VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS
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- Lucas Gabriel Fidalgo Alves
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1 VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS EEG INDICAÇÕES Epilepsia Estadiamento do sono Alt. actividade de base (comas e alt conscienccia) Alterações cognitivas Neurofeedback etc REGISTO Sistema Outras derivações Filtro passabaixo Filtro passa alto 70 Hz 0,3 Hz EOG EMG ECG PRESSÃO ARTERIAL RESPIRAÇÃO COMPORTA MENTO MOVIMENTO DIVERSOS ph esofágico Erecção nocturna Temperatura central Electronistagmograma Mov. oculares vigília Mov. oculares fase 1 Mov. oculares SP Doenças do Sistema nervoso periférico Doenças do músculo Doenças extrapiramidais Hipotonia sono lento Atonia SP Microalertas Arritmias Isquémias Alt da condução Dist simpáticos e parassimpáticos Apneias do sono Angina nocturna Microalertas Variações circadiárias ou transitórias da PA Apneias centrais e obstrutivas Outras anomalias respiratórias Mov. corporais Parassónias Crises S. pernas inquietas Mioclonias Refluxo gastro-esofágico Causas de impotência Alt. ciclo sono/vigília 1 ou 2 canais Registo dos mov. Horizontais ou verticis Diversos musculos em função do problema No sono 1 canal mentoniano e nos membros inferires 12 derivações No sono 1 canal torácico Braçadeira ou dedeira insuflável Fluxo aéreo boca e nariz Pressão nasal Esforço respiratório Movimentos do toráx e abdomen SaO2 PaCO2 VÍdeo EMG Acelerómetros Medidor de ph Pletismografia peniana Termómetros digitais Actigrafia 15, 30 ou 70 Hz 0,03 ou 0,3 Hz 70 Hz 0,3 Hz 70 Hz 0,3 Hz Quadro - 1-1
2 COLOCAÇÃO DOS ELÉCTRODOS EEG EOG LOC A2 A1 ROC-A1 LOC-A2 ROC-A1 LOC-A2 Quadro - 2-2
3 Alterações características do EEG nas Fases do Sono Classificação de Rechtschaffen e Kales (1968) Vigília beta, alfa >51%/epoch Movimentos oculares rápidos Tono muscular máximo REM teta, algum alfa Movimentos oculares rápidos Tono muscular abolido NREM 1 teta, alfa <50%/epoch Movimentos oculares lentos Tono muscular reduzido NREM 2 teta, fusos, CK Sem movimentos oculares Tono muscular muito baixo NREM 3 teta, delta >20% and <50% Sem movimentos oculares Tono muscular muito baixo NREM 4 teta, delta >50%/época Sem movimentos oculares Tono muscular muito baixo Quadro - 3-3
4 Tipo de Movimentos Oculares Movimentos oculares lentos típicos de fase 1: Movimentos oculares rápidos típicos da Vigília: W Movimentos oculares rápidos típicos de fase REM : Quadro - 4-4
5 EMG durante o Sono Actividade muscular da vígilia Actividade muscular no REM No REM há atonia muscular com activações fásicas (mioclonias) Actividade muscular num microalerta Nos alertas há muitas vezes aumentos transitórios da actividade muscular Quadro - 5-5
6 ECG Parâmetros: Duração da onda: Intervalos: Amplitude: QRS R-R -> frequência cardíaca ST, R-wave Variação da Frequência cardíaca durante o sono Notar que a variabilidade é maior no fim e após o sono REM Variabilidade do ECG na Apneia do sono Notar os períodos de bradicárdia e de taquicárdia; há bradicárdias acentuadas Quadro - 6-6
7 Adaptado de Penzel 2005 Quadro - 7-7
8 PULSO PERIFÉRICO Notar a atenuação do pulso periférico durante um alerta (alfa no EEG e aumento EMG) com taquicárdia (a FC passa de 81 para 90 ppm). Quadro - 8-8
9 MEDIR A RESPIRAÇÃO Variável Como se Com quê Vantagens Limitações Exempl R e s p ir a t ó ri a Fluxo aéreo Esforço respira Tório Outras alterações fisiológicas pode medir Diferença de temperatura no ar inspirado e expirado Variação na pressão nasal CO2 expirado Pressão do fluxo aéreo Modificações dinâmicas de volume através da soma da excursão torácica e abdominal Movimentos caixa torácica Pressão pleural Pressão esofágica Indutância torácica Impedância transtorácica Saturação de Oxigênio O2 e CO2 transcutâneos Ressonar (ruído inspiratório e as pausas) Termistores ou termopares Cânula nasal, transdutor de pressão e amplificador DC Analizador de infravermelhos Pneumotacógrafo: por medidores de fluxo ultrasónicos, transdutores de pressão de fluxo ou anemômetros, aparelhos de CPAP Baratos Limitação do fluxo Valores altos fidedignos Crianças com hipoventilação Quantitativo Qualitativos Não podem estar em contacto com a pele Semi quantitativa O doente pode respirar apenas pela boca Não há sinal durante uma apneia Desconforto Necessita uma máscara facial Cintas respiratórias Económicos Semi quantitativos respostas não lineares Dependem da posição e da tensão anterior Duração limitada EMG intercostal Manometria Pletismografia de indutância Pneumografia de impedância Electro-foto espectrocopia Microfones Sensores de vibração Visualização qualitativa do esforço Quantitativame nte correcta DD entre apneias centrais e hipopneias SARVAS Detecção indirecta de SARVAS Podem-se usar os eléctrodos de ECG Mede a pletismografia e o pulso periférico e o TPP Recém nascidos Artefactos frequentes Qualitativo Desconforto Dispendiosa Equipamento adicional tefactos de ovimento e udanças de posição Não é possível calibrar Não separa movimentos torácicos e abdominais Dishemoglobiném ias Limitado pela espessura da pele Requesitos complexos Valor relativos o Cama sensível a cargas estáticas Pressão estática Movimento Balistocardiografia Fornece ECG Amplitude da respiração é sensível à posição Quadro - 9-9
10 Comparação entre termistor (fluxo nasal) e pressão nasal Há uma hipoventilação demonstrada pela pletismografia de indutância (vide respiração torácica e abdominal), mas não há grandes alterações no fluxo nasal (termistor) e a pressão nasal sobrevaloriza o problema. Num caso de respiração pela boca a pressão nasal tem uma atenuação que não corresponde a uma apneia Comparição entre pressão nasal e pneumotacógrafo A relação entre ambos é quadrática. Quadro Adaptado de Penzel
11 Variações da Pressão Esofágica nas Apneias Neste caso a pressão esofágica aumenta de forma progressiva antes da cessação objectiva do fluxo aéreo A pressão esofágica segue o fluxo aéreo; em todos os sinais a evolução é fusiforme Adaptado de Penzel 2005 Quadro
12 MOVIMENTOS DURANTE O SONO Actividade muscular nos MPS Os movimentos periódicos dos membros são periódicos e repetitivos. Este exemplo mostra a taquicárdia e vasoconstrição associada ao movimento também patente no exemplo anterior Quadro
13 OUTRAS VARIÁVEIS Variável Como se Com quê Vantagens Limitações Exemplo Card io vasc ular Tem pera tura Pressão arterial contínua Pressão arterial descontínua Vasoconstriçã o pode medir Dedeiras insufláveis Braçadeiras insufláveis Transdutores de pressão miniturizados Finapress Portapress Transdutores de pressão Oxímetro Medição contínua Medição descontínua em cada 20 ou 30 minutos Desconforto Necessidade de calibração com medição em braçadeira Desconforto Medição descontínua a intervalos longos Indicador indirecto de hipo ou hipertensão Movi ment os Movimentos dos membros Aceleração do movimento Acelerómetro Transdutor de MPS Pode medir movimentos em diversos segmentos. Registos estáveis. Posiç ão Refl uxo Psico galv ânic a Movimentos periódicos Ciclo actividade repouso Sensores de posição Ph do esófago Condutância cutânea EMG Angulo do Corpo Posição horizontal ou vertical Sonda esofágica Electromiogra ma Actigrafo Sensores de ângulo Sensores de contacto Medidor de Ph Informação da A-R durante longos períodos e em condições opcionais Correlação parcial com a polissonografia Inforamação sobre as diversas posições de decúbito ou o levantar Mede objectivamente o refluxo Não substitui a polissonografia Desconforto Vá rios Cama estática Quadro
14 Pupilometria (Merrit et al, 1999) Comparação de testes e questionários para aferir vigilidade TESTE TLMS TMV Pupilometria EEG Desempenho ESS SSS Dados Normativos Não Não Não (PVT ) Possível fingir sonolência? Não Não Não Possível fingir vigilidade? Não?? Não Quadro
15 ACTIGRAFIA Padrão Normal: Pouca actividade à noite; actividade persistente durante o dia; acordar pelas 7h; adormecer às 23h. Padrão de insónia : há actividade nocturna persistente e períodos de pausa durante o dia; os horários de adormecer e acordar são rlatvamente regulares. Marcada irregularidade do ciclo sono-vigília, com inversão do padrão: dorme de noite e os periodos de vigília ocorrempara o fim do dia. Quadro
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