INTRODUÇÃO À PSICOPATOLOGIA PSICANALÍTICA. Profa. Dra. Laura Carmilo granado
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- Valentina Ferretti Martini
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1 INTRODUÇÃO À PSICOPATOLOGIA PSICANALÍTICA Profa. Dra. Laura Carmilo granado
2 Pathos Passividade, paixão e padecimento - padecimentos ou paixões próprios à alma (PEREIRA, 2000) Pathos na Grécia antiga Platão - Pathos algo que vem de fora, imposto pelos deuses e atinge ser humano sem que o sujeito tenha nenhuma implicação nesse padecer. O sujeito é vítima de algo externo que lhe acomete estrangeiro interno Aristóteles: paixão foi considerada como algo constitutivo do homem, a ser utilizado pela razão a favor do ser humano Como utilizar o sofrimento humano a favor do desenvolvimento, ter uma lição (CACCARELLI, 2003)
3 PSICANÁLISE termo criado por Freud em 1896, em A hereditariedade e a etiologia das neuroses método particular de tratamento pela fala. Por extensão: o tratamento conduzido de acordo com esse método. disciplina criada por Freud (sistema de pensamento e modalidade de transmissão de saber) movimento psicanalítico escola de pensamento que engloba correntes.
4 Em 1922 ( Dois verbetes de enciclopédia: (A) Psicanálise, (B) Teoria da Libido ), Freud apresenta os pilares teóricos da Psicanálise: Inconsciente, complexo de Édipo, resistência, recalque e sexualidade. Quem não os aceita não deve incluir-se entre os psicanalistas
5 AS TEORIAS PSICANALÍTICAS DEPOIS DE FREUD
6 GRANDE VARIEDADE DE TEORIAS DEPOIS DE FREUD Os conhecimentos psicanalíticos não formam um todo unificado já em Freud havia isso. As ideias de Freud sofreram 3 destinos diferentes: algumas subsistem sem modificação núcleo forte da disciplina : Ics, transferência, sexualidade infantil, complexo de Édipo, bases técnicas - regra da associação livre, abstinência por parte do analista, interpretação como principal recurso terapêutico. Algumas foram reelaboradas: conservam a terminologia, mas ocorreram alterações quanto ao sentido dado por Freud (por ex. narcisismo em Klein). Algumas não são aceitas por muitos analistas: pulsão de morte, teoria da sexualidade feminina.
7 AS TEORIAS DEPOIS DE FREUD Torre de Babel linguagens teóricas e clínicas distintas às vezes o mesmo fato clínico é designado de modo diferente problemas semânticos (Função de tolerar ansiedade do paciente - Winnicott sustentação, Bion função continente) Proliferação de teorias torna complexo mas enriquece o campo. Cada teoria permite observar alguns fatos e não outros na clínica também.
8 Problema da psicanálise compreensão do psiquismo humano. As respostas vão variar, segundo as teorias, na ênfase e aceitação ou não de determinadas explicações. a) Natureza X Cultura ( experiências ou fatores constitucionais?) para Freud a resposta está nas séries complementares, mas os autores que o seguiram enfatizaram um ou outro aspecto. Equilíbrio entre impulsos tanáticos e libidinais Klein X Winnicott mãe suficientemente boa, holding b) Agressão : existência intrínseca à constituição do sujeito, autônoma, não redutível à frustração X provocada pelos fatores ambientais c) Relações de objeto precoces primeiros períodos de vida (1-2 anos) estruturação da personalidade (relação mãe- bebê) decorre o modo de trabalhar clinicamente e estabelecer a coerência entre a teoria e a técnica. Klein, Winnicott, Bion
9 6) Hipótese genética (diferenciação inicial entre ego e não ego) impossibilidade de comprovação. Ex. Klein ego precoce; Winnicott indiferenciação ego-não-ego
10 7) Adesão do psicanalista a uma teoria. De que depende? Fatores geográficos Fatores afetivos Transferências pessoais e institucionais Posturas ideológicas ou filosóficas
11 Não há provas absolutas das vantagens de uma teoria sobre as outras. Até mesmo porque o que o psicanalista faz não se reproduz. O que ocorre na sessão? Duas posições quanto à aderência a teorias: - ecletismo (evitação da discrepância) - dogmatismo (aceitação incondicional)
12 Cada teoria irá se provando. Freud deu o exemplo de uma atitude científica. (duas teorias das pulsões, da angústia, dois modelos de aparelho psíquico)
13 Bibliografia BLEICHMAR, N.M., BLEICHMAR, C. L. - A Psicanálise depois de Freud. Cap. 2, Porto Alegre, Artmed, 1992 CECCARELLI, P. R. A contribuição da psicopatologia fundamental para a saúde mental. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, ano 6, n. 1, p , 2003 PEREIRA, M. E. C. A paixão nos tempos do DSM: sobre o recorte operacional do campo da psicopatologia. In PACHECO FILHO, R. et al. Ciência, pesquisa, representação em psicanálise. São Paulo: Educ/Casa do Psicólogo, 2000, p ROUDINESCO, E, PLON, M. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998
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8. Referências bibliográficas ABRAM, J. (2000). A Linguagem de Winnicott. Revinter, Rio de Janeiro. ANDRADE, V. M. (2003). Um diálogo entre a psicanálise e a neurociência. Casa do Psicólogo, São Paulo.
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