AULA 05 DIREITO DAS COISAS
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- Bianca Tavares Penha
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1 AULA 05 DIREITO DAS COISAS PROPRIEDADE - É o direito que o indivíduo tem de USAR, GOZAR, DISPOR e REAVER a coisa de quem quer que injustamente a possua. (art. 5º, XXII da CF)
2 CARACTERÍSTICAS DA PROPRIEDADE EXCLUSIVO o proprietário pode afastar da coisa ou impedir seu uso de quem quer que pretenda utilizar-se; ILIMITADO OU ABSOLUTO o proprietário tem amplo poder sobre o que lhe pertence;
3 CARACTERÍSTICAS DA PROPRIEDADE IRREVOGÁVEL OU PERPÉTUA a propriedade não se extingue pela falta de uso. O proprietário não perde a propriedade enquanto não ocorrer qualquer dos modos de perda previstos em lei.
4 MEIOS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE 01 - REGISTRO DO TÍTULO não basta o contrato para a transferência ou aquisição da propriedade. Por ele, cria-se apenas obrigações e direitos, somente o registro do título translativo é que se transfere a propriedade.
5 MEIOS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE Art do CC - Transfere-se entre vivos a propriedade mediante o registro do título translativo no Registro de Imóveis. 1º Enquanto não se registrar o título translativo, o alienante continua a ser havido como dono do imóvel. 2º Enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação de invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o adquirente continua a ser havido como dono do imóvel.
6 MEIOS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE Art O registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial do registro, e este o prenotar no protocolo. Art Se o teor do registro não exprimir a verdade, poderá o interessado reclamar que se retifique ou anule. Parágrafo único. Cancelado o registro, poderá o proprietário reivindicar o imóvel, independentemente da boa-fé ou do título do terceiro adquirente.
7 MEIOS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE 02 ACESSÃO é modo originário de aquisição da propriedade. Nele o que se incorpora ao bem fica pertencendo ao seu proprietário. (Ex.: formação de ilhas, aluvião, avulsão) OBS: ALUVIÃO Qdo. aumento das terras em decorrência das BAIXAS DOS RIOS. Trata-se de processo VAGAROSO e quase imperceptível; AVULSÃO Qdo. Por FORÇA VIOLENTA DA NATUREZA, como no caso de enchentes e tempestades, uma coisa é arrancada de um prédio e vai parar em outro.
8 MEIOS DE AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE 03 USUCAPIÃO - é o modo originário de aquisição do bem ou coisa, em decorrência da posse mansa e pacifica por determinado lapso temporal DIREITO HEREDITÁRIO Uma vez aberta a sucessão, a herança transmite-se aos herdeiros legítimos e testamentários.
9 PERDA DA PROPRIEDADE 01 ALIENAÇÃO se dá mediante contrato, pelo qual se transfere a titularidade da propriedade para outra pessoa, a título oneroso ou gratuito, mediante o registro do título transmissivo.
10 PERDA DA PROPRIEDADE 02 RENÚNCIA é ato unilateral, pelo qual o titular abre mão de seus direitos sobre a coisa, de forma expressa, mediante o registro de imóveis competente. É exigido que se faça mediante escritura pública.
11 PERDA DA PROPRIEDADE 03 ABANDONO - também é ato unilateral, pelo qual o titular abre mão de seus direitos sobre a coisa. Neste caso, não há manifestação expressa. Com o abandono do imóvel, qualquer pessoa pode dele se APOSSAR. (art CC) BEM VAGO = ABANDONO, SEM POSSE ESTADO.
12 PERDA DA PROPRIEDADE 04 PERECIMENTO DA COISA quando o bem deixa de existir para o proprietário, é a perda do objeto. (Ex.: terremoto, incêndio, doação).
13 PERDA DA PROPRIEDADE 05 DESAPROPRIAÇÃO trata-se de modo involuntário de perda da propriedade, no qual o proprietário perde a propriedade por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, e mediante previa indenização ao proprietário. OBS: o prédio utilizado para o cultivo de plantas psicotrópicas será desapropriado sem direito a indenização.
14 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS ENFITEUSE é quando o proprietário atribui a uma outra pessoa o domínio útil do imóvel, sob a condição desta pessoa lhe pagar uma pensão, ou foro, anual, certo e invariável. (Ex.: em Salvador/Ba alguns terrenos localizados no bairro da Ribeira, Canela, Graça, Vitória).
15 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS SERVIDÃO - É o proveito prestado por um prédio em favor de outro. (Ex: O direito de levar o gado para pastar ou beber em terra alheia, o direito de transitar pela propriedade de outrem).
16 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS USUFRUTO - O direito real de gozo que atribui ao seu titular o direito de usar coisa alheia, móvel ou imóvel, e auferir para si os frutos produzidos.
17 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS USO - Direito ao gozo, sem direito à administração e aos frutos, tudo em proveito do proprietário.
18 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS HABITAÇÃO - Restringi-se ao direito de morar gratuitamente em casa alheia, não podendo alugá-la, nem emprestá-la, mas apenas usá-la para si e sua família.
19 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS RENDAS CONSTITUÍDAS SOBRE O IMÓVEL - Uma renda a favor do proprietário ou de outrem.
20 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS DIREITO REAL DE GARANTIA - Consiste em assegurar ao credor o recebimento de uma dívida, visto que o pagamento estará vinculado a um determinado bem do devedor.
21 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS PENHOR - Consiste na tradição efetiva de um objeto móvel suscetível de alienação. Ex: Entregar uma jóia para garantir o empréstimo. Contudo uma vez paga a dívida, o credor pignoratício (que tem o bem como garantia) não pode recusar-se a entregar a coisa a quem a empenhou. Podendo ser realizado através de um instrumento particular de contrato.
22 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS HIPOTECA - Um bem imóvel que continua em poder do devedor, assegura ao credor o pagamento de uma dívida. Deverá ser registrada no Registro de Imóveis, bem como a sua extinção e cancelamento.
23 DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS ANTICRESE - O devedor entrega ao credor um imóvel, cedendo-lhe o direito de auferir os frutos e os rendimentos desse imóvel, até o montante da dívida a ser paga, ou seja, os rendimentos serão retidos até o pagamento da dívida.
24 DIREITO DE VIZINHANÇA De acordo com o Código Civil Brasileiro, os atos nocivos são classificados em 03 espécies. São elas: 01 ILEGAIS são os atos praticados de FORMA ILÍCITA. Estes atos obrigam o causador a composição dos danos provocados. (Ex.: Atear fogo no prédio vizinho, quebrar o muro do prédio vizinho, etc.); 02 ABUSIVOS são aqueles que CAUSAM INCOMODO ao vizinho, mas se mantém no limite da propriedade do causador, não chegam a invadir a propriedade vizinha. (Ex.: Poluição sonora, construção de janela fora das especificações, etc); 03 LESIVOS são aqueles que CAUSAM DANOS AO VIZINHO, muito embora o agente NÃO ESTEJA FAZENDO USO ANORMAL da propriedade. (Ex.: Chaminé de fábrica que solta fuligem.)
25 DAS ÁRVORES LIMÍTROFES (Arts a 1284) ÁRVORES LOCALIZADAS NA LINHA DIVISÓRIA DOS IMÓVEIS Frutos e madeira divididos; ÁRVORES EM IMÓVEL DE APENAS UMA DAS PARTES Os frutos serão do proprietário do imóvel. Contudo, se os FRUTOS CAÍREM NO SOLO DA PROPRIEDADE DO VIZINHO serão do vizinho, SE CAÍREM EM SOLO PÚBLICO, serão do proprietário do imóvel onde está a árvore; A lei autoriza que o vizinho da propriedade cuja árvore esteja com suas raízes ou ramos invadindo sua área, as corte até o plano divisório. OBS: A queda tem que ser natural, não pode alguém arrancar os frutos, pois desta forma estará cometendo ato ilícito.
26 INDENIZAÇÃO DA PASSAGEM FORÇADA (Arts a 1.287) Ocorre quando o bem imóvel NÃO POSSUI QUALQUER SAÍDA PARA A VIA PÚBLICA; O proprietário do imóvel vizinho NÃO PODE SE OPOR; O Caminho tem que ser o mais curto; Deve ser realizada da forma menos onerosa para ambas as partes;
27 DA PASSAGEM DE CABOS E TUBULAÇÕES (Art e 1287) O proprietário é obrigado a tolerar a passagem, através de seu imóvel, de cabos, tubulações e outros condutos subterrâneos de utilidade pública, em proveito de proprietários vizinhos, quando de outra forma não foi possível ou extremamente onerosa para os mesmos. INDENIZAÇÃO
28 DAS ÁGUAS (Art a 1.296) O dono ou possuidor do prédio inferior é obrigado a receber as águas que correm naturalmente do superior (referentes às da chuva e as que brotam naturalmente do solo), não podendo o mesmo realizar obras que embaracem o fluxo normal das mesmas; Tem que ser por força da natureza; Não podem ser águas nocivas.
29 DOS LIMITES ENTRE PRÉDIOS E DO DIREITO DE TAPAGEM (Art à 1.298) O tema em comento é importante ao proprietário e ao Estado. Este primeiro para saber os limites de sua propriedade e o segundo para estabelecer a cobrança de tributos e etc; O proprietário tem direito a cercar, murar, valar ou tapar de qualquer modo o seu prédio, urbano ou rural, e pode constranger o seu confinante (vizinho) a proceder com ele à demarcação entre os dois prédios, a aviventar rumos apagados e a renovar marcos destruídos ou arruinados, repartindo-se proporcionalmente entre os interessados as respectivas despesas; Os marcos divisórios só podem ser arrancados em comum acordo entre os proprietários;
30 DOS LIMITES ENTRE PRÉDIOS E DO DIREITO DE TAPAGEM (Art à 1.298) Se os tapumes, cercas ou divisórias forem destinados a evitar passagem de ANIMAIS DE PEQUENO PORTE, ou para outro fim, pode ser exigida de quem provocou a necessidade deles, pelo proprietário, que não está obrigado a concorrer para as despesas.
31 DO DIREITO DE CONSTRUIR (art a 1.330) A regra geral é o direito a liberdade de construir, contudo deve-se respeitar a legislação, as regras administrativas estatuídas pela municipalidade e os direitos do vizinho; O proprietário construirá de maneira que o seu prédio não despeje águas, diretamente, sobre o prédio vizinho;
32 DO DIREITO DE CONSTRUIR (art a 1.330) As janelas, varandas, sacadas e terraços não podem ser abertas a menos de um metro e meio do prédio vizinho. Se assim o fizer, o prejudicado poderá, no prazo de 01 (um) ano e 01 (um) dia, reclamar judicialmente mediante ação de nunciação de obra nova; Se o prejudicado não recorrer a justiça no prazo descrito, será obrigado a permitir a construção realizada por parte do vizinho.
33 DO CONDOMÍNIO Quando os direitos elementares do proprietário pertencerem a mais de um titular, existirá o condomínio ou domínio comum de um bem, Carlors Roberto Gonçalves. Quando a mesma coisa pertence a mais de uma pessoa, cabendo a cada uma delas igual direito, idealmente, sobre o todo e cada uma das partes, configura-se o condomínio, comunhão ou propriedade, Caio Mário da Silva Pereira.
34 ESPÉCIES DE CONDOMÍNIO QUANTO A ORIGEM Voluntário ou Convencional - É voluntário ou Convencional quando resulta do ACORDO DE VONTADES de todos os condôminos, sendo determinada pela convenção a quota de cada um; Eventual ou Acidental - quando a formação do condomínio se dá por VONTADE DE TERCEIROS, quando o condomínio resulta de causa alheia a vontade dos condôminos; Legal ou Necessário ou Involuntário - quando a criação do condomínio é estranha a vontade dos condôminos, tendo em vista que será a lei que determinará sua criação, como no caso de cercas e muros.
35 DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO SÍNDICO É eleito pelos condôminos ou assembléia geral, para um mandato não superior a dois anos, com possibilidade de ser reeleito; Pode ser um condômino ou um terceiro estranho ao condomínio;
36 DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO ASSEMBLÉIA GERAL É uma reunião convocada por parte do síndico ou de um determinado quorum de condôminos, com o objetivo de estabelecer condições e fixar prazos para pagamento das quotas, destinadas às despesas do condomínio e sua manutenção, bem como tratar de assuntos atinentes ao patrimônio;
37 INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES CONDOMINIAIS Quando os condôminos não cumprem suas obrigações, deixando em atraso o pagamento de suas quotas, ao síndico assiste o direito de exigir esse pagamento, mediante ação executiva, contra o devedor, que além do débito pagará outros encargos, como juros moratórios e multa, conforme tenha sido determinado na convenção.
38 BOM FINAL DE SEMANA!
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