA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E NO ATENDIMENTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL.
DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA ALIADO AO USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NA PERSPECTIVA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E NO ATENDIMENTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL. Autor(1): Flávio Jonnathan Gaia Nogueira; (Co)autor(2):
EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Julho de 2018
EDUCAÇÃO INCLUSIVA Julho de 2018 Alguns aspectos legais Constituição Federal de 1988: Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III- atendimento educacional especializado
Presente em 20 estados Unidades próprias em Curitiba Sede Administrativa em Curitiba Parque Gráfico em Pinhais - Pr
Presente em 20 estados Unidades próprias em Curitiba Sede Administrativa em Curitiba Parque Gráfico em Pinhais - Pr Prof. Ms Márcia Terra Especialista em administração escolar, professora de educação básica
Material elaborado pela professora Tásia Wisch - PNAIC
QUESTIONAMENTOS INICIAIS O que vocês entendem por Inclusão? Você acredita que as escolas de seu município são inclusivas? Se não, o que pode ser feito para mudar esta situação? Quais os serviços oferecidos
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA. Abril/2016
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA Abril/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO
Resumo expandido A IMPORTANCIA DO DOCENTE NO PROCESSO EVOLUTIVO DO ESTUDANTE, NO CONTEXTO DE SUA APRENDIZAGEM
A IMPORTANCIA DO DOCENTE NO PROCESSO EVOLUTIVO DO ESTUDANTE, NO CONTEXTO DE ZIMMERMANN, Paulo Introdução: Este Resumo Expandido tratará dos perfis, das competências, habilidades e dos credenciamentos dos
MODELO DE PARECER DE UMA CRIANÇA COM NECESSIDADES ESPECIAIS. Autora : Simone Helen Drumond (92) /
MODELO DE PARECER DE UMA CRIANÇA COM NECESSIDADES ESPECIAIS. Autora : Simone Helen Drumond [email protected] (92) 8808-2372 / 8813-9525 MODELO DE PARECER DE UMA CRIANÇA COM NECESSIDADES ESPECIAIS.
A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA 1
A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA 1 Sirlane de Jesus Damasceno Ramos Mestranda Programa de Pós-graduação Educação Cultura e Linguagem PPGEDUC/UFPA.
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS Andrea Soares Wuo Aline Martins Varela Juliany Mazera Fraga Rita Buzzi Rausch Universidade Regional de Blumenau FURB Eixo Temático: Política
A ENFERMAGEM NO PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇÕES PARA A VISIBILIDADE DA PROFISSÃO 1
A ENFERMAGEM NO PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUIÇÕES PARA A VISIBILIDADE DA PROFISSÃO 1 NASCIMENTO, Letícia 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; PIESZAK, Greice Machado 4 ; POTRICH, Tassiana
DCM TREINAMENTO CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS PARTE II
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS PARTE II Agora é hora de questões de múltiplas escolhas modelo da prova do concurso da secretaria da criança, portanto, você deve optar pela questão correta ou incorreta a depender
TGD - O POSICIONAMENTO DA ESCOLA REGULAR NA INCLUSÃO DE ALUNOS COM AUTISMO. PALAVRAS - CHAVE: Autismo. Ações pedagógicas. Escola inclusiva.
TGD - O POSICIONAMENTO DA ESCOLA REGULAR NA INCLUSÃO DE ALUNOS COM AUTISMO Aletéia Cristina Bergamin¹ Célia Regina Fialho Bortolozo² Profª Dra Eliana Marques Zanata³ Universidade Estadual Paulista Júlio
O TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR: ANALISE, REFLEXÃO E FORMAÇÃO EM FOCO.
O TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR: ANALISE, REFLEXÃO E FORMAÇÃO EM FOCO. João Diego da Silva Ferreira; Lúcia Monteiro Padilha; Genylton Odilon Rêgo da Rocha Universidade
O papel do professor mediador escolar e comunitário
Mediação Escolar e Comunitária O papel do professor mediador escolar e comunitário Edson Felix de Pontes Setembro de 2016 PMEC Quem sou? Onde estou? Para onde vou? PMEC Quem sou? Para entender o papel
CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE
1 CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE Joana D`arc Anselmo da Silva Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia, bolsista PIBID Universidade Federal da Paraíba. UFPB Campus IV, [email protected]
AVALIAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS PROFOP - PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA PROPOSTA DE MUDANÇA CURRICULAR.
AVALIAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS PROFOP - PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA PROPOSTA DE MUDANÇA CURRICULAR. Relato de Experiência Marcelo Pereira de Oliveira¹ Helena M. Kashiwagi
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR: DESAFIOS E PERSPECTIVAS As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E O (DES)PREPARO DO PROFESSOR: BREVES CONSIDERAÇÕES
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E O (DES)PREPARO DO PROFESSOR: BREVES CONSIDERAÇÕES Nazineide Brito* O preparo do professor da educação inclusiva pode ser o resultado da vivência e da interação com outros indivíduos
1 o Semestre. PEDAGOGIA Descrições das disciplinas. Práticas Educacionais na 1ª Infância com crianças de 0 a 3 anos. Oficina de Artes Visuais
Práticas Educacionais na 1ª Infância com crianças de 0 a 3 anos 1 o Semestre Estudo dos aspectos históricos e políticos da Educação infantil no Brasil, articulado às teorias de desenvolvimento da primeira
CAPACITAÇÃO INCLUSIVA: DIFICULDADES DOS PROFESSORES NA EJA.
CAPACITAÇÃO INCLUSIVA: DIFICULDADES DOS PROFESSORES NA EJA. SILVA, Claudia 1 [email protected] PAULINO, Paulo Cesar 2 [email protected] Universidade Tecnológico Federal do Paraná Campus Cornélio
A UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO DOS PROFESSORES DE TRÊS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IMPERATRIZ-MA 1
A UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO DOS PROFESSORES DE TRÊS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IMPERATRIZ-MA 1 Tais Pereira dos Santos (1 autora) Acadêmica da Faculdade de Educação Santa Terezinha
Plano de Melhoria para 2018/19 INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO O presente Plano de Melhoria foi concebido na sequência da avaliação externa realizada neste Agrupamento de Escolas durante 2016/17 e das áreas de melhoria apontadas, pela Inspeção-Geral da
O Lugar da Diversidade no contexto da Inclusão e Flexibilização Curricular: Alguns Apontamentos
O Lugar da Diversidade no contexto da Inclusão e Flexibilização Curricular: Alguns Apontamentos Prof. Doutoranda. Alessandra Lopes Castelini UFPI/Feevale/IPL Sociedade Inclusiva e Multicultural? Educação
PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E A INCLUSÃO ESCOLAR
PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E A INCLUSÃO ESCOLAR Flores, A. S. 1,* ; Pagliarini, C.D. 1 ; Escolano, A. C. M. 1 ; Maltoni, K, L. 1 [email protected] 1 Faculdade de Engenharia Campus de Ilha
A Perspectiva De Ensino E Aprendizagem Nos Ambientes Virtuais
A Perspectiva De Ensino E Aprendizagem Nos Ambientes Virtuais ARAUJO, Inaura Soares de. [1] TAHIM, Demetrius Oliveira. [2] ARAUJO, Inaura Soares De; TAHIM, Demetrius Oliveira. A Perspectiva De Ensino E
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS PERÍODO
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS 2019.1 1 PERÍODO DISCIPLINA: CULTURA BRASILEIRA A educação e a cultura na perspectiva da modernidade e pósmodernidade. Culturas brasileiras: matrizes étnicas, cultura popular,
A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NO CAMPUS NATAL-CENTRAL E A QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES: DESAFIOS E PROPOSTAS
A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NO CAMPUS NATAL-CENTRAL E A QUALIFICAÇÃO DOS PROFESSORES: DESAFIOS E PROPOSTAS. Prof.ª Dr.ª Vanessa Gosson Gadelha de Freitas Fortes (NAPNE-CNAT) Prof. Mestre Rafael
Projeto de Pesquisa em Adaptação de Materiais Didáticos Especializados para Estudantes com Necessidades Especiais
Projeto de Pesquisa em Adaptação de Materiais Didáticos Especializados para Estudantes com Necessidades Especiais Sirley Brandão dos Santos; Caroline Moreira Marques; Laryssa Guimarães Costa Instituto
Indicações e propostas para uma boa política municipal de Educação
ESTUDO DE CASO Limeira, São Paulo. Indicações e propostas para uma boa política municipal de Educação Adriana Dibbern Capicotto* Introdução Os sistemas educacionais não têm conseguido alfabetizar adequadamente.
Agente de transformação social Orientador do desenvolvimento sócio-cognitivo do estudante Paradigma de conduta sócio-política
CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO Ana Maria Iorio Dias março/2012 Educação função social primordial a incorporação ativa de conhecimentos e experiências i produzidas por gerações e sua socialização; produção do
O PAPEL DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA INSTITUIÇÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO REALIZADO EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE PARNAÍBA-PI
O PAPEL DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA INSTITUIÇÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO REALIZADO EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE PARNAÍBA-PI Francisca Natalia Neres da Silva ¹, Andréia Cristina Sousa Oliveira ²,
Tema - EDUCAÇÃO BRASILEIRA: Perspectivas e Desafios à Luz da BNCC
Tema - EDUCAÇÃO BRASILEIRA: Perspectivas e Desafios à Luz da BNCC REFERENCIAL CURRICULAR NOS SISTEMAS DE ENSINO: da complexidade a praticidade. CONCEITO DE BNCC A Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR 2012/1 1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR 2012/1 1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO CAMPUS: Alegrete CURSO: Licenciatura em Matemática NÍVEL: Superior COMPONENTE CURRICULAR: Planejamento Educacional e Currículo SEMESTRE/SÉRIE:
PLANEJAMENTO DE ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Curso Ciências Biológicas Licenciatura Campus Santa Helena PLANEJAMENTO DE ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA Didática Aplicada ao Ensino de Ciências e Biologia Docente:
Conhecimentos Pedagógicos
Conhecimentos Pedagógicos 01- O currículo tem uma importância tanto de conservação quanto de transformação e construção dos conhecimentos historicamente acumulados. A perspectiva teórica que compreende
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral 1. Conceito A Educação Integral (EI) é uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 2010/2 EMENTA
Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado
SALA DE AULA EM SITUAÇÃO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA
SALA DE AULA EM SITUAÇÃO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rosimar Bortolini Poker Departamento de Educação Especial FFC Unesp RESUMO Desde a década de 1990 o governo brasileiro tem assumido a política educacional
Ensino de Didática: Parceria entre Universidade e Escola Básica
Ensino de Didática: Parceria entre Universidade e Escola Básica Lúcia Helena Gazólis de Oliveira Professora do Colégio de Aplicação da UFRJ [email protected] Formação de professores na universidade Decreto-Lei
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Pedagogia Campus: São João de Meriti Missão De acordo com a Resolução CNE/CP Nº2/2015 o Curso de Pedagogia do Campus São João de Meriti tem por missão a formação de profissionais
ITINERÁRIOS DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E PRÁXIS EDUCACIONAIS
Re s e n h a ITINERÁRIOS DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E PRÁXIS EDUCACIONAIS por Sandra Márcia Campos Pereira 1 CRUSOÉ, N. M. de C.; NUNES, C. P; SANTOS, J. J. dos (Org.). Itinerários de Pesquisa:
Girleane Rodrigues Florentino, Bruno Lopes Oliveira da Silva
O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: UMA CHAMADA Á REFLEXÃO NA ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO CARLOS RIOS EM ARCOVERDE/PE Girleane Rodrigues Florentino, Bruno Lopes Oliveira
PRÁTICA DE ENSINO E O ESTÁGIO SUPERVISIONADO: DESENVOLVIMENTO DE ATITUDES INVESTIGATIVAS PARA A DOCÊNCIA
PRÁTICA DE ENSINO E O ESTÁGIO SUPERVISIONADO: DESENVOLVIMENTO DE ATITUDES INVESTIGATIVAS PARA A DOCÊNCIA Gislene Miotto Catolino Raymundo Professora do Instituto Federal de Santa Catarina -IFSC Resumo:
A GESTÃO ESOLAR EM UMA PRÁTICA DE ENSINO DEMOGRÁTICA E PATICIPATIVA
A GESTÃO ESOLAR EM UMA PRÁTICA DE ENSINO DEMOGRÁTICA E PATICIPATIVA Izanete Maria Silva de Lima Graduada em Ciências Sociais pela UFCG e-mail: [email protected] José Wellington Farias da Silva Graduado
O CAMINHO DA PESQUISA
NECESSIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DA EJA Aproximação com a temática Aluna do curso de formação do ensino médio (teologia da libertação, Escritos de Paulo Freire). Aluna do curso de Pedagogia
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Licenciatura EM educação básica intercultural TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura EM educação básica intercultural TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º - O Estágio Supervisionado de que trata este regulamento refere-se à formação de
ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA REDE REGULAR DE ENSINO: INCLUSÃO OU INTEGRAÇÃO?
ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA REDE REGULAR DE ENSINO: INCLUSÃO OU INTEGRAÇÃO? Jessica Maria Florencio de Oliveira 1 ; Álisson Emannuel Franco Alves 2 ; Mayla Aracelli Araújo Dantas 3 ; Simone Silva dos Santos
MATEMÁTICA, AGROPECUÁRIA E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES. Palavras-chave: Matemática; Agropecuária; Interdisciplinaridade; Caderno Temático.
MATEMÁTICA, AGROPECUÁRIA E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES Josislei de Passos Vieira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Câmpus Rio Pomba. [email protected]
ESTUDANTES COM DEFICIENCIA INTELECTUAL
ESTUDANTES COM DEFICIENCIA INTELECTUAL EM ESCOLAS DEMOCRÁTICAS: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ma. Julia Gomes Heradão Dra. Elisa Tomoe Moriya Schlunzen UNESP Presidente Prudente Eixo Temático: Práticas Pedagógicas
ETNOMATEMÁTICA E LETRAMENTO: UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM UMA FEIRA LIVRE
ETNOMATEMÁTICA E LETRAMENTO: UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM UMA FEIRA LIVRE Sandra Regina RICCI Mestranda em Educação em Ciências e Matemática, Universidade Federal de Goiás [email protected]
ADAPTAÇÃO CURRICULAR PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE BELÉM/PA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
. ADAPTAÇÃO CURRICULAR PARA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE BELÉM/PA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Renata Gabriele Ferreira Coimbra Graduanda do Curso de Licenciatura
PIBID PEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DESAFIOS E EXPECTATIVAS
PIBID PEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DESAFIOS E EXPECTATIVAS Educação e Produção do Conhecimento nos Processos Pedagógicos Simone Das Graças Nogueira Feltrin Gislayne Mello Sabino Introdução O presente
Escola inclusiva e o professor
Escola inclusiva e o professor Profa Sandra Braga Temas 1- Escola inclusiva 2- Currículo na escola inclusiva 3- O professor inclusivo e sua formação 4- Práticas de sala de aula inclusiva 5- Flexibilização
A EJA E SEUS DESAFIOS: UMA REALIDADE ATUAL NO MODELO EDUCACIONAL
A EJA E SEUS DESAFIOS: UMA REALIDADE ATUAL NO MODELO EDUCACIONAL Ms. Silvio César Lopes da Silva * Prof. Dra. Maria das Graças Pinto Coelho ** Introdução Partindo de uma contextualização sobre a escola,
A Educação do Superdotado no Contexto da Educação Inclusiva. Eunice Soriano de Alencar Universidade Católica de Brasília
A do no Contexto da Eunice Soriano de Alencar Universidade Católica de Brasília O fato de se ter talentos não é suficiente para que estes se desenvolvam, necessitando o indivíduo de uma promoção constante
Sala 8 Gestão Pedagógica E. E. PROFA. NIDELSE MARTINS DE ALMEIDA
Expectativas de aprendizagem: transposição do currículo prescrito para a prática docente Sala 8 Gestão Pedagógica E. E. PROFA. NIDELSE MARTINS DE ALMEIDA Professor(es) Apresentador(es): ALEX SILVIO DE
A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Josemary Morastoni Renato José Casagrande Atualmente, a gestão é vista como uma nova forma de administrar de maneira democrática, onde
ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS DE PROFESSORES DE QUÍMICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE ARARA PB NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR.
ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS DE PROFESSORES DE QUÍMICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE ARARA PB NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR. André Santos da Costa Universidade Estadual da Paraíba- UEPB- [email protected]
A Proposta Pedagógica em questão: caminhos e descobertas 1 Alunas do Normal Superior da Faculdade Montserrat
A Proposta Pedagógica em questão: caminhos e descobertas 1 Alunas do Normal Superior da Faculdade Montserrat Resumo: Esse artigo tem por objetivo fazer uma reflexão mais ampla sobre a pesquisa desenvolvida
Pp Elaine Laranjeira Souza
Pp Elaine Laranjeira Souza CBO 2394-25 Pedagoga UEFS Psicopedagoga Clínica, Institucional e Hospitalar - FACCEBA Neuropsicopedagoga em formação - UCAMPROMINAS CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 CAPÍTULO III Seção
novas tecnologias, novas pedagogias? A evolução das práticas pedagógicas
novas tecnologias, novas pedagogias? A evolução das práticas pedagógicas transformações educacionais Novo olhar sobre o uso de tecnologia em sala de aula pode refletir melhores práticas pedagógicas O professor
EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS DAS LICENCIATURAS EM EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MARANHÃO RESUMO
EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS DAS LICENCIATURAS EM EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MARANHÃO Marly Cutrim de Menezes RESUMO O estudo refere-se ao O Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo
Escola para todos: Inclusão de pessoas com deficiência
Escola para todos: Inclusão de pessoas com deficiência Sobre o projeto A Fundação Telefônica Vivo atua há 20 anos no Brasil e integra uma rede de 17 fundações do Grupo Telefônica, presentes em países da
Fundação Darcy Ribeiro
I Fundação Darcy Ribeiro ATUAÇÃO DOS EDUCADORES PONTOS ESSENCIAIS DA PROPOSTA Vídeo 05 Coordenação Nacional Formação Inicial e Continuada do Educador do ProJovem: o especialista, o pensador, o cidadão
Capacitação Multidisciplinar Continuada. EDUCAÇÃO INCLUSIVA e NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS (NEE)
Capacitação Multidisciplinar Continuada EDUCAÇÃO INCLUSIVA e NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS (NEE) O que é Educação Especial A inclusão de indivíduos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) no ensino
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Pedagogia Campus: Alcântara Missão De acordo com a Resolução CNE/CP Nº2/2015 o Curso de Pedagogia do Campus Alcântara tem por missão a formação de profissionais de educação
LIBRAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CURRÍCULO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO DE SURDOS
LIBRAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CURRÍCULO, APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO DE SURDOS Área Temática: Formação de Professores HOVERDIANO CÉSAR PEREIRA CAETANO (UFPB) [email protected] LUCAS ROMÁRIO DA SILVA
ENSINO DE ASTRONOMIA INCLUSIVO NA ESCOLA: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE RECURSOS SENSORIAIS E DE ÁUDIO
ENSINO DE ASTRONOMIA INCLUSIVO NA ESCOLA: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE RECURSOS SENSORIAIS E DE ÁUDIO Adriana Oliveira Bernardes UENF (Universidade do Norte Fluminense) Resumo: A partir da publicação da
A ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL CONGÊNITA E ADQUIRIDA ATRAVÉS DE JOGOS PEDAGÓGICOS.
A ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL CONGÊNITA E ADQUIRIDA ATRAVÉS DE JOGOS PEDAGÓGICOS. Luciana Barros Farias Lima Instituto Benjamin Constant Práticas Pedagógicas Inclusivas
Discutindo o trabalho docente aliado às novas tendências educacionais De 25 à 29 de Maio de 2009 Vitória da Conquista - Bahia
I SEEMAT Discutindo o trabalho docente aliado às novas tendências educacionais De 25 à 29 de Maio de 2009 Vitória da Conquista - Bahia Formação do Professor Dando um tratamento hermenêutico ao assunto:
EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR
1 EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR Laísa Mayda Santos Ferreira Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia Universidade Federal da Paraíba UFPB Campus IV, [email protected]
Problematização inicial: Quais os significados do ensinar à ensinagem? Formação para e sobre o quê?
Planejamento Problematização inicial: Quais os significados do ensinar à ensinagem? Formação para e sobre o quê? Organização do conhecimento: Saberes docentes; currículo; projeto pedagógico. Aplicação
PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DA APRENDIZAGEM. Informações
Informações Apresentação A Universidade Braz Cubas compromissada com a educação profissional e formação de pessoas, acompanhando a sociedade atual, adotou uma nova política institucional que transforma
Plano de Ensino Docente
Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial
Documento subsidiário à política de inclusão. Ministério da Educação Brasília 2005 Secretaria de Educação Especial
Documento subsidiário à política de inclusão Ministério da Educação Brasília 2005 Secretaria de Educação Especial Objetivo: (...) subsidiar os sistemas educacionais para transformar as escolas públicas
RELATÓRIO FINAL. Endereço: Avenida Délio Silva Brito, 630, Ed. Corumbá, 302, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES
1 RELATÓRIO FINAL Nome: Vera Lucia Dias Santos Idade: 48 anos Escolaridade: Especialização em Saúde Coletiva e Profissão: Assistente Social e Licenciatura em Pedagogia Endereço: Avenida Délio Silva Brito,
Palavras-chave: Formação continuada. Ensino fundamental. Avaliação de rendimento escolar.
FORMAÇÃO CONTINUADA NO ENSINO FUNDAMENTAL: IMPLICAÇÕES DAS AVALIAÇÕES DE RENDIMENTO ESCOLAR RESUMO Marilia Marques Mira PUC/PR Simone Regina Manosso Cartaxo UEPG/PR Este estudo focaliza a relação entre
9º Encontro Estadual dos servidores Administrativos da Educação de Goiás - SINTEGO. Luiz Dourado CNE/UFG
9º Encontro Estadual dos servidores Administrativos da Educação de Goiás - SINTEGO Luiz Dourado CNE/UFG Comissão Câmara Educação Superior CNE Composição; Eixo; Reuniões de trabalho ampliada; Realização
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO Vivian Cristina Jacomite de Souza 1 Luis Mateus da Silva Souza 2 Universidade do Sagrado Coração - USC
Introdução. ciências da educação. Temas e problemas da educação inclusiva. josé afonso baptista
9 Introdução às ciências da educação Temas e problemas da educação inclusiva josé afonso baptista 7 Agradecimentos 9 Nota prévia 11 Objectivos Gerais desta Unidade Curricular 13 Desempenhos esperados no
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS UNICRUZ - UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS UNICRUZ - UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES Art. 1º - O presente regulamento estabelece as normas para a efetivação
A inclusão dos portadores de necessidades especiais no atual contexto socioeducacional
A inclusão dos portadores de necessidades especiais no atual contexto socioeducacional N Marcos Tadeu Bacci Coimbra (Supervisor de Ensino da Rede Oficial do Estado de São Paulo) ão é possível efetuar qualquer
A Webquest como proposta metodológica para o ensino de Matemática
na Contemporaneidade: desafios e possibilidades A Webquest como proposta metodológica para o ensino de Fernando Henrique Pereira Mestrando em Ensino de Universidade Federal Tecnológica do Paraná UTFPR
PLURALIDADE CULTURAL: DIVERSIDADE E CIDADANIA RELATO DE EXPERIÊNCIA
PLURALIDADE CULTURAL: DIVERSIDADE E CIDADANIA RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução BENÍCIO, Débora Regina Fernandes 1 UEPB Campus III [email protected] O PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
PLANO DE ENSINO. Disciplina: Fundamentos e Metodologia na Educação de Jovens e Adultos II
PLANO DE ENSINO 2016 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos e Metodologia na Educação de Jovens e Adultos II Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 4º 1 - Ementa (sumário, resumo) Currículo para
O SABER PEDAGÓGICO E A INTERDISCIPLINARIDADE COMO PRÁTICA DE ENSINO APRENDIZAGEM 1
O SABER PEDAGÓGICO E A INTERDISCIPLINARIDADE COMO PRÁTICA DE ENSINO APRENDIZAGEM 1 Elenice de Alencar Silva Cursando Licenciatura em Pedagogia UNIVERSIDADE ESTADUAL DA REGIÃO TOCANTINA DO MARANHÃO [email protected]
Autores: CHRISTIANE CABRAL E HUGO RODRIGUES
DEVERES DA ESCOLA NA OFERTA DE EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, COM IGUALDADE DE CONDIÇÕES E OPORTUNIDADES PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: da convenção às orientações legais e pedagógicas para uma educação inclusiva.
