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1 XXII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétri SENDI a 10 de novembro Curitiba - PR - Brasil Marcelo Costa de Moraes [email protected] Davir Castro dos Santos [email protected] Edkson Barretos Santos Jr. [email protected] Pedro Henrique Morais Lemes [email protected] MEDIÇÃO INDIVIDUAL DE PERFORMANCE - MIP Palavras-chave EFICIÊNCIA PRODUTIVIDADE UTILIZAÇÃO Resumo O MIP ( Medição Individual de Performance) é uma ferramenta que avalia a produtividade, eficiência, desvios e utilização das equipes de manutenção de ativos elétricos. Ela consiste em um conjunto de sistemas interrelacionados que fornecem importantes informações aos gestores do desempenho de cada uma de suas equipes e auxilia na tomada de decisões referentes as melhorias dentro deste processo. O objetivo da Medição de Performance é fornecer dados para a criação de uma base histórica confiável com relação aos recursos disponíveis de Homem-Hora(HH), além de eliminar o envio de planilhas de preenchimento manual, aumentar o controle dos insumos e indicar os pontos de atuação para melhoria da qualidade dos serviços. Todas as apurações são realizadas através de sistemas computacionais próprios, o que facilita o entendimento dos dados recebidos e proporcionam agilidade e confiabilidade nas informações extraídas. Através do MIP, o grupo Energisa pode comparar o desempenho de todas as suas unidades de negócios, identificar seus 1/6

2 benchmarkings e disseminar as melhores práticas desenvolvidas entre elas. 1. Introdução Atualmente, nenhuma empresa cresce ou mesmo se mantém no mercado sem ferramentas de gestão da produtividade e eficiência em seus processos. Neste sentido, as empresas distribuidoras de energia elétrica também buscam alternativas para garantir o atendimento às crescentes exigências regulatórias e melhoria de seus resultados. Cada vez mais, a ANEEL tem exigido que as concessionárias prestem serviços com maior qualidade, sem penalizar a sociedade. Sendo assim, as distribuidoras de energia devem implementar a melhoria contínua em seus processos para reduzir seus custos operacionais, garantir a qualidade da energia fornecida aos consumidores, visando sempre à modicidade tarifária. Diante deste cenário, o Grupo Energisa pesquisou metodologias de mercado que contribuissem na medição e na melhoria de produtividade dos seus processos, para que isto fosse possível, adotou-se a metodologia baseada no modelo de gestão PCIC (Planejamento, Controle, Indicadores e Cobrança). Para que este modelo fosse implementado no processo de manutenção da distribuição, optou-se pela aplicação da ferramenta SIGOD (Sistema de Gerenciamento Otimizado da Distribuição) que trata-se de um software proprietário no qual são inseridas todas informações referentes às escalas e serviços executados pelas equipes de campo. Outras interfaces são necessárias para operacionabilidade do sistema como o SGM (Sistema de Gerenciamento da Manutenção) onde está a carteira de serviços e o SMGMA (Sistema Móvel de Gestão da Manutenção de Ativos), que é o sistema responsável pelo registro e apontamentos realizados pelas equipes em campo. 2. Desenvolvimento O grupo Energisa é composto por treze concessionárias distribuidoras de energia elétrica em todas as regiões do país e o MIP está consolidado em cinco unidades de negócios (Energisa Sergipe, Energisa Paraíba, Energisa Borborema, Energisa Minas Gerais e Energisa Nova Firburgo), sendo implementado nas demais. A Energisa Sergipe (ESE) será o instrumento de estudo deste trabalho, através dela, verificaremos como o MIP é aplicado e como seus indicadores surtem efeitos práticos. Os indicadores mensurados são: Produtividade - É a soma dos tempos padrões dos serviços executados (HH produtivo) pelo HH Disponível do colaborador, o resultado dessa divisão em percentual é o valor apurado de produtividade. Este indicador é subdividido em TME Tempo Médio de Execução e TMD Tempo Médio de Deslocamento. Eficiência - Compara os tempos realizados em campo com as metas. Utilização - É o percentual de tempo em que o colaborador está efetivamente realizando uma atividade em campo (execução de serviços ou deslocamentos para o atendimento). Desvios - É o tempo gasto com as atividades que não são fins ou quaisquer atividades não previstas durante a execução dos serviços. TMS - Tempo Médio de Saída - É tempo médio que cada colaborador gasta para iniciar o deslocamento para atendimento do primeiro serviço do dia. Auditorias - Processo de aferição da qualidade da execução dos serviços. 2/6

3 Essa ferramenta de análise nos proporciona bons resultados não somente nos seus indicadores diretos, mas também ganhos indiretos como melhoria em indicadores como DEC/FEC, compensações pagas aos clientes por extrapolações, tempo médio de atendimento. Para que tudo isto seja possivel, a Energisa desenvolveu áreas e processos para otimizar HH (Homem-Hora) trabalhado de suas equipes, como por exemplo o PIT STOP. Esta área garante o abastecimento de material nos veiculos de manutenção, desta forma as equipes ao se apresentarem para o trabalho, não necessitam dispender tempo carregando materiais e ferramental em suas viaturas. Através do SIGOD (Sistema de Gerenciamento Otimizado da Distribuição) e SMGMA (Sistema Móvel de Gestão da Manutenção de Ativos), é possivel despachar as ordens de serviços para as equipes de forma automatizada sem a utilização de papel e em tempo real diretamente nos tablets das equipes de campo. Com tudo isso, podemos observar no gráficos abaixo o dsempenho da unidade ESE no quato trimestre de Vários informativos podem ser gerados através do MIP e com isso tem-se uma eficiente ferramenta de gestão. Abaixo 3/6

4 mostraremos alguns indicadores de desempenho apurados de forma mensal e acumulada. TMS - Tempo Médio de Saída das Equipes (em minutos) Utilização das Equipes 4/6

5 TMA - Tempo Médio de Atendimento (Diário) As apurações do MIP são realizadas no SIGOD, e nele encontram-se diversos relatórios gerenciais que proporcionam níveis de detalhamento específicos para as principais análises necessárias. Abaixo mostraremos um dos relatórios extraídos do sistema: 5/6

6 Relatório de Produtividade Individual Consolidado do SIGOD 3. Conclusões O desenvolvimento e implementação do MIP - Medição Individual de Performance nas empresas do grupo Energisa, foi um grande passo na administração dos indicadores de desempenho das equipes de manutenção em campo, ajudando assim, na tomada de decisões estratégicas. Diversos resultados foram alcançados como por exemplo: Melhoria da gestão dos recursos humanos (HH Trabalhado); Padronização dos processos; Ganho na qualidade dos serviços prestados; Aumento da produtividade; Monitoramento constante de desempenho; Redução de tempos ociososidade; Além dos benefícios anteriormente citados, o MIP proporcionou comparabilidade entre processos de forma dinâmica e confiável, incentivando a busca constante por resultados superiores através da disseminação das melhores práticas adotadas (benchmarking's). 4. Referências bibliográficas 6/6

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